Estupro e putaria de uma casada gostosa

O sol de setembro cai a pino sobre a Begoña pelo teto solar aberto do seu Ibiza azul, quando ela o levantou pra sua última ocorrência do dia, mandada pelo centro de projetos sociais em bairros pobres. Begoña, de 22 anos, aceitou esse trampo no Departamento de Crianças e Famílias (DCF) há três meses, depois de se formar na faculdade. Pelo simples fato de as coisas estarem num bom ritmo, ela esperava que, se terminasse bem o período de experiência na agência, talvez conseguisse seu mestrado. Era uma mina segura, bem educada e com um futuro brilhante; Begoña se preocupa mais com a segurança do carro dela do que com a própria segurança nesse bairro tenebroso, cheio de gente de reputação duvidosa. Esse caso de resignação pra supervisão dela é de uma família disfuncional, por negligência infantil, com três filhos de uma mãe solteira de 32 anos, metida em trambiques obscuros. Foi um dia longo de trabalho, e ela tá doida pra voltar pra casa e começar o fim de semana, mesmo que o marido Antonio, paramédico, esteja de plantão num hospital e ela, por consequência, fique sozinha. Em casa, ela planejava terminar as quatro páginas da carta que começou ontem à tarde. Como as outras cartinhas de amor pro Antonio, essa ela perfumou com o melhor perfume e selou com batom, deixando a marca do beijo. Casou com ele há 6 meses; ele tirou umas férias curtas e depois voltou à rotina. Ela é tão gostosa que nem se liga no que é; Begoña tem 1,70 m de altura com uma figura atlética, resultado dos exercícios de sempre e da dieta saudável. Ela se mantém firme, de forma saudável e decente, tem um corpo delicioso com um peito copo C-38, uma bunda empinada, redonda e dura, cabelo liso loiro que passa um pouco dos ombros, pele rosada impecável, maçãs do rosto altas, um nariz pequeno e olhos azuis grandes que formam o rosto angular. Ela tava com um terno atraente Calça preta e uma blusa branca com listras cinzas, destacando o busto gostoso dela. Os saltos altos anunciam a chegada quando ela caminha pelo corredor até o apartamento da família preta desfuncional. Bate na porta e fala com uma voz feminina e sensual: "Oi, sou Begoña Palacios, do Departamento de Crianças e Famílias. Você é a Alika?" Ela mostra um sorrisão, exibindo os dentes perfeitos por causa das visitas regulares ao dentista desde pequena. Crescendo num bairro de classe média em Madri, a Begoña teve pouco contato com as quebradas antes de pegar esse trampo. Como muitos jovens, ela tem planos pro futuro e quer fazer algo positivo pra mudar o mundo. Uma voz rouca de mulher preta responde: "Sou eu, Alika", diz a mulher preta clara. Ela é bem atraente. Olhos castanhos claros, dentes brancos e alguns de ouro, com uma pele dourada misturada com um toque de nariz aquilino de influência hispânica ou europeia em algum lugar da ascendência. Ela tem um corpo médio, bem torneado, não é gorda, mas com músculos grossos com certeza. A Alika usa joias de ouro caras: anéis em vários dedos e colares grossos de corrente. A Begoña cumprimenta: "Oi, Alika, posso ver as crianças hoje e dar uma olhada no ambiente familiar?" Por oito anos, o DHF mandou assistentes sociais pra casa da Alika pra verificar as condições dos filhos dela. Ela sabe que essas visitas geralmente duram uma ou duas horas, às vezes mais, pra entrevistar cada criança. Ela não se deu ao trabalho de avisar o DHF que mandou os filhos pra morar com a tia recentemente, e responde com impaciência: "Não pode entrar agora. Tô com companhia e ocupada." A Begoña não sabe como reagir. Nos três meses dela na agência, ninguém negou as visitas agendadas. "Moça, desculpa, mas preciso ver seus filhos e onde eles moram. Se você não me deixar, o DHF pode colocar seus filhos em custódia protetiva", ela avisa: "Eu só quero... Ajudar." Essa assistente social é realmente gostosa. Alika decide ficar