Depois de receber a ligação da Valéria, dei um tapa na bunda da Laurita pra reanimar ela. Depois de uns segundos sem reação, ela começou a dar sinais de vida...
- Vai, Laurita... sua irmã tá chegando... falei apressando ela.
- Não consigo... tô doendo todinha... ela reclamou toda cãibrada.
Depois do prazer veio o desprazer, todas aquelas contrações gostosas do orgasmo, todo o castigo anal e vaginal contra o móvel e a cinturinha dela, tinham acabado com a resistência dela.
- Vem... um banho e você se recupera... falei animando.
Tirei meu pau do cu dela e vi aquele buraco dilatado se contraindo e expelindo meus líquidos. Meu pau meio avermelhado pela mistura com o sangue da vagina dela, recém-inaugurada... enquanto a Laurita se deixava cair de lado... só aí ela percebeu...
- Por que tem sangue?... disse assustada.
- Não é meu sangue... é seu... expliquei acalmando ela.
- Como?... você estourou minha buceta?... exclamou soluçando.
Depois começou a se examinar e percebeu que tinha sangue na virilha desvirginada... pelo visto as amigas dela, ao falarem das experiências, tinham omitido esse detalhe... tive que explicar que era normal, que ao romper o selo virginal tinha sangrado.
Depois desse susto inicial ela pareceu se confortar, agora tinha provas de que não era mais virgem, pra poder se gabar com as amigas. Enquanto isso eu pensava: e como vai ser quando forem ao médico com a mãe dela... bom, daria tempo de se preocupar com isso depois... agora era salvar a pele com a Vale.
A Laurita desceu trocada, com o cabelo seco e preso, com o mesmo pijama pra evitar suspeitas da Valeria. Eu subi pra limpar minha ferramenta também... tomei banho e tava me trocando, quando ouvi a porta abrir e fechar violentamente.
Ouvi algumas reclamações da Valeria com a irmãzinha... A Vale tinha vindo fumegando, já imaginava que tinha ficado de mau humor ir buscar a fruta tão longe e não encontrar... supunha que ela devia estar bem frustrada, além do calor que tava lá fora...
Desci as escadas e vi a Laurita com cara de assustada... por causa das reclamações que recebeu... foi uma catarse também da Val, que sentia que a irmãzinha não ajudava muito nas tarefas domésticas… bom, enfim, a menina se sentia de férias.
Fiz um sinal pra acalmá-la, ela me sorriu morna, lembrando da foda e desvirginada que dei nela naquele mesmo móvel onde a possuí minutos antes. Assim que a vi confortada, fui pra cozinha… tinha que acalmar a fera da minha namorada… até que a ouvi falando no telefone e parei no limiar da porta…
- Mas você ouviu eles?… disse mais irritada.
Merda… e se algum dos meus vizinhos ouviu os gritos de prazer e dor que a Laurita soltava… se já foram com a fofoca pra ela, e por isso ela tava assim furiosa. Tinha uma vizinha fofoqueira que sempre tava de olho em quem entrava e saía, no que acontecia no prédio… segundo ela por uma questão de segurança, pra prevenir roubos…
- O quê? Também viu eles?… tá confirmado… disse a Val incrédula.
Já me fodi… mas de onde essa véia nos viu?… puta que pariu… e por onde eu escapo agora, pensei… enquanto olhava pra varanda, eram 3 andares e eu cairia em cima do meu carro… foi aí que a Val me viu na porta… entre raiva e frustração, desligou o telefone… acabou tudo aqui, me disse.
- Precisamos conversar… ela disse.
- Ok… falei engolindo seco e me aproximando.
- Acabaram de me dar uma notícia muito ruim… ela disse.
- O que foi?… perguntei intrigado, a essa altura ela já devia ter arrancado minha cabeça.
- É que… me confirmaram que…
- Fala…
- Me confirmaram que… depois do acidente, minha amiga vai ficar em recuperação, a semana toda no hospital… disse constrangida.
- Tá… e o que tem a ver?… retruquei sem saber onde ela queria chegar.
- É que você não entende?… vou ter que ir trabalhar essa semana, preciso substituir minha amiga… já me disseram que ouviram minha chefe dando a notícia e viram que ela revogou minhas férias… disse frustrada.
