Pra quem é novo, deixo aqui pra vocês emendarem os contos anteriores:http://www.poringa.net/posts/relatos/3520122/La-novia-de-mi-sobrino-1era-parte.html
http://www.poringa.net/posts/relatos/3525728/La-novia-de-mi-sobrino-2da-parte.htmlChegou sexta-feira e, como combinamos, passei com meu carro para buscar a Sofia. Buzinei um par de vezes e ela apareceu, vestida de novo naquela minissaia jeans maravilhosa e com uma regatinha tipo top cor pastel que contrastava lindamente com o tom bronzeado da pele dela. Ela subiu de um pulo e me deu um beijo rápido na boca, ela intuía e se adiantava ao que nós dois estávamos convencidos de que ia rolar.
Saímos na estrada e ela começou a preparar o mate, depois disso sentou de "perninha", juntando os pés e abrindo as pernas como sempre fazia... a brancura da calcinha dela, marcando a dobra da rachinha, era perfeita: não tinham passado nem 5 minutos que ela tinha subido no carro e meu pau já estava duro que nem um cacete. Apostando no vencedor, coloquei minha mão direita na parte interna das coxas dela... ela suspirou.
Enquanto a conversa rolava, eu ia acariciando toda a extensão da perna dela, até que paramos num posto de gasolina para completar água e continuar o mate... quando ela desceu, ao virar de costas, levantou a saia me deixando ver a bunda dela e girou rindo... tínhamos alguns motéis no caminho, mas parar faria a gente chegar atrasado no evento. Ela subiu no carro e, depois de arrumar a garrafa térmica, se aproximou da minha boca e me beijou.
"... lembra que o banheiro não se negocia..." ela disse numa voz baixa e sensual. "... tava pensando em a gente tomar banho junto..." eu falei e ela riu. Ela pegou minha mão e levou direto pra entreperna dela... pude sentir que tava molhada. Jogou a cabeça pra trás e me pediu pra acelerar a viagem, que a gente não ia chegar na hora.
A manhã foi bem movimentada, Sofia, sempre que podia e ninguém olhava, se aproximava e a gente se beijava... eu aproveitava pra apalpar o corpo todo dela, que tava colado no uniforme de promoção. Ao meio-dia, passamos num restaurante e almoçamos algo rápido pra depois ir direto pro hotel deixar as malas. Entramos e Sofia se jogou na cama, eu comecei a desfazer as malas. arrumar os papéis.
Levantei a vista e a mina vinha andando descalça (algo que me excita pra caralho) com a parte de cima do macacão abaixada até a cintura...
Ali se apresentavam aqueles peitos adolescentes, durinhos, empinados... com aqueles mamilos quase invisíveis, de um rosa clarinho...
Quando chegou do meu lado, peguei ela pela cintura, puxando pra mim... segurei um peito com a mão e acariciei... coloquei minha língua no mamilo e, fazendo círculos nele, de vez em quando mordia.
Sofia bagunçava meu cabelo com as mãos...
"... à noite, tio... à noite, por favor... agora não, já tá na hora de ir..."
Lá no fundo, eu xingava ela: "... pra quê essa puta vem pelada se vai me cortar o barato assim?!!??..." pensava.
Levantei o uniforme dela, arrumei, beijei ela na boca e, sem mostrar minha raiva, falei pra ela terminar de se vestir e a gente ir embora.
Nem preciso dizer que as horas de espera não passaram nunca, mas no final tive minha recompensa.
Compramos uns hambúrgueres, latas de cerveja e fomos pro hotel.
No quarto, fomos direto pro chuveiro, pros beijos... abaixei o uniforme dela todo e ela ficou exposta na minha frente: era linda, uma pintura... ela, brincando de ser uma menininha, levou um dedo à boca e ficava subindo e descendo no lábio inferior, mordendo de vez em quando.
Eu, também pelado, com minha barriguinha de "quarentão" e meu pau apontando pro teto, curtia cada segundo, quem sabe se um dia eu teria outra chance de estar com uma gostosa como a Sofia.
Entramos no chuveiro e ela começou a me bater uma enquanto me beijava... levantei um pouco uma das pernas dela e, virando ela de frente pra parede, meti... o som do gemido dela quando meu pau entrou e bateu no fundo tá gravado nos meus ouvidos.
Apoiada com as mãos na parede, ela empinava a bunda, fazendo meus movimentos não encontrarem resistência nenhuma, entrando e saindo ritmado...
"... me come, papai, me come..." ela sussurrava entre gemidos.
A excitação não tava a meu favor, então em uns dez minutos já tava pronto pra gozar, sorte que ela também tinha terminado rapidinho.
"... onde você quer a porra, Sofi?" perguntei
"... tudo dentro... não desperdiça nada, tio..."
Esse "tio" me dava arrepios. Segurei ela firme pela cintura e acelerei as metidas, enchendo ela em segundos... ficamos colados por um tempão enquanto a água do chuveiro nos molhava.
