A gostosa peituda do meu amigo😈

Depois da cena que me deixou de pau duro, com a pistola na mĂŁo e na cozinha da casa do meu amigo, vazei de lĂĄ assim que bateram na porta — era a sobrinha da Eva que veio visitar. Como esqueci de esvaziar o resto do conteĂșdo da pistola, mandei um w h a t s a p p pra Eva uma hora depois, pra avisar ela. LĂĄ pelas 13:30 o RaĂșl ainda nĂŁo tinha voltado do trabalho e a Eva podia ler. Reproduzo aqui a conversa:

Eu: Oi
Eva (depois de dez minutos): Oi
Eu: Espero que sua sobrinha nĂŁo tenha te feito perguntas
Eva: NĂŁo se preocupa, nĂŁo acontece nada.
Eu: Ei, a pistola ficou na cozinha e nĂŁo tĂĄ... descarregada.
Eva: NĂŁo se preocupa, jĂĄ fiz isso.
Eu: Beleza

(passam 10 minutos)

Eu: cĂȘ ainda tĂĄ sozinha?
Eva: Sim, bom, com o pequeno jĂĄ. O RaĂșl no final nĂŁo vem comer.
Eu: Ok. Foi muito excitante.
Eva: Sim, mas vocĂȘ sabe que daĂ­ nĂŁo vai rolar nada. VocĂȘ sabe.
Eu: Claro.
Eva: Vale.
(entĂŁo me veio uma ideia, lembrando do que a gente tinha conversado um dia antes, quando ela me perguntou se eu tinha ficado com a coroa...)

Eu: Ei, Eva, quer ver ao vivo?
Eva: Ao vivo?
Eu: AmanhĂŁ minha amiga vem aqui em casa.
Eva: e o que vocĂȘ quer? que eu vĂĄ ver vocĂȘs? haha. JĂĄ vi como faziam no filme e, alĂ©m disso, com o de hoje acho que jĂĄ entendi tudo. Quem sabe esse fim de semana jĂĄ faço isso no Raul...
Eu: Olha... pensei que jĂĄ que vocĂȘ sai com suas irmĂŁs e amigas Ă  noite, dĂĄ uma passadinha aqui antes. Eu vou estar com minha amiga.
Eva: NĂŁo Ă© uma boa ideia, o que vocĂȘ vai fazer? Vai dizer que vocĂȘs vĂŁo ter uma espectadora e eu apareço? haha
Eu: NĂŁo, nĂŁo. Sem ela perceber.
Eva: fico invisĂ­vel, claro.
(disse sarcĂĄstica)
Eu: não, mulher, ela e eu sempre saímos pra tomar um café antes de ir pra minha casa foder. Quando eu for buscå-la à tarde, vou deixar uma chave debaixo do vasinho da entrada, aquele branco, que é o menor.

(passam 3 minutos)

Eu: O que cĂȘ tĂĄ falando? Sim?
Eva: desculpa, tava com o pequeno. VocĂȘ tĂĄ acabado, Roberto.
Eu: Assim vocĂȘ vĂȘ ao vivo. Se esconde no vĂŁo da escada, sabe, tenho a porta do depĂłsito ali, e ela tem uma fresta por onde vocĂȘ pode espiar e de lĂĄ ninguĂ©m te vĂȘ.

(silĂȘncio de novo. 3 minutos)

Eva: VocĂȘ tĂĄ acabada.
Eu: NĂŁo tĂŽ nem aĂ­ se vocĂȘ me olhar, Eva. AtĂ© porque, se eu souber que vocĂȘ tĂĄ nos vendo, eu fico mais...
Eva: tu Ă© doente, mano.
Eu: nĂŁo diga que isso nĂŁo te dĂĄ tesĂŁo. Porque vocĂȘ estaria mentindo pra mim.

(silĂȘncio, passam 5 minutos)

Eu: Beleza. Eva, amanhĂŁ vou sair de casa Ă s 20h, Ă s 21h30 volto com a mina. Vou deixar a chave debaixo do vaso. CĂȘ jĂĄ sabe. Tem que entrar antes das 21h30 e se esconder no depĂłsito pequeno, atrĂĄs da porta do vĂŁo da escada. NĂŁo vou demorar mais de 20 minutos pra comer minha amiga, e vou fazer ela chupar minha pica atĂ© eu gozar na boca dela. Umas dez da noite Ă© uma boa hora pra tu sair de lĂĄ, quando a gente terminar ela vai pro banheiro, entĂŁo dĂĄ pra tu aproveitar pra sair e vazar. Combinado?

(tinha dado uma de "valentão" falando tudo aquilo... mas ela podia muito bem me mandar tomar no cu... Passaram-se 10 minutos, até que...)

