Depois da cena que me deixou de pau duro, com a pistola na mĂŁo e na cozinha da casa do meu amigo, vazei de lĂĄ assim que bateram na porta â era a sobrinha da Eva que veio visitar. Como esqueci de esvaziar o resto do conteĂșdo da pistola, mandei um w h a t s a p p pra Eva uma hora depois, pra avisar ela. LĂĄ pelas 13:30 o RaĂșl ainda nĂŁo tinha voltado do trampo e a Eva podia ler. Reproduzo aqui a conversa:
Eu: Oi
Eva (depois de dez minutos): Oi
Eu: Espero que sua sobrinha nĂŁo tenha te feito perguntas.
Eva: NĂŁo se preocupa, nĂŁo acontece nada.
Eu: Ă, a pistola eu deixei na cozinha e ela nĂŁo tĂĄ... descarregada.
Eva: NĂŁo se preocupa, jĂĄ fiz isso aqui.
Eu: Beleza
(passam 10 minutos)
Eu: cĂȘ ainda tĂĄ sozinha?
Eva: Ă, pois Ă©, com o pequeno jĂĄ. O RaĂșl no fim nĂŁo vem almoçar.
Eu: Ok. Foi muito excitante.
Eva: Sim, mas vocĂȘ sabe que daĂ nĂŁo vai rolar nada. VocĂȘ sabe.
Eu: Claro.
Eva: Vale.
(entĂŁo me veio uma ideia, lembrando do que a gente tinha conversado um dia antes, quando ela me perguntou se eu tinha ficado com a coroa...)
Eu: Ei, Eva, quer ver ao vivo?
Eva: Ao vivo?
Eu: AmanhĂŁ minha amiga vem aqui em casa.
Eva: e o que vocĂȘ quer? que eu vĂĄ ver vocĂȘs? haha. JĂĄ vi como faziam no filme e, com o de hoje, acho que jĂĄ entendi direitinho. Quem sabe esse fim de semana jĂĄ faço isso no Raul...
Eu: Olha... pensei que jĂĄ que vocĂȘ sai com suas irmĂŁs e amigas Ă noite, dava pra passar aqui antes. Eu vou estar com minha amiga.
Eva: NĂŁo Ă© uma boa ideia, o que vocĂȘ vai fazer? Vai dizer que vocĂȘs vĂŁo ter uma espectadora e eu apareço? haha
Eu: NĂŁo, nĂŁo. Sem ela perceber.
Eva: fico invisĂvel, claro.
(disse sarcĂĄstica)
Eu: nĂŁo, mulher, ela e eu sempre saĂmos pra tomar um cafĂ© antes de ir pra minha casa foder. Quando eu sair pra buscar ela Ă tarde, vou deixar uma chave debaixo do vaso da entrada, aquele branco, que Ă© o menor.
(passam 3 minutos)
Eu: O que cĂȘ tĂĄ dizendo? Sim?
Eva: desculpa, tava com o pequeno. CĂȘ tĂĄ acabado, Roberto.
Eu: Assim vocĂȘ vĂȘ ao vivo. Se esconde no vĂŁo da escada, sabe, tenho a porta do depĂłsito ali, e ela tem uma fresta por onde vocĂȘ pode olhar e de lĂĄ nĂŁo vai ser vista.
(silĂȘncio de novo. 3 minutos)
Eva: VocĂȘ tĂĄ acabada.
Eu: NĂŁo me importo que vocĂȘ me veja, Eva. AtĂ© porque, se eu sei que vocĂȘ tĂĄ nos olhando, fico mais...
Eva: cĂȘ tĂĄ doente, mano.
Eu: nĂŁo diga que isso nĂŁo te dĂĄ tesĂŁo. Porque vocĂȘ estaria mentindo pra mim.
(SilĂȘncio, passam 5 minutos)
Eu: Beleza. Eva, amanhĂŁ vou sair de casa Ă s 20h, e Ă s 21h30 volto com a mina. Vou deixar a chave debaixo do vaso. VocĂȘ jĂĄ sabe. Tem que entrar antes das 21h30 e se esconder no depĂłsito pequeno, atrĂĄs da porta do vĂŁo da escada. NĂŁo vou demorar mais de 20 minutos pra foder minha amiga, e vou fazer ela chupar minha pica atĂ© eu gozar na boca dela. Umas dez da noite Ă© uma boa hora pra vocĂȘ sair de lĂĄ, quando a gente terminar ela vai pro banheiro, entĂŁo dĂĄ pra vocĂȘ aproveitar pra sair e vazar. Combinado?
(tinha dado uma de "valentão" falando tudo aquilo pra ela... no fundo, ela podia muito bem me mandar tomar no cu... Dez minutos se passaram, até que...)
Eva: TĂĄ bom. Vou tentar. NĂŁo prometo nada, nĂŁo sei se vou conseguir.
(Sorri, jĂĄ tava doida pra chegar o sĂĄbado...)
Bom, a gente tinha combinado que a mulher do meu amigo, a Eva, ia dar um jeito de passar lĂĄ em casa pra pegar uma chave que eu ia deixar debaixo de um vaso, entrar antes de eu chegar com a gostosa, se esconder no quartinho pequeno que tem no vĂŁo da escada da minha casa e, de lĂĄ, conseguir ver a gente fodendo no sofĂĄ.
Chegou o dia e, quando saĂ pra tomar um cafĂ© com a GlĂłria, minha amiga se chama assim, mandei uma mensagem no zap pra Eva perguntando como Ă© que tava. Ela nĂŁo respondeu. Mandei uma pro meu amigo tambĂ©m, falando que se terminasse logo meu encontro, passava na casa dele, jĂĄ que a Eva tinha saĂda com as amigas e ele ia ficar com o pequeno. Ele me implorou pra parar com tanta putaria e passar lĂĄ, aĂ a gente via algum filme.
Bom, entĂŁo eu tava com a GlĂłria, a gente tomou um cafĂ© e enquanto conversava ela me olhava com um olhar safado e passando a mĂŁo em mim por baixo da mesa. A GlĂłria era minha amiga, uns 48 anos, com peitos operados, mas bem operados, nem pareciam artificiais. Uma delĂcia de peitos, haha. Quando a gente foi pra minha casa, a tia jĂĄ tava mais tarada do que nunca. Eu jĂĄ tava começando a ficar duro. Olhava pro meu celular, mas nĂŁo tinha mensagem nenhuma da Eva...
Quando chegamos na porta da minha casa, eu ia dar uma olhada debaixo do vaso pra ver se a chave que tinha deixado pra Eva ainda tava lĂĄ ou nĂŁo...
mas não teve jeito. Glória se jogou em cima de mim e tomou minhas chaves, me arrastando com ela até a porta, abrindo e me enfiando pra dentro. A pegada dessa tia me deixava louco. Jå dentro, pedi pra ela me deixar sair um segundo pra verificar uma coisa. Mas não teve chance. Ela me arrastou até o sofå, me sentou nele, se ajoelhou no chão e, na minha frente, puxou minha rola pra fora da braguilha e enfiou de uma vez na boca dela.

- Porra, vocĂȘ tĂĄ ansiosa, hein?
Ela nĂŁo disse nada e começou a chupar. Eu olhei pra porta do quartinho no vĂŁo da escada. Dava pra ver as frestas de ventilação, mas nada lĂĄ dentro, sĂł escuridĂŁo... Era impossĂvel saber se a Eva estava ali... Mas sĂł de pensar nisso, me dava vontade de mostrar bem rĂĄpido como eu ia gozar na cara e na boca da gostosa da minha amiga GlĂłria.
Gloria caprichava no meu pau e nas minhas bolas, eu levantei um pouco a bunda pra tirar a calça, ela me ajudou, e enquanto isso eu tirei os peitos dela do sutiĂŁ, por cima do decote da camiseta. Estavam moreninhos do Ășltimo verĂŁo, a mina fazia topless, bem o contrĂĄrio da Eva.
Comecei a apalpar os peitos dela enquanto ela continuava no boquete e eu me virava pra dar uma boa vista pra Eva lĂĄ do quartinho.
Passaram-se alguns minutos. Aà tirei a calça da Gloria, coloquei ela de quatro no sofå, de frente pra porta, e comecei a montar nela. Pra Eva ver a cara que a foxy fazia, e a minha também. Fiquei com muito tesão, imaginando que a poucos metros a mulher do meu amigo talvez estivesse se tocando enquanto olhava eu comendo a Gloria...




A putinha da minha amiga nĂŁo demorou pra chegar no primeiro orgasmo, gemendo bem alto.
Se limpa direitinho, rabuda gostosa" â falei pra ela.
Depois que ela terminou, eu tirei ela de lĂĄ e esfreguei na cara dela. Peguei ela pelos cabelos e fiz ela colocar quase inteira na boca, nunca cabia toda.

- Vou gozar na sua cara e na sua boca - falei enquanto olhava pra porta do quartinho. Imaginando que por trĂĄs das frestas estava Eva me olhando. Falei aquilo olhando pra porta, imaginando que tava dizendo aquilo pra Eva de verdade.
A Glória não demorou pra me obedecer, abriu a boca e colocou o rosto esperando minha gozada. De vez em quando ela chupava a ponta, as bolas... enquanto eu me masturbava. Ficamos assim uns 3 minutos. Até que eu estourei. Sujando toda a cara dela, um jato dentro da boca e o resto nos peitos, que ela me oferecia com devoção...
