Outra história de algum lugar
Meu nome é Angélica, tenho 24 anos e estou casada com Ernesto há 10 meses. Ele tem 26 anos, é um homem muito bonito, por isso me casei com ele. Eu sou uma garota magra, tenho 1,65m, morena clara, mas posso dizer que sou bonita e tenho um corpo bom: uma bunda empinada e firme, e meus peitos, embora não sejam grandes, são firmes e empinados, além de pernas torneadas e muito durinhas. Lembro que quando eu estudava, não faltava um cara qualquer que me falasse algo sobre minha bunda ou minhas pernas, porque eu adorava usar minissaias. Sempre fui uma garota que gostou de se vestir sexy, sem ser vulgar. Foi por isso que Ernesto reparou em mim e me fez sua esposa. Nos conhecemos através de um amigo dele da faculdade, num rolê que tivemos, e ele o convidou. Depois disso, Ernesto e eu começamos a nos ver mais e viramos namorados. Bom, Ernesto é Engenheiro Civil e trabalha numa construtora. Ele tem menos de 1 ano de trabalho lá, por isso não tivemos chance de fazer nenhuma viagem de lua de mel. Então, depois do casamento, fomos morar numa casa que a empresa alugava para ele, aliás, uma casa grande e com piscina. Ele me comeu naquela noite, e me senti muito bem, porque antes de casar a gente não tinha transado, e foi minha primeira vez. Tudo isso me fez muito feliz naquela noite. Desde então até hoje, Ernesto sempre me come do mesmo jeito, na mesma posição de papai e mamãe, e também não me propõe sexo oral ou outras coisas, porque ele acha essas coisas obscenas, coisa de prostituta ou de mulher fácil. Isso não me incomodava, porque eu me sentia satisfeita e completa com o que ele fazia na cama, e também porque eu não conhecia um mundo novo que agora conheço há dez meses. E essa é a história que vou contar, que começou há um mês.
Ernesto, por ser engenheiro de uma construtora e por ter pouco tempo de casa, tinha muito trabalho e, por causa do cargo, Tinha, ele viajava muito pra fora da cidade, e nossa vida de recém-casados era fabulosa no começo, ele me comia todo dia e eu ficava fascinada por ser a mulher do homem dos meus sonhos. Mas, como falei antes, só fazia na posição de papai e mamãe. Eu, por causa da educação tão rígida que meus pais me deram antes de casar, não tive muita vida social até conhecer meu marido, e ele, assim como eu, se guardou até casarmos pra transar. Tudo ia muito normal, até que uma tarde o Ernesto me comenta que tinha que emprestar um quartinho que ficava na área de serviço, bem perto da piscina, pra um Mestre de Obras que tinha vindo trabalhar na cidade por conta da construtora e era muito chegado aos patrões da empresa. Então não tivemos muita escolha, já que praticamente emprestavam a casa e não cobravam muito aluguel por ela.
O cara que o Ernesto trouxe pra casa se chama Raul, um cara de 43 anos, maduro, 1,70 de altura, pele morena e corpo médio, com uma barriguinha e uma cara fechada de poucos amigos. Enfim, um cara bem “tanto faz”. E a verdade é que desde que o Seu Raul, como eu chamava, chegou, me sentia meio desconfortável em ter um estranho em casa, embora de certa forma não me desagradasse muito a ideia de ter mais alguém morando nessa casa tão grande pra não me sentir tão desprotegida quando o Ernesto viajava. No fim, parecia que meu pai morava em casa.
Os dias foram passando e, aos poucos, fui deixando de ligar pro fato de o Seu Raul morar na nossa casa, já que ele passava quase o dia todo no canteiro de obras, só ficava em casa o dia inteiro nos fins de semana, porque ele não era da cidade. E aproveitava pra fazer uns reparos na casa por ordem dos patrões, então eu sempre via ele de um lado pro outro fazendo consertos.
E tudo começou num certo fim de semana de verão, naqueles dias de um calor infernal. Meu marido e eu quisemos aproveitar a piscina juntos e decidimos chamar uns amigos do Trabalho do Ernesto pra curtir uma tarde e fazer um churrasco. Nesse dia, o Ernesto me surpreendeu pedindo pra eu usar um biquíni que eu tinha guardado pra nossa lua de mel. Como nunca tinha estreado, era a ocasião perfeita. Não era nada demais, mas nele minhas pernas, minha cintura e minha bunda redondinha ficavam perfeitas. Obviamente, entre os convidados estava o seu Raúl, que se ofereceu pra preparar o churrasco. E o que eu ouvi naquela tarde me perturbou pra caramba nos dias seguintes. Enquanto meu marido conversava com os amigos, consegui escutar uma conversa bem pesada, onde se referiam ao seu Raúl como um puta mulherengo, que deixava as mulheres loucas porque, pelo que entendi, ele tinha uma pica de burro. A tarde passou e todo mundo se divertiu à vontade. Já de noite, não consegui evitar de comentar com o Ernesto o que tinha ouvido sobre o seu Raúl, e ele deu uma gargalhada, me dizendo:
— Já tá imaginando por que a gente chama ele de burro, né?
Eu fiquei em silêncio e, num tom de pergunta, exclamei: — Ele tem um pauzão...? E o Ernesto continuou rindo enquanto balançava a cabeça que sim, e disse: — Só espero que você nunca descubra — e soltou mais uma gargalhada. Na minha cabeça, jamais imaginaria trair meu marido, ainda mais com um cara como o seu Raúl.
Na semana seguinte, uma noite, olhando pela janela, vi o seu Raúl chegar acompanhado de uma mulher por volta dos 30 anos. Assim que vi, falei pro meu marido:
— Que sem-vergonha esse seu Raúl, trouxe uma mulher com ele. Meu marido respondeu:
— Certeza que ele vai comer ela, daqui a gente vai ouvir os gritos, já vai ver — e soltou uma gargalhada.
Isso me deixou incomodada, e logo depois já dava pra ouvir os gemidos daquela mulher. Meu marido só comentou:
— Puta merda, esse seu Raúl é um verdadeiro garanhão, deve estar dando uma surra de buceta nessa mulher.