Eva: TĂĄ bom. Vou tentar. NĂŁo te prometo nada, nĂŁo sei se vou conseguir.


(Sorri, jĂĄ tava doida pra chegar o sĂĄbado...)


Bom, a gente tinha combinado que a mulher do meu amigo, a Eva, ia dar um jeito de passar lĂĄ em casa pra pegar uma chave que eu ia deixar debaixo de um vaso, entrar antes de eu chegar com a gostosa, se esconder no quartinho pequeno que tem no vĂŁo da escada da minha casa e, de lĂĄ, poder ver a gente transando no sofĂĄ.

Chegou o dia e, ao sair pra tomar um café com a Glória, minha amiga se chama assim, mandei uma mensagem no wh a t s a pp pra Eva perguntando como ela tava. Ela não respondeu. Mandei uma pro meu amigo também, falando que se terminasse logo meu encontro, passaria na casa dele, jå que a Eva tinha saída com as amigas e ele ia ficar com o pequeno. Ele me implorou pra parar com tanta putaria e passar lå, pra gente ver algum filme.

Bom, então eu tava com a Glória, a gente tomou um café e enquanto conversava ela me olhava com um olhar safado e passando a mão em mim por baixo da mesa. A Glória era minha amiga, uns 48 anos, com peitos operados, mas bem operados, nem pareciam artificiais. Uma delícia de peitos, haha. Quando a gente foi pra minha casa, a tia jå tava mais gostosa do que nunca. Eu jå tava começando a ficar duro. Olhava pro meu celular, mas não tinha mensagem nenhuma da Eva...

Quando chegamos na porta da minha casa, eu ia olhar debaixo do vaso pra ver se a chave que tinha deixado pra Eva ainda tava lĂĄ ou nĂŁo...
mas não teve jeito. A Glória se jogou em cima de mim e tomou minhas chaves, me arrastando com ela até a porta, abrindo e me metendo pra dentro. A pegada dessa mina me deixava doidão. Assim que entrei, pedi pra ela me deixar sair um segundo pra verificar uma parada. Mas não teve chance. Ela me arrastou até o sofå, me sentou, ajoelhou no chão e, na minha frente, puxou meu pau pra fora da braguilha e meteu ele de uma vez na boca dela.



A gostosa peituda do meu amigo😈



- Porra, vocĂȘ tĂĄ ansiosa, hein?
Ela não disse nada e começou a chupar. Eu olhei pra porta do quartinho no vão da escada. Dava pra ver as frestas de ventilação, mas nada lå dentro, só escuridão... Era impossível saber se a Eva estava ali... Mas só de pensar nisso, me dava vontade de mostrar bem råpido como eu ia gozar na cara e na boca da gostosa da minha amiga Glória.

GlĂłria caprichava no meu pau e nas minhas bolas, eu levantei um pouco a bunda pra tirar a calça, ela me ajudou, e enquanto isso eu tirei os peitos dela do sutiĂŁ, por cima do decote da camiseta. Estavam moreninhos do Ășltimo verĂŁo, a mina fazia topless, tudo ao contrĂĄrio da Eva.



Comecei a apalpar os peitos dela enquanto ela continuava no boquete e eu me virava pra dar uma boa visĂŁo pra Eva lĂĄ do quartinho.

Passaram-se alguns minutos. Aí tirei a calça da Glória, coloquei ela de quatro no sofå, de frente pra porta, e comecei a montar nela. Pra Eva ver a cara que a gostosa fazia, e a minha também. Fiquei com muito tesão, imaginando que a uns metros a mulher do meu amigo talvez estivesse se tocando enquanto via eu comendo a Glória...



Vadia

peitos grandes

Vadia


infiel



A putinha da minha amiga nĂŁo demorou pra chegar no primeiro orgasmo, gemendo bem alto.
- Se esfrega bem, gostosa - falei pra ela.
Quando ela terminou, eu tirei e esfreguei na cara dela. Peguei ela pelos cabelos e fiz ela colocar quase tudo na boca, nunca cabia inteiro.

corno

- Vou gozar na sua cara e na sua boca - falei enquanto olhava para a porta do quartinho. Imaginando que por trĂĄs das frestas estava Eva me olhando. Falei aquilo olhando para a porta, imaginando que estava dizendo aquilo de verdade para Eva.

A Glória não demorou pra me dar bola, abriu a boca e colocou o rosto esperando minha gozada. De vez em quando chupava a ponta, as bolas... enquanto eu me masturbava. Ficamos nessa por uns 3 minutos. Até que eu estourei. Deixando ela toda melada na cara, um jato dentro da boca e o resto nos peitos dela, que ela oferecia com devoção...

- Vou ao banheiro - disse enquanto se lambia.

