Outro relato de algum lugar
Meu nome é Angélica, tenho 24 anos e há 10 meses estou casada com Ernesto. Ele tem 26 anos, é um homem muito gato, por isso casei com ele. Eu sou uma garota magra, tenho 1,65m, morena clara, mas dá pra dizer que sou uma garota bonita e de corpo bom: uma bunda empinada e firme, e meus peitos, apesar de não serem grandes, são firmes e empinados, e pernas torneadas e bem firmes. Lembro que quando eu estudava, não faltava um moleque careca que não falasse algo sobre minha bunda ou minhas pernas, pois eu gostava de usar minissaia. Bom, sempre fui uma garota que gostou de se vestir sexy sem chegar ao vulgar. Por algo Ernesto reparou em mim e me fez sua esposa. Nos conhecemos através de um amigo dele da faculdade, num rolê que a gente deu e ele convidou. Depois disso, Ernesto e eu começamos a nos tratar mais e viramos namorados. Bom, Ernesto é engenheiro civil e trabalha numa construtora, está há menos de 1 ano trabalhando lá, por isso não tivemos oportunidade de fazer nenhuma viagem no nosso casamento. Então, depois da nossa cerimônia, viemos morar numa casa que alugavam pra ele no trabalho, aliás, uma casa grande e com piscina. Ele me fez o amor naquela noite e me senti muito bem, porque antes de casar não tínhamos feito e foi minha primeira vez, e tudo isso foi o que me deixou muito feliz aquela noite. Desde então até hoje, Ernesto sempre faz o amor da mesma forma, na mesma posição papai-e-mamãe, e também não me propõe fazer sexo oral ou outras coisas, pois ele é um homem que acha essas coisas obscenas e que só as prostitutas ou as mulheres fáceis fazem, algo que não me desagradava, pois me sentia completa e satisfeita com o que Ernesto fazia na cama, e também porque não conhecia um novo mundo do qual agora conheço há dez meses, e é a história que vou contar pra vocês, que começou há um mês.
Ernesto, por ser engenheiro de uma construtora e por ter pouco tempo nela, tinha muito trabalho e, pelo cargo que... Eu tinha, viajava muito fora da cidade, e nossa vida de recém-casados era fabulosa no começo. Ele fazia amor comigo todos os dias e eu estava fascinada por ser a mulher do homem dos meus sonhos. Mas, como eu disse antes, ele só fazia na posição de missionário. Eu, pela educação tão rígida que meus pais me deram antes de me casar, não tive muita vida social até conhecer meu marido. E ele, como eu, nos guardamos até casar para ter sexo. Tudo ia muito normal, até que uma tarde Ernesto me comentou que tinha que emprestar um pequeno quarto que havia na área de serviço, bem perto da piscina, para um mestre de obras que tinha vindo trabalhar na cidade pela construtora e era muito próximo dos patrões da empresa. Então, não tivemos muita opção, já que praticamente emprestavam a casa e não cobravam muito aluguel por ela.
O cara que o Ernesto trouxe para casa se chama Raúl, um tipo de 43 anos, maduro, com 1,70 de altura, pele morena e compleição média, com uma barriguinha e uma cara fechada de poucos amigos. Enfim, um cara bem "meh". E, sinceramente, desde que o Seu Raúl chegou, como eu o chamava, me sentia um pouco desconfortável por ter um estranho em casa, embora, de certa forma, não me desagradasse muito a ideia de ter mais alguém vivendo nessa casa tão grande, para não me sentir tão desprotegida quando o Ernesto viajava. No fim, sentia como se meu pai morasse em casa.
Os dias foram passando e, pouco a pouco, fui dando menos importância ao fato de que o Seu Raúl vivia na nossa casa, já que quase o dia todo ele estava na obra trabalhando. Só nos finais de semana ele ficava o dia todo em casa, já que ele não era da cidade, e aproveitava para fazer alguns reparos na casa por encomenda dos patrões. Então, eu sempre o via de um lado para o outro fazendo consertos.
E tudo começou certo fim de semana no verão, aqueles dias em que faz um calor infernal. Meu marido e eu quisemos aproveitar a piscina juntos e decidimos convidar uns amigos para... Trabalho do Ernesto para curtir uma tarde e fazer um churrasco, naquele dia ele me surpreendeu ao pedir que eu usasse um biquíni que tinha para nossa lua de mel e como ainda não tinha estreado era a ocasião perfeita. Não era nada de outro mundo mas nele minhas pernas, minha cintura e minha bunda redondinha ficavam perfeitas. Obviamente entre os convidados estava o senhor Raúl, que se ofereceu para preparar o churrasco, e o que ouvi naquela tarde me perturbou demais nos dias seguintes. Enquanto meu marido conversava com os amigos, consegui escutar uma conversa bem pesada onde se referiam ao senhor Raúl como um super mulherengo que deixava as mulheres loucas, pois pelo que entendi ele tinha uma pica de burro. A tarde passou e todos nos divertimos bastante. Já de noite não pude evitar comentar com o Ernesto o que tinha ouvido sobre o senhor Raúl, e ele soltou uma gargalhada dizendo:
- E já deve imaginar porque chamamos ele de burro.
- Fiquei em silêncio e em tom de pergunta exclamei... Que ele tem muito grande?
E o Ernesto continuou rindo enquanto respondia com a cabeça que sim, e disse: Só espero que nunca descubra, e soltou mais risadas. Na minha cabeça nunca imaginaria trair meu marido, muito menos com um cara como o senhor Raúl.
Na semana seguinte, uma noite olhando pela janela, vi o senhor Raúl chegar acompanhado de uma mulher de uns 30 anos, e assim que vi, disse ao meu marido:
- Que falta de vergonha do senhor Raúl, trouxe uma mulher com ele.
Meu marido respondeu:
- Com certeza vai foder ela até aqui vamos ouvir os gritos, vai ver. E soltou uma gargalhada.
Isso me deixou desconfortável, e pouco depois dava pra ouvir os gemidos daquela mulher, ao que meu marido só comentou:
- Nossa, esse senhor Raúl é mesmo um garanhão, que foda que ele deve estar dando nessa mulher.
