Outro relato muito bom
Descobri esse site de relatos há pouco tempo e as histórias, entre reais e fictícias, me pareceram interessantes. Talvez por isso que me animei a contar algo que aconteceu não muito tempo atrás e que não tinha coragem de contar, talvez por medo ou rejeição à minha falta de atitude.
Tudo aconteceu certo dia, quando voltava da internet e vi na porta da minha casa minha mãe, a mãe do Fernando, já que são muito amigas, e um rapaz negro conversando. Como nunca tive traços racistas, achei super normal, afinal, ele é uma pessoa como qualquer outra.
- Oi, mãe. Como vai, dona Julia? - cumprimentei educadamente, como fui criado.
- Oi, filho, que bom que você chegou. - respondeu ela enquanto pagava o rapaz. - Olha o que comprei.
Ela me entregou 2 pacotes de biscoitos, e eu peguei numa boa, lembrando que já tinha visto aquele garoto regularmente em outras ruas do nosso bairro vendendo doces.
- Comprei do menino pra ajudar ele. - disse ela, apontando pra ele.
- Ah, que legal. - respondi, olhando pra ele sem me importar.
- É, amigo, sua mãe é muito gente boa. - disse ele, sorrindo com aqueles dentes tão brancos.
- Dona Julia, o Fernando tá em casa? - perguntei sobre meu amigo.
- Tá, Francesco, deixei ele fazendo a lição. - respondeu a mulher.
Entrei em casa com os pacotes de biscoito. Daí a pouco, minha mãe entrou acompanhada da mãe do Fernando, como sempre, pra fofocar. E isso não me incomodava, mas eu queria que elas tivessem coisas melhores pra fazer, porque não são tão velhas assim pra ficar nessa de coroa. E digo isso porque minha mãe tem 41 anos, é magra, de pele branca e cabelos pretos como carvão, e a dona Julia tem 42 anos muito bem conservados, é tão magra quanto minha mãe, mas ainda mais branca, de cabelos loiros e olhos verdes.
Uma semana depois, fiquei esperando no ponto de ônibus uma amiga pra sair pra passear, e no fim ela acabou me ligando no meu... celular e me dizer que não poderia ir porque os pais dela foram de repente pra um enterro e ela teve que ficar em casa cuidando do irmãozinho mais novo.
De saco cheio, tive que voltar pra minha casa andando, porque o lugar onde ia esperar ela era perto de onde eu moro e depois a gente ia pra outro lugar passear. Quando cheguei na esquina e virei na minha rua, parei ao ver que na porta da minha casa estavam minha mãe, a dona Júlia e o cara dos biscoitos de novo, conversando numa boa, mas o que mais me surpreendeu foi que eles entraram e minha mãe deu uma última olhada ao redor; mal consegui me esconder e esperar pra saber o que tava rolando.
Me apressei pra chegar na porta e devagar enfiei a chave na fechadura e entrei em silêncio. Pelas vozes, sabia que estavam na sala e só conseguia espiar sem ser visto por um canto da janela que dá pro quintal e que tá parcialmente coberto por umas plantas.
O cara tava sentado num sofá individual e minha mãe e a mãe do Fernando no sofá principal. Sem perder nenhum dos três de vista, agucei meus ouvidos pra escutar a conversa que rolava na sala. Pela intimidade com que falavam, suspeitava que não era a segunda vez que ele tinha vindo vender os biscoitos dele.
— Então, vocês tão certas do que tão dizendo? — perguntou o negão meio confuso, mas sorrindo.
— Sim, Maurício, a gente tem certeza — respondeu a dona Júlia.
— Bom, eu não tenho tanta certeza, mas tô curiosa — completou minha mãe.
Ainda não sabia do que estavam falando até que vi o cara se levantar e começar a desabotoar a calça. Com a maior facilidade, deslizou ela junto com a cueca até os tornozelos, deixando à mostra o pau dele.
As senhoras fizeram umas caras de espanto total ao ver a porra do pau preto enorme pendurado entre as pernas dele. E sou sincero: mesmo mole, tinha um tamanho descomunal.
— Nossa, que besta você é Moço." — disse a senhora Júlia com os olhos arregalados.
"Já vi que não era mito essa história que contam dos negros." — disse minha mãe levando a mão à boca de vergonha. "Pelo menos não neste caso."
"E olha que ainda não cresceu totalmente." — disse o rapaz se gabando da masculinidade avantajada.
"Quanto você mede, Maurício?" — perguntou a mãe de Fernando, desbocada, com um olhar cheio de tesão.
"Bom, só uns míseros 26 cm." — disse rindo, sabendo muito bem o efeito que causaria nelas.
"Porra, que grandona." — disse a senhora Júlia olhando pra minha mãe. "Não é mesmo, Olga?"
"Sim, muito grande... é imensa." — conseguiu dizer minha pobre mãe, assustada com aquele pedaço de carne desproporcional.
"Então, quem se anima a provar?" — perguntou com os dentes brancos brilhando na figura negra.
Minha mãe e a senhora Júlia se entreolharam, sem saber o que fazer diante das palavras provocantes e da cara de pau do negão. Eu estava surpreso com a ousadia delas, umas mães de família respeitáveis, mas que pareciam esquecer tudo isso ao ter tão perto um pau daqueles.
Diante do olhar hesitante das mulheres, o rapaz decidiu convencê-las na base da boa lábia. Com um sorriso nos lábios, começou uma punheta que fez o pau crescer bruscamente, confirmando que suas palavras não eram só conversa fiada.
"E aí, o que acham agora, senhoras?" — perguntou sem parar de se masturbar.
Elas só olhavam, vidradas, como se estivessem seduzidas pelo tamanho descomunal do membro do rapaz. Aquilo não era brincadeira, algo estava prestes a acontecer, e não sei por que deixei rolar — talvez confiando no recato da minha mãe, que saberia a hora de pôr um fim na graça.
Sem dizer nada pra minha mãe, a senhora Júlia se levantou do sofá e se aproximou do rapaz. Ela sorriu ao ter aquele ferro preto e grosso quase roçando o queixo. A mão dela pousou no tronco, apalpando, sentindo todo o vigor, acariciando como se era um animal estranho e curioso. Tentou fechar o punho completamente, mas não conseguiu, porque a grossura da pica era grande demais.
— Hummm... que grande — sussurrou, quase para si mesma.
— É toda sua — disse o negro, direcionando a pica para os lábios da senhora.
Enquanto a mão dela começava uma punheta, a língua começou a saborear a glande roxa e gigantesca do garoto, que de garoto não tinha nada, o maldito. As manobras da senhora Julia eram surpreendentes, de uma verdadeira mestra nas artes do sexo. Coitado do meu amigo Fernando se soubesse do que a mãe dele era capaz pra satisfazer a curiosidade; e quanto à minha mãe, eu confiava que ela só ia se contentar em observar e nada mais, consciente da sua condição de esposa e mãe.
A senhora não deixava nenhum canto sem provar, e com a língua brincando com as bolas do negro, a pica dele descansava no rosto da mulher. O moleque, por causa do calor de março, se livrou da camisa e, com a ajuda dos pés, terminou de tirar a calça. Ao ver isso, a mãe de Fernando lançou um olhar pra minha mãe e, em seguida, se levantou, ficando de frente pro garoto, e começou a se despir, sendo ajudada por ele.