Então um arrepio percorreu meu corpo. Era a hora que eu falei com a Eva, a Gloria foi no banheiro e ela aproveitou pra sair da minha casa. A Gloria sumiu escada acima e eu fui com cuidado até o quarto.

— Eva... — falei bem baixinho.



Nada acontecia.

— Eva...? — repeti.



- Eva...? - repeti. E me dirigi, pelado e com a pica ainda escorrendo porra até a porta do quartinho. Antes de abrir, olhei pela fresta. Tava escuro, lógico.

Imaginava a mulher do meu amigo atrĂĄs da fresta, me olhando. Batendo uma punheta enquanto eu gozava na cara da GlĂłria. Abri a porta com decisĂŁo e a luz da sala entrou no quartinho...

... nĂŁo estava.

Porra, não tava. Tranquei a porta e vesti a calça. A Glória ainda tava no banheiro, lå em cima. Saí na porta de casa e levantei o vaso onde deixei a chave.

Também não estava! Ela tinha pegado ela... ou isso ou alguém tinha pegado ela... porra, porra...

Entrei em casa e peguei o celular... abri o w h a t s a pp e escrevi pra Eva:
O que aconteceu?

Deixei o celular de lado. Esperei.

GlĂłria saiu do banheiro toda beijoqueira, se jogou no sofĂĄ, ainda pelada, e ligou a TV. Meu celular avisou que tinha uma mensagem nova. Peguei ele falando.

- Meu amigo, que vai ficar sozinho em casa hoje Ă  noite e quer que eu vĂĄ, haha.
- Claro - disse ela sorrindo e me olhando, ainda safada.

Não consegui" — respondeu Eva.
VocĂȘ tem a chave?" — escrevi.
Sim, eu tenho. Entrei, mas fui embora. Desculpa.
Ok, nĂŁo tem problema" escrevi. "Vou passar na sua casa pra pegar ela, a gente se vĂȘ.
TĂĄ bravo?" escreveu.
NĂŁo se preocupa. A gente conversa" escrevi de um jeito seco pra ela perceber...
Beleza. Desculpa. Vou deixar vocĂȘ, tĂŽ jantando com as minas.

E aĂ­, deixei ele lĂĄ.
Passei mais uma hora com a GlĂłria. Mesmo nĂŁo tendo feito mais nada, por mais que ela esfregasse os peitos em mim, eu nĂŁo reagia. Despedi dela educadamente lĂĄ pelas onze e pouco, dizendo que ia jantar na casa do meu amigo, se ela nĂŁo se importasse.

Se despediu de mim desejando se encontrar de novo, eu disse que sem dĂșvida a gente ia voltar Ă quela putaria na semana seguinte, hehe.

Uma vez saĂ­, liguei pro meu amigo RaĂșl. Combinei de passar num chinĂȘs, comprar comida e ir na casa dele. Ainda nĂŁo tinha jantado. EntĂŁo ficamos umas duas horas comendo, bebendo e vendo um filme, o filho dele jĂĄ tava na cama, hehe.

Vale destacar que ele tava trocando zap com a mulher dele enquanto a gente via o filme. E ele me disse:

Minha mulher... que tĂĄ com as amigas por aĂ­ como vocĂȘ jĂĄ sabe... e deve estar com o tesĂŁo nas alturas. Olha o que ela me mandou. Pra vocĂȘ eu posso mostrar porque jĂĄ nos viu na praia, hehe.



Ela me mostrou a tela e a Eva tinha mandado uma foto dela, tirada com o celular de cima, se apontando num dos banheiros. Aparecia parte da boca dela, os ombros e o decoraço que ela tava usando. Todo o sulco bem marcado naqueles dois pedaços de peito que ela tem e que eu jå tinha visto tantas vezes na praia, e no dia anterior na cozinha...



A gostosa peituda do meu amigo😈



Algo se remexeu dentro de mim. Quis vazar dali. EntĂŁo sorri, dizendo:

- Nem me fala, quando eu voltar hoje Ă  noite... como Ă© que vocĂȘ vai ficar, hein? Tomara que aconteça algo novo hoje e seja vocĂȘ quem vai me contar, hehehe.

- Vamos ver, vamos ver... - disse sorrindo.

Por dentro, eu tava torcendo pra nĂŁo rolar nada, pro meu amigo nĂŁo gozar na cara e na boca da mulher dele...

Simulei que tava com sono e me despedi dele. Devia ser umas duas e pouco. Assim que saĂ­, peguei o celular e mandei um w h a t s app pra Eva.

