Por fumar (Sem consentimento) Eu tinha brigado com minha mãe, porque ela já estava me enchendo o saco de transformar a casa numa nuvem constante de fumaça, já que ela não consegue viver sem cigarro. Eu disse umas coisas horríveis pra ela. Passei dos limites e, presa na minha impotência por não conseguir resolver as coisas, assim que o meio-dia chegou perfumando a cozinha com seu clássico ensopado, preferi sair batendo a porta. Não cumprimentei minha mãe e não comi nada. Caminhei umas 20 quadras até a casa do meu primo Matías, um cara que sempre tem o que eu preciso nos momentos de raiva incontrolável. Sexo, beck, cerveja, uns novinhos com quem me divirto e, uma forma exagerada mas eficaz de ficar do meu lado, seja qual for o assunto. A ele eu devo quase todos os meus vícios, mas eu tirei a virgindade dele na tarde em que me cansei de ele ficar olhando minhas tetas de soslaio, ou de dar uma de esperto pra pegar na minha bunda, e de suas primeiras ereções desmoronarem no calor dos meus 21 anos. Faz 5 anos que transamos, que ele me oferece pros amigos e que eu me entrego de boa vontade pra conseguir umas flores boas. Mas naquele meio-dia ele não me esperava. Estava sozinho, e saiu de cueca depois do meu terceiro toque na campainha. Mal me acomodei num sofá, apareceu o Facha, seu melhor amigo. Ele estava quase tão duro quanto o Matías. Só que mais perdido e estúpido. Os dois começaram a me contar que estavam na estrada desde quinta, e apesar de ser domingo, não pareciam tão acabados como outras vezes. Logo estávamos bebendo uma cerveja comendo umas batatas velhas, falando do show que foram de uma banda de rock e de umas novinhas que não conseguiram convencer a transar. Aí o Mati trouxe uma pedra pra triturar e bolar uns becks. Eu me ofereci pra fazer enquanto o Facha insistia que a gente devia dropar um ácido. Como não demos bola, o cara mandou tudo sozinho, e então começou a rodada do primeiro beck. Só reparei como estava acabada quando o Mati mostrou surpresa com minha aparência e me falou. Expliquei sobre minha mãe, que na correria saí só com o que tinha no corpo. Era um top velho, uma camisinha rosa faltando alguns botões, um jeans furado nos joelhos e um tênis todo judiado. Além disso, estava despenteada, e somado ao jeito puxado dos meus olhos quando a erva fazia sua arte na minha mente, eu parecia irreconhecível. Logo o Facha ficou só de cueca, e os dois começaram um show de insinuações para que eu os comesse. Eu estava com tesão, mas queria fumar e só isso. Mesmo assim, eles me apalparam à vontade e eu os masturbei por cima das cuecas até gozarem. Mas, assim que ouvi a porta do carro dos tios, os alertei e decidi que o melhor era dar umas voltas por aí. Não foi fácil me livrar deles. Estavam super excitados e não se contentavam com minha visita no dia seguinte, que tive que prometer a qualquer custo. No entanto, logo senti o sol queimando meus ombros, meus pés felizes percorrendo as ruas sonolentas da cidade na hora da sesta, e meu cérebro enrolado em seus próprios pensamentos. Comprei uma água mineral num quiosque, uns chicletes e um isqueiro mais adiante. Dei umas tragadas num beck grande que bolei para a caminhada e continuei andando. Passei na casa de uma amiga, mas ela não estava. Entrei numa loja de roupas esportivas, mas saí quando percebi que estava muito chapada, e que ria de qualquer coisa. A vendedora deve ter me achado uma completa idiota! Além disso, me sentia perseguida. Comprei um sorvete e, como não me deram colherzinha, acabei manchando minha camisa. Quando cheguei na praça, acho que por volta das 8, porque não tinha relógio nem celular, desabei num dos bancos e fiquei entretida observando crianças, velhos e adultos que passavam. Acendi o beck e, ao dar umas tragadas, senti uma vontade imensa de dar uma dedada. Acho que toquei minha buceta na frente de uma menininha que passou na sua bicicleta com rodinhas e tudo. Na hora, a mórbida sensação de que ela pode ter me visto com a mão