Assim passaram os dias e o senhor Raúl continuou levando mulheres pro quarto dele, até que certa noite vi que dessa vez ele chegou com uma garota bem mais nova que... ele, eu pude ver que aquela garota não devia ter muito mais idade que eu, velho tarado, pensei comigo mesma, como era possível uma garota tão jovem se deitar com um cara mais velho e então fiquei curiosa, aproveitei que naquela noite meu marido não estava em casa e o que fiz depois mudou minha vida completamente. Decidi ir além do que via pela minha janela, desci e fui em direção ao quarto e, ao me aproximar, ouvia cada vez mais os gemidos daquela garota, cheguei à janela e por uma fresta consegui ver como o senhor Raúl estava fazendo um oral nela, pude ver como ele com habilidade chupava e tocava a garota e ela se contorcia de prazer e gritava cada vez mais, não sei o que aconteceu comigo, mas senti como um choque no estômago e comecei a suar e meu coração começou a bater mais rápido, eu estava ficando excitada com aquela cena, mas qual não foi minha surpresa quando o senhor Raúl exigiu que a garota chupasse o pau dele, ele tirou de dentro das roupas um pau descomunal, não conseguia acreditar no que estava vendo, era o pau maior e mais grosso que já tinha visto e via como aquela garota adorava chupar e chupar aquele pau que mal cabia na boca dela. Foi então que saí do meu transe quando o senhor Raúl olhou para a janela, eu só corri e não sei se ele me viu espiando. Já no meu quarto e um pouco mais calma e lúcida, me preparei para dormir… foi então… quando eram umas 5 da manhã que acordei de repente da cama, agitada e com uma excitação especial, toda suada, pois estava sonhando com algo que nunca imaginei que sonharia, sonhava que estava na cama com o senhor Raúl, curtindo um sexo oral delicioso e que eu estava chupando o pau dele, usando apenas um fio dental, engolindo seu pau e dizendo muitas palavras obscenas:
- Chupa, sua puta, eu sabia que você gostou do meu pau, por isso estava me espiando… agora é todo seu, come ele
E eu adorava estar chupando aquele pedaço de pau.
Levantei da cama e fui para a cozinha tomar um pouco de água, fiquei lá um tempo Lembrando daquele sonho... como era possível que eu estivesse desejando sonhar em estar no lugar daquela garota chupando o pau daquele cara estranho que me tinha assustado tanto? Como pude ter sonhado com isso? Estava traindo meu marido, mas ao mesmo tempo tinha gostado. Me sentia confundida, não sei o que está acontecendo comigo. Como teria sonhado com algo que me pareceu nojento, mas que agora já não tanto, pois me tinha excitado e deixado molhada.
No dia seguinte, quando Ernesto chegou, me disse que teria que sair da cidade por algumas semanas para supervisionar uma obra. E nos dias seguintes, não conseguia tirar da cabeça aquele sonho que tive com o senhor Raúl. E a ideia de que ele me tinha visto espiando dava voltas na minha cabeça. Passaram alguns dias quando me deparei com o senhor Raúl na lavanderia. Ele estava terminando de lavar suas roupas quando cheguei, e assim que me viu, pegou suas coisas para se retirar. Quando passou perto de mim, disse:
— E você, Angélica, o que achou da garota daquela noite? Como ela chupava meu pau, gostou? Por isso me espiava com sua boquinha aberta.
— Fiquei paralisada, não sabia o que responder. Meu coração começou a bater a mil por hora, não sabia o que dizer diante daquela afirmação. Fiquei sem palavras.
— O que foi, não vai dizer nada? Ou será que não teria gostado de ser aquela garota e aproveitar para chupar todo o meu pau?
— Estava emudecida, mas reagi e dei um basta contundente a essas afirmações.
— O senhor está louco? Quem pensa que é? E por que acha que sou como as suas amiguinhas que traz para o quarto? Me respeite, ou conto para o Ernesto.
Foi aí que ele começou a abaixar o zíper da calça e o que vi não podia acreditar. Ele tirou aquele pedaço de carne, grande, grosso e bem duro. Fiquei como que hipnotizada, não conseguia nem me mexer, sentia todo o corpo paralisado. Finalmente tinha diante de mim aquele pau com o qual tinha tido tantos sonhos. Pouco a pouco, ele foi se aproximando e, quando ficou na minha frente, pegou minha mão e me puxou para ele. Com seus braços, me envolveu com força pela cintura e com... suas mãos grandes começaram a apertar minhas nádegas, foi aí que senti uma descarga de êxtase no meu interior. Uma parte de mim estava excitada por aquele aperto forte nas nádegas, mas outra parte se recusava a estar nessa situação, pois eu era uma mulher recém-casada e amava meu marido. Não podia imaginar traí-lo, então eu disse:
- Por favor, me solte, seu Raul, sou uma mulher casada, me solte...
Seu Raul respondeu:
- Isso não importa, gostosa, você é muito gostosa. Vou te fazer gozar e você vai pedir mais pica, vai pedir aos gritos. Vou te fazer o que aquele inútil do seu marido não faz.
Logo depois de dizer isso, seu Raul enterrou a cabeça nos meus seios e, num movimento rápido, me subjugou e mordeu levemente um deles. Dos meus lábios saiu apenas um pequeno gemido: AAHhh! Pois nunca ninguém tinha feito uma coisa assim comigo. Tudo naquele momento se juntou e foi uma descarga de êxtase que não consegui mais conter. Já estava completamente excitada, tudo tinha se acumulado: meu sonho, aquela cena do seu Raul com sua amante, e essa situação em que eu estava. Meu sonho estava prestes a virar realidade. Seu Raul só me disse:
- Você gosta, gostosa, sabia que ia gostar. Dá pra ver que você é uma putinha. De hoje em diante, você vai ser minha putinha.
Eu fechei os olhos e seu Raul, como um cachorro faminto, mordia de leve e chupava meus seios por cima do vestido, enquanto suas mãos massageavam ritmicamente minhas nádegas. Ao mesmo tempo, puxava por baixo do vestido minha calcinha fio-dental. Eu estava adorando aquela mãozada tremenda que aquele velho feio estava me dando. Não podia acreditar como eu podia estar ali daquele jeito e ainda por cima gostando. De repente, senti seu Raul afastar a boca dos meus seios e, num movimento de mãos, senti meu vestido subir, me deixando só no sutiã. Ele voltou aos meus seios, lambendo e mordendo agora com um pouco mais de força. Eu só soltava pequenos gemidos, tipo "ah, ahh". Depois disso, seu Raul me pegou no colo e entramos pela varanda. Ele me levou até a sala da minha casa e, em um... Sofá, eu me recosto ali e ele continuou com seu trabalho. De repente, senti suas mãos se afastando das minhas nádegas e subindo meu vestido aos poucos até me despir totalmente dele. Eu, como um reflexo da pouca dignidade e rejeição que me restava, detive suas mãos, mas ele mordeu subitamente meu peito e fez minhas mãos irem para trás, me recostando no sofá e soltando um gemido. Agora suas mãos haviam subido para meus seios e ele levantou meu sutiã, deixando meus peitos ao ar livre.
