O dia que um corno me chamou. 1.2

O dia que um corno me contatou. 1.2 Do primeiro encontro à aventura dos encontros seguintesVem de:http://www.poringa.net/posts/relatos/3524795/El-dia-que-un-cornudo-me-contacto-1.htmlA gente tinha transado gostoso pra caralho, a Vicky tava toda melada de porra no corpo, eu, alucinado de tesão, fui pro banheiro. Pensei em tomar um banho, mas jogar como visitante não era minha praia, era novo nisso. Ao mesmo tempo, ouvia lá no quarto o Mario conversando com a namorada dele: "deixa eu lamber a porra do teu corpo", ele pedia. Ela respondia firme: "você tem que merecer, corno, fazer as coisas direito, aprende com esse macho a me comer como eu mereço". As frases me deixavam com mais tesão e eu sentia que me davam o status de bom comedor, ou pelo menos colocavam um padrão. Eu tava no meu intervalo, juntando novas forças e muito tesão.

Saí do banho e vi a cena: ele tava deitado na cama de barriga pra cima, ela por cima dele, segurando os braços dele, se aproximando quase até encostar. Quando tava perto, ele esticava a língua pra lamber a porra e ela, intuitivamente, se afastava. O domínio do desejo, de deixar ele suspenso, isso, eu já sabia, me dava tesão, ela saber como controlar o desejo, o tesão.

Vi como a pouca luz que tinha iluminava o tesão deles, ele de pau duro, com vontade de chupar, com vontade de transar, e ela limitando ele, fazendo ele ficar com mais tesão ainda. Um banho de realidade me inundou, pensei o que tava fazendo ali, como proceder, e, acima de tudo, entendia fortemente que naquele casal eu era o terceiro, disposto a pedir um lugar, mas, principalmente, a esperar que me dessem um...

Decidi ir pra cozinha preparar um fernet pra matar minha sede, fui pelado fazer e enrolei um cigarro. Enquanto fumava com o prazer de quem cumpriu a missão, me apoiei na pia, tragando. Cada tragada tinha o gosto do tesão, eu revisava as imagens da transa. Sem que eu pudesse me lembrar direito, a Vicky apareceu, de salto alto e nua, veio na minha direção decidida. De longe eu vi ela vindo, só faltava uma música que marcasse em cada passo dela a decisão de uma mulher que tinha tudo: abdômen firme, peitões grandes e bicos bem duros, uma boca de lábios pintados de vermelho. Era a primeira vez que eu via ela completa, de longe. nua. Ela desfilava pela passarela, decidida. Chegou em mim e me deu um beijo, um chupão, a língua dela visitou o fundo da minha boca e, sem dizer uma palavra, enquanto me beijava, agarrou minha pica e massageava firme, exigindo tesão, ereção, desejo...

Parou e voltou pro quarto, eu segui. Fiquei parado na porta, ela foi pra cama, deitou o Mario de novo de barriga pra cima, pegou na pica dele, olhou nos olhos dele e disse "olha, corno, é assim que se faz as coisas"... abaixou a cabeça até a pica dele, Mario se deixou esticar na cama e quando os lábios da Vicky estavam perto da pele dele, ela parou. Levantou, veio até mim e me levou pra cadeira onde o Mario tinha sentado. Fernet na mão, cigarro na outra, me deixei levar, pensando que meu lugar seria o de espectador. Ela se levantou, foi até o Mario, se inclinou pra ele, eu podia ver a bunda redonda e firme dela, se virou e veio até mim. Empurrou meu peito pra trás, minhas costas bateram no encosto. Me inclinei, a Vicky se arqueou, chupou minha boca enquanto batia uma punheta na minha pica a toda velocidade, que a essa altura já tava dura como se não tivesse parado.

Sem dizer uma palavra, colocou uma perna de cada lado de mim e enfiou a pica até o fundo, eu fumava, parecia que isso a deixava com mais tesão, ela cavalgava na minha pica de um jeito incrível, decidida, enfiava toda, tirava só um pouco e metia de novo até o fundo. Se agarrava no cabelo, deixando os braços pra cima, e tudo que fazia era percorrer minha pica. Os peitos dela voavam, balançavam, achei melhor aproveitar o momento e tomava fernet, puxava meu cigarro, via como aqueles peitos balançavam, bicos duros.