TĂŽ vendo que vocĂȘ tĂĄ se divertindo pra caralho
respondeu na hora.
Siiii, como cĂȘ tĂĄ me vendo? CĂȘ tĂĄ aĂ­iiii?
NĂŁo, saĂ­ da sua casa agora
Ah, o RaĂșl te falou alguma coisa?
Ela me mostrou a foto que vocĂȘ mandou pra ela
Ah
Houve um silĂȘncio.
E daĂ­?" escreveu.
Ficou dura aqui" escrevi pra ela.
Jeje
Vou te ver? Onde vocĂȘ tĂĄ?
NĂŁooo, tem gente, amigas
Esperaria vocĂȘ lĂĄ fora, no meu carro
Não. Bebi. Tî com as amigas. Não posso ir embora" — escreveu.

Além disso" continuou "nunca vai rolar nada entre nós dois

Desliguei o celular.
NĂŁo tava puto. Tinha que mudar de tĂĄtica.







Naquela noite, como eu disse, desliguei o celular e só liguei de novo no meio da manhã seguinte. Assim que liguei, começaram a chegar as mensagens da Eva no w h a t s a pp.

Oi?
pois Ă©, doeu mesmo saber que nĂŁo vai rolar nada entre a gente, hehe

e uns dez minutos depois:
acho que isso nĂŁo tĂĄ chegando em vocĂȘ
e que vocĂȘ nĂŁo tenha ficado puta por causa da tarde, mas jĂĄ sabe...
que eu gosto muito do Raul, e nĂŁo vou fazer nada

E depois de um tempo, quando jĂĄ tava indo pra casa dela:
definitivamente isso nĂŁo te serve, ou vocĂȘ desligou. A gente jĂĄ vai. Vou guardar bem a chave e te entregar quando vocĂȘ vier jantar aqui. Vamos ver como a gente faz...
NĂŁo fica bravaaaa

Deixei o celular de lado. Se nĂŁo tivesse apagado a conversa, veria aqueles tique-tiques duplos, mas na real tava pouco me lixando, decidi nĂŁo responder nada por uns 3-4 dias. E foi o que fiz.

E esses dias nĂŁo passaram, passaram mais. Umas duas semanas. SĂł uma ligação do meu amigo RaĂșl no fim de outubro, onde me acusava de ter sumido, foi o estopim pra gente se ver de novo no começo de novembro. Perguntei de um jeito safado e meio na brincadeira se tinha novidade na vida sexual dele. Torcendo no fundo do meu coração que nĂŁo tivesse nada novo, e ele respondeu que tinha rolado algo.

Merda!" — pensei... "a putinha já provou o leite do meu amigo...

Mas nĂŁo, a Ășnica coisa que o RaĂșl falou foi que ia me contar pessoalmente. E sĂł quando a gente estivesse sozinho, nem uma palavra na frente da Eva... Isso me deixou meio sem jeito. Ou era que ele tinha prometido pra mulher dele que nĂŁo ia mais contar nada da vida particular deles...

Eu tinha saído com a Glória mais umas duas vezes. E jå tinha meio que desistido de continuar com meus joguinhos com a Eva. No começo de novembro, me chamaram de novo pra fazer o de sempre: juntar pra jantar, pedir pizza ou comida chinesa e ver um filme. Esse era o plano. E de quebra, com certeza a Eva ia me dar a chave da minha casa...

Top aceitei o plano. Fui jantar.

Eva ficou mais distante do que o normal, mas nĂŁo sĂł comigo, talvez tivesse tido um dia ruim. Eu fiquei como sempre, zoando e agindo como se nada tivesse acontecido. Depois de jantar e colocar o pequeno pra dormir, sentamos os trĂȘs no sofĂĄ. Eva nĂŁo tinha tido nenhuma chance de me devolver minha chave, o RaĂșl estava sempre com a gente. Depois de uns vinte minutos de filme, ela deu uns beijos no marido e em mim, dizendo que estava exausta e que ia dormir.

RaĂșl aproveitou pra ir no banheiro, quando voltou fechou a porta do corredor que dava pros quartos e sentou no sofĂĄ.

—Vou te contar — ela me disse.
—Sou todo ouvidos — falei sorrindo, achando que ela ia me contar que a Eva já tinha topado provar o leite dela...

Ela parou por um instante, como se estivesse pegando fĂŽlego, e entĂŁo soltou:
Tem uma mina no trampo... que tĂĄ me deixando doido.

Aquilo me deixou pregado no sofĂĄ.



Aquilo me deixou pregado no sofĂĄ. Falei:
- Bonito demais pra ser verdade, haha. Fala sério, me diz que não é verdade...
- É sim, cara.

Eu nĂŁo acreditava que outra mina desse em cima do meu amigo... mas chegar naquele ponto e com todo aquele segredo pra me contar...

- Teve alguma coisa? - perguntei.
- Quase.
- Como assim, quase? Ou teve ou não teve, né?