— Que peitos lindos e gostosos você tem, Angélica. Vou saboreá-los como nunca fizeram com você.
Se ele soubesse, seu Raúl, que meu marido nunca tinha mordido meus peitos, muito menos chupado...
Eu estava excitadíssima. Ele agarrou meus peitos com as mãos e chupava e lambia meus seios. Eu sentia que estava gozando ao máximo com aquela situação. Observava como ele, loucamente, não parava de chupar meus peitos. Eu estava recostada no sofá, aproveitando, gemendo. De repente, seu Raúl se afastou dos meus seios e vi como ele baixou o olhar para minha calcinha e, ao ver minha peça minúscula, exclamou:
— Uau, Sra. Angélica, você é mesmo uma fogosa. Olha que linda calcinha você está usando.
Ele se aproximou da minha vagina e deu um beijo por cima da calcinha, o que fez com que eu ficasse ainda mais excitada. Depois disso, ele se levantou e me disse:
— Agora sim, mami, prepare-se para gozar como nunca. Vou te meter como nunca, você vai pedir mais. Vou tê-lo bem duro, você não vai resistir a tocá-lo e chupá-lo, vai cavalgá-lo como uma vaqueirinha no cio.
Eu apenas olhei, mas não disse nada. Ele desceu até minha vagina e afastou minha calcinha.
— Mmm, está bem depiladinha. Parece que você imaginou que alguém ia chupar seu triângulo hoje, né?
— Não, seu Raúl, eu não sou o que você pensa. Ninguém nunca me chupou lá.
— Mmm, então seu marido Ernesto é um grande estúpido. Como pode desperdiçar esse banquete? Mas agora vou estreá-la. Vou fazer uma chupada que você nunca vai esquecer.
Ele começou a chupar e a meter sua língua na minha vagina. Eu gemia e, com minhas mãos, segurei sua cabeça e a empurrava. para que eu continuasse chupando mais e mais
- Ahha aí ahhgg ayyyy esses gemidos saíam da minha garganta, ele ficou assim me fazendo gozar por uns 15 minutos, chupando meus líquidos, continuou lambendo
- Ahaa que delícia, sabe Angélica, você tem um cheiro tão gostoso.
Logo em seguida, ele se afastou de mim e desabotoou a calça, tirando completamente seu pau enorme de uns 20 cm, grosso e com uma cabeça brilhante por causa do líquido pré-gozo que tinha escorrido. Ele me olhou e disse, ao ver aquilo, fiquei ainda mais excitada, imaginei aquela cena, mas agora comigo chupando.
- Vamos, mami, agora você vai fazer o que viu minha amante fazendo, você gostou muito, né? Agora vai chupar como a vadia faminta que você é...
Deu um pouco de nojo fazer aquilo, então recusei.
- Não, don Raúl, eu nunca chupei um, não quero.
- Você vai querer, mami. Ele pegou minha mão e colocou no seu membro, estava quente. Começou a guiar minha mão para cima e para baixo, eu só olhava minha mão grudada naquele pau que não era do meu marido. Ele pegou meus ombros e os empurrou para baixo, eu, sem resistência, me ajoelhei como ele queria. Minha mão, por si só, já subia e descia naquela vara. Eu estava bem na frente daquele membro, senti o cheiro forte dele, ainda deu um pouco de nojo, mas minha excitação era maior. A situação era muito excitante e bastante obscena, algo que eu nunca imaginei fazer. Então, abri minha boca e comecei a chupar. O gosto, naquele momento de excitação, não me desagradou, então comecei a chupar com força. Aquele pedaço de carne não cabia na minha boca, então não meti tudo. De repente, passei minha língua na cabeça do pau dele, algo que deu muito prazer ao don Raúl, pois olhei para ele e vi um rosto de prazer, e ele disse:
- Aprende rápido, vadia, que bem que você chupa, e dizia que não sabia. Continua chupando assim.
- Assim, mamãe, aí ahgg mais rápido, vadia.
Ele acariciava minha cabeça e guiava meus movimentos mais rápidos, ele só gemía e eu estava chupando, lambendo, sugando aquele pau. O que diria meu marido se me visse ajoelhada só de calcinha? chupando o pau daquele velho, dando prazer com minha boca, algo que com ele nunca tinha feito. Naquele momento senti um orgasmo, pois aquele pau estava me dando um prazer que nunca tinha imaginado. Então parei de chupar, don Raúl percebeu e me levantou, me agarrou pela cintura e me virou de costas para ele, me colocando em cima de uma mesa. Ele me fez ficar de quatro, comigo me segurando na mesa e ele atrás de mim.
- Que bunda linda você tem, Angélica. Redondinha e empinada. Tenho que te dizer que nunca enfiei numa assim, então vou dar uma boa dose de pau na sua bunda.
Ele pegou o pau duro e começou a dar pequenas batidinhas nas minhas nádegas, com a outra mão puxando minha calcinha para cima. Eu comecei a rebolinar levemente, mas de um jeito que dava para notar. Parece que ele gostou, porque começou a bater um pouco mais forte nas minhas nádegas com o pau dele, e eu jogando minha bunda para trás, tentando encontrar o pau dele ansiosamente. Então saíram de mim umas palavras que nunca teria imaginado:
- Já, me come, don Raúl, por favor! Enfia esse pau, quero sentir ele dentro!
Virei para olhar e o vi fazendo uma careta de triunfo e satisfação, pois tinha conseguido o que desde o início tinha dito que eu ia pedir mais. Ele me tinha excitada no estabelecimento dele, de quatro, com uma calcinha minúscula e com minha bunda bem empinada, mostrando. Que espetáculo don Raúl estava observando, me tendo assim, uma imagem do contraste dos nossos corpos e das nossas peles, certamente muito excitante para ele e para mim também.
- Sabia que você ia pedir pau, sua puta. Claro que vou te enfiar, só deixa eu aproveitar sua bunda um pouco mais.
