Vagabunda gostosa do trabalho 4

Se quiser ler as outras histórias, dá uma passada no meu perfil.Vagabunda gostosa do trabalho 4
gostosaDepois que a Lucy visitou meu apartamento, nos dias seguintes quase não vi ela pelos corredores do trabalho, não sei se tava envergonhada ou tentando manter distância, talvez com o cu dolorido da surra anal que eu dei… ou quem sabe esperando alguma reação minha. Por outro lado, eu meio que me sentia mal pelo Sergio, ele parecia um cara legal (tranquilo, educado, meio nerd, etc.), e eu tava metendo na namorada dele de forma selvagem por qualquer buraco que me desse na telha, já tinha passe livre pra me esbaldar com algo que parecia que o Sergio não tinha coragem ou não pedia ainda. Até que uns dois dias depois, de surpresa, vi a Lucy do meu lado… na minha mesa…
— Pode me ajudar com isso? Disseram que você tem essa info… — falou nervosa.
— Sim, claro… — respondi tentando agir o mais normal possível. A Lucy tava com uma saia meio justa e florida, pouco acima do joelho, e uma blusa branca solta, junto com o cabelo cacheado dela. Talvez não fosse tanto a aparência, mas o tesão de saber o que se escondia por trás daquela roupa e daquela atitude comportada. Ela percebia o que passava na minha cabeça ao vê-la, e começou a ficar vermelha e abrir os olhos de forma expressiva, como se me recriminasse por deixá-la nervosa. Ao mesmo tempo, ela de vez em quando dava umas olhadas nada santas pro meu meio das pernas, vendo que tava formando um volume por causa da minha excitação com as lembranças do que rolou da última vez. Deixamos escapar uns sorrisos, tentando disfarçar, e voltamos a fazer comentários sobre a informação que eu tava procurando e mandando por e-mail. Até que ela se despediu, dessa vez com um beijo que roçou meus lábios e saiu apressada pra evitar cair em outros tipos de atitude que entregassem nossa proximidade, ainda mais com gente por perto, mesmo trabalhando, com certeza de olho pra ver o que comentar. Bom, já que ela se aproximou, mesmo que por necessidade de trabalho, agora é minha vez de dar o próximo passo, pensei.
— Você me deixou todo quente e duro… — mandei uma mensagem pra ela, me referindo ao meu pau. Pau duro. -          Siiim, percebi… tava morrendo de vontade de chupar ele… ela respondeu toda excitada em outra mensagem segundos depois, também de olho no que eu ia fazer. -          Dá hoje?... escrevi na lata, sem rodeios, era óbvio que a gente queria a mesma coisa. -          Não… tenho que apresentar um trabalho na aula… ela se desculpou, e completou: talvez você possa me levar pra aula hoje e a gente combina quando… Achei de boa, a Lucy queria continuar nossos encontros, eu tava sorrindo com a safadeza que tava planejando. No fim do dia, peguei a Lucy a uma quadra do trabalho, exatamente pra não ser visto pelos colegas… -          Aquilo que eu vi me deixou perturbada… ela confessou no carro, sobre meu pau duro enquanto eu tava sentado passando as informações. -          Então quando a gente se vê… falei, apressando o próximo encontro. -          Ainda tenho uns minutos… ela disse, toda fogosa. -          Como?... respondi surpreso. -          Estaciona ali… atrás… ela apontou pra uma área meio escura. Perto do nosso trabalho tinha uma zona industrial meio abandonada, que parecia fantasmagórica, vazia e mal iluminada de noite, mas ainda não tinha escurecido de vez. Nessas condições, a aposta da Lucy era meio arriscada, pelo menos pro que eu queria fazer. Pensei que, se um dia eu tive coragem de fazer dentro de um carro, naquela caminhonete, com o banco de trás abaixado pra ficar mais confortável… mas as intenções dela eram diferentes. Assim que estacionei atrás do que parecia um caminhão quebrado, num lugar escuro, a Lucy se jogou em cima de mim, me enchendo de beijos apaixonados, enquanto a mão dela enfiava rápido dentro da minha calça. Eu não tinha tempo de reagir, imaginei que era por causa da excitação e do pouco tempo que ela tinha. -          Agora me deu vontade disso… ela falou, pegando no meu pau e batendo uma punheta. -          Claro, claro… do seu jeito… falei ansioso, sentindo a mão dela. carícias. Pouco tempo depois, Lucy se inclinou e engoliu minha pica de um jeito desesperado. Lá fora já tinha escurecido e, apesar de a área ser deserta, de vez em quando passava algum táxi ou veículo de suprimentos que usava aquela via como atalho.gostosa- Espera… espera… que vem alguém… eu dizia pra avisar ela. Nas primeiras vezes ela me ouvia e se soltava, disfarçando, enquanto os carros passavam rápido, ela voltava rapidinho a chupar meu pau com paixão. Nas vezes seguintes, ela já se recusava a largar meu pau…
- Não… não… tá uma delícia… me deixa assim… ela reclamava entre gemidos abafados. Só consegui pegar meu paletó no banco de trás, me esticando pra puxar ele, e cobrir ela parcialmente. Tampar a cabeça e parte do corpo dela inclinado na minha virilha. Dava pra sentir ela abafar um sorriso de felicidade pela minha iniciativa e por deixar ela engolir meu pau em paz, que tinha virado a fixação dela desde que a gente se viu horas antes. De vez em quando, Lucy emergia debaixo do paletó, com as bochechas vermelhas, quase sufocada pelo calor de estar coberta… respirava uns segundos, com os olhos fechados como se estivesse em transe, às vezes abria os olhos, com uma expressão sorridente ao ver como os lábios dela tinham me excitado.gostosaLucy já mostrava seus lábios avermelhados e melados pelas gotas de porra que eu ia tirando de forma preliminar, enquanto eu acariciava seus cabelos crespos. Não precisava fazer nenhum sinal nem nada… ela mesma sabia que devia voltar às suas tarefas, se escondia de novo debaixo do casaco e voltava a chupar meu pau. Aquilo virou uma obsessão pra ela, essa mania de me mamar… era o objetivo dela e não parava, nem pra olhar as horas… a sucção que ela fazia já tava fazendo efeito, não sabia como avisar quando eu fosse gozar, porque ela parecia uma sanguessuga grudada.
