Fanfic DB: Segredos da Família Briefs

Parte 2 – Façanhas anais de Bulma e Bra.Esse episódio se arrastou pra caralho por causa da quantidade de cenas triplo X que tem. Só vou dizer que encerra a parte anterior, onde Vegeta e Bulma se deram um passe livre. O primeiro, numa viagem de putaria com a Maron e a Bra num cruzeiro de luxo. Já a Bulma, prestes a jantar com Goten e Trunks, mas o menu vai ser a surpresa. Qual trio vai chegar mais longe?

Todos os personagens protagonistas ou mencionados têm mais de 18 anos.
Protagonistas: Bra, Maron, Bulma.
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hentai

anal

Dragon Ball Z

incesto


Desculpe nao posso ajudar com

Claro Aqui esta a traducao p

Mae e filho

pai e filha

Maron


Dragon Ball SuperVegeta conhecia dois mundos bem diferentes entre si. O mundo saiyajin da sua família, e o terrestre, onde formou uma família com a Bulma.

Por anos, depois de conquistar planetas sob as ordens do Freeza e crescer no palácio real, ele se alimentou de dezenas de histórias e experiências sexuais vindas de muitos mundos e raças diferentes.

Conheceu raças alienígenas que conseguiam produzir orgasmos enormes com feromônios, raças que mudavam de sexo durante o ato, outras cujos fetiches podiam assumir qualquer forma, e outras que eram tão sexuais que, por costume, transavam a maior parte do dia e suas sociedades eram construídas em cima disso… Vegeta ouviu, se alimentou, e até viveu experiências durante suas conquistas espaciais e sob as ordens do Freeza. Achou que o mundo fora do planeta Terra era mais extremo e louco depois de conhecer os costumes sexuais terrestres e se aquietar com uma esposa.

No entanto, com o passar dos anos, depois de conhecer a fundo sua esposa e filha, percebeu que o planeta onde vivia não tinha nada a invejar de qualquer outro. O incesto era um tempero que não existia em todas as raças da galáxia (algumas nem tinham o conceito de família ou puniam severamente) e na Terra podia apimentar suas experiências na cama de um jeito que só os mais ousados se atreviam a tentar.

Lá estava o saiyajin na cama do cruzeiro Netuno, se esfregando com sua filha Bra e sua melhor amiga Maron. Na verdade, parecia que cada posição era mais exótica que a anterior. Se a garotinha de cabelos loiros estava com pressa pra ir embora, ela já tinha esquecido disso. Agora estava empenhada em colocar sua boquinha pra funcionar de novo, aprimorando suas habilidades orais.

Vegeta estava de barriga pra cima, se segurando como uma mesa com as pernas e braços enquanto as moças se banquetearam nas áreas mais gostosas do corpo dele. Ele balançava levemente com a Bra embaixo, fazendo um anilingus nele. enquanto Maron, sobre sua amiga, chupava o pau dela.

Como se fossem técnicas de luta, tinham aprendido bem os truques e estavam despertando em Vegeta tanto prazer quanto era possível sentir. Maron, muito concentrada no seu serviço oral, perdia o nojo sugando a glande com desenvoltura e balançando a cabeça rapidamente sem perder um segundo. Bra, por outro lado, se tinha alguma resistência em lamber cus, tinha perdido e estava dedicada a dar prazer ao pai onde uma filha não devia dar, o mais fundo no cu dele quanto possível. Com as mãos livres, esfregava a buceta e até acariciava os testículos dele, que roçavam no balanço sobre a bunda dela.
Slurp, slurp, slurrp, ghhhkkk, slurp…- Indo em direção a Maron, soltando um arroto de vez em quando, cuspindo, e voltando à ação.
Bra não fazia muitos sons, mas enquanto lambia, soltava gemidinhos, e embora Vegeta pensasse que eram mimos auditivos para ele, começava a achar que ela realmente curtia a putaria de enfiar a língua no cu dele. Não parava nem um segundo, fazia cada vez melhor.
- Vocês vão me acostumar mal… nem sempre se tem duas novinhas chupando minha pica e meu cu.
- Ele realmente adora você lambendo ele ali, é um tarado mesmo…- Falou a loira, certeira, sem perder tempo e voltando a enfiar o pau na boca como uma desesperada.
- Agora nas minhas bolas, chupa bem…- Mandou pra Maron, que, obediente, começou a chupar os testículos dele enquanto ele batia uma.- Isso aí, muito bem, você manda bem, Maron.
Ficou naquela posição por vários minutos, onde cada vez precisava de mais concentração pra não gozar, então parou de se masturbar, mas um braço de Bra envolveu a cintura dele por trás e começou a bater uma pra ele.
- Ah, é fantástico, sempre tão adiantada…
- Vamos, não seja mesquinho e goza na Maron mais uma vez, você consegue várias vezes.- Pediu, tomando um fôlego.
- Tá bom, você vai ter uma segunda chance, Maron, dessa vez não desperdiça, vou te dar toda a minha porra saiyajin.
E, de fato, enquanto Bra batia uma pra ele e lambia a bunda dele, ele aproximou a loira e gozou na cara dela e na boca aberta, que transbordou como sempre, escorrendo porra do queixo que foi parar nos peitos da Bra. Vegeta fechou a boca dela pra evitar desperdício, empurrando o queixo dela com o dedo.
- Vamos, tá quentinha e grossa, seja uma boa menina e bebe os nutrientes…- Quando ela abriu de novo, tava totalmente vazia.- Isso aí, assim que eu gosto, boa menina.
- Fede pra caralho!- Reclamou com um hálito que cheirava a mil demônios.- Não sei como consegui beber tanta.
- Acho que é mais fácil se você não pensar e só fazer.
- Você engoliu? Vejo que tá aprendendo. Rápido. —Bra interveio, encorajando ela.
—Você não tem genes saiyajin, mas os genes de androide também parecem bons.

—Chega, vocês estão fazendo um bom trabalho. Agora me deem alguns minutos para me recuperar… —Ele as elogiou, se levantando, se desgrudando daquelas bocas gulosas e sujas. —Agora eu vou dar prazer a vocês, fiquem como estão.

Bra e Maron permaneceram uma sobre a outra, enquanto Vegeta se posicionava atrás, com ambas as bucetas e bundas túrgidas à mercê dele. Um verdadeiro espetáculo ver aquelas maçãs de carne transbordando calor e sabores à disposição dele.

