Durante vários dias tentei me concentrar de novo nos estudos, minhas primas também estavam ocupadas porque era época de provas, meus tios estavam com mais trabalho que o normal, pois estavam analisando as diferentes opções para os pedidos de sapatos da próxima temporada. Meu tio tinha um tino especial para negócios, mas minha tia sabia melhor do que ele o que as clientes iam comprar; juntos formavam uma boa dupla.
Eu me via incapaz de passar na matéria que mais me preocupava, e ainda por cima estava sozinho. Asun não podia me ajudar porque ela não estudava nessa turma; a mãe dela tinha me recomendado essa outra no passado para eu aperfeiçoar meus estudos.
Nesses dias tão importantes, eu mal dormia. Um dia, passei a tarde inteira sentado na frente do computador e dos livros; à noite, não desci para jantar. Só num momento em que estavam carregando uns temas no computador fui até a cozinha e enchi uma garrafa térmica de café expresso. Quando subi, sentei de novo; meu corpo todo doía, mas continuei até o amanhecer. Acordei em cima da mesa cedo, tinham se passado apenas 45 minutos desde que caí exausto sobre ela. Mal conseguia me mexer; a dor nas costas, no pescoço e nos ombros não me deixava mover.
Desci como um zumbi, não conseguia nem me virar. Saí de casa disposto a ir até a primeira farmácia de plantão e pedir qualquer remédio para a dor que sentia.
Quando saí na rua, a luz do sol me incomodava. Tentei andar debaixo das árvores para aliviar a dor nos olhos. Uma voz feminina me chamou do outro lado da rua.
Mal abri os olhos o suficiente para ver quem estava me chamando. Da grade da casa dela, Emi aparecia. Estava vestindo um roupão caseiro, e um lenço amarrado na testa deixou claro que estava limpando a casa. Quando me aproximei, ela perguntou se eu estava bem. Contei de forma bem resumida como estava ruim e perguntei se ela não tinha um relaxante muscular. Logicamente, ela respondeu que não, mas disse para eu esperar um pouco. Ela entrou na casa dele.
Num cômodo lá dentro, dava pra ouvir o aspirador que uma mulher, que ajudava na limpeza, estava manejando. Quando a Emi saiu, me entregou um envelope. Quando abri, fiquei perplexo: eu esperava uma receita pra comprar uma pomada ou outro remédio, mas no lugar tinha um cartão, um endereço e um nome. A Emi me recomendou que fosse direto pra esse endereço. Era de um Spa, ficava no centro da cidade, mas com uma boa combinação de transporte. Quando saí da casa da Emi, confesso que não tava convencido da solução. Fui mais pra não decepcionar a Emi do que por mim.
O estabelecimento era bem elegante. Quando entrei, fui direto pra recepção. Quando perguntei pela pessoa que tava anotada no cartão, saiu uma mina vestida com um uniforme esportivo, mas ao mesmo tempo elegante, com um sorriso lindo me recebeu. Ela disse que a Emi tinha ligado e dado instruções. A primeira coisa foi me explicar pra ir pros vestiários. Num armário, eu ia encontrar uma bermuda tipo sunga e um chinelo, e que quando saísse, ela ia me esperar perto da piscina do circuito.
— Juan, não sei se você já esteve antes num Spa. A dona Emi é uma cliente muito boa nossa e nos recomendou que tratemos você o melhor possível. Claro que vamos nos esforçar pra que sua estadia seja a mais agradável possível.
— Muito obrigado. A verdade é que nunca estive num Spa, então agradeceria se me orientassem. Não sei se a Emi contou, mas meu maior interesse é conseguir eliminar a rigidez muscular que carrego.
— Tá bem. Primeiro, é fazer o circuito na piscina. Tem uma variedade de jatos d'água que vão massagear seus músculos. Você já vai sentir a melhora. Quando terminar, tem a sauna. Lá você vai relaxar e, depois, com um banho gelado, vai se tonificar. Depois, tem uma série de duchas e corredores onde cada um dos seus músculos vai receber um tratamento. No final, na sala de massagem, você vai sair completamente novo.
A mina me desejou Fiquei de boa na estadia e ela me deixou sozinho. Fui pra piscina, nesse horário não tava muito cheia, só um par de mulheres de meia-idade e um casal de velhos. Tão vazio que pude me esbaldar em cada jato diferente e curtir a força da água, sentindo meus músculos agradecendo as carícias. O casal ficou bem pra trás, mas as duas mulheres me passaram na frente, não paravam de falar, pareciam papagaios, mesmo devagar. Tavam muito animadas, uma ajudando a outra a escolher os aparelhos. Quando terminei na piscina, passei por um corredor de pedras, meus pés molengas sentiram as irregularidades, mas no final, as panturrilhas ficaram mais durinhas. Na sauna, entrei meio desconfiado, já tinha visto na TV ou no cinema como eram, mas essa me pareceu bem menor. Quando entrei, o vapor me deu um baque de calor que não esperava, quase entrei de olhos fechados. Quando consegui me acostumar, vi as duas mulheres num canto, enroladas em toalhas. Uma tava no degrau de cima, enquanto a outra tava sentada entre as pernas dela no de baixo. Eu me contentei em sentar num canto, o suor começou a escorrer pela minha testa, quase não conseguia abrir os olhos, eles lacrimejavam. As duas mulheres me olhavam e comentavam entre si. No fim, uma delas se levantou e veio na minha direção. Quando fez isso, a toalha que a cobria caiu no chão, ela tava totalmente pelada. Meus olhos devem ter me entregado, porque quando chegou do meu lado, tava com um sorriso safado…
— Desculpa me intrometer onde não sou chamada, mas a gente tá vendo você sofrer, suando igual uma fonte. Te aconselho a tirar o short, vai ver a diferença.
— Não deu pra perceber o rubor que subiu nas minhas bochechas, porque tava tudo vermelho, mas obedeci e, quando ela voltou pro lugar, tirei o sungão por baixo da minha toalha.
As duas mulheres, quando me viram tão sem graça, riram ainda mais, principalmente quando minha toalha acabou caindo no chão, me deixando pelado na frente delas, ainda mais porque... sem querer, meu pau ficou duro o suficiente pra apontar pra elas.
Eu criei coragem, não quis passar por criança, levantei e fui até elas, me acariciando o pau num desafio. Elas se olharam e riram de novo, dessa vez às gargalhadas. Me clarearam as ideias quando a que tava sentada no banco de baixo abriu as pernas da amiga e deu uma lambida na buceta depilada, depois passou a língua nos lábios.
Quando voltei pro meu lugar, meu pau tava completamente murcho, tipo um pimentão assado, e minha autoestima do mesmo jeito.
Saí na hora da sauna. As duas mulheres, quando me virei pra me despedir, estavam deitadas num estrado, se comendo mutuamente os cuzinhos num 69 perfeito.
Quando cheguei na sala de massagem, uma garota de uniforme branco de calça veio me receber e mandou eu subir na maca de bruços, colocando o rosto no buraco do apoio. Enquanto eu obedecia, ela preparou umas barrinhas de aroma e colocou uma música moderna, mas numa versão chill-out. Quando ficou do meu lado, olhou a nota que indicava o tipo de massagem, se desculpou e disse que quem ia me atender era a Srta. África, especialista nesse tipo de massagem.
