Encerrando essa saga, espero que tenham curtido.
Depois daquela tarde longa e noite interminável de prazer com Roberto na minha casa, que aproveitei ao máximo — nunca tinha recebido tanta pica como naquela ocasião —, alguns dias depois deram alta pro meu marido e tive que voltar pra minha realidade: dona de casa, dedicada e prestativa com o marido doente. Não me pesava cuidar do Ernesto, meu marido; apesar de tudo, eu o amava, e ele era o homem da minha vida, ou pelo menos o que eu tinha escolhido pra viver ao meu lado.
Passaram duas semanas sem receber pica do jeito que eu gostava. Com o problema da perna do meu marido, nossas relações eram muito limitadas. Eu, com tanta fome, e ele, com todo esforço e cuidado, tentava me fazer gozar gostoso. E essas tentativas só me frustravam e me deixavam com uma vontade enorme de ser aproveitada por um macho de verdade.
Continuaram as visitas dos amigos do meu marido, tanto Camilo quanto Miguel. Roberto foi mandado trabalhar fora de Guadalajara por um tempo, e a notícia não me agradou muito. Roberto é o mais dotado dos três, mas tudo bem, os outros dois estavam lá pra não perder a oportunidade e me dar uma boa trepada — e essa oportunidade não demorou muito pra chegar.
Foi num fim de semana, um sábado, noite de futebol. Mas dessa vez eles vieram a convite do meu marido pra assistir o clássico Chivas–América, os dois times mais populares do México. E pra essa noite, coloquei uma blusa e uma minissaia que mostravam perfeitamente minhas pernas e subiam com o tamanho do meu bumbum. Ernesto, ao me ver, chamou minha atenção pelo tamanho da minissaia, e eu respondi:
— Amor, é pra eles verem, esses inúteis dos seus amigos, e terem inveja do mulherão que você tem como esposa.
Ele só sorriu e fez cara de vencedor, sem saber que me vesti assim pra provocá-los e ter a chance de que eles me aproveitassem. E, como era de se esperar, essa dupla trouxe muita porcaria pra comer, muita cerveja e, claro, a intenção de deixar meu marido bêbado. Mas dessa vez... por causa dos remédios que meu marido tomava, ele não podia consumir álcool, então assim que eles chegaram, foi a primeira coisa que avisei àquele par, e pelo olhar que me deram, não gostaram nem um pouco de mim. E assim foram ver o futebol. Meu marido só tomava suco e eles entraram pesado na cerveja, mas mesmo com essa situação, não perdiam a chance de vir até a cozinha ou fingir que iam ao banheiro para me procurar e me apalpar. O primeiro que se atreveu foi Camilo.
- Amigo Ernesto, me permite usar seu banheiro?
- Claro, você já sabe onde fica, embaixo das escadas.
Ele se levantou e foi em direção ao banheiro. Ao chegar, percebeu que estava trancado e gritou para o meu marido:
- Cabrão, o banheiro tá trancado e eu tô com uma vontade de mijar...
- Sobe as escadas e usa o que quiser.
Ele subiu correndo. Eu estava na cozinha e de propósito tinha trancado o banheiro de baixo antes, sem que meu marido me visse. Subi com a intenção de encontrar Camilo. Vi que ele entrou no quarto de visitas. Me aproximei do banheiro e pude ouvir os jatos intermináveis saindo dele. Assim que terminou, me aproximei por trás e peguei o pau dele, sacudindo...
- Te ajudo, papi... mmm, que delícia você tem...
Ele se virou e começou a me beijar e apertar minha bunda, enquanto eu com minhas mãos aproveitava como em um instante ele ficava duro e duríssimo... Me abaixei e dei uma chupada gostosa de dois minutos. Camilo tinha os olhos fechados quando me levantei e sussurrei no ouvido dele:
- Desce agora, vão sentir sua falta e para o Ernesto não suspeitar.
- Puta que pariu, Angélica, você é tão gostosa e com a vontade que a gente tá de te dar muito pau, e você estragou a festa.
- Lembrem que meu Ernesto tá doente e não pode beber... mas tenho uma surpresinha para vocês.
- Surpresa? Não entendi...
- Olha, Camilo, você desce logo, porque não demora para o Ernesto cair no sono. Coloquei os remédios dele no suco para ele dormir profundamente, então logo vocês terão sua festa...
Me virei e, levantando minha saia e mostrando minha bunda, caminhei em direção às escadas. e desci para esperar o momento em que Ernesto adormecesse para que esse par pudesse desfrutar de mim. Vinte minutos depois do início do segundo tempo, meu marido começou a cochilar, e tanto Camilo quanto Miguel não tiravam os olhos de Ernesto, nem sequer assistiam ao futebol; estavam como lobos aguardando para caçar sua presa.
