Minha sogra grávida por acidente 5 Com 8 meses de barrigão e já com os papéis resolvidos, casamos no civil de manhã e à tarde foi o casamento na igreja. Minha mulher tava um espetáculo, a bunda e os peitos dela estavam maiores e mais gostosos. No vestido de noiva, parecia um anjo. Ela toda de branco, e eu de terno. A carinha redonda dela, bem maquiada, me fez perceber que há tempos eu tava perdidamente apaixonado...
Elsie e eu. A gente casou antes dela dar à luz, era uma ilusão que nosso filho tivesse uma família ao chegar nesse mundo. No dia do meu Casamento; Me senti muito emocionada, não posso negar. Tinha muito pesar, por ter cortado toda relação com minha família. E principalmente a Claudia me odiar partia minha alma. Mas quando ouvi o padre perguntar; Elsa María e Nelson, vocês vêm contrair matrimônio sem serem coagidos, vocês vêm livre e voluntariamente? — Ouvi a voz do padre e, cheia de nervosismo, decidi de uma vez por todas dar um passo à frente e direcionar minha vida pra algo. Novo... — Sim, viemos livremente. Dissemos nós dois. Padre: Estão decididos a se amar e respeitar mutuamente, seguindo o modo de vida próprio do Matrimônio, por toda a vida? — Sim, estamos decididos. Virei pra olhar o Nelson, vi ele tão seguro e sério. Meu coração, um embrulho de nervosismo, começou a suspirar 💕 Padre: Estão dispostos a receber de Deus, responsável e amorosamente, os filhos, e a educá-los segundo a lei de Cristo e da sua Igreja? Sim, estamos dispostos. Repetimos. Nisso, a mão do Nelson acariciou devagar minha barriga... O bebê cumprimentou o pai, dando chutes frenéticos... Eu sorri e olhei pro Nelson, fazendo um gesto de surpresa, ele também sorriu e nós dois voltamos a atenção pra missa. Padre: Assim, pois, já que querem contrair santo matrimônio, uni vossas mãos e manifestai vosso consentimento diante de Deus e da sua Igreja. Eu, Nelson, quero você, Elsa, como esposa e me entrego a você, e prometo ser fiel na prosperidade e na adversidade, na saúde e na doença, e assim amar e respeitar você todos os dias da minha vida. Comecei a chorar, sentia um mar de sentimentos 😭 Então continuei; Eu, Elsa, quero você, Nelson, como esposo e me entrego a você, e prometo ser fiel na prosperidade e na adversidade, na saúde e na doença, e assim amar e respeitar você todos os dias da minha vida. Unimos nossas mãos. Nelson: Elsa, você quer ser minha Mulher? — Sim, aceito. Elsa: Nelson, você quer ser meu marido? — Sim, aceito. Nelson: Elsa, eu te recebo como esposa e prometo te amar fielmente por toda a minha vida. Elsa: Nelson, eu te recebo como esposo e prometo te amar fielmente por toda a minha vida. O padre: Nelson, você quer receber Elsa como esposa e promete ser fiel a ela na prosperidade e na adversidade, na saúde e na doença, e assim amá-la e respeitá-la todos os dias da sua vida? — Sim, aceito. O padre: Elsa, você quer receber Nelson como esposo e promete ser fiel a ele na prosperidade e na adversidade, na saúde e na doença, e assim amá-lo e respeitá-lo todos os dias da sua vida? — Sim, aceito. O padre continuou dizendo: Que o Senhor confirme com sua bondade este consentimento de vocês, que manifestaram diante da Igreja, e conceda sua copiosa bênção. O que Deus uniu, que o homem não separe. O padre convida os presentes a louvar a Deus: Em seguida, virou-se para Nelson: pode beijar a noiva. As lágrimas inundaram meus olhos mais do que nunca! Nelson segurou meu rosto e fundimos nossos lábios num beijo 💋 Nelson, com as mãos tocando minha barriga, jurou me fazer a mulher mais feliz de toda a Ceiba. Eu soube que meu homem falava sério... Já casados: Eu, Elsa Maria Bayamon Heredia, me tornei a senhora Rochez. Passamos nossa lua de mel em Roatán. Visitamos Dona Caridad, ela nos parabenizou pelo nosso enlace. Tocou a barriga de Elsie e garantiu que o bebê era muito forte. Eu tinha que agradecer pela ajuda dela. E precisava tirar algumas dúvidas. Ela ficou muito feliz em nos ver e disse: — Ai, güerita, que barrigona você está! — Mas que gostosa você tá! Agradeci o elogio.