— Sabe, Olga, eu não saio da sua casa sem pegar esse negrinho — disse com a voz de mulher tarada e descontrolada.
Não dava pra acreditar, se não tivesse visto e ouvido; a senhora Julia tava solta na praça e ninguém conseguia segurar. A calça dela já tava no chão, sendo tirada pelo negro, a blusa há muito tinha caído num dos braços do sofá, e ela só usava o sutiã e a fio-dental — que surpresa, hein, a senhora. O corpo de mulher madura mais parecia o de uma jovem de vinte anos: magro, salpicado de sardas nos peitos e nas costas. Agora eu percebia como a mãe de Fernando era uma mulher gostosa e apetecível.
Andando ao redor do garoto, a senhora Julia exibia a figura exuberante, e então libertou os seios do jugo do sutiã — um par de melões maduros, mas muito comíveis, pulou pra fora. simplesmente mexer o corpo dela. E pra completar, os dedos dela arrancaram a calcinha fio dental, deixando à mostra uma pelagem pubiana loira e muito bem cuidada. Os assobios do garoto não demoraram a aparecer e, sinceramente, eu também teria feito o mesmo diante da deusa que se apresentava tal qual veio ao mundo.
A língua do negão foi direto pros peitos da senhora, saboreando gostosamente os mamilos rosados enquanto uma mão da parceira puxava a imensa pica. Minha mãe só observava como espectadora de luxo das acrobacias sexuais da amiga. Depois de um tempo, minha mãe se mexeu, deixando o garoto se deitar no sofá, e a senhora Julia se ajeitou de um jeito que ficaram fazendo um 69 bem exótico.
— Nossa, senhora, tem uma buceta de luxo — disse o garoto animado. — E ainda por cima é loira natural.
Ela sorriu com as palavras de elogio do moleque, que enfiou a língua rasteira nos cantos mais íntimos da mãe do Fernando, e ela se dedicou a chupar a desconcertante pica que não conseguia parar de provar, mesmo que fosse só a metade. A temperatura na sala aumentou com os esforços dos dois amantes, e minha mãe também percebeu, se abanando com a mão. Quem diria, ao ver aquela senhora tão tranquila e recatada, que na primeira oportunidade não hesitou em botar chifre no marido.
Depois de uns 10 minutos nessa posição, eles se soltaram do mesmo jeito que se juntaram. E ficaram se olhando sentados no sofá, prontos pra continuar explorando.
— Vamos logo, garanhão, quero provar você — gemeu a senhora Julia.
O garoto sentou no sofá, deixando a parceira sexual subir e sentar de costas pra ele. Segurando-a pela cintura, deixou que ela mesma se enfiasse a pica preta e venosa, coisa que ela fez sem demora. Com uma mão, ela guiou a cabeça monstruosa até a entrada e, aos poucos, foi tentando enfiar o ferro quente do negão. E assim fez, lentamente. O garrote do garoto foi se introduzindo nas entranhas, provocando na mulher tremores por causa do calibre descomunal e do apertado da sua pussy. Com um pouco de esforço e depois de alguns gritos de dor, a senhora conseguiu o encaixe completo, a cock do rapaz estava enterrada por completo naquela cavidade úmida e quente.
Os dois ficaram quietos, aproveitando, sentindo as diversas sensações da união.
— Pensei que não ia entrar toda, senhora. — disse o garoto, ainda segurando-a pelas cadeiras. Mas sua pussy está tão molhada e apertada.
— Jejeje, obrigada, mas também pensei que não ia entrar porque não foi tão fácil, Maurício. — sussurrou a mãe do Fernando, começando a mexer os quadris devagar.
Aos poucos, foram pegando o ritmo no coito que prometia bastante. Para o azar do Fernando, a mãe dele se mexia como uma possessa, subindo e descendo cada vez com mais força. O negão a segurava agora pela cintura, como impedindo qualquer fuga, mas vendo a cena e o rosto congestionado de prazer da senhora, fugir era a última coisa que ela tinha em mente.
Os gritos que saíam da garganta da senhora Julia aumentavam, assim como seus gemidos que pareciam o canto de uma sereia.
— Me come, negão, me come com força. — gemia a mulher, pulando sem parar.
— A senhora gosta da minha cock, né? — perguntou o rapaz, passando um braço pela barriga da companheira e segurando-a firme.
— Sim, gosto muito da sua vergota tão grande e grossa. — gritou ao sentir todo aquele tamanho descomunal abrir as paredes da sua buceta ao máximo.
Eu continuava alucinado com o que via, e quando desviei o olhar, pude ver que minha mãe estava do mesmo jeito, contemplando o arrebatamento da amiga. Mas quando percebi direito, notei que a mão esquerda dela deslizava entre as pernas, por baixo do vestido um pouco levantado. Puta vadiazinha, o que estava acontecendo? Parece que tanta ação estava deixando minha mãe mais tesuda do que eu imaginava que pudesse acontecer. Quis intervir, mas o Mórbido de saber até onde minha mãe seria capaz, me detive.
O rosto da dona Júlia começava a se salpicar de inúmeras gotinhas de suor, assim como o do garoto que continuava indomável para soltar a carga dele. A resistência do sujeito era impressionante, e eu queria aproveitar a dona o máximo que pudesse. Ela parou e ficou fazendo círculos sobre ele com a pica enfiada na buceta dela, me dando uma visão total da pelagem pubiana loira dela, colada nos ovos pretos do moleque. Sem dizer nada, ele se levantou sem tirar o pau dela, ficando os dois de pé, embora a dona Júlia estivesse na ponta dos pés, porque o garoto é mais alto que ela, e sem deixar escapar o ferro que a penetrava selvagemente.
— E a senhora, ainda não se anima? — perguntou o preto filho da puta com descaramento pra minha mãe. Porque parece que ela tá gostando do que vê.
Minha pobre mãe não sabia o que responder, porque era óbvio que ela tava excitada e morrendo de vontade de comer o preto.
— Vai logo, Olga, não seja chata, aproveita a experiência, porque ninguém vai ficar sabendo — disse a dona Júlia, incentivando ela. Prova esse garanhão preto.
Eu rezava pra que a sanidade e o pudor da minha mãe vencessem. O silêncio se fez imenso até que minha mãe se levantou e começou a desabotoar o vestido, que caiu no chão. Não podia acreditar: minha amada mãe estava se rendendo aos desejos sexuais de mulher e aos chamados da pica vigorosa do preto. Porra, as duas senhoras estavam soltas e prontas pra fazer a maior bagunça.
Como se fosse um sonho, se apresentava pra mim aquela cena digna de filme pornô. Só de calcinha e sutiã, minha mãe se exibia em poses sedutoras na frente deles, que aplaudiam e assobiavam a audácia e a beleza dela. Seguindo o jogo, ela foi tirando as últimas peças, que a deixaram completamente nua como nunca antes vi minha mãe. Por instinto, desviei o olhar por uns momentos, mas o morbo da situação em O desenvolvimento me obrigou a desviar o olhar de novo e continuar observando. Não podia acreditar, mas minha mãe realmente tinha um corpo que estava longe de ser flácido, era bem firme e lindo, os peitos dela eram um par de melões proporcionados e a buceta dela era muito bem cuidada.
