Lucia colega de trabalho 2

Acordei com os raios de sol entrando pelo vidro do quarto do hotel, lembrei que nessa cidade amanhecia muito cedo, deviam ser umas 5 ou 6 da manhã. Só então percebi que estava no quarto da Lucy…Lucia colega de trabalho 2
gostosaDepois de satisfazê-la, ela não quis me acordar, só conseguiu me cobrir com o cobertor. Depois disso, acho que a Lucy foi tomar banho, não acredito que dormiria com meus fluidos no corpo… e então ela se aninhou do meu lado. Saí devagar da cama, também não queria acordá-la, só deslizei suavemente e peguei minhas roupas… mas ela percebeu e, sonolenta, me olhou sorrindo…
— O que foi? — perguntou, intrigada.
— Nada… minhas coisas estão no meu quarto e a gente precisa se trocar… — me desculpei.
— É, verdade… — respondeu, se deitando de novo, queria descansar mais um pouco.
— A gente se vê no café da manhã… — falei e saí correndo.

Pela reação dela, parecia que a Lucy era daquelas garotas que se apaixonam fácil, mas por outro lado, ela topou esse encontro, na verdade foi ela quem pegou na minha rola assim que pôde e me chupou sem dó… além disso, ela tem namorado, em teoria, porque na prática parece que se dá umas liberdades… Na real, eu não sabia como a Lucy reagiria depois disso… porque pelo menos eu tinha certeza, depois de terminar com minha ex, não queria nada sério ainda… tava no meu luto, saindo com amigas, curtindo a solteirice e avaliando minhas opções, ou seja, de parceira entre as garotas com quem já rolou algo…

Dormi mais uns minutos, cheio de pensamentos, até o despertador tocar… me arrumei e desci pra tomar café… mas antes avisei ela, pra não ser sem consideração, ou ela achar que sou o típico babaca que tem uma noite selvagem e depois esquece… afinal, ainda tínhamos dois dias lá e depois o trabalho…