Levantei-me do sofá e, fazendo um sinal, indiquei que os esperava lá em cima no meu quarto. Naquele momento, já estava bem molhada só de pensar na deliciosa foda que esses dois iam me dar na minha própria cama. Cheguei ao meu quarto, deitei de bruços, erguendo minha bunda para receber meus machos. Pouco depois, senti umas mãos deslizando pelas minhas pernas. Ao primeiro contato, minha pele ficou arrepiada, e comecei a sentir uma língua percorrendo-me dos pés até minha bunda enorme.
— Que delícia, Angélica, que pernas e que bunda tão gostosa você tem... — dizia Miguel.
— E o Camilo, onde está?
— Olha, linda, fizemos um sorteio para ver quem te dava pau primeiro. Queremos te aproveitar sozinhos e depois fazemos um trio e enchemos seus buraquinhos juntos.
— Como quiserem, sou toda de vocês.
E Miguel começou a me beijar as costas e a me dar uma massagem gostosa, percorrendo todas as minhas pernas com as mãos e a língua, e apertando e chupando com muito esmero minha bunda grande e redonda. Era uma delícia sentir suas mãos por todo o meu corpo. Eu já não aguentava mais a vontade de receber pau. Virei-me, o despi e comecei a chupar seu pau. Podia sentir a cada chupada como ele crescia e ficava duro. Depois de um tempo, inclinei-me sobre a cama e, mostrando toda a minha bunda, disse: — Vai, cabrão, mete esse pau delicioso e faz essa Barbie gozar.
Ele colocou seu pau na minha buceta e, com um único movimento, enfiou tudo e começou a me comer à vontade. Era delicioso ver e ouvir como seus ovos batiam na minha bunda a cada investida que ele dava. Com as mãos, ele acariciava e apertava minhas nádegas, dizendo:
— Que delícia, Angélica, olha como você a come gostoso, que nádegas duras e deliciosas você tem... Que sorte podermos te comer e te dar o pau que seu marido não te dá.
- Cala a boca, cabrão, e não para, me dá mais pau, quero mais...
Abri meus olhos e para meu gosto já estava lá o Camilo esfregando o pau dele. Estiquei uma mão e puxei ele pra cima de mim, e enquanto o Miguel me enchia com o gozo gostoso dele, eu comecei a aproveitar o pau do Camilo, mmmmmm delicioso e pronto pra mim. Não demorou muito para deixá-lo duro, quando ele começou a brincar com minha bunda e disse:
- Agora é minha vez, e esse rabo gostoso eu aproveito.
Metou um dedo, depois senti mais um e outro, até que conseguiu abrir minha bunda, que já estava ansiosa para receber um pau gostoso. Depois de aproveitar minha pele e meus beijos, ele me colocou na posição, levantou minhas nádegas e começou a meter o pau dele na minha bunda bem lubrificada. O pau dele deslizava lentamente, abrindo caminho aos poucos até o fundo. Pude sentir minha bunda bem aberta, e agora era hora de aproveitar aquele tronco delicioso dentro de mim. E assim, o Camilo se esbaldou com minha bunda por mais de meia hora, me trocando de posição sem tirar o pau enorme do meu cu, me fazendo aproveitar até que explodimos num orgasmo gostoso juntos. Foi delicioso. Nisso, o Miguel entrou com duas cervejas na mão e, dando uma para o Camilo, disse:
- Saúde, irmão, aquele corno continua dormindo feito um bebê.
E os dois se afundaram nas cervejas, todos suados, e eu desejando que se recuperassem rápido para eu continuar recebendo pau...
E assim, enquanto meu marido estava profundamente dormido nos braços de Morfeu, eu estava nos braços desses dois malvados, com as pernas bem abertas e minha bundinha redondinha bem empinada para que aproveitassem de mim a noite toda.
E o que mais posso dizer? Foi uma noite interminável. Me deram pau a noite toda até o amanhecer. Bem cedinho, o Camilo foi deitar num quarto e o Miguel ficou comigo. Por volta das 8h, me levantei e vi que o Ernesto ainda estava dormindo no sofá de baixo. Ele não demoraria a acordar, então levantei meus dois malvados e praticamente os expulsei de... Cheguei em casa antes do meu marido acordar, eles se despediram, mas não antes de me darem um beijo quente e um belo aperto na bunda cada um. Assim que foram embora, fui tomar um banho e tentar dormir um pouco depois de uma tarefa dessas...