—Pelo capeta, se existisse uma técnica para duplicar braços ou cabeças, seria útil num momento como este… —Ele observou, admirando os pratos à sua frente. Puxou a malha de uma peça de Maron e deu uma olhada no corte salmão que era a buceta dela. Era apenas um pequeno talho entre duas esponjas de pele que formavam uma buceta apetitosa, brilhante e molhada, pronta para ser devorada fundo pela língua saiyajin dele.

—Meu pai me falou que o Ten Shin Han conhece uma técnica assim… —Contou Maron, enquanto Vegeta afundava o nariz no sexo dela para sentir o cheiro. Para a raça dele, os cheiros sexuais eram afrodisíacos, obrigatórios no sexo.
Uuuuh, seu papi tá respirando minha buceta…

- Sim, ele é um safado, adora bucetas jovens, todas suadas e molhadas.

Depois de se encharcar com aquele perfume feminino em cada poro, ele passou a saborear a vulva com bocadas grandes e profundas. Não era difícil pra ele cobrir a buceta inteira com a boca e dar bocadas de afogado, enfiando a língua bem fundo. Logo a umidade de Maron se misturou com a saliva do saiyajin, que a deixava toda brilhando.

- Você gosta de como ele chupa, Maron? Ele é muito bom nisso…
Ahh, ahhh, mmmm, oooh— Tá entrando fundo demais, vai me desvirgar com a língua... — gemeu a loira.

— Quero ver essas boquinhas sempre ocupadas, menos conversa e mais ação. — Vegeta apareceu por trás, puxando a cabeça de Maron para perto da da filha, forçando um beijo lésbico entre as amigas. — Isso, compartilhem os sabores, que nenhuma boca fique sem ocupação nessa cama...

Em seguida, ouvindo o som dos beijos (uma boa desculpa pra elas calarem a boca), voltou e tirou a calcinha da filha Bra, desamarrando-a pelo lado. Ela já estava encharcada com os próprios sucos, tão ardentes quanto gostosos. O gosto de uma buceta saiyajin era único, tinha um sabor e um cheiro especiais, tipo um viagra específico pra eles. Sem perder tempo, fez um cunnilingus dos mais deliciosos, esfregando a boca contra a xereca dela.
MmmmmAh, finalmente recebo um pouco de atenção. — Gozou a caçula dos Briefs sentindo os lábios do pai grudados nos seus, cavando a buceta dela com fervor e depois, chupando o clitóris do jeitinho que ela gostava. Vegeta alternava batidinhas com sugadas, o que a deixava louca.

— Não tô ouvindo essas bocas ocupadas… — Falou ele, botando toda a habilidade à prova. Com dois dedos enfiados na buceta da Bra, levantou o clitóris e chupou sem piedade. Com a mão que sobrou, esfregava a buceta da Maron, mostrando uma coordenação e precisão digna de atores pornô da Terra.

Desde a estadia em Netuno, Bra tinha deixado crescer uns pelinhos azuis claros como o cabelo, que davam à buceta dela um aspecto lindo. Além disso, ela adorava que a pele onde usava a calcinha ficasse sem bronzeado, como se fosse desenhada. A garotinha se esguichou de repente, quase se surpreendendo com os jatos de tesão que voaram pelo ar.

Vegeta enfiou o pau entre as duas bucetas, encharcando ele com os sucos das duas. Era como meter num forno de carne, aqueles quatro lábios ardentes queimavam o tronco venoso e latejante dele como se derramassem glacê fervendo. O pau ficou lubrificado e, sem aviso, ele escolheu um buraco e meteu até o saco.
Aaaahhh, papiSiiiiim— Me come, me come forte, mete tudo… — Gritou Bra, a primeira a ser presenteada com o mimo de carne.

— Já entrou tudo, putinha. — disse ele, começando a penetrá-la e aumentando a velocidade. — Papai vai te dar tudo.

Tudo virou gemidos e estocadas. As pernas de Vegeta batiam na bunda da jovem, fazendo
plaf, plaf, plaf… a uma velocidade cada vez maior. Para completar os prazeres, Maron massageava os peitos da amiga e esfregava o rosto neles.

- Não é justo! Você tem eles tão grandes e macios. - Elogiou enquanto beliscava os mamilos dela. Bra estava em choque. Os estímulos eram demais para seu corpo jovem e ela gozava compulsivamente a cada minuto que passava. Vegeta não parava nem diminuía o ritmo, metia fundo sem pausa, de forma rítmica, como um baterista em um solo particularmente frenético.

Era um deleite único que ele não tinha experimentado em nenhum outro planeta. Foder a própria filha daquele jeito e aproveitar tanto não ia encontrar em nenhum outro mundo. Pela segunda vez em poucos minutos, gozou dentro da buceta dela sem parar de bombar até soltar a última gota, empurrando a porra bem fundo e batendo dentro do útero proibido.
Aaaaah— Por favor, que puta foda gostosa, caralho, vai me deixar aberta igual caldeirão de bruxa… — Gemeu exausta Bra, toda suada e ofegante. Mesmo imóvel, ficou derretida na amiga de tanto prazer.

— Que venha a próxima. — Anunciou como se encher a vagina da filha de porra fosse a coisa mais normal do mundo. — Ainda tenho um ou dois tiros.

— Não sei se quero um pedaço desse dentro de mim, ainda sou virgem. — Desconfiou Maron.

— Vai ter que decidir rápido. Não sei se vou estar disponível no futuro. Sou um homem casado. — Pressionou-a de certa forma. — Antes que pergunte, não estou traindo a Bulma. A gente se deu uma liberdade e não posso garantir que teremos outra.

Vegeta se deitou e as jovens o rodearam, acariciando-o, beijando seu corpo e lábios. Como se precisassem de uma pausa de tanta intensidade, tanto delírio, se revezaram para beijar o homem, juntinhas, suadas e excitadas.

— Bom, aceito, mas só se eu controlar a intensidade. Não quero que meta igual em Bra ou vou ficar aleijada. — Aceitou Maron, tirando a malha, ficando igual a amiga, como Kami-Sama a trouxe ao mundo.

— Vou ficar aqui deitado e você controla o ritmo. — Propôs o príncipe, compassivo. — Vou levar em conta que, além de virgem, é terráquea. Vai me montar do seu jeito.

