Queria agradecer quem comenta meus contos e quem me manda mensagem privada... A seguir, relato um dos encontros da Erika com o José, meu irmão. Por causa da foda que meu irmão deu nela no quarto do César, meu primo, pra equilibrar as coisas, contei que minha esposa colocava meu irmão na cama sem me deixar tocar nela. Com o tempo, ela ficou bem complacente em relação a transar com ele, mesmo ainda não gostando muito dele, o que pra mim aumenta o tesão, já que é algo meio, digamos, não totalmente consentido. Depois de várias enrascadas na minha casa, onde o José usava os buracos da Erika à vontade, o filho da puta me contava que queria comê-la igual aos outros, que ela não fosse só a putinha dele em casa, mas também fora. Como vocês imaginam, não coloquei nenhum obstáculo, então alguns dias ele ia buscar ela no trabalho e no caminho passava a mão, mas isso não bastava. Ele, igual a mim, queria vê-la humilhada. O processo durou uns dois meses pra ela ganhar confiança. Às vezes, meu primo e meu irmão iam buscar ela, e com o passar dos dias, algum outro amigo do César se juntava. Vocês já sabem que ela sempre chegava em casa cheia de porra. Um dia, oferecemos uma festinha onde parentes próximos iriam, e o José aproveitou pra convidar os amigos mais safados. Nem preciso dizer que a Erika vestiu uma roupa sensual pra festa, e os olhares de conhecidos e estranhos se concentravam nela. Gostosa como é, ela se abaixava demais ou, ao sentar, abria as pernas sem querer. No vai e vem com as coisas pros convidados, o José garantia de passar a mão nela, o que a deixava entre excitada e irritada. Ela me avisou disso um par de vezes, mas eu mudava de assunto. O tempo passou, e cada vez sobravam menos pessoas. A Erika já estava sob efeito do álcool e não fazia muito pra parar as mãos do José. Perto da meia-noite, pedi pra minha esposa ir buscar mais cervejas, já que eu tava meio ocupado. Atendendo a conversa de bêbado do meu sogro, sem muito jeito aceitei, e José, apressado, se ofereceu pra acompanhá-la. Não achei estranho que, assim que saíram, os amigos vagabundos do meu irmão também saíram. Mal ouvi o motor do carro se afastar, me fiz de desentendido e mandei uma mensagem pro meu irmão: "Mano, seus amigos saíram atrás de vocês. Imagino que seja o que você tá planejando. Sorte, filho da puta, e não maltratem ela muito." Sorrindo, continuei na conversa, sem deixar de sentir o incômodo da ereção que eu tinha naquele momento. Passou mais de meia hora até que eu os vi entrar. A Erika tentou passar despercebida, e eu, atento, percebi uns detalhes que confirmavam o sucesso dos planos do José. Daí a pouco, meus sogros foram embora e quiseram se despedir da filha. Entrei em casa e a Erika já tinha trocado de roupa. Não perguntei por quê — era certeza que ela não queria mostrar a mancha na minissaia nem que tinham arrancado o sutiã dela. Passei o recado dos pais dela sem parar de passar a mão por baixo da outra saia que ela tinha vestido. Não foi surpresa encontrar os buracos dela dilatados, embora sem vestígios de líquido. Achei que, ao trocar de roupa, ela também tinha se limpado. Saímos pra nos despedir dos sogros e voltamos pra dentro de casa. Só ficamos eu, o José, o César, uns dois amigos do José e um amigo meu. A Erika tava super animada, conversando e bebendo com o César, enquanto eu batia papo com meu irmão... "Me conta, o que rolou?" "Nada fora do comum, mano. Fomos no mercado comprar as bebidas, fui encoxando ela no caminho e, antes de subir no carro, no estacionamento, fiz ela me chupar o pau. Não gozei como ela pedia, falei que aqui eu ia meter até pelas orelhas dela. Mas na esquina, ali perto do terreno baldio, apaguei o carro, tirei os peitos dela pra fora e pus ela pra mamar de novo. A putinha falava pra gente se apressar, óbvio que não liguei. Desci