Se aproximando devagar, ela ficou de frente pra dona Julia e se ajoelhou, tentando pegar alguma coisa. Quando olhei melhor, me dei conta de que aquela coisa que ela queria pegar era nada mais nada menos que o pau do negão, que tinha saído da buceta da mãe do Fernando e se mexia entre as pernas dela. Os lábios da minha mãe agarraram a cabeça roxa e dura, chupando a mistura de fluidos vaginais e pré-gozo deles. Levantando uma perna por cima da cabeça da minha mãe, dona Julia deixou que ela manobrasse melhor o ferro quente do garoto.
A habilidade com que minha mãe despachava a piroca do moleque era impressionante, a língua dela brincava com os ovos dele como se fossem maçãs carameladas. E eu, bom, sofria em silêncio a traição da minha mãe, coitado do meu pai se soubesse o que tava rolando na sala da nossa própria casa. A língua dela percorria a base bem preta do membro dele, seguindo por todo o tronco interminável até engolir a cabeça gigantesca. O moleque curtia extasiado com as brincadeiras de boca da minha mãe, segurando o cabelo preto dela e fazendo um rabo de cavalo engraçado.
Se abaixando um pouco, o negão levantou minha mãe e deitou ela no sofá, abrindo as pernas dela com maior facilidade, porque ela se entregava mansa aos pedidos dele. O moleque não pediu permissão e começou a chupar a pussy dele, a língua passava por cada dobra enquanto o dedo dele trabalhava o clitóris arrebitado e rosado, minha mãe gozava como uma louca e os gemidos dela enchiam a sala.
— Chupa, negão, chupa bem minha buceta. — sussurrou minha mãe, agarrando a cabeça dele.
O moleque olhava pra ela sem parar o trabalho de boca por um tempo que me pareceu eterno, até que ele moveu o corpo. permitindo que minha mãe engasgasse com aquela pica enorme. Assim, meio de lado, estavam num 69 estranho, e mais estranho ainda foi o pedido que ele fez pra ela se segurar firme, coisa que minha mãe obedeceu sem questionar. Com a facilidade da diferença de peso, favorável ao garoto, ele carregou minha mãe deixando ela de bruços, mas com o 69 ainda intacto. E pelo visto a surpresa não foi só minha, porque minha mãe chupava com um tesão que beirava o doentio, parecia que ia morrer se soltasse aquele ferro que entupia a garganta dela. Depois de uns minutos insuportáveis pro meu coração de filho, o negão libertou minha mãe do jugo e a depositou no sofá.
- Você mandou bem, Maurício. - disse minha mãe enquanto puxava a pica ereta dele. Algo assim eu nunca fiz com meu marido.
- Haha, esses são truques que não dá pra ensinar a cachorros velhos. - respondeu o garoto rindo.
- Haha, que engraçado você, menino. - disse ela morrendo de rir com a ofensa óbvia ao meu corno de pai.
A essa altura eu já sabia que não ia parar por aí, porque nos olhos da minha mãe refletia um desejo insuspeitado e nunca antes visto por mim. Minha mãe não ia deixar o negão ir embora sem antes dar pra ele.
Sentados no sofá, foram se acariciando de brincadeira e, enquanto se beijavam, o negão esfregava a buceta da minha mãe. Não demorou pra ela abrir as pernas, dando permissão pra dizer que queria sentir a virilidade dele. O garoto babou a glande dele e passou um pouco na entrada vaginal da próxima vítima, ou seja, minha mãe, e dirigiu a pica até roçar o clitóris dela. Minha mãe tremia como desesperada com as novas sensações que inundavam o corpo dela. Com a sabedoria das dimensões descomunais, o garoto foi deixando a glande entrar bem devagar, permitindo que as paredes vaginais se adaptassem direito à foda. Assim foi entrando cuidadosamente, devagar mas seguro, sabendo o quanto minha mãe tava adorando aquela pica enorme na buceta dela. A cada avanço, minha mãe respondia com um grito e um "continua" que era obedecido pelo garoto e que me Desconcertava.
Avançando os quadris, o negão terminou de preencher minha mãe. Pelo pouco que via do ângulo onde estava, percebi que o encaixe era total — as paredes da buceta dela tinham o cacete monstruoso aprisionado. Minha mãe chamou o garoto com a língua de fora, e ele obedeceu, entrelaçando a dela na minha mãe, numa guerra de cuspe. Como era possível que uma mulher respeitável, dona de casa, casada e decente, tivesse se transformado na puta mais viciosa e perversa do mundo? Minha mente ainda não conseguia assimilar o que meus olhos viam: minha mãe sendo possuída brutalmente por um moleque negro vendedor de biscoitos.
Com cautela, mas firme, o garoto foi movendo os quadris de trás pra frente, uma e outra vez, aumentando a velocidade e a força. As batidas da investida dele, ao chocar o púbis contra o da minha mãe, ecoavam pelas paredes. Minha mãe foi aumentando os gemidos e gritos a cada avanço do amante de ébano, prendendo-o com as pernas na cintura.
— Ai, ai, ai, ai, ai, você é muito grande — gritou minha mãe, de olhos fechados, aguentando a dor.
A dona Júlia não quis ficar pra trás e decidiu que era hora de continuar se divertindo. Subiu no sofá e se ajeitou de um jeito que a bunda dela ficou à mercê do garoto, e a buceta, ao gosto da minha mãe. O negão não precisou ouvir nada: abrindo as nádegas da mãe do Fernando, começou a furar o cu dela. Do outro lado, minha mãe, vendo o que rolava, se animou a aprofundar a amizade com a Júlia, e a língua dela atacou o clitóris e a vulva da mulher. Sem querer, eu era testemunha de luxo de uma das orgias mais loucas, tendo como uma das participantes a minha própria mãe.
Os três corpos se moviam como se fossem um só — era uma fusão alucinante de brancos e preto; cabeças, braços, mãos, pernas, pés, cada parte parecia ter vida própria na busca desesperada pelo prazer. Todos respiravam com dificuldade por causa das manobras em que estavam metidos. gotas de suor escorriam pelas costas do garoto, incansável enquanto comia minha mãe, e o pau dele saiu completamente lubrificado pelos fluidos da minha mãe. De repente, o negão tirou a pica enorme, deixando um buraco bem aberto na buceta da minha mãe.
Assim que se separaram, as mulheres ficaram sentadas no sofá enquanto o garoto estava de pé, pensando na próxima posição.
— Virem-se, senhoras. — disse ele, ordenando suas duas novas putas particulares.
Elas obedeceram, submissas ao pedido do negão garanhão, animadas pra continuar aproveitando aquele pauzão. Se ajeitaram de um jeito que ficaram subidas no sofá na posição de "cachorrinho", mas apoiadas no encosto.
O garoto inclinou a cabeça, como se só então percebesse que as mulheres que se entregavam aos caprichos dele eram casadas e mães de família. Aproximando-se por trás da dona Julia, passou a língua de novo na buceta molhada, saboreando os vários gostos, e depois deu um beijo estalado no cu dela. Era isso que o desgraçado do negão tinha em mente: ele ia sodomizar aquelas duas mulheres, na posição que ia coroá-las como as vadias mais safadas que já existiram.
A mãe do Fernando mexia a bunda bem proporcionada de um jeito brincalhão, mas foi parada pelo tapa que o dono dela deu.
— Calma, putinha, que já já eu arrebento esse seu cu como você tanto quer. — disse ele, abrindo a bunda da senhora e colocando a cabeça do pau babada.
