Por aqui de novo contando algumas coisas que foram acontecendo alguns anos atrás.
Essa história aconteceu comigo quando eu comecei a trabalhar num depósito que guardava mercadoria pra um mercado na minha cidade. Lá trabalhávamos umas 5 pessoas no total, controlando o que entrava e saía do lugar.
Na época, eu era o mais novo de todos ali, uns 20 anos tinha. Os outros já estavam há bastante tempo e eram mais velhos que eu, mas tinha um que era solteiro e tinha uns 45 anos, que sempre zoava que adorava comer uns caras, sempre contava alguma história sobre isso.
Os outros me diziam: "Cuidado com esse aí que ele quer te comer". Eu, sério, nunca dizia nada.
Ele não gostava de trabalhar muito e sempre tentava se esconder em algum canto, mas aparecia e esfregava a pica em mim quando eu tava agachado. "Desculpa", dizia, "mas foi sem querer". Aquilo me enchia o saco e eu fazia cara feia. Ele usava calças de sarja azul meio desbotadas de tanto lavar, mas na parte da virilha já estavam mais gastas porque ele vivia se tocando na pica, coisa que fazia sem pensar.
Contava que quando algum parque de diversões vinha pra cidade, ele era frequentador assíduo e dizia que sempre comia algum cara.
Uma vez, dava pra ver que ele tava de pau duro, e quando passou perto de mim, falou: "Hoje acordei com tesão e não baixa". Eu, sem querer, olhei pro volume dele, e ele se tocou, me mostrando como tava. "Vai bater uma se tá com tesão", falei. Ele se aproximou, pegou minha mão e colocou lá, dizendo: "Vê se você gosta de como eu tô". Dava pra sentir bem dura e de bom tamanho. Falei: "Para de encher o saco e não me enche com isso".
Ele gostava de vir trabalhar bem perfumado, com anéis e pulseiras, mas se vestia de forma simples, embora bem limpo.
Passaram-se os meses e o ambiente de trabalho era bom, sempre zoávamos e contávamos coisas da vida. Uma vez, ele começou a contar que tava comendo um cara em casa, e o cara... tava muito tarado com ele, do jeito que eu tratava ele bem e ele contava que eu dava uns boquetes doidos nele...
Em mim já tinha começado a dar uma coceira, mas eu não tinha coragem de falar nada. O tempo passou e um dia fui no banheiro e ele tava lá dentro. Fui pro mictório do outro lado, ele se mexeu e, pegando na pica, mostrou pra mim. Tava dura. "Olha que cabeça que eu tenho", ele disse. Eu não respondi nada. Dava pra ver que ele tinha uma pica de tamanho normal, bem branquinha com uma cabeça rosada. Eu fui embora continuar o trabalho.
Um dia meu velho falou: "Leva o carro pro trabalho que hoje não vou usar". Na saída, quando tava indo pro carro, ele me disse: "Já que a gente mora perto (umas dez quadras), por que não me dá uma carona?" "Fala", eu disse, e fomos pra casa. Quando chegou, ele aproveitou pra falar: "Quero que me ensine como conectar uma luz na cozinha." Foi uma desculpa pra eu descer. "Beleza, te explico e vou embora", falei. Entramos, ele foi na geladeira e disse: "Quer uma coca com fernet?" "Fala", eu disse. É que tava calor mesmo. Aí ele falou: "Vou no banheiro e já volto." Entrou no quarto, se trocou e voltou só de sunga, nada mais, e comentou: "Afinal, somos colegas." Dava pra ver bem o volume. Sentou na minha frente e do nada falou: "Tô tarado hoje. Quer fazer uma punheta pra mim?" Me pegou de surpresa. Sem responder, ele puxou a pica pra fora por um lado e disse: "Olha como ela já tá. Toca, que não morde." Eu hesitei entre levantar e ir embora ou ficar. E fiquei ali, admirando. Sem pensar duas vezes, peguei nela. Tava quente e dura. Ele se jogou pra trás e levantou a bacia pra me entregar tudo.