Ele deu uma olhada no filme por um instante. Passou a mĂŁo no rosto, segurou o queixo e disse:

Ela jå deu em cima de mim vårias vezes, quando não tinha mais ninguém no escritório. Ela fica até a hora que eu saio, às vezes.
— E aí, o que aconteceu? — perguntei, intrigado.
- Ela se certificou de que a porta do corredor estava fechada, depois veio na minha direção e se ajoelhou.
- Caralho, que putaria.
- Ela me disse que estava morrendo de vontade de me masturbar. Nessa altura, eu jĂĄ estava de pau duro.
- Quem Ă© essa gostosa?
- Ela se chama Susana. Uma vez te falei dela.
- Aquela que jĂĄ tinha transado com dois ou trĂȘs do escritĂłrio?
- Sim, essa.
- Não me diga, cara... e aí, o que aconteceu? - perguntei com a pica começando a ficar dura.

Meu amigo olhou pra porta do corredor, tava fechada, do jeito que ele tinha deixado. AĂ­ ele me encarou de novo e continuou falando baixinho:

— Eu tava sentado na minha mesa. Ela de joelhos. Tirou meu cinto da calça, eu deixei, e abaixou o zĂ­per da braguilha. Tava estourando de dura. JĂĄ te falei como era a Susana, nĂ©?
- Sim, vocĂȘ me disse que ela tinha uma cara de puta que nĂŁo dava pra aguentar, loirinha, peito pequeno... mas uma boca e uns lĂĄbios de dar escĂąndalo. E aqueles olhos grandes e bem maquiados?



Vadia


Sim, essa Ă©. Meio que o oposto da Eva, sabe. Pelo peito...
— Claro — falei, acenando com a cabeça. — Continua.
- Enfiou a mĂŁo dentro da minha cueca e puxou minha pica pra fora. Assim, sem mais. LĂĄ estava ela, na frente da boca dela.
- Porra, cara...
- DaĂ­ ela me olhou e disse: "NĂŁo pensa que vou te fazer um boquete. A Ășnica coisa que vou fazer Ă© olhar pra sua pica. Agradece que eu tirei ela pra fora, tava presa a coitada, kkkk", riu com aquela boca que ela tem. Depois se afastou de mim. Eu nĂŁo me mexi.
- E ela foi embora?
- NĂŁo. O que ela fez foi sentar numa cadeira na frente da minha mesa. Abriu as pernas e levantou a saia. Depois disse: "Hoje quero que vocĂȘ se masturbe me olhando, eu tambĂ©m vou me masturbar. Vamos gozar nos olhando".
- Que filha da puta... muito gostosa.



peitos grandes




- EntĂŁo nĂŁo aguentei e comecei a bater uma na frente dela. E ela afastou a calcinha com uma mĂŁo enquanto com a outra se masturbava. Tinha a buceta depilada, mas nĂŁo inteira, tinha um tufo de pelo em cima, no monte de VĂȘnus, quase um matagal intacto, bem cheio. Mas a buceta tava limpinha de pelos, a safada, toda molhada.

Vadia

- Que bom, cara... na verdade vocĂȘs sĂł se masturbaram um na frente do outro, vocĂȘ nĂŁo botou chifre na Eva, nĂ©? - falei.
- Isso aí. Não demorei pra gozar vendo a Susana. Ela também não demorou. Bati uma com força, jå fazia uma semana que não fazia nada com a Eva, então desabafei bem.
— NĂŁo gozou dentro dela? — perguntei, sabendo que Eva tinha me contado que o RaĂșl nĂŁo gozava com força. E pra confirmar que aquilo era verdade.
- NĂŁo, eu costumo fazer devagar. A porra escorre da ponta da pica, desliza, mano, haha.
- Ah, tĂĄ, tĂĄ. - sorri.
- Pois é, me pegou de jeito, mais do que de costume. Ela quase gozou junto, aí se levantou, veio até mim, me deu um beijo no rosto, sorriu e saiu do escritório.
- Que tarada a tia... E mais o quĂȘ?
- Nada mais, no dia seguinte como se nada tivesse acontecido.
- Uuuhhh, ela tĂĄ brincando com vocĂȘ... hehe. NĂŁo deixa nĂŁo. O que vocĂȘ vai fazer?
- Bom, vou tentar evitar que isso vå mais longe. Se a Eva descobrir alguma coisa... ela é capaz de fazer qualquer coisa. Quem sabe o que passa na cabeça dela.
JĂĄ.

Eu jĂĄ tava com a pica a mil. Queria ter contado pra ele o que rolou com a mulher dele, mas como se fosse com outra mina... sĂł que corria o risco da Eva descobrir e ficar puta comigo.

