— Quando ouvi aquela mulher dizer que ia me ajudar a recuperar minha mulher e meu filho, quase saà indignado. Mas a dúvida me pegou, e o como diabos ela sabia da minha vida. Aos poucos, fiquei sabendo que ela se chamava de bruxa Caridad. Em outros tempos, eu teria caÃdo na risada, mas fiquei surpreso de ela saber quase em detalhes que eu estava destruÃdo pela minha situação com a Elsa. Então, contei minha história em detalhes, e, salvo algumas vezes, parecia que ela já sabia de tudo. Ela finalmente me disse: — Você tem que trazer sua mulher. — Qual das duas? — perguntei. — A que você ama... Essas palavras me marcaram. Até pouco tempo, eu achava que amava a Cláudia. Mas ter ficado com a mãe dela tinha mudado tudo. Não sabia se minha atitude era por culpa, por sentir falta do sexo com a Elsa ou por saber que ela esperava um filho. Me fazia sentir vulnerável, mesmo assim sabia que, mesmo sem saber se era amor, eu tinha que convencer a Elsa a ir comigo para Roatán. A mulher deu as instruções e me avisou que o tempo estava se esgotando, tinha que ser o mais rápido possÃvel. Então, embarquei de volta para La Ceiba e, sem dormir, fui para a casa da Elsa. Bati e bati bem cedo, ela saiu para ver, entrou de novo, não respondeu nem disse nada. Aà eu continuei insistindo, mas sabia que ela não sairia. Então, não tive opção a não ser pular pela janela, ir para o quintal e pular. Ela fechou a porta dos fundos, e eu gritei que era preciso falar com ela, questão de vida ou morte. Ela disse que não tinha nada para conversar, e antes que ela dissesse mais alguma coisa, eu falei que se ela não me ouvisse agora, seria o pior erro da vida dela. Ela ficou em silêncio e, finalmente, cedeu, abriu a porta e eu pude entrar. Ao vê-la depois de tanto tempo, me senti muito bem de novo. Fazendo as contas, ela já estava com quase 5 meses de gravidez. A barriga dela era linda, dava para ver que esperava o filho de um negro. Sem perder tempo, levei ela para a sala e expliquei o que a velha me disse. Ela só me olhava estranho e deixava eu falar; quando terminei, ela me pegou. do queixo e disse:
—Para de falar besteira, Nelson.
—Por favor, mulher, acredita em mim e vem comigo. — falei.
Não sei em que tom eu disse aquilo, mas ela me olhou fixamente e falou:
—Só dessa vez, vou fazer o que você pede. Depois disso, se manda sem desculpas...
Peguei as mãos dela e agradeci.
Pouco depois das 8 da manhã, a gente tava indo pra Roatã.
Quando chegamos na ilha, procurei a velha rapidinho.
Chegamos na casa dela e bati na porta. Ninguém atendia, e eu, ansioso, procurava algum sinal.
Depois de uns minutos, desesperado, ameacei subir pelo telhado e pular por alguma fresta. Mas a Elsa me segurou e disse pra eu não fazer mais loucuras.
Desci cabisbaixo, já pensando em voltar. Quando a gente tava se preparando pra ir embora, uma voz nos parou do nada:
—Um momento!! Vocês chegaram procurando uma solução, e aqui vão encontrar!
Ficamos surpresos e mal deu tempo de reagir quando a velha levou a Elsa pra dentro, enquanto eu esperei na varanda.
Passou um tempão, e eu só ouvia murmúrios entre elas.
Ao meio-dia, a velha saiu e pediu pra eu sair, que iam demorar e eu ia ficar com fome, e não dava tempo de me atender. Então saà pra comer por aÃ.
Voltei no fim da tarde, e elas ainda estavam na conversa silenciosa.
Quando a noite chegou, desesperado, me aproximei o máximo que pude. Já não ouvia nada, quando de repente a velha atrás de mim falou:
—Entra. Vem e só observa, eu vou trabalhar na tua mulher, não faz merda nenhuma e fica atento.
Eu concordei e fiquei só observando. A velha passou por mim, foi pro quintal e me indicou pra ficar perto da porta.