— Assim eu estreiei e amei. — Completou Bra. — A gente se beijou por minutos e aos poucos fui sentando no meu tempo. Vou fazer de tudo pra você ter uma estreia dos sonhos igual a minha, amiga.

— Ai, você é muito fofa. — Se emocionou a loira. — Visto assim, não devia perder a oportunidade…

Vegeta soltou uma risadinha pela conversa surreal.

Maron se levantou na cama e foi se sentando em Vegeta, esfregando o pau na própria vulva molhada. O príncipe notou que ela atrasava o momento por medo, a diferença de tamanhos era notável, enquanto o sexo do homem era uma coluna venosa, ela tinha um delicado talho salmão.

— Vai, senta de uma vez. Você vai ter que… Voltar pra sua casa um dia… – apressou-a a amiga, observando tudo bem de perto.
- A não ser que você goste tanto que fique toda emperrada.
- Tá bom, tá bom, já vou. – E de uma vez, foi descendo, enfiando o tronco até ter ele todo dentro.
UuuuhhhÉ tão prazeroso quanto doloroso... uuuuh, aah- Gemeu, se mexendo com certa dificuldade. Ela era tão virgem, Vegeta sentia que a enfiava numa prensa de carne. Conforme ela foi se preenchendo, seu corpo se libertava das sensações negativas e o prazer a dominava.

- Se ao menos não fosse tão grande...
mmmmDesculpe, não posso realizar essa tradução.aaah…- Ela se descontrolava.

Bra, ao lado do pai, observava fluidos inéditos banharem o falo do pai, coberto pela buceta com cada vez mais facilidade. O pai começou a massagear os peitinhos de Maron, sentindo-os balançarem como frutas prestes a cair nas mãos dele. A loira batia na parte de cima da buceta, sincronizada com o movimento de sobe e desce do corpo dela.

Vegeta começava a rebolá-la, enchendo-a fundo de surpresa. Em alguns momentos, coincidia de a cintura de Vegeta subir e Maron se deixar cair, dilatando a vulva até vazar, fazendo-a gritar. Enquanto os dois dançavam, Bra ofereceu um peito a Vegeta, e ele chupou o mamilo dela, que era perfurado, massageando-o dentro da boca com a língua enquanto o prazer de Maron começava a acabar.
Ahhh, ahahh, mmm, ghaaaavamos… acaba… já…mmm— Gritava a plenos pulmões quando Vegeta retomava o controle, mesmo estando por baixo, e a bombava segurando-a pelos quadris para não a espatifar no teto com as estocadas que dava.

— Muito bem, esse é o estilo saiyajin, você está indo muito bem, boneca.

O pênis do homem se derretia dentro dela, e como se fosse uma vela acesa, expeliu quase um copo cheio de sua cera pessoal, branca, pegajosa e grossa, no útero da exausta jovem. Até o saiyajin estava sentindo o cansaço de uma tarde tão luxuriosa, no entanto, para ele não acabava…

— Te parabenizo, bem-vinda ao clube, amiga. — Abraçou Bra, quase a consolando. A loira se tocava na buceta como se temesse não tê-la mais, recuperando o sorriso. Assim como sua amiga, escorria esperma sobre a cama e a substância corria por sua perna. Era uma clássica desfloração saiyajin, suja e brutal.

— Em um mês estarei como nova, por um momento foi glorioso. — Admitiu.

— Estrear é o máximo, você vai lamentar não perder a virgindade mais de uma vez.

— Isso não é totalmente verdade. — Comentou Vegeta, pegando um recipiente com lubrificante, banhando o pênis nele.

— Não é um pouco tarde para lubrificar? Eu teria gostado antes, não depois de me desflorar como um cavalo no cio.

— Não é para você, você já teve o suficiente por hoje, é minha filha que está na hora de estrear.

— Estrear? — Bra riu sem entender. — É um pouco tarde e você sabe. — Maron entendeu e deu um tapa na bunda dela. Ela sabia que ele não se referia à buceta dela. — Ah, estrear analmente, isso… não sei se é boa ideia. — Desconfiou.

— Mesmo sistema, vou deitar e você vai sentar com gosto… vem aqui, vou te preparar.

— Isso vai ser a coisa mais pervertida que verei na minha vida. — Opinou Maron, se lambendo. — Vocês se superam.

— Isso é má ideia, muito má ideia… — Apesar de não soar muito convencida, apresentou a raba para o pai, que sentado e a tendo à disposição, deixou cair um jato de lubrificante no fim de suas costas, vendo O líquido viajando entre as nádegas dela, espalhando até o buraquinho, enfiando um dedo, lubrificando por dentro.

- Isso é tão errado quanto gostoso… igual tudo que a gente faz junto. - Filosofou com toda razão. - Queria que você enfiasse o pau até o fundo, mas também sei que vai doer.

- Vai ficar melhor, só deixa eu cuidar de você pra não doer tanto. - Com extrema calma, derramou mais lubrificante e, em seguida, enfiou dois dedos até a metade, girando eles, enquanto Maron batia uma pra ele, mesmo não sendo tão necessário. O pau saiyajin dele, como se tivesse numa luta séria, continuava duro e pulsando.

- Nossa, você adora enfiar os dedinhos no cu, hein, pervertido. - Sussurrou a TerríBooty com razão. A preparação pro sexo tava demorando demais. Os dedos do homem entravam no cu da filha dele quase até os nós dos dedos, e ela tava adorando, respirando ofegante cada vez que os dedos invadiam bem fundo.

- Beleza, agora sobe, vamos estrear essa bunda apertada que você tem…

Bra sentou de frente pra ele, se abraçando enquanto a cabeça do pau roçava o cu dela, fazendo o buraquinho rosa ceder com a dureza enquanto ela descia até engolir meio pau com a bunda. O lubrificante escorria pelos lados de tão apertado que ela tava.

- Isso… muito bem, relaxa o buraquinho, sobe e desce devagar… - Incentivava Vegeta colado nela, abraçado, acariciando as costas dela como o melhor dos amantes. Maron não acreditava no que tava vendo e batava uma atrás de Vegeta.

- Sexo anal entre pai e filha também é tradição saiyajin?

- Não, nada disso. A gente tá criando nossa própria tradição hoje. Te incomoda? - E com um pouco de crueldade, levantou o quadril, enfiando pelo menos três quartos do pau pra dentro.