Falei: "Isso fica só entre nós, hein? Nunca comenta nada." "Fica tranquilo", ele disse, "ninguém vai saber. Então tira a sunga pra não molhar." A pica dele tava uma delícia. Ele falou: "Essa doida é bem gozadora, já vai ver." Eu acariciava os ovos dele e parecia que ela ficava mais dura ainda. Eu tremia de tesão também. A cabeça tava brilhosa e vermelha. Ajoelhei pra Pra ficar mais confortável, fechei os olhos e de uma vez enfiei na boca e comecei a chupar, desde as bolas passando por todo o tronco, tava muito gostosa, o cara tinha higienizado muito bem. Parei e comecei a tirar a roupa até ficar pelado também, engolia o máximo que podia até que um fiozinho começou a escorrer até chegar na virilha dele, passei a língua sentindo o gosto. Ele me chama: "vem, vamos pra cama que fica mais confortável". Se deitou e continuei chupando de baixo pra cima, percorria todo o tronco e comia a cabecinha, chupava os ovos e subia. Fiquei assim uns 10 minutos enquanto ele gemia de prazer até que percebi que ele ia gozar. Apoiei a glande no meu céu da boca e passava a língua no freio, sentia os solavancos antes e logo uma descarga tremenda que encheu minha boca de porra gostosa e quente. Deixei escapar pra escorrer até as bolas e comecei a limpar de baixo pra cima até não deixar nada de sêmen, engolindo tudo, deixando a pica bem limpinha.
"Que puta que você é", ele disse, e "o que eu ainda posso fazer", respondi. Comecei a acariciar as bolas dele pra endurecer de novo, enquanto dizia que queria dar a bunda. Isso esquentou ele de novo e começou a ficar duro outra vez. Ele acariciava meu buraquinho que tava bem quentinho e me fez ficar de quatro pra começar a passar lubrificante que tirou da mesinha de cabeceira. "Espera", falei, fui no banheiro me higienizar bem pra pedir que ele chupasse minha bunda. Voltei e fiquei de quatro, falei "tá limpa e preparada". Sem hesitar, ele começou a dar linguada de cima pra baixo, sentindo que o buraquinho começava a dilatar. Colocou uma camisinha e apoiou a cabecinha, empurrando bem devagar até começar a entrar. Parava e empurrava de forma bem suave até que num dado momento coloquei a mão pra tocar na pica dele e senti que tava quase toda dentro. Ele começou a bombar devagar e o prazer era indescritível, cada vez mais rápido e assim ficou por vários minutos. minutos até que ele me disse que ia gozar e comecei a notar como a camisinha inchava de porra, eu ao mesmo tempo também gozei, ficando extasiado. Ele tirou do meu rabo e a camisinha pendia cheia de bastante leite que tinha jorrado, ele tirou e me disse: "vou me lavar", eu falei: "deixa comigo" e levei à boca, chupando todo o resto de leite até deixar bem limpinha.
Me vesti e me preparei para ir embora com o dever cumprido, mas não sem antes deixar bem claro que isso fica entre nós e que íamos repetir.
No outro dia, de novo no trabalho, mas como se nada tivesse acontecido, tudo bem e respeitando o pacto e nosso segredo. De vez em quando ele vinha e eu o apoiava quando estávamos sozinhos, e eu passava a mão por cima da calça dele, mas só isso. Deixei passar uns dias e ele começou a me pedir para visitá-lo, eu disse: "sábado à tardinha passo lá". Chegou o sábado, que não trabalhávamos, me preparei bem, me perfumei e saí andando até a casa dele. Ele estava me esperando impaciente, vestindo só um roupão de banho, sem nada por baixo. Abriu a geladeira e pegou duas cervejas, sentamos no sofá para ver um pornô gay. Depois de alguns minutos, ele abriu o roupão e já estava com o pau bem duro, eu peguei e dava para ver que ele estava tesudo. "Juntei muito leite", ele me disse. Me abaixei e comecei a passar a língua por todo o pau dele. Ele ainda tinha a cabecinha coberta, porque não era circuncidado, mas por sorte a pele descia bem e deixava a glande bem exposta para eu chupar. Enfiei até a garganta e tentava colocar tudo na boca. Ele só gemia de prazer e me perguntava se eu ia tomar tudo. Confirmando com os olhos, continuei comendo aquela porra de pau babado. Ele pediu para ficar de pé, nu, e eu sentado, segurando suas nádegas, comendo aquele pedaço e tentando enfiar o máximo que podia na boca. Era bem liso, com poucas veias marcadas, uns 4 cm de grossura por 17 de comprimento, com umas bolas bem gordas que pendiam separadinhas. do membro com cada ovo bem marcado de tamanho médio, no conjunto era um poema, isso sim bem leiteiro quando cuspia esporra branquinha. Assim, parado na minha frente, comecei a roçar a bunda com meus dedos e ele ficava com uma rigidez nas pernas enquanto eu dizia: "vou te esvaziar até a última gota". Ele soltou um gemido forte enquanto eu, com minha língua, acariciava toda a glande. Ele se apoiou nos meus ombros, ficou na ponta dos pés, deixando escapar todo o néctar acumulado dentro da minha boca sem perder nada. Continuei chupando até mostrar a boca vazia. Com a voz trêmula, ele ainda disse: "Agora vou te dar um prêmio pelo que você fez."