Com o máximo de esforço e cuidado, a cabeça do pau desapareceu no cu rosado da mulher, arrancando um gemido da garganta dela que parecia mais o coaxar de um sapo. O maldito continuava avançando no canal apertado e estreito da puta dele, dando um tapa cada vez que ela gritava. Mesmo assim, a pobre mãe do Fernando sentia a diferença enorme entre a bunda dela e a arma de grosso calibre do negão. E pelo visto ele também percebeu isso, porque quando os gemidos ficaram mais sofridos, ele decidiu não avançar mais em seus intestinos. Fechando os olhos, a pobre senhora se mergulhou no próprio mundo de prazer, tanto para aproveitar quanto para aguentar as investidas do garoto. O vai e vem de seus quadris era violento e brutal, arrombando a bunda da senhora Julia como imaginei que o pobre marido dela nunca tinha feito na vida. Os gritos saíam abafados pelos cabelos que caíam no rosto da mulher, mas que depois foram agarrados pela mão direita do amante, fazendo dela uma putinha, exatamente como fez antes com minha mãe.
De repente, ele tirou a pica preta que pulsava com tanta ação, veias grossas percorriam todo o tronco fazendo parecer mais deforme do que já era. Meus pressentimentos estavam certos, agora o filho da puta se posicionava atrás da minha mãe, segurando-a pelos quadris, lambeu suas belas nádegas, e depois as abriu para lamber o cu da minha mãe. A putinha gozava com aquela sensação no rabo, pois abria e fechava o cu como chamando o garoto. Ver aquele ferro besuntado perto do traseiro da minha mãe me fazia perceber a desproporção entre seus corpos e, portanto, entre seus sexos, minha mãe não aguentaria aquela pica enorme.
Depois de uma lambida molhada, o negro colocou a glande na entrada traseira da minha mãe, e deixou que ela mesma fizesse o trabalho. Recuando cuidadosamente, ela foi permitindo a entrada daquela cabeça roxa colossal, como imaginei, grande demais para o corpo dela. Mas mesmo assim, isso não seria desculpa para deixar a invasão incompleta. O garoto se agarrou na cintura da minha mãe e foi empurrando e forçando a penetração daquele cassetete de polícia. Ai, mãe minha, como você ousou fazer isso, já imagino as loucuras que deve ter feito na juventude.
O negro continuou violentando com euforia a bunda da minha mãe, que tinha o rosto desfigurado de dor. Minuto a minuto, o garoto não parou de empalar ela analmente apesar dos gritos, estava estripando viva a minha mãezinha. Como antes com a Senhora Julia, o moleque tirou do cu da minha mãe e foi de novo pra onde a amante loira dele esperava, desesperada e angustiada.
Dessa vez, ele abriu caminho pelo canal vaginal dela, pela cara que a mãe do Fernando fez quando virou pra ver o negão. A fodida que ele tava dando era selvagem e parecia que não ia acabar tão cedo. Os gritos e gemidos dela deviam estar ecoando pela quadra inteira, mas isso parecia não importar nem um pouco pra ele. Algo me dizia que, pra minha sorte — se é que dá pra chamar assim —, o moleque tinha uma certa predileção pela senhora Julia. E quem não teria, se ela era um pedaço de rabaço, suculento e apetitoso, com o perdão do meu amigo Fernando.
— Como essa senhora é gostosa — rugiu o negão, investindo furioso. Vou te deixar prenha.
— Sim, ai ai ai ai, quero ter um filho seu, meu garanhão — gemeu a puta da senhora.
Passaram-se vários minutos, mergulhados no coito mais bestial que eu já tinha presenciado. Os dois corpos estavam completamente molhados de suor, mas isso os excitava ainda mais, se é que era possível. Daí a pouco, os bufos de animal descontrolado do moleque me indicavam que ele tava prestes a gozar. Quase ao mesmo tempo, os gemidos da senhora Julia, que berrava como uma ovelha agonizante e arqueava as costas num sinal claro do orgasmo iminente. Com um grito acompanhado de um tremor nos corpos, os dois ficaram parados de repente e depois foram relaxando. A mãe do Fernando deve ter sentido no útero a descarga leitosa abundante do negão, e eu pensava cá comigo como meu amigo ia se foder se soubesse que a mãe dele podia engravidar de um preto de merda.
Com a respiração ainda ofegante, os três se cumprimentavam mutuamente pela experiência agradável que tinham tido. O moleque tirou o pau mole da buceta da senhora Julia e depois caiu sentado no sofá, acompanhado das duas cachorras dele. Continuaram com as carícias, e os rostos suados deles mostravam uma luz de quem tinha aproveitado aquele pau colossal. Uns instantes... depois foram pro banheiro e eu aproveitei pra me esconder na cozinha, de onde dava pra ouvir a conversa delas pela claraboia pequena. No fim, não consegui ouvir muita coisa porque a água caindo forte só deixava perceber as risadas deles.
Quando terminaram de tomar banho, foram pra sala e pelos barulhos eu soube que estavam se vestindo. Da cozinha esperei eles saírem pra se despedir do garoto. Na porta, antes de sair, trocaram umas palavras.
– Você foi maravilhoso, Maurício. – disse minha mãe, feliz como nunca vi.
– Quase me enlouqueceu com a fodida que me deu. – disse a dona Julia, completando a puta. Espero que a gente repita.
– Quando vocês quiserem, senhoras. – respondeu ele, satisfeito com o trabalho de garanhão cumprido.
– Bom, meu filho volta pra faculdade daqui a 2 semanas. – disse minha mãe. Então a gente só pode se ver por essa data.
– Tá bem, pra mim não tem problema. – disse o negão, sabendo que tinha duas cachorras à disposição.
– Toda vez que vier vender seus biscoitos, passa aqui que a gente vai te esperar. – disse a mãe do Fernando, rendida ao garoto.
– Vou fazer isso, senhora. – disse ele, pegando a maleta com os biscoitos. Toda quinta-feira dou uma passada por aqui.
Os 3 amantes sorriram e minha mãe abriu a porta, saindo primeiro a putinha pra ver se não tinha ninguém na área. Com a rua livre de vizinhos indesejáveis, o garoto aproveitou pra se despedir com um beijo de língua na minha mãe e na dona Julia.
Eu ainda tava chocado com toda a situação. A dona Julia disse pra minha mãe que tava com fome, e ela respondeu que também tava, e foram pra casa dela porque a dona tinha uma torta de limão na geladeira. As duas mulheres saíram contentes, e entre risadas cúmplices eu as ouvia se afastando. Esperei um instante pra sair com cuidado e depois dar umas voltas no parque pra pensar em tudo que vi.
Ante a menor oportunidade, minha mãe tinha saciado a curiosidade dela sobre o maldito mito dos negros de pica grande e, pior ainda, aquela não seria a última vez que ela treparia com o negão. O que eu podia fazer sabendo que tava começando outro ciclo na faculdade e nada ia parar a vontade dela de servir o novo dono dela?
Passaram-se uns meses, onde eu me virei pra ser testemunha dos encontros sexuais escondidos deles, que talvez eu me anime a contar depois, até que eu fiquei sabendo de uma notícia. A mãe do Fernando tava grávida e, apesar do meu amigo ficar felizão com a ideia de ter um irmãozinho, eu sabia a verdade, a verdade dolorosa e cruel sobre quem era o pai de verdade. Mas o que aconteceu quando o bebezinho negro nasceu é outra história.