A garota de cabelo azul se deixava penetrar no rabo cada vez mais fundo, tentando segurar uma careta de dor. O lubrificante fazia o trabalho dele. Até certo ponto, até uma certa profundidade, e ela sentia o tronco chegar a lugares onde os dedos do Vegeta não tinham chegado.
Maron começou a beijar a amiga na boca, muito excitada, talvez mais do que ela, já que pelo menos não tinha vinte centímetros de carne no cu.
Ahaaa— Dói pra caralho! — soltou, sem aguentar, depois de alguns minutos.

— Colabora, passa lubrificante, vamos. — ordenou Vegeta à filha do Kuririn e da 18, que derramou o conteúdo sobre o pau, vermelho de tanta ação e pulsando como se tivesse coração próprio. Perto, o cu da Bra já tinha dilatado.

— Que loucura, tô vendo tudo, amiga! — disse Maron, abrindo o buraquinho e enfiando um dedo quase sem tocar no anel aberto. — Vamos, já tá pronta, podem continuar.

— Isso quem decide sou eu, sua puta! — gritou Bra, mas gritou mais ainda quando ele meteu e mudou de posição, penetrando ela numa posição de amazona, onde o homem via a buceta com clareza, inchando e desinchando de leve cada vez que metia por trás.

Bra aguentou, enquanto Maron não entendia como o pai demorava tanto pra gozar. Já iam uns 15 minutos naquela posição e ela até já tava perdendo a excitação de tanto ver a mesma coisa.

— Muito bem! Você é uma verdadeira saiyajin, digna filha minha!

— Vai gozar de uma vez, porra?! — gritou com os olhos lacrimejando e a cara vermelha que nem tomate.

— Gozar? Tô só começando, sua boca diz que não, mas seu cu não para de chupar meu pau... Agora vamos pra próxima lição.

Em seguida, ele levantou ela segurando pelas nádegas e continuou metendo de pé, no ritmo dele, na velocidade que preferia. A filha dele, abraçada nele, gemia que nem uma puta de primeira viagem.

Aaahhh, merda, termina logo! – Gritou abraçada no Vegeta, deixando as costas marcadas quase até o osso de tanto que ele apertava.
– Tô começando a ficar puta!

– Só agora, amiga? Não sei como você tá aguentando. – Só faltava a pipoca pra Maron curtir ainda mais o show.

– Besteira! Sua mãe aguenta o dobro e é terráquea. Booty, não me decepciona, Bra! – Ela a repreendeu, perdendo a sanidade. Maron percebeu que manter ereto um tronco daqueles tava roubando os neurônios dele. Era sangue demais que não chegava no cérebro há muito tempo.

Com o passar dos minutos e o vai e vem incessante, Vegeta não parecia o mesmo. Como se o conquistador arrogante que ele foi um dia tivesse brotado durante o sexo.

Maron ficou na dúvida se continuava se masturbando com a visão daquele cu ou se chamava alguma autoridade (só Goku ou Gohan podiam fazer algo pela pobre Bra e a bunda dela). Ela viu eles trocarem de posição sem nem tirar o pau do rabo, sem dar um segundo de descanso praquele asterisco castigado pelo pai incestuoso. Passaram a fazer de pé, com uma perna dela no ombro dele, e depois de dez minutos, na cama, de frente um pro outro, com ele por cima, caindo em cima dela de forma alucinante, fazendo a madeira da cama de luxo ranger. Se antes entravam três quartos do membro dele, agora até as bolas eram espremidas de tanto que ele metia.

– Falei pra você gozar de uma vez, sua puta! – Soltou num gemido que era mais um protesto. – Termina, caralho! Meu cu não é teu brinquedo! Ahahahahaa!

E surpreendendo a amiga, uma rajada de vento saiu do corpo dela, fazendo os lençóis voarem, derrubando um abajur e jogando um quadro no chão. Maron não entendia o que tava rolando e procurou abrigo, mas Vegeta sim.

– Tá puta? Gemer e gritar é tudo que você sabe? Se quer que eu goze, vai ter que transformar seu cu num super cu! – Falou apertando os peitos dela. – Vamos, se transforma, se transforma! Quero que seu anel fraco me estrangule a pica. de uma vez por todas, sua inseto!
Grrrrrraaaa- Ela se enfureceu, braba, encarando o pai dela enquanto o cabelo azul soltava um brilho dourado e ficava todo arrepiado.

Tudo começou a tremer como se um tsunami tivesse batido. Maron se enfiou dentro de um armário até ele começar a tremer também, e saiu correndo pra fora, sendo cegada por um clarão amarelo, acompanhado de um grito ensurdecedor que fez o camarote inteiro vibrar, quebrando os vidros e enchendo o ar de eletricidade.

- Chega!
Ahahahaha! ¡Vou ser eletrocutado! – Gritou num canto ao levar um choque que deixou o cabelo dele igual um black power.

Quando a visão voltou depois da cegueira, entre um travesseiro depenado, o abajur despedaçado e os móveis destruídos contra as paredes, Vegeta tava transando com uma garotinha loira de cabelos espetados e brilhantes que segurava o pescoço dele com uma mão e, com as pernas, o prendia contra ela.

O pescoço de Vegeta ficou vermelho, os gemidos de prazer voltaram pros dois até o homem arquear as costas, virar os olhos e gozar dentro da barriga da filha super saiyajin, que recebeu tudo com gosto e perdeu a transformação enquanto descarregava, talvez a maior gozada da vida dela.

Vegeta tirou o sabre, satisfeito, deixando um rastro de porra como se tivesse destampado uma garrafa. O tesão dele não era só pelo sexo anal incrivelmente longo, mas por ter conseguido o objetivo. Deitado do lado da Bra, de barriga pra cima, começou a rir que nem um doido.

Bra se recuperava como se tivesse acordado de um sonho longo.

– O que te dá tanta risada? Cê acha isso engraçado? Vou ter que usar fralda um mês inteiro, seu bruto. – Reclamou Bra, dando uns tapas no ombro dele. – E olha como tudo ficou! Mamãe vai nos matar quando tiver que pagar por isso…

– Isso importa? Consegui fazer você se transformar em super saiyajin, você conseguiu a transformação pelo sexo e ainda… – Sentando que nem um maluco. – Sou o primeiro a transar com uma super saiyajin, consegui antes do Kakaroto, antes do Gohan, antes de todo mundo, até antes dos saiyajins do Universo 6!

– Era isso tudo? Só por um recorde? – Observou Maron, meio assustada com a risada do homem (ainda pelado e todo sujo).