Nós sentamos até ele se recuperar dessa gozada tão boa. Eu queria mais e falei: "Vou fazer a Booty agora, mas chupa ela pra ficar bem dura." Peguei no tronco e comecei a chupar de novo enquanto ele começava a dilatar meu buraquinho comilão. Ele foi lubrificando bem enquanto enfiava os dedos, se apoiou e deslizou pra dentro, me fazendo sentir uma sensação única. Ela tava quente e bem dura de novo, começou a bombar sem parar, tirava e colocava de novo, dizendo que assim eu me acostumava mais fácil com a cock. Ficou um tempão me fazendo gozar e perguntou: "Onde você quer a cum?" Eu, com a voz entrecortada de prazer, falei: "Dá de novo na boca." Ele tirou e foi no banheiro lavar bem, já que ia chupar de novo. Se deitou no sofá, comecei a chupar, mas tentando não deixar ele gozar muito rápido. Chupava e tirava quando sentia que ele ia gozar, fazia ele desejar. Essa prática faz com que, quando o homem termina, ele goze com mais força e cum abundante. Depois dessa brincadeira, decidi fazer ele gozar. Ele soltou um gemido grande e se contorceu enquanto chegava ao orgasmo, ficou exausto enquanto eu também gozava. Ele agradeceu por eu ter feito ele gozar assim, eu falei: "Isso é por você ser tão tarado."
Na próxima, você vai sentir algo diferente, já vai ver, vou te chupar bem a Bundinha pequena e fui embora.
Uns dias depois do trabalho, fomos na casa dele pra "tomar uma cerveja" e, quando passamos pela porta, ele se encostou em mim e eu agarrei ele por cima da calça, deixei ele duro. Ele foi se trocar e se higienizar bem, porque ele cuidava muito disso, já tinha falado que era bem limpo. Me chamou pro quarto, tava pelado e tinha depilado muito bem a rola, tava uma delícia. Falei pra ele ficar de quatro e comecei a chupar a bunda dele, enquanto segurava a rola dele e puxava pra trás pra lamber as bolas e passava a língua por todo o tronco, de baixo até o furinho. Ele tava nas nuvens, e aí foi quando eu me deitei entre as pernas dele pra chupar a rola dele por baixo. Tava bem dura e eu engolia o máximo que podia até ele começar a bombar na minha boca. Não demorou pra gozar, senti o leite descendo direto pela minha garganta até eu tirar a última gota. Já tinha tirado uma gozada dele, mas ainda tinha mais. Lambi o cuzinho dele e falei que queria comer ele.
Minha buceta tá à sua disposição, quero que você me meta. Ele se abaixou, abrindo as nádegas, e sem hesitar eu lambi ele pra ir dilatando. Peguei uma camisinha e lubrificante, encostei a cabecinha e empurrei até ele ir engolindo minha rola. Como ele tava aguentando muito, não demorei pra encher a bunda dele de leite, enquanto ele me dizia que já tinham usado ele também.
Ao me confessar isso, a relação mudou. Nosso segredo tava a salvo e, com o tempo, a gente falava sobre isso sem pudor e curtia ao máximo nosso segredo. No trabalho, disfarçávamos muito bem entre os colegas o que a gente fazia pelo menos uma vez por semana.
Continuamos por um bom tempo até que começaram a reduzir o pessoal. Eu fui buscar novos horizontes, nos afastando pra sempre, porque viajei pra outra cidade.
Isso me deixou um ensinamento: não existe mal que dure pra sempre. De sentir prazer como ativo, em algum momento eles buscam ver como é quando a rola entra. É isso. Espero que tenham gostado do meu relato, aos poucos vou contando mais alguns que rolaram comigo.