Ela se reclinou, apoiando as mãos nos meus joelhos, arqueando as costas, dava pra ver bem como minha pica entrava naquela buceta apertada, depilada, barriga firme, e o balanço daqueles peitos me enchiam de glória...

Ela se virou e começou a cavalgar de costas, ritmo desenfreado, via aquela bunda se apoiar na minha pélvis, enfiava a pica toda. Gemendo, dava pra perceber que ele me comia pensando na pica dentro dela e olhando pro Mario, quase pensando "é assim que se fode". Eu fumava, alternava com um gole de fernet e de repente, sem eu esperar, a Vicky soltou um gemido longo, contraiu os músculos e tremeu. O orgasmo dela buscava o meu. Ela saiu de cima de mim, se levantou e começou a me bater uma punheta, agarrava minha pica apertando, com uma pressão invejável. Ela ameaçou chupar e, quando ia fazer isso, eu gozei. Enquanto o esperma jorrava, ela me olhava nos olhos, passou as mãos no leite derramado e espalhou pelo corpo dela...

Ela se levantou, foi se deitar na cama e se preparou pra dormir.

Decidi ir embora. Voltei andando pra casa, pensando no que tinha acontecido, no que eu gostaria que acontecesse, no que fazer, se ia se repetir. O cigarro de novo tinha gosto de tesão, queria provar de novo aquela buceta, chupar aqueles peitos, e acima de tudo queria fazer tudo que o corno do namorado dela não podia fazer. Era quase certeza. Não porque ele não conseguisse, mas porque me dava muito tesão.

Passei uns dias pensando se mandava mensagem pro Mario ou não, só tinha o número dele como contato, decidi não fazer. Até que na quinta-feira finalmente recebi uma ligação dele.

Mario: É o Mario
Eu: Sei
M: Vamos tomar uma cerveja? Preciso te contar umas coisas do encontro
Eu: Hoje às 22 no bar da outra vez

Fechado o encontro, nos vimos no bar, tomamos umas cervejas falando besteira até que

Mario: Do encontro ficou um tesão no ar, primeiro de tudo tenho que te agradecer, a Vicky ficou de boa e com mais vontade de transar.
Eu: A Vicky é muito gostosa
M: Ela ficou com vontade de repetir, e te admito que eu também, não sei o que foi, alguma coisa me deu um tesão do caralho, isso nunca tinha acontecido no relacionamento
Eu: Tá dizendo que querem repetir?
M: Só se você topa
Eu: Quando?
M: Quando você quiser, a gente se adapta
Eu: Sábado
M: Vou falar com ela
Eu: Não, sábado sim ou não?
M: Sim sim, sábado a gente acerta pra rolar
Eu: Às 23 horas eu tô lá ah
M: fala, vou resolver tudo

Essa dose de decisão fez com que sábado se tornasse o horizonte do desejo. Chegado o dia, me preparei pra ir. Viajei pensando naquelas tetas enormes, toquei a campainha e Vicky abriu a porta. Ela tava usando uma saia justa, meia arrastão, salto alto, um top que deixava a barriga de fora, e tava toda maquiada, lábios vermelho carmim, olhos delineados. Sem dizer uma palavra, ao abrir a porta, ela me agarrou passando os braços em volta do meu pescoço. Minhas mãos a abraçaram primeiro e, no ritmo do beijo, comecei a passar a mão na bunda dela, apertar, e o beijo dela ficava mais intenso... passaram uns minutos ali, na entrada da porta, até que ela me convidou pra entrar. Vi na mesinha de centro um copo de vinho, um baseado bolado e a música embalando o encontro.

A primeira coisa que ela me disse, no ouvido: "hoje você me come com força, me deixou com tesão a semana toda, quero essa pica"....

Entrei, com a decisão e a pica já meio dura...

Continua...(?)

2 comentários - O dia que um corno me chamou. 1.2