A Valéria vinha trabalhando há mais de 1 ano sem férias, por um motivo ou outro, eu sempre acabava substituindo alguém que estava de férias, e dessa vez foi por uma amiga que tinha acabado de se acidentar.
- Sinto muito, amor… eu disse, abraçando-a para consolá-la. Agora eu sabia por que ela tinha vindo tão furiosa, e também me senti aliviado por não ser o que eu tinha pensado.
- Você sabe o que isso significa, né?… ela me disse, chorosa.
- O quê?… respondi sem entender.
- Você vai ter que cuidar da minha irmãzinha… ela falou, constrangida.
- Como assim?… repliquei incrédulo.
- É que eu vou ter que voltar ao escritório esta semana… A Laurita vai ficar até depois das festas… era para nós três estarmos livres para passear e tudo mais… agora eu não vou poder…
- Ou seja, eu vou ficar de babá… falei pensando em voz alta.
Para falar a verdade, se nos poucos momentos em que ficamos sozinhos, a Laurita já veio pra cima de mim querendo que eu tirasse a virgindade dela… agora que ficaríamos sozinhos esses dias… O que será que ela não vai querer que eu faça?…
- Vamosss… não encare assim… vai ser só uns dias… faz por mim… disse a Val, insistindo, quase como uma criança suplicante, à beira de uma birra.
- Tá bommm… eu disse, cedendo, fingindo estar de mau humor por ter que cuidar daquela pirralha.
Não podia mostrar que estava feliz, não queria levantar suspeitas… além do mais, a Laurita já tinha me esgotado demais naqueles dias, eu estava cansado… lembrei que estava sob a ameaça da minha sogra de levar minha cunhada para verificar se ela ainda era virgem…
Do meu lado, tinha a vontade de continuar transando com aquela jovem fera, ansiosa para descobrir o sexo, e eu para satisfazer todas as minhas fantasias sexuais… parecia que minha cunhada voltaria para a cidade dela com seus dois buracos felizmente arrombados.
Assim que a Valéria se acalmou, chamou a Laurita para a cozinha para explicar a mesma coisa… que ela ficaria comigo. Eu saí da cozinha, e minha cunhada, ansiosa, me olhava com um pouco de medo. Fiz um sinal para mostrar que estava tudo bem… então ela entrou mais tranquila. para conversar com a irmã dela.
Depois saiu com uma cara de felicidade única, quase dando pulinhos, sabia que estando a sós com ela havia menos risco da irmã nos descobrir e mais possibilidade de explorar novos prazeres… o sorriso sumiu quando de novo a Valé a chamou na cozinha para ajudar a cozinhar.
Almoçamos tranquilamente, a Laurita estava feliz, às vezes sorria, mas disfarçava bem quando a irmã virava atordoada para olhá-la. Valé, depois do almoço, se dispôs a lavar a louça… eu disse para ela não se preocupar que eu ajudava, enquanto a Laurita se oferecia para me ajudar… duvidava que ela quisesse que eu a comesse na cozinha, enquanto a irmã estava na sala descansando e vendo TV.
Brinquei um pouco com a água, por ali ela me roubou um beijo ou esfregou os seios no meu braço, travessuras próprias da alegria dela de ficar comigo sozinha nos próximos dias… o que parou com o barulho na sala… então começamos a lavar a louça de verdade.
- Talvez seja bom vocês saírem para comprar as coisas da semana no supermercado… eu faço a lista de compras para a Laurita e você a ajuda…
- Ah, claro… sem problema…
Algumas horas depois, a Laurita se aprontou, colocou um vestido solto, nada chamativo ou provocante, talvez para continuar mantendo a imagem de menina boazinha perante a irmã e evitar suspeitas. Levei-a a um supermercado perto do meu trabalho, ela já sabia onde era meu trabalho anterior e queria ver onde eu trabalhava agora… tomara que ela não tenha a ideia de me visitar um dia de surpresa, pensei.
Eu trabalhava em uma zona um pouco afastada, que tinha um supermercado pequeno, mas bem abastecido. O problema é que tinha um estacionamento reduzido que geralmente ficava lotado, o que me fez descobrir que, na parte de trás, havia uma área de descarga de mercadorias, que era solitária e meio escura, costumava deixar a caminhonete lá quando não encontrava vaga.