do carro e fiquei do lado dela, abri a porta, puxei ela pra fora, afastei a calcinha fio dental e, inclinada no capô, meti nela. Depois fiz ela... Sentei no carro, abri as pernas dela pra enfiar e chupar os peitos dela, ela virava pra ter certeza que ninguém tava vendo. Nisso, meus amigos apareceram, ela falou pra gente vazar, mas eu disse que não tinha problema, que eles também iam comer ela. Então eu saí de perto e deixei eles fazerem de tudo. Fica tranquilo, todos usaram camisinha, foi a condição que eu impus. Pena que tavam muito tarados, não aguentaram nada, mas arrebentaram a bunda dela. Os dois que você vê ali disseram que aguentavam mais uma rodada, e os outros três ficaram com vergonha, então foram dormir. A Erika de repente sumiu, a gente continuou na sala, conversando sobre tudo um pouco. Depois de um tempo, a putinha voltou, dava pra ver os bicos dos peitos dela pelo tecido e a gente percebeu que ela tinha tirado a tanga (quando trocou de roupa, tava usando). Como todo mundo ali, antes ou depois daquele dia, já conhecia os buracos dela, não demorou pra ela sentar no colo do César, oferecendo os peitos e deixando meu amigo agarrar a bunda dela. Depois de ficar assim uns instantes, colocaram ela de quatro no sofá e se revezavam nos dois buracos, puxavam o cabelo dela, batiam na bunda e não paravam de chamar ela de puta. Depois de um gozar na boca dela e outro nos peitos, o José e os amigos dele ajoelharam ela no chão pra mamar, ela, toda gostosa, passava de um pro outro sem mais. Eu fiquei atrás dela e apontei pro cu dela, de tão dilatado que tava, não tive trabalho pra empalar ela, e com uma mão na cabeça dela, fazia ela engolir os membros até o fundo, um e depois outro. Parei de penetrar ela e um amigo do José fez ela montar nele de frente, meteu na buceta dela e fez sinal pro outro. Abriram a bunda dela ao máximo pra, segundos depois, o outro também meter na buceta. Foi um espetáculo diferente que fez a gente chegar perto pra olhar. Ela engolia os dois, não sem fazer caretas de dor, tava completamente aberta. Quando se acostumou com os dois intrusos, rebolava a bunda e pedia mais. Nisso, o José meteu Três dedos no cu dela, ela não parava de pedir pra meter mais forte. Quem tava comendo gozou, e agora José e meu amigo faziam o mesmo, até gozar dentro dela. Não deixamos ela descansar: enquanto eu fazia ela chupar meu pau, César levantou as pernas dela pra passar manteiga no cu dela. Foi enfiando os dedos e depois o pau, alternando as duas coisas. Depois de enfiar quase quatro dedos de uma mão, ele se ajudou com a outra. Ela forçava ao sentir o cu dilatando — acho que já imaginava o que ele queria fazer. Parei de usar a boca dela e segurei as panturrilhas dela, assim o César não precisava se preocupar em segurá-las. A Erika também ajudava, abrindo as nádegas dela, e numa hora ela mesma enfiou uns dois dedos de cada mão pra dilatar mais. Os outros estavam só olhando. Aí o César apontou pro cu, ainda com os dedos dela, e conseguiu enfiar, não sem esforço, a cabeça do pau dele. A enfiada foi devagar. A gente ficou vidrado olhando aquilo, tudo muito excitado, porque todo mundo tava de pau duro. "Acho que já foi", disse o César, vitorioso, dando umas duas estocadas. Tirou o pau e falou: "Vem cá, puta, vamos arrebentar esse teu cu direito". Ela montou de costas pra ele e levantou as pernas o máximo que pôde. Desceu de uma vez pra enfiar o máximo daquele pau, e já empalada, a gente foi passando um por um pra todo mundo curtir essa experiência pervertida. Vocês não têm ideia do erótico e do obsceno que foi ver um duplo anal ao vivo. Um prazer que poucos experimentam, mas que, sem dúvida, vocês precisam viver. Até hoje não é algo que a gente pratique sempre, mas quando rola, a puta não consegue sentar direito por uns dias.