Descobri esse site de relatos há pouco tempo e as histórias, entre reais e fictícias, me pareceram interessantes. Talvez por isso que me animei a contar algo que aconteceu não muito tempo atrás e que não tinha coragem de contar, talvez por medo ou rejeição à minha falta de atitude.
Tudo aconteceu certo dia, quando voltava da internet e vi na porta da minha casa minha mãe, a mãe do Fernando, já que são muito amigas, e um rapaz negro conversando. Como nunca tive traços racistas, achei super normal, afinal, ele é uma pessoa como qualquer outra.
- Oi, mãe. Como vai, dona Julia? - cumprimentei educadamente, como fui criado.
- Oi, filho, que bom que você chegou. - respondeu ela enquanto pagava o rapaz. - Olha o que comprei.
Ela me entregou 2 pacotes de biscoitos, e eu peguei numa boa, lembrando que já tinha visto aquele garoto regularmente em outras ruas do nosso bairro vendendo doces.
- Comprei do menino pra ajudar ele. - disse ela, apontando pra ele.
- Ah, que legal. - respondi, olhando pra ele sem me importar.
- É, amigo, sua mãe é muito gente boa. - disse ele, sorrindo com aqueles dentes tão brancos.
- Dona Julia, o Fernando tá em casa? - perguntei sobre meu amigo.
- Tá, Francesco, deixei ele fazendo a lição. - respondeu a mulher.
Entrei em casa com os pacotes de biscoito. Daí a pouco, minha mãe entrou acompanhada da mãe do Fernando, como sempre, pra fofocar. E isso não me incomodava, mas eu queria que elas tivessem coisas melhores pra fazer, porque não são tão velhas assim pra ficar nessa de coroa. E digo isso porque minha mãe tem 41 anos, é magra, de pele branca e cabelos pretos como carvão, e a dona Julia tem 42 anos muito bem conservados, é tão magra quanto minha mãe, mas ainda mais branca, de cabelos loiros e olhos verdes.
Uma semana depois, fiquei esperando no ponto de ônibus uma amiga pra sair pra passear, e no fim ela acabou me ligando no meu... celular e me dizer que não poderia ir porque os pais dela foram de repente pra um enterro e ela teve que ficar em casa cuidando do irmãozinho mais novo.
De saco cheio, tive que voltar pra minha casa andando, porque o lugar onde ia esperar ela era perto de onde eu moro e depois a gente ia pra outro lugar passear. Quando cheguei na esquina e virei na minha rua, parei ao ver que na porta da minha casa estavam minha mãe, a dona Júlia e o cara dos biscoitos de novo, conversando numa boa, mas o que mais me surpreendeu foi que eles entraram e minha mãe deu uma última olhada ao redor; mal consegui me esconder e esperar pra saber o que tava rolando.
Me apressei pra chegar na porta e devagar enfiei a chave na fechadura e entrei em silêncio. Pelas vozes, sabia que estavam na sala e só conseguia espiar sem ser visto por um canto da janela que dá pro quintal e que tá parcialmente coberto por umas plantas.
O cara tava sentado num sofá individual e minha mãe e a mãe do Fernando no sofá principal. Sem perder nenhum dos três de vista, agucei meus ouvidos pra escutar a conversa que rolava na sala. Pela intimidade com que falavam, suspeitava que não era a segunda vez que ele tinha vindo vender os biscoitos dele.
— Então, vocês tão certas do que tão dizendo? — perguntou o negão meio confuso, mas sorrindo.
— Sim, Maurício, a gente tem certeza — respondeu a dona Júlia.
— Bom, eu não tenho tanta certeza, mas tô curiosa — completou minha mãe.
Ainda não sabia do que estavam falando até que vi o cara se levantar e começar a desabotoar a calça. Com a maior facilidade, deslizou ela junto com a cueca até os tornozelos, deixando à mostra o pau dele.
As senhoras fizeram umas caras de espanto total ao ver a porra do pau preto enorme pendurado entre as pernas dele. E sou sincero: mesmo mole, tinha um tamanho descomunal.
— Nossa, que besta você é Moço." — disse a senhora Júlia com os olhos arregalados.
"Já vi que não era mito essa história que contam dos negros." — disse minha mãe levando a mão à boca de vergonha. "Pelo menos não neste caso."
"E olha que ainda não cresceu totalmente." — disse o rapaz se gabando da masculinidade avantajada.
"Quanto você mede, Maurício?" — perguntou a mãe de Fernando, desbocada, com um olhar cheio de tesão.
"Bom, só uns míseros 26 cm." — disse rindo, sabendo muito bem o efeito que causaria nelas.
"Porra, que grandona." — disse a senhora Júlia olhando pra minha mãe. "Não é mesmo, Olga?"
"Sim, muito grande... é imensa." — conseguiu dizer minha pobre mãe, assustada com aquele pedaço de carne desproporcional.
"Então, quem se anima a provar?" — perguntou com os dentes brancos brilhando na figura negra.
Minha mãe e a senhora Júlia se entreolharam, sem saber o que fazer diante das palavras provocantes e da cara de pau do negão. Eu estava surpreso com a ousadia delas, umas mães de família respeitáveis, mas que pareciam esquecer tudo isso ao ter tão perto um pau daqueles.
Diante do olhar hesitante das mulheres, o rapaz decidiu convencê-las na base da boa lábia. Com um sorriso nos lábios, começou uma punheta que fez o pau crescer bruscamente, confirmando que suas palavras não eram só conversa fiada.
"E aí, o que acham agora, senhoras?" — perguntou sem parar de se masturbar.
Elas só olhavam, vidradas, como se estivessem seduzidas pelo tamanho descomunal do membro do rapaz. Aquilo não era brincadeira, algo estava prestes a acontecer, e não sei por que deixei rolar — talvez confiando no recato da minha mãe, que saberia a hora de pôr um fim na graça.
Sem dizer nada pra minha mãe, a senhora Júlia se levantou do sofá e se aproximou do rapaz. Ela sorriu ao ter aquele ferro preto e grosso quase roçando o queixo. A mão dela pousou no tronco, apalpando, sentindo todo o vigor, acariciando como se era um animal estranho e curioso. Tentou fechar o punho completamente, mas não conseguiu, porque a grossura da pica era grande demais.
— Hummm... que grande — sussurrou, quase para si mesma.
— É toda sua — disse o negro, direcionando a pica para os lábios da senhora.
Enquanto a mão dela começava uma punheta, a língua começou a saborear a glande roxa e gigantesca do garoto, que de garoto não tinha nada, o maldito. As manobras da senhora Julia eram surpreendentes, de uma verdadeira mestra nas artes do sexo. Coitado do meu amigo Fernando se soubesse do que a mãe dele era capaz pra satisfazer a curiosidade; e quanto à minha mãe, eu confiava que ela só ia se contentar em observar e nada mais, consciente da sua condição de esposa e mãe.
A senhora não deixava nenhum canto sem provar, e com a língua brincando com as bolas do negro, a pica dele descansava no rosto da mulher. O moleque, por causa do calor de março, se livrou da camisa e, com a ajuda dos pés, terminou de tirar a calça. Ao ver isso, a mãe de Fernando lançou um olhar pra minha mãe e, em seguida, se levantou, ficando de frente pro garoto, e começou a se despir, sendo ajudada por ele.
— Sabe, Olga, eu não saio da sua casa sem pegar esse negrinho — disse com a voz de mulher tarada e descontrolada.