Laurita ao sair se surpreendeu de ver que a rua não Era tão escuro quanto parecia de dentro do carro, expliquei que era por causa dos vidros polarizados. Na verdade, muitos escurecem os vidros pra evitar roubos, no meu caso foi por isso e porque às vezes, na praia, a Vale queria se trocar no carro sem que vissem de fora.
Terminamos de carregar as bolsas na parte de trás da caminhonete, depois a Laurita sumiu da minha vista por um tempo, só ouvi a porta fechando. Quando fui entrar, notei que ela não estava no banco do passageiro, mas no banco de trás.
— O que você tá fazendo aí atrás? — perguntei, sentando ao lado dela. Precisava acalmá-la.
Foi aí que percebi: ela queria brincar com meu boneco… colocou a mão sobre meu pau e começou a me beijar apaixonadamente… sem saber o que fazer, só correspondi aos beijos… pensando que assim ela se acalmaria e não delataria meu flerte com a caixa… mas não seria suficiente…
Em instantes, Laurita já estava em cima de mim, igual naquele dia na cidade dela, no hotel… a saia solta abriu fácil e suas pernas ladearam as minhas. Sentir seu púbis ansioso esfregando na minha calça fez meu pau endurecer de novo.
— Espera, o que você tá fazendo? — disse.
— Você sabe… — respondeu ofegante.
— Vão nos ver… — retruquei.
— Os vidros são escuros… além do mais, tá vazio… — falou entre beijos.
Pro inferno, pensei… se essa pirralha quer pau… pau ela vai ter… no fim das contas é um chantagem. Entre seus pulos atrás dos meus lábios, me virei pra baixar o zíper e parte da calça, meu pau saiu disparado, batendo contra seus lábios vaginais úmidos, recentemente inaugurados.
— Uhhhh… siiim… já tá duro de novo… — gemeu satisfeita ao sentir meu pau contra sua pele.
Não precisou de muito, afastei sua calcinha, levantei ela com facilidade pra posicionar, no processo, ela ajudava com os movimentos, desesperada pra ser usada de novo… meu pau se posicionou na entrada da sua buceta molhada, ao sentir isso minha cunhada arranhou meus ombros enquanto tremia de ansiedade.
- Ohhh… Uhmmm… – exclamei ao sentir sua pele se abrindo para dar passagem à minha rola dura.
Laurita me abraçou com força, enquanto seus seios se inflavam, meu pau ia invadindo seu ser jovem, e ela tremia de prazer… por um momento se afastou, me olhando surpresa com a boca aberta… não conseguia acreditar que, apenas algumas horas depois de ser desflorada, ela mesma estava se empalando na minha pica.
- Ai, não acredito… está tudo dentro de novo… – disse atordoada.
- Não… não está tudo… – falei de modo provocador.
- O quê?… Ohhh… Ufff… – exclamou.
Eu a tinha pegado pelos quadris e pressionado para baixo contra minha virilha, suas pernas que a sustentavam em cima de mim acabaram cedendo e meu pau terminou de se incrustar em sua vagina recém-desflorada…
- Ayyyy… Ohhh… – soltou um breve grito de prazer.
Dessa vez, sua cabeça foi para trás, contemplando o teto da caminhonete, enquanto seu corpo contraído foi se relaxando, se acostumando a estar atarraxada no meu pau, como tanto havia pedido… suas pernas aos poucos pararam de tremer…
- Você meteu tudo… – sussurrou quase sem ar.
- Sim… agora sim…
Não me deixou dizer mais, me encheu de beijos, enquanto meu pau pulsava em seu interior quente e lubrificado. Ingenuamente, Laurita começou a deslizar sobre minha entreperna, não sabia como fazer naquela posição… eu a tinha comido duas vezes de quatro e ela havia aprendido a rebolar para enfiar, mas aquela posição era algo novo para ela…
- Ai, cunhado… que dura você está… O que eu faço?… – clamou ansiosa.
Ela se movia para trás e para frente, às vezes de forma circular, tratava meu pau como se fosse uma alavanca de câmbio ou de videogame… procurando a posição que lhe desse mais prazer ou doesse menos, talvez tentando descobrir o quanto podia se mover com aquele mastro entalado nela.
- Você tem que começar a pular… – falei suavemente.
Peguei por baixo do vestido suas nádegas redondas, e ajudo ela a subir e depois a descer, isso a deixou nervosa ao sentir como minha rola entrava e saía, proporcionando uma deliciosa fricção em sua intimidade jovem... novamente ela me apertou com força contra seu corpo.