dentro do jeans me deixou ainda mais excitada. Por isso continuei fumando e, em algum momento, A vontade de me pegar nos peitos arrancou os dois últimos botões da minha camisinha. Eu estava assim. Esparramada no banco, fumando e apertando meus peitos quando dois policiais me trouxeram de volta à realidade. "Moça, você sabe que é proibido fumar essa porcaria na via pública?!", disse o mais gordo e barbudo dos dois. "Levante-se e apague isso! Diga seu nome e idade!", disse o outro que parecia mais velho. Contei que me chamo Romina, que tenho 28 anos e pedi desculpas, sem conseguir controlar minha risada boba pela brisa maravilhosa das flores. Foi aí que o gordo pegou o baseado e levantou minhas mãos. "Temos que revistá-la, moça! Então fique quietinha e de boca fechada! Você não anda vendendo essa merda, né?", disse o velho, e os dois começaram a vasculhar meus bolsos, a me apalpar e tocar mais do que deviam. Eu não aguentei e peguei no pau do gordo, que logo suspirou suave e murmurou: "Então além de estar meio doidinha, você tá com tesão, gostosa?" Trocaram olhares de desejo e cumplicidade, e logo o gordo enfiou dois dedos na minha boca para eu lamber e chupar, enquanto dava tapinhas carinhosos com a outra mão. O velho continuava fuçando e cheirando minhas roupas, apalpando minha bunda descaradamente. Eu estava quase no meio dos dois, então sentia os paus deles pressionando meu corpo enquanto tentava recuperar um pouco de equilíbrio. Não conseguia parar de rir! Quando o gordo se atreveu a me beijar na nuca, senti meu clitóris inchar de prazer. Acho que isso me fez gemer cada vez mais sem vergonha. "Você é meio putinha, é, garota?", investigou o gordo. "Não, meu amor... mas adoro transar... e que chupem bem meus peitos!", escapou enquanto as mãos do velho repicavam na minha bunda. Logo os dois estavam mordendo meus peitos por cima do top, até que a cavalheirice do gordo o puxou um pouco para baixo para que suas línguas lambessem meus mamilos, enquanto minha boca lambia e mordia os dedos dos dois, que suspiravam encantados. Até que um puxou meu cabelo com força quando meu descontrole fez com que, sem querer, eu mordesse com fúria o dedo do velho. Ganhei um belo de um tapa na cara. Mas nada parecia me trazer de volta à realidade. "Ei negão, já passou das dez! Por que a gente não leva ela pra viatura e vê o que faz com a putinha?", disse o gordo com autoridade enquanto colocava meus braços atrás das costas e me fazia andar meio aos empurrões. Na viatura não ficamos nem 5 minutos, já que a delegacia não estava longe. Já no escritório, o velho sentou na sua cadeira e pegou meus dados pessoais. O gordo me sentou de uma só empurrada no chão e tirou minha camisinha. Disse que se não fizesse o que pedissem, me enquadrariam por sexo em via pública e por posse de substâncias proibidas. Meus miolos estavam sendo triturados pela loucura e pela realidade, e não conseguia raciocinar com tanta maconha no sangue. O gordo trancou a porta com ferrolho e tirou o pau pra fora da calça. "Sabe chupar, vadia?!", disse com a voz grossa, e então entendi tudo que pude. Não sei por que, mas comecei a engatinhar um pouquinho e, sozinha, me aproximei do seu púbis para começar a mamar aquele pau magricela e comprido, mas com um gosto que não me deixava parar de cheirar, babar e esfregar na minha cara. O velho, enquanto isso, escrevia e atendia algumas ligações. Até que a inveja o trouxe até mim, e logo seu pau também foi capturado pela minha boca cheia de saliva e lambidas inquietas. O velho tinha o pau mais curto, mas gordinho e com uma cabecinha que já aparecia fora da pele, vermelha e úmida. Os dois tremiam quando o calor dos meus dentes os possuía. Não conseguia ouvi-los, mas adorava que usassem minha boca, me sabendo vulnerável de quatro diante deles. Logo, quando suas bolas eram brasas junto à minha língua, e minhas mãos masturbavam aqueles paus à beira de explodir, a voz do gordo soou como um trovão. "Tira tudo e fica só de calcinha, sua