Passamos na casa dela, passando por um lado do quarto onde Nelson e eu fodemos como animais no cio, me excito!!! Finalmente chegamos na salinha dela e, antes que eu perguntasse, Dona Caridade foi direta. — Você vai deixar de sentir isso quando ele nascer. Fiquei surpresa, ainda nem tinha feito a pergunta. Nelson interrompeu: — Ouvir quem? A velha respondeu: — Quem mais, seu burro? Teu filho, idiota, se é que você é. Nelson ficou sério. Eu o acalmei com a minha mão. Ao nos despedirmos, Dona Caridade me garantiu que o bebê vinha muito forte. Saí de lá muito segura da minha gravidez. Nelson me levou pra jantar; no restaurante, todo mundo surpreso me olhava com fascinação e estranheza. Minha barriga era impressionante, parecia que ia explodir a qualquer momento. Mais tarde, chegamos no hotel, e um caminho de rosas me deu as boas-vindas. Nelson se comportou como um cavalheiro. Meu macho se preocupava com a mulher e o filho dele. E isso me fazia sentir amada. Agradeci por momentos tão lindos e por ele estar comigo quando mais precisei. ❤️ — Love, você não sabe como agradeço ao céu por poder viver esses momentos ao seu lado. — Você é meu parceiro, meu protetor e meu dono... 💘 — Sabe? — Eu vivi com muito receio e nunca entreguei meu coração a nenhum homem. — Nem mesmo ao pai da Claudia. Nelson ouvia atentamente minhas palavras. — Mas isso mudou, e vai continuar assim. — Meu love ❤️, prometo ser uma boa esposa e uma boa mãe. — E vou seguir seus conselhos, sem nenhuma objeção. — Cedo meus pensamentos e deixo as decisões completamente com você ❤️ — Te amo e te preciso, Papai, e esse sentimento não tem limites!! 💞
Nelson me ouviu comovido e começou a me beijar. Um beijo terno, carregado de tanta doçura... Fui cedendo pra celebrar nossa lua de mel... Os amassos delicados do Nelson contrastavam com minha tesão. Começamos, me sentei com dificuldade na cama, abri a braguilha do Nelson e tirei o pedaço espetacular de carne morena do meu marido. Ao começar a acariciar, o sabre ficou ereto e começou a se esticar. Coloquei na minha boca e iniciei um boquete. O membro incrível não parava de crescer; não só mal cabia a ponta, como eu tinha que fazer um esforço enorme separando minhas mandíbulas pra que aquela grossura passasse pela minha boca. Num certo momento, tirei da boca e, pegando um vidrinho de vaselina na gaveta, comecei a passar da ponta até a raiz, o que levou um tempinho, dado o tamanho do membro. ********************************** - Papai!! Faz sem limites. Ela disse, cheia de tesão e safadeza. Elsie Assim, ela se deitou de lado na cama e eu, que já tava todo excitado com essa preparação toda, penetrei ela. Depois fomos nos mexendo com muita dificuldade por causa da barrigona dela, até que eu fiquei embaixo e ela em cima, penetrada por mim. Apontei meu sabre na buceta da Elsie (eu já não enxergava nada porque ela tampava minha visão), e num certo momento se ouviu: - Aaahhhhggggg! - gritou minha esposa como se fosse desmaiar. Meu ferro começou a entrar lento, mas sem parar, no corpo da minha mulher. - Ooohhh! – 💓💞💞💞 Meu pau já tinha entrado tudo nela, e eu tava bombando cada vez mais rápido. A pele da barriga da Elsie brilhava pra caralho, tava esticadíssima, parecia um balão prestes a estourar. Minhas bolas pareciam duas bolas de bilhar enormes batendo a cada enfiada nas coxas da minha mulher. - Vai! Mais forte, Papai!!!🤩🤩 ela pegou minha mão e começou a passar pela barriga dela. Aí começou a dizer: - Buceta!!