Assim os dias foram passando, e o seu Raúl continuou levando mulheres pro quarto dele, até que uma certa noite eu vi que ele chegou com uma garota bem mais nova. Ele, e ainda pude ver que aquela garota não passava da minha idade. "Velho safado", pensei comigo, como era possível uma garota tão nova se deitar com um cara mais velho? Aí bateu a curiosidade. Aproveitei que aquela noite meu marido não estava em casa e o que fiz depois deu uma reviravolta de 360° na minha vida. Decidi ir além do que via pela janela, desci e fui até o quarto. Conforme me aproximava, ouvia cada vez mais os gemidos daquela garota. Cheguei na janela e por uma fresta consegui ver o Dom Raul fazendo um oral nela. Vi como ele, com habilidade, chupava e tocava a garota, e ela se contorcia de prazer e gritava cada vez mais. Não sei o que aconteceu comigo, mas senti como um raio no estômago, comecei a suar e meu coração disparou. Eu estava me excitando com aquela cena. Mas qual não foi minha surpresa quando Dom Raul exigiu que a garota chupasse o pau dele. Ele tirou de entre as roupas um pau descomunal, não podia acreditar no que via — era o maior e mais grosso que já tinha visto. E via aquela garota aproveitando para chupar e chupar aquele pau que mal cabia na boca dela. Foi então que saí do transe quando Dom Raul olhou para a janela. Eu só corri e não soube se ele tinha me visto espiando. Já no meu quarto, mais calma e com a cabeça mais fria, me preparei para dormir... Foi então que, umas 5 da manhã, acordei drasticamente da cama, agitada e com uma excitação especial, toda suada. Pois estava sonhando com o que nunca imaginei que sonharia: sonhava que estava na cama com Dom Raul, aproveitando um delicioso sexo oral, e que eu começava a mamar o pau dele, vestindo só uma calcinha fio dental minúscula, comendo o pau dele e falando muitas palavras obscenas:
— Chupa essa pica, vagabunda, sabia que você gostava do meu pau, por isso estava me espiando... agora é todo seu, devora ele.
E eu gozava chupando aquele pedaço de membro. Levantei da cama e fui para a cozinha pegar um pouco de água. Fiquei lá um tempo. Lembrando daquele sonho, como era possível que eu estava desejando sonhar em estar no lugar daquela garota chupando a pica daquele cara estranho que tinha me assustado tanto? Como eu pude ter sonhado aquilo? Eu estava traindo meu marido, mas ao mesmo tempo tinha gostado. Me sentia confusa, não sei o que tá acontecendo comigo. Como eu teria sonhado algo que me parecia nojento, mas que agora já não era tanto? Porque me excitou e me molhou.
No dia seguinte, quando Ernesto chegou, me disse que teria que sair da cidade por umas duas semanas pra supervisionar uma obra. E nos dias seguintes, não conseguia tirar da cabeça aquele sonho que tive com seu Raúl. Ficava remoendo a ideia de que ele tinha me visto espiando ele. Passaram uns dois dias quando encontrei seu Raúl no quarto de lavanderia. Ele estava terminando de lavar a roupa dele quando cheguei. Assim que me viu, pegou as coisas pra sair, mas quando passou perto de mim, falou:
— E você, Angélica, o que achou daquela garota da outra noite, como ela chupava minha pica? Gostou, por isso ficou me espiando com essa boquinha aberta?
— Eu fiquei paralisada, não sabia o que responder. Meu coração começou a bater a mil por hora, não sabia o que dizer diante daquela revelação. Fiquei sem palavras.
— O que foi? Não vai dizer nada? Ou será que você não teria gostado de ser aquela garota e aproveitar pra chupar toda a minha pica?
— Eu estava muda, mas reagi e dei um basta naquelas afirmações.
— O senhor tá louco? Quem o senhor pensa que é? E por que acha que eu sou igual às suas amiguinhas que o senhor traz pro quarto? Me respeite, ou vou contar pro Ernesto.
Nisso, ele começou a abaixar o zíper da calça e o que eu vi, não podia acreditar. Ele tirou aquele pedaço de carne, grande, grosso e bem duro. Eu fiquei como hipnotizada, não conseguia nem me mexer, meu corpo todo parecia paralisado. Finalmente, tinha na minha frente aquela pica com a qual eu tinha tido tantos sonhos. Devagar, ele foi se aproximando e, quando ficou na minha frente, pegou minha mão e me puxou pra perto dele. Com os braços, me envolveu forte pela cintura e, com Suas mãos grandes começaram a apertar minhas nádegas, foi então que senti uma descarga de êxtase dentro de mim. Parte de mim já estava excitada com aquele aperto forte, mas outra parte se recusava a estar naquela situação, pois eu era uma mulher recém-casada e amava meu marido, não conseguia imaginar traí-lo, então disse:
— Por favor, me solte, seu Raul, sou uma mulher casada, me solte...
Seu Raul respondeu:
— Isso não importa, mamita, você é muito gostosa. Vou te fazer gozar e você vai pedir mais pica, você tá pedindo por gritos. Vou te fazer o que o inútil do seu marido não faz.
Logo depois de dizer isso, seu Raul enfiou a cabeça nos meus peitos e, num movimento rápido, me dominou e mordeu levemente um deles. Dos meus lábios só saiu um pequeno gemido: AAHhh!! Pois nunca ninguém tinha feito algo assim comigo. Tudo naquele momento se juntou e foi uma descarga de êxtase que não consegui mais conter. Eu já estava completamente excitada, tudo tinha se acumulado: meu sonho, aquela cena do seu Raul com a amante e aquela situação em que eu estava. Meu sonho estava prestes a se tornar realidade. Seu Raul só me disse:
— Você gostou, mamita? Sabia que ia gostar. Dá pra ver que você é uma putinha. De hoje em diante, você vai ser minha putinha...
Eu fechei os olhos e seu Raul, como um cachorro faminto, mordia levemente e chupava meus peitos por cima do meu vestido, enquanto suas mãos massageavam ritmicamente minhas nádegas e ao mesmo tempo puxavam minha calcinha fio dental por baixo do vestido. Eu estava adorando aquela apalpada tremenda que aquele velho feio estava me dando. Não conseguia acreditar como eu podia estar ali, daquele jeito, e ainda gostando. De repente, senti seu Raul tirar a boca dos meus peitos e, num movimento das mãos, senti ele levantar meu vestido, me deixando só de sutiã, e novamente voltou para meus peitos, lambendo e mordendo agora com um pouco mais de força. Eu só soltava pequenos gemidinhos tipo "ahh, ahh". Depois disso, seu Raul me pegou no colo e entramos pela varanda, e ele me levou para a sala da minha casa, e num... No sofá, me apoiei ali e ele continuou com o trabalho dele. De repente, senti as mãos dele se afastarem das minhas nádegas e ele foi subindo devagar meu vestido até tirar ele completamente de mim. Como um reflexo da pouca dignidade e rejeição que ainda me restava, segurei as mãos dele, mas ele mordeu de repente meu peito e fez eu levar minhas mãos para trás, me apoiando no sofá e soltando um gemido. Agora, as mãos dele tinham subido até meus peitos e levantaram meu sutiã, deixando minhas tetas totalmente de fora.