putinha de merda!" Fiz sem hesitar, rápido e— nervosa. Assim que terminei, os dois me deixaram o bumbum vermelho com umas palmadas que com certeza podiam ser ouvidas por todo o pátio do destacamento. Quando o velho me apontou a arma quase desmaiei! Você devia morrer, sua imundinha! Não dá pra andar com esse cheiro de mijo, menina!, ele gritou no meu ouvido, e me jogou sobre a mesa onde antes eu escrevia, em cima de uns papéis, umas xícaras vazias, o notebook, celulares e canetas. O gordo ria às gargalhadas. Fiquei de costas, dolorida, desconfortável e com a cabeça pendurada. Isso último foi combustível pro gordo, que não hesitou em enfiar o pau na minha boca e me obrigar a chupar, sentindo minhas ideias escapando até pelo nariz. Não podia mentir pra mim mesma. Estava gostando daqueles episódios. Enquanto o gordo gemidinha cada vez que me ouvia suplicar entre arrotos e engasgos, o velho enfiava seus dedos rudes na minha buceta. Ele me cheirava desesperado e lambia minha calcinha. Até mesmo, às vezes, puxava ela com os dentes. Quando interpretou que entre tanta chupada eu disse que tava me mijando de tesão, ele me avisou que se não fizesse xixi na cara dele como uma garotinha, ele me estourava a cabeça. Ei gordo, essa vadia tem o mesmo cheiro de puta que minha enteada! E até posso dizer que a xoxota se parece!, disse o velho entre cheiradas profundas e chupões nas minhas pernas. Não seja filho da puta, Gómez! Por mais que essa caminhonete tenha 18 anos, você vai se ferrar com sua mulher!, retrucou o gordo me batendo com o pau na boca aberta. Depois o velho tirou minha calcinha sem nenhum cuidado. Amassou ela toda e enfiou inteirinha dentro da minha buceta, pra então juntar a boca nela e beijar, lamber, cheirar, morder e esfregar seus bigodes. Mas assim que o gordo começou a se sacudir com o pênis, vomitando toda a porra na minha boquinha, não consegui me controlar mais, e fiz xixi na cara do velho, que ofegava com uma felicidade que parecia não caber no peito. Por isso era compreensível que ele subisse em cima de mim depois de arrancar a calcinha dos... Lá dentro do meu buraco, acomodei a cabeça num cinzeiro enorme e ele enfiou o pau na minha buceta pra bombar umas 10 ou 15 vezes, enquanto o rosto dele, coberto do meu mijo, esfregava no meu e nos meus peitos. Assim que a porra dele inundou meu calor interno, senti como um alívio. Imaginei ficar grávida daquele velho decrépito e deu nojo. Mas eu continuava igual de tarada. Assim que o gordo atendeu uma ligação do celular, me levantou pelos cabelos da mesa. Ali os dois começaram a me dar socos, tapas, bofetadas, chutes nas pernas, a me queimar com cigarro, a me chicotear com um cinto nas costas e a me xingar. Não pararam nem quando caí no chão, derrubada. Senti o gosto do meu sangue quando lambi meus lábios, e ardia um corte no peito direito, além das queimaduras nos meus ombros e braços. "Essa putinha tem que levar na raba por ser vagabunda, e porque mijou na sua cara, negão!", disse o gordo exultante. O velho me pegou nos braços e me sentou numa cadeira surrada. O gordo amarrou meus pulsos no encosto, e em questão de segundos minha boca voltava a chupá-los em paz, mas tão puta quanto antes. Só que eu estava de cabeça pra baixo, e era terminantemente proibido parar. Até que o gordo preferiu convidar o amigo pra chupar meus peitos, e os dois diziam que iam me curar com a saliva deles. O velho me masturbava de leve, e até num momento de loucura, acho que atordoado pelos meus gemidos, colocou o cano gelado da pistola de serviço dele na minha boceta. A adrenalina que senti por causa do susto, acho que virou um orgasmo que me paralisou. Se pudesse ter pedido, teria gritado pra ele atirar em mim! O gordo me desamarrou e tirou a cadeira sem muito esforço. Já derrotada no chão, me preparei para chupá-los de novo, sentada com minhas mãos em volta dos joelhos e suando de vergonha pelas minhas ações, mesmo estando pegando a melhor foda da minha vida. Pareceu