- Vou ao banheiro - disse enquanto se lambia.
Então um arrepio percorreu meu corpo. Era a hora que eu falei com a Eva, a Gloria foi no banheiro e ela aproveitou pra sair da minha casa. A Gloria sumiu escada acima e eu fui com cuidado até o quarto.
â Eva... â falei bem baixinho.
Nada acontecia.
â Eva...? â repeti.
â Eva...? â repeti. E me dirigi, pelado e com a pica ainda pingando porra atĂ© a porta do quartinho. Antes de abrir, olhei pela fresta. Tava escuro, lĂłgico.
Imaginava a mulher do meu amigo atrĂĄs da fresta, tendo me olhado. Batendo uma punheta enquanto eu gozava na cara da GlĂłria. Abri a porta com decisĂŁo e a luz da sala entrou no quartinho...
... nĂŁo estava.
Porra, não tava. Tranquei a porta e vesti a calça. A Glória ainda tava no banheiro, lå em cima. Fui até a porta de casa e levantei o vaso onde deixei a chave.
Também não estava! Ela tinha pegado... ou isso ou alguém tinha pegado... porra, porra...
Entrei em casa e peguei o celular... abri o w h a t s a pp e escrevi pra Eva:
O que aconteceu?
Deixei o celular de lado. Esperei.
GlĂłria saiu do banheiro, toda beijoqueira, se jogou no sofĂĄ, ainda pelada, e ligou a TV. Meu celular avisou que tinha uma mensagem nova. Peguei ele falando.
- Meu amigo, que vai ficar sozinho em casa esta noite e quer que eu vĂĄ, hehe.
- Claro - disse ela sorrindo e me olhando, ainda mais safada.
NĂŁo consegui" tinha respondido Eva.
VocĂȘ tem a chave?" â escrevi.
Sim, eu tenho. Entrei, mas fui embora. Desculpa.
Ok, sem problema" escrevi "Vou passar na sua casa pra pegar ela, a gente se vĂȘ
TĂĄ bravo?" ela escreveu.
NĂŁo se preocupa. A gente conversa" escrevi de forma seca pra ela perceber...
Beleza. Desculpa. Vou te deixar, tĂŽ jantando com as minas.
E aĂ, deixei ele lĂĄ.
Passei mais uma hora com a GlĂłria. Mesmo nĂŁo tendo feito mais nada, por mais que ela esfregasse os peitos em mim, eu nĂŁo reagia. Despedi dela educadamente lĂĄ pelas onze e pouco, dizendo que ia jantar na casa do meu amigo, se ela nĂŁo se importasse.
Se despediu de mim desejando se encontrar de novo, eu disse que sem dĂșvida a gente ia voltar pra farra na semana seguinte, hehe.
Uma vez saĂ, liguei pro meu amigo Raul. Combinei de passar num chinĂȘs, comprar comida e ir pra casa dele. Ainda nĂŁo tinha jantado. EntĂŁo ficamos umas duas horas comendo, bebendo e vendo um filme, o filho dele jĂĄ tava na cama, hehe.
Vale destacar que ele tava trocando zap com a mulher dele enquanto a gente via o filme. E ele me disse:
- Minha mulher... que tĂĄ com as amigas por aĂ como vocĂȘ jĂĄ sabe... e deve estar com o tesĂŁo a mil. Olha o que ela me manda. Pra vocĂȘ posso mostrar porque jĂĄ nos viu na praia, hehe.
Ela me mostrou a tela e a Eva tinha mandado uma foto dela, tirada com o celular de cima, se apontando num dos banheiros. Aparecia parte da boca dela, os ombros e o decoraço que ela tava usando. Todo o sulco bem marcado naqueles dois pedaços de peito que ela tem e que eu jå tinha visto tantas vezes na praia, e no dia anterior na cozinha...

Algo se revirou dentro de mim. Quis ir embora dali. EntĂŁo sorri, dizendo:
- NĂŁo veja, quando eu voltar hoje Ă noite... como vocĂȘ vai ficar, hein? Vamos ver se rola algo novo hoje e Ă© vocĂȘ quem me conta, hehehe.
- Vamos ver, vamos ver... - disse sorrindo.
Por dentro, eu tava torcendo pra nĂŁo acontecer nada, pro meu amigo nĂŁo gozar na cara e na boca da mulher dele...
Simulei que tava com sono e me despedi dele. Devia ser umas duas e pouco. Assim que saĂ, peguei meu celular e mandei um w h a t s app pra Eva.
TĂŽ vendo que vocĂȘ tĂĄ se divertindo pra caralho
respondeu na hora.
Siiim, como Ă© que eu tĂŽ? CĂȘ tĂĄ aĂiiii?
NĂŁo, saĂ da sua casa agora.
Ah, o RaĂșl te falou alguma coisa?
Ela me mostrou a foto que vocĂȘ mandou pra ela.
Ah
Houve um silĂȘncio.
E daĂ?" escreveu.
Ficou dura aqui" escrevi pra ela.
Jeje
Vou te ver? Onde vocĂȘ tĂĄ?
NĂŁooo, tem gente, amigas
Te esperaria lĂĄ fora, no meu carro
NĂŁo. Bebi. TĂŽ com as amigas. NĂŁo posso ir embora" â escreveu
Além disso" continuou "nunca vai rolar nada entre nós dois
Desliguei o celular.
NĂŁo tava puto. Tinha que mudar de tĂĄtica.
Naquela noite, como eu disse, desliguei o celular e só liguei de novo no meio da manhã seguinte. Assim que liguei, começaram a chegar as mensagens da Eva no w h a t s a pp.
Oi?
pois Ă©, te doeu mesmo que nĂŁo vĂĄ rolar nada entre a gente, hehe
e uns dez minutos depois:
Acho que isso nĂŁo tĂĄ chegando em vocĂȘ.
e que vocĂȘ nĂŁo tenha ficado puta por causa da tarde, mas vocĂȘ jĂĄ sabe...
que eu gosto muito do Raul, e nĂŁo vou fazer nada
E depois de um tempo, quando jĂĄ voltava pra casa dela:
definitivamente isso nĂŁo te serve, ou vocĂȘ desligou. A gente jĂĄ vai. Vou guardar bem a chave e te entregar quando vocĂȘ vier jantar em casa. Vamos ver como a gente faz...
NĂŁo fica puta comigoooo
Deixei o celular de lado. Se nĂŁo tivesse apagado a conversa, ia ver aqueles tais de duplo check, mas na real tava pouco me lixando, decidi nĂŁo responder nada por uns 3-4 dias. E foi o que fiz.
E esses dias nĂŁo passaram, passaram mais. Umas duas semanas. SĂł uma ligação do meu amigo RaĂșl no fim de outubro, onde me acusava de ter sumido, foi o estopim pra gente se encontrar de novo no começo de novembro. Perguntei de um jeito safado e meio na brincadeira se tinha novidade na vida sexual dele. Torcendo no fundo do meu coração que nĂŁo tivesse nada novo, e ele respondeu que tinha rolado algo.
Merda!" â pensei... "aquela puta jĂĄ provou o leite do meu amigo...
Mas nĂŁo, o Ășnico que o RaĂșl falou foi que ia me contar pessoalmente. E sĂł quando a gente estivesse sozinho, nem uma palavra na frente da Eva... Isso me deixou meio desnorteado. Ou era que ele tinha prometido pra mulher dele que nĂŁo ia mais contar nada sobre a vida particular deles...
Eu tinha saĂdo com a GlĂłria mais umas duas vezes. E jĂĄ tinha praticamente desistido de continuar com meus joguinhos com a Eva. No começo de novembro, me convidaram de novo pra mesma coisa: juntar pra jantar, pedir pizza ou comida chinesa e ver um filme. Esse era o plano. E de quebra, a Eva ia me dar a chave da minha casa...
Aceitei o plano. Fui jantar.
Eva ficou mais distante que o normal, mas nĂŁo sĂł comigo, talvez tivesse tido um dia ruim. Eu fiquei como sempre, zoando e fingindo que nada tava rolando. Depois que jantamos e colocamos o pequeno pra dormir, sentamos os trĂȘs no sofĂĄ. Eva nĂŁo tinha tido chance nenhuma de me devolver minha chave, o RaĂșl tava sempre junto com a gente. Depois de uns vinte minutos de filme, ela deu uns beijos no marido e em mim, falando que tava exausta e que ia deitar.
RaĂșl aproveitou pra ir no banheiro, quando voltou fechou a porta do corredor que dava pros quartos e sentou no sofĂĄ.
âVou te contar â ela me disse.
âSou todo ouvidos â falei sorrindo, achando que ela ia me contar que a Eva jĂĄ tinha topado provar o leite dela...
Ela parou um instante, como pegando fĂŽlego, e depois soltou:
Tem uma mina no trampo... que tĂĄ me deixando doido.
Aquilo me deixou pregado no sofĂĄ.
Aquilo me deixou pregado no sofĂĄ. Falei:
- Bonito demais pra ser verdade, haha. Qual Ă©, me diz que nĂŁo Ă© verdade...
- Ă sim, mano.
Eu nĂŁo acreditava que outra mina desse em cima do meu amigo, ok... mas chegar naquilo e com aquele segredo todo pra me contar...
- Aconteceu alguma coisa? - perguntei.
- Quase.