- Sim, sim, assim está bom... vou pular... uhmmm... disse ela, submissa.
Timidamente, começou a fazer o movimento de cima para baixo, tremendo de prazer em alguns momentos. Enquanto eu queria fazê-la relaxar, puxei bruscamente seu vestido e liberei seus seios rapidamente, para sua surpresa... não dei tempo para ela reagir, engoli seus mamilos endurecidos...
- Aiii... Ohhh... O que você está fazendo comigo?... uhmmm... exclamou, relaxada e excitada ao mesmo tempo.
Poucos segundos depois, presa do delírio e da luxúria, minha cunhada começou a pular no meu pau, cada vez mais rápido e com harmonia... ela aprendia rápido nessas coisas, quando o prazer desperta, cada um se acomoda e encontra seu ritmo...
Eu só a segurava pela cintura, enquanto Laurita se contorcia de prazer a cada enfiada que ela mesma se dava. Percebi que seu entusiasmo diminuía pelo cansaço, sem deixá-la desfalecer, peguei novamente suas nádegas redondas para ajudá-la a subir e descer, coisa que ela agradeceu e começou a fazer com mais rapidez...
Em alguns momentos, senti que Laurita achava que estava naqueles jogos em que se estouram balões com o bumbum... pois ela pulava com uma veemência cada vez maior, como se quisesse estourar um balão, neste caso os das suas nádegas, que batiam com mais força contra minha virilha, talvez querendo dobrar meu pau...
- Ai... não... lá vem... aiii... ufff...
Laurita já havia aprendido a descobrir quando estava perto de um orgasmo, seu mundo tremia, assim como toda a caminhonete naquele estacionamento desolado e escuro... seu ser se perdia por alguns instantes, os olhos desorbitados, procurando loucamente algo para acalmar seu delírio, buscando meus lábios, que depois soltava para soltar gemidos sonoros e agradáveis.
- Aiii... sim... uhmmm... exclamou satisfeita, quase gritando, tive que tapar sua boca.
Naqueles inúmeros tremeliques que ela teve, conseguiu me levar também, tive que afastá-la rapidamente para evitar gozar dentro dela. O jato ia sair do meu pau, segurei o máximo que pude e puxando uma camiseta velha que tinha no banco de trás, tive que cobrir meu pau e evitar que aquele vulcão de líquidos manchasse todo o interior do veículo…
- Ai… merd… ufff… que gostoso… exclamei satisfeito.
Tinha minha mão sobre a camiseta e meu pau contendo todos meus líquidos, enquanto minha cunhada repousava sobre meu peito, acabada, respirando pausadamente, ainda agarrada no meu pescoço, me dando uns beijos de vez em quando, com as pernas ainda tremendo pelo esforço despendido.
- Foi gostoso… né?... retrucou satisfeita de que eu também tenha gostado.
- Foi… foi incrível… respondi, não tinha porque ser mesquinho, a entrega daquela garota era fenomenal.
- Mas é mais gostoso por trás… disse baixinho, pensativa, a Laurita.
Depois senti uma vibração na minha perna, não era o tremor das pernas cãibras da minha cunhada… era meu celular… era a Valéria…
- Por que demoram tanto?... perguntou.
- Ah… é que sua irmã… queria conhecer por onde trabalho… e trouxe ela no supermercado daqui, pra conhecer a região…
- Ah bom… é bom que ela se interesse por essas coisas… mas outro dia você podia ter levado… me repreendeu a Valé que parecia estar com fome.
- É que queria te dar seu espaço, pra você avançar suas coisas tranquila… retruquei, ainda com a Laurita sobre meu corpo.
- Ok… já tô voltando…
- Traz pizza, que tô morrendo de fome… disse a Valé engraçada.
Quem estava morrendo mais de fome era eu, por culpa da minha cunhada que tinha virado uma gulosa pra questões sexuais…
Terminei de limpar meu pau, com a Laurita sobre mim, coloquei ela de lado, quase dormindo, mas com um sorriso de orelha a orelha, parecia continuar aproveitando aquele prazer do orgasmo. Deixei ela no banco de trás, enquanto eu saía pra me refrescar.
Voltei cansado pro apê, via a Laurita pelo retrovisor, descansando feliz, quase chupando o dedo… só consegui pensar… é uma neném, essa diabrechinha chantagista… Continua… Comentem, deixem pontos.

