Outro relato de infidelidade. Nada mais gostoso do que ser infiel na mesma cama que você divide com seu parceiro, dá um tesão extra, não acham?
Depois daquele dia em que o Seu Raúl me aproveitou do jeito que quis, nos dias seguintes continuei com minhas infidelidades e, sinceramente, adorava ser mulher daquele homem com um membro tão delicioso.
Como dizem na minha terra, na primeira vez nunca imaginei que estaria botando chifre no meu marido Ernesto, e muito menos com um cara como o Seu Raúl. Eu amo meu esposo, em aparência física não tem comparação, mas na cama a diferença é absurda. Depois que o Seu Raúl me come tão gostoso, sempre me pergunto por que com meu marido não sinto prazer igual sinto com esse cara. Mas lembro de cada vez que ele me faz dele e do jeito gostoso que ele me fode e mete esse pauzão, e os remorsos vão embora. Então só me resta aproveitar o que a vida coloca na minha frente, não sei se realmente me tornei uma puta ou se sempre, no fundo, desejei ser aproveitada como tal.
No dia seguinte ao primeiro encontro com meu amante, minha cabeça estava cheia de mil ideias e suposições. Uma delas: e se Ernesto descobrisse? Que futuro me esperava daqui pra frente? Lembrava de cada sensação que tive naquela foda dos sonhos. Estava angustiada e ao mesmo tempo desesperada, porque ardia de vontade de sentir de novo aquele pau e aquela língua do Seu Raúl dentro de mim. Queria sentir de novo aquelas mãos enormes tocando minhas pernas, chupando meus peitos e apertando minha bunda redondinha, que só ele tinha feito gozar como nunca. Passaram-se 5 dias da primeira foda com o Seu Raúl até meu segundo encontro com esse cara. E o que o Seu Raúl me fez fazer me fez sentir a mulher mais gostosa de todas…
Naquela manhã, como sempre, saí pra me despedir do meu marido, como faço todo dia. Na verdade, ainda estava com a roupa que durmo: um top pequeno e um shortinho que mal cobre minhas nádegas. Ernesto sempre me… Chamou a atenção que ele nunca sai com uma peça tão pequena, porque ele diz que é muito provocante, que dá pra ver minhas pernonas e um rabão, bom, é o que eu visto pra esquentar ele, kkkk… Nisso, vejo o seu Raul caminhando pela calçada se aproximando de casa e ele cruza com o Ernesto, meu marido, sempre muito educado, cumprimentou e ficou conversando uns minutos com o seu Raul. Sei lá, mas ver os dois juntos me deu uma sensação de tesão. Vi o seu Raul todo animado na conversa com meu marido, e não percebi o olhar fulminante do meu marido ao ver que eu não entrei imediatamente em casa, porque naquele instante voltaram as imagens daqueles momentos em que gozei como nunca aquela foda divina, sem deixar de imaginar que minutos depois eu seria a puta do seu Raul de novo.
Eu me virei e entrei em casa pra começar minhas tarefas. Cinco minutos depois, bateram na porta e pensei que o Ernesto tinha esquecido alguma coisa. Ao me aproximar da porta, gritei:
— Amor, o que você esqueceu?
Quando abri a porta, qual não foi minha surpresa: lá estava o seu Raul com aquele sorriso safado. Fiquei paralisada, não sabia o que fazer.
— Como você tá gostosa hoje, mamacita, que shortinho tão pequeno você tá usando, linda, e que rabão você tem. Hoje vou fazer você gozar como nunca e vou te viciar… — disse o seu Raul.
Não dei importância às palavras dele naquele momento.
— Então, minha pequena, você vai me deixar entrar pra estrear esse seu cu virgem?
As últimas palavras ecoaram em mim e me tiraram do transe… — O senhor tá louco, seu Raul? Como é que aquela coisa enorme vai entrar no meu cu?