- Como assim, quase? Ou teve ou não teve, né?
Ele deu uma olhada no filme por um instante. Passou a mĂŁo no rosto, segurou o queixo e disse:
Ela jå deu em cima de mim vårias vezes, quando não tinha mais ninguém no escritório. Ela fica até a hora que eu saio, às vezes.
â E aĂ, o que aconteceu? â perguntei, todo curioso.
- Ela se certificou de que a porta do corredor estava fechada, depois veio na minha direção e se ajoelhou.
- Caralhoooo.
- Ela me disse que estava louca pra me masturbar. Nessa altura, eu jĂĄ tava com o pau duro.
- Quem Ă© essa gostosa?
â O nome dela Ă© Susana. Uma vez te falei dela.
- Aquela que jĂĄ tinha transado com dois ou trĂȘs do escritĂłrio?
- Sim, essa.
â Caramba, mano... e aĂ, o que aconteceu? â perguntei com a pica começando a ficar dura.
Meu amigo olhou pra porta do corredor, tava fechada, do jeito que ele tinha deixado. AĂ ele olhou de novo pra mim e continuou falando baixinho:
â Eu tava sentado na minha mesa. Ela de joelhos. Tirou meu cinto da calça, eu deixei, e abaixou o zĂper da braguilha. Tava estourando de tĂŁo dura. JĂĄ te falei como era a Susana, nĂ©?
- Sim, vocĂȘ me disse que eu tinha uma cara de puta que nĂŁo dava pra aguentar, loirinha, peito pequeno... mas uma boca e uns lĂĄbios de dar escĂąndalo. E aqueles olhos grandes e bem maquiados?

Sim, essa mesmo. Meio que o contrĂĄrio da Eva, sabe. Pelo peito...
- Claro - falei, balançando a cabeça. - Continua.
- Enfiou a mĂŁo dentro da minha cueca e puxou minha rola pra fora. Assim, sem mais nem menos. LĂĄ estava ela, na frente da boca dela.
Porra, cara...
- Depois ela me olhou e disse: "NĂŁo pense que vou te fazer um boquete. A Ășnica coisa que vou fazer Ă© olhar pra sua pica. Agradece que eu tirei ela pra fora, tava presa a coitada, kkkk", riu com aquela boca que ela tem. Depois se afastou de mim. Eu nĂŁo me mexi.
- E ela foi embora?
- NĂŁo. O que ela fez foi sentar numa cadeira que tava na frente da minha mesa. Abriu as pernas e levantou a saia. AĂ disse: "Hoje quero que vocĂȘ se masturbe me olhando, eu tambĂ©m vou me masturbar. Vamos gozar nos olhando".
- Que filha da puta... muito gostosa.

- EntĂŁo nĂŁo aguentei e comecei a bater uma na frente dela. E ela afastou a calcinha com uma mĂŁo enquanto com a outra se masturbava. Tinha a buceta depilada, mas nĂŁo inteira, tinha uma moita de pelo em cima, no monte de VĂȘnus, quase uma moita de pelo intocada, bem cheia. Mas a buceta tava limpinha de pelos, a safada, toda molhada.

- Que legal, cara... na verdade vocĂȘs sĂł se masturbaram um na frente do outro, vocĂȘ nĂŁo botou chifre na Eva, nĂ©? - falei.
- Isso mesmo. Não demorei pra gozar vendo a Susana. Ela também não demorou. Bati uma punheta com força, jå fazia uma semana que não fazia nada com a Eva, então me aliviei bem.
â NĂŁo deu pra gozar nela? â perguntei, sabendo que Eva tinha me contado que o RaĂșl nĂŁo gozava com força. E pra confirmar que aquilo era verdade.
- NĂŁo, eu costumo fazer devagar. A porra escorre da ponta da pica, desliza, mano, haha.
- Ah, tĂĄ, tĂĄ bom.- sorri.
- Pois é, tomei um porre daqueles, mais do que de costume. Ela quase gozou junto, depois se levantou, veio até mim, me deu um beijo no rosto, sorriu e saiu do escritório.
- Que tarada a tia... E mais o quĂȘ?
- Nada mais, no dia seguinte como se nada tivesse acontecido.
- Uuuhhh, ela tĂĄ brincando com vocĂȘ... hehe. NĂŁo deixa nĂŁo. O que vocĂȘ vai fazer?
- Bom, vou tentar evitar que isso vå adiante. Se a Eva descobrir alguma coisa... ela é capaz de fazer qualquer merda. Quem sabe o que passa na cabeça dela.
JĂĄ.
Eu jĂĄ tava com a pica a mil. Queria ter contado pra ele o que rolou com a mulher dele, mas como se fosse com outra mina... sĂł que corria o risco da Eva descobrir e ficar puta comigo.
Aquela noite terminou assim. Eu e meu amigo marcamos pra semana seguinte, um café fora e depois jantar na casa dele com a Eva e o pequeno... mas eu tinha que falar com a Eva antes. Ainda tinha minha chave...
Dois dias depois que meu amigo Raul me contou que tinha batido uma na frente de uma colega de trabalho, mandei um w h a t s a pp pra Eva.
E aĂ? Tudo bem? VocĂȘ tava sĂ©ria demais no outro dia. NĂŁo sei se rolou algo entre meu amigo e vocĂȘ.
Respondeu depois de uns 20 minutos.
NĂŁo tive um bom dia, sĂł isso.
VocĂȘ esqueceu minha chave, hehe" â respondi.
ah sim, como eu devolvo pra vocĂȘ? SĂĄbado?
Ă, nĂ©? Quando a gente se vĂȘ de novo... ou se quiser, tenho que passar pra comprar quinta, no supermercado, passo de manhĂŁ e vocĂȘ me dĂĄ.
no sĂĄbado Ă© melhor
hahaha, cĂȘ tĂĄ com medo de mim?" â brinquei
Eu? nada
EntĂŁo?
no sĂĄbado
E aĂ eu parei, senti como a Eva foi se afastando aos poucos... Passou o resto da semana e chegou o fim de semana de 10 e 11 de novembro. A gente tinha combinado de se encontrar na tarde de sĂĄbado pra tomar um cafĂ© num lugar que vai muita famĂlia, com parquinho infantil e tal. Tava eu, meu amigo, a esposa dele, o pequeno e eu. A gente tava lanchando e chegou uma hora que meu amigo foi no banheiro, o pequeno tava brincando no parque com outras crianças, vigiado por nĂłs de longe. Perguntei pra Eva:
- Como vai? VocĂȘ ainda parece meio pra baixo, ou exausta. NĂŁo sei.
â TĂŽ bem â disse ela, sorrindo.
Ela estava com um suĂ©ter com um decote leve, dava pra ver o começo do vale entre as duas tetas lindas dela, lindas, eu acho, porque ainda nĂŁo tinha visto, hehe. Ela fez um movimento pra pegar a xĂcara de cafĂ© e os peitos balançaram por um instante. Devia estar usando um sutiĂŁ bem levinho, daqueles de tecido fino que nĂŁo apertam, sem bojo. Dava vontade de arrancar o suĂ©ter, pegar nas tetas dela e beliscar atĂ© ela pedir "chega".
- Depois do jantar vocĂȘ me dĂĄ a chave, nĂ©? - falei -. Ou... bom, se quiser, fica com ela, e usa na semana que vem, que vou encontrar a GlĂłria de novo. JĂĄ sabe o que tem que fazer, hehe.
Ela me olhou sem dizer nada. Meu amigo tava voltando.
Continuamos batendo papo atĂ© a hora de ir embora. Brincamos com o pequeno, jĂĄ na casa dele, e jantamos quando ele jĂĄ estava dormindo. Comecei a falar sobre a GlĂłria, contando como tinha comido ela nas Ășltimas vezes. E dando detalhes suficientes pra Eva saber o que perdeu se tivesse decidido estar presente naquele dia, escondida no quartinho debaixo da escada. Notei que ela ficou nervosa, nĂŁo era uma reação de ciĂșmes, era uma risada nervosa, e ela me olhava como quem diz: "seu filho da puta, nĂŁo continua por aĂ que vocĂȘ tĂĄ me deixando com o cuzinho ardendo", haha. Num momento em que meu amigo foi de novo ao banheiro, porque jĂĄ tĂnhamos bebido uma garrafa de vinho no jantar, levantei, cheguei perto da cadeira da Eva e falei, mais pelo efeito do vinho do que por qualquer outra coisa:
- VocĂȘ tĂĄ gostando do que tĂĄ ouvindo, nĂ©? Ia adorar ter estado lĂĄ, escondida, vendo eu foder minha amiga... e imaginando como eu te comeria... nĂ©? Por isso ainda nĂŁo devolveu a chave...
Ela me olhou, sorriu e disse:
- E vocĂȘ morre de vontade de gozar nas minhas tetas e na minha boca. E nĂŁo vai conseguir. Olha... ainda nĂŁo deixei seu amigo gozar nela.
E bebeu da taça e a largou na mesa.
Começou a ficar duro pra mim.
- Volta pro teu lugar - ele disse. O Raul vai voltar.
Sentei de novo e ri.
- Puta merda, que loucura, né? - falei como quem não quer nada.
âDo que vocĂȘs tĂŁo falando? â perguntou RaĂșl, que jĂĄ estava chegando.