Quando fiquei olhando pro chão pelo buraco do apoio, senti meu corpo todo relaxar, fiquei literalmente colado no lençol. Sobre a bunda, ela tinha deixado a toalha. Quando a nova massagista entrou, me cumprimentou com um "oi" seco.
Eu respondi com o que parecia mais um gemido do que um cumprimento. Quando ela colocou as mãos em mim, procurando os músculos travados, me senti completamente confiante num bom resultado.
Devo confessar que, mesmo quando doía um pouco, eu teria dormido tranquilamente. As mãos ágeis dela pareciam adivinhar cada ponto onde doía mais. O óleo que ela passava facilitava o toque.
Não me importei quando ela massageou a sola dos meus pés, depois foi subindo pelas minhas pernas até chegar nas coxas. Quando me virei na maca, meu pau ficou entre minhas pernas, então a massagista roçava nele cada vez que subia as mãos entre minhas coxas.
Depois do fracasso que tive com as duas mulheres na sauna, a última coisa que me passou pela cabeça foi dar intenção às mãos da profissional.
A garota mal falava comigo, embora não fizesse diferença, eu não estava ligando em nada além da paz que sentia.
Minhas costas estavam completamente banhadas com o óleo aromático, quando ela deu um tapinha na minha bunda mandando eu virar, sem o menor entusiasmo me virei, esperei de olhos fechados, a luz fraca me ajudava a ficar como se estivesse numa nuvem.
Só reagi quando ela disse…
— O que você está fazendo aqui?
Abri os olhos e olhei pra garota, primeiro estranhei a voz, me lembrava algo, mas não sabia o quê, mas quando consegui ver o rosto dela iluminado fiquei pasmo.
— E você, o que faz aqui também?
— Eu trabalho aqui.
— Mas você não está estudando?
— Claro, mas não tenho escolha, tenho que trabalhar pra pagar a faculdade, minha família não tem dinheiro, ninguém sabe que trabalho aqui.
— Bom, não acho ruim, mas não esperava por isso.
— Eu também não e, pra ser sincera, fico feliz que você veio.
— Também fico feliz em te ver e tenho que te parabenizar, você tem umas mãos divinas, está me deixando como novo.
— Obrigada, mas ainda não terminei, espero que quando eu terminar você me valorize ainda mais.
Me relaxei ainda mais, agora estava convencido de que estava em boas mãos.
A garota se posicionou sobre minha cabeça e foi nos meus ombros e no pescoço onde mais doía, agora que nos conhecíamos eu ia indicando onde doía mais e ela ia suavizando meus músculos, depois do pescoço, agiu sobre meu peito, as costelas doíam igual, embora eu não tivesse percebido até agora, quando ela passava o corpo sobre mim escondia a luz e através da blusa branca dela eu adivinhava a roupa íntima que usava.
Com os movimentos enérgicos dos braços dela, os peitos dela balançavam sobre meu rosto, quando ela chegou sobre meu A barriga dela, a blusa subiu tanto que por baixo eu vi na hora o sutiã branco que mal dava conta das tetas, que escapavam por baixo deixando dois dedos de pele de fora.
Ela tava se dedicando de verdade, mas meu pau começou a levantar a toalha por conta própria, nem percebi até ela falar…
— Pô, agora eu me convenço que você tá feliz em me ver.
— Desculpa mesmo, nem tinha notado, que vergonha…
— Pois é, mas teu pau não diz o mesmo.
Enquanto falava isso, ela se colocou do meu lado e, enquanto uma mão passava entre minhas coxas, a outra oleava minha barriga. As mãos habilidosas passavam rápido perto do meu pau, mas no último segundo desviavam.
Isso me dava uma agonia que deixava meu pau ainda mais duro. Ela, cada vez mais perto, roçava minhas bolas, separou meus tornozelos. Agora não tinha mais motivo pra toalha, então ela tirou sem dar importância. O pau tava igual a mastro de bandeira. A mina, com as mãos oleadas, afastava ele de leve pra massagear minha virilha. Cada vez que roçava meu pau, ele ficava tremendo. Aos poucos, foi se concentrando na área, até que com uma mão por baixo pegou as duas bolas de uma vez e levantou apertando de leve.
Com a outra, pegou na haste e foi até a ponta, onde fechou os dedos em volta e cobriu com a pele. Depois, ao contrário, descobriu a glande até embaixo, deixando todas as veias inchadas.
Minha mão caída do lado roçava a cada movimento o cinto com os frascos de óleo que ela usava pendurado. Quando ela se inclinou sobre mim e eu rocei a calça dela, senti no dorso da mão o calor da pele dela.
Sem querer, aproximei minha mão da coxa dela e depois pra bunda. Pela calça fina, senti o elástico da calcinha. Quando passei um dedo por baixo da goma, a mina soltou o cinto do óleo e abaixou a calça até o chão.
As mãos dela já não massageavam meus músculos, estavam acariciando meu pau descaradamente. Eu já tinha minha mão por baixo da calcinha dela. passando de uma nádega pra outra, não achei suficiente e subi a mão por baixo da blusa dela, ela se virou o necessário pra eu alcançar o fecho do sutiã, ao soltar com dois dedos, por baixo da blusa se acusou a liberdade que os peitos dela tinham recuperado.
Ela só soltou meu pau o tempo necessário pra tirar a blusa pela cabeça, o sutiã sem tensão caiu no chão.
Com as mãos, acariciei minha barriga e as untei de óleo, passei elas pelos peitos dela, brilhavam quase tanto quanto minha glande.
Ela se inclinou sobre mim e passou os peitos dela no meu pau, eu abraçava ele entre eles e com a maciez do óleo só sentia a leve aspereza dos mamilos dela.
Embora estivessem mornos, notei muita diferença quando, dos peitos dela, meu pau foi entrar na boca dela, a umidade, a pressão da língua e o efeito de sucção fizeram eu levantar o quadril pra ela me chupar mais fundo.
Uma das minhas mãos buscou entre as coxas dela, separou o suficiente pra facilitar que continuasse procurando até encontrar os lábios da buceta dela, tava úmida o bastante pra meus dedos oleados percorrerem toda a extensão.
A mina manteve as pernas abertas enquanto apertava meu pau por baixo e mantinha ele dentro da boca dela, eu acariciava o clitóris dela devagar mas intensamente, de vez em quando molhava de novo com óleo e seguia com entusiasmo, quando ela separou meus tornozelos e subiu na maca entre eles, encheu a mão de óleo, foi derramando sobre mim, transbordava por todo meu corpo quando ela se agachou e foi escorregando pelas minhas pernas devagar, senti os peitos dela roçando minhas coxas e passando abraçando meu pau que se dobrou sobre minha barriga ao passar quando se pousaram no meu peito, os lábios dela roçaram os meus pra depois buscar minha orelha, ficou mordiscando meu lóbulo, meu pau aguentava o peso da pélvis dela que escorria pelo óleo, com minhas pernas encolhidas eu retinha ela sobre mim, minhas mãos apertavam os dois peitos que pressionavam sobre os meus. costados.
