Uma noite de sexo com minha cunhada
Pra começar, vou me descrever: sou branco, 1,74 de altura, corpo forte. A história que vou contar aconteceu há 3 meses. Há algumas semanas, eu visitava minha cunhada com frequência, porque tive que me mudar pra cidade dela por causa do trabalho. Minha cunhada é uma morena de 1,68 de altura, uns peitos não muito grandes, mas provocantes, e uma bunda que chama atenção por onde passa.
Numa das visitas pra minha cunhada, uns amigos em comum chamaram a gente pra comemorar a promoção no trampo de um deles, e a gente topou. Tudo começou bem normal, passamos a noite num bar tranquilo tomando uns drinques. No fim da noite, todo mundo já com o álcool batendo, a gente se preparou pra voltar cada um pra sua casa. Como eu tava de visita, lógico que ia pra casa da minha cunhada, como sempre. Nessa altura, ela já tava mais bebada que o resto, então peguei o carro e a gente seguiu rumo pra casa.
Já em casa, o álcool fez minha cunhada vomitar assim que entrou, então tive que limpar e ajudar ela a chegar no quarto dela e deitar na cama. Depois de limpar a bagunça, fui ver como ela estava e lá encontrei ela dormindo com um roupão que deixava ver todo aquele corpo que mais de uma vez eu olhei com vontade de possuir, e ainda marcava a bunda enorme que ela tem.
Decidi arriscar tudo e deitei do lado dela na cama. Primeiro, abracei ela pra ver a reação, como ela não fez nenhum movimento pra me afastar, fiquei assim por um tempo. Depois, comecei a acariciar as pernas dela suavemente e subir o roupão devagar até descobrir as coxas, enquanto dava uns beijinhos no pescoço dela. Até aí, ela não fazia nada pra parar, parecia que tava dormindo, ou pelo menos era o que eu pensava. Resolvi arriscar um pouco mais e acariciar as costas dela delicadamente, e quando cheguei no sutiã, desabotoei pra tocar as costas inteiras e comecei a dar uns beijos.
Enquanto eu beijava suas costas, passei minhas mãos em direção à barriga dela e continuei com as carícias, subindo até afastar o sutiã, o que me permitiu tocar diretamente nos peitos dela por um bom tempo. Já dava pra sentir a respiração diferente, mas sem dar sinais de que estava acordada. Mais excitado, com o pau quase estourando, desci minha mão e fui enfiando devagar na virilha dela. Quando cheguei no clitóris, ela fez um movimento, virou-se e me perguntou:
C: Ummmmm, o que cê tá fazendo?!!!
Y: Desculpa, foi só por causa do álcool, mas já levantei e vou embora...
C: Não, não vai embora, continua.
Ela só falou essas palavras e afastou a calcinha, abriu as pernas e me ofereceu a buceta dela pra eu dar prazer. Brinquei um pouco com o clitóris e os lábios vaginais, enfiando de vez em quando um dedo na vagina dela. Ela, por sua vez, começou a tocar e massagear meu pau, que já tava precisando entrar na buceta dela. Parei de brincar com a boceta dela, afastei a mão dela do meu pau e mudei de posição pra descer e provar aquela buceta gostosa com a boca, chupando o clitóris, os lábios vaginais e tentando penetrar ela com a língua, enquanto ela fazia o mesmo com meu pau, já que a gente tinha ficado na posição 69. Não aguentei mais e pedi pra ela ficar de quatro. Nessa posição, dava pra apreciar muito aquele rabo lindo que ela tem. Coloquei a cabeça do meu pau na entrada da buceta dela e fui penetrando devagar, aproveitando enquanto meu pau sumia naquela caverna de paixão, entrando sem esforço nenhum por causa de como ela já tava lubrificada.
Comecei o vai e vem devagar, vendo como entrava e saía uma e outra vez, enquanto ela se mexia no ritmo das minhas penetradas. Eu não perdia a chance de acariciar as nádegas dela e o buraquinho sempre que podia, e ela ficava ainda mais excitada. Já com um dedo dentro do cu dela, estiquei minha mão livre para acariciar o clitóris dela e aumentar o prazer. Naquele momento, senti que ela intensificou os movimentos, era óbvio o que estava chegando, assim como o meu orgasmo também se aproximava. Não demorou muito até ela chegar ao clímax e, logo em seguida, eu. Falei que já ia gozar, e ela mandou eu terminar fora, então tive que tirar o pau e acabei gozando nas nádegas dela. Aproveitei pra espalhar meu leite, enchendo a entrada da buceta dela com ele. Quando terminamos, deitamos do jeito que estávamos e passamos a noite toda abraçados na posição de conchinha. De manhã, quando acordei, senti meu pau já pronto pra guerra, enfiando no meio das nádegas dela por causa da posição. Ela sentiu e começou a rebolar, e aí tivemos um sexo matinal gostoso. Até agora não se repetiu, mas não perco as esperanças.
Espero que vocês gostem, essa é a primeira vez que escrevo um conto, espero os comentários de vocês.