- Nada, querido - disse Eva-. Seu amigo estava terminando de me contar aquela histĂłria de sempre, como a Gloria engole as gozadas que ela toma, haha.
- Ah, sim, isso - disse Raul. - Vamos ver quando Ă© minha vez, haha.
Continuamos batendo papo, no sofĂĄ, jĂĄ vendo TV. Eva sentou de novo do meu lado esquerdo, RaĂșl no direito, e a gente continuou no vinho. Ela jĂĄ devia estar meio tesuda, porque sĂł procurava um jeitinho de um dos peitos dela roçar no meu braço. AlĂ©m disso, tava usando uma camisola de outono, fininha e justa, sem roupĂŁo nem nada... daquelas que sĂŁo perfeitas pra inclinar ela, levantar por trĂĄs e meter tudo que dĂĄ pra meter, kkkk.
Quando jå passava da meia-noite, ela disse que ia se recolher pra dormir. Levantou, deu dois beijos no meu amigo e ele abraçou ela, sacudindo e passando a mão na bunda dela. Ela reclamou um pouco, depois veio na minha direção e me deu dois beijos e um... tipo de abraço, só pra esfregar os peitos em mim de novo. E fez isso de um jeito jå meio sem vergonha. Tanto que meu amigo percebeu e brincou, falando:
- Vai logo, vocĂȘ ainda nĂŁo deu uma boa esfregada no meu amigo, hein? Vai deixar ele duro com essas duas que vocĂȘ tem.
E aà me olhou, me deu um tapa no braço e continuou falando:
- VocĂȘ levou uma boa esfregada nas tetas da minha mulher, hein?
- Anda logo â falei.
- O que vocĂȘ quer, Raul? NĂŁo consigo escondĂȘ-las.
JĂĄ, filha, jĂĄ... mas que pica...
Depois desapareceu pelo corredor a caminho do banheiro e do quarto.
Depois de um minuto, terminei meu copo e fui ao banheiro, não tava com vontade de mijar. Falei pro Raul esperar, que jå ia perguntar como tava a Susana, a colega de trabalho dele. Entrei no banheiro e dei uma olhada no cesto de roupa suja. Em cima de tudo tinha um sutiã, devia ser o que a Eva tinha acabado de usar, ainda tava quentinho. Abaixei a calça e meu pau saiu pra fora, duro e bem ereto. Peguei o sutiã, cheirei e comecei a passar ele no meu pau e nas bolas, enrolei ele no pau e bati uma punheta ali mesmo. Podia ter gozado nos copos... mas jå achei exagero, e teria sido escandaloso, vontade não faltou. Mas isso sim, deixei um cheirão de pau nele e devolvi pro lugar.
Voltei pra sala e perguntei pro meu amigo como Ă© que foi com a Susana, se rolou mais alguma coisa.
â Essa mina vai longe, cara â ele me disse baixinho.
- Conta, conta...
- Realmente nĂŁo aconteceu mais nada. Mas uns dias atrĂĄs ela me passou um bilhete, dizendo que queria me convidar pra casa dela.
- Toma lĂĄ... ele quer te comer, hehe. O que vocĂȘ vai fazer?
- Sei lĂĄ, porque... caralho, Ă© muito pesado, o que jĂĄ aconteceu foi demais. Isso ia botar tudo em risco... e nĂŁo dĂĄ pra arriscar.
- Fala pra ele, manda ele te deixar em paz.
- JĂĄ, mas me excita pra caralho. A mina Ă s vezes transa com dois caras, vai contando por aĂ e tudo.
- Porra, que delĂcia, uma liberal... igualzinha eu, hahaha, passa ela pra cĂĄ.
Que filho da puta...
- Bom, faça o que fizer... vai ficar de boa, acho.
- Acho que vou deixar pra lå. O foda é que semana que vem a gente vai ter plantão junto de novo até tarde. E com certeza vai rolar alguma coisa... vou ter que falar com ela.
- Uuuffff, jĂĄ me conta, amigĂŁo - falei sorrindo.
Continuamos vendo TV até que me despedi dele. Não sem antes incentivå-lo a insistir com a Eva, que com certeza logo cederia pra ele gozar na boca dela. Embora no fundo eu desejasse que não fosse assim, hehe.
No caminho pra casa, pensei em convidar a Eva pra usar a chave da minha casa e me pegar com a Gloria, se ela ainda nĂŁo tinha me dado a chave, era por algum motivo...
Mandaria uma mensagem pro celular dela na segunda de manhĂŁ... com uma nova proposta.
Deixei passar uns dias e mandei um w h a ts a pp de manhĂŁ pra Eva.
Oi, como Ă© que tĂĄ?
Oi, enrolada em casa
JĂĄ tĂŽ imaginando
tenho pouco tempo pra tudo, uma merda
VocĂȘ vem no sĂĄbado?" â soltei de uma vez.
Como?
Gloria tĂĄ chegando em casa. Vem ver sĂł.
Demorou mais de cinco minutos pra responder.
NĂŁo sei.
Eva... vamos. Quero que vocĂȘ veja isso.
Ă uma merda
NĂŁo, nĂŁo Ă©. VocĂȘ sĂł vai olhar.
Para o seu prazer, claro
E pro teu, o que vocĂȘ pensava? Eu sinto com os olhos que vocĂȘ me olha... alĂ©m dos roços das suas tetas nos meus braços
Anda logo...
Tava se fazendo de sonsa comigo... mas nĂŁo me dava.
Marca uma saĂda com suas amigas e suas cunhadas no prĂłximo sĂĄbado, mas antes passa lĂĄ em casa Ă s 21:30. Usa a chave.
NĂŁo sei.
VocĂȘ vai vir
Deixei ele ali. Minha mente começou a imaginar como seria gozar na cara e nos peitos dela. JĂĄ tinha imaginado isso centenas de vezes nas Ășltimas semanas... assim como ela trancada no quartinho da escada vendo a gente, eu e a GlĂłria, fodendo.
Depois de uma hora, calculando que meu amigo não voltaria do trabalho pra almoçar, escrevi pra ele de novo:
E nĂŁo vai esquecer disso. Te garanto.
Ela respondeu depois de uns minutos:
tĂĄ bom
Tinha aceitado. Esperava que dessa vez nĂŁo recuasse e ficasse dentro.
Chegou o såbado. Eu tinha preparado tudo de novo pra ser perfeito. Levei a Glória pra tomar um café, pra esquentar ela, e depois pra casa. Jå quando a gente tava entrando pela porta, olhei meu celular. Tinha um w h a t s a pp da Eva! Era de uns 10 minutos atrås.
TĂŽ dentro. Porra, que nervoso... nĂŁo demora, sĂł posso ficar meia hora.
Me acelerou tudo... a mulher do meu amigo ia me ver foder com a minha amiga quarentona gostosa, hehe. Lembro pra vocĂȘs que a Gloria jĂĄ devia ter uns 46-47, e a mina era uma tesĂŁo.
digitei rĂĄpido:
Estamos na porta. SilĂȘncio. Quero que vocĂȘ se masturbe.
Coloquei meu melhor sorriso e abri a porta. A GlĂłria me deu um sorriso e uns beijinhos enquanto ia tirando a roupa, a princĂpio ia subir pro quarto de cima. Eu falei que nĂŁo, que queria comer ela no sofĂĄ.
â Mas tĂŽ com vontade de cama â ela disse.
EntĂŁo, sabendo que ela gostava que eu Ă s vezes assumisse o papel de dominador, peguei ela pelo cabelo e falei perto do ouvido, mas pra Eva ouvir:
- Me escuta bem, rabuda... vou te comer no sofĂĄ. E vou fazer vocĂȘ gritar como nĂŁo grita hĂĄ muito tempo.
Isso deixou ela ainda mais tarada. Olhei pra grade da portinha e nĂŁo dava pra ver nada. SĂł esperava que a Eva estivesse lĂĄ e nĂŁo tivesse mentido pra mim.
Começamos a tirar a roupa de forma selvagem. Eu adiei o momento de tirar minha cueca, assim tambĂ©m adiaria o momento em que Eva me visse pelado por completo. EntĂŁo deitei a Gloria no sofĂĄ, de frente para o quartinho, e abri as pernas dela, me ajoelhei e comecei a chupar a buceta dela enquanto ela gritava e dizia coisas tipo: "porra, siiiim, chupa mesmo, filho da puta. Chupa minha buceta, como vocĂȘ faz bem, caralho". Eu beliscava os peitos dela e pedia para ela mesma fazer isso, e de vez em quando virava o rosto e olhava para a grade da porta sorrindo.
Esperava que a Eva também estivesse se divertindo, e que estivesse batendo uma gostosa às nossas custas...
Fiquei assim por uns minutos. Até que a Glória falou:
- Agora Ă© minha vez. Quero chupar essa pica gostosa que vocĂȘ tem.
EntĂŁo me levantei, de frente pra porta do quartinho. Sorri e falei (como se tivesse dizendo pra Eva):
- Tire vocĂȘ mesma minha cueca, ajoelhe e chupa ele, rabuda.
- mmm... jĂĄ vou fazer isso agora, seu filho da puta - disse a GlĂłria.
Fiquei de lado pra porta e minha amiga se ajoelhou na minha frente. O rosto dela ficou na altura da minha rola. Peguei ela pelo cabelo e forcei ela a tirar minha cueca. Ela colocou as duas mãos nela, na altura da minha cintura, e começou a puxar pra baixo.