observando ela um tempo, talvez encontrar um jeito de enfiar a mão na calcinha da novinha. "Já tá me ameaçando?" Alika zoa, virando a cabeça de um lado pro outro. O cabelo escuro dela em tranças com extensões caras e bolinhas vermelhas brilhantes nas pontas balançam igual pêndulo conforme ela mexe a cabeça. A hostilidade da africana abala Begoña, que tenta ser diplomática: "Não, não, a senhora não entendeu. Por favor, moça. Eu tô do seu lado. Mas podem levar seus filhos se a senhora não deixar eu fazer meu trabalho." Essa assistente social delicada e linda tá longe das mulheres negras, mais velhas e gordas, que já vieram antes no beco da Alika. Alika sempre gostou de meninas desde pequena. Nunca conheceu o pai e morava com um velho preto que era tipo um tio, chamado Tio Por. A mãe dela, uma esperança perdida, viciada em droga, vagava pelas ruas desde muito cedo. O abuso sexual começou cedo. O Tio Po não conseguia ter ereção, então pagava ela e as outras amigas pra fazerem coisas sexuais entre si, enquanto ele ficava olhando. Ela acordava várias noites com o Tio Po passando a mão nos lugares íntimos dela. Ela descobriu que as meninas preferiam os meninos. A infância traumática criou as raízes pra sexualidade desviada dela. De repente, ela muda de atitude com Begoña e finge medo e submissão: "Não, não levem meus bebês. Pode entrar." Begoña entra no apartamento, que é pura sujeira, o ar mofado enche as narinas dela. As paredes, que eram brancas, agora tão amareladas pelo tempo e pela gordura, precisando de uma mão de tinta. O lugar tá uma bagunça, com tralhas e roupas espalhadas por todo canto, sem ordem nenhuma, dando pra ver que precisa de uma boa limpeza. Ela pergunta: "Aqui diz que a senhora tem uma menina e dois meninos, de oito, nove e dez anos, respectivamente. Cadê eles?" Responde. Alika: "As crianças estão visitando minha irmã." Begoña pergunta: "Mais alguém mora aqui com você, além dos seus filhos?" Yaro está com a Alika hoje. Ele tem um apetite especial por garotas brancas bem fornidas, e também um talento especial pra enfiar a mão na calcinha delas. Uma ideia brilhante vem à mente da mulher negra. Ela leva Begoña até onde ele estava pra ver as coisas acontecerem e que poderiam dar certo nas suas intenções, e diz: "O Yaro tá no quarto, quer conhecê-lo?" Begoña responde friamente: "Preciso entrevistar seus filhos. Quando eles vão estar aqui?" Alika grita: "Yaro, você já tem visita!", ignorando a pergunta. Yaro é um traficante de drogas de 38 anos, gostoso pra caralho e amante da Alika, e sai do quarto. É um preto gigante, tem 1,93m, 102kg de puro músculo sólido. Ele vem com uma cara fechada, uma veia grossa latejando na testa... como se a interrupção fosse algo importante. "O que você quer, Alika?" Ela fala pra Yaro, dando uma piscada e um sorriso malicioso: "Essa novinha aqui dos Serviços Sociais tá pedindo informação sobre você." Ele dá uma segunda olhada na gostosa da assistente social. Ele adora novinhas de buceta branca e não perde uma chance de meter as unhas e as mãos, mas essa mina podia ser modelo profissional com o corpo e a cara que tem. Ela se encaixa num perfil profissional procurado, com aquele olhar limpo de promotora, parece uma imagem virtuosa de mulher branca de revista de anúncio. Isso acende uma coceira velha e familiar no Yaro, que ele não consegue resistir a coçar. A atração do Yaro por garotas brancas vem de muito tempo, desde que ele se lembra. No colégio, ele se apaixonou perdidamente por uma mina chamada Cristina. Cristina convenceu o Yaro a comprar anéis caros e joias com o dinheiro que ele ganhava vendendo droga na rua. Depois, ela acusou o Yaro de ter estuprado ela. Ele gastou tudo que tinha. uma defesa bem-sucedida, e ele pegou trinta anos de prisão até que os exames de DNA o libertaram. Um juiz branco e um júri de brancos o declararam culpado de um