Enquanto esperava a Lucy no restaurante do hotel, pensava em como amenizar a situação sem parecer machista ou oportunista. Então, tava preparando meu discurso mentalmente, quando ela chegou… Tava linda, arrumada, mais do que eu tinha visto antes, um terno escuro mais justo que deixava ver a silhueta esbelta dela, uma blusa branca meio transparente que dava pra perceber… levemente seu sutiã claro e uns saltos que a deixavam quase na minha altura. Me cumprimentou de novo, dessa vez bem carinhosa, com aquele beijo que pegava parte da minha bochecha e dos meus lábios… apesar da expressão séria de sempre com um leve tom de sorriso, será que tava desconfortável ou apaixonada… Porra… isso vai complicar, pensei… então assim que ela sentou decidi botar os pingos nos is, tentaria ser diplomático e gentil… carinhoso e respeitoso…
— Olha, Lucy… o que rolou ontem… foi bom… muito bom… falei, lembrando da entrega dela, o que fez ela sorrir, e completei… mas…
— Não esquenta… ela disse, bem relaxada… o que foi ontem foi ontem, você tem sua mina e eu tenho o meu… as coisas vão continuar na mesma…
— Então você não vai terminar seu relacionamento… perguntei, surpreso com a resposta dela.
— Não, de jeito nenhum, e você também não vai terminar o seu, suponho… respondeu.
— Ah, beleza… nem pensei nisso… falei, sem querer entregar que eu era solteiro pra me proteger.
— Somos adultos… isso foi só pra matar a vontade… ela disse, meio sem graça com o jeito que soou, como se eu fosse me ofender por ela dizer que queria me usar pra se satisfazer. Eu, que fui preparado pro café da manhã como o grande macho que quer ser compreensivo e delicado com uma pobre donzela, que nessas situações geralmente é a que se sente ofendida por ter ilusões em vão… no fim, a coisa virou… era ela quem tava me dando o sermão de “não é você, sou eu”…
— O que rolar depois depende da gente… você tá de boa com isso?... ela perguntou, calma, vendo que eu não respondia.
— Sim… claro… respondi, meio aliviado, ela tinha tomado as rédeas.
— Agora sim… tô morrendo de fome… alguém me deixou acabada ontem… ela disse, sorrindo.
— Kkkk… sorri mais relaxado. Porra… essa mina era a mais mente aberta, tranquila, madura… ou como quiser chamar, me deu um chega pra lá na hora. Eu, que me achava o cavalheiro, fui desmontado pela atitude dela. Simplicidade, agi de forma bem prática… quase como um homem pensaria, mas com educação… Se eu usasse a mesma técnica com uma mulher, com certeza ela diria que eu era frio ou grosso por ser tão prático… mas nesse caso, o fato implícito de que nós dois tínhamos parceiros fez com que talvez ela pensasse que eu não ia me apaixonar e que não ia complicar o relacionamento que ela já tinha e que parecia estar indo bem… Depois fiquei com aquela frase na cabeça: “o que vier depois vai depender da gente”… O que ela quis dizer? Que cada um cuidasse da sua relação como quisesse… ou que a gente podia continuar se pegando se conseguisse manter tudo em segredo, sem se enrolar. Queria acreditar que era a segunda opção, que com essa história de liberação feminina e tal… elas podiam ter liberdade na intimidade sem criar problema… mas a Lucy? Com aquela cara de antissocial, mesmo tendo mudado o visual, não era feia, mas a atitude continuava a mesma, reservada, tímida, não era de dar confiança pra qualquer um… Apesar da atitude liberal que a Lucy mostrou, pensei que devia ser discreto, não podia me achar no direito de achar que podia usar ela à vontade… as coisas com calma, era só o primeiro encontro… se ela deixou aberta a possibilidade de outros encontros, eu devia esperar os sinais dela de novo, as indiretas. A gente se encontrava durante o dia, no almoço e jantar, basicamente conversando sobre trabalho, uma ou outra indireta ou brincadeira que eu mandava pra testar, e a resposta era risadinha meio nervosa e envergonhada… pelo menos não eram olhares sérios ou cara feia… De novo, quando chegamos no hotel, a gente se despediu igual no dia anterior… era nossa última noite, no dia seguinte uma reunião rápida de manhã, depois hotel e aeroporto, não íamos ter muito tempo… se algo fosse rolar, tinha que ser naquela noite… Dessa vez o beijo não foi tão carinhoso, só um sorrisinho… tipo, “hey, continuamos amigos”. Não?... talvez ela não quisesse ser tão óbvia ou algo assim… talvez fosse cansaço, tinha sido um dia longo e produtivo no trabalho, e ainda considerando o desgaste da noite anterior… enfim… Entrei no meu quarto e esperei alguns minutos, quem sabe como no dia anterior ela me mandaria um WhatsApp pra retomar a conversa… afinal, durante o dia fui eu quem mandou as indiretas… faltava ver se ela ia aceitar, se ela também ia se insinuar, mesmo que por mensagem… mas nada… Passou um tempão… caralho… que se dane, pensei, vou tomar a iniciativa, pelo menos vou tentar pra não ficar na dúvida… e evitar uma punheta… o pior que pode acontecer é ela recusar educadamente, como fez antes com minhas outras propostas amigáveis… mandei uma mensagem.. – Lucy… tô com frio… escrevi, de brincadeira, porque foi assim