A mina ficou lambendo meu pescoço até que foi subindo em cima de mim até oferecer pros meus lábios um dos mamilos dela, agradeci chupando ele até encher minha boca, depois troquei pelo outro e dei o mesmo tratamento, deixei eles vermelhos e molhados, ela suspirava de olhos fechados.
Quando ela deslizou pra baixo, meu pau já tava esperando, entre as pernas dela deslizou até encontrar os lábios menores abertos, o óleo e os sucos dela fizeram o resto, quando a cabeça foi entrando dentro dela, ela me abraçou e, rastejando pra baixo, enfiou todo o meu pau, chegou a boca no meu ouvido e falou devagar…
— Ahhh! Quanto tempo esperando pra ter você dentro, não faz ideia do quanto desejei isso.
— Adoro estar com você, tem um corpo dos sonhos, mas se a gente só se viu duas vezes…
— Mas foram especiais pra mim, me deixaram muito tesuda.
— Agora que lembro, você fazia muito barulho, não parecia estar se divertindo pouco.
— Não sabe o quanto tá errado, quando você me viu com aquele cara, a gente tava transando no meu quarto, embora fosse melhor dizer que ele transou sozinho, gozou em três minutos, depois se vestiu e foi embora. Eu fiquei de pernas abertas com a buceta escorrendo e ouvindo você e a Asun transando a noite toda, invejava ouvir a Asun gemer e suspirar com seu pau dentro, ainda mais conhecendo ela tão discreta, eu fiquei pulando na minha cama pra vocês ouvirem enquanto colava o ouvido na parede, desde então sempre sonhei em ter você dentro.
— Nunca imaginei, sempre te vi acompanhada, parece uma mina que faz muito sucesso.
— Acredite, nunca tive sorte com caras, pego fácil, mas depois não duram nada.
— Sabe de uma coisa? Gostei quando você abriu a roupa no corredor da sua casa, me impressionou sua simpatia.
— Valeu, mas agora a gente tá aqui. Ah, a propósito, meu nome é Pilar, o de África é pro trabalho.
— Prazer em te conhecer, Pilar, mas sabe… Que Asun é muito importante pra mim, espero que o que a gente tá fazendo hoje não saia daqui.
— Fica tranquilo, Juan, pra mim já basta ter te tido uma vez, não vai sair daqui como você disse.
Dizendo isso, ela sentou em cima de mim, apoiou nos tornozelos e foi sentando e levantando, fazendo eu ver entre as pernas dela como meu pau aparecia e sumia na buceta bem aparada dela.
Agarrei os peitos dela com as mãos, com meus dedos apertava os bicos durinhos pra não escaparem, a barriga lisa dela se deixava cair e receber meu pau duro igual a um pau.
Ela pediu que queria ficar de joelhos e que eu metesse por trás, fiz isso felizão, segurei na cintura dela e quando ela abriu as pernas fui me aproximando até meu pau afundar até o talo, ela baixou a cabeça até a maca e com uns gemidos foi aguentando o primeiro orgasmo, as mãos dela crispadas apertavam o lençol até que foi se recuperando, virou e me beijou na boca agradecendo, depois se deitou e abrindo os joelhos me convidou pra deitar em cima dela, as mãos dela me receberam e pegaram meu pau e minhas bolas e guiaram até a buceta dela, quando ela se certificou que tava na entrada me envolveu a cintura com as pernas e me puxou pra ela, simplesmente entrei até sentir minhas bolas coladas na bunda dela.
Ao me sentir dentro dela, me abraçou apertado, um tremor me mostrou que o segundo orgasmo dela tava chegando, me surpreendeu tão cedo, mas entendi quando vi as lágrimas que escorriam dos olhos dela enquanto ela se sacudia com os espasmos, percebi a necessidade de carinho que ela tinha, talvez por isso que gozei emocionado, me esvaziei quando ela pediu pra gozar dentro dela.
Quando a gente se recuperou, ela me acompanhou até o chuveiro e a gente tomou banho junto, nos despedimos eu lambendo os peitos dela e ela chupando meu pau, depois nos abraçamos, desejei que ela encontrasse um cara que a amasse, depois prometi que voltaria se tivesse outra congestão muscular. Quando voltava pra casa, vi luz na casa da Emi. Espiei pela grade, ainda dava pra ver a faxineira lá dentro. No outro canto, minha amiga estava arrumando os detalhes na mesa da sala. Talvez por intuição, ela se virou pra mim, veio correndo até o portão do jardim, ansiosa pra saber como tinha sido.
— Oi, Juan, como cê tá? Te vejo muito melhor que de manhã.
— Verdade, tô novo em folha. Foi uma ideia genial esse Spa, não imaginava que ia ser tão bom.
— Como te trataram?
— Maravilhosamente bem. Obrigado por ter ligado, me senti muito mais protegido sabendo que você tava cuidando de mim.
— Era o mínimo que eu podia fazer. O que você mais gostou?
— Bom, amei tudo. A piscina era ideal, cada jato d'água me revitalizava na hora. O pior foi a sauna.
— Por quê? Se num instante você fica novo?
— É que rolou uma situação chocante. Paguei mico e fiquei parecendo um idiota.
Contei a cena da sauna, ela ficou rindo imaginando a situação, ainda tava rindo quando continuou…
— E a massagem, o que achou?
— Ah! A massagem foi a melhor parte. A massagista era uma maravilha, me deixou nas nuvens — logicamente não contei o final da massagem — é uma grande profissional?
— Quem te atendeu?
— Bem… uma loira, acho que se chamava… um nome estranho, ah, sim! África, parece.
— Conheço ela, é uma massagista excelente e ainda por cima muito gostosa.
— Pois nisso eu nem reparei — menti — tava tão mal que só me interessava pelo meu pescoço.
— Fico feliz que o tratamento tenha te feito tão bem.
— Sim, falei pra moça que se eu ficar tão mal de novo, volto.
— Com certeza, já sabe a solução. Espero que volte, mas pra outra coisa.
— Bom, obrigado por tudo, Emi. Vou te deixar trabalhar, a gente conversa com mais calma depois.
— Tchau, Juan, até logo.
Ela me mandou um beijo no ar. Quando entrei em casa, tava feliz. Procurei minhas primas, mas não ouvia ninguém. Como tava faminto, entrei na… Na cozinha, encontrei um pratão de macarrão na geladeira, não deixei nada no prato, e ainda fiquei petiscando tudo que achei, depois fui pro meu quarto.
Os dias seguintes foram na mesma, eu me controlava mais nos horários de estudo pra não cair na dor muscular, finalmente chegou a prova temida, a universidade tava cheia de estudantes como eu, todo mundo com medo na cara, o primeiro susto passei na matéria duvidosa, quando saí pareceu que tinha sido mais fácil do que esperava, a verdade é que eu tinha estudado pra caralho, as outras já foram mais tranquilas.