crime que ele não cometeu, tomaram três anos da vida dele sem compensação, deixando-o sem um centavo. Mas na cadeia, ele aprendeu a se tornar um criminoso de verdade, fazendo amizade com membros do crime organizado que explicaram os benefícios sinérgicos de combinar drogas em humanos, tráfico de mulheres e prostituição. Ele observa a aliança de casamento dela e supõe que ela é uma típica puta branca arrogante que nunca foi comida por um homem negro. Ela fica desconfortável quando Yaro se aproxima, ele a desnuda com os olhos escuros. Begoña declara nervosamente: "Só preciso fazer umas perguntas rápidas e volto outro dia quando as crianças estiverem aqui." Yaro está a centímetros, quase em contato físico com ela, e se aproxima mais. Lisa percebe que os dois representam um perigo grave para ela. Yaro vê os olhos azuis de Begoña olhando para a porta em busca de uma possível fuga. Ele diz, zombeteiro: "Acho que você não tá mais a fim de fazer as perguntas, hein?" Ele zomba, arrancando a prancheta das mãos dela, jogando-a do outro lado da sala, e se coloca entre Begoña e a porta de saída que ela estava olhando. Ela exclama: "Ei! Preciso disso." A prancheta tem todos os documentos do trabalho diário dela. Yaro: "Quem te deu essa porra de ideia de que você pode vir aqui e fazer perguntas pessoais, como se fosse superior a nós?" Begoña pensa que esses negros são tudo de ruim. Ela está ali pra ajudar eles. Ela se afasta do gigante homem negro. Yaro: "Foda-se a porta, Alika. Acho que temos que dar uma lição de modos nessa puta branca." Alika obedece a Reggie e corre pra porta. Begoña se vê contra a parede. O jogo de Reggie funciona e ele estende os braços pra garota. Ela grita. angustiada: "Tira essas mãos pra lá! Vou ter que te denunciar por agressão" — ameaça sem sucesso, chamando ele de idiota pra se livrar das mãos dele. Ameaçar prender ele é a pior coisa que uma garota branca podia fazer. Ele dá um tapa forte na cara dela, deixando uma marca vermelha na bochecha esquerda que fez ela ver estrelas. Ele desafia: "Tá me ameaçando agora?" A bolsa da Begoña, Alika arranca do ombro dela e joga pro traficante preto. Ele declara: "Achei o celular dela. Ela não tava ligando pra ninguém." Begoña esfrega a bochecha dolorida e fica olhando pro Yaro em choque. Ela sente o gosto do fio de sangue saindo do lábio. Tudo tá acontecendo tão rápido que ela não sabe se grita ou tenta raciocinar com ele. Antes que ela decida algo, ele tampa a boca dela com a mão carnuda e Begoña se vê sendo arrastada pro quarto do Yaro. Os saltos altos dela raspam no tapete verde gasto, e no caminho os sapatos saem dos pés dela. Quando a roupa dela tá toda bagunçada, ele abraça ela e joga na cama, fazendo a garota rodar como se fosse uma boneca de pano enquanto ela luta na cama. "Vamos ensinar um pouco de respeito pra essa puta branca." Ouvindo as más intenções dele, ela se remexe no corpo dele e tenta virar, mas ele domina ela e puxa com força pro peito dele, que sobe e desce com a respiração pesada. Os sorrisos do Alika mostram uma fileira de dentes brancos e de ouro, parecendo teclas de piano, enquanto ele começa a desabotoar a blusa da Begoña. "Aposto que nunca teve uma pica preta grande antes" — com provocações, os dedos do Alika, como aranhas, vão se arrastando pelos botões da blusa dela. Os olhos azuis da Begoña ficam enormes de medo. Ela só ficou com um homem na vida toda — o marido dela... Isso não pode estar acontecendo. Estupro é coisa que acontece com outras mulheres. azaradas, não ela. Begoña reúne todas as suas forças, convocando cada músculo do corpo, mas não consegue se soltar do abraço de torno de prensa do negro. "MMMPPPHHH!"