que tudo começou ontem, e coloquei um emoji feliz, pra caso ela não aceitasse, interpretar como uma piada de cumplicidade entre nós. Minha surpresa foi ouvir o som de um celular no corredor… será que é o mensageiro ou a faxineira?, pensei… mas nesse horário?... me aproximei da porta e vi uma sombra na fresta… – Eu também tô com frio… ouvi do outro lado da porta, era a voz tímida da Lucy. Uau… acho que ela também ficou na dúvida no quarto dela, depois decidiu tomar a iniciativa e descer, talvez hesitou uns segundos no corredor se batia ou não na minha porta, pensando em qual desculpa usar pra me visitar… foi nesse momento que recebeu minha mensagem… Abri a porta rapidamente pra Lucy e convidei ela pra entrar, ela ainda estava com a roupa de trabalho, uma saia preta acima do joelho, a saia ou mini mais curta que eu tinha visto nela até agora, durante o dia eu me segurei pra não olhar muito pra não deixar ela desconfortável. – Seu quarto é maior… ela disse timidamente, como quebrando o gelo. Ela reparava no sofá e na poltrona que tinha no meu quarto, enquanto eu reparava na blusa branca dela que deixava o sutiã meio transparente, na calcinha dela e no zíper da saia… pensando em como despir ela rápido…
— Pois é… era a última que tinha, então me deram. Num ataque de ansiedade, não aguentei. Enquanto ela olhava de costas pro meu quarto, peguei na mão dela e puxei pra perto de mim… com os saltos, ela quase ficava na minha altura… me olhou nervosa, não reclamou… então beijei ela. Não encontrei resistência, pelo contrário, senti de novo os lábios carnudos e a língua dela, ela ficava excitada rápido, ouvia os gemidos entre um beijo e outro… enquanto os braços dela rodeavam meus ombros… minhas mãos na cintura dela brincavam às vezes com os cabelos ondulados que iam até o meio das costas… Depois, sem pedir, ela foi se sentando no sofá atrás dela… abaixou o zíper da minha calça e segurou com a mão delicada minha pica dura, bateu uma punheta de leve e depois enfiou na boca dela aos poucos, lambendo e chupando… usando a língua e os lábios ao máximo… tirando umas gotas de porra enquanto eu acariciava o cabelo ondulado dela…
— Para… vai fazer eu gozar… falei, afastando ela um pouco.gostosaEla me olhou como uma menina de castigo, tinha se apegado tanto ao meu pau que não queria soltar, parecia que queria que eu gozasse na cara dela, bom, isso ficaria pra outra ocasião… mas naquele momento ela me obedeceu, se levantou sem largar meu pau duro da mão…
— E como você me quer?... — disse ela, submissa, esperando que eu ditasse a posição. Nesse instante, ela se virou um pouco, procurando um lugar pra se acomodar… eu, que tava super excitado, nem pensei duas vezes… enquanto ela me dava as costas, abracei ela por trás, esfregando meu pau na bunda dela, mal protegida pela minissaia… enquanto minhas mãos brincavam com os peitos dela por cima da blusa e do sutiã… isso excitava ela ainda mais também…
— Ai… não aguento mais… enfia logo… — ela implorou. Não me fiz de rogado, fui levantando à força aquela saia justa que ela tava usando… deixando à mostra a calcinha, a cinta-liga e a fio-dental pequenininha, que agora tava molhada… igual ao dia anterior, afastei a fio-dental, apalpei os lábios da buceta molhada dela, enquanto ela se arrepiou toda…gostosaEu inclinei ela pra frente, enquanto ela ia abrindo as pernas pra me deixar entrar, e os braços dela se apoiavam no encosto do sofá pra aguentar minha investida… as pernas dela tremiam de ansiedade… Com minhas mãos fui apertando e abrindo a bunda dela, sem resistência da parte dela, que até virava pra me olhar, toda vermelha de tesão… ansiosa pra eu meter… e foi o que eu fiz… -          Uhmmm… siiiim… que delícia… ela gemeu enquanto um tremorzinho percorria o corpo dela. Minha pica ia se abrindo espaço no corpo quentinho dela, minhas mãos iam puxando a cintura dela pra mim, enquanto ela parecia aproveitar cada centímetro que ia entrando… nunca tinha visto ninguém aproveitar tanto, as reações que ela tinha me excitavam ainda mais… Então comecei a bombar ela por trás… de vez em quando, ela se arqueava pra trás e eu entendia que ela tava procurando meus lábios… queria que eu beijasse ela, e eu fazia isso, me inclinava e naquela posição desconfortável nossas bocas se encontravam e trocavam carícias enquanto minha pica continuava martelando a bunda branca dela… Num surto de prazer… ela me pegou pelo pescoço e me olhou fixamente…companheira de trabalho— Adoro que você me coma assim… ela disse, misturando seriedade e prazer. Só consegui sorrir e continuar beijando ela, era a última noite, tinha que aproveitar ao máximo, no dia seguinte voltávamos pra capital, e quem sabe… talvez ela só se transformasse por causa da situação e da viagem… depois, era uma incógnita… tinha que aproveitar ela… sim, aproveitar ela… Enquanto pensava nisso, meus dedos foram explorando o cu dela de novo, não teve resistência, coloquei um, depois até dois dedos… ela sugou gostoso sem reclamar… pensei, é hora… tirei meu pau de novo e tentei acertar o cu dela…