Senti ele se ajoelhando e senti suas mãos calejadas deslizando pelas minhas nádegas, me causando muita excitação. Senti sua boca dando pequenas mordidas nas minhas nádegas e passando a língua por toda ela. Eu parei meu bumbum, muito excitada, sentindo muito prazer. Ele ficou assim uns 10 minutos. Eu estava ansiosa para ele meter. Ele parou de fazer isso e se levantou.
- Espere, Angélica, vou pegar uma camisinha. Tenho aqui em uma gaveta porque... sempre aqui eu fodo as senhoras famintas por pau como você e é que não quero engendrar um filho, já tenho vários espalhados por aí hahaha soltou uma risada e eu fiquei ali estática, empinada com apenas um fio dental minúsculo, com um homem que mal tinha trocado palavra com ele naquele dia e já estava prestes a me comer. Virei para vê-lo e vi como ele abriu a camisinha e colocou no seu pau. A camisinha mal cabia, ele estava bem duro. Ele se aproximou, eu parei minha bunda e só disse:
- Devagar, don Raúl, vai doer!
- Não se preocupe, Angélica, tudo vai entrar, você só para bem a bunda e aproveita.
Com as mãos, ele puxou as alças do meu fio dental e as baixou até a metade da coxa.
- Uau, que rabão você tem, Angélica! Está bem gostosa, empina mais, puta!
Ele me deu uma pequena palmada. Que imagem, pensei, o que Ernesto diria se me visse assim? Don Raúl estava prestes a violar minha castidade e minha fidelidade, estava prestes a me tornar infiel pela primeira vez e com um velho como don Raúl. Senti a ponta do pau dele na entrada da minha buceta começando a abrir caminho. Eu fiquei estática esperando que ele fizesse tudo, então pouco a pouco ele foi enfiando seu membro dentro da minha buceta.
- Ah, que apertadinha está, Angélica, parece que seu marido te deixa muito pequena, que gostoso me aperta, AHHH, só falta um pouco mais para eu enfiar tudo.
- Eu comecei a sentir uma delícia e a gemer, dar pequenos gritinhos. Comecei a me mexer até que senti de repente o pau dele, senti como ele me fendia, mas eu gostava, uma mistura entre prazer e dor.
- AHHH, don Raúl, você é muito grande.
- Já, puta, você engoliu tudo, está bem gostosa.
Virei para olhar para baixo, meu fio dental já estava no chão, pois eu já estava aberta. Ele deixou lá por um tempo, esperando que minha buceta se acostumasse com aquele pau enorme. Naquele momento, virei para trás e vi como don Raúl me tinha totalmente exposta para ele. Depois, ele me pegou pelos quadris e começou a me comer lentamente, eu acompanhava os movimentos.
- Ahh, rebola mais, Angélica.
Ali estava aquele... velho feio gordo me comendo, me curtindo e eu curtindo como uma louca gemendo
- ahha mais don Raúl, aí assim, me come, me dá mais forte
- aí me enlouquece seu pau, mais mais mais mais
--ohhh don Raúl, meu marido não me comeu como você assim assim oohh ohhh
Don Raúl começou o vai e vem mais rápido e com mais força e eu também aumentando a foda, parei minha bunda para que ele pudesse agarrar bem, don Raúl, nisso don Raúl parou seus movimentos, agarrou minhas nádegas e começou a movê-las ritmicamente em direção ao seu pau e eu me enfiando sozinha, virei para ver e vi os olhos de don Raúl fixos na minha bunda, certamente ele estava observando como seu pau entrava e saía rapidamente da minha buceta
- oohh Angélica, que gostosa, você come, ohh ahha isso, puta, assim
- enfia sozinha como a puta que você é, aí que gostosa, você fode, ninguém mexe a bunda como você, aí
Assim ficamos cerca de 20 minutos transando com vontade, o local estava cheio de gemidos e os barulhos que provocavam as batidas das minhas nádegas no ventre dele, em um movimento com seus braços, ele pegou os meus e puxou para trás e assim naquela pose, talvez a mais excitante que eu poderia imaginar
- aí que bonita você fica assim, curtindo como uma puta
Eu fiquei assim e ele agora era quem me comia, tinha muita força, metia e tirava seu pau da minha buceta de um jeito incrível, eu só gemía
- ahh ahh ahh mais mais mais don Raúl, haa haa haaa me parte, haah ohhh aí
De repente, meu corpo se convulsionou e tive o orgasmo mais gostoso de toda a minha vida - ahhhhh, só saiu da minha garganta aquele gemido e cessaram seus movimentos, don Raúl percebeu isso, senti como ele tirou seu pau da minha buceta, eu estava perdida, me recuperando do orgasmo, quando comecei a sentir de novo batidas nas minhas nádegas, produtos do seu pau já sem camisinha
-- você gostou, puta?
- sim, don Raúl, respondi, muito, ninguém me comeu como você
- tá vendo, puta, eu te disse que você ia gostar e ia pedir mais, mas agora é sua vez de tomar essa porra que está guardada para você
Então ele me puxou para frente e ele fez que ele baixasse seu pau ainda duro, parecia não se cansar, peguei com uma mão e comecei a chupar
- Mais rápido, puta, mais rápido, me faça saber que você quer meu leite
Eu comecei a chupar mais forte e rápido
- Ohh ohhh assim, puta, assim ahhhhh mais rápido
Minhas bochechas já doíam de tanto chupar aquele membro tão grande e rapidamente, até que senti o corpo do velho convulsionar e ele dizer:
- Vou gozar, puta, abre sua boquinha agoraaa ahhhhh!!!
Ele tirou o pau e eu abri minha boca esperando seu sêmen. Começaram seus jatos, fechei os olhos e senti os jorros, um líquido quente e viscoso nos meus olhos, nariz e boca. Estava tão quente que o que ficou perto da minha boca eu peguei com a língua e engoli. Eu tinha gostado que ele me tratasse assim, como uma puta, fazendo coisas que com meu marido nunca faria.
- Pronto! Agora sim, senhorita Angélica, você ficou bem fodida e banhada de sêmen como queria, hahahaha. De hoje em diante, vou te comer quando eu tiver vontade, essa bunda gostosa que você tem agora me pertence, então vou fazer você gozar sempre...
Eu só olhei para ele com um pouco de vergonha, pois ele tinha razão, eu desejava que ele me comesse e me banhasse com seu sêmen. Só respondi que sempre estaria disposta a receber aquele pau tão gostoso, e assim começou minha história de infidelidade e, a partir daquele momento, me tornei sua puta, como ele me chamava.