Aquela noite terminou assim. Eu e meu amigo marcamos pra semana seguinte, um café fora e depois jantar na casa dele com a Eva e o pequeno... mas eu tinha que falar com a Eva antes. Ainda tinha minha chave...




Dois dias depois que meu amigo RaĂșl me contou que tinha se masturbado na frente de uma colega de trabalho, mandei um w h a t s a pp pra Eva.

E aĂ­? Tudo bem? VocĂȘ tava sĂ©ria demais no outro dia. NĂŁo sei se rolou algo entre meu amigo e vocĂȘ.

Respondeu depois de uns 20 minutos.

NĂŁo tive um bom dia, sĂł isso.
VocĂȘ esqueceu minha chave, hehe" – respondi.
ah sim, como eu te devolvo? SĂĄbado?
É, nĂ©? Quando a gente se vĂȘ de novo... ou se quiser, tenho que passar pra comprar quinta, no supermercado, passo de manhĂŁ e vocĂȘ me dĂĄ.
no sĂĄbado Ă© melhor
hahaha, tá com medo de mim?" — brinquei
Eu? nada
EntĂŁo?
no sĂĄbado

E aí eu parei, percebia como a Eva ia se afastando aos poucos... Passou o resto da semana e chegou o fim de semana de 10 e 11 de novembro. A gente tinha combinado de tomar um café na tarde de såbado num lugar que vai muita família, com parquinho infantil e tal. Tava eu, meu amigo, a mulher dele, o pequeno e eu. A gente tava lanchando e chegou uma hora que meu amigo foi no banheiro, o pequeno tava brincando no parque com outras crianças, vigiado por nós de longe. Perguntei pra Eva:

- Como vai? VocĂȘ ainda parece meio pra baixo, ou exausta. NĂŁo sei.
- TĂŽ bem - ela disse sorrindo.

Eu tava com um suéter meio decotado, dava pra ver o começo do vale entre as duas tetas gostosas dela, acho que gostosas, porque nunca tinha visto, hehe. Ela fez um movimento pra pegar a xícara de café e os peitos balançaram por um instante. Devia estar usando um sutiã leve, daqueles de tecido fininho que não apertam, sem bojo. Dava vontade de arrancar o suéter, pegar nas tetas dela e beliscar até ela pedir "chega".

— Depois do jantar vocĂȘ me dĂĄ a chave, nĂ©? — falei. — Ou... bom, se quiser, fica com ela, e usa na semana que vem, que vou encontrar a Gloria de novo. JĂĄ sabe o que tem que fazer, hehe.

Ela me olhou sem dizer nada. Meu amigo estava voltando.
Continuamos batendo papo atĂ© a hora de ir embora. Brincamos com o pequeno, jĂĄ na casa dele, e jantamos quando ele jĂĄ estava dormindo. Comecei a falar da GlĂłria, contando como tinha comido ela nas Ășltimas vezes. E dando detalhes suficientes pra Eva saber o que ela perdeu se tivesse resolvido estar presente naquele dia, escondida no quartinho debaixo da escada. Percebi que ela ficou nervosa, nĂŁo era uma reação de ciĂșmes, era uma risada nervosa, e ela me olhava como quem diz: "seu filho da puta, nĂŁo continua por aĂ­ que vocĂȘ tĂĄ me deixando com o cuzinho ardendo", haha. Num momento em que meu amigo foi de novo ao banheiro, porque jĂĄ tĂ­nhamos bebido uma garrafa de vinho no jantar, levantei, cheguei perto da cadeira da Eva e falei, mais pelo efeito do vinho do que por qualquer outra coisa:

- VocĂȘ tĂĄ gostando do que tĂĄ ouvindo, nĂ©? Ia adorar ter estado lĂĄ, escondida, vendo eu comer minha amiga... e imaginando como eu te comeria... nĂ©? Por isso ainda nĂŁo devolveu a chave...

Ela me olhou, sorriu e disse:
- E vocĂȘ morre de vontade de gozar nos meus peitos e na minha boca. E nĂŁo vai conseguir. Olha... ainda nĂŁo deixei seu amigo gozar nela.

E bebeu do copo e largou ele na mesa.
Começou a ficar duro pra mim.

- Volta pro teu lugar - disse ela. - O Raul vai voltar.

Sentei de novo e ri.
- Caramba, que loucura, né? - falei pra tirar o peso da situação.
—Do que vocĂȘs tĂŁo falando? — perguntou Raul, que jĂĄ tava chegando.
- Nada, querido - disse Eva -. Seu amigo estava terminando de me contar aquela histĂłria de sempre, como a Gloria engole as gozadas que ela toma, haha.
- Ah, sim, isso aĂ­ - disse Raul-. VĂȘ se chega minha vez logo, haha.