Não dava pra acreditar, se não tivesse visto e ouvido; a senhora Julia tava solta na praça e ninguém conseguia segurar. A calça dela já tava no chão, sendo tirada pelo negro, a blusa há muito tinha caído num dos braços do sofá, e ela só usava o sutiã e a fio-dental — que surpresa, hein, a senhora. O corpo de mulher madura mais parecia o de uma jovem de vinte anos: magro, salpicado de sardas nos peitos e nas costas. Agora eu percebia como a mãe de Fernando era uma mulher gostosa e apetecível.
Andando ao redor do garoto, a senhora Julia exibia a figura exuberante, e então libertou os seios do jugo do sutiã — um par de melões maduros, mas muito comíveis, pulou pra fora. simplesmente mexer o corpo dela. E pra completar, os dedos dela arrancaram a calcinha fio dental, deixando à mostra uma pelagem pubiana loira e muito bem cuidada. Os assobios do garoto não demoraram a aparecer e, sinceramente, eu também teria feito o mesmo diante da deusa que se apresentava tal qual veio ao mundo.
A língua do negão foi direto pros peitos da senhora, saboreando gostosamente os mamilos rosados enquanto uma mão da parceira puxava a imensa pica. Minha mãe só observava como espectadora de luxo das acrobacias sexuais da amiga. Depois de um tempo, minha mãe se mexeu, deixando o garoto se deitar no sofá, e a senhora Julia se ajeitou de um jeito que ficaram fazendo um 69 bem exótico.
— Nossa, senhora, tem uma buceta de luxo — disse o garoto animado. — E ainda por cima é loira natural.
Ela sorriu com as palavras de elogio do moleque, que enfiou a língua rasteira nos cantos mais íntimos da mãe do Fernando, e ela se dedicou a chupar a desconcertante pica que não conseguia parar de provar, mesmo que fosse só a metade. A temperatura na sala aumentou com os esforços dos dois amantes, e minha mãe também percebeu, se abanando com a mão. Quem diria, ao ver aquela senhora tão tranquila e recatada, que na primeira oportunidade não hesitou em botar chifre no marido.
Depois de uns 10 minutos nessa posição, eles se soltaram do mesmo jeito que se juntaram. E ficaram se olhando sentados no sofá, prontos pra continuar explorando.
— Vamos logo, garanhão, quero provar você — gemeu a senhora Julia.
O garoto sentou no sofá, deixando a parceira sexual subir e sentar de costas pra ele. Segurando-a pela cintura, deixou que ela mesma se enfiasse a pica preta e venosa, coisa que ela fez sem demora. Com uma mão, ela guiou a cabeça monstruosa até a entrada e, aos poucos, foi tentando enfiar o ferro quente do negão. E assim fez, lentamente. O garrote do garoto foi se introduzindo nas entranhas, provocando na mulher tremores por causa do calibre descomunal e do apertado da sua pussy. Com um pouco de esforço e depois de alguns gritos de dor, a senhora conseguiu o encaixe completo, a cock do rapaz estava enterrada por completo naquela cavidade úmida e quente.
Os dois ficaram quietos, aproveitando, sentindo as diversas sensações da união.
— Pensei que não ia entrar toda, senhora. — disse o garoto, ainda segurando-a pelas cadeiras. Mas sua pussy está tão molhada e apertada.
— Jejeje, obrigada, mas também pensei que não ia entrar porque não foi tão fácil, Maurício. — sussurrou a mãe do Fernando, começando a mexer os quadris devagar.
Aos poucos, foram pegando o ritmo no coito que prometia bastante. Para o azar do Fernando, a mãe dele se mexia como uma possessa, subindo e descendo cada vez com mais força. O negão a segurava agora pela cintura, como impedindo qualquer fuga, mas vendo a cena e o rosto congestionado de prazer da senhora, fugir era a última coisa que ela tinha em mente.
Os gritos que saíam da garganta da senhora Julia aumentavam, assim como seus gemidos que pareciam o canto de uma sereia.
— Me come, negão, me come com força. — gemia a mulher, pulando sem parar.
— A senhora gosta da minha cock, né? — perguntou o rapaz, passando um braço pela barriga da companheira e segurando-a firme.
— Sim, gosto muito da sua vergota tão grande e grossa. — gritou ao sentir todo aquele tamanho descomunal abrir as paredes da sua buceta ao máximo.
Eu continuava alucinado com o que via, e quando desviei o olhar, pude ver que minha mãe estava do mesmo jeito, contemplando o arrebatamento da amiga. Mas quando percebi direito, notei que a mão esquerda dela deslizava entre as pernas, por baixo do vestido um pouco levantado. Puta vadiazinha, o que estava acontecendo? Parece que tanta ação estava deixando minha mãe mais tesuda do que eu imaginava que pudesse acontecer. Quis intervir, mas o Mórbido de saber até onde minha mãe seria capaz, me detive.
O rosto da dona Júlia começava a se salpicar de inúmeras gotinhas de suor, assim como o do garoto que continuava indomável para soltar a carga dele. A resistência do sujeito era impressionante, e eu queria aproveitar a dona o máximo que pudesse. Ela parou e ficou fazendo círculos sobre ele com a pica enfiada na buceta dela, me dando uma visão total da pelagem pubiana loira dela, colada nos ovos pretos do moleque. Sem dizer nada, ele se levantou sem tirar o pau dela, ficando os dois de pé, embora a dona Júlia estivesse na ponta dos pés, porque o garoto é mais alto que ela, e sem deixar escapar o ferro que a penetrava selvagemente.
— E a senhora, ainda não se anima? — perguntou o preto filho da puta com descaramento pra minha mãe. Porque parece que ela tá gostando do que vê.
Minha pobre mãe não sabia o que responder, porque era óbvio que ela tava excitada e morrendo de vontade de comer o preto.
— Vai logo, Olga, não seja chata, aproveita a experiência, porque ninguém vai ficar sabendo — disse a dona Júlia, incentivando ela. Prova esse garanhão preto.
Eu rezava pra que a sanidade e o pudor da minha mãe vencessem. O silêncio se fez imenso até que minha mãe se levantou e começou a desabotoar o vestido, que caiu no chão. Não podia acreditar: minha amada mãe estava se rendendo aos desejos sexuais de mulher e aos chamados da pica vigorosa do preto. Porra, as duas senhoras estavam soltas e prontas pra fazer a maior bagunça.
Como se fosse um sonho, se apresentava pra mim aquela cena digna de filme pornô. Só de calcinha e sutiã, minha mãe se exibia em poses sedutoras na frente deles, que aplaudiam e assobiavam a audácia e a beleza dela. Seguindo o jogo, ela foi tirando as últimas peças, que a deixaram completamente nua como nunca antes vi minha mãe. Por instinto, desviei o olhar por uns momentos, mas o morbo da situação em O desenvolvimento me obrigou a desviar o olhar de novo e continuar observando. Não podia acreditar, mas minha mãe realmente tinha um corpo que estava longe de ser flácido, era bem firme e lindo, os peitos dela eram um par de melões proporcionados e a buceta dela era muito bem cuidada.