- Vai, Laurita... sua irmã tá chegando... falei apressando ela.- Não consigo... tô doendo todinha... ela reclamou toda cãibrada.
Depois do prazer veio o desprazer, todas aquelas contrações gostosas do orgasmo, todo o castigo anal e vaginal contra o móvel e a cinturinha dela, tinham acabado com a resistência dela.
- Vem... um banho e você se recupera... falei animando.
Tirei meu pau do cu dela e vi aquele buraco dilatado se contraindo e expelindo meus líquidos. Meu pau meio avermelhado pela mistura com o sangue da vagina dela, recém-inaugurada... enquanto a Laurita se deixava cair de lado... só aí ela percebeu...
- Por que tem sangue?... disse assustada.
- Não é meu sangue... é seu... expliquei acalmando ela.
- Como?... você estourou minha buceta?... exclamou soluçando.
Depois começou a se examinar e percebeu que tinha sangue na virilha desvirginada... pelo visto as amigas dela, ao falarem das experiências, tinham omitido esse detalhe... tive que explicar que era normal, que ao romper o selo virginal tinha sangrado.
Depois desse susto inicial ela pareceu se confortar, agora tinha provas de que não era mais virgem, pra poder se gabar com as amigas. Enquanto isso eu pensava: e como vai ser quando forem ao médico com a mãe dela... bom, daria tempo de se preocupar com isso depois... agora era salvar a pele com a Vale.
A Laurita desceu trocada, com o cabelo seco e preso, com o mesmo pijama pra evitar suspeitas da Valeria. Eu subi pra limpar minha ferramenta também... tomei banho e tava me trocando, quando ouvi a porta abrir e fechar violentamente.
Ouvi algumas reclamações da Valeria com a irmãzinha... A Vale tinha vindo fumegando, já imaginava que tinha ficado de mau humor ir buscar a fruta tão longe e não encontrar... supunha que ela devia estar bem frustrada, além do calor que tava lá fora...
Desci as escadas e vi a Laurita com cara de assustada... por causa das reclamações que recebeu... foi uma catarse também da Val, que sentia que a irmãzinha não ajudava muito nas tarefas domésticas… bom, enfim, a menina se sentia de férias.
Fiz um sinal pra acalmá-la, ela me sorriu morna, lembrando da foda e desvirginada que dei nela naquele mesmo móvel onde a possuí minutos antes. Assim que a vi confortada, fui pra cozinha… tinha que acalmar a fera da minha namorada… até que a ouvi falando no telefone e parei no limiar da porta…
- Mas você ouviu eles?… disse mais irritada.
Merda… e se algum dos meus vizinhos ouviu os gritos de prazer e dor que a Laurita soltava… se já foram com a fofoca pra ela, e por isso ela tava assim furiosa. Tinha uma vizinha fofoqueira que sempre tava de olho em quem entrava e saía, no que acontecia no prédio… segundo ela por uma questão de segurança, pra prevenir roubos…
- O quê? Também viu eles?… tá confirmado… disse a Val incrédula.
Já me fodi… mas de onde essa véia nos viu?… puta que pariu… e por onde eu escapo agora, pensei… enquanto olhava pra varanda, eram 3 andares e eu cairia em cima do meu carro… foi aí que a Val me viu na porta… entre raiva e frustração, desligou o telefone… acabou tudo aqui, me disse.
- Precisamos conversar… ela disse.
- Ok… falei engolindo seco e me aproximando.
- Acabaram de me dar uma notícia muito ruim… ela disse.
- O que foi?… perguntei intrigado, a essa altura ela já devia ter arrancado minha cabeça.
- É que… me confirmaram que…
- Fala…
- Me confirmaram que… depois do acidente, minha amiga vai ficar em recuperação, a semana toda no hospital… disse constrangida.
- Tá… e o que tem a ver?… retruquei sem saber onde ela queria chegar.
- É que você não entende?… vou ter que ir trabalhar essa semana, preciso substituir minha amiga… já me disseram que ouviram minha chefe dando a notícia e viram que ela revogou minhas férias… disse frustrada.
A Valéria vinha trabalhando há mais de 1 ano sem férias, por um motivo ou outro, eu sempre acabava substituindo alguém que estava de férias, e dessa vez foi por uma amiga que tinha acabado de se acidentar.
