Mi esposa puta.... En el billar

Mi esposa puta.... En el billarDurante um tempo, a cada oito dias, a gente ia num bilhar local. Quase sempre os mesmos clientes iam jogar todo santo dia. Minha esposa tinha uma quedinha pelo filho da puta que atendia, e aos poucos a gente ficou amigo dele. Na maioria das vezes, enquanto eu jogava umas partidas de sinuca, ela ficava atrás do balcão conversando com o rapaz. O lugar tinha um espaço grande na entrada pra guardar as garrafas de cerveja, e um cômodo improvisado com madeira, tipo um depósito, onde dava pra lavar a louça toda que usavam pra bebida. Tinha entrada por esse lado e outra pelo lado das mesas, essa quase nunca era usada. Na frente das mesas de dominó e baralho ficava o balcão, e dali até o fundo, as mesas de carambola e sinuca. No final, os banheiros: dois privados, um pros funcionários e outro pras mulheres, e o último pros homens e clientes em geral. Então, quando a putinha queria ir no banheiro, tinha que passar rebolando a bunda por praticamente todo o estabelecimento, o que sempre distraía os jogadores, porque ela quase sempre usava roupas provocantes. E por isso, ela vivia num estado de êxtase constante, não porque gostasse de velhos barrigudos, mas porque ficava toda excitada por ser o centro das atenções. Mais de uma vez, meu amigo me disse que os clientes perguntavam quanto custava o "pau" (como se diz vulgarmente pra transar aqui no México) com a "senhorita". Meu amigo respondia que não era possível, porque ela era casada e que era melhor não arrumar confusão com o marido, apontando pra mim (tenho 1,84m e sou bem forte). Com essas credenciais, são poucos os que encarariam uma briga comigo. Então, voltando ao que interessa... Erika me dizia, ao sair do bilhar, que não encontrava um jeito de fazer nosso amigo comer ela, porque, apesar de mostrar os encantos quase todos, ele não dava sinais de querer pegá-la. Várias vezes... Brincadei com ele, dizendo que com certeza o amigo era gay. Haha. As semanas passaram e, num desses dias, nosso amigo criou coragem pra tomar umas cervejas com a gente, já que quase não tinha clientes. Até a maioria dos amigos que vinham jogar comigo (vários já tinham comido a Erika) não apareceu naquele dia. Então, entre cervejas e partidas, decidi tomar as rédeas da situação. Convenci nosso amigo Jesus a apostar nos jogos que a gente tava jogando, deixando claro que eu não tava com muito dinheiro e que ele tivesse pena de mim. Jogamos um tempão e as coisas estavam equilibradas, menos nosso bom senso. Aí resolvi aumentar a aposta. Claro que ele é um jogador mais experiente do que eu, então logo perdi meu dinheiro. Sem ter mais o que apostar, cheguei perto dele e falei: "Meu amigo, se você ganhar a próxima partida, o pagamento vai ser a boca da minha esposa." Hahahaha, uma gargalhada sonora foi a resposta que eu recebi, mas foi cortada na hora pela Erika, que colou o corpo no de Jesus e disse: "Não é brincadeira, papai. Se você ganhar do meu marido, vou chupar seu pau..." Um silêncio constrangedor deu lugar à resposta nervosa dele: "Não brinquem com isso, e não é porque sua esposa é feia, nada disso. Quem duvidaria em aceitar se fosse sério?" "Não é brincadeira, Chuy. Se eu perder, juro que a boca dela vai pagar minha aposta..." "Tá bom, vamos jogar", ele disse. Sem dúvida, ele parou de fazer graça e deu uma aula magistral de como se joga. Assim que minha derrota foi declarada, ele apoiou o taco na mesa e, sorrindo, veio falar com a gente: "A próxima rodada é por minha conta. Esquece essa aposta idiota." "Nada disso", eu falei. "Amor, por que você não vai no depósito pegar uns copos limpos?" Erika rebolou a bunda e foi andando pro depósito, enquanto fazia sinal pra Jesus segui-la. Jesus engoliu seco, e eu falei: "Vai, homem, vai buscar seu pagamento. Eu cuido dos clientes." Pra não ficar tão na cara, os dois entraram pela porta que não dava visibilidade pros jogadores. Durante os dez minutos que ficaram fora da minha vista, ninguém percebeu nada. Não pediu nada no bar quando vi vocês voltarem. Como foi, minha vida?