Numa aula encontrei a Asun, como sempre tava sentada na minha frente, me sorriu quando me viu, quando terminamos comentamos a prova, ela também achou que tinha ido bem, como sempre, ela me pareceu mais gostosa que de costume, me veio na cabeça que queria muito passar a tarde com ela, quando falei, ela respondeu…
--- Eu também, Juan, mas hoje é impossível, combinei com minha mãe na casa dela, ela insistiu muito pra eu ir, suspeito que tem alguma surpresa pra mim.
--- Tudo bem, acho que posso esperar, quando der a gente marca, senti muito a sua falta.
--- Eu também, foram uns dias bem puxados, sempre estudando e sem te ver.
Quando cheguei em casa tava muito feliz, mesmo tendo perdido o encontro com a Asun, tava ansioso pra contar pra minha família minhas impressões das provas.
Na cara reinava a alegria, parecia que não era o único que tinha ido bem, embora não soubéssemos as notas finais, as impressões eram boas.
Minhas primas contavam pros pais o que tinham feito nas provas, quando me viram entrar, viraram pra mim e me contaram tudo de novo, meu tio passou o braço no meu ombro e me separou do grupo pra perguntar como tinha ido, contei e ele me apertou contra ele, tava satisfeito comigo.
Quando jantamos, tudo era risada e brincadeira, o clima tinha relaxado depois de tanta tensão acumulada, minha tia olhava pra gente e... Ele se sentia feliz.
Quando terminamos, as meninas subiram pros quartos, eu fiquei a pedido do meu tio, ele quis me incentivar a continuar dedicado pra poder pegar logo as rédeas do negócio da família.
Quando fui pro meu quarto, ouvi risadas no quarto da minha prima Maite, espiei depois de bater com os nós dos dedos, encontrei a Maite deitada e coberta até o pescoço, sentada ao lado dela estava a María.
— Oi, o que vocês tão fazendo? Cê tá doente?
— Ah, então, não exatamente.
— Como eu te vejo toda coberta…
— Tá bom, cê nos pegou, o mistério já era.
Minha prima mais nova foi abaixando o lençol devagar, tava vestida, usava uma camiseta de algodão, mas quando continuou abaixando o lençol, descobri que da cintura pra baixo ela não tava usando nada, eu olhei e vi que a buceta dela tava meio depilada, a María nos olhava na expectativa, no fim as duas caíram na risada.
A María me explicou que queriam me dar uma surpresa, ao mesmo tempo abriu as pernas, por baixo da saia curta eu vi a buceta dela também totalmente depilada.
Me convidaram, já que eu tinha pegado elas, pra ajudar, topei na hora, a Maite tirou o lençol de cima, abriu as pernas de vez, colocou o abajur da mesinha perto iluminando a buceta dela e a María tirou de debaixo da cama a cera que tavam usando, num instante aplicou as tiras na pele e me mandou puxar.
Fiquei com medo, não queria machucar ela, já tinha sofrido na pele uma vez a depilação com cera, mas puxei a tira de uma vez e deixei ela livre dos pelos.
Elas riram de mim com tanto receio, mas num instante deixamos ela perfeita, ela tinha uma buceta linda.
Quando ela se levantou da cama, apontou pro lugar e mandou eu deitar, fiquei gelado, dei um passo pra trás, mas as duas me pegaram e me deitaram, a calça saiu junto com os sapatos e a cueca foi atrás, eu me mexia tentando evitar o que vinha, no fim as irmãs tiveram pena de mim e falaram que primeiro iam me barbear. depois passariam a depiladora elétrica.
Considerei um mal menor, me acomodei com uma garota de cada lado da cama, mas quando Maite pegou uma tesoura e veio na minha direção, duvidei do meu futuro.
Maria me disse que primeiro iria aparar até deixar os pelos bem curtos e depois viria a maquininha.
Eu não queria olhar, mas entre as duas se viravam bem, Maria segurava minha rola flácida e afastava da tesoura, a verdade é que era bem eficiente, já confiante via como ela colocava de um lado ou de outro, quando já estava bem aparado o aspecto da minha rola tinha melhorado muito, já não caía desmaiada, oferecia certa resistência à mão de Maria, ela tratava com suavidade mas com energia que só aumentava sua dureza.
Como tinha as mãos livres, me vingava passando-as entre as coxas de Maite, separando seus lábios macios e percorrendo todo o trajeto, ela, embora atenta ao que estava fazendo, facilitava meus movimentos com sua postura, os peitos de Maria também não escapavam das minhas carícias, já com os mamilos duros foi quando mais energia colocava.
Com a elétrica me deixaram como um bebê, mas não se contentaram com isso, depois foi Maria quem pegou a tesoura e Maite, apertando minhas bolas, foi desviando primeiro da tesoura e depois da maquininha, nem por isso a ereção que já aguentava baixava, as garotas pareciam não notar a dureza do meu membro, quando separaram minhas nádegas já me vi perdido, porque a cera não me perdoou, mas já era tarde, um grito escapou sem querer, mas já estavam aplicando um creme para suavizar minhas nádegas carecas.
Como vingança, me joguei para pegar a camiseta de Maite e arrancá-la pela cabeça de um puxão, ela se esquivou e, saindo dela, ficou nua na minha frente, Maria pulou em cima de mim, levantou sua saia larga e sentou na minha cara, me deixou imobilizado, Maite me pegou pelos tornozelos e os levantou o máximo que pôde, me arqueou para cima até que Maria os segurou, os separou e ficou sua cara entre minhas coxas.
Quando Maite se encostou na minha bunda, lambendo minhas bolas expostas ao alcance dela, Maria abriu a boca pra receber minha pica ereta que ia na direção dela.
Quando senti a umidade dos lábios dela sugando minha glande, minhas bolas se contraíram com a sucção que Maite tinha feito, uma delas escorregou pra dentro da boca dela, as cabeças das duas irmãs se sincronizaram pra não bater uma na outra, quando perceberam que minha pica tava num tamanho e cor suspeita de gozar, me soltaram e resolvi "castigá-las", coloquei elas de joelhos no chão, uma do lado da outra, apoiadas na cama, ficaram com as bundas expostas pra mim, só precisei abrir as pernas delas pra meter a pica alternadamente em cada uma, quando saía de uma, entrava na outra, elas de mãos dadas se olhavam e gemiam, de vez em quando eu enganava e penetrava duas vezes seguidas enquanto enfiava os dedos na outra.
Quando o trinco da porta fez um barulhinho, levantei a cabeça e vi minha tia espiando de leve, quando percebeu que eu tinha visto, fez um sinal de aprovação e fechou devagar, as filhas dela nem perceberam.
Não tinha passado nem dez minutos quando nós três levantamos as cabeças prestando atenção, do quarto dos pais saía um rumor de gemidos e suspiros que foi crescendo até ouvir a mãe delas gritando com o marido.
--- Mete a pica toda, Antônio, mais ainda, ou melhor, mete o Carlinhos - o consolador gigante - ou os dois ao mesmo tempo.