... NÃOOO!!: tenta gritar. Alika brinca: "Já é uma garota de sorte. Quando o Yaro acabar com você com aquela pica enorme, nunca mais vai ficar satisfeita com outra coisa, muito menos com a dos branquinhos". A blusa de Begoña está aberta. Os peitos firmes dela enchem o sutiã rosa de seda, presa como um galho no abraço do Yaro quando as mãos de Alika alcançam a calça preta dela. "OOOOH, OLHA SÓ O QUE ELA TEM AQUI: Diz Alika, puxando a calça dela para baixo, enquanto a loira chuta o ar violentamente. Revelando a calcinha rosa de seda combinando com o sutiã sexy. Quase nua, só de lingerie, ela luta com o Yaro na cama, se contorcendo o máximo possível para escapar do controle dele e dos braços dele. Toda a energia de Begoña não adianta nada, igual pneu girando na lama. Duas contra uma, Alika ajuda a tirar o sutiã da loira no meio do tumulto, revelando os peitos redondos, lisos, duros e grandes, jovens e alegres, os mamilos rosados claros e as auréolas rosadas de tamanho médio... Begoña se sente envergonhada e assustada ao mesmo tempo. "E agora vamos ver a gatinha esperando toda essa beleza suculenta pra nós dois" Diz Alika colocando os polegares e indicadores na cintura da jovem loira. Begoña range os dentes, chuta o ar e se retorce pra impedir a negra de continuar. Alika trabalhou na prostituição tempo suficiente pra saber como um cafetão consegue fazer as novatas cooperarem. Ela belisca os mamilos duros de Begoña com as unhas brilhantes, cuidadas profissionalmente com esmalte acrílico vermelho e detalhes dourados. "AAAAAAAAAHHHHHHHHH!!": são os gritos abafados de Begoña que enchem o quarto. Ela repete o castigo várias vezes, fazendo a Os mamilos dela endurecem com um brilho vermelho de dor. A buceta da Alika fica mais molhada e ela se sente com tesão, dando uma pausa na aula nessa experiência da garota branca, com o mesmo tratamento humilhante de uma mulher recrutadora nas ruas que pega garotas pra transformar em putas. Alika ameaça ela: "Se você já acha que tá doendo muito, espera só eu arrancar essas coisas pra fora se você continuar lutando de novo." A cafetina negra volta pras calcinhas da loira assistente social. Os chutes da Begoña tentam dominar uma Alika que se mexe fácil pra lidar com essa irritação de raiva e medo, com graça puxa o tecido macio da calça pelas pernas longas da Begoña, como se descobrisse uma obra de arte. Depois de eliminar o último vestígio da privacidade dela, as mãos de Alika deslizam entre os joelhos fechados dela. Dá ordens: "Vamos abrir e ver o que vou ter pra minha boca." De jeito nenhum a Begoña vai deixar esse par de negos abusar dela. As pernas dela ficam teimosamente fechadas contra a pressão das mãos da mulher negra. "Ah, ela é tímida e não quer que a gente veja a bucetinha bonita dela": Diz zombeteiramente. Yaro percebe que as coisas já foram longe demais com a Begoña, e quanto mais tempo passa, é uma luta desnecessária contra ela e com mais chance de arrumar problema. Ele fica impaciente. Tem jeitos de fazer garotas jovens e ingênuas colaborarem mais rápido. Ele instrui a Alika: "Vai em frente e dá nela." Begoña luta pra respirar ar limpo pelo nariz, tentando tirar a mão de Yaro da boca dela quando Alika desaparece temporariamente do quarto. "Já se acalma, querida": ele fala docemente no ouvido da Begoña: "Não vamos te machucar. Só faz o que mandarem." Ela tá aterrorizada. Ela não entende o que Yaro quer dizer com "o tratamento", mas ela não vai se entregar fácil e deixar eles terem ela. maneira com ela, seja... que nunca vai rolar! .... Ela tem que estar livre. Alika volta com um torniquete de borracha e uma seringa que contém uma mistura exótica de estupro: uma substância de qualidade farmacêutica usada legitimamente para anestesia, misturada com outras drogas nojentas de rua, incluindo cocaína e heroína. O significado de "o tratamento" agora fica horrivelmente claro para Begoña, e ela se esforça mais para se soltar, seu corpo delicado e esbelto se contorcendo como uma cobra nos braços de Yaro, que a abraça enquanto Alika aperta o torniquete no braço