Lá fora, a lua cheia tava esplendorosa.
Quando vi a Elsa, ela vinha de mãos dadas com a velha, vestindo um roupão. Enquanto avançavam, pude ver um poço pequeno, cheio de água. A Elsa soltou os laços do roupão e deixou cair.
Meus olhos, estupefatos, olharam surpresos a nudez dela.
A velha ajudou ela a entrar no poço e começou a falar um dialeto estranho, que era incompreensÃvel. Começou a falar e soltar sons guturais muito... Estranhos. Enquanto Elsa, aos poucos, foi sendo sedada pelas palavras. Então a mulher se levantou ao lado dela e começou a implorar ao céu. Virou-se e, atrás dela, pegou uma vara com a qual mexeu dentro de uma fogueira que continha pedras incandescentes. Continuou seu ritual, que pra mim parecia estranho pra caralho, então lentamente saà e comecei a me aproximar pra ver o que rolava. De repente, a luz da lua se filtrou num halo de luz que foi direto pro tanque onde Elsa estava. Mais especificamente pra barriga dela. A velha pegou umas pinças, tirou uma pedra em brasa e jogou na barriga de Elsa. Eu gritei desesperado e corri pra tirar aquela pedra de Elsa antes que ela se queimasse. A mulher me parou antes de eu chegar com um braço. E me disse — ainda não te chamei — olha! Olhei e a pedra não fez nada, completamente, e a barriga de Elsa estava intacta enquanto ela dormia tranquilamente. Ela me disse pega ela e leva pra um dos quartos. Peguei Elsa do tanque e fomos direto pro quarto que a velha me indicou. Ela me disse quando ela acordar, deixa ela ser, não pergunta nada e você também se deixa levar. Coloquei ela na cama e comecei a secar o corpo dela. Quase terminando, Elsa acordou, abriu os olhos e segurou a barriga. Falei pra ela continuar dormindo, mas ela não disse nada. Abriu os braços e me convidou pra abraçar ela. Abracei e, quando fiquei junto dela, ela começou a beijar minha orelha, e depois desceu pro pescoço. Lembrei das palavras da velha e aceitei que era o que eu tinha que fazer. Elsa acariciava meu peito e fez com que eu me despisse aos poucos. Então uma sessão gostosa de beijos começou em seguida. Elsa tomava a iniciativa e segurava minha bunda entre as mãos enquanto eu acariciava a barriga dela. Ela arranhou minhas nádegas suavemente e me fez cair na cama. Então, com os dedos, começou a separar minhas nádegas e lamber meu cu. Uma sensação elétrica percorreu todo o meu corpo. Elsa enfiou a lÃngua o mais fundo que pôde em mim. Então eu comecei a soltar uns gemidos de prazer que nunca tinha dado na vida. Feito. O ritmo foi aumentando aos poucos, ela enfiou o rosto, e as mãos dela lutavam pra separar ao máximo minhas nádegas, assim ela podia encontrar o que tanto procurava. Meu pau tava mais duro do que nunca, parecia uma jiboia tentando entrar nela. — Ahhhh, Ahhhhh, Ahhhh — Ela não parava de soltar gemidos de prazer. De repente, a Elsa acariciou minhas bolas enquanto continuava perfurando meu cu com a lÃngua. Uma quantidade imensa de lÃquido seminal encharcou a borda da cama. Então ela tirou a lÃngua do meu cu e mordeu com força uma das minhas nádegas. Gritei completamente extasiado, e uma quantidade impressionante de porra começou a jorrar como uma torneira. Rosnei desesperado enquanto meu pau dolorido continuava bombeando. Quando terminei, vi a Elsa de canto de olho, fora de si. Ela se tocava na buceta escorrendo. Eu me levantei de novo enquanto ela limpava com a boca os restos da minha gozada. Duro de novo, no calor da boca dela, desci pros peitos dela, com os biquinhos rosados pontudos emoldurando minha ferramenta escura, e comecei a masturbar meu pau com as tetas dela. Quando me senti forte o bastante, desci até o buraquinho vaginal dela e enfiei de uma só vez, meu pau enganchado começou a dançar junto com ela. E começou a festa de gemidos e suspiros mais linda do mundo. — Ahhh! — Buceta gostosa — Assim, assim mesmo, lindinha. — Rasga tua mulher, a mãe do teu filho... — Mmmmm — Me senti um ator pornô, pegando minha mulher, eu com 1,90 de altura e ela quase 1,58. A sensação de poder era imensa, eu virava de novo o garanhão de pura raça...