Essa história aconteceu comigo quando eu comecei a trabalhar num depósito que guardava mercadoria pra um mercado na minha cidade. Lá trabalhávamos umas 5 pessoas no total, controlando o que entrava e saía do lugar.
Na época, eu era o mais novo de todos ali, uns 20 anos tinha. Os outros já estavam há bastante tempo e eram mais velhos que eu, mas tinha um que era solteiro e tinha uns 45 anos, que sempre zoava que adorava comer uns caras, sempre contava alguma história sobre isso.
Os outros me diziam: "Cuidado com esse aí que ele quer te comer". Eu, sério, nunca dizia nada.
Ele não gostava de trabalhar muito e sempre tentava se esconder em algum canto, mas aparecia e esfregava a pica em mim quando eu tava agachado. "Desculpa", dizia, "mas foi sem querer". Aquilo me enchia o saco e eu fazia cara feia. Ele usava calças de sarja azul meio desbotadas de tanto lavar, mas na parte da virilha já estavam mais gastas porque ele vivia se tocando na pica, coisa que fazia sem pensar.
Contava que quando algum parque de diversões vinha pra cidade, ele era frequentador assíduo e dizia que sempre comia algum cara.
Uma vez, dava pra ver que ele tava de pau duro, e quando passou perto de mim, falou: "Hoje acordei com tesão e não baixa". Eu, sem querer, olhei pro volume dele, e ele se tocou, me mostrando como tava. "Vai bater uma se tá com tesão", falei. Ele se aproximou, pegou minha mão e colocou lá, dizendo: "Vê se você gosta de como eu tô". Dava pra sentir bem dura e de bom tamanho. Falei: "Para de encher o saco e não me enche com isso".
Ele gostava de vir trabalhar bem perfumado, com anéis e pulseiras, mas se vestia de forma simples, embora bem limpo.
Passaram-se os meses e o ambiente de trabalho era bom, sempre zoávamos e contávamos coisas da vida. Uma vez, ele começou a contar que tava comendo um cara em casa, e o cara... tava muito tarado com ele, do jeito que eu tratava ele bem e ele contava que eu dava uns boquetes doidos nele...
Em mim já tinha começado a dar uma coceira, mas eu não tinha coragem de falar nada. O tempo passou e um dia fui no banheiro e ele tava lá dentro. Fui pro mictório do outro lado, ele se mexeu e, pegando na pica, mostrou pra mim. Tava dura. "Olha que cabeça que eu tenho", ele disse. Eu não respondi nada. Dava pra ver que ele tinha uma pica de tamanho normal, bem branquinha com uma cabeça rosada. Eu fui embora continuar o trabalho.
Um dia meu velho falou: "Leva o carro pro trabalho que hoje não vou usar". Na saída, quando tava indo pro carro, ele me disse: "Já que a gente mora perto (umas dez quadras), por que não me dá uma carona?" "Fala", eu disse, e fomos pra casa. Quando chegou, ele aproveitou pra falar: "Quero que me ensine como conectar uma luz na cozinha." Foi uma desculpa pra eu descer. "Beleza, te explico e vou embora", falei. Entramos, ele foi na geladeira e disse: "Quer uma coca com fernet?" "Fala", eu disse. É que tava calor mesmo. Aí ele falou: "Vou no banheiro e já volto." Entrou no quarto, se trocou e voltou só de sunga, nada mais, e comentou: "Afinal, somos colegas." Dava pra ver bem o volume. Sentou na minha frente e do nada falou: "Tô tarado hoje. Quer fazer uma punheta pra mim?" Me pegou de surpresa. Sem responder, ele puxou a pica pra fora por um lado e disse: "Olha como ela já tá. Toca, que não morde." Eu hesitei entre levantar e ir embora ou ficar. E fiquei ali, admirando. Sem pensar duas vezes, peguei nela. Tava quente e dura. Ele se jogou pra trás e levantou a bacia pra me entregar tudo.