– Bom, admito que foi incrível, senti como se meu corpo virasse aço e eu pudesse continuar comendo por uma semana. Então sou a primeira a me transformar pelo sexo? Isso me coloca num lugar de privilégio, vou contar pra se gabar pra Pan.

- Vocês levam tudo muito na boa... - Maron se resignou, fazendo a amiga rir.

- Consegui! Sou o primeiro a conseguir! - Vegeta continuou rindo que nem um louco. - Na sua cara, Kakaroto! Nisso você não vai me superar!

- Quero acreditar que essa história de tradição saiyajin não foi só uma desculpa pra testar uma teoria maluca.

As garotas começaram a rir mais relaxadas, contagiadas pela felicidade do príncipe, mas um grupo de pessoas assustadas apareceu na porta.

- Com licença... senhor... - Era o capitão do navio. - Tá tudo bem? Ah, pelo amor! Que merda aconteceu aqui!?

Tinha que se colocar no lugar dele. Ele entrava no quarto luxuoso e romântico depois de ouvir o estouro, o lugar todo destruído, com pai e filha, pelados, suados, cheirando a banheiro público e, ainda por cima, rindo. Também não sabiam de onde tinha surgido a loirinha que os acompanhava, também nua.

- Não foi nada, nada... foi... um... - Bra começou a inventar, sem ideias, travada.

- Ataque terrorista! - Maron interveio na hora. - Uns caras entraram, estupraram a gente e, quando foram embora, jogaram uma granada. - Eu era prisioneira deles e me deixaram pra trás...

- Terroristas? Granada? Prisioneira? - O capitão estranhou, junto com seus homens. Era uma desculpa fraca, mas mais crível do que explicar que, através de sexo anal, o pai alienígena tinha induzido uma nova transformação na filha híbrida enquanto a terráquea assistia apavorada.

- Nossas roupas queimaram e a gente quase morreu, foi graças ao senhor Vegeta que sobrevivemos, e eles fugiram em motos voadoras.

- O quê!? E vocês esperam que a gente acredite nisso, sendo que não vimos aeromotos, nem fogo, nem ouvimos pedidos de socorro? É a história mais absurda que...

Vegeta interveio com um raio de ki do dedo, que passou de raspão na orelha dele e fez um buraco na parede.

- A gente teve uma orgia e perdeu o controle! Algum problema? - Apontando o dedo pra eles.

- Não, não, nenhum, Sr. Vegeta! — O capitão se assustou.
— Devia ter dito antes!

— Podemos limpar ou servir um banquete pra vocês! — Acrescentou um dos cozinheiros.

— Só de nos deixarem em paz já tá bom! Quando chegarmos em terra, a gente assume os custos! Agora, se nos dão licença, queremos privacidade!
Desculpe, não posso ajudar com essa solicitação.O jantar na Capsule Corp foi tão normal que era quase inacreditável, considerando como as coisas estavam rolando. Goten e Trunks, um de cada lado da mesa, batiam papo descontraído sobre assuntos banais como se nada do que tinha acontecido, tivesse acontecido. De vez em quando, os olhos deles escapavam pro vestido decotado da Bulma, que transbordava com as carnes gostosas dela, ou davam uma espiada no quão curto era, que quando ela sentava, quase subia sozinho.

Foi quando chegou a sobremesa trazida pelo chef, morangos com creme, que dava pra dizer que as intenções da Bulma vieram à tona, botando um ponto final no papo cotidiano entre o filho dela e o melhor amigo dele.

- Nossa, uma delícia… - Ela falou, comendo um morango cheio de creme, meio sem cuidado, já que os lábios dela ficaram com creminho.

Goten e Trunks imitaram ela, embora já estivessem morrendo de vontade de comer outra coisa. Eles sabiam o que ia rolar, a Bulma sabia o que ia rolar, o Kami-Sama sabia o que ia rolar e não fazia sentido continuar enrolando.

- Nossa! Me sujei toda, sou uma porquinha, pareço o Oolong. - Ela reclamou ao ver um pouco de creme cair de um morango lotado bem no meio dos peitos dela. - Pior que nem sei se tenho guardanapos…

- Não tem problema, mãe, tive uma ideia melhor. - Disse Trunks, já acostumado que, a qualquer momento, com a mãe dele, a paixão podia explodir que nem uma bomba terrorista.

Se aproximando sob o olhar atento do amigo, ele enfiou a cara entre os peitos dela pra lamber o creme e beijar os seios dela, dando uma aula de incesto ao vivo. O que era o sonho de muitos pro Trunks era realidade: se enfiar entre aqueles peitos macios.

- Também tô com creminho na boca, Goten, vem me ajudar com isso.

Feito uma expert em iniciar os novinhos, ela comeu a boca do filho mais novo do Goku. Misturou a saliva dela com a dele, passando o gostinho do creme e do batom dela pro garoto nervoso, que ficou surpreso com o quão rápido e fácil o episódio triplo X começou a rolar, assim, com ela sentada num trono de safadeza e de dois consortes seduzidos por seus encantos adultos, obscenos.

- O que foi, coração? Nervoso? Relaxa, sou uma expert em iniciar garotões inexperientes. - confessou enquanto Trunks continuava beijando o centro dos seios dela. - Olha só meu Trunks, que apaixonado ficou, não vou demorar pra te transformar em outro garanhão treinado que vai servir qualquer mina. Me usa como boneca de testes pra tudo que você imaginar.

Bulma se aproximou do ouvido de Goten, se levantando.

- Como fiz com seu pai e seu irmão…

- O quê?! - se assustou o inexperiente Goten, talvez não muito preparado para histórias de safadeza. - Então… eles estrearam com você.

- Conheceram tudo sobre sexo comigo.
- Essa é uma história que eu adoraria ouvir. - interveio Trunks, beijando o pescoço da mãe enquanto ela acariciava o corpo deles. Uma das mãos dela deslizou como uma cobra pelo corpo do moreno em busca do volume dele.

- Não tem muito o que dizer, não foi nada forçado… Conheci seu pai quando ele era jovem e ensinei os fundamentos básicos de higiene, viver sozinho no meio do nada sem ninguém pra falar que ele fedida era foda. Não demorou pra gente tomar banho junto e, como era de se esperar, uma coisa levou à outra.

- Porra, mãe, não quero nem falar mas… que atrevida.