— Você vai ver, mamacita, vai adorar e vai se viciar no meu pau. Olha pra você com esse shortinho e esse cu tão empinado e redondinho, pedindo pau aos berros…
Ele deu três passos pra dentro de casa assim que fechou a porta, se jogou em cima de mim, me encurralou na parede e me abraçou. Com as mãos enormes dele, começou a apertar minhas nádegas por cima do short e depois por baixo. Sentir aquelas mãos calejadas de novo… apertando minha bunda me deixou excitada 1000% enquanto a língua dele brincava com a minha em beijos intermináveis e cheios de luxúria, instantes depois ele começou a acariciar e apertar meus peitos com as mãos e a brincar com a boca e a língua nos meus mamilos, nessa altura eu já gemia de prazer, não podia acreditar, de novo eu era a mulher do seu Raúl, então me deixei levar pela excitação e pela vontade que eu tinha de ter aquela pica tão grande dentro de mim de novo.
Ele passou uns 15 minutos me beijando e brincando com minha língua e com meus mamilos que estavam bem durinhos, e com a língua percorreu cada centímetro da minha pele, me senti estranha, muito estranha sentir a língua dele percorrer todo o meu corpo, mas a verdade é que eu adorava e me deixava completamente louca e excitada, finalmente depois de vários dias eu voltava a estar nas mãos do meu macho.
Sem nenhuma dificuldade ele me pegou pelas nádegas e me carregou e foi para o meu quarto e me colocou na minha cama, sim, a cama que eu dividia com o homem que amo, mas dessa vez eu a dividiria com o homem que mais me fez gozar. Assim que se deitou, tirou a camisa e a calça, deixando ver um volume enorme por baixo da cueca. Aos poucos, ele tirou meu shortinho minúsculo e minha calcinha fio dental, enquanto beijava minhas pernas, foi então que comecei a sentir os dedos dele deslizando pelas minhas dobras da buceta, tarefa que não foi difícil porque ela já estava super lubrificada.
"Você é bem apertadinha, minha deliciosa Angélica", dizia seu Raúl, levando os dedos à boca e lambendo-os, eu soltava gemidos, um atrás do outro, cada vez mais altos, estava curtindo incrivelmente, cada vez que ele enfiava os dedos na minha buceta eu sentia uma descarga dentro de mim, dos pés à cabeça, e ainda mais quando ele começou a chupar minha buceta, me dando orgasmos intensos, claro que seu Raúl sabia disso e chupava mais e mais com maior intensidade enquanto eu me contorcia e gritava pedindo para ele não parar.
Depois de vários orgasmos, ele se levantou e finalmente tirou aquela pica suculenta, aquela pica tão... Grande morena, venosa e grossa que tanto desejava, me olhou e disse com voz firme.
Minha linda e gostosa Angélica, vem chupar essa pica que hoje vai estrear nessa sua bunda deliciosa. Com cara de inocente, me aproximei e peguei nas mãos aquela pica enorme e comecei a chupar devagar, primeiro a pontinha, lambia como se fosse um pirulito, pra depois engolir ela inteira. Se meu marido me visse aqui, a sua linda esposa, na própria cama dele, de joelhos chupando e curtindo uma maravilha dessas da natureza, ele infartava.
Feito criança com seu doce, lambia e chupava de cima a baixo, passava minha língua daquele par de bolas peludas até a ponta da pica enorme. Caralho, eu tava adorando aquela chupada fenomenal que tava dando nesse velho, e na minha própria cama — essa cena me excitava ainda mais.
Eu tava ardendo, louca pra ter aquele tronco enorme dentro de mim, e não aguentei mais. Pedi pro seu Raúl me dar pica, muita pica. Ele me deitou e me puxou pra beirada da cama, abriu minhas pernas e colocou a pica na minha buceta. Eu pedia pra ele meter logo, e ele começou a dar uns tapinhas com ela. De repente, enfiou a cabeçona enorme na minha buceta — uauuu, eu gritei com um gemido enorme.
— Tá gostando da minha pica, Angie? — disse seu Raúl.
— Adoro, mete tudo agora, quero que me coma como só você sabe.
Devagar, ele foi enfiando a pica em mim. Sentia cada centímetro entrando aos poucos, até o fundo. Senti ela toda. Ele começou o ritmo de entra e sai lentamente, e eu, com meus movimentos, queria que fosse mais rápido. Aí seu Raúl parou de repente e disse:
— Não se desespera, que eu faço todo o trabalho. E começou a meter mais rápido. Minhas pernas estavam bem altas, apoiadas nos ombros dele. Que delícia de foda que ele tava me dando. Feito uma bonequinha, ele me virava, me puxava, me deitava — qualquer posição que ele inventasse, ele me colocava, e em todas eu gozava como uma louca. Ficamos assim umas meia hora, quando de repente seu Raúl me ordena:
— Angeliquinha, traz vaselina, quero estrear essa bunda virgem agora. —Você tá meio assustada, respondi.
