Uma vez eu conversei com uma japonesa e ela me contou uma parada que me deixou doido.
Perguntei como tinha sido a primeira vez dela e foi isso que ela me disse:
O nome dela é Paola, e atualmente ela tem 23 anos.
Mora na Argentina, mas os dois pais dela são do Japão.
Naquela época, eu tava no último ano do ensino médio, e tinha 18 anos (piscadinha, piscadinha).
Conheci um guri de outra turma, e ele tinha me achado gostosa.
No começo, ela ficava irritada, chamando ela de chinesinha ou japonesa, de passagem. Mas um dia ela se irritou e perguntou por que ele a provocava. Ele só riu.
Depois ficaram amigos, e conversavam nos intervalos.
Uma vez ele chamou ela pra estudar na casa dele, na saída da escola. Ela topou.
Mas quando foi pra casa dele com ele e um dos amigos dele. Começaram a passar a mão nas pernas dela, e beijar o pescoço dela, os dois juntos.
No começo, ela se sentiu estranha e achou que era uma brincadeira, mas depois começou a ficar excitada.
Num instante, ele abriu o zíper da calça jeans e puxou o pau pra fora. E empurrou a nuca dela, pra fazer ela chupar. Ela obedeceu, instintivamente, sem resistir, mesmo nunca tendo feito isso com um cara.
Enquanto o outro amigo também tirou o pau pra fora e se masturbava, enquanto tocava na bunda e nas pernas dela.
Pouco depois, ele tentou colocá-la de quatro, mas ela disse que não.. porque queria que a primeira vez dela fosse "com alguém que ela ame".
Sem perder tempo, ele disse que podiam fazer "por trás" e ela continuaria sendo virgem.
Antes que ela pudesse decidir, já a colocou de quatro... e fez sinal pro amigo dele que, enquanto ela tava nessa posição, aproximasse a pica pra ela chupar.
Enquanto ela chupava de quatro, o amigo dela, Jero, aquele que enchia o saco dela... se aproximou por trás e encostou a ponta da pica na entrada do cu dela. Sem se afastar, e quando ela tentava se levantar, ele empurrava o quadril dela pra baixo, colocando ela de novo de quatro.
Começou a entrar na bunda dela, aquela bunda de adolescente japonesa... e penetrava cada vez mais fundo.
Ela começou a choramingar, mas o outro cuidava pra ela continuar chupando.
Em poucos minutos, gozou dentro dela. Encheu a bunda dela de porra.
Ela começou a chorar, ou a lacrimejar, mas não dizia nada, tava como resignada. Também não conseguia se mexer por causa do cansaço nas pernas e da dor na buceta..
Depois, o outro amigo Mati, pouco se importou com as lágrimas dela.. ele se levantou atrás dela e encostou a ponta da pica na entrada do cu e começou a empurrar. Até que se saciou e gozou, com aquele cu de japonesa, aquela pele branca, amarela... e os olhos puxados cheios de lágrimas.
Ao terminar, tentaram consolá-la. Ela se acalmou, mas disse pra eles que queria deitar.
Não, não pode... tem que ir embora" disseram pra ele. Ele se vestiu como deu, lavou o rosto e voltou pra casa, com o cu arrombado, mas a buceta intacta.
Na segunda-feira, quando se viram de novo na escola, ele cumprimentou ela amigavelmente: "Paola, como cê tá, gatinha?
Ela tava confusa, não sabia se odiava eles ou perdoava... mas acabou perdoando.
Então, na sexta-feira seguinte, convidaram ela de novo pra casa deles. Tentaram comer o cu dela outra vez, mas ela não deixou. Só aceitou chupar a pica deles.
Ela chupava a pica deles enquanto eles jogavam Playstation.
Várias vezes ela voltou com eles, não a comeram de novo, mas faziam ela engolir porra.
Perguntei se ela tinha gostado do que fizeram com ela, se já tinha lembrado daquilo e se masturbado. E ela disse que sim... se masturbou, o cu e a buceta ao lembrar, mas não queria fazer de novo.