💞 - Olha como teu filho cresce! Que tua tranca divina plantou nas minhas entranhas! Enquanto Aumentava a frequência de bombeamento, e quanto mais eu fazia isso, mais os dois ficávamos excitados. Graças à vaselina, minha esposa estava se divertindo pra caralho, e não sentia tanta dor. Também é verdade que na primeira vez eu praticamente desvirginei ela (o histórico sexual da Elsie não conta) e já tinha adaptado ela ao meu tamanho. A Elsie adorava ter meu pau dentro dela como uma louca. — Vai, garanhão! Vai! Continua enchendo a sua gostosa! Me engravida tanto que eu não consiga mais andar, até parir seus filhos! — Arrrrggggg✨✨ Minha mulher, fora de si, pedia pra aumentar nossa família. Finalmente, gozei e comecei a ejacular dentro da minha esposa. A Elsie gozou durante as primeiras descargas de sêmen. — Quando eu der à luz seus filhos, quero que me engravide de novo, e que me deixe ainda mais gorda!! — Você é meu macho, meu dono!! Me mantenha sempre bem gordinha, pra eu esquecer completamente a época em que tinha cintura de pilão e peito de Barbie! Quero ter sempre uma barriga e uns peitos de mulher cheia do seu homem, do seu garanhão!!
Isso e outras coisas Elsie disse durante seu clímax, até que foi se acalmando. Comecei a retirar meu portento da buceta da minha esposa, coisa que foi muito mais rápida devido à intensa lubrificação. ********************************** A partir do nosso casamento, parei de usar meu sobrenome e comecei a me apresentar como Sra. Rochez. Ao abandonar meu antigo bairro, decidi recomeçar do zero e tentar levar uma nova vida. Esperar a chegada do meu filho, junto com meu marido, e conseguir ser uma boa família. Lembrei então do longo caminho que percorríamos como casal, apesar de termos apenas meses como amantes. Quando fomos ao obstetra pela primeira vez, dispostos a saber da saúde do bebê. Com os resultados da ultrassonografia, entre orientações, suporte vitamínico e mineral, o dr. nos disse antes de irmos que, como a gravidez seria muito volumosa e eu era muito pequena, ele aconselhava para o futuro próximo e até o parto o uso de um sutiã com armação, mesmo à noite, para evitar a deformação dos peitos, que cresceriam muito, e de uma cinta para grávidas, que também deveria usar permanentemente. Saímos do consultório e fomos a uma loja de lingerie comprar três ou quatro sutiãs com armação. Imediatamente depois, fomos a uma casa de futuras mamães, onde consegui também três ou quatro cintas para grávidas, e além disso Nelson comprou alguns vestidos. As cintas para grávidas, que eu não conhecia porque não as tinha usado na minha gravidez anterior, são como um shortinho bem justo ao corpo, com uma área bem flexível na parte da frente para acomodar a barriga enorme, e um suporte elástico que fica na parte inferior dela para ajudar a sustentá-la. Tem um fecho lateral do lado direito para poder tirá-la, principalmente quando a gravidez está avançada (seria muito difícil tirá-la de outra forma por causa da barrigona), e um fecho inferior que permite a mulher urinar, ou até transar sem precisar tirá-la. E é aqui que realmente começa. nossa história. Porque quando cheguei em casa, tirei a roupa de sair que tava usando, e, ficando pelada, coloquei primeiro o sutiã armado, minha calcinha, depois a cinta, e finalmente um dos vestidos de grávida que tinha comprado. Esse vestido, assim como todos os que adquiri, que vi depois, e os que conseguiria mais tarde, marcavam bem clarinho meu estado. Em especial, esse era azul claro, e tinha uma fita azul, que feito um cinto alto dava a volta por baixo dos peitos, e terminava num lação que ficava debaixo das tetas, e que acabava caindo sobre a barriga.