Nós viramos e continuamos na nossa, Maite foi a primeira a gozar, fiquei dentro dela enquanto ela curtia o orgasmo, minha pica sentia a buceta dela vibrando, enquanto com dois dedos dentro de Maria eu mantinha ela no maior tesão, deu tempo exato de quando Maite caiu no lençol, eu meter em Maria que já tava me implorando, em só umas poucas penetradas, ela se agarrou no lençol e aguentou como pôde as fortes sacudidas, me pediu pra não sair de dentro. Ela, eu não fiz isso até descarregar dentro dela vários jatos de porra. A irmã dela recolheu com a mão quando começaram a sair devagar ao puxar meu pau.
Ainda dava pra ouvir os gritos da minha tia no quarto dela quando saí do quarto da Maite indo pro meu. Por curiosidade, espiei o quarto dos meus tios ao ver uma fresta de luz — a Ana tinha deixado assim pra eu espiar. Ela estava sentada em cima do marido, de costas pra ele e de frente pra porta, com as pernas abertas, na minha frente me mostrando o pauzão do Antonio enfiado no cu dela e o vibrador na buceta dela. Ela me mandou um beijo no ar e mordeu o lábio.
Quando cheguei no meu quarto, tomei um banho e quase bati uma punheta em homenagem à minha tia Ana.
Ainda se passaram vários dias até nos avisarem que as listas oficiais com as notas das provas tinham saído. Fui rápido, mesmo tendo bastante esperança de ter passado. A gente se amontoava na frente das listas. Quando consegui chegar perto, procurei meu sobrenome. Tava muito nervoso, minhas mãos suavam, mas finalmente: passei com nota. Puxaram minha camisa, me virei e, duas fileiras atrás, vi a Asun me perguntando. Procurei o sobrenome dela de novo e, de fato, ela tinha tirado a nota máxima. Quando contei pra ela ao sair da multidão que se formou, ela se pendurou no meu pescoço me beijando de alegria. Ela me acompanhou até a outra sala, que era a que mais me preocupava. Ela se adiantou e começou a procurar. Um grito de alegria me avisou que eu tinha passado na prova — o que ela não tinha dito é que foi com um notão. Dessa vez, fui eu quem abraçou ela, dando um beijo na boca que fez vários jovens se virarem e nos assobiarem de admiração.
Saímos em direção à cafeteria. De longe, vimos a Marta, mãe da Asun. Ela correu até ela e contou as notas dela e as minhas. A Marta ficou muito feliz e me deu dois beijos na bochecha. Convidei elas pra um aperitivo e, enquanto a gente bebia uma cerveja, a Asun me contou que estava passando uma temporada na casa da mãe dela. nos olhava enquanto falávamos sem parar, num silêncio, nos interrompeu e disse…
— Galera, um momento, vejo que vocês tão afim de conversar, que tal continuarmos essa conversa em casa? Juan, quer vir jantar hoje à noite?
— Bom… claro, adoraria.
— Tá falado, hoje à tarde você passa lá em casa, agora Asun, a gente precisa ir, até logo Juan.
Quando cheguei na casa da Marta à tarde, estava bem arrumado, mesmo sendo só um jantar em casa, eu tinha esperança de sair com a Asun mais tarde, quem sabe até ir pro apartamento de estudante dela, tava morrendo de vontade de ficar com ela e, porra, por isso levei no bolso o creme que a Emi tinha me dado, claro.
Quando a porta da casa da Marta se abriu, fiquei alucinado, a Asun estava linda demais, tinha uma maquiagem sutil, coisa que nunca tinha visto nela, além disso, usava uma saia larga e uma camisa branca, totalmente diferente do normal, sempre de suéter e calça. Um pigarro me tirou do encanto, do lado dela estava a Marta, a mãe dela. A cara que eu fiz devia ser um poema, porque a Asun me disse…
— Juan, cê tá bem? Ficou pasmado.
— Hum, desculpa, mas fiquei extasiado, você tá maravilhosa, mas sua mãe parece sua… irmã.
As duas caíram na risada, me beijaram e me fizeram entrar. A Marta usava uma saia justa e uma blusa larga colorida com um decote bem generoso. Depois de um tempo na sala, combinaram que a gente podia jantar, logicamente me ofereci pra ajudar a pôr a mesa. Quando coloquei a toalha, percebi que a camisa da Asun estava desabotoada bem onde começava o canal das tetinhas jovens dela, mandei um beijo no ar, ela sorriu safada.
A mãe dela tava atarefada na cozinha, num momento a gente se cruzou, eu e a Asun, ela saía da cozinha com um monte de talheres e eu entrei, a mãe dela tava agachada na frente do forno. Passei por trás dela e, segurando na cintura, me apertei contra a bunda dela, ela se encolheu e me disse ao se levantar…
— Cê tá louco? A Asun vai nos ver.
— Marta, você é uma gostosa, tem um corpo divino.
Quando eu disse isso, ela se inclinou pra trás e apoiou a cabeça no meu ombro, beijei seu pescoço, ela tremeu de novo.
— Por favor, Juan, se controla, não seja mau comigo.
Quando parei de ouvir os talheres, saí com as taças, nos cruzamos e deixei ela passar fazendo biquinho.
Quando sentamos à mesa, tinha uma beleza de cada lado, o jantar estava uma delícia, a Marta cozinhava muito bem. O peixe que ela fez no forno sumiu num instante, regado por um bom vinho branco e uma conversa agradável, não demoramos pra levantar da mesa pesadamente, o café foi servido numa mesinha auxiliar entre os sofás.
Saboreando o café, me contaram que a Marta tinha contratado uma viagem por toda a América do Sul, além do México, claro que ela contou que a Asun iria junto, ela estava toda empolgada, iam percorrer os países mais bonitos e ver os lugares mais interessantes, a filha já tinha um roteiro programado na internet, logo pegou um tablet, sentaram do meu lado e ficaram me mostrando as rotas que tinham planejado, fiquei com inveja de ver tanta maravilha.
As duas mulheres inclinadas sobre o tablet apoiado nas minhas pernas quase juntavam as cabeças em cima de mim, eu aspirava o aroma de cada uma, Marta cheirava a violetas e Asun um perfume suave de lavanda, adorava tê-las do meu lado, com os braços segurava elas pelos ombros, ao ver o decote caído da Marta, meu pau não demorou a reagir, os peitos milf dela se destacavam das taças do sutiã preto que ela usava, uma renda de filé emoldurava os dois globos, enquanto à minha direita os botões abertos da camisa da Asun deixavam ver os peitos jovens que, embora não tão fartos quanto os da mãe, na posição que ela estava pendiam dentro do sutiã branco.
Minhas mãos passeavam pelas costas das duas mulheres, ao roçar os fechos dos sutiãs, eu me distraía passando os dedos por baixo deles, o calor das suas corpos me irritava.
Perguntei se já tinham comprado todas as roupas que precisariam, já que passariam por todos os climas, desde as praias do Caribe até as geleiras do Chile. Elas disseram que não, que decidiram comprar conforme fossem chegando aos lugares, mas Asun disse…
— O que a gente já comprou foi a roupa íntima, não sabemos onde vamos encontrar por lá, e minha mãe é muito exigente com lingerie…
— Não é tanto assim, embora ela tenha bom gosto — eu disse.
Marta viu uma oportunidade, levantou na hora e disse…
— Reconheço que gosto de lingerie bonita, quer ver o que comprei?