- Sinto muito, amor… eu disse, abraçando-a para consolá-la. Agora eu sabia por que ela tinha vindo tão furiosa, e também me senti aliviado por não ser o que eu tinha pensado.
- Você sabe o que isso significa, né?… ela me disse, chorosa.
- O quê?… respondi sem entender.
- Você vai ter que cuidar da minha irmãzinha… ela falou, constrangida.
- Como assim?… repliquei incrédulo.
- É que eu vou ter que voltar ao escritório esta semana… A Laurita vai ficar até depois das festas… era para nós três estarmos livres para passear e tudo mais… agora eu não vou poder…
- Ou seja, eu vou ficar de babá… falei pensando em voz alta.
Para falar a verdade, se nos poucos momentos em que ficamos sozinhos, a Laurita já veio pra cima de mim querendo que eu tirasse a virgindade dela… agora que ficaríamos sozinhos esses dias… O que será que ela não vai querer que eu faça?…
- Vamosss… não encare assim… vai ser só uns dias… faz por mim… disse a Val, insistindo, quase como uma criança suplicante, à beira de uma birra.
- Tá bommm… eu disse, cedendo, fingindo estar de mau humor por ter que cuidar daquela pirralha.
Não podia mostrar que estava feliz, não queria levantar suspeitas… além do mais, a Laurita já tinha me esgotado demais naqueles dias, eu estava cansado… lembrei que estava sob a ameaça da minha sogra de levar minha cunhada para verificar se ela ainda era virgem…
Do meu lado, tinha a vontade de continuar transando com aquela jovem fera, ansiosa para descobrir o sexo, e eu para satisfazer todas as minhas fantasias sexuais… parecia que minha cunhada voltaria para a cidade dela com seus dois buracos felizmente arrombados.
Assim que a Valéria se acalmou, chamou a Laurita para a cozinha para explicar a mesma coisa… que ela ficaria comigo. Eu saí da cozinha, e minha cunhada, ansiosa, me olhava com um pouco de medo. Fiz um sinal para mostrar que estava tudo bem… então ela entrou mais tranquila. para conversar com a irmã dela.
Depois saiu com uma cara de felicidade única, quase dando pulinhos, sabia que estando a sós com ela havia menos risco da irmã nos descobrir e mais possibilidade de explorar novos prazeres… o sorriso sumiu quando de novo a Valé a chamou na cozinha para ajudar a cozinhar.
Almoçamos tranquilamente, a Laurita estava feliz, às vezes sorria, mas disfarçava bem quando a irmã virava atordoada para olhá-la. Valé, depois do almoço, se dispôs a lavar a louça… eu disse para ela não se preocupar que eu ajudava, enquanto a Laurita se oferecia para me ajudar… duvidava que ela quisesse que eu a comesse na cozinha, enquanto a irmã estava na sala descansando e vendo TV.
Brinquei um pouco com a água, por ali ela me roubou um beijo ou esfregou os seios no meu braço, travessuras próprias da alegria dela de ficar comigo sozinha nos próximos dias… o que parou com o barulho na sala… então começamos a lavar a louça de verdade.
- Talvez seja bom vocês saírem para comprar as coisas da semana no supermercado… eu faço a lista de compras para a Laurita e você a ajuda…
- Ah, claro… sem problema…
Algumas horas depois, a Laurita se aprontou, colocou um vestido solto, nada chamativo ou provocante, talvez para continuar mantendo a imagem de menina boazinha perante a irmã e evitar suspeitas. Levei-a a um supermercado perto do meu trabalho, ela já sabia onde era meu trabalho anterior e queria ver onde eu trabalhava agora… tomara que ela não tenha a ideia de me visitar um dia de surpresa, pensei.
Eu trabalhava em uma zona um pouco afastada, que tinha um supermercado pequeno, mas bem abastecido. O problema é que tinha um estacionamento reduzido que geralmente ficava lotado, o que me fez descobrir que, na parte de trás, havia uma área de descarga de mercadorias, que era solitária e meio escura, costumava deixar a caminhonete lá quando não encontrava vaga.
Laurita ao sair se surpreendeu de ver que a rua não Era tão escuro quanto parecia de dentro do carro, expliquei que era por causa dos vidros polarizados. Na verdade, muitos escurecem os vidros pra evitar roubos, no meu caso foi por isso e porque às vezes, na praia, a Vale queria se trocar no carro sem que vissem de fora.