- Goku não demorou pra ficar excitado quando eu o lavava e ensinei umas técnicas que ele não conhecia, embora não de luta, e de quebra eu me divertia do meu jeito.

- E com o Gohan como foi? - se interessou Goten. - Sempre achei que ele teria estreado com a Videl. Tão santinho que ele parece.

- Nada disso, nada disso. Ele é um santinho, pelo menos era até nossa viagem pra Namek. As noites eram longas e chatas e resolvi fazer uma visita pro Kuririn. - Goten e Trunks começavam a endurecer só de imaginar a conversa safada.

- Tive uma surpresa gostosa com o Kuririn, mas mais surpreso ficou o Gohan com os barulhos toda noite. O coitadinho do seu irmão nos espiava, nos ouvia, até que decidi que ele também merecia um Um pouco de atenção e fui visitar ela pra tirar as dúvidas e as duras, vocês me entendem.
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Dragon Ball Z- Caramba, mãe, você deve ter dúzias de histórias assim.
- Não são histórias, bobinho, são anedotas. - Em seguida, a mulher devassa exibiu seu par de tetas magnífico e guiou os jovens para se divertirem com elas. - Não esqueçam o creme, podem mamar nos meus peitos o quanto quiserem… porra, como eu queria amamentar vocês até empanturrar, mataria para alimentar dois guris lindos como vocês.
- Talvez você possa inventar algo disso, embora eu saiba que medicina não é sua área. - Disse Trunks, que passou um pouco de creme no mamilo esquerdo de Bulma e começou a chupá-lo. Goten imitou, mamando na teta dela como um bebê.
- Isso mesmo.
ooooh, que gostosa, que gostosa, chupem minhas tetas, não parem de sugar…- Gemeu, revirando os olhos.- Não acredito como sou sortuda por ter vocês…

Os jovens beijaram seus peitos e corpo enquanto a deitavam sobre a mesa. Lá, Goten e Trunks passaram creme nos seios e lábios dela, usando-a como um prato. Bulma agarrou o rosto do filho de Goku e trocaram creme com saliva uma vez e outra.

- Isso, me dá tudo, tô com fome…- E Goten colocou o creme babado na boca dela.- Delicioso…

Brincaram com a comida, os peitos e lábios dela, até se saciarem, lambuzando a boca dela de creme para devorá-la de beijos. Quando o creme acabou, a mulher deixou de ser prato e virou quem come.
Mmmque delícia de bucetinhas, gostosas. - Disse ela, agachada entre os dois jovens, lambendo as glandes deles, engolindo com devoção. Mostrou um equilíbrio excepcional ao se balançar para chupar um e outro, sem se apoiar, usando as mãos para se masturbar por cima da calcinha.

A boca dela virou um buraco de masturbação, viajando de pinto em pinto com um timing perfeito, dando a cada um a sugada molhada no tempo certo.

- Isso é tão bom. - Reconheceu Goten, olhando pra baixo pra milf esforçada, que chupava de olhos fechados, saboreando cada pinto como se fosse o último.

- Vocês não fazem ideia de quanto eu queria isso. - E Bulma enfiou os dois na boca, já bem duros e molhados. Os jovens avançaram e penetraram a boca dela ao mesmo tempo, enchendo a cavidade da mulher com os sabores e cheiros deles. Ela se abraçou neles, puxando-os pra mais perto, realmente tentando engolir os dois troncos, coisa humanamente impossível.

-
AaahClaro! Por favor, forneça o texto em espanhol que você gostaria que eu traduzisse para o português brasileiro.FiuuuPelo menos eu tentei, ficaram duras que nem pedra.

Bulma se levantou, retomando o papel de passiva. Se despiu rodeada, entre beijos que invadiram todo o corpo dela, carícias apressadas e apertões que tatearam as curvas de matar. Ficou só de calcinha vermelha, enrolada entre os dois garotões até que mãos suadas de um dos dois a despissem, ficando peladinha como Kami-Sama a trouxe ao mundo.

- Isso, me comam, quero vocês comendo minha bucetinha e meu cuzinho, vamos... - Convidou, tendo o filho na frente e o amigo atrás. - Você não se importaria de colocar sua língua aqui? Ou talvez seja avançado demais? - Disse abrindo as nádegas pra um Goten todo animado, que admirou o furinho sem vergonha nenhuma.

- Tá de brincadeira? Sonho com isso há anos... você vai ter que implorar pra eu parar.

- Isso aí, muito bem, meninos bonzinhos, comam cada furinho... - Ela aprendeu sendo invadida por duas línguas de lados opostos, quase na mesma profundidade, como se as línguas fossem bichinhos entrando nas tocas, procurando o centro.

Trunks parecia não ter nenhum pudor em saborear a boceta que o viu nascer, de cima a baixo, do clitóris à buceta, cheirando e curtindo como se não tivesse nada de errado em se dar um banquete incestuoso desses.

- Algo me diz que você nunca vai se curar do seu complexo de Édipo, Trunks...

Goten, sem ficar pra trás, não se segurava nada ao perfurar o cu dela com a língua forte, fazendo redemoinhos no furinho quase de dentro pra fora. Com os dedos, esticou o orifício pra invadir melhor, fazendo a mulher safada se assustar.

- Ah, desculpa por te subestimar, Goten, seu pai e irmão não eram tão ousados, começar cedo é uma vantagem e tanto.
mmm
- Depois do que vi essa manhã, não preciso que ninguém me ensine como se trata uma buceta dessa.
- Seus safadinhos, então eu fiz um show particular sem saber, se eu soubesse…

Sincronizados, como se lessem a mente um do outro, Goten segurou uma perna enquanto Trunks segurava a outra, levantando a mulher no ar, os dois comendo os dois buracos dela de pé.
Ohh, ahhh, que eu vou cair, cuidado, não me soltem,ahhh… Ela se assustou, balançando perigosamente, sentada sobre as bocas dos jovens como se fossem cadeiras humanas.
- Vocês vão me fazer bater no teto, não gosto dessas poses estranhas…

De pé, com as bocas ocupadas demais para responder, foram levando ela até a cama de casal, onde a deixaram encharcada de saliva e da própria excitação. Naturalmente, ela já tinha gozado gostoso em cima do Trunks, que lambia os lábios.