—Seu Raul, como é que esse pauzão enorme vai entrar no meu cu? Nunca fiz isso, vai me partir no meio.
—Não se preocupa, rainha, por isso que quero a vaselina, pra não doer e você aproveitar. Vai ver, vai ficar viciada nesse pedaço enorme de carne. Vou abrir bem esse seu cuzinho pra você ver quem é o verdadeiro dono da sua buceta, e não o seu marido.
Ele começou a me beijar e chupar minha buceta de novo, enquanto com os dedos enormes passava vaselina no meu cu. E lembro bem quando ele enfiou o dedo pela primeira vez no meu cu: senti um choque, fiquei em estado de choque, doeu um pouco, mas ao mesmo tempo uma sensação incrível. Depois ele enfiou outro dedo e abriu ainda mais meu buraquinho. Eu tava assustada quando ele começou a sussurrar no meu ouvido:
—Já vai ver, mamacita, relaxa, fica molinha e cooperando, você vai adorar.
Ficou assim por um tempo, até que de repente ele parou e me fez ficar de quatro, posição de cachorrinho.
—Preciosa, levanta bem esse seu cu que hoje você vai provar um pau de verdade.
Ele se posicionou atrás de mim, se aproximou e começou a enfiar a ponta do pau. Senti uma dor enorme, porque o pau dele é muito grosso mesmo. Aos poucos, sentia aquele tronco enorme entrando, parecia que queimava. Com as mãos, apertava meus lençóis e mordia meu travesseiro, não aguentava a dor. Tentei tirar ele de dentro, mas seu Raul me segurou pela cintura e, de uma só vez, enfiou tudo. Não consegui segurar o grito e as lágrimas, a dor era insuportável. Supliquei pra ele tirar, mas seu Raul firme evitou e só disse:
—Espera, minha bonequinha, deixa seu cu se acostumar com o novo amiguinho.
Senti que ia morrer. Depois de alguns minutos com aquele invasor enorme no meu cu, seu Raul começou o vai e vem, e não demorou pra aquela dor intensa desaparecer. Aos poucos, a cada enfiada, sentia menos dor e começava a aproveitar. É inexplicável: depois de tanta dor, comecei a sentir prazer. Nunca imaginei que teria sexo anal, mas a cada enfiada daquele pauzão, sentia um prazer que nunca tinha sentido antes. Agora era eu que estava... Eu enfiava aquela pica enorme, não parava de rebolar a bunda pra ele, sentia aqueles ovos enormes batendo na minha bunda.
— Seu Raul, que pica gostosa o senhor tem, me dá mais pica, adoro essa pica, quero mais, me dá mais dessa buceta gostosa. — Eu gritava enquanto enfiava cada vez mais aquela pica enorme.
Seu Raul parecia um verdadeiro garanhão aproveitando a sua mulher.
— Como sua bunda é apertadinha, minha rainha, olha como entra gostoso.
— Sim, buceta, me dá mais pica, que pica gostosa o senhor tem e como me come gostoso. Quero que aproveite essa mulher e essa bunda que é sua.
— Aqui está sua putinha pra você comer quando quiser.
Sem dúvida, foi a melhor foda da minha vida.
— Vou gozar — falei pro meu amante —, aaaahhhhhh, me dá seu leite, quero ele dentro do meu cu, por favor.
— Goza o quanto quiser, mamacita… vou encher essa bunda gostosa com meu leite…
Pouco depois, senti que gozei num orgasmo intenso enquanto sentia a pica do seu Raul ainda mais dura e maior, e foi quando senti aqueles jorros enormes e quentes dentro do meu cu… aaaahhhhhhh que gostoso… eu gemia.
Foi tão intenso e incrível sentir aquela pica enorme esvaziando dentro do meu cu, e, de fato, a partir daquele dia, fiquei viciada naquela pica deliciosa. Toda vez que via seu Raul, pedia pra ele aproveitar minha bunda, e dali em diante não conseguia passar mais de um dia sem sentir aquelas fodas gostosas… então, nos meus primeiros meses de casada, recebia quase todo dia meu amante, que aproveitava sua pequena Barbie.
