O dia que um corno me chamou. 2

Quer saber como começou?Parte 1:http://www.poringa.net/posts/relatos/3524795/El-dia-que-un-cornudo-me-contacto-1.html

Quer saber como continuou:Parte 1.2:http://www.poringa.net/posts/relatos/3525549/El-dia-que-un-cornudo-me-contacto-1-2.html

Hoje: Vicky se soltaToquei a campainha, a Vicky abriu a porta. Ela tava usando uma saia justa, meia arrastão, salto alto, um top que deixava a barriga de fora, e tava toda maquiada, lábios vermelho carmim, olhos delineados. Sem falar nada, ela me agarrou passando os braços no meu pescoço. Minhas mãos abraçaram ela primeiro e, no ritmo do beijo, comecei a passar a mão na bunda dela, apertar, e o beijo foi ficando mais intenso... ficamos uns minutos ali, na porta, até ela me convidar pra entrar. Vi na mesinha de centro um copo de vinho, um baseado bolado e a música dando o clima do encontro.

A primeira coisa que ela falou, no meu ouvido: "hoje você me come com força, me deixou com tesão a semana inteira, quero essa pica"....

Entrei, com a decisão e a pica já meia bomba...

A vontade que eu tava era de comer ela ali mesmo, mas entrei, sentei no sofá e ela ficou num jeito mais educado. Falou pra eu tomar o vinho se quisesse e disse pro Mario:

Vicky: senta na sua cadeirinha de corno
Mario: sim, meu amor
V: amor nada, hoje não sou sua, sou dele, e você se contenta em olhar, entendeu?
M: sim

Mario pegou a cadeira dele e sentou a uns metros, com um fernet na mão

Vicky: vem, coração, toma esse vinho, se quiser fumar, bolei um baseado
Eu: vem, senta do meu lado, coloca uma música primeiro, e deixa a luz mais baixa
V: o que você pedir, quer uma música em especial?
Eu: o que você tem?
V: deixa comigo

Ela colocou uma música lenta, começou a se mexer, dançava pra mim, passava as mãos apertando o próprio corpo. Diria que tava um pouco alterada, sem vergonha. Rebolava a bunda de um jeito hipnótico, queria comer ela toda. Dançando, se afastava e se aproximava. Eu sentado no sofá, a Vicky vinha até mim, se abaixava mostrando os peitos, aqueles peitões enormes que quase estouravam o sutiã. Quando eu olhava, ela fingia que ia me beijar, e quando eu aproximava a boca pra encontrar a dela, ela se afastava, voltava e lambia minha boca. A brincadeira de ir e vir me deixava duro que nem pedra, a pica explodindo.

Num momento, ela abaixou o top e deixou os peitos de fora, continuava dançando. Os bicos dos peitos duros, ela se aproximou e colocou as tetas perto de mim, comecei a chupá-las. Ela empurrou minha cabeça contra ela e eu chupava as tetas dela cada vez com mais força.

V: chupa, vai
...
V: olha cornozinho como ele chupa minhas tetas, é assim que se faz
A Vicky estava inclinada na minha direção, eu chupava as tetas dela e passava a mão na bunda dela, num movimento errado de pernas ela derrubou minha taça de vinho. Ela se virou e se abaixou pra lamber o vinho da mesa e do chão. Ao se abaixar, a saia dela subiu e a pussy dela ficou no ar, uma pussy depilada e apertada, estava molhada, ela passava a língua no vinho e me olhava, quando viu que eu tava olhando pra pussy e pro ass dela, começou a se tocar, passava dois dedos me provocando...

Eu fingi que ia levantar pra pegar ela de quatro como tava, ela se virou e me sentou de novo, colocando meus braços esticados sobre o encosto do sofá e sentou em cima de mim...

Sem soltar meus braços, ela se mexia, roçava a pussy toda molhada na minha calça, rebolando. Começou a me beijar, a intensidade do beijo era extrema, a saliva escorria pela minha boca, caía na minha camisa e de repente a Vicky abriu minha camisa de um puxão, arrebentando todos os botões. Longe de me importar, voltei a chupar as tetas dela. Ela abriu minha braguilha e tirou meu cock que tava estourando, fez eu chupar as tetas dela e num movimento se afastou, ficou de pé na minha frente, e se abaixando enfiou o cock inteiro na boca...