SĂł faltava um segundo. Um Ășnico segundo para as calcinhas deslizarem e a Eva ver minha amiga começando a chupar minha rola na frente dela. Finalmente ia ver uma gozada na boca ao vivo...
Continua...
Eu: Oi
Eva (depois de dez minutos): Oi
Eu: Espero que sua sobrinha nĂŁo tenha te feito perguntas.
Eva: NĂŁo se preocupa, nĂŁo acontece nada.
Eu: Ă, a pistola eu deixei na cozinha e ela nĂŁo tĂĄ... descarregada.
Eva: NĂŁo se preocupa, jĂĄ fiz isso aqui.
Eu: Beleza
(passam 10 minutos)
Eu: cĂȘ ainda tĂĄ sozinha?
Eva: Ă, pois Ă©, com o pequeno jĂĄ. O RaĂșl no fim nĂŁo vem almoçar.
Eu: Ok. Foi muito excitante.
Eva: Sim, mas vocĂȘ sabe que daĂ nĂŁo vai rolar nada. VocĂȘ sabe.
Eu: Claro.
Eva: Vale.
(entĂŁo me veio uma ideia, lembrando do que a gente tinha conversado um dia antes, quando ela me perguntou se eu tinha ficado com a coroa...)
Eu: Ei, Eva, quer ver ao vivo?
Eva: Ao vivo?
Eu: AmanhĂŁ minha amiga vem aqui em casa.
Eva: e o que vocĂȘ quer? que eu vĂĄ ver vocĂȘs? haha. JĂĄ vi como faziam no filme e, com o de hoje, acho que jĂĄ entendi direitinho. Quem sabe esse fim de semana jĂĄ faço isso no Raul...
Eu: Olha... pensei que jĂĄ que vocĂȘ sai com suas irmĂŁs e amigas Ă noite, dava pra passar aqui antes. Eu vou estar com minha amiga.
Eva: NĂŁo Ă© uma boa ideia, o que vocĂȘ vai fazer? Vai dizer que vocĂȘs vĂŁo ter uma espectadora e eu apareço? haha
Eu: NĂŁo, nĂŁo. Sem ela perceber.
Eva: fico invisĂvel, claro.
(disse sarcĂĄstica)
Eu: nĂŁo, mulher, ela e eu sempre saĂmos pra tomar um cafĂ© antes de ir pra minha casa foder. Quando eu sair pra buscar ela Ă tarde, vou deixar uma chave debaixo do vaso da entrada, aquele branco, que Ă© o menor.
(passam 3 minutos)
Eu: O que cĂȘ tĂĄ dizendo? Sim?
Eva: desculpa, tava com o pequeno. CĂȘ tĂĄ acabado, Roberto.
Eu: Assim vocĂȘ vĂȘ ao vivo. Se esconde no vĂŁo da escada, sabe, tenho a porta do depĂłsito ali, e ela tem uma fresta por onde vocĂȘ pode olhar e de lĂĄ nĂŁo vai ser vista.
(silĂȘncio de novo. 3 minutos)
Eva: VocĂȘ tĂĄ acabada.
Eu: NĂŁo me importo que vocĂȘ me veja, Eva. AtĂ© porque, se eu sei que vocĂȘ tĂĄ nos olhando, fico mais...
Eva: cĂȘ tĂĄ doente, mano.
Eu: nĂŁo diga que isso nĂŁo te dĂĄ tesĂŁo. Porque vocĂȘ estaria mentindo pra mim.
(SilĂȘncio, passam 5 minutos)
Eu: Beleza. Eva, amanhĂŁ vou sair de casa Ă s 20h, e Ă s 21h30 volto com a mina. Vou deixar a chave debaixo do vaso. VocĂȘ jĂĄ sabe. Tem que entrar antes das 21h30 e se esconder no depĂłsito pequeno, atrĂĄs da porta do vĂŁo da escada. NĂŁo vou demorar mais de 20 minutos pra foder minha amiga, e vou fazer ela chupar minha pica atĂ© eu gozar na boca dela. Umas dez da noite Ă© uma boa hora pra vocĂȘ sair de lĂĄ, quando a gente terminar ela vai pro banheiro, entĂŁo dĂĄ pra vocĂȘ aproveitar pra sair e vazar. Combinado?
(tinha dado uma de "valentão" falando tudo aquilo pra ela... no fundo, ela podia muito bem me mandar tomar no cu... Dez minutos se passaram, até que...)
Eva: TĂĄ bom. Vou tentar. NĂŁo prometo nada, nĂŁo sei se vou conseguir.
(Sorri, jĂĄ tava doida pra chegar o sĂĄbado...)
Bom, a gente tinha combinado que a mulher do meu amigo, a Eva, ia dar um jeito de passar lĂĄ em casa pra pegar uma chave que eu ia deixar debaixo de um vaso, entrar antes de eu chegar com a gostosa, se esconder no quartinho pequeno que tem no vĂŁo da escada da minha casa e, de lĂĄ, conseguir ver a gente fodendo no sofĂĄ.
Chegou o dia e, quando saĂ pra tomar um cafĂ© com a GlĂłria, minha amiga se chama assim, mandei uma mensagem no zap pra Eva perguntando como Ă© que tava. Ela nĂŁo respondeu. Mandei uma pro meu amigo tambĂ©m, falando que se terminasse logo meu encontro, passava na casa dele, jĂĄ que a Eva tinha saĂda com as amigas e ele ia ficar com o pequeno. Ele me implorou pra parar com tanta putaria e passar lĂĄ, aĂ a gente via algum filme.
Bom, entĂŁo eu tava com a GlĂłria, a gente tomou um cafĂ© e enquanto conversava ela me olhava com um olhar safado e passando a mĂŁo em mim por baixo da mesa. A GlĂłria era minha amiga, uns 48 anos, com peitos operados, mas bem operados, nem pareciam artificiais. Uma delĂcia de peitos, haha. Quando a gente foi pra minha casa, a tia jĂĄ tava mais tarada do que nunca. Eu jĂĄ tava começando a ficar duro. Olhava pro meu celular, mas nĂŁo tinha mensagem nenhuma da Eva...
Quando chegamos na porta da minha casa, eu ia dar uma olhada debaixo do vaso pra ver se a chave que tinha deixado pra Eva ainda tava lĂĄ ou nĂŁo...
mas não teve jeito. Glória se jogou em cima de mim e tomou minhas chaves, me arrastando com ela até a porta, abrindo e me enfiando pra dentro. A pegada dessa tia me deixava louco. Jå dentro, pedi pra ela me deixar sair um segundo pra verificar uma coisa. Mas não teve chance. Ela me arrastou até o sofå, me sentou nele, se ajoelhou no chão e, na minha frente, puxou minha rola pra fora da braguilha e enfiou de uma vez na boca dela.

- Porra, vocĂȘ tĂĄ ansiosa, hein?
Ela nĂŁo disse nada e começou a chupar. Eu olhei pra porta do quartinho no vĂŁo da escada. Dava pra ver as frestas de ventilação, mas nada lĂĄ dentro, sĂł escuridĂŁo... Era impossĂvel saber se a Eva estava ali... Mas sĂł de pensar nisso, me dava vontade de mostrar bem rĂĄpido como eu ia gozar na cara e na boca da gostosa da minha amiga GlĂłria.
Gloria caprichava no meu pau e nas minhas bolas, eu levantei um pouco a bunda pra tirar a calça, ela me ajudou, e enquanto isso eu tirei os peitos dela do sutiĂŁ, por cima do decote da camiseta. Estavam moreninhos do Ășltimo verĂŁo, a mina fazia topless, bem o contrĂĄrio da Eva.
Comecei a apalpar os peitos dela enquanto ela continuava no boquete e eu me virava pra dar uma boa vista pra Eva lĂĄ do quartinho.
Passaram-se alguns minutos. Aà tirei a calça da Gloria, coloquei ela de quatro no sofå, de frente pra porta, e comecei a montar nela. Pra Eva ver a cara que a foxy fazia, e a minha também. Fiquei com muito tesão, imaginando que a poucos metros a mulher do meu amigo talvez estivesse se tocando enquanto olhava eu comendo a Gloria...




A putinha da minha amiga nĂŁo demorou pra chegar no primeiro orgasmo, gemendo bem alto.
Se limpa direitinho, rabuda gostosa" â falei pra ela.
Depois que ela terminou, eu tirei ela de lĂĄ e esfreguei na cara dela. Peguei ela pelos cabelos e fiz ela colocar quase inteira na boca, nunca cabia toda.

- Vou gozar na sua cara e na sua boca - falei enquanto olhava pra porta do quartinho. Imaginando que por trĂĄs das frestas estava Eva me olhando. Falei aquilo olhando pra porta, imaginando que tava dizendo aquilo pra Eva de verdade.
A Glória não demorou pra me obedecer, abriu a boca e colocou o rosto esperando minha gozada. De vez em quando ela chupava a ponta, as bolas... enquanto eu me masturbava. Ficamos assim uns 3 minutos. Até que eu estourei. Sujando toda a cara dela, um jato dentro da boca e o resto nos peitos, que ela me oferecia com devoção...
- Vou ao banheiro - disse enquanto se lambia.
Então um arrepio percorreu meu corpo. Era a hora que eu falei com a Eva, a Gloria foi no banheiro e ela aproveitou pra sair da minha casa. A Gloria sumiu escada acima e eu fui com cuidado até o quarto.