Depois daquele dia em que o Seu Raúl me aproveitou do jeito que quis, nos dias seguintes continuei com minhas infidelidades e, sinceramente, adorava ser mulher daquele homem com um membro tão delicioso.
Como dizem na minha terra, na primeira vez nunca imaginei que estaria botando chifre no meu marido Ernesto, e muito menos com um cara como o Seu Raúl. Eu amo meu esposo, em aparência física não tem comparação, mas na cama a diferença é absurda. Depois que o Seu Raúl me come tão gostoso, sempre me pergunto por que com meu marido não sinto prazer igual sinto com esse cara. Mas lembro de cada vez que ele me faz dele e do jeito gostoso que ele me fode e mete esse pauzão, e os remorsos vão embora. Então só me resta aproveitar o que a vida coloca na minha frente, não sei se realmente me tornei uma puta ou se sempre, no fundo, desejei ser aproveitada como tal.
No dia seguinte ao primeiro encontro com meu amante, minha cabeça estava cheia de mil ideias e suposições. Uma delas: e se Ernesto descobrisse? Que futuro me esperava daqui pra frente? Lembrava de cada sensação que tive naquela foda dos sonhos. Estava angustiada e ao mesmo tempo desesperada, porque ardia de vontade de sentir de novo aquele pau e aquela língua do Seu Raúl dentro de mim. Queria sentir de novo aquelas mãos enormes tocando minhas pernas, chupando meus peitos e apertando minha bunda redondinha, que só ele tinha feito gozar como nunca. Passaram-se 5 dias da primeira foda com o Seu Raúl até meu segundo encontro com esse cara. E o que o Seu Raúl me fez fazer me fez sentir a mulher mais gostosa de todas…
Naquela manhã, como sempre, saí pra me despedir do meu marido, como faço todo dia. Na verdade, ainda estava com a roupa que durmo: um top pequeno e um shortinho que mal cobre minhas nádegas. Ernesto sempre me… Chamou a atenção que ele nunca sai com uma peça tão pequena, porque ele diz que é muito provocante, que dá pra ver minhas pernonas e um rabão, bom, é o que eu visto pra esquentar ele, kkkk… Nisso, vejo o seu Raul caminhando pela calçada se aproximando de casa e ele cruza com o Ernesto, meu marido, sempre muito educado, cumprimentou e ficou conversando uns minutos com o seu Raul. Sei lá, mas ver os dois juntos me deu uma sensação de tesão. Vi o seu Raul todo animado na conversa com meu marido, e não percebi o olhar fulminante do meu marido ao ver que eu não entrei imediatamente em casa, porque naquele instante voltaram as imagens daqueles momentos em que gozei como nunca aquela foda divina, sem deixar de imaginar que minutos depois eu seria a puta do seu Raul de novo.
Eu me virei e entrei em casa pra começar minhas tarefas. Cinco minutos depois, bateram na porta e pensei que o Ernesto tinha esquecido alguma coisa. Ao me aproximar da porta, gritei:
— Amor, o que você esqueceu?
Quando abri a porta, qual não foi minha surpresa: lá estava o seu Raul com aquele sorriso safado. Fiquei paralisada, não sabia o que fazer.
— Como você tá gostosa hoje, mamacita, que shortinho tão pequeno você tá usando, linda, e que rabão você tem. Hoje vou fazer você gozar como nunca e vou te viciar… — disse o seu Raul.
Não dei importância às palavras dele naquele momento.
— Então, minha pequena, você vai me deixar entrar pra estrear esse seu cu virgem?
As últimas palavras ecoaram em mim e me tiraram do transe… — O senhor tá louco, seu Raul? Como é que aquela coisa enorme vai entrar no meu cu?
— Você vai ver, mamacita, vai adorar e vai se viciar no meu pau. Olha pra você com esse shortinho e esse cu tão empinado e redondinho, pedindo pau aos berros…
Ele deu três passos pra dentro de casa assim que fechou a porta, se jogou em cima de mim, me encurralou na parede e me abraçou. Com as mãos enormes dele, começou a apertar minhas nádegas por cima do short e depois por baixo. Sentir aquelas mãos calejadas de novo… apertando minha bunda me deixou excitada 1000% enquanto a língua dele brincava com a minha em beijos intermináveis e cheios de luxúria, instantes depois ele começou a acariciar e apertar meus peitos com as mãos e a brincar com a boca e a língua nos meus mamilos, nessa altura eu já gemia de prazer, não podia acreditar, de novo eu era a mulher do seu Raúl, então me deixei levar pela excitação e pela vontade que eu tinha de ter aquela pica tão grande dentro de mim de novo.