dela. "MMMPPHHH!": Begoña tenta gritar para alguém ouvir. Sua determinação de lutar antes se transforma em desespero de um animal encurralado. Ela faria qualquer coisa para evitar aquela injeção terrível. Ela quer que eles saibam que vai parar de incomodar, que não vai contar pra ninguém o que aconteceu se a deixarem ir. Mas ela não consegue falar com a mão de Yaro na boca. "Vai ficar tudo bem assim que for tratada das doenças": promete Alika, segurando o braço reto e lutador de Begoña. Ela não sabe o que tem na seringa, mas não pode ser nada bom. Ela nunca mexeu com remédios ou drogas na vida inteira. Ela viu como vidas são destruídas nesses últimos três meses de trabalho na DHF. Ela nem toma aspirina. Não vai ficar bem. Seus esforços para puxar o braço das mãos de Alika só conseguem ficar mais fracos, só servem para esticar mais as veias e deixá-las um alvo mais fácil pra agulhada. "É assim, minha garota, continua lutando como minha putinha": incentiva a africana, sentindo Begoña se esgotar. Cansada, o braço dela para de se mexer o suficiente para Alika espetar rapidamente uma veia, exclamando: "TE PEGUEI". Begoña não sabe, mas a batalha acabou. Yaro tira a mão da boca dela. Ela puxa uma respiração funda enquanto na... Braços dele, Begoña grita: "OOOOWWWEE, NÃO COLOQUEM ISSO NO MEU BRAÇO." Ela vê um tufo rosa da mistura do sangue dela na seringa. Alika aperta devagar o êmbolo e avisa: "Não se mexe, querida, ou a agulha pode quebrar na sua veia." Ela observa em silêncio enquanto Alika esvazia o resto da seringa na veia, tudo parecia se mover em câmera lenta. "Temos que ir agora", ecoa a voz de Alika nos ouvidos de Begoña, quebrando um silêncio estranho. Alika puxa a agulha do braço de Begoña, uma gota de sangue escorrendo do braço. Limpa com o polegar e depois estala o dedo na boca. "MMMMM, DOCE", comenta ao provar o sangue de Begoña. "Você já vai se sentir tão bem", acrescenta, tirando o torniquete e deixando os remédios fortes correrem pelo sistema circulatório. "Você nunca se drogou antes?", pergunta Alika. Vencida pela emoção intensa da primeira vez, Begoña não responde. O mais perto que chegou de usar drogas foi um copo de vinho de vez em quando. Os químicos agora na corrente sanguínea fazem cada neurônio acordar em euforia, o humor dela subir mil vezes mais brilhante do que quando ouve sua música clássica favorita. Num lugar entre a consciência e o sonho, ela sonha enquanto acorda. Não percebe que Yaro a solta mais, nem nota a própria nudez. Ele levanta Begoña do colo e a deita de costas na cama, com a cabeça apoiada num travesseiro macio e fofo. Como uma aranha, Alika paralisou a vítima com drogas. Os olhos de Yaro devoram o corpo jovem da garota enquanto ele se levanta da cama. "Você liga muito se eu der uma e deixar ela pronta pra você?", pede Alika a Yaro, que adora ver as garotas em ação o mais fodidas possível: "Claro, vai fundo. Se divirta com ela." Ele olha ela se insinuar como uma lagartixa na cama e levantar as pernas abertas de Begoña. A loira assistente social não percebe o que Alika está fazendo no começo. Além de uma estreita faixa de pelos castanhos bem aparados no púbis, acima da buceta dela, o resto aparece sem pelo. "Que coisa bonita você tem", diz Alika, esticando os lábios da buceta de Begoña e deixando a carne rosada exposta à luz. Begoña murmura: "Não", e percebe que a negra está tocando seu lugar íntimo. Ela tenta fechar as pernas, mas com Alika já firmemente plantada entre elas, o esforço não adianta. Alika mantém as pernas de Begoña abertas, lambe o dedo e acaricia suavemente o sino sensível do clitóris dela enquanto mergulha sua língua preta e funda na buceta rosada. "NÃÃO, PARA", Begoña chora, empurrando a cabeça de Alika. "Sou casada...", balbucia em delírio, não consegue entender como uma mulher faz isso com outra. É nojento. "Ah, vou fazer isso e te