â Eva... â falei bem baixinho.
Nada acontecia.
â Eva...? â repeti.
â Eva...? â repeti. E me dirigi, pelado e com a pica ainda pingando porra atĂ© a porta do quartinho. Antes de abrir, olhei pela fresta. Tava escuro, lĂłgico.
Imaginava a mulher do meu amigo atrĂĄs da fresta, tendo me olhado. Batendo uma punheta enquanto eu gozava na cara da GlĂłria. Abri a porta com decisĂŁo e a luz da sala entrou no quartinho...
... nĂŁo estava.
Porra, não tava. Tranquei a porta e vesti a calça. A Glória ainda tava no banheiro, lå em cima. Fui até a porta de casa e levantei o vaso onde deixei a chave.
Também não estava! Ela tinha pegado... ou isso ou alguém tinha pegado... porra, porra...
Entrei em casa e peguei o celular... abri o w h a t s a pp e escrevi pra Eva:
O que aconteceu?
Deixei o celular de lado. Esperei.
GlĂłria saiu do banheiro, toda beijoqueira, se jogou no sofĂĄ, ainda pelada, e ligou a TV. Meu celular avisou que tinha uma mensagem nova. Peguei ele falando.
- Meu amigo, que vai ficar sozinho em casa esta noite e quer que eu vĂĄ, hehe.
- Claro - disse ela sorrindo e me olhando, ainda mais safada.
NĂŁo consegui" tinha respondido Eva.
VocĂȘ tem a chave?" â escrevi.
Sim, eu tenho. Entrei, mas fui embora. Desculpa.
Ok, sem problema" escrevi "Vou passar na sua casa pra pegar ela, a gente se vĂȘ
TĂĄ bravo?" ela escreveu.
NĂŁo se preocupa. A gente conversa" escrevi de forma seca pra ela perceber...
Beleza. Desculpa. Vou te deixar, tĂŽ jantando com as minas.
E aĂ, deixei ele lĂĄ.
Passei mais uma hora com a GlĂłria. Mesmo nĂŁo tendo feito mais nada, por mais que ela esfregasse os peitos em mim, eu nĂŁo reagia. Despedi dela educadamente lĂĄ pelas onze e pouco, dizendo que ia jantar na casa do meu amigo, se ela nĂŁo se importasse.
Se despediu de mim desejando se encontrar de novo, eu disse que sem dĂșvida a gente ia voltar pra farra na semana seguinte, hehe.
Uma vez saĂ, liguei pro meu amigo Raul. Combinei de passar num chinĂȘs, comprar comida e ir pra casa dele. Ainda nĂŁo tinha jantado. EntĂŁo ficamos umas duas horas comendo, bebendo e vendo um filme, o filho dele jĂĄ tava na cama, hehe.
Vale destacar que ele tava trocando zap com a mulher dele enquanto a gente via o filme. E ele me disse:
- Minha mulher... que tĂĄ com as amigas por aĂ como vocĂȘ jĂĄ sabe... e deve estar com o tesĂŁo a mil. Olha o que ela me manda. Pra vocĂȘ posso mostrar porque jĂĄ nos viu na praia, hehe.
Ela me mostrou a tela e a Eva tinha mandado uma foto dela, tirada com o celular de cima, se apontando num dos banheiros. Aparecia parte da boca dela, os ombros e o decoraço que ela tava usando. Todo o sulco bem marcado naqueles dois pedaços de peito que ela tem e que eu jå tinha visto tantas vezes na praia, e no dia anterior na cozinha...

Algo se revirou dentro de mim. Quis ir embora dali. EntĂŁo sorri, dizendo:
- NĂŁo veja, quando eu voltar hoje Ă noite... como vocĂȘ vai ficar, hein? Vamos ver se rola algo novo hoje e Ă© vocĂȘ quem me conta, hehehe.
- Vamos ver, vamos ver... - disse sorrindo.
Por dentro, eu tava torcendo pra nĂŁo acontecer nada, pro meu amigo nĂŁo gozar na cara e na boca da mulher dele...
Simulei que tava com sono e me despedi dele. Devia ser umas duas e pouco. Assim que saĂ, peguei meu celular e mandei um w h a t s app pra Eva.
TĂŽ vendo que vocĂȘ tĂĄ se divertindo pra caralho
respondeu na hora.
Siiim, como Ă© que eu tĂŽ? CĂȘ tĂĄ aĂiiii?
NĂŁo, saĂ da sua casa agora.
Ah, o RaĂșl te falou alguma coisa?
Ela me mostrou a foto que vocĂȘ mandou pra ela.
Ah
Houve um silĂȘncio.
E daĂ?" escreveu.
Ficou dura aqui" escrevi pra ela.
Jeje
Vou te ver? Onde vocĂȘ tĂĄ?
NĂŁooo, tem gente, amigas
Te esperaria lĂĄ fora, no meu carro
NĂŁo. Bebi. TĂŽ com as amigas. NĂŁo posso ir embora" â escreveu
Além disso" continuou "nunca vai rolar nada entre nós dois
Desliguei o celular.
NĂŁo tava puto. Tinha que mudar de tĂĄtica.
Naquela noite, como eu disse, desliguei o celular e só liguei de novo no meio da manhã seguinte. Assim que liguei, começaram a chegar as mensagens da Eva no w h a t s a pp.
Oi?
pois Ă©, te doeu mesmo que nĂŁo vĂĄ rolar nada entre a gente, hehe
e uns dez minutos depois:
Acho que isso nĂŁo tĂĄ chegando em vocĂȘ.
e que vocĂȘ nĂŁo tenha ficado puta por causa da tarde, mas vocĂȘ jĂĄ sabe...
que eu gosto muito do Raul, e nĂŁo vou fazer nada
E depois de um tempo, quando jĂĄ voltava pra casa dela:
definitivamente isso nĂŁo te serve, ou vocĂȘ desligou. A gente jĂĄ vai. Vou guardar bem a chave e te entregar quando vocĂȘ vier jantar em casa. Vamos ver como a gente faz...
NĂŁo fica puta comigoooo
Deixei o celular de lado. Se nĂŁo tivesse apagado a conversa, ia ver aqueles tais de duplo check, mas na real tava pouco me lixando, decidi nĂŁo responder nada por uns 3-4 dias. E foi o que fiz.
E esses dias nĂŁo passaram, passaram mais. Umas duas semanas. SĂł uma ligação do meu amigo RaĂșl no fim de outubro, onde me acusava de ter sumido, foi o estopim pra gente se encontrar de novo no começo de novembro. Perguntei de um jeito safado e meio na brincadeira se tinha novidade na vida sexual dele. Torcendo no fundo do meu coração que nĂŁo tivesse nada novo, e ele respondeu que tinha rolado algo.
Merda!" â pensei... "aquela puta jĂĄ provou o leite do meu amigo...
Mas nĂŁo, o Ășnico que o RaĂșl falou foi que ia me contar pessoalmente. E sĂł quando a gente estivesse sozinho, nem uma palavra na frente da Eva... Isso me deixou meio desnorteado. Ou era que ele tinha prometido pra mulher dele que nĂŁo ia mais contar nada sobre a vida particular deles...
Eu tinha saĂdo com a GlĂłria mais umas duas vezes. E jĂĄ tinha praticamente desistido de continuar com meus joguinhos com a Eva. No começo de novembro, me convidaram de novo pra mesma coisa: juntar pra jantar, pedir pizza ou comida chinesa e ver um filme. Esse era o plano. E de quebra, a Eva ia me dar a chave da minha casa...
Aceitei o plano. Fui jantar.
Eva ficou mais distante que o normal, mas nĂŁo sĂł comigo, talvez tivesse tido um dia ruim. Eu fiquei como sempre, zoando e fingindo que nada tava rolando. Depois que jantamos e colocamos o pequeno pra dormir, sentamos os trĂȘs no sofĂĄ. Eva nĂŁo tinha tido chance nenhuma de me devolver minha chave, o RaĂșl tava sempre junto com a gente. Depois de uns vinte minutos de filme, ela deu uns beijos no marido e em mim, falando que tava exausta e que ia deitar.
RaĂșl aproveitou pra ir no banheiro, quando voltou fechou a porta do corredor que dava pros quartos e sentou no sofĂĄ.
âVou te contar â ela me disse.
âSou todo ouvidos â falei sorrindo, achando que ela ia me contar que a Eva jĂĄ tinha topado provar o leite dela...
Ela parou um instante, como pegando fĂŽlego, e depois soltou:
Tem uma mina no trampo... que tĂĄ me deixando doido.
Aquilo me deixou pregado no sofĂĄ.
Aquilo me deixou pregado no sofĂĄ. Falei:
- Bonito demais pra ser verdade, haha. Qual Ă©, me diz que nĂŁo Ă© verdade...
- Ă sim, mano.
Eu nĂŁo acreditava que outra mina desse em cima do meu amigo, ok... mas chegar naquilo e com aquele segredo todo pra me contar...
- Aconteceu alguma coisa? - perguntei.
- Quase.
- Como assim, quase? Ou teve ou não teve, né?
Ele deu uma olhada no filme por um instante. Passou a mĂŁo no rosto, segurou o queixo e disse:
Ela jå deu em cima de mim vårias vezes, quando não tinha mais ninguém no escritório. Ela fica até a hora que eu saio, às vezes.