— Nãão… isso não… ela disse nervosa. De novo me segurou pelo pescoço e virou pra me olhar, de novo como uma menina mimada, como se ela tivesse feito algo errado, mas na verdade eu era o culpado por querer abusar daquele buraquinho dela… mas ela queria mais era acalmar minha ansiedade e se desculpar…

— Vai ter hora pra isso… agora não… ela disse envergonhada, pela segunda vez recusou, fiquei meio frustrado pela excitação que tava, mas tentei pensar de novo que devia aproveitar o que ela tava me oferecendo… que se a gente tinha chegado até aqui, no futuro chegaria a mais.

— É que… ela disse carinhosa e explicou… é que ainda não fiz por ali…

— Sério?... respondi surpreso porque sentia o cu dela meio flexível.

— Bom… só brinquei pra testar, com meus dedos e brinquedos… mas com um pau nunca tive coragem… ela disse meio envergonhada.

— Ah… não se preocupa… quem sabe mais pra frente eu posso te ajudar a explorar isso… falei safado, sorrindo.

— Kkkk… sim, ela disse corando. Duvidava que o careta do namorado dela pedisse isso… melhor eu aproveitar pra separar ela pra mim, pra desvirgar aquele anelzinho pequeno mas já meio trabalhado… se ela ficava tão excitada com o jeito que eu comia a buceta dela, esperava que pelo cu tivesse o mesmo efeito ou até maior…