Terminamos de carregar as bolsas na parte de trás da caminhonete, depois a Laurita sumiu da minha vista por um tempo, só ouvi a porta fechando. Quando fui entrar, notei que ela não estava no banco do passageiro, mas no banco de trás.
— O que você tá fazendo aí atrás? — perguntei, sentando ao lado dela. Precisava acalmá-la.
Foi aí que percebi: ela queria brincar com meu boneco… colocou a mão sobre meu pau e começou a me beijar apaixonadamente… sem saber o que fazer, só correspondi aos beijos… pensando que assim ela se acalmaria e não delataria meu flerte com a caixa… mas não seria suficiente…
Em instantes, Laurita já estava em cima de mim, igual naquele dia na cidade dela, no hotel… a saia solta abriu fácil e suas pernas ladearam as minhas. Sentir seu púbis ansioso esfregando na minha calça fez meu pau endurecer de novo.
— Espera, o que você tá fazendo? — disse.
— Você sabe… — respondeu ofegante.
— Vão nos ver… — retruquei.
— Os vidros são escuros… além do mais, tá vazio… — falou entre beijos.
Pro inferno, pensei… se essa pirralha quer pau… pau ela vai ter… no fim das contas é um chantagem. Entre seus pulos atrás dos meus lábios, me virei pra baixar o zíper e parte da calça, meu pau saiu disparado, batendo contra seus lábios vaginais úmidos, recentemente inaugurados.
— Uhhhh… siiim… já tá duro de novo… — gemeu satisfeita ao sentir meu pau contra sua pele.
Não precisou de muito, afastei sua calcinha, levantei ela com facilidade pra posicionar, no processo, ela ajudava com os movimentos, desesperada pra ser usada de novo… meu pau se posicionou na entrada da sua buceta molhada, ao sentir isso minha cunhada arranhou meus ombros enquanto tremia de ansiedade.
- Ohhh… Uhmmm… – exclamei ao sentir sua pele se abrindo para dar passagem à minha rola dura.Laurita me abraçou com força, enquanto seus seios se inflavam, meu pau ia invadindo seu ser jovem, e ela tremia de prazer… por um momento se afastou, me olhando surpresa com a boca aberta… não conseguia acreditar que, apenas algumas horas depois de ser desflorada, ela mesma estava se empalando na minha pica.
- Ai, não acredito… está tudo dentro de novo… – disse atordoada.
- Não… não está tudo… – falei de modo provocador.
- O quê?… Ohhh… Ufff… – exclamou.
Eu a tinha pegado pelos quadris e pressionado para baixo contra minha virilha, suas pernas que a sustentavam em cima de mim acabaram cedendo e meu pau terminou de se incrustar em sua vagina recém-desflorada…
- Ayyyy… Ohhh… – soltou um breve grito de prazer.
Dessa vez, sua cabeça foi para trás, contemplando o teto da caminhonete, enquanto seu corpo contraído foi se relaxando, se acostumando a estar atarraxada no meu pau, como tanto havia pedido… suas pernas aos poucos pararam de tremer…
- Você meteu tudo… – sussurrou quase sem ar.
- Sim… agora sim…
Não me deixou dizer mais, me encheu de beijos, enquanto meu pau pulsava em seu interior quente e lubrificado. Ingenuamente, Laurita começou a deslizar sobre minha entreperna, não sabia como fazer naquela posição… eu a tinha comido duas vezes de quatro e ela havia aprendido a rebolar para enfiar, mas aquela posição era algo novo para ela…
- Ai, cunhado… que dura você está… O que eu faço?… – clamou ansiosa.
Ela se movia para trás e para frente, às vezes de forma circular, tratava meu pau como se fosse uma alavanca de câmbio ou de videogame… procurando a posição que lhe desse mais prazer ou doesse menos, talvez tentando descobrir o quanto podia se mover com aquele mastro entalado nela.
- Você tem que começar a pular… – falei suavemente.
Peguei por baixo do vestido suas nádegas redondas, e ajudo ela a subir e depois a descer, isso a deixou nervosa ao sentir como minha rola entrava e saía, proporcionando uma deliciosa fricção em sua intimidade jovem... novamente ela me apertou com força contra seu corpo.