— Que tetas lindas e gostosas você tem, Angélica. Vou saboreá-las como nunca fizeram com você.
Se eu soubesse, seu Raul, que meu marido nunca tinha mordido minhas tetas, muito menos chupado.
Eu estava excitadíssima. Ele agarrou minhas tetas com as mãos e chupava e lambia meus peitos. Eu sentia que estava gozando ao máximo com aquela situação. Olhava para ele como uma louca, ele não parava de chupar meus peitos. Eu estava recostada no sofá, aproveitando e gemendo. De repente, seu Raul se afastou dos meus peitos e eu vi ele olhar para baixo, para a minha calcinha fio dental. Ao ver minha peça minúscula, exclamou:
— Uau, dona Angélica, a senhora é uma gostosa mesmo. Olha que calcinha linda que está usando.
Ele se aproximou da minha buceta e deu um beijo por cima da calcinha, o que me deixou ainda mais excitada. Depois disso, ele se levantou e disse:
— Agora sim, mamãe, se prepara para gozar como nunca. Vou te meter como nunca, você vai pedir mais. Vou deixar ele bem duro, você não vai resistir a tocar e chupar. Vai cavalgar como uma vaqueira no cio.
Eu só olhei para ele, mas não disse nada. Ele desceu até minha buceta e afastou minha calcinha de lado.
— Hum, está bem depiladinha. Parece que você imaginou que alguém ia chupar seu triângulo hoje, não é?
— Não, seu Raul, eu não sou o que o senhor pensa. Ninguém nunca chupou aí.
— Hum, então seu marido, Ernesto, é um grande idiota. Como pode desperdiçar esse banquete? Mas agora vou estrear você. Vou te dar uma chupada que você nunca vai esquecer.
Ele começou a sugar e a meter a língua na minha buceta. Eu gemia e, com minhas mãos, peguei a cabeça dele e empurrava. pra que ela continuasse chupando mais e mais
- Ahha aí ahhgg ayyyy esses gemidos saíam da minha garganta ele ficou assim me fazendo gozar uns 15 minutos chupava meus sucos continuava lambendo
- Ahaa que delícia sabia Angélica você cheira bem gostosa.
Na hora ele se afastou de mim e desabotoou a calça e tirou completamente o pau enorme dele de uns 20 cm grosso e com uma cabeça brilhante por causa do líquido pré-seminal que tinha vazado me olhou e me disse ao ver aquilo fiquei mais excitada imaginei aquela cena mas agora eu chupando ele
- Vai filhinha agora você vai fazer o que viu fazendo com minha amante você gostou muito né? agora vai chupar ele como uma puta faminta que você é..
Senti um pouco de nojo de fazer aquilo então recusei
- Não seu Raul eu nunca chupei um não quero
Você vai querer filhinha ele pegou minha mão colocou no pau dele tava quente começou a guiar minha mão pra cima pra baixo eu só olhava como minha mão ali grudada naquele pau que não era do meu marido ele pegou meus ombros e empurrou pra baixo eu sem resistência me ajoelhei como ele queria já minha mão sozinha subia e descia naquela vara tava bem na frente daquele pau senti o cheiro forte dele ainda aí senti um pouco de nojo mas minha excitação era maior a situação era muito safada e bem obscena que eu nunca imaginaria fazer então abri minha boca e comecei a chupar ele o gosto naquele momento estando excitada não me desagradou então comecei a chupar forte aquele pedaço de carne não cabia na minha boca então não enfiava tudo de mim saiu passar minha língua na cabeça do pau dele foi algo que deu muito prazer pro seu Raul já que virei pra olhar ele e ele tinha uma cara de prazer e disse
- Você aprende rápido puta que bem chupa e diz que não sabia continua chupando ele assim
- Assim filhinha aí ahgg mais rápido puta
Ele acariciava minha cabeça e ele guiava meus movimentos mais rápidos ele só gemia e eu tava chupando lambendo sugando aquele pau que será que meu marido diria se me visse ali ajoelhada só de fio dental chupando a pica daquele velho, dando prazer com minha boca, algo que com ele nunca tinha feito. naquele momento senti um orgasmo, porque aquela pica tava me dando um prazer que nunca imaginei. então parei de chupar. seu Raul percebeu e me levantou, me pegou pela cintura e me virou de costas pra uma mesa, me fez ficar de quatro, me apoiando na mesa e ele atrás de mim.
— Que rabo lindo você tem, Angélica, redondinho e empinado. tenho que te dizer que nunca enfiei num assim, então vou dar uma boa dose de pica nessa sua bunda.
Ele pegou a pica dele dura e começou a dar batidinhas nas minhas nádegas, enquanto com a outra mão puxava minha calcinha fio dental pra cima. eu comecei a reboladinha em círculos, leve mas notável. parece que ele gostou, porque começou a bater um pouco mais forte nas minhas nádegas com a pica, e eu jogando minha bunda pra trás, tentando encontrar a pica dele ansiosamente. então saíram da minha boca umas palavras que nunca imaginei:
— Já! me fode, seu Raul, por favor. enfia essa pica, quero sentir ela dentro. virei pra olhar ele e vi uma careta de triunfo e satisfação, porque ele tinha conseguido o que desde o início disse que eu ia pedir mais. ele me deixou excitada no estabelecimento dele, de quatro, com uma calcinha fio dental minúscula e minha bunda bem empinada, mostrando tudo. que espetáculo seu Raul tava vendo, me tendo assim, uma imagem do contraste dos nossos corpos e peles, com certeza muito excitante pra ele e pra mim também.
— Sabia que ia pedir pica, putinha. claro que vou te enfiar, só deixa eu aproveitar sua bunda um pouco mais.