— Pode continuar me comendo… é que é tão gostoso… ela pediu feito uma menina mimada que quer que comprem algo. Algo. Eu tinha me embebido em pensamentos de como inaugurar o ano dela, que tinha esquecido que a tinha empalada na posição de quatro, como parecia que ela gostava, e que ela estava um pouco desconfortável virando o tronco para me ver enquanto esperava que eu montasse nela…
— Uhmmm sim… — exclamou ela, se excitando de novo. Falando em montar nela, peguei seu cabelo ondulado de novo e puxei para trás enquanto castigava as nádegas dela com minha virilha, e Lucy se estremecia de prazer de novo… até que um tremorzinho a percorreu mais uma vez…
— Ufff sim… continua… assim… continua… — pedia ela. Essa garota parecia ser multiorgásmica, gozava e seguia numa onda que permitia continuar enquanto outras ficam sensíveis e precisam de uma pausa, Lucy podia ter orgasmos contínuos… o que tornava excitante a entrega dela, seus gemidos, a cada penetração parecia que ia gozar…
— Vem… — disse ela quando quis mudar de posição. Ela me puxou para a beirada da cama, me fez sentar… ela se ajoelhou e chupou minha pica por uns minutos, parecia super grata pelos orgasmos que eu tinha dado a ela… depois se levantou e apoiou os joelhos nas bordas da cama… e foi se acomodando na minha pica, se empalando sozinha…
— Aiii… sim… — exclamou gostosa ao sentir a carne dela se abrir no meu pau. Sem dizer nada, Lucy começou a pular gostosa na minha pica. Agora os peitos dela estavam na minha cara, não pensei duas vezes e engoli um dos mamilos dela, coisa que ela agradeceu com um gemido enorme e outro tremorzinho de prazer…
— Que tesão você me dá… aiii sim… — Eu trocava de mamilo em mamilo enquanto ela me abraçava e continuava pulando cada vez mais forte no meu pau duro… num momento em que os gritos dela estavam muito altos, temi que fossem nos ouvir de outros quartos e reclamar… então peguei ela pelo pescoço e comecei a beijá-la… abafava os gritos entre a língua dela e a minha…
— Aiii… de novo… uhmmmm… — exclamou Lucy me arranhando as costas. Agüentei a dor que me distraiu um Pouco, porque eu também tava chegando… — Ufff… sim… já é minha vez… avisei, sentindo que faltava pouco… — Não, não… vemmm… ela disse. Me pegou pela mão, enquanto se colocava de quatro na cama, queria que eu terminasse com ela na posição de quatro… puxou minha cintura pra eu não ser tímido e meter de novo… não me fiz de rogado… segurei na cintura dela e comecei a bombar de novo por trás, cada vez mais rápido… — Uhmmmm… uffff… Uhmmm… ela gemia que nem uma louca. De vez em quando virava o rosto e eu via a cara dela vermelha, excitada e cheia de prazer, mordendo os lábios e passando a língua, aproveitando cada segundo da experiência… essa imagem… a intimidade quente dela, os gemidos, o fato dela mesma começar a rebolar pra eu meter mais forte… tudo isso fez eu ir chegando no clímax… — Vou gozar… avisei — Nããão… espera… ela pediu, parecia perto de outro orgasmo. A mão esquerda dela, que antes amassava os lençóis aguentando minhas investidas, passou pra trás, segurando minha mão na cintura dela, enquanto se apoiava com o cotovelo e o braço direito nos lençóis, dava pra ver que ainda arranhava eles.Lucia colega de trabalho 2No começo, a mão esquerda dela sobre a minha me segurava como se estivesse me apressando pra castigar mais forte e mais rápido, e conforme eu ia fazendo isso, a Lucy ia me apertando, entendi que ela tava me passando a dor e o prazer dela, quanto mais forte, mais rápido eu ia chegando... Tentei resistir mais, pensei em coisas ruins e tal... mas nada... caralho, parece que ela já gozou várias vezes, é a minha vez, pensei comigo... mas... –          Ahhhh... uffff... hummm... a Lucy tremeu de novo, dessa vez apertando mais forte minha mão que tava na bunda dela, como se quisesse me passar todo o prazer dela... Pra variar, ela gozou, pra sorte dela antes de mim, em poucos segundos senti que meu pau ia explodir... então tirei meu pau da buceta dela, meu pinto começou a cuspir porra nas coxas dela, nas costas dela, e ela sentindo, arqueou as costas... Chegou o momento em que a Lucy soltou minha mão... ela já não aguentava mais se equilibrar como antes, agora se apoiava com os dois braços na cama, com a cabeça escondida nos lençóis, cansada, satisfeita, respirando devagar.          Enquanto eu atrás dela fazia o mesmo, ofegante enquanto recuperava o fôlego, admirando a silhueta larga da bunda dela e fina na cintura, magra no tronco... subia e descia no ritmo da respiração dela e foi se estabilizando aos poucos... Tudo isso formava uma paisagem linda. Ainda mais com meu esperma morno que tinha se acumulado na curva das costas dela e agora escorria pelas coxas e costas, coisa que não parecia incomodar ela... em outros casos, algumas minas ficam desesperadas pra serem limpas... enquanto a Lucy focava em aproveitar e me deixar aproveitar a experiência e a gente se recuperar... Num momento vi que a Lucy fez um gesto com a mão... dava pra ver três dedos... –          O quê?... perguntei sem entender direito. –          Você me fez gozar três vezes... ela disse satisfeita, enquanto se deitava de lado na cama. –          Achei que foram mais... falei brincando. –          Hahaha... É... foram as que eu consegui contar. contar… ela disse, sorrindo.gostosa

2 comentários - Lucia colega de trabalho 2

Sisub
Que cachondo que nos pones con estas cogidas.