A noite inteira passamos transando como se o amanhã não existisse, ao amanhecer acabamos rendidos diante de uma batalha tão explosiva. De tarde acordamos famintos e sedentos, assim que botei o pé no chão fui buscar comida. Mas não precisou, a velha já tinha preparado uma quantidade enorme de comida pra gente: sopa de caracol, frango frito, tajadas com bife, caldo de tikini, peixe, pão de coco, água e refrigerante. Comemos feito mendigos, quantidades absurdas. Um tempo depois estávamos nos despedindo da velha, rumo a La Ceiba, prontos pra encontrar uma solução pro nosso problema.
—Para de falar besteira, Nelson.
—Por favor, mulher, acredita em mim e vem comigo. — falei.
Não sei em que tom eu disse aquilo, mas ela me olhou fixamente e falou:
—Só dessa vez, vou fazer o que você pede. Depois disso, se manda sem desculpas...
Peguei as mãos dela e agradeci.
Pouco depois das 8 da manhã, a gente tava indo pra Roatã.
Quando chegamos na ilha, procurei a velha rapidinho.
Chegamos na casa dela e bati na porta. Ninguém atendia, e eu, ansioso, procurava algum sinal.
Depois de uns minutos, desesperado, ameacei subir pelo telhado e pular por alguma fresta. Mas a Elsa me segurou e disse pra eu não fazer mais loucuras.
Desci cabisbaixo, já pensando em voltar. Quando a gente tava se preparando pra ir embora, uma voz nos parou do nada:
—Um momento!! Vocês chegaram procurando uma solução, e aqui vão encontrar!
Ficamos surpresos e mal deu tempo de reagir quando a velha levou a Elsa pra dentro, enquanto eu esperei na varanda.
Passou um tempão, e eu só ouvia murmúrios entre elas.
Ao meio-dia, a velha saiu e pediu pra eu sair, que iam demorar e eu ia ficar com fome, e não dava tempo de me atender. Então saà pra comer por aÃ.
Voltei no fim da tarde, e elas ainda estavam na conversa silenciosa.
Quando a noite chegou, desesperado, me aproximei o máximo que pude. Já não ouvia nada, quando de repente a velha atrás de mim falou:
—Entra. Vem e só observa, eu vou trabalhar na tua mulher, não faz merda nenhuma e fica atento.
Eu concordei e fiquei só observando. A velha passou por mim, foi pro quintal e me indicou pra ficar perto da porta.
Lá fora, a lua cheia tava esplendorosa.
Quando vi a Elsa, ela vinha de mãos dadas com a velha, vestindo um roupão. Enquanto avançavam, pude ver um poço pequeno, cheio de água. A Elsa soltou os laços do roupão e deixou cair.
Meus olhos, estupefatos, olharam surpresos a nudez dela.