- Sim, sim, assim está bom... vou pular... uhmmm... disse ela, submissa.Timidamente, começou a fazer o movimento de cima para baixo, tremendo de prazer em alguns momentos. Enquanto eu queria fazê-la relaxar, puxei bruscamente seu vestido e liberei seus seios rapidamente, para sua surpresa... não dei tempo para ela reagir, engoli seus mamilos endurecidos...
- Aiii... Ohhh... O que você está fazendo comigo?... uhmmm... exclamou, relaxada e excitada ao mesmo tempo.
Poucos segundos depois, presa do delírio e da luxúria, minha cunhada começou a pular no meu pau, cada vez mais rápido e com harmonia... ela aprendia rápido nessas coisas, quando o prazer desperta, cada um se acomoda e encontra seu ritmo...
Eu só a segurava pela cintura, enquanto Laurita se contorcia de prazer a cada enfiada que ela mesma se dava. Percebi que seu entusiasmo diminuía pelo cansaço, sem deixá-la desfalecer, peguei novamente suas nádegas redondas para ajudá-la a subir e descer, coisa que ela agradeceu e começou a fazer com mais rapidez...
Em alguns momentos, senti que Laurita achava que estava naqueles jogos em que se estouram balões com o bumbum... pois ela pulava com uma veemência cada vez maior, como se quisesse estourar um balão, neste caso os das suas nádegas, que batiam com mais força contra minha virilha, talvez querendo dobrar meu pau...
- Ai... não... lá vem... aiii... ufff...
Laurita já havia aprendido a descobrir quando estava perto de um orgasmo, seu mundo tremia, assim como toda a caminhonete naquele estacionamento desolado e escuro... seu ser se perdia por alguns instantes, os olhos desorbitados, procurando loucamente algo para acalmar seu delírio, buscando meus lábios, que depois soltava para soltar gemidos sonoros e agradáveis.
- Aiii... sim... uhmmm... exclamou satisfeita, quase gritando, tive que tapar sua boca.
Naqueles inúmeros tremeliques que ela teve, conseguiu me levar também, tive que afastá-la rapidamente para evitar gozar dentro dela. O jato ia sair do meu pau, segurei o máximo que pude e puxando uma camiseta velha que tinha no banco de trás, tive que cobrir meu pau e evitar que aquele vulcão de líquidos manchasse todo o interior do veículo…
- Ai… merd… ufff… que gostoso… exclamei satisfeito.
Tinha minha mão sobre a camiseta e meu pau contendo todos meus líquidos, enquanto minha cunhada repousava sobre meu peito, acabada, respirando pausadamente, ainda agarrada no meu pescoço, me dando uns beijos de vez em quando, com as pernas ainda tremendo pelo esforço despendido.
- Foi gostoso… né?... retrucou satisfeita de que eu também tenha gostado.
- Foi… foi incrível… respondi, não tinha porque ser mesquinho, a entrega daquela garota era fenomenal.
- Mas é mais gostoso por trás… disse baixinho, pensativa, a Laurita.
Depois senti uma vibração na minha perna, não era o tremor das pernas cãibras da minha cunhada… era meu celular… era a Valéria…
- Por que demoram tanto?... perguntou.
- Ah… é que sua irmã… queria conhecer por onde trabalho… e trouxe ela no supermercado daqui, pra conhecer a região…
- Ah bom… é bom que ela se interesse por essas coisas… mas outro dia você podia ter levado… me repreendeu a Valé que parecia estar com fome.
- É que queria te dar seu espaço, pra você avançar suas coisas tranquila… retruquei, ainda com a Laurita sobre meu corpo.
- Ok… já tô voltando…
- Traz pizza, que tô morrendo de fome… disse a Valé engraçada.
Quem estava morrendo mais de fome era eu, por culpa da minha cunhada que tinha virado uma gulosa pra questões sexuais…
Terminei de limpar meu pau, com a Laurita sobre mim, coloquei ela de lado, quase dormindo, mas com um sorriso de orelha a orelha, parecia continuar aproveitando aquele prazer do orgasmo. Deixei ela no banco de trás, enquanto eu saía pra me refrescar.
Voltei cansado pro apê, via a Laurita pelo retrovisor, descansando feliz, quase chupando o dedo… só consegui pensar… é uma neném, essa diabrechinha chantagista… Continua… Comentem, deixem pontos.
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