viciar, bebê. Porque você vai adorar ter uma buceta como a sua e ser comida por uma mulher como eu quando eu estiver com você": Alika responde rapidamente. "Você é casada?": pergunta Alika. "Sim": murmura ela. Lentamente acaricia o clitóris, olha para Yaro, sorri e responde: "Agora sua buceta me pertence e também ao Yaro, você não tem mais marido": diz antes de voltar para a buceta. "Ah, ah, não, para": Begoña reclama. A experiência de Alika como prostituta a torna expert em dar prazer a homens e mulheres. Não, é um pesadelo. Begoña percebe brevemente que está sendo estuprada por outra mulher. Então ela está sonhando de novo. As drogas ainda confundem, seus pensamentos dispersos. Imagens fugazes do marido vêm à mente. Ela fecha os olhos para a sensação indesejada entre as pernas, lentamente tomando sua realidade. Yaro olha para Begoña, que vira a cabeça de um lado para o outro. Ela faz menos esforço para tentar empurrar a cabeça de Alika para longe da sua buceta escorrendo. Alika tira a boca da buceta da Begoña mas ainda mantém os dedos abrindo os lábios lindos dela, todos os detalhes da anatomia íntima da pobre garota brevemente expostos pra observação. Ela enfia o dedo indicador preto na buceta rosa brilhante dela, na carne e no clitóris da Begoña dá voltas e voltas debaixo do polegar dela. "Não, já chega!": Begoña chora segurando o pulso dela com as duas mãos e tentando tirar a invasão dos dedos na buceta dela. "Vamos nessa": Yaro falou berrando "Fazer ela gozar, putinha branca": Rosna "Ah, ela vai gozar pra gente sim, ela vai gozar querendo ou não": Diz Alika, observando os quadris da Begoña que de repente sobem involuntariamente. "Aí sim, bem aí. Acho que achei o ponto dela": Ela completa. Os dedos vibram contra a carne sensível por dentro da Begoña enquanto o polegar continua fazendo círculos no clitóris já inchado dela. "Olha como o clitóris dela enche já vem pra mim e como tá molhada", "Ela vai gozar de verdade logo, não vai, bebê?". "NÃOOOOO," Begoña sibila, com os olhos apertados e fechados, mas os quadris dela agora respondem aos dedos da Alika como um músico responde à batuta. "Ah, Deus, ah, Deus, ah, ah, ah, Deus! Não!": Begoña reclama, com os pulsos tensos sob as mãos do Yaro pra tentar se soltar. A tensão cresce dentro dela buscando mais contato com os dedos da Alika, não menos, pra se libertar. As caretas suaves e lindas do rosto dela viram caretas feias, como um levantador de peso tentando bombar e levantar ferro demais. "Não faz isso comigo": ela choraminga "OOOOH, sim, ela tá gozando muito bem agora. Olha a cara dela. Pensar que ela disse que não ia por esse caminho": Risadinhas da Alika e ela continua masturbando a Begoña. "O que será que seu marido pensaria te vendo gozar assim?" Ela fica preocupada com o que tá rolando na buceta dela, apesar da determinação anterior de não deixar a Alika e o Yaro. Ter seu jeito sexual com ela. "OH," Begoña exclama, totalmente focada na buceta dela. Ela nem percebe que Yaro soltou os pulsos dela, as mãos dela continuam no colchão ao lado dos ombros. Ela está num orgasmo enorme, tão natural, num estado desinibido de florescimento feminino. O polegar e o indicador de Alika ainda estão nos lábios da buceta de Begoña, revelando a beleza interior cor-de-rosa que até hoje ela tinha escondido modestamente do mundo, inclusive do marido dela - a vida inteira. Yaro ouve Begoña sussurrando "não" pra Alika e permitindo passivamente que ela continue com a massagem sexual. Ele acha que as drogas, sem dúvida, ajudaram na rendição dela. Num estado induzido por drogas, Begoña cai mais fundo na fenda de múltiplos orgasmos que Alika cava pra ela. Mal consciente da presença de Yaro ou de qualquer outra coisa além da tarefa com Alika, a atenção muda pra buceta de Begoña - parece diferente. Ela olha pra baixo e vê Yaro posicionando o pau de carvão dele na entrada