Nos secamos e, pelados como estávamos, fomos comer os hambúrgueres e tomar cerveja.
Com o ar condicionado no talo, me deitei, e dessa posição dava pra ver ela toda em todo seu esplendor.
Ela veio andando devagar até mim e, engatinhando da beirada da cama até meu peito, começou a passar a língua pelo meu corpo inteiro... estiquei os braços, me segurando nas barras da cabeceira da cama, fechei os olhos e deixei ela trabalhar... só aproveitei.
Sofi, depois de um tempão brincando com a língua, montou em mim... apoiou os braços esticados no meu peito e começou a subir e descer devagar...
Ela mexia o quadril, fazendo meu pau quase sair inteiro pra depois descer de uma vez e enfiar até o saco, e eu acompanhava o movimento com as mãos na cintura dela.
Depois, ela se virou (girando sem tirar o pau de dentro) e me deu a vista maravilhosa da bunda dela a 40 centímetros de distância.
"... quero essa raba..." falei, arranhando as costas dela com os dedos.
Ela virou a cabeça, mordendo o lábio, e disse: "... nunca transei com alguém tão direto assim?" e a gente riu.
Ela se levantou devagar, se inclinou pra frente e ficou de quatro... me ajeitei e ela – antes – quis passar a língua pra lubrificar meu pau.
Com a mão esquerda, guiou a ponta da minha cabeça pro buraquinho dela, encaixou e depois me segurou pela coxa, empurrando devagar até fazer ele desaparecer dentro dela.
Deitei sobre as costas dela e abracei, rodeando a barriga dela... depois de um tempo, ela começou a mexer o quadril até me fazer gozar dentro. A bunda dela.
Esperei uns minutos e tirei meu pau do esconderijo, soltando um vulcão de porra que jorrava pelo buraco dilatado.
Fomos tomar outro banho e dormimos até o dia seguinte.
Os dois dias seguintes foram de puro sexo... ela provou meu leite e a gente criou o costume de, antes de dormir, a bunda dela ser quem recebia a dose diária.
Depois do rolê em Esperanza, visitei a Sofia na casa dela pelo menos uma vez por semana durante quase um ano, foram dos meus dias mais felizes... ela devolvia anos pro que meu documento dizia, mas eram muitos anos de diferença e isso foi nos afastando.
Sofia ficou gravada na minha retina e na minha mente como uma mulher infernal com cara de menininha e que nunca pediu nem exigiu nada além de se divertir, sem complicações.
Às vezes, espero ouvir atrás de mim aquela voz me chamando: "oi, tio...
http://www.poringa.net/posts/relatos/3525728/La-novia-de-mi-sobrino-2da-parte.htmlChegou sexta-feira e, como combinamos, passei com meu carro para buscar a Sofia. Buzinei um par de vezes e ela apareceu, vestida de novo naquela minissaia jeans maravilhosa e com uma regatinha tipo top cor pastel que contrastava lindamente com o tom bronzeado da pele dela. Ela subiu de um pulo e me deu um beijo rápido na boca, ela intuía e se adiantava ao que nós dois estávamos convencidos de que ia rolar.
Saímos na estrada e ela começou a preparar o mate, depois disso sentou de "perninha", juntando os pés e abrindo as pernas como sempre fazia... a brancura da calcinha dela, marcando a dobra da rachinha, era perfeita: não tinham passado nem 5 minutos que ela tinha subido no carro e meu pau já estava duro que nem um cacete. Apostando no vencedor, coloquei minha mão direita na parte interna das coxas dela... ela suspirou.
Enquanto a conversa rolava, eu ia acariciando toda a extensão da perna dela, até que paramos num posto de gasolina para completar água e continuar o mate... quando ela desceu, ao virar de costas, levantou a saia me deixando ver a bunda dela e girou rindo... tínhamos alguns motéis no caminho, mas parar faria a gente chegar atrasado no evento. Ela subiu no carro e, depois de arrumar a garrafa térmica, se aproximou da minha boca e me beijou.
"... lembra que o banheiro não se negocia..." ela disse numa voz baixa e sensual. "... tava pensando em a gente tomar banho junto..." eu falei e ela riu. Ela pegou minha mão e levou direto pra entreperna dela... pude sentir que tava molhada. Jogou a cabeça pra trás e me pediu pra acelerar a viagem, que a gente não ia chegar na hora.
A manhã foi bem movimentada, Sofia, sempre que podia e ninguém olhava, se aproximava e a gente se beijava... eu aproveitava pra apalpar o corpo todo dela, que tava colado no uniforme de promoção. Ao meio-dia, passamos num restaurante e almoçamos algo rápido pra depois ir direto pro hotel deixar as malas. Entramos e Sofia se jogou na cama, eu comecei a desfazer as malas. arrumar os papéis.
Levantei a vista e a mina vinha andando descalça (algo que me excita pra caralho) com a parte de cima do macacão abaixada até a cintura...