Se aproximando devagar, ela ficou de frente pra dona Julia e se ajoelhou, tentando pegar alguma coisa. Quando olhei melhor, me dei conta de que aquela coisa que ela queria pegar era nada mais nada menos que o pau do negão, que tinha saído da buceta da mãe do Fernando e se mexia entre as pernas dela. Os lábios da minha mãe agarraram a cabeça roxa e dura, chupando a mistura de fluidos vaginais e pré-gozo deles. Levantando uma perna por cima da cabeça da minha mãe, dona Julia deixou que ela manobrasse melhor o ferro quente do garoto.
A habilidade com que minha mãe despachava a piroca do moleque era impressionante, a língua dela brincava com os ovos dele como se fossem maçãs carameladas. E eu, bom, sofria em silêncio a traição da minha mãe, coitado do meu pai se soubesse o que tava rolando na sala da nossa própria casa. A língua dela percorria a base bem preta do membro dele, seguindo por todo o tronco interminável até engolir a cabeça gigantesca. O moleque curtia extasiado com as brincadeiras de boca da minha mãe, segurando o cabelo preto dela e fazendo um rabo de cavalo engraçado.
Se abaixando um pouco, o negão levantou minha mãe e deitou ela no sofá, abrindo as pernas dela com maior facilidade, porque ela se entregava mansa aos pedidos dele. O moleque não pediu permissão e começou a chupar a pussy dele, a língua passava por cada dobra enquanto o dedo dele trabalhava o clitóris arrebitado e rosado, minha mãe gozava como uma louca e os gemidos dela enchiam a sala.
— Chupa, negão, chupa bem minha buceta. — sussurrou minha mãe, agarrando a cabeça dele.
O moleque olhava pra ela sem parar o trabalho de boca por um tempo que me pareceu eterno, até que ele moveu o corpo. permitindo que minha mãe engasgasse com aquela pica enorme. Assim, meio de lado, estavam num 69 estranho, e mais estranho ainda foi o pedido que ele fez pra ela se segurar firme, coisa que minha mãe obedeceu sem questionar. Com a facilidade da diferença de peso, favorável ao garoto, ele carregou minha mãe deixando ela de bruços, mas com o 69 ainda intacto. E pelo visto a surpresa não foi só minha, porque minha mãe chupava com um tesão que beirava o doentio, parecia que ia morrer se soltasse aquele ferro que entupia a garganta dela. Depois de uns minutos insuportáveis pro meu coração de filho, o negão libertou minha mãe do jugo e a depositou no sofá.
- Você mandou bem, Maurício. - disse minha mãe enquanto puxava a pica ereta dele. Algo assim eu nunca fiz com meu marido.
- Haha, esses são truques que não dá pra ensinar a cachorros velhos. - respondeu o garoto rindo.
- Haha, que engraçado você, menino. - disse ela morrendo de rir com a ofensa óbvia ao meu corno de pai.
A essa altura eu já sabia que não ia parar por aí, porque nos olhos da minha mãe refletia um desejo insuspeitado e nunca antes visto por mim. Minha mãe não ia deixar o negão ir embora sem antes dar pra ele.
Sentados no sofá, foram se acariciando de brincadeira e, enquanto se beijavam, o negão esfregava a buceta da minha mãe. Não demorou pra ela abrir as pernas, dando permissão pra dizer que queria sentir a virilidade dele. O garoto babou a glande dele e passou um pouco na entrada vaginal da próxima vítima, ou seja, minha mãe, e dirigiu a pica até roçar o clitóris dela. Minha mãe tremia como desesperada com as novas sensações que inundavam o corpo dela. Com a sabedoria das dimensões descomunais, o garoto foi deixando a glande entrar bem devagar, permitindo que as paredes vaginais se adaptassem direito à foda. Assim foi entrando cuidadosamente, devagar mas seguro, sabendo o quanto minha mãe tava adorando aquela pica enorme na buceta dela. A cada avanço, minha mãe respondia com um grito e um "continua" que era obedecido pelo garoto e que me Desconcertava.
Avançando os quadris, o negão terminou de preencher minha mãe. Pelo pouco que via do ângulo onde estava, percebi que o encaixe era total — as paredes da buceta dela tinham o cacete monstruoso aprisionado. Minha mãe chamou o garoto com a língua de fora, e ele obedeceu, entrelaçando a dela na minha mãe, numa guerra de cuspe. Como era possível que uma mulher respeitável, dona de casa, casada e decente, tivesse se transformado na puta mais viciosa e perversa do mundo? Minha mente ainda não conseguia assimilar o que meus olhos viam: minha mãe sendo possuída brutalmente por um moleque negro vendedor de biscoitos.
Com cautela, mas firme, o garoto foi movendo os quadris de trás pra frente, uma e outra vez, aumentando a velocidade e a força. As batidas da investida dele, ao chocar o púbis contra o da minha mãe, ecoavam pelas paredes. Minha mãe foi aumentando os gemidos e gritos a cada avanço do amante de ébano, prendendo-o com as pernas na cintura.
— Ai, ai, ai, ai, ai, você é muito grande — gritou minha mãe, de olhos fechados, aguentando a dor.
A dona Júlia não quis ficar pra trás e decidiu que era hora de continuar se divertindo. Subiu no sofá e se ajeitou de um jeito que a bunda dela ficou à mercê do garoto, e a buceta, ao gosto da minha mãe. O negão não precisou ouvir nada: abrindo as nádegas da mãe do Fernando, começou a furar o cu dela. Do outro lado, minha mãe, vendo o que rolava, se animou a aprofundar a amizade com a Júlia, e a língua dela atacou o clitóris e a vulva da mulher. Sem querer, eu era testemunha de luxo de uma das orgias mais loucas, tendo como uma das participantes a minha própria mãe.
Os três corpos se moviam como se fossem um só — era uma fusão alucinante de brancos e preto; cabeças, braços, mãos, pernas, pés, cada parte parecia ter vida própria na busca desesperada pelo prazer. Todos respiravam com dificuldade por causa das manobras em que estavam metidos. gotas de suor escorriam pelas costas do garoto, incansável enquanto comia minha mãe, e o pau dele saiu completamente lubrificado pelos fluidos da minha mãe. De repente, o negão tirou a pica enorme, deixando um buraco bem aberto na buceta da minha mãe.
Assim que se separaram, as mulheres ficaram sentadas no sofá enquanto o garoto estava de pé, pensando na próxima posição.
— Virem-se, senhoras. — disse ele, ordenando suas duas novas putas particulares.
Elas obedeceram, submissas ao pedido do negão garanhão, animadas pra continuar aproveitando aquele pauzão. Se ajeitaram de um jeito que ficaram subidas no sofá na posição de "cachorrinho", mas apoiadas no encosto.
O garoto inclinou a cabeça, como se só então percebesse que as mulheres que se entregavam aos caprichos dele eram casadas e mães de família. Aproximando-se por trás da dona Julia, passou a língua de novo na buceta molhada, saboreando os vários gostos, e depois deu um beijo estalado no cu dela. Era isso que o desgraçado do negão tinha em mente: ele ia sodomizar aquelas duas mulheres, na posição que ia coroá-las como as vadias mais safadas que já existiram.
A mãe do Fernando mexia a bunda bem proporcionada de um jeito brincalhão, mas foi parada pelo tapa que o dono dela deu.
— Calma, putinha, que já já eu arrebento esse seu cu como você tanto quer. — disse ele, abrindo a bunda da senhora e colocando a cabeça do pau babada.