Meu nome é Angélica, tenho 24 anos e há 10 meses estou casada com Ernesto. Ele tem 26 anos, é um homem muito gato, por isso casei com ele. Eu sou uma garota magra, tenho 1,65m, morena clara, mas dá pra dizer que sou uma garota bonita e de corpo bom: uma bunda empinada e firme, e meus peitos, apesar de não serem grandes, são firmes e empinados, e pernas torneadas e bem firmes. Lembro que quando eu estudava, não faltava um moleque careca que não falasse algo sobre minha bunda ou minhas pernas, pois eu gostava de usar minissaia. Bom, sempre fui uma garota que gostou de se vestir sexy sem chegar ao vulgar. Por algo Ernesto reparou em mim e me fez sua esposa. Nos conhecemos através de um amigo dele da faculdade, num rolê que a gente deu e ele convidou. Depois disso, Ernesto e eu começamos a nos tratar mais e viramos namorados. Bom, Ernesto é engenheiro civil e trabalha numa construtora, está há menos de 1 ano trabalhando lá, por isso não tivemos oportunidade de fazer nenhuma viagem no nosso casamento. Então, depois da nossa cerimônia, viemos morar numa casa que alugavam pra ele no trabalho, aliás, uma casa grande e com piscina. Ele me fez o amor naquela noite e me senti muito bem, porque antes de casar não tínhamos feito e foi minha primeira vez, e tudo isso foi o que me deixou muito feliz aquela noite. Desde então até hoje, Ernesto sempre faz o amor da mesma forma, na mesma posição papai-e-mamãe, e também não me propõe fazer sexo oral ou outras coisas, pois ele é um homem que acha essas coisas obscenas e que só as prostitutas ou as mulheres fáceis fazem, algo que não me desagradava, pois me sentia completa e satisfeita com o que Ernesto fazia na cama, e também porque não conhecia um novo mundo do qual agora conheço há dez meses, e é a história que vou contar pra vocês, que começou há um mês.
Ernesto, por ser engenheiro de uma construtora e por ter pouco tempo nela, tinha muito trabalho e, pelo cargo que... Eu tinha, viajava muito fora da cidade, e nossa vida de recém-casados era fabulosa no começo. Ele fazia amor comigo todos os dias e eu estava fascinada por ser a mulher do homem dos meus sonhos. Mas, como eu disse antes, ele só fazia na posição de missionário. Eu, pela educação tão rígida que meus pais me deram antes de me casar, não tive muita vida social até conhecer meu marido. E ele, como eu, nos guardamos até casar para ter sexo. Tudo ia muito normal, até que uma tarde Ernesto me comentou que tinha que emprestar um pequeno quarto que havia na área de serviço, bem perto da piscina, para um mestre de obras que tinha vindo trabalhar na cidade pela construtora e era muito próximo dos patrões da empresa. Então, não tivemos muita opção, já que praticamente emprestavam a casa e não cobravam muito aluguel por ela.
O cara que o Ernesto trouxe para casa se chama Raúl, um tipo de 43 anos, maduro, com 1,70 de altura, pele morena e compleição média, com uma barriguinha e uma cara fechada de poucos amigos. Enfim, um cara bem "meh". E, sinceramente, desde que o Seu Raúl chegou, como eu o chamava, me sentia um pouco desconfortável por ter um estranho em casa, embora, de certa forma, não me desagradasse muito a ideia de ter mais alguém vivendo nessa casa tão grande, para não me sentir tão desprotegida quando o Ernesto viajava. No fim, sentia como se meu pai morasse em casa.
Os dias foram passando e, pouco a pouco, fui dando menos importância ao fato de que o Seu Raúl vivia na nossa casa, já que quase o dia todo ele estava na obra trabalhando. Só nos finais de semana ele ficava o dia todo em casa, já que ele não era da cidade, e aproveitava para fazer alguns reparos na casa por encomenda dos patrões. Então, eu sempre o via de um lado para o outro fazendo consertos.
E tudo começou certo fim de semana no verão, aqueles dias em que faz um calor infernal. Meu marido e eu quisemos aproveitar a piscina juntos e decidimos convidar uns amigos para... Trabalho do Ernesto para curtir uma tarde e fazer um churrasco, naquele dia ele me surpreendeu ao pedir que eu usasse um biquíni que tinha para nossa lua de mel e como ainda não tinha estreado era a ocasião perfeita. Não era nada de outro mundo mas nele minhas pernas, minha cintura e minha bunda redondinha ficavam perfeitas. Obviamente entre os convidados estava o senhor Raúl, que se ofereceu para preparar o churrasco, e o que ouvi naquela tarde me perturbou demais nos dias seguintes. Enquanto meu marido conversava com os amigos, consegui escutar uma conversa bem pesada onde se referiam ao senhor Raúl como um super mulherengo que deixava as mulheres loucas, pois pelo que entendi ele tinha uma pica de burro. A tarde passou e todos nos divertimos bastante. Já de noite não pude evitar comentar com o Ernesto o que tinha ouvido sobre o senhor Raúl, e ele soltou uma gargalhada dizendo:
- E já deve imaginar porque chamamos ele de burro.
- Fiquei em silêncio e em tom de pergunta exclamei... Que ele tem muito grande?
E o Ernesto continuou rindo enquanto respondia com a cabeça que sim, e disse: Só espero que nunca descubra, e soltou mais risadas. Na minha cabeça nunca imaginaria trair meu marido, muito menos com um cara como o senhor Raúl.
Na semana seguinte, uma noite olhando pela janela, vi o senhor Raúl chegar acompanhado de uma mulher de uns 30 anos, e assim que vi, disse ao meu marido:
- Que falta de vergonha do senhor Raúl, trouxe uma mulher com ele.
Meu marido respondeu:
- Com certeza vai foder ela até aqui vamos ouvir os gritos, vai ver. E soltou uma gargalhada.
Isso me deixou desconfortável, e pouco depois dava pra ouvir os gemidos daquela mulher, ao que meu marido só comentou:
- Nossa, esse senhor Raúl é mesmo um garanhão, que foda que ele deve estar dando nessa mulher.