Perguntei como tinha sido a primeira vez dela e foi isso que ela me disse:
O nome dela é Paola, e atualmente ela tem 23 anos.
Mora na Argentina, mas os dois pais dela são do Japão.
Naquela época, eu tava no último ano do ensino médio, e tinha 18 anos (piscadinha, piscadinha).
Conheci um guri de outra turma, e ele tinha me achado gostosa.
No começo, ela ficava irritada, chamando ela de chinesinha ou japonesa, de passagem. Mas um dia ela se irritou e perguntou por que ele a provocava. Ele só riu.
Depois ficaram amigos, e conversavam nos intervalos.
Uma vez ele chamou ela pra estudar na casa dele, na saída da escola. Ela topou.
Mas quando foi pra casa dele com ele e um dos amigos dele. Começaram a passar a mão nas pernas dela, e beijar o pescoço dela, os dois juntos.
No começo, ela se sentiu estranha e achou que era uma brincadeira, mas depois começou a ficar excitada.
Num instante, ele abriu o zíper da calça jeans e puxou o pau pra fora. E empurrou a nuca dela, pra fazer ela chupar. Ela obedeceu, instintivamente, sem resistir, mesmo nunca tendo feito isso com um cara.
Enquanto o outro amigo também tirou o pau pra fora e se masturbava, enquanto tocava na bunda e nas pernas dela.
Pouco depois, ele tentou colocá-la de quatro, mas ela disse que não.. porque queria que a primeira vez dela fosse "com alguém que ela ame".
Sem perder tempo, ele disse que podiam fazer "por trás" e ela continuaria sendo virgem.
Antes que ela pudesse decidir, já a colocou de quatro... e fez sinal pro amigo dele que, enquanto ela tava nessa posição, aproximasse a pica pra ela chupar.
Enquanto ela chupava de quatro, o amigo dela, Jero, aquele que enchia o saco dela... se aproximou por trás e encostou a ponta da pica na entrada do cu dela. Sem se afastar, e quando ela tentava se levantar, ele empurrava o quadril dela pra baixo, colocando ela de novo de quatro.
Começou a entrar na bunda dela, aquela bunda de adolescente japonesa... e penetrava cada vez mais fundo.
Ela começou a choramingar, mas o outro cuidava pra ela continuar chupando.
Em poucos minutos, gozou dentro dela. Encheu a bunda dela de porra.
Ela começou a chorar, ou a lacrimejar, mas não dizia nada, tava como resignada. Também não conseguia se mexer por causa do cansaço nas pernas e da dor na buceta..
Depois, o outro amigo Mati, pouco se importou com as lágrimas dela.. ele se levantou atrás dela e encostou a ponta da pica na entrada do cu e começou a empurrar. Até que se saciou e gozou, com aquele cu de japonesa, aquela pele branca, amarela... e os olhos puxados cheios de lágrimas.
Ao terminar, tentaram consolá-la. Ela se acalmou, mas disse pra eles que queria deitar.
Não, não pode... tem que ir embora" disseram pra ele. Ele se vestiu como deu, lavou o rosto e voltou pra casa, com o cu arrombado, mas a buceta intacta.
Na segunda-feira, quando se viram de novo na escola, ele cumprimentou ela amigavelmente: "Paola, como cê tá, gatinha?
Ela tava confusa, não sabia se odiava eles ou perdoava... mas acabou perdoando.
Então, na sexta-feira seguinte, convidaram ela de novo pra casa deles. Tentaram comer o cu dela outra vez, mas ela não deixou. Só aceitou chupar a pica deles.
Ela chupava a pica deles enquanto eles jogavam Playstation.
Várias vezes ela voltou com eles, não a comeram de novo, mas faziam ela engolir porra.
Perguntei se ela tinha gostado do que fizeram com ela, se já tinha lembrado daquilo e se masturbado. E ela disse que sim... se masturbou, o cu e a buceta ao lembrar, mas não queria fazer de novo.




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