Foi bem, papi. Não é uma pica enorme, mas é bonitinha, e gostei do fato de ele não ter gozado na primeira chupada. Os dez minutos que demorei foi o tempo que ele levou pra me dar o gozo dele...
A gente continuou convivendo, e de repente, sem perceber, outro dos meus amigos sumiu. Instantes depois, era ela que não estava mais à vista. Não fiquei chateado, porque já imaginava o que tava rolando. Pouco depois, Jesus notou a ausência da Erika e me perguntou: "Cara, sua mulher foi no banheiro? Não vejo ela faz tempo."
"Acho que não, Chuy. Por que você não vai no depósito e me conta se vê ela lá?"
Um minuto depois, ele voltou meio confuso... "O que foi, Chuy? Por que essa cara?"
"Porra, amigo, a Erika tá... tá... com seu amigo..."
Eu sorri, divertido. "O que eles tão fazendo?"
"Bom... ahm... tão transando..."
"Relaxa, Chuy. Vai fazer companhia pra eles. Como você pode ver, somos um casal aberto. Vai lá e come ela também. Por acaso você não quer meter nela?"
"Sério?"
"Claro, Chuy. Vai lá e enche os buracos dela de porra."
Pouco depois, meu outro amigo voltou. "Porra, cara, sua mulher parecia um forno. Me espremeu até o talo, e agora o Chuy tá metendo no cu dela. Não quis tirar o atole, hahahaha." A gente caiu na risada...
Dias depois, repetimos a experiência. Toda vez que íamos jogar, o Chuy brincava com minha esposa. Mas os jogos acabam perdendo a graça, e a Erika queria se sentir mais puta. Então, numa outra visita, onde quase não tinha gente — no máximo, quatro homens jogando cartas — ela decidiu entrar no banheiro, tirar o sutiã e dobrar a saia pra que, a cada passo, pudessem admirar a bunda dela. A blusa tinha três dos cinco botões abertos, então os peitos também estavam praticamente de fora. Naquele dia, ela pediu pro Chuy ajudar a atender a mesa pra esquentar aqueles quatro homens. Todos devoravam ela com os olhos, porque a putinha se abaixava demais ao servir as bebidas ou acender o cigarro dos jogadores. Mais de um tirava o celular e... Faltou o descuidado que deixou o flash ligado, assim Chuy e meus amigos percebemos que tavam tirando fotos pra bater punheta depois. A gente continuou jogando, sem dar muita bola pro que rolava naquela mesa. Mais tarde, a puta da Erika desabotoou os dois últimos botões da blusa dela, que no menor movimento já deixava à mostra as tetonas e os bicos duros. Um daqueles homens pediu um cigarro, e quando ela se abaixou pra acender, sentiu uma mão áspera tocando o peito nu. "Hummm, atrevido, filha. Deixa eu tocar mais e você vai ganhar uma boa gorjeta." Erika sorriu: "O cliente sempre tem razão, gato. Podem tocar à vontade." "Perfeito", respondeu o homem maduro. "Traz uma rodada de cervejas e senta aqui comigo. Vamos ver se você me traz sorte no jogo." Sorridente, ela deu a volta, fez o pedido pro Chuy e, atrás do balcão, tirou a tanga. "Toma, bebê, guarda isso que tá me atrapalhando." Pegou a bandeja e a gente parou de jogar. Tava claro que a partida de cartas ia ser da porra de interessante. Erika destampou as cervejas e, ao colocá-las na mesa, se encarregou de esfregar as tetas nas costas de cada homem. "Servidos, senhores. Agora, onde vou sentar, senhor?" Aquele homem pegou ela pela mão e sentou no colo dele. "Vem, mamãe, aqui você vai ficar confortável." O maduro, com uma mão segurava as cartas e com a outra apertava as duas tetas, brincando com elas, dava um gole na cerveja ou fumava. A mão foi descendo devagar até as pernas que estavam abertas, tocou a buceta molhada e depois levou os dedos à boca. "Hummm, pequena, que gostosa você é. Tá gostando?" "Claro que sim, papai. Por que a gente não vai pra outro lugar terminar isso?" "Senhor, não seja assim. O que vão dizer seus amigos se você deixar eles aqui? Coitadinhos..." Dizendo isso, tirou a blusa e falou alto: "Senhores, por que não