Asun ficou um pouco surpresa, mas ao me ver animado, incentivou a mãe a mostrar.
Talvez fosse a influência do vinho branco que a empurrava, mas quando a mãe voltou com várias caixas, ela tirou a bandeja de cima das minhas pernas e viu claramente o volume que eu tinha debaixo da calça, mas só apertou minha rola e não disse nada.
Ela estava nervosa para me mostrar as peças da mãe, fez espaço na mesinha e foi abrindo as caixas, quase não deixava a mãe fazer isso. Eu só fazia gestos de admiração. A mãe tirava os sutiãs e calcinhas e os colocava sobre a roupa dela. Eu elogiava a beleza das peças, tinha de todos os tipos: renda, tule, seda, com bojos mais ou menos altos e de todas as cores. Eu disse…
— Adoro, mas isso é pras duas, né?
— Não, são só da minha mãe, eu só tenho umas três ou quatro.
— Bom, como vocês são iguais, podem trocar entre si, parecem irmãs.
Marta se sentiu lisonjeada, enquanto Asun dizia…
— Acho que não, minha mãe tem muito mais peito que eu.
— Impossível, ela tem uns peitos de adolescente — exagerei.
— Sério que você acha? Eu acho os meus muito feios.
Mas Marta já estava abrindo a blusa, tirou-a da saia e ficou só de sutiã…
— Feios? Quem disse isso? Acho eles perfeitos.
— Viu? Minha mãe tem muito mais. mais do que eu.
— Não acredita nisso, é só por causa do modelo do sutiã, em você ficaria igual a ela.
Marta tinha soltado o fecho da peça, as alças caíam pelos ombros, enquanto ela segurava as taças para não deixar cair dos peitos.
— Toma, experimenta você, acho que o Juan tem razão, ele entende muito.
Asun primeiro hesitou, mas ao ver a mãe segurando os peitos com as mãos, se animou e, levantando-se decidida, terminou de desabotoar os botões da camisa que restavam, com dois puxões tirou a camisa da saia, um sutiã branco, bem mais discreto que o da mãe, sustentava seus seios menores.
— Tá vendo? Em mim ia ficar grande.
Enquanto dizia isso, ia soltando os ganchos de trás, as taças ficaram presas pelas mãos, quando a mãe estendeu a peça ela soltou, deixando cair a dela, os dois peitos ficaram à mostra, os mamilos apontando pra frente.
A mãe também tinha soltado os peitos com a desculpa de abotoar pra ela pelas costas, num dado momento estavam uma do lado da outra com os peitos paralelos.
Meu pau estava pressionado na calça, não parava de mudar de posição pra tentar direcioná-lo pra baixo, mas não conseguia, a sorte veio me ajudar, ou pelo menos foi o que pensei.
— Eu tinha razão, viu como sobra em todo lugar?
— Espera um pouco, só falta um ajuste.
Levantei como um estalo, soltei o sutiã de novo e tirei ele, ao ficar perto da garota, do outro lado estava a mãe, as duas com o par de peitos a centímetros das minhas mãos, minhas mãos tremiam tentando esticar as alças e encurtá-las, as fivelas pareciam grudadas, soltou de repente e minha mão foi parar no peito direito da Marta, ela sem se mexer disse…
— Deixa que eu ajudo, segura desse lado.
Pegou de um lado a alça enquanto eu puxava a fivela, pra fazer mais força apoiou as mãos sobre os peitos arrastando as minhas, Asun colada em nós, olhava os esforços. O que a gente tava fazendo? Eu queria ajudar na tarefa e ela se apertava contra meu braço, sentia a dureza do mamilo pressionando minha pele. Eu, entre as duas, tentava cruzar as pernas porque meu pau descia pela perna da calça depois de escapar da cueca. A coxa da Marta ficava colada em mim, roçando sem parar a cada movimento. As mãos se confundiam, misturadas com as tetas, quando a fivela soltou, a alça deslizou e eu me separei das duas mulheres. Pela frente, abracei a Asun por trás pra fechar o sutiã, as tetas dela grudaram em mim, duras do jeito que estavam. A mãe dela se encostou nas costas dela, buscando minhas mãos com os mamilos, enquanto ela tirava o fecho das minhas mãos. Eu fingia que tava difícil abotoar a peça na filha, apertava as tetas dela por baixo e levantava até os mamilos duros aparecerem. Aquele momento breve foi mais que excitante. A Asun, colada em mim, sentia o volume do meu pau entre as dobras da saia dela, eu sentia as coxas dela se juntando, mornas, ela se apertava contra mim e eu achava que aquele momento nunca devia acabar. Quando a mãe dela decidiu deixar a peça abotoada, me disse…
— Vamos, Juan, como é que você ajusta isso?
Pela frente, fui subindo as alças, as tetas se juntavam, se elevando, fazendo um canalzinho do caralho. Eu enfiava a mão nas taças, pegando a teta toda, puxando os mamilos. Eles tavam desesperados, brilhantes, rodeados pela auréola inchada.
— Tá convencido? Tudo se resolve, olha.
Peguei uma teta da mãe dela direto, pesei na mão, e a outra dela também, comparei. Não eram gêmeas, mas eram lindas as duas, e elas continuavam no meu jogo.
A Asun, com as bochechas vermelhas de vergonha, já não aguentava mais a farsa. Pegou meu pau e disse pra mãe dela:
— Olha, mãe, o Juan dá muito conselho, mas olha ele aqui, duro que nem um pau.
— Deixa eu ver? Tá duro mesmo? Parece que sim, vamos ver.
As duas me deixaram cair no sofá. Tive que soltar as duas tetas pra… caindo no assento, elas levantaram meus pés e tiraram meus sapatos, o cinto se abriu e cada uma de um lado baixou minhas calças e a cueca ao mesmo tempo, a pica saltou para o teto, minhas mãos passaram por baixo da saia larga de Asun, entre suas coxas subiram até onde a calcinha dela me impediu de continuar, a mãe dela soltou a saia justa que caiu no chão, umas calcinhas pequenas combinando com o sutiã que ela usava marcavam o fim de suas coxas, sobre o púbis escurecia um tapete de pelos crespos, ela tirou tudo num movimento só.
Ela se abaixou sobre mim para aproximar os peitos da minha boca, enquanto eu os prendia com meus lábios a filha dela soltava a saia e descia pelas pernas a calcinha branca, ela tinha uma virilha desenhada que emoldurava os lábios macios da sua buceta jovem.
Enquanto a mãe dela deixava eu lamber seus peitos mudando à minha vontade, ela se posicionou entre minhas pernas procurando minha pica que estava colada no meu umbigo, ela a puxou para a boca e com os lábios descobriu minha glande, foi introduzindo até tocar a campainha dela, pressionava contra o céu da boca evitando roçar com os dentes.
Quando a saliva escorria pela redondeza dos peitos de Marta, ela subiu no assento do sofá, colocou uma perna de cada lado e abrindo os lábios da buceta os aproximou da minha boca, eu reclinado com uma mão acompanhava a cabeça de Asun nos movimentos descendentes e com a outra enfiava dois dedos na vagina de Marta.