Assim que estavam na cama confortável, agarraram os peitos dela de novo, chupando em uníssono enquanto a masturbavam. Trunks esfregava o clitóris dela enquanto Goten explorava a buceta dela com dois dedos primeiro, e depois três. O de cabelo azul não demorou a se juntar à exploração vaginal e colaborou enfiando três dedos, transbordando a buceta da Bulma, cheia de dedos que a dilatavam e exploravam. Não demorou para os dedos do Trunks saírem daquele buraco e descerem para encontrar o segundo, onde enfiou dois dedos até o fundo.
Ahhh, ahhh, sim, sim, é isso, enfiem os dedos, mexam eles, assim, assim, isso…ahhh.- Ela gemia enquanto gozava, lubrificando a mão do Goten com o próprio tesão, completamente dentro da buceta dela. Sobre os dedos do filho cutucando o cu dela, ela não parecia ter nenhuma reclamação; pelo contrário, tava adorando demais. - Não vejo a hora, vamos, Goten, entra pro clube dos vencedores. - Abrindo as pernas e a buceta com dois dedos, tinham deixado ela molhadíssima, pronta pra ser penetrada - Isso aí, estaciona tua nave no meu hangar… - Disse enquanto o garoto se aproximava dela, mostrando o pau pra buceta, penetrando sem perder tempo. - Isso aí,mmmm— Muito bem, mais rápido, isso aí… — Ela o pressionava, sedenta de sexo. — Enfia tudo, igual seu pai e seu irmão. Vou te iniciar como fiz com todos, vamos…

— Não me ignora, mamãe, senão vou ficar ofendido. — Disse Trunks, aproximando o pau da boca da mulher, que, como atraída por um ímã, o levou à boca.

— Acha que não dou conta de duas rolas ao mesmo tempo? Agora tão me subestimando.

Com os dois garotos em cima dela, Goten enfiando na buceta dela e Trunks dando o pau pra ela chupar, realizaram uma das fantasias mais recorrentes da Bulma: transar com dois caras ao mesmo tempo, ter os buracos ocupados dando e recebendo prazer, ainda mais com o tesão de fazer isso com o próprio filho e o filho do amigo, Goku.

Na cabeça extasiada dela, os pensamentos obscenos se acumulavam, causando bloqueios, como se o corpo não aguentasse tanta ideia. Lembrava quando fez com Goku, com Gohan, e agora fechava o ciclo com Goten, deixando ele gozar igual um bezerro dentro do útero dela, sentindo cada gota disparada lá dentro como se tivesse um sensor. Sentiu também a boca encher com a gozada do Trunks, transbordando com aquele gosto doentio e a espessura, obrigando ela a engolir pra não vazar.

Assim que Trunks soltou a última gota, Goten ocupou o lugar dele, enquanto Trunks enfiava o tronco entre os peitos da Bulma, por cima dela, usando eles pra se masturbar. Ela adorava ser sexualizada com tanta cara de pau, reduzida a uma boca e dois peitos criados pra serem usados como ferramentas de prazer, como buracos manipuláveis, totalmente à disposição das fantasias dos garotos.

— Cê gosta dos meus peitos, amor? — Falou numa pausa que Goten deu.

Os minutos passaram e, quase ao mesmo tempo, com uma coordenação foda, a dupla gozou no rosto e na boca da Bulma, enchendo ela de porra.

— Ah, me encheram toda… vão ter que melhorar a pontaria, era pra ir tudo pra dentro, não pra fora… — Disse ela com porra escorrendo. em direção aos peitos. – Mas ainda posso me encher mais. Espero que vocês não estejam cansados.

Goten e Trunks se olharam desconfiados enquanto Bulma, toda leitada, deitava Goten e se sentava sobre ele pronta para um segundo round vaginal, que começou assim que enfiou o pau do jovem.

– Cansados? – Disse Goten, agarrando os peitos dela, meio melados pela quantidade de porra que tinha caído. – Podia ficar assim o dia inteiro.

– E você, Trunks, não pensa em onde enfiar isso? – Bulma estava realizando o sonho dele ao abrir as nádegas e oferecer o buraco mais proibido. – Vai, mete no cu da sua mãe como você queria, é um dia especial afinal…

– Sabia que ia rolar, um ménage sem uma dupla penetração não é ménage.

– Trunks não demorou a levar a glande contra o asterisco, sentindo ele ceder em volta da cabeça, apertando, envolvendo, abrindo milímetro por milímetro até transformar o asterisco num círculo perfeito e apertado que comprimia o tronco dele. Apesar de toda a experiência, apesar da luxúria, das histórias safadas, a grossura do pau dele era suficiente para dilatar o cu até limites inimagináveis.

– É tão gostoso, você tá bem apertadinha, mamãe. – Disse Trunks assim que enfiou tudo, sem escalas nem pausas, até as bolas dele quase roçarem as do Goten embaixo.

– Ah, pelo amor, tô cheia de carne, sim, sim, isso aí, mexam um pouco, revirem tudo…

Bulma se sentia saciada, transbordando de carne jovem que a fazia ver estrelas de prazer. A boca dela, pela primeira vez, não dava conta de gemer tanto quanto queria.
Ahh, ahh, ahh, ooh, mmmm, ahh, aaahAh, eles, por outro lado, curtiam a sensação compartilhada de sentir a porta ao lado encher e esvaziar, encher e esvaziar. Cada buraco mudava segundo a segundo, parecia diferente dependendo da ação do outro. A buceta era um caldo batido com porra do coito anterior e fluidos que não paravam de escorrer das paredes internas, como se tivesse papilas gustativas que não paravam de produzir seu suco. O cu era o extremo oposto. Apesar de ter sido mal lubrificado pelo Goten, seu interior era um forno de 45 graus que apertava o tronco num abraço tão áspero quanto gostoso.

Não demoraram pra se sincronizar perfeitamente, enchendo e esvaziando um e outro até meter fundo, cada um gozando no fundo do buraco que lhe coube, fundindo as gozadas com o gemido.
em crescendoda Bulma, quase sustentada pelos dois paus que a empalavam.Aaaah, hmmmmIsso foi intenso, sem dúvida era o trabalho em equipe que eu tava procurando… — Disse ela, suada e grudenta. Tinham começado tão rápido que nem tinha ligado o ar condicionado. — Bom, Trunks, sei que você queria meter no meu cu, mas já pode tirar…

— O trabalho em equipe ainda não acabou, mamãe. — Disse no ouvido dela, enfiando o pau um pouco mais, segurando ela pelos peitos por trás. — Com o Goten eu tenho que aperfeiçoar mais uma técnica. Pronto, Goten?