Embora minha gravidez tenha ficado visível desde o terceiro mês, as perguntas se intensificaram no dia em que Nelson começou a dormir na minha casa. Os murmúrios e as fofocas se espalharam que nem fogo em palha seca. Como todo mundo sabe, quando uma mulher engravida de forma irregular — seja porque não é do marido, mas de outro, ou porque é solteira e não tem parceiro, ou porque foi estuprada ou vítima de incesto e ficou grávida —, ela tenta esconder. No meu caso, era essa a situação. Tentei não parecer uma sem-vergonha na frente dos meus vizinhos. Fiz de tudo para adiar ao máximo o momento de contar ao mundo meu estado emocional. Tem mulher que aperta os peitos e a barriga com faixas para disfarçar o máximo de tempo possível, e já teve caso de mulher que deu à luz sem ninguém nem desconfiar que tava grávida. Isso, claro, seria impossível no meu caso, por causa do tamanhão que minha barriga ia pegar, que tornaria impossível esconder depois do quarto mês; mesmo assim, decidi não seguir esses padrões. Desde aquele dia, comecei a usar roupas de grávida, o que me obrigou a aguentar os comentários e olhares inquisitivos dos parentes e vizinhos. Mas isso só reforçava minha decisão irrevogável de viver junto com o pai do meu filho. Tive que aturar com estoicismo as críticas de todo mundo. Já o Nelson, seja por medo ou por aquele respeito que rola entre os homens, foi elogiado e desejado pelas mulheres. — Parabéns, véio. Cê é um puta macho. Que pedaço de pau tem que ter pra engravidar sua mulher desse jeito! 😒**********************************
O problema é que, a partir desses dias, começou um ritual estranho diário. Lá pelas 6 da tarde, todo santo dia, aproveitando o silêncio no bairro, minha mulher passava entre quarenta e cinco minutos e uma hora observando as mudanças no corpo dela, num espelhão que temos no nosso quarto. Assim, ela ficava Na frente do espelho, primeiro de frente e depois de perfil, se acariciando os peitos primeiro e a barriga depois, com um puta prazer. Depois trocava de vestido, vestindo outros, pra ver como ficavam enquanto o corpo dela ia se deformando. No fim, se despia – a não ser durante o banho, essa era a única hora que fazia isso – e com uma fita métrica de costureira media o diâmetro do busto e da barriga, medidas que anotava meticulosamente num papel que tinha uma tabelinha onde, dia após dia, ia adicionando linhas. Essa tabelinha ficava sempre ao alcance da minha mão, onde eu podia ver claramente (cada vez mais claro com o tempo) o capricho do filho que eu tinha plantado nas entranhas da minha mulher em crescer, ocupar a barriga dela por completo e poder chegar a este mundo. Por último, ainda pelada, ela passava um creme especial nos peitos e outro diferente na barriga. Depois se vestia de novo. Tudo isso ela fazia sempre com a porta do quarto entreaberta pra que eu pudesse ver da sala ao lado, uma espécie de quarto-biblioteca que a gente tem. Além disso, ela tinha adquirido nesses dias – coisa muito rara nela – o costume de se pintar pra caralho. Antes, quando a conheci e morei com ela como minha sogra, ela nunca se pintava. Mal fazia isso pra sair, e só se arrumava um pouco mais pra ir a alguma festa. Agora se pintava tanto que tinha dias em que parecia outra mulher. O cabelo curto dela cresceu sem controle, agora era uma longa cabeleira que recuperava a cor castanha original. Ela me dizia que não pretendia mais ser a mulher antiga que foi; e que eu, como dono dela, marcaria o novo jeito dela ser. Visualizei grandes planos, pelo menos assim que a gravidez dela terminasse. As roupas antigas dela iriam parar no lixo. Eu a vestiria do meu jeito: vestidos curtos e justos, blusas com decotes profundos, a calcinha de vó dela cairia no esquecimento, agora ela usaria fio dental. Só de pensar nisso, meu... A excitação crescia. O antigo ciumento tinha morrido, e no lugar dele tinha chegado um cara muito seguro de si. Ainda lembro do dia que mudou tudo. Mudou nossa vida (que já era bem complicada, por