â E aĂ, o que aconteceu? â perguntei, todo curioso.
- Ela se certificou de que a porta do corredor estava fechada, depois veio na minha direção e se ajoelhou.
- Caralhoooo.
- Ela me disse que estava louca pra me masturbar. Nessa altura, eu jĂĄ tava com o pau duro.
- Quem Ă© essa gostosa?
â O nome dela Ă© Susana. Uma vez te falei dela.
- Aquela que jĂĄ tinha transado com dois ou trĂȘs do escritĂłrio?
- Sim, essa.
â Caramba, mano... e aĂ, o que aconteceu? â perguntei com a pica começando a ficar dura.
Meu amigo olhou pra porta do corredor, tava fechada, do jeito que ele tinha deixado. AĂ ele olhou de novo pra mim e continuou falando baixinho:
â Eu tava sentado na minha mesa. Ela de joelhos. Tirou meu cinto da calça, eu deixei, e abaixou o zĂper da braguilha. Tava estourando de tĂŁo dura. JĂĄ te falei como era a Susana, nĂ©?
- Sim, vocĂȘ me disse que eu tinha uma cara de puta que nĂŁo dava pra aguentar, loirinha, peito pequeno... mas uma boca e uns lĂĄbios de dar escĂąndalo. E aqueles olhos grandes e bem maquiados?

Sim, essa mesmo. Meio que o contrĂĄrio da Eva, sabe. Pelo peito...
- Claro - falei, balançando a cabeça. - Continua.
- Enfiou a mĂŁo dentro da minha cueca e puxou minha rola pra fora. Assim, sem mais nem menos. LĂĄ estava ela, na frente da boca dela.
Porra, cara...
- Depois ela me olhou e disse: "NĂŁo pense que vou te fazer um boquete. A Ășnica coisa que vou fazer Ă© olhar pra sua pica. Agradece que eu tirei ela pra fora, tava presa a coitada, kkkk", riu com aquela boca que ela tem. Depois se afastou de mim. Eu nĂŁo me mexi.
- E ela foi embora?
- NĂŁo. O que ela fez foi sentar numa cadeira que tava na frente da minha mesa. Abriu as pernas e levantou a saia. AĂ disse: "Hoje quero que vocĂȘ se masturbe me olhando, eu tambĂ©m vou me masturbar. Vamos gozar nos olhando".
- Que filha da puta... muito gostosa.

- EntĂŁo nĂŁo aguentei e comecei a bater uma na frente dela. E ela afastou a calcinha com uma mĂŁo enquanto com a outra se masturbava. Tinha a buceta depilada, mas nĂŁo inteira, tinha uma moita de pelo em cima, no monte de VĂȘnus, quase uma moita de pelo intocada, bem cheia. Mas a buceta tava limpinha de pelos, a safada, toda molhada.

- Que legal, cara... na verdade vocĂȘs sĂł se masturbaram um na frente do outro, vocĂȘ nĂŁo botou chifre na Eva, nĂ©? - falei.
- Isso mesmo. Não demorei pra gozar vendo a Susana. Ela também não demorou. Bati uma punheta com força, jå fazia uma semana que não fazia nada com a Eva, então me aliviei bem.
â NĂŁo deu pra gozar nela? â perguntei, sabendo que Eva tinha me contado que o RaĂșl nĂŁo gozava com força. E pra confirmar que aquilo era verdade.
- NĂŁo, eu costumo fazer devagar. A porra escorre da ponta da pica, desliza, mano, haha.
- Ah, tĂĄ, tĂĄ bom.- sorri.
- Pois é, tomei um porre daqueles, mais do que de costume. Ela quase gozou junto, depois se levantou, veio até mim, me deu um beijo no rosto, sorriu e saiu do escritório.
- Que tarada a tia... E mais o quĂȘ?
- Nada mais, no dia seguinte como se nada tivesse acontecido.
- Uuuhhh, ela tĂĄ brincando com vocĂȘ... hehe. NĂŁo deixa nĂŁo. O que vocĂȘ vai fazer?
- Bom, vou tentar evitar que isso vå adiante. Se a Eva descobrir alguma coisa... ela é capaz de fazer qualquer merda. Quem sabe o que passa na cabeça dela.
JĂĄ.
Eu jĂĄ tava com a pica a mil. Queria ter contado pra ele o que rolou com a mulher dele, mas como se fosse com outra mina... sĂł que corria o risco da Eva descobrir e ficar puta comigo.
Aquela noite terminou assim. Eu e meu amigo marcamos pra semana seguinte, um café fora e depois jantar na casa dele com a Eva e o pequeno... mas eu tinha que falar com a Eva antes. Ainda tinha minha chave...
Dois dias depois que meu amigo Raul me contou que tinha batido uma na frente de uma colega de trabalho, mandei um w h a t s a pp pra Eva.
E aĂ? Tudo bem? VocĂȘ tava sĂ©ria demais no outro dia. NĂŁo sei se rolou algo entre meu amigo e vocĂȘ.
Respondeu depois de uns 20 minutos.
NĂŁo tive um bom dia, sĂł isso.
VocĂȘ esqueceu minha chave, hehe" â respondi.
ah sim, como eu devolvo pra vocĂȘ? SĂĄbado?
Ă, nĂ©? Quando a gente se vĂȘ de novo... ou se quiser, tenho que passar pra comprar quinta, no supermercado, passo de manhĂŁ e vocĂȘ me dĂĄ.
no sĂĄbado Ă© melhor
hahaha, cĂȘ tĂĄ com medo de mim?" â brinquei
Eu? nada
EntĂŁo?
no sĂĄbado
E aĂ eu parei, senti como a Eva foi se afastando aos poucos... Passou o resto da semana e chegou o fim de semana de 10 e 11 de novembro. A gente tinha combinado de se encontrar na tarde de sĂĄbado pra tomar um cafĂ© num lugar que vai muita famĂlia, com parquinho infantil e tal. Tava eu, meu amigo, a esposa dele, o pequeno e eu. A gente tava lanchando e chegou uma hora que meu amigo foi no banheiro, o pequeno tava brincando no parque com outras crianças, vigiado por nĂłs de longe. Perguntei pra Eva:
- Como vai? VocĂȘ ainda parece meio pra baixo, ou exausta. NĂŁo sei.
â TĂŽ bem â disse ela, sorrindo.
Ela estava com um suĂ©ter com um decote leve, dava pra ver o começo do vale entre as duas tetas lindas dela, lindas, eu acho, porque ainda nĂŁo tinha visto, hehe. Ela fez um movimento pra pegar a xĂcara de cafĂ© e os peitos balançaram por um instante. Devia estar usando um sutiĂŁ bem levinho, daqueles de tecido fino que nĂŁo apertam, sem bojo. Dava vontade de arrancar o suĂ©ter, pegar nas tetas dela e beliscar atĂ© ela pedir "chega".
- Depois do jantar vocĂȘ me dĂĄ a chave, nĂ©? - falei -. Ou... bom, se quiser, fica com ela, e usa na semana que vem, que vou encontrar a GlĂłria de novo. JĂĄ sabe o que tem que fazer, hehe.
Ela me olhou sem dizer nada. Meu amigo tava voltando.
Continuamos batendo papo atĂ© a hora de ir embora. Brincamos com o pequeno, jĂĄ na casa dele, e jantamos quando ele jĂĄ estava dormindo. Comecei a falar sobre a GlĂłria, contando como tinha comido ela nas Ășltimas vezes. E dando detalhes suficientes pra Eva saber o que perdeu se tivesse decidido estar presente naquele dia, escondida no quartinho debaixo da escada. Notei que ela ficou nervosa, nĂŁo era uma reação de ciĂșmes, era uma risada nervosa, e ela me olhava como quem diz: "seu filho da puta, nĂŁo continua por aĂ que vocĂȘ tĂĄ me deixando com o cuzinho ardendo", haha. Num momento em que meu amigo foi de novo ao banheiro, porque jĂĄ tĂnhamos bebido uma garrafa de vinho no jantar, levantei, cheguei perto da cadeira da Eva e falei, mais pelo efeito do vinho do que por qualquer outra coisa:
- VocĂȘ tĂĄ gostando do que tĂĄ ouvindo, nĂ©? Ia adorar ter estado lĂĄ, escondida, vendo eu foder minha amiga... e imaginando como eu te comeria... nĂ©? Por isso ainda nĂŁo devolveu a chave...
Ela me olhou, sorriu e disse:
- E vocĂȘ morre de vontade de gozar nas minhas tetas e na minha boca. E nĂŁo vai conseguir. Olha... ainda nĂŁo deixei seu amigo gozar nela.
E bebeu da taça e a largou na mesa.
Começou a ficar duro pra mim.
- Volta pro teu lugar - ele disse. O Raul vai voltar.
Sentei de novo e ri.
- Puta merda, que loucura, né? - falei como quem não quer nada.
âDo que vocĂȘs tĂŁo falando? â perguntou RaĂșl, que jĂĄ estava chegando.
- Nada, querido - disse Eva-. Seu amigo estava terminando de me contar aquela histĂłria de sempre, como a Gloria engole as gozadas que ela toma, haha.
- Ah, sim, isso - disse Raul. - Vamos ver quando Ă© minha vez, haha.