— Sempre… Essa vai ser a melhor estreia da história das estreias. Não acho que ninguém tenha se divertido tanto na primeira vez.

— Espera, espero que vocês não estejam pensando no que eu tô pensando… ah, não. — Reclamou pela primeira vez na noite. — O filho do Goku saiu de debaixo dela pra ir atrás e começou a empurrar contra o cu dela, por cima do pau do Trunks, pra baixo.

— Sei que vocês devem ter visto essas coisas na internet, mas acreditem, não é tão fácil. Não tenho tanta experiência anal… — Disse, mesmo assim se encaixando na posição. Queria que eles aprendessem que nem tudo dava certo de primeira, que pra algumas posições precisava de preparação e… —
Ahhh, merda, tira, tira! Dói!

Assim que a cabeça entrou, não tinha mais volta. Goten foi enfiando o pau dele colado no do Trunks, abrindo caminho pelo cu da Bulma, fazendo uma penetração anal dupla absurda.

- Com o Goten, a gente achou que você já devia ter feito de tudo, então tivemos que improvisar e tirar algum truque novo da cartola.

- Sou mãe de duas crianças, essa coelhinha não tá pra truque novo, garotos, chega, tirem... - Pediu fingindo calma, achando que depois de enfiarem no cu dela, iam tirar, mas o Trunks enfiava os dedos na boca dela por trás, calando qualquer reclamação. Começaram a se mexer.

Fricção era a palavra-chave, pau contra pau, pau contra parede retal, cabeça contra cabeça. Talvez pudesse ser um ato homossexual, mas pros jovens possuídos nem passou pela cabeça essa ideia. Eles estavam comendo o cu da veia, uma mulher linda e voluptuosa, o ato era tão grande quanto o pensamento, preenchia cada canto das mentes corrompidas deles e não sobrava espaço pra outras interpretações. Só pensavam em como eram sortudos, como o sexo podia ser prazeroso e ao mesmo tempo desconfortável.

- Por favor... gozem logo de uma vez... - Soltou Bulma, com medo de não aguentar mais alguns minutos. A fricção era tão apertada que eles não conseguiam pegar a velocidade necessária pra gozar e estavam demorando demais.

- Falta pouco, mãe, seu cu vai ficar bem... - Tranquilizou, empurrando, como se pudesse enfiar as bolas dele por cima das do Goten dentro da bunda.

- Não sei como consegui parir um filho tão sem vergonha, você não tem pena da bunda da sua mãe, seu pervertido... - Disse recuperando o tom sensual, na esperança de que com um pequeno plus, eles soltassem a última carga da noite e a bunda dela pudesse descansar de tanto castigo...

A noite continuou igual, nem as carícias do Trunks nos peitos dela e os beijos dele fizeram ser mais suportável pra ela.
grande final, no obstante, aguentou, suportou, e deixou que seu corpo servisse ao propósito de dar prazer a eles, de satisfazer seus fetiches mais doentios.Ohh— Finalmente, me sinto cinco quilos mais leve.
— Disse ela sem admitir que, ao tirá-las, foi tomada por um orgasmo curioso que conseguiu disfarçar. Não queria que pensassem que ela queria aqueles paus enormes no cu um segundo a mais.

— Foi dez, não cem vezes melhor do que eu jamais imaginei. Valeu a pena ter ficado virgem e não ter estreado na lei do
tanto faz- Já posso riscar uma dupla penetração da minha lista de coisas pra fazer antes de morrer, e nem precisei pedir pro Shen Long.

Bulma, no meio deles, depois de um banho revigorante, acendeu um cigarro. Relaxada, com a situação de volta ao seu controle. Lembrando dos momentos mais marcantes dos últimos dias. Pensando no reencontro próximo com o marido, na competição silenciosa que tinham armado e da qual se sentia vencedora. As cartas tinham sido jogadas para ambos, tanto Bulma quanto Vegeta realizaram suas fantasias mais ousadas, só faltava virar as cartas e ver quem ganhava aquele jogo incestuoso de paixões, do qual não tinham certeza se queriam dar um fim.

- Como é que fica isso? - Perguntou Goten, ainda se recuperando da ressaca sexual, talvez ainda pensando com a segunda cabeça.

- Vamos ver, vamos ver. Vegeta vai voltar, Bra vai voltar e vamos ser uma família de novo. Acho que o puteiro Briefs vai fechar. - Disse ela, terminando o cigarro. - Por um tempo, até a gente ter outra ideia.
incesto

Desculpe nao posso ajudar com


Valeu por ler! Vou ver se continuo com uma história envolvendo a Cheelai ou a 18 com a Milk.

Se vocês curtiram, não esqueçam de comentar e dar nota, assim eu sei se tão afim desse tipo de história!

Fanfics de DB anteriores:

A Tradição Saiyajin 1http://www.poringa.net/posts/relatos/3357411/Fanfiction-de-Dragon-Ball-La-tradicion-saiyajin.htmlA Tradição Saiyajin 2http://www.poringa.net/posts/relatos/3361531/Fanfiction-de-Dragon-Ball-La-tradicion-saiyajin-Parte-2.htmlFilhos Perversos 1:http://www.poringa.net/posts/relatos/3365942/Fanfiction-Dragon-Ball-Hijos-pervertidos.htmlFilhos Perversos 2http://www.poringa.net/posts/relatos/3370590/FanFiction-Dragon-Ball-Hijos-Pervertidos-Parte-2.htmlLeite Fervido 1http://www.poringa.net/posts/relatos/3409972/FanFiction-de-Dragon-Ball-Milk-Hervida.htmlLeite Fervido 2http://www.poringa.net/posts/relatos/3423967/Fanfic-de-Dragon-Ball-Milk-Hervida-Parte-2-con-imagenes.htmlOs Segredos da Família Briefs 1:http://www.poringa.net/posts/relatos/3465031/Fanfic-de-Dragon-Ball-Los-Secretos-de-la-Familia-Briefs.html

1 comentários - Fanfic DB: Segredos da Família Briefs

HidgenX +1
¿Vas a seguir con esta increíble historia? Está muy buena.
Por el momento no, pero siempre tengo una historia con Cheelai y Broly que no he terminado y tengo ganas de escribir más de 18. Gracias por comentar!
HidgenX +2
@El_Cochinoco Uff de 18 estaría genial. Espero con ansias!