Senti ele se ajoelhar e senti as mãos calejadas dele deslizando pelas minhas nádegas, me causando uma puta excitação. senti a boca dele dando mordidinhas na minha bunda e passando a língua por toda ela. eu empinei minha raba, muito excitada, sentindo muito prazer. ele ficou assim uns 10 minutos, eu tava ansiosa pra ele meter. ele parou com aquilo e se levantou.
— Espera, Angélica, vou pegar uma camisinha. tenho aqui numa gaveta, porque... Sempre aqui, vou te foder, suas senhoras famintas por pica como você. E é que não quero gerar um filho, já tenho vários espalhados por aí, hahaha. Ele soltou uma risada e eu fiquei ali, parada, empinada, só com uma diminuta tanga, com um homem com quem mal tinha trocado palavra naquele dia e já estava prestes a me comer. Virei para olhar e vi ele abrindo a camisinha e colocando na pica dele. A camisinha mal cabia, estava bem dura. Ele se aproximou, eu levantei a bunda e só falei:
- Devagar, seu Raul, vai doer!!
- Não se preocupa, Angélica, vai entrar tudo. Só relaxa a buceta e aproveita.
Com as mãos, ele puxou as alças da minha tanga e baixou até o meio da coxa.
- Uau, que rabão você tem, Angélica!! É bem gostosa. Levanta mais, puta!!!
Ele deu um tapinha na minha bunda. Que imagem, pensei no que o Ernesto diria se me visse assim. Seu Raul estava prestes a violar minha castidade e minha fidelidade. Eu estava prestes a me tornar infiel pela primeira vez, e com um velho como seu Raul. Senti a ponta da pica dele na entrada da minha buceta, começando a abrir caminho. Fiquei parada, esperando ele fazer tudo. Então, aos poucos, ele foi enfiando o membro dentro da minha buceta.
- Aaah, que apertadinha que você é, Angélica. Parece que seu marido te tem bem pequenininha. Que gostoso, aperta minha pica. AHHH, só falta mais um pouco para eu enfiar tudo.
- Eu comecei a sentir uma delícia e a gemer, dar pequenos gritinhos. Comecei a me mexer até sentir de repente a pica dele. Senti como se estivesse me partindo, mas gostei, uma mistura de prazer e dor.
- AHHH, seu Raul, você tem ela bem grande.
- Já, puta, você engoliu tudo. Você é bem gostosa.
Virei para olhar para baixo, minha tanga já estava no chão, porque eu já estava aberta. Deixei ela ali por um tempo, esperando minha buceta se acostumar com aquela pica enorme. Naquele momento, virei para trás e vi como seu Raul me tinha, totalmente exposta para ele. Depois, ele me pegou pelas cadeiras e começou a me foder devagar. Eu acompanhava com os movimentos.
- Ahh, se mexe mais, Angélica.
Ali estava aquele Velho feio gordo me comendo, me aproveitando de mim e eu aproveitando igual uma louca gemendo
- ahha mais seu Raul aí assim me come, me dá mais forte
- aí me deixa louca sua pica mais mais mais mais
--ohhh seu Raul meu marido não me comeu igual você assim assiiim oohh ohhh
Seu Raul começou o vai e vem mais rápido e com mais força e eu também aumentando a foda, empinando minha bunda pra ele pegar bem. Seu Raul, nisso ele parou os movimentos, pegou minhas nádegas e começou a mexer ritmadamente em direção à pica dele, e eu me enfiando sozinha. Virei pra olhar e vi os olhos do seu Raul cravados na minha bunda, com certeza ele tava vendo como a pica dele entrava e saía rápido da minha buceta
- oohh Angélica que gostosa você come, ohh ahha isso puta assim
- se enfia sozinha igual a puta que você é, aí que gostosa você fode, ninguém mexe a bunda igual você aí
Assim ficamos uns 20 minutos fodendo com gosto, o local tava cheio de gemidos e dos barulhos das batidas da minha bunda na barriga dele. Num movimento com os braços ele pegou os meus e puxou pra trás, e assim nessa pose, talvez a mais excitante que eu podia imaginar
- aí que bonita você tá assiiimmm aproveitando igual uma puta
Eu fiquei assim e agora ele era quem me comia, tinha muita força, metia e tirava a pica dele da minha buceta de um jeito incrível, eu só gemia
- ahh ahh ahh mais mais mais seu Raulss haa haa haaa me parte!! haah ohhh aí!!
De repente meu corpo se contorceu e eu tive o orgasmo mais gostoso da minha vida - ahhhhh só saiu da minha garganta aquele gemido e os movimentos dele pararam. Seu Raul percebeu isso, senti ele tirar a pica da minha buceta, eu tava perdida me recuperando do orgasmo quando comecei a sentir de novo batidas nas minhas nádegas, da pica dele já sem camisinha
-- gostou, puta?
- sim seu Raul respondi muito, ninguém nunca me comeu igual você
- viu puta? te falei que você ia gostar e pedir mais, mas agora é sua vez de tomar essa porra que tá guardada pra você
Então ele me puxou pra frente dele que eu chupasse o pau dele mesmo de pé, ele ainda parecia não se cansar. Peguei com uma mão e ele começou a chupar
— mais rápido, vadia, mais rápido, me mostra que você quer meu gozo
Eu comecei a chupar mais forte e rápido
— ohh ohhh assim, vadia, assiiim ahhhhh mais rápido
Minhas bochechas já doíam de tanto chupar aquele pauzão tão rápido, até que senti o corpo do velho se contorcer e ele dizer:
— vou gozar, vadia, abre essa boquinha agorrrra ahhhhh!!!
Ele tirou o pau e eu abri a boca esperando o esperma dele. Começaram os jatos de porra, fechei os olhos e senti os esguichos, senti um líquido quente e viscoso nos meus olhos, nariz e boca. Estava tão quente que o que caiu perto da minha boca eu alcancei com a língua e engoli. Eu tinha adorado ser tratada daquele jeito, como uma puta, fazendo coisas que com meu marido jamais faria.
— Pronto! Agora sim, senhorita Angélica, você foi bem comida e banhada de porra, como queria, hahahaha. De hoje em diante, vou te comer quando der na telha. Essa buceta gostosa que você tem agora é minha, então vou fazer ela gozar sempre...
Eu só olhei pra ele com um pouco de vergonha, porque ele tinha razão: eu queria ser macetada e banhada de porra. Só respondi que estaria sempre disposta a receber aquele pau tão gostoso. E assim começou minha história de infidelidade; a partir daquele momento, virei a putinha dele, como ele me chamava.