dela. A coisa é enorme, com várias veias saltadas ao longo da grossura, o comprimento do eixo e um escroto grande que contém os testículos, cada um do tamanho de nozes grandes. Parece muito maior que o do Antonio. Isso não pode ser real. Isso deve ser um pesadelo, porque nenhum homem tem um pau tão grande. "NÃO!" Lisa reclama. A buceta dela ficou bem receptiva por causa da Alika, mas se ajusta à mudança brusca de parceiros e se estica bem em volta de um pau pela primeira vez que não é do marido dela. Ele enfia o pau incrível dele dentro de Lisa, e a buceta tenta se adaptar ao tamanho enorme. A cada estocada, a bucetinha dela acomoda mais. "Por favor, não faz isso," Begoña chora. Mas a buceta precisa de mais e mais dentro dela. "Sou casada. Por favor, para," enquanto continua tentando empurrar Yaro pra fora. Ela sente algo apertando em volta do braço. Begoña se vira pra ver o torniquete preso no bíceps dela e Alika empunhando... outra seringa. "Não me deem mais disso", soluça. O pau de Yaro se move brutalmente dentro dela sem parar. "Você está distraída demais. Isso vai te ajudar e você vai dar toda a sua atenção", explica Alika, enfiando a agulha na veia, e Begoña ouve risadinhas. "OOOOH, SIM, LÁ VAMOS NÓS", proclama a negra, com um prazer especial em esvaziar todo o líquido destrutivo nela. "Essa vai ser a melhor foda da sua vida." "Não façam isso comigo", implora Begoña. Ela vê que tiram o torniquete e começam a dizer outras coisas. Mas já não importa. Outra onda de euforia varre tudo, e a voz de Alika ecoa distante em seus ouvidos, dizendo algo sobre ser boazinha com o Yaro e aceitar o pauzão preto por completo. A pressão e o desconforto desaparecem na hora, ela se acostuma com o tamanho enorme de Yaro e toda a sua existência rapidamente se concentra no pistão que se move dentro dela. Ela nem liga pras bolas pesadas de Yaro batendo na bunda dele — o corpo dela aceita tudo.

Ele sente os mamilos se empinando no peito dela, a buceta pulsante dela dando espasmos involuntários ao redor do pau dele, enquanto os medicamentos fazem efeito nela. Ele decide mudar de posição e puxa habilmente o pauzão molhado para fora da buceta molhada. Begoña olha para o pau dele, tão terrivelmente grande e assustador fora dela. Os brilhos no pau são como ver pontos distantes no corpo dele. Isso faz com que ela nem registre direito a camada de sucos que são da própria buceta dela. "Ajuda a colocar ela em cima de mim, Alika", Yaro dá instruções, rolando de costas com Begoña. A negra leva um momento para chupar os sucos dela do pau de Yaro, a cabeça dela subindo e descendo no eixo várias vezes. "Mmmmm, mmmm", Alika geme antes de tirar a boca do pau preto. "A buceta dela é tão boa que já provei da nossa putinha branca": Alika diz, enquanto encoraja Begoña e a arrasta para cima. sentar ela em cima do preto traficante de drogas com uma pica descomunal. Begoña, atordoada e desajeitada, deixa que ela a coloque em cima do Yaro. Alika, com os peitos e a buceta nus, para satisfazer as partes delas entre si com o trio de pessoas envolvidas, mas finalmente consegue que a grossa cabeça da pica enorme dele seja colocada na entrada da buceta rosa de Begoña. Mais uma vez ele sente os lábios dela, Begoña admite passivamente ele dentro dela, ele coloca as mãos (calejadas de horas na academia fazendo peso em vez de ganhar a vida honestamente) nos quadris dela e empurra a pica dura de 30 cm para dentro da buceta da linda loira. "Isso aí, minha mina," Alika sorri quando Begoña desliza para baixo ao longo do pau preto. Ela, com um gemido de dor e satisfação bem pouco feminino, chega ao fundo colada nas bolas pretas, se encontra totalmente empalada por si mesma. Yaro começa a trabalhar a pélvis dele na garota sequestrada. "AH! ISSO! ME DÁ TUDO! ISSO!" Begoña exclama, mexendo os quadris instintivamente, a buceta dela se contrai com