Assim passaram os dias e o senhor Raúl continuou levando mulheres pro quarto dele, até que certa noite vi que dessa vez ele chegou com uma garota bem mais nova que... ele, eu pude ver que aquela garota não devia ter muito mais idade que eu, velho tarado, pensei comigo mesma, como era possível uma garota tão jovem se deitar com um cara mais velho e então fiquei curiosa, aproveitei que naquela noite meu marido não estava em casa e o que fiz depois mudou minha vida completamente. Decidi ir além do que via pela minha janela, desci e fui em direção ao quarto e, ao me aproximar, ouvia cada vez mais os gemidos daquela garota, cheguei à janela e por uma fresta consegui ver como o senhor Raúl estava fazendo um oral nela, pude ver como ele com habilidade chupava e tocava a garota e ela se contorcia de prazer e gritava cada vez mais, não sei o que aconteceu comigo, mas senti como um choque no estômago e comecei a suar e meu coração começou a bater mais rápido, eu estava ficando excitada com aquela cena, mas qual não foi minha surpresa quando o senhor Raúl exigiu que a garota chupasse o pau dele, ele tirou de dentro das roupas um pau descomunal, não conseguia acreditar no que estava vendo, era o pau maior e mais grosso que já tinha visto e via como aquela garota adorava chupar e chupar aquele pau que mal cabia na boca dela. Foi então que saí do meu transe quando o senhor Raúl olhou para a janela, eu só corri e não sei se ele me viu espiando. Já no meu quarto e um pouco mais calma e lúcida, me preparei para dormir… foi então… quando eram umas 5 da manhã que acordei de repente da cama, agitada e com uma excitação especial, toda suada, pois estava sonhando com algo que nunca imaginei que sonharia, sonhava que estava na cama com o senhor Raúl, curtindo um sexo oral delicioso e que eu estava chupando o pau dele, usando apenas um fio dental, engolindo seu pau e dizendo muitas palavras obscenas:
- Chupa, sua puta, eu sabia que você gostou do meu pau, por isso estava me espiando… agora é todo seu, come ele
E eu adorava estar chupando aquele pedaço de pau.
Levantei da cama e fui para a cozinha tomar um pouco de água, fiquei lá um tempo Lembrando daquele sonho... como era possível que eu estivesse desejando sonhar em estar no lugar daquela garota chupando o pau daquele cara estranho que me tinha assustado tanto? Como pude ter sonhado com isso? Estava traindo meu marido, mas ao mesmo tempo tinha gostado. Me sentia confundida, não sei o que está acontecendo comigo. Como teria sonhado com algo que me pareceu nojento, mas que agora já não tanto, pois me tinha excitado e deixado molhada.
No dia seguinte, quando Ernesto chegou, me disse que teria que sair da cidade por algumas semanas para supervisionar uma obra. E nos dias seguintes, não conseguia tirar da cabeça aquele sonho que tive com o senhor Raúl. E a ideia de que ele me tinha visto espiando dava voltas na minha cabeça. Passaram alguns dias quando me deparei com o senhor Raúl na lavanderia. Ele estava terminando de lavar suas roupas quando cheguei, e assim que me viu, pegou suas coisas para se retirar. Quando passou perto de mim, disse:
— E você, Angélica, o que achou da garota daquela noite? Como ela chupava meu pau, gostou? Por isso me espiava com sua boquinha aberta.
— Fiquei paralisada, não sabia o que responder. Meu coração começou a bater a mil por hora, não sabia o que dizer diante daquela afirmação. Fiquei sem palavras.
— O que foi, não vai dizer nada? Ou será que não teria gostado de ser aquela garota e aproveitar para chupar todo o meu pau?
— Estava emudecida, mas reagi e dei um basta contundente a essas afirmações.
— O senhor está louco? Quem pensa que é? E por que acha que sou como as suas amiguinhas que traz para o quarto? Me respeite, ou conto para o Ernesto.
Foi aí que ele começou a abaixar o zíper da calça e o que vi não podia acreditar. Ele tirou aquele pedaço de carne, grande, grosso e bem duro. Fiquei como que hipnotizada, não conseguia nem me mexer, sentia todo o corpo paralisado. Finalmente tinha diante de mim aquele pau com o qual tinha tido tantos sonhos. Pouco a pouco, ele foi se aproximando e, quando ficou na minha frente, pegou minha mão e me puxou para ele. Com seus braços, me envolveu com força pela cintura e com... suas mãos grandes começaram a apertar minhas nádegas, foi aí que senti uma descarga de êxtase no meu interior. Uma parte de mim estava excitada por aquele aperto forte nas nádegas, mas outra parte se recusava a estar nessa situação, pois eu era uma mulher recém-casada e amava meu marido. Não podia imaginar traí-lo, então eu disse:
- Por favor, me solte, seu Raul, sou uma mulher casada, me solte...
Seu Raul respondeu:
- Isso não importa, gostosa, você é muito gostosa. Vou te fazer gozar e você vai pedir mais pica, vai pedir aos gritos. Vou te fazer o que aquele inútil do seu marido não faz.
Logo depois de dizer isso, seu Raul enterrou a cabeça nos meus seios e, num movimento rápido, me subjugou e mordeu levemente um deles. Dos meus lábios saiu apenas um pequeno gemido: AAHhh! Pois nunca ninguém tinha feito uma coisa assim comigo. Tudo naquele momento se juntou e foi uma descarga de êxtase que não consegui mais conter. Já estava completamente excitada, tudo tinha se acumulado: meu sonho, aquela cena do seu Raul com sua amante, e essa situação em que eu estava. Meu sonho estava prestes a virar realidade. Seu Raul só me disse:
- Você gosta, gostosa, sabia que ia gostar. Dá pra ver que você é uma putinha. De hoje em diante, você vai ser minha putinha.
Eu fechei os olhos e seu Raul, como um cachorro faminto, mordia de leve e chupava meus seios por cima do vestido, enquanto suas mãos massageavam ritmicamente minhas nádegas. Ao mesmo tempo, puxava por baixo do vestido minha calcinha fio-dental. Eu estava adorando aquela mãozada tremenda que aquele velho feio estava me dando. Não podia acreditar como eu podia estar ali daquele jeito e ainda por cima gostando. De repente, senti seu Raul afastar a boca dos meus seios e, num movimento de mãos, senti meu vestido subir, me deixando só no sutiã. Ele voltou aos meus seios, lambendo e mordendo agora com um pouco mais de força. Eu só soltava pequenos gemidos, tipo "ah, ahh". Depois disso, seu Raul me pegou no colo e entramos pela varanda. Ele me levou até a sala da minha casa e, em um... Sofá, eu me recosto ali e ele continuou com seu trabalho. De repente, senti suas mãos se afastando das minhas nádegas e subindo meu vestido aos poucos até me despir totalmente dele. Eu, como um reflexo da pouca dignidade e rejeição que me restava, detive suas mãos, mas ele mordeu subitamente meu peito e fez minhas mãos irem para trás, me recostando no sofá e soltando um gemido. Agora suas mãos haviam subido para meus seios e ele levantou meu sutiã, deixando meus peitos ao ar livre.