— Filha, que maravilha, que boquete na buceta ela tá me fazendo, como tá a pica dele?
— Mmm, muito gostosa, mãe, quando quiser a gente troca, tô morrendo de vontade de ela me chupar também, faz tempo que ela não faz isso em mim.
— Espera um momento, vou gozar daqui a pouco, tô no limite, não deixa ele gozar.
Minha língua percorria todas as dobras da buceta de Marta, ela ia se contorcendo buscando o máximo prazer, quando uma série de contrações percorreram suas costas, suas mãos apertaram minha cabeça contra a buceta dela, quase não conseguia respirar. Quando os sucos dela chegaram na minha língua, eu engasguei, mas continuei lambendo. O clitóris inchado enchia minha boca. No auge do orgasmo, ela levantou uma perna no encosto do sofá. Minha boca cobria todos os lábios dela. Por baixo das pernas dela, passei minhas mãos e apertei as nádegas contra mim. Ela não conseguia fugir de mim enquanto se contorcia com as convulsões. Os gemidos dela se alternavam com suspiros.
Asun continuava com meu pau na boca, dosando minha excitação. Quando meu pau pulsava no céu da boca dela, ela diminuía as carícias pra misturar com lambidas nas minhas bolas. Olhava pra cima. A visão das coxas da mãe dela abertas e minha boca cobrindo os lábios dela, do clitóris até a buceta, fazia ela chupar meu pau com mais tesão.
Marta se curvou sobre si mesma quando o orgasmo diminuiu de intensidade. Asun se recostou no braço do sofá. Eu me deitei e, enfiando a cabeça entre as pernas encolhidas, alcancei a buceta dela. A garota separou os lábios com os dedos, deixando o clitóris exposto, já inchado. Me joguei nele, aspirei e ele escorregou entre meus lábios. Segurei ele suavemente com os dentes e minha língua foi descobrindo o capuz que o escondia. Sentia ele tremer na ponta da minha língua. Ela beliscava os peitos, puxando os mamilos.
Marta tinha pegado meu pau entre minhas pernas. Com uma mão segurava as bolas e com a outra ia subindo e descendo ao longo da haste. Tava duro e as veias inchadas preenchiam as mãos da mãe. Ela se apoiou nas minhas costas. Senti os peitos dela subindo da minha bunda pelas minhas costas. Ela sussurrou no meu ouvido…
— Juan, mete logo na minha filha. Ela tá morrendo de vontade. Eu espero.
Concordei com a cabeça e, beijando a barriga da Asun, fui subindo pelo estômago dela até os peitos. Tive que me demorar neles. Os mamilos dela me esperavam impacientes. Lambi até que aumentaram duas vezes de tamanho. Quando minha boca chegou na dela, Marta pegou meu pau e apontou pros lábios da Asun. Ela abriu mais os joelhos e a mãe dela encostou a cabeça na buceta dela. buceta, depois se apoiou na minha bunda e se deixou cair, me forçando a enfiar tudo dentro da Asun. Quando ela acariciou minhas bolas puxando elas, me deu a entender que eu bombasse dentro da buceta da garota. Eu fiz isso enquanto ela me acompanhava apertando as bolas de leve.
A abstinência que a Asun acumulava ficou evidente. Quando ela fechou as pernas em volta de mim, me abraçou e levantou a pélvis o máximo que pôde para chegar mais perto de mim. A mãe dela continuou empurrando minha bunda, me forçando a continuar fodendo a filha. Não parou até a Asun estar ofegante, sem ar nos pulmões. Depois, se aproximou da filha e, vendo o suor escorrendo pelos peitos dela, beijou sua testa. Então se virou para mim e me beijou na boca.
Me levantei, mal consegui descansar. Do outro lado do sofá, Marta me esperava de joelhos no assento, com a cabeça apoiada no braço, pernas abertas e se tocando no clitóris por baixo das pernas.
Como um robô, me aproximei dela por trás. Quando peguei suas ancas, a mão da Asun passou por baixo das minhas pernas e, segurando minha pica, a manteve na horizontal, em direção à buceta da mãe. Ela quase não precisou corrigir a trajetória; a cabeça deslizou pela buceta molhada até entrar no buraco molhado. Ela só disse…
— Mmm, filha, quanto tempo sem ter uma pica dentro.
— Agora você tem a melhor, mãe. Aproveita.
— Sim, filha, ela me preenche. É bem grossa e dura do jeito que eu gosto.
Comecei a meter e tirar a pica, primeiro devagar, fui acelerando até quase tirar tudo para enfiar fundo. Marta estava me esperando quando eu ia nela. Só se ouvia ela gemer, mas ela disse…
— Continua, Juan, não para. Enfia tudo até dentro, vou gozar de novo.
Atrás de mim, ouvi a Asun me incentivando no meu ouvido…
— Juan, por favor, goza dentro da minha mãe. Quero que ela sinta seu leite queimando dentro da buceta dela.
Ela pegou minhas bolas e as segurou, acompanhando a pica até que Marta explodiu num orgasmo violento que quase a fez cair. Ela se apoiou no Sentei com a cabeça baixa e a bunda pra cima, me levantei e de cócoras fui enfiando ela em cima até que uma corrente subiu das minhas costas até os ovos, eles pareceram estourar e pela cabeça do pau saiu uma série de jatos de porra que encheu a buceta da Marta, a filha dela ficou esperando entre minhas pernas até eu sair e um fio de leite escorreu devagar da mãe dela.
Sentei exausto mas feliz, o creme da Emi tinha funcionado de novo, na mesma hora a mãe de um lado e a filha do outro grudaram em mim, apoiaram a cabeça no meu ombro, deixei minhas mãos nas coxas delas, elas apertaram minhas mãos com as delas e suspiraram satisfeitas.
Já era tarde pra caralho quando saí da casa da Marta, não me arrependi de não ter saído com a Asun depois do jantar, a noite tinha sido muito mais completa, tava feliz, eram duas mulheres gostosas pra cacete.
Quando me deitei na cama fiquei um tempão acordado, tava feliz com como a vida tava me tratando.
Tava ansioso esperando o jantar que a Emi ia oferecer, ia ser inesquecível.
Continua
Os outros capítulos no meu perfil, desculpa a demora, tava focado nos estudos.
Eu me via incapaz de passar na matéria que mais me preocupava, e ainda por cima estava sozinho. Asun não podia me ajudar porque ela não estudava nessa turma; a mãe dela tinha me recomendado essa outra no passado para eu aperfeiçoar meus estudos.
Nesses dias tão importantes, eu mal dormia. Um dia, passei a tarde inteira sentado na frente do computador e dos livros; à noite, não desci para jantar. Só num momento em que estavam carregando uns temas no computador fui até a cozinha e enchi uma garrafa térmica de café expresso. Quando subi, sentei de novo; meu corpo todo doía, mas continuei até o amanhecer. Acordei em cima da mesa cedo, tinham se passado apenas 45 minutos desde que caí exausto sobre ela. Mal conseguia me mexer; a dor nas costas, no pescoço e nos ombros não me deixava mover.
