Essas histórias são inventadas. Qualquer semelhança com alguma mina argentina rachada ao meio é mera coincidência.
Conta a lenda urbana de várias cidades do país que os imigrantes africanos na Argentina não vêm só pra vender anéis ou roupa da Salada. Eles têm um negócio paralelo. E esse é foder toda mulher argentina curiosa por homens de pele preta.
Então vamos imaginar essas situações... sem perder mais tempo, vamos deixar nossa imaginação voar.
Morenos partindo minas ao meio.
Andrea, do bairro de Caballito, acha os africanos vendendo anéis e correntes na rua muito simpáticos. Não só compra deles, como o rapaz acabou cobrando o que devia. Fazendo essa gostosa de 27 anos passar por uma experiência única.



Mica trabalha no centro de Buenos Aires, num escritório de uma empresa. Ela sempre passa pelo bairro de Once, onde tem muitos africanos vendendo. Sempre chamaram a atenção dela, e um em especial, musculoso e muito simpático. Um dia esse cara deu o número de celular pra ela. Ela um dia criou coragem e mandou mensagem no WhatsApp. O resultado? Mica foi parar num motel com um moreno que tinha uma anaconda, fazendo ela delirar de prazer na primeira experiência com um homem de cor.




Giselle também trabalha na região do centro Porteño e, assim como a Mica, passa pela área do Once, onde muitos imigrantes africanos vendem seus artigos. A Giselle tem uns olhos lindos e uns peitões enormes, e sempre chamou a atenção dela um moreno alto, musculoso e simpático que sempre a cumprimentava. Um dia ela parou pra ver o que ele vendia, só pra puxar conversa. Depois de 2 meses, a conversa virou gritos de prazer e gozadas num hotel da região.




Roxana, uma vendedora da região da Avenida Avellaneda, onde muitos desses morenos trabalham. Também caiu nas teias desses mulatos. Sempre cantavam ela, e um dia ela resolveu tirar a dúvida sobre os homens de cor. Esse aí partiu ela no meio, fazendo com que ela tivesse uma experiência única.



Jesica, uma vendedora de 30 anos da região da Avenida Avellaneda, frustrada por ter brigado com o namorado de sempre, queria tirar a dúvida sobre o que falam dos homens negros. Nesse caso, um senegalês musculoso e muito alto que vendia roupas como camelô. Ele sempre olhava pra ela e só dizia "bom dia" quando cruzava com ela. Ela é linda e tem a pele muito branca. Tanto pensou nisso que um dia puxou conversa com o moreno vendedor ambulante. O resultado? A maior e mais grossa piroca que ela já viu, experimentou e que deu prazer na vida dela.




O último caso do dia de hoje. Gaby e Celeste são amigas, moram, trabalham e estudam na cidade de La Plata. Quando passam pela praça, veem um moreno grandão, alto e também muito simpático que uma vez deu um anel pra Gaby. Ela sempre teve uma quedinha por morenos africanos, e até faziam piadas sobre o tamanho e a potência dos caras de cor. Como é que a história terminou? Um dia, a amiga dela criou coragem pra fazer o gancho pra Gaby falar com ele. Mas no fim, as duas acabaram transando com o moreno, que era dono de uma anaconda. E assim, aos 23 anos, numa noite de bebedeira, elas viveram a experiência com um homem negro. Os gritos delas ecoavam pelo hotel inteiro, puro orgasmo e prazer... elas nunca vão esquecer a maratona sexual com o vendedor ambulante delas.



isso é só um mito urbano... bah!! Acho que não.
Conta a lenda urbana de várias cidades do país que os imigrantes africanos na Argentina não vêm só pra vender anéis ou roupa da Salada. Eles têm um negócio paralelo. E esse é foder toda mulher argentina curiosa por homens de pele preta. Então vamos imaginar essas situações... sem perder mais tempo, vamos deixar nossa imaginação voar.
Morenos partindo minas ao meio.

Andrea, do bairro de Caballito, acha os africanos vendendo anéis e correntes na rua muito simpáticos. Não só compra deles, como o rapaz acabou cobrando o que devia. Fazendo essa gostosa de 27 anos passar por uma experiência única.



Mica trabalha no centro de Buenos Aires, num escritório de uma empresa. Ela sempre passa pelo bairro de Once, onde tem muitos africanos vendendo. Sempre chamaram a atenção dela, e um em especial, musculoso e muito simpático. Um dia esse cara deu o número de celular pra ela. Ela um dia criou coragem e mandou mensagem no WhatsApp. O resultado? Mica foi parar num motel com um moreno que tinha uma anaconda, fazendo ela delirar de prazer na primeira experiência com um homem de cor.




Giselle também trabalha na região do centro Porteño e, assim como a Mica, passa pela área do Once, onde muitos imigrantes africanos vendem seus artigos. A Giselle tem uns olhos lindos e uns peitões enormes, e sempre chamou a atenção dela um moreno alto, musculoso e simpático que sempre a cumprimentava. Um dia ela parou pra ver o que ele vendia, só pra puxar conversa. Depois de 2 meses, a conversa virou gritos de prazer e gozadas num hotel da região.




Roxana, uma vendedora da região da Avenida Avellaneda, onde muitos desses morenos trabalham. Também caiu nas teias desses mulatos. Sempre cantavam ela, e um dia ela resolveu tirar a dúvida sobre os homens de cor. Esse aí partiu ela no meio, fazendo com que ela tivesse uma experiência única.



Jesica, uma vendedora de 30 anos da região da Avenida Avellaneda, frustrada por ter brigado com o namorado de sempre, queria tirar a dúvida sobre o que falam dos homens negros. Nesse caso, um senegalês musculoso e muito alto que vendia roupas como camelô. Ele sempre olhava pra ela e só dizia "bom dia" quando cruzava com ela. Ela é linda e tem a pele muito branca. Tanto pensou nisso que um dia puxou conversa com o moreno vendedor ambulante. O resultado? A maior e mais grossa piroca que ela já viu, experimentou e que deu prazer na vida dela.




O último caso do dia de hoje. Gaby e Celeste são amigas, moram, trabalham e estudam na cidade de La Plata. Quando passam pela praça, veem um moreno grandão, alto e também muito simpático que uma vez deu um anel pra Gaby. Ela sempre teve uma quedinha por morenos africanos, e até faziam piadas sobre o tamanho e a potência dos caras de cor. Como é que a história terminou? Um dia, a amiga dela criou coragem pra fazer o gancho pra Gaby falar com ele. Mas no fim, as duas acabaram transando com o moreno, que era dono de uma anaconda. E assim, aos 23 anos, numa noite de bebedeira, elas viveram a experiência com um homem negro. Os gritos delas ecoavam pelo hotel inteiro, puro orgasmo e prazer... elas nunca vão esquecer a maratona sexual com o vendedor ambulante delas.



isso é só um mito urbano... bah!! Acho que não.
9 comentários - Por que os Africanos vêm pra Argentina? Parte 1
Me encanta tu relato...
Ah para cuando la segunda parte de Mi prima se acostó con un negro africano por despecho..
Jajaja