— Que peitos lindos e gostosos você tem, Angélica. Vou saboreá-los como nunca fizeram com você.
Se ele soubesse, seu Raúl, que meu marido nunca tinha mordido meus peitos, muito menos chupado...
Eu estava excitadíssima. Ele agarrou meus peitos com as mãos e chupava e lambia meus seios. Eu sentia que estava gozando ao máximo com aquela situação. Observava como ele, loucamente, não parava de chupar meus peitos. Eu estava recostada no sofá, aproveitando, gemendo. De repente, seu Raúl se afastou dos meus seios e vi como ele baixou o olhar para minha calcinha e, ao ver minha peça minúscula, exclamou:
— Uau, Sra. Angélica, você é mesmo uma fogosa. Olha que linda calcinha você está usando.
Ele se aproximou da minha vagina e deu um beijo por cima da calcinha, o que fez com que eu ficasse ainda mais excitada. Depois disso, ele se levantou e me disse:
— Agora sim, mami, prepare-se para gozar como nunca. Vou te meter como nunca, você vai pedir mais. Vou tê-lo bem duro, você não vai resistir a tocá-lo e chupá-lo, vai cavalgá-lo como uma vaqueirinha no cio.
Eu apenas olhei, mas não disse nada. Ele desceu até minha vagina e afastou minha calcinha.
— Mmm, está bem depiladinha. Parece que você imaginou que alguém ia chupar seu triângulo hoje, né?
— Não, seu Raúl, eu não sou o que você pensa. Ninguém nunca me chupou lá.
— Mmm, então seu marido Ernesto é um grande estúpido. Como pode desperdiçar esse banquete? Mas agora vou estreá-la. Vou fazer uma chupada que você nunca vai esquecer.
Ele começou a chupar e a meter sua língua na minha vagina. Eu gemia e, com minhas mãos, segurei sua cabeça e a empurrava. para que eu continuasse chupando mais e mais
- Ahha aí ahhgg ayyyy esses gemidos saíam da minha garganta, ele ficou assim me fazendo gozar por uns 15 minutos, chupando meus líquidos, continuou lambendo
- Ahaa que delícia, sabe Angélica, você tem um cheiro tão gostoso.
Logo em seguida, ele se afastou de mim e desabotoou a calça, tirando completamente seu pau enorme de uns 20 cm, grosso e com uma cabeça brilhante por causa do líquido pré-gozo que tinha escorrido. Ele me olhou e disse, ao ver aquilo, fiquei ainda mais excitada, imaginei aquela cena, mas agora comigo chupando.
- Vamos, mami, agora você vai fazer o que viu minha amante fazendo, você gostou muito, né? Agora vai chupar como a vadia faminta que você é...
Deu um pouco de nojo fazer aquilo, então recusei.
- Não, don Raúl, eu nunca chupei um, não quero.
- Você vai querer, mami. Ele pegou minha mão e colocou no seu membro, estava quente. Começou a guiar minha mão para cima e para baixo, eu só olhava minha mão grudada naquele pau que não era do meu marido. Ele pegou meus ombros e os empurrou para baixo, eu, sem resistência, me ajoelhei como ele queria. Minha mão, por si só, já subia e descia naquela vara. Eu estava bem na frente daquele membro, senti o cheiro forte dele, ainda deu um pouco de nojo, mas minha excitação era maior. A situação era muito excitante e bastante obscena, algo que eu nunca imaginei fazer. Então, abri minha boca e comecei a chupar. O gosto, naquele momento de excitação, não me desagradou, então comecei a chupar com força. Aquele pedaço de carne não cabia na minha boca, então não meti tudo. De repente, passei minha língua na cabeça do pau dele, algo que deu muito prazer ao don Raúl, pois olhei para ele e vi um rosto de prazer, e ele disse:
- Aprende rápido, vadia, que bem que você chupa, e dizia que não sabia. Continua chupando assim.
- Assim, mamãe, aí ahgg mais rápido, vadia.
Ele acariciava minha cabeça e guiava meus movimentos mais rápidos, ele só gemía e eu estava chupando, lambendo, sugando aquele pau. O que diria meu marido se me visse ajoelhada só de calcinha? chupando o pau daquele velho, dando prazer com minha boca, algo que com ele nunca tinha feito. Naquele momento senti um orgasmo, pois aquele pau estava me dando um prazer que nunca tinha imaginado. Então parei de chupar, don Raúl percebeu e me levantou, me agarrou pela cintura e me virou de costas para ele, me colocando em cima de uma mesa. Ele me fez ficar de quatro, comigo me segurando na mesa e ele atrás de mim.
- Que bunda linda você tem, Angélica. Redondinha e empinada. Tenho que te dizer que nunca enfiei numa assim, então vou dar uma boa dose de pau na sua bunda.
Ele pegou o pau duro e começou a dar pequenas batidinhas nas minhas nádegas, com a outra mão puxando minha calcinha para cima. Eu comecei a rebolinar levemente, mas de um jeito que dava para notar. Parece que ele gostou, porque começou a bater um pouco mais forte nas minhas nádegas com o pau dele, e eu jogando minha bunda para trás, tentando encontrar o pau dele ansiosamente. Então saíram de mim umas palavras que nunca teria imaginado:
- Já, me come, don Raúl, por favor! Enfia esse pau, quero sentir ele dentro!
Virei para olhar e o vi fazendo uma careta de triunfo e satisfação, pois tinha conseguido o que desde o início tinha dito que eu ia pedir mais. Ele me tinha excitada no estabelecimento dele, de quatro, com uma calcinha minúscula e com minha bunda bem empinada, mostrando. Que espetáculo don Raúl estava observando, me tendo assim, uma imagem do contraste dos nossos corpos e das nossas peles, certamente muito excitante para ele e para mim também.
- Sabia que você ia pedir pau, sua puta. Claro que vou te enfiar, só deixa eu aproveitar sua bunda um pouco mais.