Meu nome é Angélica, tenho 24 anos e estou casada com Ernesto há 10 meses. Ele tem 26 anos, é um homem muito bonito, por isso me casei com ele. Eu sou uma garota magra, tenho 1,65m, morena clara, mas posso dizer que sou bonita e tenho um corpo bom: uma bunda empinada e firme, e meus peitos, embora não sejam grandes, são firmes e empinados, além de pernas torneadas e muito durinhas. Lembro que quando eu estudava, não faltava um cara qualquer que me falasse algo sobre minha bunda ou minhas pernas, porque eu adorava usar minissaias. Sempre fui uma garota que gostou de se vestir sexy, sem ser vulgar. Foi por isso que Ernesto reparou em mim e me fez sua esposa. Nos conhecemos através de um amigo dele da faculdade, num rolê que tivemos, e ele o convidou. Depois disso, Ernesto e eu começamos a nos ver mais e viramos namorados. Bom, Ernesto é Engenheiro Civil e trabalha numa construtora. Ele tem menos de 1 ano de trabalho lá, por isso não tivemos chance de fazer nenhuma viagem de lua de mel. Então, depois do casamento, fomos morar numa casa que a empresa alugava para ele, aliás, uma casa grande e com piscina. Ele me comeu naquela noite, e me senti muito bem, porque antes de casar a gente não tinha transado, e foi minha primeira vez. Tudo isso me fez muito feliz naquela noite. Desde então até hoje, Ernesto sempre me come do mesmo jeito, na mesma posição de papai e mamãe, e também não me propõe sexo oral ou outras coisas, porque ele acha essas coisas obscenas, coisa de prostituta ou de mulher fácil. Isso não me incomodava, porque eu me sentia satisfeita e completa com o que ele fazia na cama, e também porque eu não conhecia um mundo novo que agora conheço há dez meses. E essa é a história que vou contar, que começou há um mês.
Ernesto, por ser engenheiro de uma construtora e por ter pouco tempo de casa, tinha muito trabalho e, por causa do cargo, Tinha, ele viajava muito pra fora da cidade, e nossa vida de recém-casados era fabulosa no começo, ele me comia todo dia e eu ficava fascinada por ser a mulher do homem dos meus sonhos. Mas, como falei antes, só fazia na posição de papai e mamãe. Eu, por causa da educação tão rígida que meus pais me deram antes de casar, não tive muita vida social até conhecer meu marido, e ele, assim como eu, se guardou até casarmos pra transar. Tudo ia muito normal, até que uma tarde o Ernesto me comenta que tinha que emprestar um quartinho que ficava na área de serviço, bem perto da piscina, pra um Mestre de Obras que tinha vindo trabalhar na cidade por conta da construtora e era muito chegado aos patrões da empresa. Então não tivemos muita escolha, já que praticamente emprestavam a casa e não cobravam muito aluguel por ela.
O cara que o Ernesto trouxe pra casa se chama Raul, um cara de 43 anos, maduro, 1,70 de altura, pele morena e corpo médio, com uma barriguinha e uma cara fechada de poucos amigos. Enfim, um cara bem “tanto faz”. E a verdade é que desde que o Seu Raul, como eu chamava, chegou, me sentia meio desconfortável em ter um estranho em casa, embora de certa forma não me desagradasse muito a ideia de ter mais alguém morando nessa casa tão grande pra não me sentir tão desprotegida quando o Ernesto viajava. No fim, parecia que meu pai morava em casa.
Os dias foram passando e, aos poucos, fui deixando de ligar pro fato de o Seu Raul morar na nossa casa, já que ele passava quase o dia todo no canteiro de obras, só ficava em casa o dia inteiro nos fins de semana, porque ele não era da cidade. E aproveitava pra fazer uns reparos na casa por ordem dos patrões, então eu sempre via ele de um lado pro outro fazendo consertos.
E tudo começou num certo fim de semana de verão, naqueles dias de um calor infernal. Meu marido e eu quisemos aproveitar a piscina juntos e decidimos chamar uns amigos do Trabalho do Ernesto pra curtir uma tarde e fazer um churrasco. Nesse dia, o Ernesto me surpreendeu pedindo pra eu usar um biquíni que eu tinha guardado pra nossa lua de mel. Como nunca tinha estreado, era a ocasião perfeita. Não era nada demais, mas nele minhas pernas, minha cintura e minha bunda redondinha ficavam perfeitas. Obviamente, entre os convidados estava o seu Raúl, que se ofereceu pra preparar o churrasco. E o que eu ouvi naquela tarde me perturbou pra caramba nos dias seguintes. Enquanto meu marido conversava com os amigos, consegui escutar uma conversa bem pesada, onde se referiam ao seu Raúl como um puta mulherengo, que deixava as mulheres loucas porque, pelo que entendi, ele tinha uma pica de burro. A tarde passou e todo mundo se divertiu à vontade. Já de noite, não consegui evitar de comentar com o Ernesto o que tinha ouvido sobre o seu Raúl, e ele deu uma gargalhada, me dizendo:
— Já tá imaginando por que a gente chama ele de burro, né?
Eu fiquei em silêncio e, num tom de pergunta, exclamei: — Ele tem um pauzão...? E o Ernesto continuou rindo enquanto balançava a cabeça que sim, e disse: — Só espero que você nunca descubra — e soltou mais uma gargalhada. Na minha cabeça, jamais imaginaria trair meu marido, ainda mais com um cara como o seu Raúl.
Na semana seguinte, uma noite, olhando pela janela, vi o seu Raúl chegar acompanhado de uma mulher por volta dos 30 anos. Assim que vi, falei pro meu marido:
— Que sem-vergonha esse seu Raúl, trouxe uma mulher com ele. Meu marido respondeu:
— Certeza que ele vai comer ela, daqui a gente vai ouvir os gritos, já vai ver — e soltou uma gargalhada.
Isso me deixou incomodada, e logo depois já dava pra ouvir os gemidos daquela mulher. Meu marido só comentou:
— Puta merda, esse seu Raúl é um verdadeiro garanhão, deve estar dando uma surra de buceta nessa mulher.