Depois daquela tarde longa e noite interminável de prazer com Roberto na minha casa, que aproveitei ao máximo — nunca tinha recebido tanta pica como naquela ocasião —, alguns dias depois deram alta pro meu marido e tive que voltar pra minha realidade: dona de casa, dedicada e prestativa com o marido doente. Não me pesava cuidar do Ernesto, meu marido; apesar de tudo, eu o amava, e ele era o homem da minha vida, ou pelo menos o que eu tinha escolhido pra viver ao meu lado.
Passaram duas semanas sem receber pica do jeito que eu gostava. Com o problema da perna do meu marido, nossas relações eram muito limitadas. Eu, com tanta fome, e ele, com todo esforço e cuidado, tentava me fazer gozar gostoso. E essas tentativas só me frustravam e me deixavam com uma vontade enorme de ser aproveitada por um macho de verdade.
Continuaram as visitas dos amigos do meu marido, tanto Camilo quanto Miguel. Roberto foi mandado trabalhar fora de Guadalajara por um tempo, e a notícia não me agradou muito. Roberto é o mais dotado dos três, mas tudo bem, os outros dois estavam lá pra não perder a oportunidade e me dar uma boa trepada — e essa oportunidade não demorou muito pra chegar.
Foi num fim de semana, um sábado, noite de futebol. Mas dessa vez eles vieram a convite do meu marido pra assistir o clássico Chivas–América, os dois times mais populares do México. E pra essa noite, coloquei uma blusa e uma minissaia que mostravam perfeitamente minhas pernas e subiam com o tamanho do meu bumbum. Ernesto, ao me ver, chamou minha atenção pelo tamanho da minissaia, e eu respondi:
— Amor, é pra eles verem, esses inúteis dos seus amigos, e terem inveja do mulherão que você tem como esposa.
Ele só sorriu e fez cara de vencedor, sem saber que me vesti assim pra provocá-los e ter a chance de que eles me aproveitassem. E, como era de se esperar, essa dupla trouxe muita porcaria pra comer, muita cerveja e, claro, a intenção de deixar meu marido bêbado. Mas dessa vez... por causa dos remédios que meu marido tomava, ele não podia consumir álcool, então assim que eles chegaram, foi a primeira coisa que avisei àquele par, e pelo olhar que me deram, não gostaram nem um pouco de mim. E assim foram ver o futebol. Meu marido só tomava suco e eles entraram pesado na cerveja, mas mesmo com essa situação, não perdiam a chance de vir até a cozinha ou fingir que iam ao banheiro para me procurar e me apalpar. O primeiro que se atreveu foi Camilo.
- Amigo Ernesto, me permite usar seu banheiro?
- Claro, você já sabe onde fica, embaixo das escadas.
Ele se levantou e foi em direção ao banheiro. Ao chegar, percebeu que estava trancado e gritou para o meu marido:
- Cabrão, o banheiro tá trancado e eu tô com uma vontade de mijar...
- Sobe as escadas e usa o que quiser.
Ele subiu correndo. Eu estava na cozinha e de propósito tinha trancado o banheiro de baixo antes, sem que meu marido me visse. Subi com a intenção de encontrar Camilo. Vi que ele entrou no quarto de visitas. Me aproximei do banheiro e pude ouvir os jatos intermináveis saindo dele. Assim que terminou, me aproximei por trás e peguei o pau dele, sacudindo...
- Te ajudo, papi... mmm, que delícia você tem...
Ele se virou e começou a me beijar e apertar minha bunda, enquanto eu com minhas mãos aproveitava como em um instante ele ficava duro e duríssimo... Me abaixei e dei uma chupada gostosa de dois minutos. Camilo tinha os olhos fechados quando me levantei e sussurrei no ouvido dele:
- Desce agora, vão sentir sua falta e para o Ernesto não suspeitar.
- Puta que pariu, Angélica, você é tão gostosa e com a vontade que a gente tá de te dar muito pau, e você estragou a festa.
- Lembrem que meu Ernesto tá doente e não pode beber... mas tenho uma surpresinha para vocês.
- Surpresa? Não entendi...
- Olha, Camilo, você desce logo, porque não demora para o Ernesto cair no sono. Coloquei os remédios dele no suco para ele dormir profundamente, então logo vocês terão sua festa...
Me virei e, levantando minha saia e mostrando minha bunda, caminhei em direção às escadas. e desci para esperar o momento em que Ernesto adormecesse para que esse par pudesse desfrutar de mim. Vinte minutos depois do início do segundo tempo, meu marido começou a cochilar, e tanto Camilo quanto Miguel não tiravam os olhos de Ernesto, nem sequer assistiam ao futebol; estavam como lobos aguardando para caçar sua presa.