Falei: "Isso fica só entre nós, hein? Nunca comenta nada." "Fica tranquilo", ele disse, "ninguém vai saber. Então tira a sunga pra não molhar." A pica dele tava uma delícia. Ele falou: "Essa doida é bem gozadora, já vai ver." Eu acariciava os ovos dele e parecia que ela ficava mais dura ainda. Eu tremia de tesão também. A cabeça tava brilhosa e vermelha. Ajoelhei pra Pra ficar mais confortável, fechei os olhos e de uma vez enfiei na boca e comecei a chupar, desde as bolas passando por todo o tronco, tava muito gostosa, o cara tinha higienizado muito bem. Parei e comecei a tirar a roupa até ficar pelado também, engolia o máximo que podia até que um fiozinho começou a escorrer até chegar na virilha dele, passei a língua sentindo o gosto. Ele me chama: "vem, vamos pra cama que fica mais confortável". Se deitou e continuei chupando de baixo pra cima, percorria todo o tronco e comia a cabecinha, chupava os ovos e subia. Fiquei assim uns 10 minutos enquanto ele gemia de prazer até que percebi que ele ia gozar. Apoiei a glande no meu céu da boca e passava a língua no freio, sentia os solavancos antes e logo uma descarga tremenda que encheu minha boca de porra gostosa e quente. Deixei escapar pra escorrer até as bolas e comecei a limpar de baixo pra cima até não deixar nada de sêmen, engolindo tudo, deixando a pica bem limpinha.
"Que puta que você é", ele disse, e "o que eu ainda posso fazer", respondi. Comecei a acariciar as bolas dele pra endurecer de novo, enquanto dizia que queria dar a bunda. Isso esquentou ele de novo e começou a ficar duro outra vez. Ele acariciava meu buraquinho que tava bem quentinho e me fez ficar de quatro pra começar a passar lubrificante que tirou da mesinha de cabeceira. "Espera", falei, fui no banheiro me higienizar bem pra pedir que ele chupasse minha bunda. Voltei e fiquei de quatro, falei "tá limpa e preparada". Sem hesitar, ele começou a dar linguada de cima pra baixo, sentindo que o buraquinho começava a dilatar. Colocou uma camisinha e apoiou a cabecinha, empurrando bem devagar até começar a entrar. Parava e empurrava de forma bem suave até que num dado momento coloquei a mão pra tocar na pica dele e senti que tava quase toda dentro. Ele começou a bombar devagar e o prazer era indescritível, cada vez mais rápido e assim ficou por vários minutos. minutos até que ele me disse que ia gozar e comecei a notar como a camisinha inchava de porra, eu ao mesmo tempo também gozei, ficando extasiado. Ele tirou do meu rabo e a camisinha pendia cheia de bastante leite que tinha jorrado, ele tirou e me disse: "vou me lavar", eu falei: "deixa comigo" e levei à boca, chupando todo o resto de leite até deixar bem limpinha.
Me vesti e me preparei para ir embora com o dever cumprido, mas não sem antes deixar bem claro que isso fica entre nós e que íamos repetir.
No outro dia, de novo no trabalho, mas como se nada tivesse acontecido, tudo bem e respeitando o pacto e nosso segredo. De vez em quando ele vinha e eu o apoiava quando estávamos sozinhos, e eu passava a mão por cima da calça dele, mas só isso. Deixei passar uns dias e ele começou a me pedir para visitá-lo, eu disse: "sábado à tardinha passo lá". Chegou o sábado, que não trabalhávamos, me preparei bem, me perfumei e saí andando até a casa dele. Ele estava me esperando impaciente, vestindo só um roupão de banho, sem nada por baixo. Abriu a geladeira e pegou duas cervejas, sentamos no sofá para ver um pornô gay. Depois de alguns minutos, ele abriu o roupão e já estava com o pau bem duro, eu peguei e dava para ver que ele estava tesudo. "Juntei muito leite", ele me disse. Me abaixei e comecei a passar a língua por todo o pau dele. Ele ainda tinha a cabecinha coberta, porque não era circuncidado, mas por sorte a pele descia bem e deixava a glande bem exposta para eu chupar. Enfiei até a garganta e tentava colocar tudo na boca. Ele só gemia de prazer e me perguntava se eu ia tomar tudo. Confirmando com os olhos, continuei comendo aquela porra de pau babado. Ele pediu para ficar de pé, nu, e eu sentado, segurando suas nádegas, comendo aquele pedaço e tentando enfiar o máximo que podia na boca. Era bem liso, com poucas veias marcadas, uns 4 cm de grossura por 17 de comprimento, com umas bolas bem gordas que pendiam separadinhas. do membro com cada ovo bem marcado de tamanho médio, no conjunto era um poema, isso sim bem leiteiro quando cuspia esporra branquinha. Assim, parado na minha frente, comecei a roçar a bunda com meus dedos e ele ficava com uma rigidez nas pernas enquanto eu dizia: "vou te esvaziar até a última gota". Ele soltou um gemido forte enquanto eu, com minha língua, acariciava toda a glande. Ele se apoiou nos meus ombros, ficou na ponta dos pés, deixando escapar todo o néctar acumulado dentro da minha boca sem perder nada. Continuei chupando até mostrar a boca vazia. Com a voz trêmula, ele ainda disse: "Agora vou te dar um prêmio pelo que você fez."