Assim os dias foram passando, e o seu Raúl continuou levando mulheres pro quarto dele, até que uma certa noite eu vi que ele chegou com uma garota bem mais nova. Ele, e ainda pude ver que aquela garota não passava da minha idade. "Velho safado", pensei comigo, como era possível uma garota tão nova se deitar com um cara mais velho? Aí bateu a curiosidade. Aproveitei que aquela noite meu marido não estava em casa e o que fiz depois deu uma reviravolta de 360° na minha vida. Decidi ir além do que via pela janela, desci e fui até o quarto. Conforme me aproximava, ouvia cada vez mais os gemidos daquela garota. Cheguei na janela e por uma fresta consegui ver o Dom Raul fazendo um oral nela. Vi como ele, com habilidade, chupava e tocava a garota, e ela se contorcia de prazer e gritava cada vez mais. Não sei o que aconteceu comigo, mas senti como um raio no estômago, comecei a suar e meu coração disparou. Eu estava me excitando com aquela cena. Mas qual não foi minha surpresa quando Dom Raul exigiu que a garota chupasse o pau dele. Ele tirou de entre as roupas um pau descomunal, não podia acreditar no que via — era o maior e mais grosso que já tinha visto. E via aquela garota aproveitando para chupar e chupar aquele pau que mal cabia na boca dela. Foi então que saí do transe quando Dom Raul olhou para a janela. Eu só corri e não soube se ele tinha me visto espiando. Já no meu quarto, mais calma e com a cabeça mais fria, me preparei para dormir... Foi então que, umas 5 da manhã, acordei drasticamente da cama, agitada e com uma excitação especial, toda suada. Pois estava sonhando com o que nunca imaginei que sonharia: sonhava que estava na cama com Dom Raul, aproveitando um delicioso sexo oral, e que eu começava a mamar o pau dele, vestindo só uma calcinha fio dental minúscula, comendo o pau dele e falando muitas palavras obscenas:
— Chupa essa pica, vagabunda, sabia que você gostava do meu pau, por isso estava me espiando... agora é todo seu, devora ele.
E eu gozava chupando aquele pedaço de membro. Levantei da cama e fui para a cozinha pegar um pouco de água. Fiquei lá um tempo. Lembrando daquele sonho, como era possível que eu estava desejando sonhar em estar no lugar daquela garota chupando a pica daquele cara estranho que tinha me assustado tanto? Como eu pude ter sonhado aquilo? Eu estava traindo meu marido, mas ao mesmo tempo tinha gostado. Me sentia confusa, não sei o que tá acontecendo comigo. Como eu teria sonhado algo que me parecia nojento, mas que agora já não era tanto? Porque me excitou e me molhou.
No dia seguinte, quando Ernesto chegou, me disse que teria que sair da cidade por umas duas semanas pra supervisionar uma obra. E nos dias seguintes, não conseguia tirar da cabeça aquele sonho que tive com seu Raúl. Ficava remoendo a ideia de que ele tinha me visto espiando ele. Passaram uns dois dias quando encontrei seu Raúl no quarto de lavanderia. Ele estava terminando de lavar a roupa dele quando cheguei. Assim que me viu, pegou as coisas pra sair, mas quando passou perto de mim, falou:
— E você, Angélica, o que achou daquela garota da outra noite, como ela chupava minha pica? Gostou, por isso ficou me espiando com essa boquinha aberta?
— Eu fiquei paralisada, não sabia o que responder. Meu coração começou a bater a mil por hora, não sabia o que dizer diante daquela revelação. Fiquei sem palavras.
— O que foi? Não vai dizer nada? Ou será que você não teria gostado de ser aquela garota e aproveitar pra chupar toda a minha pica?
— Eu estava muda, mas reagi e dei um basta naquelas afirmações.
— O senhor tá louco? Quem o senhor pensa que é? E por que acha que eu sou igual às suas amiguinhas que o senhor traz pro quarto? Me respeite, ou vou contar pro Ernesto.
Nisso, ele começou a abaixar o zíper da calça e o que eu vi, não podia acreditar. Ele tirou aquele pedaço de carne, grande, grosso e bem duro. Eu fiquei como hipnotizada, não conseguia nem me mexer, meu corpo todo parecia paralisado. Finalmente, tinha na minha frente aquela pica com a qual eu tinha tido tantos sonhos. Devagar, ele foi se aproximando e, quando ficou na minha frente, pegou minha mão e me puxou pra perto dele. Com os braços, me envolveu forte pela cintura e, com Suas mãos grandes começaram a apertar minhas nádegas, foi então que senti uma descarga de êxtase dentro de mim. Parte de mim já estava excitada com aquele aperto forte, mas outra parte se recusava a estar naquela situação, pois eu era uma mulher recém-casada e amava meu marido, não conseguia imaginar traí-lo, então disse:
— Por favor, me solte, seu Raul, sou uma mulher casada, me solte...
Seu Raul respondeu:
— Isso não importa, mamita, você é muito gostosa. Vou te fazer gozar e você vai pedir mais pica, você tá pedindo por gritos. Vou te fazer o que o inútil do seu marido não faz.
Logo depois de dizer isso, seu Raul enfiou a cabeça nos meus peitos e, num movimento rápido, me dominou e mordeu levemente um deles. Dos meus lábios só saiu um pequeno gemido: AAHhh!! Pois nunca ninguém tinha feito algo assim comigo. Tudo naquele momento se juntou e foi uma descarga de êxtase que não consegui mais conter. Eu já estava completamente excitada, tudo tinha se acumulado: meu sonho, aquela cena do seu Raul com a amante e aquela situação em que eu estava. Meu sonho estava prestes a se tornar realidade. Seu Raul só me disse:
— Você gostou, mamita? Sabia que ia gostar. Dá pra ver que você é uma putinha. De hoje em diante, você vai ser minha putinha...
Eu fechei os olhos e seu Raul, como um cachorro faminto, mordia levemente e chupava meus peitos por cima do meu vestido, enquanto suas mãos massageavam ritmicamente minhas nádegas e ao mesmo tempo puxavam minha calcinha fio dental por baixo do vestido. Eu estava adorando aquela apalpada tremenda que aquele velho feio estava me dando. Não conseguia acreditar como eu podia estar ali, daquele jeito, e ainda gostando. De repente, senti seu Raul tirar a boca dos meus peitos e, num movimento das mãos, senti ele levantar meu vestido, me deixando só de sutiã, e novamente voltou para meus peitos, lambendo e mordendo agora com um pouco mais de força. Eu só soltava pequenos gemidinhos tipo "ahh, ahh". Depois disso, seu Raul me pegou no colo e entramos pela varanda, e ele me levou para a sala da minha casa, e num... No sofá, me apoiei ali e ele continuou com o trabalho dele. De repente, senti as mãos dele se afastarem das minhas nádegas e ele foi subindo devagar meu vestido até tirar ele completamente de mim. Como um reflexo da pouca dignidade e rejeição que ainda me restava, segurei as mãos dele, mas ele mordeu de repente meu peito e fez eu levar minhas mãos para trás, me apoiando no sofá e soltando um gemido. Agora, as mãos dele tinham subido até meus peitos e levantaram meu sutiã, deixando minhas tetas totalmente de fora.