Com o máximo de esforço e cuidado, a cabeça do pau desapareceu no cu rosado da mulher, arrancando um gemido da garganta dela que parecia mais o coaxar de um sapo. O maldito continuava avançando no canal apertado e estreito da puta dele, dando um tapa cada vez que ela gritava. Mesmo assim, a pobre mãe do Fernando sentia a diferença enorme entre a bunda dela e a arma de grosso calibre do negão. E pelo visto ele também percebeu isso, porque quando os gemidos ficaram mais sofridos, ele decidiu não avançar mais em seus intestinos. Fechando os olhos, a pobre senhora se mergulhou no próprio mundo de prazer, tanto para aproveitar quanto para aguentar as investidas do garoto. O vai e vem de seus quadris era violento e brutal, arrombando a bunda da senhora Julia como imaginei que o pobre marido dela nunca tinha feito na vida. Os gritos saíam abafados pelos cabelos que caíam no rosto da mulher, mas que depois foram agarrados pela mão direita do amante, fazendo dela uma putinha, exatamente como fez antes com minha mãe.
De repente, ele tirou a pica preta que pulsava com tanta ação, veias grossas percorriam todo o tronco fazendo parecer mais deforme do que já era. Meus pressentimentos estavam certos, agora o filho da puta se posicionava atrás da minha mãe, segurando-a pelos quadris, lambeu suas belas nádegas, e depois as abriu para lamber o cu da minha mãe. A putinha gozava com aquela sensação no rabo, pois abria e fechava o cu como chamando o garoto. Ver aquele ferro besuntado perto do traseiro da minha mãe me fazia perceber a desproporção entre seus corpos e, portanto, entre seus sexos, minha mãe não aguentaria aquela pica enorme.
Depois de uma lambida molhada, o negro colocou a glande na entrada traseira da minha mãe, e deixou que ela mesma fizesse o trabalho. Recuando cuidadosamente, ela foi permitindo a entrada daquela cabeça roxa colossal, como imaginei, grande demais para o corpo dela. Mas mesmo assim, isso não seria desculpa para deixar a invasão incompleta. O garoto se agarrou na cintura da minha mãe e foi empurrando e forçando a penetração daquele cassetete de polícia. Ai, mãe minha, como você ousou fazer isso, já imagino as loucuras que deve ter feito na juventude.
O negro continuou violentando com euforia a bunda da minha mãe, que tinha o rosto desfigurado de dor. Minuto a minuto, o garoto não parou de empalar ela analmente apesar dos gritos, estava estripando viva a minha mãezinha. Como antes com a Senhora Julia, o moleque tirou do cu da minha mãe e foi de novo pra onde a amante loira dele esperava, desesperada e angustiada.
Dessa vez, ele abriu caminho pelo canal vaginal dela, pela cara que a mãe do Fernando fez quando virou pra ver o negão. A fodida que ele tava dando era selvagem e parecia que não ia acabar tão cedo. Os gritos e gemidos dela deviam estar ecoando pela quadra inteira, mas isso parecia não importar nem um pouco pra ele. Algo me dizia que, pra minha sorte — se é que dá pra chamar assim —, o moleque tinha uma certa predileção pela senhora Julia. E quem não teria, se ela era um pedaço de rabaço, suculento e apetitoso, com o perdão do meu amigo Fernando.
— Como essa senhora é gostosa — rugiu o negão, investindo furioso. Vou te deixar prenha.
— Sim, ai ai ai ai, quero ter um filho seu, meu garanhão — gemeu a puta da senhora.
Passaram-se vários minutos, mergulhados no coito mais bestial que eu já tinha presenciado. Os dois corpos estavam completamente molhados de suor, mas isso os excitava ainda mais, se é que era possível. Daí a pouco, os bufos de animal descontrolado do moleque me indicavam que ele tava prestes a gozar. Quase ao mesmo tempo, os gemidos da senhora Julia, que berrava como uma ovelha agonizante e arqueava as costas num sinal claro do orgasmo iminente. Com um grito acompanhado de um tremor nos corpos, os dois ficaram parados de repente e depois foram relaxando. A mãe do Fernando deve ter sentido no útero a descarga leitosa abundante do negão, e eu pensava cá comigo como meu amigo ia se foder se soubesse que a mãe dele podia engravidar de um preto de merda.
Com a respiração ainda ofegante, os três se cumprimentavam mutuamente pela experiência agradável que tinham tido. O moleque tirou o pau mole da buceta da senhora Julia e depois caiu sentado no sofá, acompanhado das duas cachorras dele. Continuaram com as carícias, e os rostos suados deles mostravam uma luz de quem tinha aproveitado aquele pau colossal. Uns instantes... depois foram pro banheiro e eu aproveitei pra me esconder na cozinha, de onde dava pra ouvir a conversa delas pela claraboia pequena. No fim, não consegui ouvir muita coisa porque a água caindo forte só deixava perceber as risadas deles.
Quando terminaram de tomar banho, foram pra sala e pelos barulhos eu soube que estavam se vestindo. Da cozinha esperei eles saírem pra se despedir do garoto. Na porta, antes de sair, trocaram umas palavras.
– Você foi maravilhoso, Maurício. – disse minha mãe, feliz como nunca vi.
– Quase me enlouqueceu com a fodida que me deu. – disse a dona Julia, completando a puta. Espero que a gente repita.
– Quando vocês quiserem, senhoras. – respondeu ele, satisfeito com o trabalho de garanhão cumprido.
– Bom, meu filho volta pra faculdade daqui a 2 semanas. – disse minha mãe. Então a gente só pode se ver por essa data.
– Tá bem, pra mim não tem problema. – disse o negão, sabendo que tinha duas cachorras à disposição.
– Toda vez que vier vender seus biscoitos, passa aqui que a gente vai te esperar. – disse a mãe do Fernando, rendida ao garoto.
– Vou fazer isso, senhora. – disse ele, pegando a maleta com os biscoitos. Toda quinta-feira dou uma passada por aqui.
Os 3 amantes sorriram e minha mãe abriu a porta, saindo primeiro a putinha pra ver se não tinha ninguém na área. Com a rua livre de vizinhos indesejáveis, o garoto aproveitou pra se despedir com um beijo de língua na minha mãe e na dona Julia.
Eu ainda tava chocado com toda a situação. A dona Julia disse pra minha mãe que tava com fome, e ela respondeu que também tava, e foram pra casa dela porque a dona tinha uma torta de limão na geladeira. As duas mulheres saíram contentes, e entre risadas cúmplices eu as ouvia se afastando. Esperei um instante pra sair com cuidado e depois dar umas voltas no parque pra pensar em tudo que vi.
Ante a menor oportunidade, minha mãe tinha saciado a curiosidade dela sobre o maldito mito dos negros de pica grande e, pior ainda, aquela não seria a última vez que ela treparia com o negão. O que eu podia fazer sabendo que tava começando outro ciclo na faculdade e nada ia parar a vontade dela de servir o novo dono dela?
Passaram-se uns meses, onde eu me virei pra ser testemunha dos encontros sexuais escondidos deles, que talvez eu me anime a contar depois, até que eu fiquei sabendo de uma notícia. A mãe do Fernando tava grávida e, apesar do meu amigo ficar felizão com a ideia de ter um irmãozinho, eu sabia a verdade, a verdade dolorosa e cruel sobre quem era o pai de verdade. Mas o que aconteceu quando o bebezinho negro nasceu é outra história.
1 comentários - O garoto dos biscoitos