força de novo em volta da pica. "Minha mina, como você manda bem, fode gostoso essa pica grande e preta. Ah, essa pica é tão boa dentro da sua buceta apertada, bebê", "AAAAAH ISSO, JÁ VOU GOZAR.": incentiva Alika. Yaro puxa Begoña para trás. Ela fica deitada com a parte de cima do corpo sobre ele, que está serrando ela com a pica dele dentro e fora dela de forma dura e brutal. Alika se junta a Begoña de novo para lamber o clitóris dela. "Ah, sim, seu gosto é tão bom, bebê", seus sucos são tão doces e quentes, minha putinha branca! Ela lambe mais e mais, e depois continua chupando o clitóris, engolindo ele na boca e mordendo de leve com os dentes sem machucar, só uma pressão erótica. "NÃÃÃO!….AAARRRRGGGGGGGHHHHAAA!!" NUNCA SENTI ISSO…! AAAARRRGGGGHHHHAAAAHH!!!: Geme Begoña "Sim, Querida…você é uma putinha branca para o nosso prazer": Alika Ela responde. A mulher negra gentilmente puxa os lábios inchados e molhados com os dedos e, com cuidado, vai lambendo a cabeça exposta da pica que entra e sai na buceta doce. Begoña se contorce, mas Yaro a segura firme no peito dele, com uma mão entre a barriga lisa e o arbusto de pelos pubianos bem aparado, e com a outra mão, ele a vira suavemente, colocando-a sobre os seios dela e, com os dedos abertos, acaricia com força os mamilos rosados e duros, causando em Begoña espasmos de prazer e um pouco de dor suportável por causa da ação das drogas nas veias dela. Ela tem uma barriga bem tonificada por causa das sessões frequentes de treino, com um umbigo lindo que sobe e desce suavemente com a respiração pesada de angústia e prazer ao mesmo tempo, de forma inconsciente. Yaro deixa a mão dele passear suavemente pelo corpo dela, ele sente o abdômen firme e musculoso se contraindo por baixo dela e depois os pelos pubianos bem cuidados, que ele escova mais ou menos contra a palma da mão. Ela é um baita prêmio para os instintos e desejos sexuais dele. "OH, OH, OH, POR FAVOR, PARA, NÃO, NÃO AGUENTO MAISSSS," geme Begoña. Ele aumenta as estocadas. O instinto feminino dela sente que ele vai gozar dentro. "POR FAVOR... NÃO... NÃO DENTRO DE MIM" OH, NÃOO!! ela exclama ao receber o jato enorme de esperma quente, o que causa nela uma sensação gostosa que nunca sentiu antes, nem com o marido em momento algum. Antonio sempre usou camisinha com ela porque não estavam dispostos a formar uma família e ele sempre duvidou da segurança das pílulas anticoncepcionais. A buceta de Begoña, traindo a vontade dela, se contrai forte ao redor da pica, onde essa ação favorece a saída de mais esperma dentro dela, como se estivesse ordenhando a pica de um jeito muito gostoso e, por consequência, enche até o talo a buceta dela com o creme gostoso e potente das bolas negras dele. Uns momentos depois, Alika puxa a pica murcha de Yaro para fora da A buceta ainda acordada e quente, e ela dá um boquete pra limpar enquanto dá pra ver jorrando um excesso de porra potente da buceta. Os remédios fazem ela esquecer pacificamente dos sentimentos morais. Ela flutua na cama nas nuvens altas, sem se preocupar com o Yaro e a natação vigorosa do esperma dele dentro dela, enquanto isso ele revê a bolsa da mulher jovem e loira e acha as chaves do carro azul dela. Ela tem dinheiro em espécie na carteira que dá uns $98, ele tira e guarda no bolso da calça e em seguida destrói tudo o mais, documentos que tão na bolsa, como os cartões de crédito, carteira de motorista, título de eleitor e a identificação do trabalho dela. Tudo corta em pedacinhos e cuidadosamente são jogados num saco de lixo. O Yaro decide que de agora em diante ela não vai precisar de mais nada do que tinha no bolso. Enquanto isso, uma drogada Begoña, num momento de realidade, deixa cair lágrimas pelo seu lindo rosto... Continua

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Definitivamente la prisión no sería suficiente para esta parejita