— Que tetas lindas e gostosas você tem, Angélica. Vou saboreá-las como nunca fizeram com você.
Se eu soubesse, seu Raul, que meu marido nunca tinha mordido minhas tetas, muito menos chupado.
Eu estava excitadíssima. Ele agarrou minhas tetas com as mãos e chupava e lambia meus peitos. Eu sentia que estava gozando ao máximo com aquela situação. Olhava para ele como uma louca, ele não parava de chupar meus peitos. Eu estava recostada no sofá, aproveitando e gemendo. De repente, seu Raul se afastou dos meus peitos e eu vi ele olhar para baixo, para a minha calcinha fio dental. Ao ver minha peça minúscula, exclamou:
— Uau, dona Angélica, a senhora é uma gostosa mesmo. Olha que calcinha linda que está usando.
Ele se aproximou da minha buceta e deu um beijo por cima da calcinha, o que me deixou ainda mais excitada. Depois disso, ele se levantou e disse:
— Agora sim, mamãe, se prepara para gozar como nunca. Vou te meter como nunca, você vai pedir mais. Vou deixar ele bem duro, você não vai resistir a tocar e chupar. Vai cavalgar como uma vaqueira no cio.
Eu só olhei para ele, mas não disse nada. Ele desceu até minha buceta e afastou minha calcinha de lado.
— Hum, está bem depiladinha. Parece que você imaginou que alguém ia chupar seu triângulo hoje, não é?
— Não, seu Raul, eu não sou o que o senhor pensa. Ninguém nunca chupou aí.
— Hum, então seu marido, Ernesto, é um grande idiota. Como pode desperdiçar esse banquete? Mas agora vou estrear você. Vou te dar uma chupada que você nunca vai esquecer.
Ele começou a sugar e a meter a língua na minha buceta. Eu gemia e, com minhas mãos, peguei a cabeça dele e empurrava. pra que ela continuasse chupando mais e mais
- Ahha aí ahhgg ayyyy esses gemidos saíam da minha garganta ele ficou assim me fazendo gozar uns 15 minutos chupava meus sucos continuava lambendo
- Ahaa que delícia sabia Angélica você cheira bem gostosa.
Na hora ele se afastou de mim e desabotoou a calça e tirou completamente o pau enorme dele de uns 20 cm grosso e com uma cabeça brilhante por causa do líquido pré-seminal que tinha vazado me olhou e me disse ao ver aquilo fiquei mais excitada imaginei aquela cena mas agora eu chupando ele
- Vai filhinha agora você vai fazer o que viu fazendo com minha amante você gostou muito né? agora vai chupar ele como uma puta faminta que você é..
Senti um pouco de nojo de fazer aquilo então recusei
- Não seu Raul eu nunca chupei um não quero
Você vai querer filhinha ele pegou minha mão colocou no pau dele tava quente começou a guiar minha mão pra cima pra baixo eu só olhava como minha mão ali grudada naquele pau que não era do meu marido ele pegou meus ombros e empurrou pra baixo eu sem resistência me ajoelhei como ele queria já minha mão sozinha subia e descia naquela vara tava bem na frente daquele pau senti o cheiro forte dele ainda aí senti um pouco de nojo mas minha excitação era maior a situação era muito safada e bem obscena que eu nunca imaginaria fazer então abri minha boca e comecei a chupar ele o gosto naquele momento estando excitada não me desagradou então comecei a chupar forte aquele pedaço de carne não cabia na minha boca então não enfiava tudo de mim saiu passar minha língua na cabeça do pau dele foi algo que deu muito prazer pro seu Raul já que virei pra olhar ele e ele tinha uma cara de prazer e disse
- Você aprende rápido puta que bem chupa e diz que não sabia continua chupando ele assim
- Assim filhinha aí ahgg mais rápido puta
Ele acariciava minha cabeça e ele guiava meus movimentos mais rápidos ele só gemia e eu tava chupando lambendo sugando aquele pau que será que meu marido diria se me visse ali ajoelhada só de fio dental chupando a pica daquele velho, dando prazer com minha boca, algo que com ele nunca tinha feito. naquele momento senti um orgasmo, porque aquela pica tava me dando um prazer que nunca imaginei. então parei de chupar. seu Raul percebeu e me levantou, me pegou pela cintura e me virou de costas pra uma mesa, me fez ficar de quatro, me apoiando na mesa e ele atrás de mim.
— Que rabo lindo você tem, Angélica, redondinho e empinado. tenho que te dizer que nunca enfiei num assim, então vou dar uma boa dose de pica nessa sua bunda.
Ele pegou a pica dele dura e começou a dar batidinhas nas minhas nádegas, enquanto com a outra mão puxava minha calcinha fio dental pra cima. eu comecei a reboladinha em círculos, leve mas notável. parece que ele gostou, porque começou a bater um pouco mais forte nas minhas nádegas com a pica, e eu jogando minha bunda pra trás, tentando encontrar a pica dele ansiosamente. então saíram da minha boca umas palavras que nunca imaginei:
— Já! me fode, seu Raul, por favor. enfia essa pica, quero sentir ela dentro. virei pra olhar ele e vi uma careta de triunfo e satisfação, porque ele tinha conseguido o que desde o início disse que eu ia pedir mais. ele me deixou excitada no estabelecimento dele, de quatro, com uma calcinha fio dental minúscula e minha bunda bem empinada, mostrando tudo. que espetáculo seu Raul tava vendo, me tendo assim, uma imagem do contraste dos nossos corpos e peles, com certeza muito excitante pra ele e pra mim também.
— Sabia que ia pedir pica, putinha. claro que vou te enfiar, só deixa eu aproveitar sua bunda um pouco mais.
Senti ele se ajoelhar e senti as mãos calejadas dele deslizando pelas minhas nádegas, me causando uma puta excitação. senti a boca dele dando mordidinhas na minha bunda e passando a língua por toda ela. eu empinei minha raba, muito excitada, sentindo muito prazer. ele ficou assim uns 10 minutos, eu tava ansiosa pra ele meter. ele parou com aquilo e se levantou.