Ele passou uns 15 minutos me beijando e brincando com minha língua e com meus mamilos que estavam bem durinhos, e com a língua percorreu cada centímetro da minha pele, me senti estranha, muito estranha sentir a língua dele percorrer todo o meu corpo, mas a verdade é que eu adorava e me deixava completamente louca e excitada, finalmente depois de vários dias eu voltava a estar nas mãos do meu macho.
Sem nenhuma dificuldade ele me pegou pelas nádegas e me carregou e foi para o meu quarto e me colocou na minha cama, sim, a cama que eu dividia com o homem que amo, mas dessa vez eu a dividiria com o homem que mais me fez gozar. Assim que se deitou, tirou a camisa e a calça, deixando ver um volume enorme por baixo da cueca. Aos poucos, ele tirou meu shortinho minúsculo e minha calcinha fio dental, enquanto beijava minhas pernas, foi então que comecei a sentir os dedos dele deslizando pelas minhas dobras da buceta, tarefa que não foi difícil porque ela já estava super lubrificada.
"Você é bem apertadinha, minha deliciosa Angélica", dizia seu Raúl, levando os dedos à boca e lambendo-os, eu soltava gemidos, um atrás do outro, cada vez mais altos, estava curtindo incrivelmente, cada vez que ele enfiava os dedos na minha buceta eu sentia uma descarga dentro de mim, dos pés à cabeça, e ainda mais quando ele começou a chupar minha buceta, me dando orgasmos intensos, claro que seu Raúl sabia disso e chupava mais e mais com maior intensidade enquanto eu me contorcia e gritava pedindo para ele não parar.
Depois de vários orgasmos, ele se levantou e finalmente tirou aquela pica suculenta, aquela pica tão... Grande morena, venosa e grossa que tanto desejava, me olhou e disse com voz firme.
Minha linda e gostosa Angélica, vem chupar essa pica que hoje vai estrear nessa sua bunda deliciosa. Com cara de inocente, me aproximei e peguei nas mãos aquela pica enorme e comecei a chupar devagar, primeiro a pontinha, lambia como se fosse um pirulito, pra depois engolir ela inteira. Se meu marido me visse aqui, a sua linda esposa, na própria cama dele, de joelhos chupando e curtindo uma maravilha dessas da natureza, ele infartava.
Feito criança com seu doce, lambia e chupava de cima a baixo, passava minha língua daquele par de bolas peludas até a ponta da pica enorme. Caralho, eu tava adorando aquela chupada fenomenal que tava dando nesse velho, e na minha própria cama — essa cena me excitava ainda mais.
Eu tava ardendo, louca pra ter aquele tronco enorme dentro de mim, e não aguentei mais. Pedi pro seu Raúl me dar pica, muita pica. Ele me deitou e me puxou pra beirada da cama, abriu minhas pernas e colocou a pica na minha buceta. Eu pedia pra ele meter logo, e ele começou a dar uns tapinhas com ela. De repente, enfiou a cabeçona enorme na minha buceta — uauuu, eu gritei com um gemido enorme.
— Tá gostando da minha pica, Angie? — disse seu Raúl.
— Adoro, mete tudo agora, quero que me coma como só você sabe.
Devagar, ele foi enfiando a pica em mim. Sentia cada centímetro entrando aos poucos, até o fundo. Senti ela toda. Ele começou o ritmo de entra e sai lentamente, e eu, com meus movimentos, queria que fosse mais rápido. Aí seu Raúl parou de repente e disse:
— Não se desespera, que eu faço todo o trabalho. E começou a meter mais rápido. Minhas pernas estavam bem altas, apoiadas nos ombros dele. Que delícia de foda que ele tava me dando. Feito uma bonequinha, ele me virava, me puxava, me deitava — qualquer posição que ele inventasse, ele me colocava, e em todas eu gozava como uma louca. Ficamos assim umas meia hora, quando de repente seu Raúl me ordena:
— Angeliquinha, traz vaselina, quero estrear essa bunda virgem agora. —Você tá meio assustada, respondi.