Nós sentamos até ele se recuperar dessa gozada tão boa. Eu queria mais e falei: "Vou fazer a Booty agora, mas chupa ela pra ficar bem dura." Peguei no tronco e comecei a chupar de novo enquanto ele começava a dilatar meu buraquinho comilão. Ele foi lubrificando bem enquanto enfiava os dedos, se apoiou e deslizou pra dentro, me fazendo sentir uma sensação única. Ela tava quente e bem dura de novo, começou a bombar sem parar, tirava e colocava de novo, dizendo que assim eu me acostumava mais fácil com a cock. Ficou um tempão me fazendo gozar e perguntou: "Onde você quer a cum?" Eu, com a voz entrecortada de prazer, falei: "Dá de novo na boca." Ele tirou e foi no banheiro lavar bem, já que ia chupar de novo. Se deitou no sofá, comecei a chupar, mas tentando não deixar ele gozar muito rápido. Chupava e tirava quando sentia que ele ia gozar, fazia ele desejar. Essa prática faz com que, quando o homem termina, ele goze com mais força e cum abundante. Depois dessa brincadeira, decidi fazer ele gozar. Ele soltou um gemido grande e se contorceu enquanto chegava ao orgasmo, ficou exausto enquanto eu também gozava. Ele agradeceu por eu ter feito ele gozar assim, eu falei: "Isso é por você ser tão tarado."
Na próxima, você vai sentir algo diferente, já vai ver, vou te chupar bem a Bundinha pequena e fui embora.
Uns dias depois do trabalho, fomos na casa dele pra "tomar uma cerveja" e, quando passamos pela porta, ele se encostou em mim e eu agarrei ele por cima da calça, deixei ele duro. Ele foi se trocar e se higienizar bem, porque ele cuidava muito disso, já tinha falado que era bem limpo. Me chamou pro quarto, tava pelado e tinha depilado muito bem a rola, tava uma delícia. Falei pra ele ficar de quatro e comecei a chupar a bunda dele, enquanto segurava a rola dele e puxava pra trás pra lamber as bolas e passava a língua por todo o tronco, de baixo até o furinho. Ele tava nas nuvens, e aí foi quando eu me deitei entre as pernas dele pra chupar a rola dele por baixo. Tava bem dura e eu engolia o máximo que podia até ele começar a bombar na minha boca. Não demorou pra gozar, senti o leite descendo direto pela minha garganta até eu tirar a última gota. Já tinha tirado uma gozada dele, mas ainda tinha mais. Lambi o cuzinho dele e falei que queria comer ele.
Minha buceta tá à sua disposição, quero que você me meta. Ele se abaixou, abrindo as nádegas, e sem hesitar eu lambi ele pra ir dilatando. Peguei uma camisinha e lubrificante, encostei a cabecinha e empurrei até ele ir engolindo minha rola. Como ele tava aguentando muito, não demorei pra encher a bunda dele de leite, enquanto ele me dizia que já tinham usado ele também.
Ao me confessar isso, a relação mudou. Nosso segredo tava a salvo e, com o tempo, a gente falava sobre isso sem pudor e curtia ao máximo nosso segredo. No trabalho, disfarçávamos muito bem entre os colegas o que a gente fazia pelo menos uma vez por semana.
Continuamos por um bom tempo até que começaram a reduzir o pessoal. Eu fui buscar novos horizontes, nos afastando pra sempre, porque viajei pra outra cidade.
Isso me deixou um ensinamento: não existe mal que dure pra sempre. De sentir prazer como ativo, em algum momento eles buscam ver como é quando a rola entra. É isso. Espero que tenham gostado do meu relato, aos poucos vou contando mais alguns que rolaram comigo.
2 comentários - Chamávamos ela de gostosa
CONTAR QUE PARA MI SE ABURRIO ESTE CHICO.