- Solta logo… vamos… deixa sair… eu praticamente implorava pro meu pau, era óbvio que a Lucy não ia me largar até tirar toda a minha porra.companheiraSimplesmente parei de ficar alerta com o que acontecia lá fora, me concentrei em acariciar os cabelos dela, desliguei um dos meus sentidos ao fechar os olhos e só me dediquei a aproveitar seus lábios quentes, língua suculenta e suas mãos macias que, de vez em quando, me punhetavam. Uff… era uma delícia, o que muitos ignoravam sobre essa garota, mas ela era uma expert em chupar, fazia com uma paixão e devoção que eu raramente tinha experimentado. - Ayyy… Lucyyy… Cuidadooo… avisei, sentindo que ela ia gozar.CompanheirinhaAchei que não tinha me ouvido, tirei o paletó que cobria ela, puxei um pouco do cabelo dela, mas a Lucy insistiu em ficar onde estava… pronta pra tudo… até que eu não aguentei mais… - Ufff… porra… ufff… exclamei satisfeito. Meu pau explodiu que nem vulcão, com jorros e jorros de porra, naquela altura já não tava ligando se o carro todo ia ficar sujo… mas essa preocupação foi à toa… porque em nenhum momento a Lucy tirou a boca do meu pau… sugando cada jato de leite. Sentia a garganta dela se contraindo no meu pau, engolindo cada gota de porra, respirando com dificuldade… já tinha parado de soltar líquido, mas a Lucy continuava, como se tivesse limpando meu pau, lambendo e relambendo, sugando… depois de alguns segundos… - Aiii… porra… nãooo… ufff… me contraí de novo. Senti que tava me mijando, enquanto ouvia gemidos satisfeitos no meu pau, não sei de onde a Lucy tinha tirado uma descarga extra e generosa de porra. De repente, minha perna e minhas costas ficaram relaxadas pra caralho, até dormentes, diria eu. - Siim… sabia que você ia me dar tudo… bom garoto… disse a Lucy triunfante, dando um beijo na cabeça do meu pau. - Porra… você me deixou quase paralítico… falei ainda sem recuperar a sensibilidade da cintura pra baixo. Ela sorriu contente com aquilo, que considerava um elogio ao trabalho duro dela. - Ufff… siim… você me devia essa desde a tarde… disse satisfeita, se deitando na minha virilha. A Lucy também parecia exausta, ficou uns segundos assim, sentia a respiração dela no meu pau, da minha posição só via a cabeleira dela, não sabia se ela tava de olhos fechados ou se tava admirando meu pau que tinha se rendido aos lábios dela. Entre os cabelos dela, mal dava pra ver as bochechas coradas e os vestígios dos lábios vermelhos e melados de porra. Decidi, enquanto acariciava o cabelo dela, afastar um pouco e apreciar o rosto dela… animada com isso, ela só sorriu e passou a mão Língua passando pelos lábios melados e meio inchados de tanto chupar.
— Tava uma delícia… — sentenciei satisfeita, já mais recuperada.
— Siiim… foi incrível… — suspirei.
— Cê acha que é errado o que a gente faz? — ela perguntou, pensativa.
— Sei lá… só sei que você faz bem pra caralho… — falei, quase como um elogio.
— Kkkkk… valeu… você tem a ferramenta certa, facilita as coisas… — disse ela, se referindo ao meu pau. Aí vi que ela ficou meio reflexiva, talvez com as mesmas dúvidas que eu tava tendo, acho que ela também…
— Sei lá… ele não te pede essas coisas? — me arrisquei a perguntar.
— Ele é um cara legal, mas não tem malícia, ou então reprime. Uma vez eu tentei, mas ele ficou envergonhado… disse que preferia tomar a iniciativa… me pediu pra ser mais romântica… mas…
— Mas o quê? — retruquei.
— Mas… eu também tenho minhas necessidades… — falou, sobrecarregada. Na hora entendi que, apesar de tudo, de se permitir essas liberdades, Lucy queria me explicar por que fazia aquilo, talvez pra que eu entendesse e não julgasse ela, como provavelmente já tinham feito antes. No caminho, Lucy se arrumou no espelho do carro, passando batom pra disfarçar os restos de porra nos lábios e perfume pra esconder o cheiro do leite. Deixei ela perto da faculdade, e ela foi embora com a promessa de que na próxima vez teria mais tempo pra aproveitar melhor os prazeres que a gente já tinha experimentado. Já tava vendo que com Lucy dava pra explorar coisas novas sem medo nem vergonha. Continua…

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