—Seu Raul, como é que esse pauzão enorme vai entrar no meu cu? Nunca fiz isso, vai me partir no meio.
—Não se preocupa, rainha, por isso que quero a vaselina, pra não doer e você aproveitar. Vai ver, vai ficar viciada nesse pedaço enorme de carne. Vou abrir bem esse seu cuzinho pra você ver quem é o verdadeiro dono da sua buceta, e não o seu marido.
Ele começou a me beijar e chupar minha buceta de novo, enquanto com os dedos enormes passava vaselina no meu cu. E lembro bem quando ele enfiou o dedo pela primeira vez no meu cu: senti um choque, fiquei em estado de choque, doeu um pouco, mas ao mesmo tempo uma sensação incrível. Depois ele enfiou outro dedo e abriu ainda mais meu buraquinho. Eu tava assustada quando ele começou a sussurrar no meu ouvido:
—Já vai ver, mamacita, relaxa, fica molinha e cooperando, você vai adorar.
Ficou assim por um tempo, até que de repente ele parou e me fez ficar de quatro, posição de cachorrinho.
—Preciosa, levanta bem esse seu cu que hoje você vai provar um pau de verdade.
Ele se posicionou atrás de mim, se aproximou e começou a enfiar a ponta do pau. Senti uma dor enorme, porque o pau dele é muito grosso mesmo. Aos poucos, sentia aquele tronco enorme entrando, parecia que queimava. Com as mãos, apertava meus lençóis e mordia meu travesseiro, não aguentava a dor. Tentei tirar ele de dentro, mas seu Raul me segurou pela cintura e, de uma só vez, enfiou tudo. Não consegui segurar o grito e as lágrimas, a dor era insuportável. Supliquei pra ele tirar, mas seu Raul firme evitou e só disse:
—Espera, minha bonequinha, deixa seu cu se acostumar com o novo amiguinho.
Senti que ia morrer. Depois de alguns minutos com aquele invasor enorme no meu cu, seu Raul começou o vai e vem, e não demorou pra aquela dor intensa desaparecer. Aos poucos, a cada enfiada, sentia menos dor e começava a aproveitar. É inexplicável: depois de tanta dor, comecei a sentir prazer. Nunca imaginei que teria sexo anal, mas a cada enfiada daquele pauzão, sentia um prazer que nunca tinha sentido antes. Agora era eu que estava... Eu enfiava aquela pica enorme, não parava de rebolar a bunda pra ele, sentia aqueles ovos enormes batendo na minha bunda.
— Seu Raul, que pica gostosa o senhor tem, me dá mais pica, adoro essa pica, quero mais, me dá mais dessa buceta gostosa. — Eu gritava enquanto enfiava cada vez mais aquela pica enorme.
Seu Raul parecia um verdadeiro garanhão aproveitando a sua mulher.
— Como sua bunda é apertadinha, minha rainha, olha como entra gostoso.
— Sim, buceta, me dá mais pica, que pica gostosa o senhor tem e como me come gostoso. Quero que aproveite essa mulher e essa bunda que é sua.
— Aqui está sua putinha pra você comer quando quiser.
Sem dúvida, foi a melhor foda da minha vida.
— Vou gozar — falei pro meu amante —, aaaahhhhhh, me dá seu leite, quero ele dentro do meu cu, por favor.
— Goza o quanto quiser, mamacita… vou encher essa bunda gostosa com meu leite…
Pouco depois, senti que gozei num orgasmo intenso enquanto sentia a pica do seu Raul ainda mais dura e maior, e foi quando senti aqueles jorros enormes e quentes dentro do meu cu… aaaahhhhhhh que gostoso… eu gemia.
Foi tão intenso e incrível sentir aquela pica enorme esvaziando dentro do meu cu, e, de fato, a partir daquele dia, fiquei viciada naquela pica deliciosa. Toda vez que via seu Raul, pedia pra ele aproveitar minha bunda, e dali em diante não conseguia passar mais de um dia sem sentir aquelas fodas gostosas… então, nos meus primeiros meses de casada, recebia quase todo dia meu amante, que aproveitava sua pequena Barbie.
4 comentários - Recém-casada, como o Dom Raul estreou minha bunda
van puntos " 1" y de pedo 😂😂😂😂😂
Te deje +10 por ambos relatos!