uma chupada eterna, que o gordo interrompeu quando Ele me jogou contra a parede, me masturbou e chupou meu cu com uma vontade que só pude agradecer gozando uma e outra vez nos dedos dele. Mas o velho o afastou para colocar minha calcinha encharcada, me sentou na cadeira de novo e pediu que eu chupasse ele, enquanto o outro dizia: "Ei, gata, não quer fazer xixi pra gente? Ou cocô? Vai, faz cocô e xixi com a calcinha posta, vadia! Os quarentões eram mais degenerados do que eu imaginava! Por enquanto, me dediquei a lamber bem os paus deles e cuspir neles como mandavam. Mesmo assim, não queria parar de chupar. Estava com tanto tesão que faria qualquer loucura para agradá-los. Além disso, adorava ouvi-los me dizer essas safadezas enquanto me queimavam com cigarro ou me beliscavam. "Vamos ver como a bebê faz xixi? Vai, neném, toma a mamadeira, engole tudo, e faz cocô pra gente, bebê gorda, queremos te ver toda suja, putinha! Vamos ver como a drogada faz xixi e cocô na calcinha? Olha que sua mamãe não vai vir te trocar as fraldas!" Tudo aquilo, e outras provocações, faziam minhas têmporas latejarem numa névoa mais densa que minha situação, e no meio do boquete comecei a notar que estava fazendo xixi lenta e inexoravelmente. Eles comemoraram os fios de mijo que escorriam das minhas pernas roxas, e enquanto as investidas do velho na minha garganta ficavam mais e mais nojentas, impacientes e doloridas, especialmente pro meu couro cabeludo quando ele puxava meu cabelo, senti que era a hora. Primeiro saíram uns peidos quando fiz um pouco de força com a barriga. Mas não demorei a me cagar toda, louca por pica e sem nenhuma moral pra preservar. A alegria dos policiais foi ainda maior. Os dois me beijaram na boca. O gordo soltou um "Obrigado, bebê, te amo, você fez xixi e se cagou toda, como eu queria!" O velho me colocou de pé, tirou minha calcinha e, depois de esfregá-la na minha bunda, na minha buceta e nos meus peitos, me jogou no chão de bruços. Logo em seguida ele... Ele montou no meu corpo, caindo bruscamente e enfiando seu pau na minha buceta para me comer sem preconceitos, arrastrando minha humanidade um pouco pelo chão gelado e cuspindo na minha cara ao girar para não machucar meu nariz. Enquanto recebia seu machismo militar na minha vulva, minha mão punhetava seu amigo que não parava de me pedir para soltar pum. Como se fosse tão fácil controlar meus intestinos! O velho se afastou de mim prometendo mijar na minha bunda depois de abrir minhas nádegas, porque para ele eu era uma porca imunda e nojenta. O imbecil estava com o pau tão duro que só conseguiu mijar nas minhas costas, já que seu pênis era um obelisco de veias apontando para o teto! O gordo zombou dele, ferindo seu orgulho, então acho que ele voltou aos meus quadris, mas desta vez para enfiar no meu cu, de uma só vez e fundo. Gritei como uma louca porque doeu. Acho que até mandei ele pra buceta da mãe dele. Então, o gordo colocou seu pau na minha boca para abafar meus gritos. Ele teve que sentar no chão, então suas mãos articulavam minha cabeça para que meu boquete fosse ao seu gosto. "Agora caga no meu pau, gata, vai que depois eu te dou ele todinho na boquinha, mamãe!", dizia o velho enquanto ofegava, se movia devagar e apertava minhas nádegas, mas sempre com seu pau endurecendo nas paredes do meu cuzinho apertado. Essa tortura gostosa durou até que o gordo me levantou por um braço, como se meu corpo fosse um pedaço de jornal, e quando finalmente fiquei de pé o velho grunhiu: "Temos que acabar com essa putinha!" Cada um assumiu sua posição em mim, e então o pau do gordo deslizou na minha vulva, enquanto o do velho afundava no meu cu febril e tão lubrificado que nem uma gota de óleo foi necessária. Dessa forma, enquanto caminhávamos pelo lugar mal iluminado, eles me comiam com paixão sincera, e às vezes tentavam me amedrontar quando queimavam as pontas do meu cabelo com um cigarro. Eles pediam mais mijo e cocô enquanto lambiam cada canto meu, riam