sinal), nossa relação de casal, e cada um de nós mesmos, de um jeito complexo. Como todos os dias até aquele momento, ele estava se olhando no espelho de frente e de perfil, se tocando o corpo todo, experimentando o quinto ou sexto vestido do dia, que aparentemente ele gostava mais, porque insinuava mais a barriga saliente, e eu, como sempre, olhava pela porta entreaberta, quando de repente ele cravou os olhos em mim através do espelho, se virou, abriu a porta completamente, me pegou pelos dois pulsos, colocou uma das minhas mãos nos peitos dele, já bem aumentados, e a outra na barriga inchada, fazendo caretas desesperadas. Ele me disse: — Já vem, já vem a caminho!!! — Teu filhooooooo 😭
Escolhi uma clínica longe da nossa cidade pra Elsie dar à luz nosso filho, e pra não ter nenhum conhecido por perto na hora do parto. Usei a desculpa de um problema burocrático com o plano de saúde pra não ter que procurar um lugar mais adequado. A situação era bem complicada, ela praticamente não conseguia se mexer. Passava horas deitada de costas na cama. Os movimentos dela eram lentos, só dentro do quarto mesmo, pra sentar na hora de comer ou ir ao banheiro. Eu, como marido dedicado, fiquei o tempo todo do lado dela. Preocupado com o conforto dela, inventava umas formas divertidas de distrair a bichinha. A gente conversava muito sobre como ela devia agir na hora do parto. Elsie sabia que eu era novato e queria me ensinar. Eu, por outro lado, não sentia nervoso nenhum. Sabia da experiência que ela tinha, de quando deu à luz, anos atrás, minha ex-esposa. E até comecei a imaginar o que teria acontecido se eu tivesse engravidado ela também. Uma puta bagunça: o filho dela seria meu filho, mas eu também seria avô dele. Meu outro filho seria meu filho e cunhado ao mesmo tempo... 😂 Respirei aliviado por não ter causado uma desgraça.🙏 —Isso é inacreditável, — dizia Elsie — Nunca pensei que ia ocupar tanto espaço. — Tô parecendo um balãozão!! E ela passava a mão na barriga até onde conseguia.
Quando as primeiras dores começaram, os médicos correram. É notável a sensação de respeito pelo marido que o tamanho da barriga da esposa prestes a dar à luz causa nos outros. Ou pelo menos, foi o que me pareceu. As enfermeiras se desdobravam para me atender. Quando a levaram para a sala de parto, dei um beijão nela e desejei muita sorte. Apesar da porta dupla, dava pra ouvir o tempo todo os xingamentos da minha esposa contra a equipe e, muito raramente, contra mim. — Nelson, você tem culpa!!!! 😠 Olha o que eu tenho aqui dentro por causa da sua pica!! Tá me destruindo na hora de sair!! Não aguento mais!! 😭😭
Depois do parto, claramente marcado pelo choro forte do bebê, um primeiro normal e um segundo choro descomunal, minutos depois. Saíram duas enfermeiras para me comunicar que minha esposa e meu filho estavam bem. As duas trocavam olhares cúmplices, e não conseguiam esconder a safadeza que aquilo provocava nelas. Falaram bem devagar a palavra esposa... Quando finalmente vi a Elsie de novo, já livre daquela carga impressionante, ela me recebeu com um sorriso. — Te amo, pussy💓💕 — foi tudo que ela disse. Tava exausta demais pra falar. Depois, deram o neném pra ela amamentar. Então o instinto materno dela ativou na hora, ela pegou o bebezinho nos braços, olhando pra ele com uma mistura de ternura e surpresa. Era um bebê muito forte e lindo. Pesou 4.800. Quando perguntaram o nome pra Elsie, ela disse que "isso quem ia decidir era o pai". Ao saber disso, não consegui segurar as lágrimas de emoção, agradeci à minha esposa pela honra, dei um beijo na boca da minha mulher e nós dois, felizes e realizados, juramos ser felizes. Colocamos o nome de William, e ele foi nossa maior alegria no lar da minha esposa e eu. Mantivemos aquela vontade forte e foi inevitável recomeçar. Com um bebê de 6 meses 🤱, minha mulher já tá esperando outro a caminho 🤰. Tem só 3 meses! E a gente quer que seja menina!! Fim...
2 comentários - Minha sogra grávida por acidente 5 final