Pra começar, vou me descrever: sou branco, 1,74 de altura, corpo forte. A história que vou contar aconteceu há 3 meses. Há algumas semanas, eu visitava minha cunhada com frequência, porque tive que me mudar pra cidade dela por causa do trabalho. Minha cunhada é uma morena de 1,68 de altura, uns peitos não muito grandes, mas provocantes, e uma bunda que chama atenção por onde passa.
Numa das visitas pra minha cunhada, uns amigos em comum chamaram a gente pra comemorar a promoção no trampo de um deles, e a gente topou. Tudo começou bem normal, passamos a noite num bar tranquilo tomando uns drinques. No fim da noite, todo mundo já com o álcool batendo, a gente se preparou pra voltar cada um pra sua casa. Como eu tava de visita, lógico que ia pra casa da minha cunhada, como sempre. Nessa altura, ela já tava mais bebada que o resto, então peguei o carro e a gente seguiu rumo pra casa.
Já em casa, o álcool fez minha cunhada vomitar assim que entrou, então tive que limpar e ajudar ela a chegar no quarto dela e deitar na cama. Depois de limpar a bagunça, fui ver como ela estava e lá encontrei ela dormindo com um roupão que deixava ver todo aquele corpo que mais de uma vez eu olhei com vontade de possuir, e ainda marcava a bunda enorme que ela tem.
Decidi arriscar tudo e deitei do lado dela na cama. Primeiro, abracei ela pra ver a reação, como ela não fez nenhum movimento pra me afastar, fiquei assim por um tempo. Depois, comecei a acariciar as pernas dela suavemente e subir o roupão devagar até descobrir as coxas, enquanto dava uns beijinhos no pescoço dela. Até aí, ela não fazia nada pra parar, parecia que tava dormindo, ou pelo menos era o que eu pensava. Resolvi arriscar um pouco mais e acariciar as costas dela delicadamente, e quando cheguei no sutiã, desabotoei pra tocar as costas inteiras e comecei a dar uns beijos.
Enquanto eu beijava suas costas, passei minhas mãos em direção à barriga dela e continuei com as carícias, subindo até afastar o sutiã, o que me permitiu tocar diretamente nos peitos dela por um bom tempo. Já dava pra sentir a respiração diferente, mas sem dar sinais de que estava acordada. Mais excitado, com o pau quase estourando, desci minha mão e fui enfiando devagar na virilha dela. Quando cheguei no clitóris, ela fez um movimento, virou-se e me perguntou:
C: Ummmmm, o que cê tá fazendo?!!!
Y: Desculpa, foi só por causa do álcool, mas já levantei e vou embora...
C: Não, não vai embora, continua.
Ela só falou essas palavras e afastou a calcinha, abriu as pernas e me ofereceu a buceta dela pra eu dar prazer. Brinquei um pouco com o clitóris e os lábios vaginais, enfiando de vez em quando um dedo na vagina dela. Ela, por sua vez, começou a tocar e massagear meu pau, que já tava precisando entrar na buceta dela. Parei de brincar com a boceta dela, afastei a mão dela do meu pau e mudei de posição pra descer e provar aquela buceta gostosa com a boca, chupando o clitóris, os lábios vaginais e tentando penetrar ela com a língua, enquanto ela fazia o mesmo com meu pau, já que a gente tinha ficado na posição 69. Não aguentei mais e pedi pra ela ficar de quatro. Nessa posição, dava pra apreciar muito aquele rabo lindo que ela tem. Coloquei a cabeça do meu pau na entrada da buceta dela e fui penetrando devagar, aproveitando enquanto meu pau sumia naquela caverna de paixão, entrando sem esforço nenhum por causa de como ela já tava lubrificada.
Comecei o vai e vem devagar, vendo como entrava e saía uma e outra vez, enquanto ela se mexia no ritmo das minhas penetradas. Eu não perdia a chance de acariciar as nádegas dela e o buraquinho sempre que podia, e ela ficava ainda mais excitada. Já com um dedo dentro do cu dela, estiquei minha mão livre para acariciar o clitóris dela e aumentar o prazer. Naquele momento, senti que ela intensificou os movimentos, era óbvio o que estava chegando, assim como o meu orgasmo também se aproximava. Não demorou muito até ela chegar ao clímax e, logo em seguida, eu. Falei que já ia gozar, e ela mandou eu terminar fora, então tive que tirar o pau e acabei gozando nas nádegas dela. Aproveitei pra espalhar meu leite, enchendo a entrada da buceta dela com ele. Quando terminamos, deitamos do jeito que estávamos e passamos a noite toda abraçados na posição de conchinha. De manhã, quando acordei, senti meu pau já pronto pra guerra, enfiando no meio das nádegas dela por causa da posição. Ela sentiu e começou a rebolar, e aí tivemos um sexo matinal gostoso. Até agora não se repetiu, mas não perco as esperanças.
Espero que vocês gostem, essa é a primeira vez que escrevo um conto, espero os comentários de vocês.
2 comentários - Sexo com minha cunhada gostosa