A velha ajudou ela a entrar no poço e começou a falar um dialeto estranho, que era incompreensÃvel. Começou a falar e soltar sons guturais muito... Estranhos. Enquanto Elsa, aos poucos, foi sendo sedada pelas palavras. Então a mulher se levantou ao lado dela e começou a implorar ao céu. Virou-se e, atrás dela, pegou uma vara com a qual mexeu dentro de uma fogueira que continha pedras incandescentes. Continuou seu ritual, que pra mim parecia estranho pra caralho, então lentamente saà e comecei a me aproximar pra ver o que rolava. De repente, a luz da lua se filtrou num halo de luz que foi direto pro tanque onde Elsa estava. Mais especificamente pra barriga dela. A velha pegou umas pinças, tirou uma pedra em brasa e jogou na barriga de Elsa. Eu gritei desesperado e corri pra tirar aquela pedra de Elsa antes que ela se queimasse. A mulher me parou antes de eu chegar com um braço. E me disse — ainda não te chamei — olha! Olhei e a pedra não fez nada, completamente, e a barriga de Elsa estava intacta enquanto ela dormia tranquilamente. Ela me disse pega ela e leva pra um dos quartos. Peguei Elsa do tanque e fomos direto pro quarto que a velha me indicou. Ela me disse quando ela acordar, deixa ela ser, não pergunta nada e você também se deixa levar. Coloquei ela na cama e comecei a secar o corpo dela. Quase terminando, Elsa acordou, abriu os olhos e segurou a barriga. Falei pra ela continuar dormindo, mas ela não disse nada. Abriu os braços e me convidou pra abraçar ela. Abracei e, quando fiquei junto dela, ela começou a beijar minha orelha, e depois desceu pro pescoço. Lembrei das palavras da velha e aceitei que era o que eu tinha que fazer. Elsa acariciava meu peito e fez com que eu me despisse aos poucos. Então uma sessão gostosa de beijos começou em seguida. Elsa tomava a iniciativa e segurava minha bunda entre as mãos enquanto eu acariciava a barriga dela. Ela arranhou minhas nádegas suavemente e me fez cair na cama. Então, com os dedos, começou a separar minhas nádegas e lamber meu cu. Uma sensação elétrica percorreu todo o meu corpo. Elsa enfiou a lÃngua o mais fundo que pôde em mim. Então eu comecei a soltar uns gemidos de prazer que nunca tinha dado na vida. Feito. O ritmo foi aumentando aos poucos, ela enfiou o rosto, e as mãos dela lutavam pra separar ao máximo minhas nádegas, assim ela podia encontrar o que tanto procurava. Meu pau tava mais duro do que nunca, parecia uma jiboia tentando entrar nela. — Ahhhh, Ahhhhh, Ahhhh — Ela não parava de soltar gemidos de prazer. De repente, a Elsa acariciou minhas bolas enquanto continuava perfurando meu cu com a lÃngua. Uma quantidade imensa de lÃquido seminal encharcou a borda da cama. Então ela tirou a lÃngua do meu cu e mordeu com força uma das minhas nádegas. Gritei completamente extasiado, e uma quantidade impressionante de porra começou a jorrar como uma torneira. Rosnei desesperado enquanto meu pau dolorido continuava bombeando. Quando terminei, vi a Elsa de canto de olho, fora de si. Ela se tocava na buceta escorrendo. Eu me levantei de novo enquanto ela limpava com a boca os restos da minha gozada. Duro de novo, no calor da boca dela, desci pros peitos dela, com os biquinhos rosados pontudos emoldurando minha ferramenta escura, e comecei a masturbar meu pau com as tetas dela. Quando me senti forte o bastante, desci até o buraquinho vaginal dela e enfiei de uma só vez, meu pau enganchado começou a dançar junto com ela. E começou a festa de gemidos e suspiros mais linda do mundo. — Ahhh! — Buceta gostosa — Assim, assim mesmo, lindinha. — Rasga tua mulher, a mãe do teu filho... — Mmmmm — Me senti um ator pornô, pegando minha mulher, eu com 1,90 de altura e ela quase 1,58. A sensação de poder era imensa, eu virava de novo o garanhão de pura raça...
A noite inteira passamos transando como se o amanhã não existisse, ao amanhecer acabamos rendidos diante de uma batalha tão explosiva. De tarde acordamos famintos e sedentos, assim que botei o pé no chão fui buscar comida. Mas não precisou, a velha já tinha preparado uma quantidade enorme de comida pra gente: sopa de caracol, frango frito, tajadas com bife, caldo de tikini, peixe, pão de coco, água e refrigerante. Comemos feito mendigos, quantidades absurdas. Um tempo depois estávamos nos despedindo da velha, rumo a La Ceiba, prontos pra encontrar uma solução pro nosso problema.
1 comentários - Engravidei minha sogra, sem querer 3 🥒💦