das minhas Olhos marejados e minha tosse incontrolável por causa da fumaça. Mal tinha voz sobrando pra gemer! Quando eu reclamava de alguma beliscada violenta nos meus mamilos, o gordo me tapava a boca com um pano de prato que cheirava a água sanitária, me dava um tapa na bunda e dizia: "Aguenta aí, gata, isso te acontece por ser puta!" Realmente não sei como conseguia continuar andando com os dois paus bem encaixados nos meus canais. Assim que chegamos na janela do escritório, o gordo tirou sua dureza da minha buceta e o velho abriu a cortina pra mostrar minhas tetas machucadas pra outro policial que vigiava as redondezas da delegacia. O outro fez um gesto, e o velho, que não largava minha bundinha, gritou: "Vai procurar suas putas, careca, ou seus travestis! Olha que aqui na esquina tem um par!", e os dois riram com ironia. O gordo fechou as cortinas, e o velho me pegou no colo pra trotar por todo o quarto, sem tirar o pau da minha bunda. Na verdade, ele me comia bem forte, me balançava e dizia que eu era uma gata de cu cagado, uma fumante mijona e drogada, e que com certeza adorava transar com caras maduros. Além disso, ele cuspia na minha cara, apertava meu nariz dizendo que queria que eu enchesse as mãos dele de meleca, esticava meus mamilos e me engasgava com seus dedos enrugados quando me fazia chupar e morder. O outro me fazia fumar um baseado que tirou da mesa, que só fazia eu tossir pior do que antes por ser tão ruim e nojento, e enfiava os dedos na minha buceta de qualquer jeito pra me fazer gritar pedindo piedade. Mas esses caras eram incansáveis. Não sei como aconteceu, o velho me jogou de bruços na mesa, e enquanto tentava me sufocar com o pano, me enfiava o pau na bunda, esquecendo que eu também sou de carne e osso. Até que sua gozada estrondosa explodiu nos meus intestinos, e se espalhou pros meus orgasmos mais verdadeiros, aqueles que se perderam em lágrimas de pura tesão. Ele me deixou chorando na mesa, o grande cretino, e seu amigo se compadeceu lambendo as lágrimas do meu rosto dizendo: "Já acabou, bebê, de boa; o Gómez já te deu toda a porra, sua putona! Ele me levantou e me levou até a parede, onde amarrou meus braços numa barra de ferro horizontal, que talvez fosse usada para pendurar roupas, e o velho colocou minha calcinha para depois tirar algumas fotos. O gordo mijou nos meus pés enquanto me explicava que, se eu me comportasse direitinho com eles, até me dariam um pouco de janta. Logo o pau dele, ereto, ultrapassou as bordas da minha calcinha suja e penetrou minha buceta com fúria, enquanto mordia e chupava meus peitos, dizia que eu era uma vadiazinha suja e pedia para eu mijo no pau dele. Até que o velho apareceu com um balde de água. Nunca o vi saindo. "Negão, e se a gente der um banho na gatinha?!", disse o velho com cinismo, e o gordo se afastou para que o amigo despejasse toda aquela água fria na minha cabeça. Estremeci e fiquei tensa até o último fio de cabelo. Eles pareciam ainda mais animados. O gordo abriu uma caixa de pizza e me deu três pedaços, que devorei com uma fome de criança órfã enquanto o velho tirava minha calcinha. O gordo queria me ouvir arrotar, e como não saía, o amigo dele deu um tiro que acertou o teto. Foi com certeza pelo susto que, instantaneamente, fiz xixi. O gordo aproximou o baseado paraguaio dos meus lábios e me fez fumar para me acalmar. Me acalmei quando ele se ajoelhou para chupar minha buceta, e mesmo tendo me feito gozar umas três vezes, eu queria um pau em vez daquela língua escorregadia. Até que o velho colocou minha calcinha de novo, e os dois saíram depois de uma ligação telefônica. "Aqui você vai nos esperar, gatinha, e nada de gritar, entendeu, vadia?!", foi a última coisa que o gordo falou com arrogância. Passaram umas três horas, nas quais minha mente só repassava os infortúnios do meu dia estranho. A cada minuto eu ficava mais excitada. Mas não podia nem me tocar, porque continuava amarrada, com frio, descalça, pelada e com sede. Meu