Senti ele se ajoelhando e senti suas mãos calejadas deslizando pelas minhas nádegas, me causando muita excitação. Senti sua boca dando pequenas mordidas nas minhas nádegas e passando a língua por toda ela. Eu parei meu bumbum, muito excitada, sentindo muito prazer. Ele ficou assim uns 10 minutos. Eu estava ansiosa para ele meter. Ele parou de fazer isso e se levantou.
- Espere, Angélica, vou pegar uma camisinha. Tenho aqui em uma gaveta porque... sempre aqui eu fodo as senhoras famintas por pau como você e é que não quero engendrar um filho, já tenho vários espalhados por aí hahaha soltou uma risada e eu fiquei ali estática, empinada com apenas um fio dental minúsculo, com um homem que mal tinha trocado palavra com ele naquele dia e já estava prestes a me comer. Virei para vê-lo e vi como ele abriu a camisinha e colocou no seu pau. A camisinha mal cabia, ele estava bem duro. Ele se aproximou, eu parei minha bunda e só disse:
- Devagar, don Raúl, vai doer!
- Não se preocupe, Angélica, tudo vai entrar, você só para bem a bunda e aproveita.
Com as mãos, ele puxou as alças do meu fio dental e as baixou até a metade da coxa.
- Uau, que rabão você tem, Angélica! Está bem gostosa, empina mais, puta!
Ele me deu uma pequena palmada. Que imagem, pensei, o que Ernesto diria se me visse assim? Don Raúl estava prestes a violar minha castidade e minha fidelidade, estava prestes a me tornar infiel pela primeira vez e com um velho como don Raúl. Senti a ponta do pau dele na entrada da minha buceta começando a abrir caminho. Eu fiquei estática esperando que ele fizesse tudo, então pouco a pouco ele foi enfiando seu membro dentro da minha buceta.
- Ah, que apertadinha está, Angélica, parece que seu marido te deixa muito pequena, que gostoso me aperta, AHHH, só falta um pouco mais para eu enfiar tudo.
- Eu comecei a sentir uma delícia e a gemer, dar pequenos gritinhos. Comecei a me mexer até que senti de repente o pau dele, senti como ele me fendia, mas eu gostava, uma mistura entre prazer e dor.
- AHHH, don Raúl, você é muito grande.
- Já, puta, você engoliu tudo, está bem gostosa.
Virei para olhar para baixo, meu fio dental já estava no chão, pois eu já estava aberta. Ele deixou lá por um tempo, esperando que minha buceta se acostumasse com aquele pau enorme. Naquele momento, virei para trás e vi como don Raúl me tinha totalmente exposta para ele. Depois, ele me pegou pelos quadris e começou a me comer lentamente, eu acompanhava os movimentos.
- Ahh, rebola mais, Angélica.
Ali estava aquele... velho feio gordo me comendo, me curtindo e eu curtindo como uma louca gemendo
- ahha mais don Raúl, aí assim, me come, me dá mais forte
- aí me enlouquece seu pau, mais mais mais mais
--ohhh don Raúl, meu marido não me comeu como você assim assim oohh ohhh
Don Raúl começou o vai e vem mais rápido e com mais força e eu também aumentando a foda, parei minha bunda para que ele pudesse agarrar bem, don Raúl, nisso don Raúl parou seus movimentos, agarrou minhas nádegas e começou a movê-las ritmicamente em direção ao seu pau e eu me enfiando sozinha, virei para ver e vi os olhos de don Raúl fixos na minha bunda, certamente ele estava observando como seu pau entrava e saía rapidamente da minha buceta
- oohh Angélica, que gostosa, você come, ohh ahha isso, puta, assim
- enfia sozinha como a puta que você é, aí que gostosa, você fode, ninguém mexe a bunda como você, aí
Assim ficamos cerca de 20 minutos transando com vontade, o local estava cheio de gemidos e os barulhos que provocavam as batidas das minhas nádegas no ventre dele, em um movimento com seus braços, ele pegou os meus e puxou para trás e assim naquela pose, talvez a mais excitante que eu poderia imaginar
- aí que bonita você fica assim, curtindo como uma puta
Eu fiquei assim e ele agora era quem me comia, tinha muita força, metia e tirava seu pau da minha buceta de um jeito incrível, eu só gemía
- ahh ahh ahh mais mais mais don Raúl, haa haa haaa me parte, haah ohhh aí
De repente, meu corpo se convulsionou e tive o orgasmo mais gostoso de toda a minha vida - ahhhhh, só saiu da minha garganta aquele gemido e cessaram seus movimentos, don Raúl percebeu isso, senti como ele tirou seu pau da minha buceta, eu estava perdida, me recuperando do orgasmo, quando comecei a sentir de novo batidas nas minhas nádegas, produtos do seu pau já sem camisinha
-- você gostou, puta?
- sim, don Raúl, respondi, muito, ninguém me comeu como você
- tá vendo, puta, eu te disse que você ia gostar e ia pedir mais, mas agora é sua vez de tomar essa porra que está guardada para você
Então ele me puxou para frente e ele fez que ele baixasse seu pau ainda duro, parecia não se cansar, peguei com uma mão e comecei a chupar
- Mais rápido, puta, mais rápido, me faça saber que você quer meu leite
Eu comecei a chupar mais forte e rápido
- Ohh ohhh assim, puta, assim ahhhhh mais rápido
Minhas bochechas já doíam de tanto chupar aquele membro tão grande e rapidamente, até que senti o corpo do velho convulsionar e ele dizer:
- Vou gozar, puta, abre sua boquinha agoraaa ahhhhh!!!
Ele tirou o pau e eu abri minha boca esperando seu sêmen. Começaram seus jatos, fechei os olhos e senti os jorros, um líquido quente e viscoso nos meus olhos, nariz e boca. Estava tão quente que o que ficou perto da minha boca eu peguei com a língua e engoli. Eu tinha gostado que ele me tratasse assim, como uma puta, fazendo coisas que com meu marido nunca faria.
- Pronto! Agora sim, senhorita Angélica, você ficou bem fodida e banhada de sêmen como queria, hahahaha. De hoje em diante, vou te comer quando eu tiver vontade, essa bunda gostosa que você tem agora me pertence, então vou fazer você gozar sempre...
Eu só olhei para ele com um pouco de vergonha, pois ele tinha razão, eu desejava que ele me comesse e me banhasse com seu sêmen. Só respondi que sempre estaria disposta a receber aquele pau tão gostoso, e assim começou minha história de infidelidade e, a partir daquele momento, me tornei sua puta, como ele me chamava.
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