Ali se apresentavam aqueles peitos adolescentes, durinhos, empinados... com aqueles mamilos quase invisíveis, de um rosa clarinho...
Quando chegou do meu lado, peguei ela pela cintura, puxando pra mim... segurei um peito com a mão e acariciei... coloquei minha língua no mamilo e, fazendo círculos nele, de vez em quando mordia.
Sofia bagunçava meu cabelo com as mãos...
"... à noite, tio... à noite, por favor... agora não, já tá na hora de ir..."
Lá no fundo, eu xingava ela: "... pra quê essa puta vem pelada se vai me cortar o barato assim?!!??..." pensava.
Levantei o uniforme dela, arrumei, beijei ela na boca e, sem mostrar minha raiva, falei pra ela terminar de se vestir e a gente ir embora.
Nem preciso dizer que as horas de espera não passaram nunca, mas no final tive minha recompensa.
Compramos uns hambúrgueres, latas de cerveja e fomos pro hotel.
No quarto, fomos direto pro chuveiro, pros beijos... abaixei o uniforme dela todo e ela ficou exposta na minha frente: era linda, uma pintura... ela, brincando de ser uma menininha, levou um dedo à boca e ficava subindo e descendo no lábio inferior, mordendo de vez em quando.
Eu, também pelado, com minha barriguinha de "quarentão" e meu pau apontando pro teto, curtia cada segundo, quem sabe se um dia eu teria outra chance de estar com uma gostosa como a Sofia.
Entramos no chuveiro e ela começou a me bater uma enquanto me beijava... levantei um pouco uma das pernas dela e, virando ela de frente pra parede, meti... o som do gemido dela quando meu pau entrou e bateu no fundo tá gravado nos meus ouvidos.
Apoiada com as mãos na parede, ela empinava a bunda, fazendo meus movimentos não encontrarem resistência nenhuma, entrando e saindo ritmado...
"... me come, papai, me come..." ela sussurrava entre gemidos.
A excitação não tava a meu favor, então em uns dez minutos já tava pronto pra gozar, sorte que ela também tinha terminado rapidinho.
"... onde você quer a porra, Sofi?" perguntei
"... tudo dentro... não desperdiça nada, tio..."
Esse "tio" me dava arrepios. Segurei ela firme pela cintura e acelerei as metidas, enchendo ela em segundos... ficamos colados por um tempão enquanto a água do chuveiro nos molhava.
Nos secamos e, pelados como estávamos, fomos comer os hambúrgueres e tomar cerveja.
Com o ar condicionado no talo, me deitei, e dessa posição dava pra ver ela toda em todo seu esplendor.
Ela veio andando devagar até mim e, engatinhando da beirada da cama até meu peito, começou a passar a língua pelo meu corpo inteiro... estiquei os braços, me segurando nas barras da cabeceira da cama, fechei os olhos e deixei ela trabalhar... só aproveitei.
Sofi, depois de um tempão brincando com a língua, montou em mim... apoiou os braços esticados no meu peito e começou a subir e descer devagar...
Ela mexia o quadril, fazendo meu pau quase sair inteiro pra depois descer de uma vez e enfiar até o saco, e eu acompanhava o movimento com as mãos na cintura dela.
Depois, ela se virou (girando sem tirar o pau de dentro) e me deu a vista maravilhosa da bunda dela a 40 centímetros de distância.
"... quero essa raba..." falei, arranhando as costas dela com os dedos.
Ela virou a cabeça, mordendo o lábio, e disse: "... nunca transei com alguém tão direto assim?" e a gente riu.
Ela se levantou devagar, se inclinou pra frente e ficou de quatro... me ajeitei e ela – antes – quis passar a língua pra lubrificar meu pau.
Com a mão esquerda, guiou a ponta da minha cabeça pro buraquinho dela, encaixou e depois me segurou pela coxa, empurrando devagar até fazer ele desaparecer dentro dela.
Deitei sobre as costas dela e abracei, rodeando a barriga dela... depois de um tempo, ela começou a mexer o quadril até me fazer gozar dentro. A bunda dela.
Esperei uns minutos e tirei meu pau do esconderijo, soltando um vulcão de porra que jorrava pelo buraco dilatado.
Fomos tomar outro banho e dormimos até o dia seguinte.
Os dois dias seguintes foram de puro sexo... ela provou meu leite e a gente criou o costume de, antes de dormir, a bunda dela ser quem recebia a dose diária.
Depois do rolê em Esperanza, visitei a Sofia na casa dela pelo menos uma vez por semana durante quase um ano, foram dos meus dias mais felizes... ela devolvia anos pro que meu documento dizia, mas eram muitos anos de diferença e isso foi nos afastando.
Sofia ficou gravada na minha retina e na minha mente como uma mulher infernal com cara de menininha e que nunca pediu nem exigiu nada além de se divertir, sem complicações.
Às vezes, espero ouvir atrás de mim aquela voz me chamando: "oi, tio...
7 comentários - A gostosa do meu sobrinho (3ª e última parte)