Continuamos batendo papo, no sofĂĄ, jĂĄ vendo TV. Eva sentou de novo do meu lado esquerdo, RaĂșl no direito, e a gente continuou no vinho. Ela jĂĄ devia estar meio tesuda, porque sĂł procurava um jeitinho de um dos peitos dela roçar no meu braço. AlĂ©m disso, tava usando uma camisola de outono, fininha e justa, sem roupĂŁo nem nada... daquelas que sĂŁo perfeitas pra inclinar ela, levantar por trĂĄs e meter tudo que dĂĄ pra meter, kkkk.
Quando jå passava da meia-noite, ela disse que ia se recolher pra dormir. Levantou, deu dois beijos no meu amigo e ele abraçou ela, sacudindo e passando a mão na bunda dela. Ela reclamou um pouco, depois veio na minha direção e me deu dois beijos e um... tipo de abraço, só pra esfregar os peitos em mim de novo. E fez isso de um jeito jå meio sem vergonha. Tanto que meu amigo percebeu e brincou, falando:
- Vai logo, vocĂȘ ainda nĂŁo deu uma boa esfregada no meu amigo, hein? Vai deixar ele duro com essas duas que vocĂȘ tem.
E aà me olhou, me deu um tapa no braço e continuou falando:
- VocĂȘ levou uma boa esfregada nas tetas da minha mulher, hein?
- Anda logo â falei.
- O que vocĂȘ quer, Raul? NĂŁo consigo escondĂȘ-las.
JĂĄ, filha, jĂĄ... mas que pica...
Depois desapareceu pelo corredor a caminho do banheiro e do quarto.
Depois de um minuto, terminei meu copo e fui ao banheiro, não tava com vontade de mijar. Falei pro Raul esperar, que jå ia perguntar como tava a Susana, a colega de trabalho dele. Entrei no banheiro e dei uma olhada no cesto de roupa suja. Em cima de tudo tinha um sutiã, devia ser o que a Eva tinha acabado de usar, ainda tava quentinho. Abaixei a calça e meu pau saiu pra fora, duro e bem ereto. Peguei o sutiã, cheirei e comecei a passar ele no meu pau e nas bolas, enrolei ele no pau e bati uma punheta ali mesmo. Podia ter gozado nos copos... mas jå achei exagero, e teria sido escandaloso, vontade não faltou. Mas isso sim, deixei um cheirão de pau nele e devolvi pro lugar.
Voltei pra sala e perguntei pro meu amigo como Ă© que foi com a Susana, se rolou mais alguma coisa.
â Essa mina vai longe, cara â ele me disse baixinho.
- Conta, conta...
- Realmente nĂŁo aconteceu mais nada. Mas uns dias atrĂĄs ela me passou um bilhete, dizendo que queria me convidar pra casa dela.
- Toma lĂĄ... ele quer te comer, hehe. O que vocĂȘ vai fazer?
- Sei lĂĄ, porque... caralho, Ă© muito pesado, o que jĂĄ aconteceu foi demais. Isso ia botar tudo em risco... e nĂŁo dĂĄ pra arriscar.
- Fala pra ele, manda ele te deixar em paz.
- JĂĄ, mas me excita pra caralho. A mina Ă s vezes transa com dois caras, vai contando por aĂ e tudo.
- Porra, que delĂcia, uma liberal... igualzinha eu, hahaha, passa ela pra cĂĄ.
Que filho da puta...
- Bom, faça o que fizer... vai ficar de boa, acho.
- Acho que vou deixar pra lå. O foda é que semana que vem a gente vai ter plantão junto de novo até tarde. E com certeza vai rolar alguma coisa... vou ter que falar com ela.
- Uuuffff, jĂĄ me conta, amigĂŁo - falei sorrindo.
Continuamos vendo TV até que me despedi dele. Não sem antes incentivå-lo a insistir com a Eva, que com certeza logo cederia pra ele gozar na boca dela. Embora no fundo eu desejasse que não fosse assim, hehe.
No caminho pra casa, pensei em convidar a Eva pra usar a chave da minha casa e me pegar com a Gloria, se ela ainda nĂŁo tinha me dado a chave, era por algum motivo...
Mandaria uma mensagem pro celular dela na segunda de manhĂŁ... com uma nova proposta.
Deixei passar uns dias e mandei um w h a ts a pp de manhĂŁ pra Eva.
Oi, como Ă© que tĂĄ?
Oi, enrolada em casa
JĂĄ tĂŽ imaginando
tenho pouco tempo pra tudo, uma merda
VocĂȘ vem no sĂĄbado?" â soltei de uma vez.
Como?
Gloria tĂĄ chegando em casa. Vem ver sĂł.
Demorou mais de cinco minutos pra responder.
NĂŁo sei.
Eva... vamos. Quero que vocĂȘ veja isso.
Ă uma merda
NĂŁo, nĂŁo Ă©. VocĂȘ sĂł vai olhar.
Para o seu prazer, claro
E pro teu, o que vocĂȘ pensava? Eu sinto com os olhos que vocĂȘ me olha... alĂ©m dos roços das suas tetas nos meus braços
Anda logo...
Tava se fazendo de sonsa comigo... mas nĂŁo me dava.
Marca uma saĂda com suas amigas e suas cunhadas no prĂłximo sĂĄbado, mas antes passa lĂĄ em casa Ă s 21:30. Usa a chave.
NĂŁo sei.
VocĂȘ vai vir
Deixei ele ali. Minha mente começou a imaginar como seria gozar na cara e nos peitos dela. JĂĄ tinha imaginado isso centenas de vezes nas Ășltimas semanas... assim como ela trancada no quartinho da escada vendo a gente, eu e a GlĂłria, fodendo.
Depois de uma hora, calculando que meu amigo não voltaria do trabalho pra almoçar, escrevi pra ele de novo:
E nĂŁo vai esquecer disso. Te garanto.
Ela respondeu depois de uns minutos:
tĂĄ bom
Tinha aceitado. Esperava que dessa vez nĂŁo recuasse e ficasse dentro.
Chegou o såbado. Eu tinha preparado tudo de novo pra ser perfeito. Levei a Glória pra tomar um café, pra esquentar ela, e depois pra casa. Jå quando a gente tava entrando pela porta, olhei meu celular. Tinha um w h a t s a pp da Eva! Era de uns 10 minutos atrås.
TĂŽ dentro. Porra, que nervoso... nĂŁo demora, sĂł posso ficar meia hora.
Me acelerou tudo... a mulher do meu amigo ia me ver foder com a minha amiga quarentona gostosa, hehe. Lembro pra vocĂȘs que a Gloria jĂĄ devia ter uns 46-47, e a mina era uma tesĂŁo.
digitei rĂĄpido:
Estamos na porta. SilĂȘncio. Quero que vocĂȘ se masturbe.
Coloquei meu melhor sorriso e abri a porta. A GlĂłria me deu um sorriso e uns beijinhos enquanto ia tirando a roupa, a princĂpio ia subir pro quarto de cima. Eu falei que nĂŁo, que queria comer ela no sofĂĄ.
â Mas tĂŽ com vontade de cama â ela disse.
EntĂŁo, sabendo que ela gostava que eu Ă s vezes assumisse o papel de dominador, peguei ela pelo cabelo e falei perto do ouvido, mas pra Eva ouvir:
- Me escuta bem, rabuda... vou te comer no sofĂĄ. E vou fazer vocĂȘ gritar como nĂŁo grita hĂĄ muito tempo.
Isso deixou ela ainda mais tarada. Olhei pra grade da portinha e nĂŁo dava pra ver nada. SĂł esperava que a Eva estivesse lĂĄ e nĂŁo tivesse mentido pra mim.
Começamos a tirar a roupa de forma selvagem. Eu adiei o momento de tirar minha cueca, assim tambĂ©m adiaria o momento em que Eva me visse pelado por completo. EntĂŁo deitei a Gloria no sofĂĄ, de frente para o quartinho, e abri as pernas dela, me ajoelhei e comecei a chupar a buceta dela enquanto ela gritava e dizia coisas tipo: "porra, siiiim, chupa mesmo, filho da puta. Chupa minha buceta, como vocĂȘ faz bem, caralho". Eu beliscava os peitos dela e pedia para ela mesma fazer isso, e de vez em quando virava o rosto e olhava para a grade da porta sorrindo.
Esperava que a Eva também estivesse se divertindo, e que estivesse batendo uma gostosa às nossas custas...
Fiquei assim por uns minutos. Até que a Glória falou:
- Agora Ă© minha vez. Quero chupar essa pica gostosa que vocĂȘ tem.
EntĂŁo me levantei, de frente pra porta do quartinho. Sorri e falei (como se tivesse dizendo pra Eva):
- Tire vocĂȘ mesma minha cueca, ajoelhe e chupa ele, rabuda.
- mmm... jĂĄ vou fazer isso agora, seu filho da puta - disse a GlĂłria.
Fiquei de lado pra porta e minha amiga se ajoelhou na minha frente. O rosto dela ficou na altura da minha rola. Peguei ela pelo cabelo e forcei ela a tirar minha cueca. Ela colocou as duas mãos nela, na altura da minha cintura, e começou a puxar pra baixo.
SĂł faltava um segundo. Um Ășnico segundo para as calcinhas deslizarem e a Eva ver minha amiga começando a chupar minha rola na frente dela. Finalmente ia ver uma gozada na boca ao vivo...
Continua...
1 comentĂĄrios - A gostosa peituda do meu amigođ