Não entrou tudo, mas ela me punhetava com a boca a toda velocidade, se ajoelhou na minha frente pra chupar, só parava de percorrer o cock pra lamber de cima a baixo. Num momento ela vira a cabeça e

Vicky: cockhold prepara um fernet e traz pra ele tomar enquanto eu chupo esse cock gostoso que ele tem
Mario: sim, meu amor
V: meu amor nada, traz logo
Eu: me traz uma cerveja
M: sim, já vou
V: vou comer esse cock todinho, e é melhor tu não gozar que eu quero montar nele
Eu: continua chupando

A Vicky desceu pra chupar até se engasgar de cock

V: que cock gostoso filho da puta, me come forte hoje
Tava me segurando pra não gozar, ela chupava minha rola me olhando com aqueles olhos azuis e a saliva escorria pela minha pica até a base. Tirei ela, arranquei a calça, a camisa que tava toda fodida e fiquei pelado, queria levar ela pro sofá, pra ela sentar, mas ela recusou, me fez sentar de novo...

Coloquei uma camisinha e ela montou em mim, enfiou minha rola inteira de uma vez, até o fundo, e suspirou, começou a rebolar a cintura de um jeito desenfreado. Pegava minhas mãos e aproximava os peitos, eu fiquei parado, chupando as tetas dela enquanto ela me montava.

Num momento ela tirou minha rola, olhou pro Mario, tirou a camisinha, e enquanto eu pensava em falar algo, ela enfiou a pica de novo, toda

Mario: meu amor, isso aí não sei se dá
Vicky: o que eu te falei? meu amor nada, olha como eu te fodo e cala a boca

Sabendo que eu ia falar algo sobre ter tirado a camisinha, ela escolheu montar minha rola devagar e aumentou o ritmo, subindo e descendo, os peitos explodiam, balançavam na intensidade da foda.

A buceta dela tava encharcada e apertada, parecia que não transava há meses, sentia ela apertando minha pica com a lubrificação. Quando soltou meus braços, comecei a apertar os peitos dela com força, ela gemia e cavalgava.

V: ai ai ai sim, vai, vai, me mexo pra você, me sente, me sente
Y: se mexe, vai, continua fodendo

Segurei a bunda dela com uma mão e levei meu dedo à boca dela, enquanto me cavalgava, chupou meu dedo como se chupasse rola, cheio de saliva enfiei um dedo no cu dela. Pela pele fina que separa o cu da buceta, sentia cada estocada enchendo ela de pica. Sabia que ela não era do tipo que entrega o cu, mas tinha um dedo no rabo e cavalgava com mais força. No ritmo de uma respiração incansável, ela parou, tremeu o corpo todo e relaxou em cima de mim... Um orgasmo incrível

Eu continuava com tesão. Vicky levantou e foi pro banheiro, me deixou com a rola duríssima. Tomei uns goles de cerveja e ela voltou. Direto pra chupar minha pica. Ajoelhou do lado Migo, no sofá e me disse: "vou te chupar até o talo, enfia o dedo no meu cu, mas quero até o fundo"

Ela chupava gloriosamente, e obedecendo o pedido, enfiei primeiro um dedo e depois dois. Custou pra entrar, ela reclamou, fez cara de incômodo, mas não dei chance, enfiei dois dedos enquanto ela me chupava de quatro do meu lado. Quando cansou de chupar, voltou a montar no meu pau, cavalgou por um bom tempo e quando estava quase gozando, me levantei, sentei ela no sofá e enchi os peitos dela de porra

Gozei espetacular, a porra escorria pelos peitos dela, ela estava suada e exausta.

Quando viro a cabeça, vejo que Mario estava filmando tudo

Levantei, me vesti e fui até o Mario

Eu: que porra é essa? nem pergunta se pode filmar e já faz, qual é, mano?
Mario: sei lá, bateu a vontade, não enche o saco
Eu: do que cê tá falando? cê faz cada merda, cara, me dá o celular
Mario: não, não
Eu: ou me dá ou eu tiro na força
Mario: tá, pega aí
Eu: como desbloqueia?
Mario: assim
Vicky: além de corno, otário, que que cê fez? ele me deu uma foda gostosa e você vem com essa...?
Eu: vou apagar tudo, se quiser, pede o celular de volta, e se quiser outro encontro, dão um jeito de se desculpar, isso não vai rolar

Com uma indignação fodida, fingi tudo pra ir embora pensando que se rolasse clima, a gente ia passar pra outro nível. Elas me chamaram de novo e... a coisa intensificou

Continua?

6 comentários - O dia que um corno me chamou. 2

QUE MIERDA NI EMPEDO ME GASTE EN LEER ESTA MIERDA DE MENTIRA SOLO UN TROGLODITA LEE ESTO