Queria agradecer quem comenta meus contos e quem me manda mensagem privada... A seguir, relato um dos encontros da Erika com o José, meu irmão. Por causa da foda que meu irmão deu nela no quarto do César, meu primo, pra equilibrar as coisas, contei que minha esposa colocava meu irmão na cama sem me deixar tocar nela. Com o tempo, ela ficou bem complacente em relação a transar com ele, mesmo ainda não gostando muito dele, o que pra mim aumenta o tesão, já que é algo meio, digamos, não totalmente consentido. Depois de várias enrascadas na minha casa, onde o José usava os buracos da Erika à vontade, o filho da puta me contava que queria comê-la igual aos outros, que ela não fosse só a putinha dele em casa, mas também fora. Como vocês imaginam, não coloquei nenhum obstáculo, então alguns dias ele ia buscar ela no trabalho e no caminho passava a mão, mas isso não bastava. Ele, igual a mim, queria vê-la humilhada. O processo durou uns dois meses pra ela ganhar confiança. Às vezes, meu primo e meu irmão iam buscar ela, e com o passar dos dias, algum outro amigo do César se juntava. Vocês já sabem que ela sempre chegava em casa cheia de porra. Um dia, oferecemos uma festinha onde parentes próximos iriam, e o José aproveitou pra convidar os amigos mais safados. Nem preciso dizer que a Erika vestiu uma roupa sensual pra festa, e os olhares de conhecidos e estranhos se concentravam nela. Gostosa como é, ela se abaixava demais ou, ao sentar, abria as pernas sem querer. No vai e vem com as coisas pros convidados, o José garantia de passar a mão nela, o que a deixava entre excitada e irritada. Ela me avisou disso um par de vezes, mas eu mudava de assunto. O tempo passou, e cada vez sobravam menos pessoas. A Erika já estava sob efeito do álcool e não fazia muito pra parar as mãos do José. Perto da meia-noite, pedi pra minha esposa ir buscar mais cervejas, já que eu tava meio ocupado. Atendendo a conversa de bêbado do meu sogro, sem muito jeito aceitei, e José, apressado, se ofereceu pra acompanhá-la. Não achei estranho que, assim que saíram, os amigos vagabundos do meu irmão também saíram. Mal ouvi o motor do carro se afastar, me fiz de desentendido e mandei uma mensagem pro meu irmão: "Mano, seus amigos saíram atrás de vocês. Imagino que seja o que você tá planejando. Sorte, filho da puta, e não maltratem ela muito." Sorrindo, continuei na conversa, sem deixar de sentir o incômodo da ereção que eu tinha naquele momento. Passou mais de meia hora até que eu os vi entrar. A Erika tentou passar despercebida, e eu, atento, percebi uns detalhes que confirmavam o sucesso dos planos do José. Daí a pouco, meus sogros foram embora e quiseram se despedir da filha. Entrei em casa e a Erika já tinha trocado de roupa. Não perguntei por quê — era certeza que ela não queria mostrar a mancha na minissaia nem que tinham arrancado o sutiã dela. Passei o recado dos pais dela sem parar de passar a mão por baixo da outra saia que ela tinha vestido. Não foi surpresa encontrar os buracos dela dilatados, embora sem vestígios de líquido. Achei que, ao trocar de roupa, ela também tinha se limpado. Saímos pra nos despedir dos sogros e voltamos pra dentro de casa. Só ficamos eu, o José, o César, uns dois amigos do José e um amigo meu. A Erika tava super animada, conversando e bebendo com o César, enquanto eu batia papo com meu irmão... "Me conta, o que rolou?" "Nada fora do comum, mano. Fomos no mercado comprar as bebidas, fui encoxando ela no caminho e, antes de subir no carro, no estacionamento, fiz ela me chupar o pau. Não gozei como ela pedia, falei que aqui eu ia meter até pelas orelhas dela. Mas na esquina, ali perto do terreno baldio, apaguei o carro, tirei os peitos dela pra fora e pus ela pra mamar de novo. A putinha falava pra gente se apressar, óbvio que não liguei. Desci do carro e fiquei do