Levantei-me do sofá e, fazendo um sinal, indiquei que os esperava lá em cima no meu quarto. Naquele momento, já estava bem molhada só de pensar na deliciosa foda que esses dois iam me dar na minha própria cama. Cheguei ao meu quarto, deitei de bruços, erguendo minha bunda para receber meus machos. Pouco depois, senti umas mãos deslizando pelas minhas pernas. Ao primeiro contato, minha pele ficou arrepiada, e comecei a sentir uma língua percorrendo-me dos pés até minha bunda enorme.
— Que delícia, Angélica, que pernas e que bunda tão gostosa você tem... — dizia Miguel.
— E o Camilo, onde está?
— Olha, linda, fizemos um sorteio para ver quem te dava pau primeiro. Queremos te aproveitar sozinhos e depois fazemos um trio e enchemos seus buraquinhos juntos.
— Como quiserem, sou toda de vocês.
E Miguel começou a me beijar as costas e a me dar uma massagem gostosa, percorrendo todas as minhas pernas com as mãos e a língua, e apertando e chupando com muito esmero minha bunda grande e redonda. Era uma delícia sentir suas mãos por todo o meu corpo. Eu já não aguentava mais a vontade de receber pau. Virei-me, o despi e comecei a chupar seu pau. Podia sentir a cada chupada como ele crescia e ficava duro. Depois de um tempo, inclinei-me sobre a cama e, mostrando toda a minha bunda, disse: — Vai, cabrão, mete esse pau delicioso e faz essa Barbie gozar.
Ele colocou seu pau na minha buceta e, com um único movimento, enfiou tudo e começou a me comer à vontade. Era delicioso ver e ouvir como seus ovos batiam na minha bunda a cada investida que ele dava. Com as mãos, ele acariciava e apertava minhas nádegas, dizendo:
— Que delícia, Angélica, olha como você a come gostoso, que nádegas duras e deliciosas você tem... Que sorte podermos te comer e te dar o pau que seu marido não te dá.
- Cala a boca, cabrão, e não para, me dá mais pau, quero mais...
Abri meus olhos e para meu gosto já estava lá o Camilo esfregando o pau dele. Estiquei uma mão e puxei ele pra cima de mim, e enquanto o Miguel me enchia com o gozo gostoso dele, eu comecei a aproveitar o pau do Camilo, mmmmmm delicioso e pronto pra mim. Não demorou muito para deixá-lo duro, quando ele começou a brincar com minha bunda e disse:
- Agora é minha vez, e esse rabo gostoso eu aproveito.
Metou um dedo, depois senti mais um e outro, até que conseguiu abrir minha bunda, que já estava ansiosa para receber um pau gostoso. Depois de aproveitar minha pele e meus beijos, ele me colocou na posição, levantou minhas nádegas e começou a meter o pau dele na minha bunda bem lubrificada. O pau dele deslizava lentamente, abrindo caminho aos poucos até o fundo. Pude sentir minha bunda bem aberta, e agora era hora de aproveitar aquele tronco delicioso dentro de mim. E assim, o Camilo se esbaldou com minha bunda por mais de meia hora, me trocando de posição sem tirar o pau enorme do meu cu, me fazendo aproveitar até que explodimos num orgasmo gostoso juntos. Foi delicioso. Nisso, o Miguel entrou com duas cervejas na mão e, dando uma para o Camilo, disse:
- Saúde, irmão, aquele corno continua dormindo feito um bebê.
E os dois se afundaram nas cervejas, todos suados, e eu desejando que se recuperassem rápido para eu continuar recebendo pau...
E assim, enquanto meu marido estava profundamente dormido nos braços de Morfeu, eu estava nos braços desses dois malvados, com as pernas bem abertas e minha bundinha redondinha bem empinada para que aproveitassem de mim a noite toda.
E o que mais posso dizer? Foi uma noite interminável. Me deram pau a noite toda até o amanhecer. Bem cedinho, o Camilo foi deitar num quarto e o Miguel ficou comigo. Por volta das 8h, me levantei e vi que o Ernesto ainda estava dormindo no sofá de baixo. Ele não demoraria a acordar, então levantei meus dois malvados e praticamente os expulsei de... Cheguei em casa antes do meu marido acordar, eles se despediram, mas não antes de me darem um beijo quente e um belo aperto na bunda cada um. Assim que foram embora, fui tomar um banho e tentar dormir um pouco depois de uma tarefa dessas...
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