Continuamos conversando, no sofĂĄ, jĂĄ vendo TV, a Eva sentou de novo do meu lado esquerdo, o RaĂșl no direito, continuamos com o vinho. E ela jĂĄ devia estar meio tarada, porque procurava qualquer chance pra um dos peitos dela roçar no meu braço, alĂ©m disso tava com uma camisola de outono, fininha e justa, sem roupĂŁo nem nada... daquelas que sĂŁo perfeitas pra inclinar ela, levantar por trĂĄs e meter tudo o que dĂĄ pra meter, hahaha.

Quando jå passava das meia-noite, ela disse que ia dormir. Levantou, deu dois beijos no meu amigo e ele abraçou ela, apertou e passou a mão na bunda dela. Ela reclamou um pouco, depois veio até mim e me deu dois beijos e um... tipo de abraço, só pra esfregar os peitos em mim de novo. E dessa vez foi meio sem vergonha. Tanto que meu amigo percebeu e brincou:

- Vaaaai, vocĂȘ ainda nĂŁo deu uma boa esfregada no meu amigo, hein? Vai deixar ele duro com essas duas que vocĂȘ tem.

E aí me olhou, me deu um tapa no braço e continuou falando:

- VocĂȘ levou uma bela esfregada nas tetas da minha mulher, hein?
- Anda logo - falei.
- O que vocĂȘ quer, Raul? NĂŁo dĂĄ pra esconder elas.
- JĂĄ, filha, jĂĄ... mas que porra Ă© essa...

Depois sumiu pelo corredor, indo em direção ao banheiro e ao quarto.
Depois de um minuto, terminei meu copo e fui ao banheiro, não tava com vontade de mijar. Falei pro Raul esperar, que ia perguntar como tava a situação com a colega de trabalho dele, a Susana. Entrei no banheiro e dei uma olhada no cesto de roupa suja. Em cima de tudo tinha um sutiã, devia ser o que a Eva tinha acabado de usar, ainda tava quentinho. Abaixei a calça e minha pica saiu pra fora, dura e bem ereta. Peguei o sutiã, cheirei e comecei a passar ele na pica e nas bolas, enrolei ele na pica e bati uma punheta nele. Podia ter gozado nos copos... mas jå achei exagero, e teria sido escandaloso, vontade não faltou. Mas isso sim, deixei um cheirão de pica e devolvi pro lugar.

Voltei pra sala e perguntei pro meu amigo como Ă© que foi com a Susana, se rolou mais alguma coisa.

— Essa mina vai longe, cara — ele me disse em voz baixa.
- Conta, conta...
- Realmente nĂŁo aconteceu mais nada. Mas uns dias atrĂĄs, ela me passou um bilhete, dizendo que queria me convidar pra casa dela.
- Toma aĂ­... ela quer te comer, hehe. O que vocĂȘ vai fazer?
- Sei lĂĄ, porque... porra, Ă© muito pesado, o que jĂĄ rolou foi demais. Isso ia botar tudo em risco... e nĂŁo dĂĄ pra arriscar.
- Fala pra ele, que te deixe em paz.
- JĂĄ, mas me excita pra caralho. A mina Ă s vezes transa com dois caras, vai contando por aĂ­ e tudo.
- Porra, que delĂ­cia, uma liberal... igualzinha a mim, hahaha, passa ela pra cĂĄ.
- Que filho da puta...
- Bom, faça o que fizer... vai ficar de boa, acho.
- Acho que vou deixar pra lå. O foda é que semana que vem a gente vai ter plantão junto de novo até tarde. E com certeza vai rolar alguma coisa... vou ter que conversar com ela.
- Uuuffff, jĂĄ me conta, amigĂŁo - falei sorrindo.

Continuamos vendo TV até que me despedi dele. Não sem antes incentivå-lo a insistir com a Eva, que com certeza logo deixaria ele gozar na boca dela. Embora no fundo eu desejasse que não fosse assim, hehe.

No caminho pra casa, pensei em convidar a Eva pra usar a chave da minha casa e me ver com a Gloria, se ela ainda nĂŁo tinha me dado a chave, era por algum motivo...

Mandaria uma mensagem pro celular dela na segunda de manhĂŁ... com uma nova proposta.



Deixei passar uns dias e mandei um w h a ts a pp de manhĂŁ pra Eva.

Oi, como Ă© que tĂĄ?
Oi, enrolada em casa
JĂĄ imagino
tĂŽ sem tempo pra nada, uma merda
VocĂȘ vem no sĂĄbado?" — soltei de uma vez.
Como?
Gloria tĂĄ vindo pra casa. Vem ver isso.

Demorou mais de cinco minutos pra responder.