brincam com isso?" Os outros largaram as cartas na hora. Tiraram os paus eretos pra fora. Aquele que tinha sentado ela primeiro puxou ela de novo pra sentar, mas dessa vez, enfiando o mais fundo que podia o pau dele. "Toma, pequena, tira meu leite." Mmmm, ela gemia e rebolava a bunda. Outros dois pegaram os peitos dela pra chupar os biquinhos, e outro segurou a cabeça dela pra fazer ela chupar pau. Lá estava a puta, aproveitando oito mãos no corpo dela. Aquele coroa não demorou pra empurrar ela e soltar uns gozões enormes que pararam na perna da Erika. O outro terminou dentro da boca dela, e o mais abusado dos que chupavam os peitos dela se colocou atrás dela, empurrou ela em cima da mesa. Os peitos dela se esmagaram contra as cartas, dinheiro de aposta, um cinzeiro e restos de cerveja que derramaram quando ela caiu na mesa. Empurrões violentos de pelve faziam o móvel pequeno tremer. O outro que também chupava peito colocou o pau na cara dela. Erika gemia forte e começou a mamar. O que estava atrás dela bufou e, tirando o pau, lançou o gozo nas costas da Erika. O outro disse: "Vira, Promíscua, agora você vai sentir o meu dentro." Ela se virou, se ajeitou como deu em cima da mesa e levantou as pernas. "Vem, senhor, me come." O outro agarrou as pernas pra separar o máximo e empurrou. "Toma, puta, toma pau." Os outros observavam ainda com os paus murchos pra fora, batendo uma pra ver se conseguiam reanimar, mas não conseguiam. Então, resignados, começaram a apertar os peitos dela ou passar o membro na boca dela. A gente tava surpreso com a resistência daquele que ainda metia o membro. Ele não parava de chamar ela de puta, puta, traga-paus. Os sucos da Erika já molhavam o chão, tinha uma poça pequena debaixo da mesa. As investidas eram brutas, ele tratava ela como ela gosta, e não tinha dúvida que ele demoraria pra gozar. "Mmmm, que gostosa você é, puta, levanta bem as pernas." Ele tirou o pau, cuspiu no cu enrugado da puta e meteu dois dedos. Ela gemeu. "Ah, já vi, puta, você gosta por aqui, né?" Não deu tempo dela responder. Aponto bem no centro do buraco e empalo ela, aghh puta, tá bem apertadinho, essa aqui vai me fazer gozar rápido. Os outros, já conformados em não conseguir reanimar os paus, estavam sentados perto deles, com cervejas novas e cigarros, torcendo praquele herói que tava dando uma boa briga pra uma mulher 20 anos mais nova. Os peitos da Erika pararam de pular loucamente quando foram apertados pelas mãos enormes daquele filho da puta. Ele apertava forte, torcia os bicos dos peitos como se fosse sintonizar o rádio. A Erika se segurava firme na mesa, que rangia como se fosse quebrar a qualquer momento. Porra, que pedaço de puta, como você aperta essa bunda. Toma, putaaaaaa, vou gozar. Apertou ainda mais os peitos e se soltou por completo, parecia que queria meter até os ovos pra derramar toda a porra. Exausto e satisfeito, deu mais uns empurrões vigorosos e ela gemeu mais. Que gozada gostosa, papai, parece que você não gozava há muito tempo. Safada, desceu da mesa e disse: "Não guarda esse brinquedo, tá sujo. Vem que eu limpo." Chupou até a base. Mmmm, assim, puta, vai subir de novo. Continua, puta, continua. Absortos, a gente via o desempenho incrível daquele filho da puta, que depois da gozada violenta continuava duro. A Erika continuou chupando, gulosa, até que aquele homem, acostumado a foder com força, agarrou o cabelo dela e começou a foder a boca dela como se fosse a buceta ou o cu. Come, puta, come. Mais de dez minutos recebeu aquele tratamento até receber no fundo da garganta outra gozada. "Vamos embora, rapazes. Essa puta ganhou o que tem na mesa." Os outros se levantaram e, tirando mais notas dos bolsos, jogaram na puta que tinham acabado de foder.

0 comentários - Mi esposa puta.... En el billar