lado dela, abri a porta, puxei ela pra fora, afastei a calcinha fio dental e, inclinada no capô, meti nela. Depois fiz ela... Sentei no carro, abri as pernas dela pra enfiar e chupar os peitos dela, ela virava pra ter certeza que ninguém tava vendo. Nisso, meus amigos apareceram, ela falou pra gente vazar, mas eu disse que não tinha problema, que eles também iam comer ela. Então eu saí de perto e deixei eles fazerem de tudo. Fica tranquilo, todos usaram camisinha, foi a condição que eu impus. Pena que tavam muito tarados, não aguentaram nada, mas arrebentaram a bunda dela. Os dois que você vê ali disseram que aguentavam mais uma rodada, e os outros três ficaram com vergonha, então foram dormir. A Erika de repente sumiu, a gente continuou na sala, conversando sobre tudo um pouco. Depois de um tempo, a putinha voltou, dava pra ver os bicos dos peitos dela pelo tecido e a gente percebeu que ela tinha tirado a tanga (quando trocou de roupa, tava usando). Como todo mundo ali, antes ou depois daquele dia, já conhecia os buracos dela, não demorou pra ela sentar no colo do César, oferecendo os peitos e deixando meu amigo agarrar a bunda dela. Depois de ficar assim uns instantes, colocaram ela de quatro no sofá e se revezavam nos dois buracos, puxavam o cabelo dela, batiam na bunda e não paravam de chamar ela de puta. Depois de um gozar na boca dela e outro nos peitos, o José e os amigos dele ajoelharam ela no chão pra mamar, ela, toda gostosa, passava de um pro outro sem mais. Eu fiquei atrás dela e apontei pro cu dela, de tão dilatado que tava, não tive trabalho pra empalar ela, e com uma mão na cabeça dela, fazia ela engolir os membros até o fundo, um e depois outro. Parei de penetrar ela e um amigo do José fez ela montar nele de frente, meteu na buceta dela e fez sinal pro outro. Abriram a bunda dela ao máximo pra, segundos depois, o outro também meter na buceta. Foi um espetáculo diferente que fez a gente chegar perto pra olhar. Ela engolia os dois, não sem fazer caretas de dor, tava completamente aberta. Quando se acostumou com os dois intrusos, rebolava a bunda e pedia mais. Nisso, o José meteu Três dedos no cu dela, ela não parava de pedir pra meter mais forte. Quem tava comendo gozou, e agora José e meu amigo faziam o mesmo, até gozar dentro dela. Não deixamos ela descansar: enquanto eu fazia ela chupar meu pau, César levantou as pernas dela pra passar manteiga no cu dela. Foi enfiando os dedos e depois o pau, alternando as duas coisas. Depois de enfiar quase quatro dedos de uma mão, ele se ajudou com a outra. Ela forçava ao sentir o cu dilatando — acho que já imaginava o que ele queria fazer. Parei de usar a boca dela e segurei as panturrilhas dela, assim o César não precisava se preocupar em segurá-las. A Erika também ajudava, abrindo as nádegas dela, e numa hora ela mesma enfiou uns dois dedos de cada mão pra dilatar mais. Os outros estavam só olhando. Aí o César apontou pro cu, ainda com os dedos dela, e conseguiu enfiar, não sem esforço, a cabeça do pau dele. A enfiada foi devagar. A gente ficou vidrado olhando aquilo, tudo muito excitado, porque todo mundo tava de pau duro. "Acho que já foi", disse o César, vitorioso, dando umas duas estocadas. Tirou o pau e falou: "Vem cá, puta, vamos arrebentar esse teu cu direito". Ela montou de costas pra ele e levantou as pernas o máximo que pôde. Desceu de uma vez pra enfiar o máximo daquele pau, e já empalada, a gente foi passando um por um pra todo mundo curtir essa experiência pervertida. Vocês não têm ideia do erótico e do obsceno que foi ver um duplo anal ao vivo. Um prazer que poucos experimentam, mas que, sem dúvida, vocês precisam viver. Até hoje não é algo que a gente pratique sempre, mas quando rola, a puta não consegue sentar direito por uns dias.
2 comentários - Minha esposa puta.....