NĂŁo sei.
Eva... vamos. Quero que vocĂȘ veja isso.
É uma merda
NĂŁo, nĂŁo Ă©. VocĂȘ sĂł vai olhar.
Para o teu prazer, claro
E pro teu, o que vocĂȘ pensava? Percebo com os olhos que vocĂȘ me olha... alĂ©m dos roços das suas tetas nos meus braços.
Anda logo...

Tava se fazendo de sonsa comigo... mas nĂŁo me dava.

Marca uma saĂ­da com suas amigas e suas cunhadas no prĂłximo sĂĄbado, antes passa lĂĄ em casa Ă s 21:30. Usa a chave.
NĂŁo sei
VocĂȘ vai vir

Deixei ele ali. Minha mente começou a imaginar como seria gozar na cara e nos peitos dela. JĂĄ tinha imaginado isso centenas de vezes nas Ășltimas semanas... assim como ela trancada no quartinho da escada vendo a Gloria e eu fodendo.

Depois de uma hora, calculando que meu amigo não voltasse do trampo pra almoçar, escrevi pra ele de novo:

E nĂŁo vai esquecer disso. Pode ter certeza.

Ela respondeu depois de uns minutos:
tĂĄ bom

Tinha aceitado. Esperava que dessa vez nĂŁo recuasse e ficasse lĂĄ dentro.

Chegou o såbado. Eu tinha preparado tudo de novo pra ser perfeito. Levei a Glória pra tomar um café, pra esquentar ela, e depois pra casa. Quando a gente tava entrando pela porta, olhei meu celular. Tinha um w h a t s a p p da Eva! Era de 10 minutos atrås.

TĂŽ dentro. Porra, que nervoso... nĂŁo demora, sĂł posso ficar meia hora.

Meu coração acelerou tudo... a mulher do meu amigo ia me ver foder com minha amiga quarentona gostosa, haha. Lembrando que a Glória jå devia ter uns 46-47, e a mina era uma delícia.

digitei rĂĄpido:
Estamos na porta. SilĂȘncio. Quero que vocĂȘ se masturbe.

Coloquei meu melhor sorriso e abri a porta. A GlĂłria me deu um sorriso e uns beijinhos enquanto ia tirando a roupa, a princĂ­pio ela ia subir pro quarto lĂĄ em cima. Eu falei que nĂŁo, que queria comer ela no sofĂĄ.

— Mas tî com vontade de cama — disse ela.

EntĂŁo, sabendo que ela gostava que eu Ă s vezes fizesse o papel de dominador, peguei ela pelo cabelo e falei perto do ouvido, mas pra Eva ouvir:

- Me escuta bem, rabuda... vou te foder no sofĂĄ. E vou fazer vocĂȘ gritar como nĂŁo grita hĂĄ muito tempo.

Isso deixou ela ainda mais tesuda. Olhei pra grade da porta do quartinho e nĂŁo dava pra ver nada. SĂł esperava que a Eva estivesse lĂĄ e nĂŁo tivesse mentido pra mim.

Começamos a tirar a roupa de forma selvagem. Eu adiei o momento de tirar minha cueca, assim tambĂ©m adiaria o momento em que Eva me visse pelado por completo. EntĂŁo deitei a Gloria no sofĂĄ, de frente para o quartinho, e abri as pernas dela, me ajoelhei e comecei a chupar a buceta dela enquanto ela gritava e dizia coisas tipo: "porra, siiiim, chupa, filho da puta. Chupa minha buceta, como vocĂȘ faz bem, caralho". Eu beliscava os peitos dela e pedia para ela mesma fazer isso, e de vez em quando virava o rosto e olhava para a grade da porta sorrindo.

Esperava que a Eva também estivesse se divertindo, e que estivesse batendo uma bem gostosa às nossas custas...

Fiquei assim por uns minutos. Até que a Glória disse:

- Agora Ă© minha vez. Quero chupar essa pica gostosa que vocĂȘ tem.

EntĂŁo me levantei, de frente pra porta do quartinho. Sorri e falei (como se tivesse dizendo pra Eva):

- Tire vocĂȘ mesma minha cueca, ajoelha e chupa, rabuda.
- mmm... jĂĄ vou fazer isso agora, seu filho da puta - disse a GlĂłria.

Fiquei de lado pra porta e minha amiga se ajoelhou na minha frente. O rosto dela ficou na altura da minha rola. Peguei ela pelo cabelo e forcei ela a tirar minha cueca. Ela colocou as duas mãos nela, na altura da minha cintura, e começou a puxar pra baixo.

SĂł faltava um segundo. Um Ășnico segundo pra as calcinhas escorregarem e a Eva ver minha amiga começando a chupar minha pica na frente dela. Finalmente ia ver uma gozada na boca ao vivo...




Continua...

1 comentários - A gostosa peituda do meu amigo😈