— Espera, Angélica, vou pegar uma camisinha. tenho aqui numa gaveta, porque... Sempre aqui, vou te foder, suas senhoras famintas por pica como você. E é que não quero gerar um filho, já tenho vários espalhados por aí, hahaha. Ele soltou uma risada e eu fiquei ali, parada, empinada, só com uma diminuta tanga, com um homem com quem mal tinha trocado palavra naquele dia e já estava prestes a me comer. Virei para olhar e vi ele abrindo a camisinha e colocando na pica dele. A camisinha mal cabia, estava bem dura. Ele se aproximou, eu levantei a bunda e só falei:
- Devagar, seu Raul, vai doer!!
- Não se preocupa, Angélica, vai entrar tudo. Só relaxa a buceta e aproveita.
Com as mãos, ele puxou as alças da minha tanga e baixou até o meio da coxa.
- Uau, que rabão você tem, Angélica!! É bem gostosa. Levanta mais, puta!!!
Ele deu um tapinha na minha bunda. Que imagem, pensei no que o Ernesto diria se me visse assim. Seu Raul estava prestes a violar minha castidade e minha fidelidade. Eu estava prestes a me tornar infiel pela primeira vez, e com um velho como seu Raul. Senti a ponta da pica dele na entrada da minha buceta, começando a abrir caminho. Fiquei parada, esperando ele fazer tudo. Então, aos poucos, ele foi enfiando o membro dentro da minha buceta.
- Aaah, que apertadinha que você é, Angélica. Parece que seu marido te tem bem pequenininha. Que gostoso, aperta minha pica. AHHH, só falta mais um pouco para eu enfiar tudo.
- Eu comecei a sentir uma delícia e a gemer, dar pequenos gritinhos. Comecei a me mexer até sentir de repente a pica dele. Senti como se estivesse me partindo, mas gostei, uma mistura de prazer e dor.
- AHHH, seu Raul, você tem ela bem grande.
- Já, puta, você engoliu tudo. Você é bem gostosa.
Virei para olhar para baixo, minha tanga já estava no chão, porque eu já estava aberta. Deixei ela ali por um tempo, esperando minha buceta se acostumar com aquela pica enorme. Naquele momento, virei para trás e vi como seu Raul me tinha, totalmente exposta para ele. Depois, ele me pegou pelas cadeiras e começou a me foder devagar. Eu acompanhava com os movimentos.
- Ahh, se mexe mais, Angélica.
Ali estava aquele Velho feio gordo me comendo, me aproveitando de mim e eu aproveitando igual uma louca gemendo
- ahha mais seu Raul aí assim me come, me dá mais forte
- aí me deixa louca sua pica mais mais mais mais
--ohhh seu Raul meu marido não me comeu igual você assim assiiim oohh ohhh
Seu Raul começou o vai e vem mais rápido e com mais força e eu também aumentando a foda, empinando minha bunda pra ele pegar bem. Seu Raul, nisso ele parou os movimentos, pegou minhas nádegas e começou a mexer ritmadamente em direção à pica dele, e eu me enfiando sozinha. Virei pra olhar e vi os olhos do seu Raul cravados na minha bunda, com certeza ele tava vendo como a pica dele entrava e saía rápido da minha buceta
- oohh Angélica que gostosa você come, ohh ahha isso puta assim
- se enfia sozinha igual a puta que você é, aí que gostosa você fode, ninguém mexe a bunda igual você aí
Assim ficamos uns 20 minutos fodendo com gosto, o local tava cheio de gemidos e dos barulhos das batidas da minha bunda na barriga dele. Num movimento com os braços ele pegou os meus e puxou pra trás, e assim nessa pose, talvez a mais excitante que eu podia imaginar
- aí que bonita você tá assiiimmm aproveitando igual uma puta
Eu fiquei assim e agora ele era quem me comia, tinha muita força, metia e tirava a pica dele da minha buceta de um jeito incrível, eu só gemia
- ahh ahh ahh mais mais mais seu Raulss haa haa haaa me parte!! haah ohhh aí!!
De repente meu corpo se contorceu e eu tive o orgasmo mais gostoso da minha vida - ahhhhh só saiu da minha garganta aquele gemido e os movimentos dele pararam. Seu Raul percebeu isso, senti ele tirar a pica da minha buceta, eu tava perdida me recuperando do orgasmo quando comecei a sentir de novo batidas nas minhas nádegas, da pica dele já sem camisinha
-- gostou, puta?
- sim seu Raul respondi muito, ninguém nunca me comeu igual você
- viu puta? te falei que você ia gostar e pedir mais, mas agora é sua vez de tomar essa porra que tá guardada pra você
Então ele me puxou pra frente dele que eu chupasse o pau dele mesmo de pé, ele ainda parecia não se cansar. Peguei com uma mão e ele começou a chupar
— mais rápido, vadia, mais rápido, me mostra que você quer meu gozo
Eu comecei a chupar mais forte e rápido
— ohh ohhh assim, vadia, assiiim ahhhhh mais rápido
Minhas bochechas já doíam de tanto chupar aquele pauzão tão rápido, até que senti o corpo do velho se contorcer e ele dizer:
— vou gozar, vadia, abre essa boquinha agorrrra ahhhhh!!!
Ele tirou o pau e eu abri a boca esperando o esperma dele. Começaram os jatos de porra, fechei os olhos e senti os esguichos, senti um líquido quente e viscoso nos meus olhos, nariz e boca. Estava tão quente que o que caiu perto da minha boca eu alcancei com a língua e engoli. Eu tinha adorado ser tratada daquele jeito, como uma puta, fazendo coisas que com meu marido jamais faria.
— Pronto! Agora sim, senhorita Angélica, você foi bem comida e banhada de porra, como queria, hahahaha. De hoje em diante, vou te comer quando der na telha. Essa buceta gostosa que você tem agora é minha, então vou fazer ela gozar sempre...
Eu só olhei pra ele com um pouco de vergonha, porque ele tinha razão: eu queria ser macetada e banhada de porra. Só respondi que estaria sempre disposta a receber aquele pau tão gostoso. E assim começou minha história de infidelidade; a partir daquele momento, virei a putinha dele, como ele me chamava.
2 comentários - Recém-casada virei a puta gostosa