cabelo ainda pingava por causa do balde de água gelada. Naquele tempo, só podia me distrair ouvindo os gritos abafados dos bêbados, de militares, de apitos e buzinas da rua, e todo tipo de distúrbios que costumam enfeitar a madrugada. Quando entraram, o gordo me deu um copo d'água e me trouxe mais fumo. Meus neurônios misturavam tesão e cansaço, quando o velho colocou uma cadeira debaixo da minha bunda, me sentou de repente e senti o puxão nos meus braços quase adormecidos, ainda amarrados no cano. Então, os dois me pediram para punhetá-los com os pés. Os dois babavam quando seus paus tomaram contato com meus calcanhares, e para o esgotamento dos meus pobres pés, aqueles pauszões, esfregadas e cuspidas eram como massagens carregadas de carinho. Enquanto isso me diziam: "Faz xixi de novo, bebê, vamos, enche essa calcinha de merda, mija e se caga todinha, putinha!" Sentia cãibras no pescoço, um formigamento nos braços estendidos e uma dor de cabeça intensa. Mas também muita vontade de obedecê-los. Então fiz toda a força que pude para me cagar e me mijar todinha. Isso me dava um prazer indescritível. Já tinha mijado várias vezes de tesão. Mas nunca tinha me cagado. Assim que viram cair um pedaço da minha bosta, os dois me obrigaram a chupar seus paus, primeiro um de cada vez, e sem demora me enfiaram os dois ao mesmo tempo. O gordo começou primeiro a se desmanchar em gemidos e gestos, enquanto sua porra me empanturrava a garganta. Com o velho tive mais trabalho. Mas assim que cuspi nas minhas tetas para punhetá-lo com elas, ele me deu uns tapas fortes na boca e, aí, até mostrei a língua quando seu sêmen maquiou do meu rosto ao meu cabelo num espasmo fervoroso. O gordo olhou a hora no relógio e disse que era muito tarde. O velho me desamarrou, e o gordo, assim como eu estava, me colocou o top, a camisa, o jeans com muito esforço e chamou um táxi por telefone. "É hora de voltar pra casa, neguinha suja! Não acha?", disse o gordo depois da buzinada do taxista. Acho que os dois me levaram até o carro, embora com os olhos vendados. O velho disse que eu podia tirar a venda, só quando me Tenho certeza de que estou em casa. Não consigo lembrar nem como abri a porta, nem se paguei o taxista, nem se conversei sobre algo com ele. Só sei que me sentia acabada, sem forças, com muita sede e mais suja do que nunca. Tudo girava quando finalmente bebi água na cozinha, e dei um pulo, empalidecendo ainda mais minha figura desgrenhada, quando um dos cachorros latiu no quintal. Sentei-me na poltrona com a ideia de tomar um banho. Mas peguei no sono sem o mínimo esforço. Por volta das 9 da manhã, os fortes raios de sol queimavam meus olhos. Tanto que nem mesmo a vergonha que senti ao ser descoberta pela minha mãe poderia me abalar mais. Ela me acordou com tapas, querendo saber onde eu tinha estado, e por que estava com o cabelo grudento, fria, pálida, com cheiro de mijo e bosta, com um bafo de morte e com o nariz machucado. Não sei como ela fez, mas tirou quase toda minha roupa, e quando fiquei de top e calcinha, me levou aos empurrões para a cama, cagada e mijada como estava. Ouvi ela se afastar falando sozinha. Eu não entendia o porquê, mas quando ela me trouxe um copo de suco cerca de meia hora depois, diante dos olhos dela, fiz xixi na cama. Minha mãe, furiosa e pálida, me deu outros tapas, me despiu completamente e me colocou uma fralda. Na verdade, já não sei se estava sonhando, ou se aquilo estava realmente acontecendo. Mas foi certo que minha mãe gritou coisas que não consigo lembrar, e tentou me fazer reagir para que eu dissesse algo. A coitada não teve o mínimo sucesso. Sei que dormi até o anoitecer, sonhando com os milicos, com o Facha cheirando pó, com meu primo lambendo meus peitos, depois com a menina que andava de bicicleta, e então, me levantei desnorteada para tomar banho, pronta para planejar meu dia de trabalho na gráfica. O que meu chefe pensaria de mim se me visse naquele estado?
3 comentários - Fumadinha