Desci como um zumbi, não conseguia nem me virar. Saí de casa disposto a ir até a primeira farmácia de plantão e pedir qualquer remédio para a dor que sentia.
Quando saí na rua, a luz do sol me incomodava. Tentei andar debaixo das árvores para aliviar a dor nos olhos. Uma voz feminina me chamou do outro lado da rua.
Mal abri os olhos o suficiente para ver quem estava me chamando. Da grade da casa dela, Emi aparecia. Estava vestindo um roupão caseiro, e um lenço amarrado na testa deixou claro que estava limpando a casa. Quando me aproximei, ela perguntou se eu estava bem. Contei de forma bem resumida como estava ruim e perguntei se ela não tinha um relaxante muscular. Logicamente, ela respondeu que não, mas disse para eu esperar um pouco. Ela entrou na casa dele.
Num cômodo lá dentro, dava pra ouvir o aspirador que uma mulher, que ajudava na limpeza, estava manejando. Quando a Emi saiu, me entregou um envelope. Quando abri, fiquei perplexo: eu esperava uma receita pra comprar uma pomada ou outro remédio, mas no lugar tinha um cartão, um endereço e um nome. A Emi me recomendou que fosse direto pra esse endereço. Era de um Spa, ficava no centro da cidade, mas com uma boa combinação de transporte. Quando saí da casa da Emi, confesso que não tava convencido da solução. Fui mais pra não decepcionar a Emi do que por mim.
O estabelecimento era bem elegante. Quando entrei, fui direto pra recepção. Quando perguntei pela pessoa que tava anotada no cartão, saiu uma mina vestida com um uniforme esportivo, mas ao mesmo tempo elegante, com um sorriso lindo me recebeu. Ela disse que a Emi tinha ligado e dado instruções. A primeira coisa foi me explicar pra ir pros vestiários. Num armário, eu ia encontrar uma bermuda tipo sunga e um chinelo, e que quando saísse, ela ia me esperar perto da piscina do circuito.
— Juan, não sei se você já esteve antes num Spa. A dona Emi é uma cliente muito boa nossa e nos recomendou que tratemos você o melhor possível. Claro que vamos nos esforçar pra que sua estadia seja a mais agradável possível.
— Muito obrigado. A verdade é que nunca estive num Spa, então agradeceria se me orientassem. Não sei se a Emi contou, mas meu maior interesse é conseguir eliminar a rigidez muscular que carrego.
— Tá bem. Primeiro, é fazer o circuito na piscina. Tem uma variedade de jatos d'água que vão massagear seus músculos. Você já vai sentir a melhora. Quando terminar, tem a sauna. Lá você vai relaxar e, depois, com um banho gelado, vai se tonificar. Depois, tem uma série de duchas e corredores onde cada um dos seus músculos vai receber um tratamento. No final, na sala de massagem, você vai sair completamente novo.
A mina me desejou Fiquei de boa na estadia e ela me deixou sozinho. Fui pra piscina, nesse horário não tava muito cheia, só um par de mulheres de meia-idade e um casal de velhos. Tão vazio que pude me esbaldar em cada jato diferente e curtir a força da água, sentindo meus músculos agradecendo as carícias. O casal ficou bem pra trás, mas as duas mulheres me passaram na frente, não paravam de falar, pareciam papagaios, mesmo devagar. Tavam muito animadas, uma ajudando a outra a escolher os aparelhos. Quando terminei na piscina, passei por um corredor de pedras, meus pés molengas sentiram as irregularidades, mas no final, as panturrilhas ficaram mais durinhas. Na sauna, entrei meio desconfiado, já tinha visto na TV ou no cinema como eram, mas essa me pareceu bem menor. Quando entrei, o vapor me deu um baque de calor que não esperava, quase entrei de olhos fechados. Quando consegui me acostumar, vi as duas mulheres num canto, enroladas em toalhas. Uma tava no degrau de cima, enquanto a outra tava sentada entre as pernas dela no de baixo. Eu me contentei em sentar num canto, o suor começou a escorrer pela minha testa, quase não conseguia abrir os olhos, eles lacrimejavam. As duas mulheres me olhavam e comentavam entre si. No fim, uma delas se levantou e veio na minha direção. Quando fez isso, a toalha que a cobria caiu no chão, ela tava totalmente pelada. Meus olhos devem ter me entregado, porque quando chegou do meu lado, tava com um sorriso safado…
— Desculpa me intrometer onde não sou chamada, mas a gente tá vendo você sofrer, suando igual uma fonte. Te aconselho a tirar o short, vai ver a diferença.
— Não deu pra perceber o rubor que subiu nas minhas bochechas, porque tava tudo vermelho, mas obedeci e, quando ela voltou pro lugar, tirei o sungão por baixo da minha toalha.
As duas mulheres, quando me viram tão sem graça, riram ainda mais, principalmente quando minha toalha acabou caindo no chão, me deixando pelado na frente delas, ainda mais porque... sem querer, meu pau ficou duro o suficiente pra apontar pra elas.
Eu criei coragem, não quis passar por criança, levantei e fui até elas, me acariciando o pau num desafio. Elas se olharam e riram de novo, dessa vez às gargalhadas. Me clarearam as ideias quando a que tava sentada no banco de baixo abriu as pernas da amiga e deu uma lambida na buceta depilada, depois passou a língua nos lábios.
Quando voltei pro meu lugar, meu pau tava completamente murcho, tipo um pimentão assado, e minha autoestima do mesmo jeito.
Saí na hora da sauna. As duas mulheres, quando me virei pra me despedir, estavam deitadas num estrado, se comendo mutuamente os cuzinhos num 69 perfeito.
Quando cheguei na sala de massagem, uma garota de uniforme branco de calça veio me receber e mandou eu subir na maca de bruços, colocando o rosto no buraco do apoio. Enquanto eu obedecia, ela preparou umas barrinhas de aroma e colocou uma música moderna, mas numa versão chill-out. Quando ficou do meu lado, olhou a nota que indicava o tipo de massagem, se desculpou e disse que quem ia me atender era a Srta. África, especialista nesse tipo de massagem.
Quando fiquei olhando pro chão pelo buraco do apoio, senti meu corpo todo relaxar, fiquei literalmente colado no lençol. Sobre a bunda, ela tinha deixado a toalha. Quando a nova massagista entrou, me cumprimentou com um "oi" seco.
Eu respondi com o que parecia mais um gemido do que um cumprimento. Quando ela colocou as mãos em mim, procurando os músculos travados, me senti completamente confiante num bom resultado.
Devo confessar que, mesmo quando doía um pouco, eu teria dormido tranquilamente. As mãos ágeis dela pareciam adivinhar cada ponto onde doía mais. O óleo que ela passava facilitava o toque.
Não me importei quando ela massageou a sola dos meus pés, depois foi subindo pelas minhas pernas até chegar nas coxas. Quando me virei na maca, meu pau ficou entre minhas pernas, então a massagista roçava nele cada vez que subia as mãos entre minhas coxas.
Depois do fracasso que tive com as duas mulheres na sauna, a última coisa que me passou pela cabeça foi dar intenção às mãos da profissional.
A garota mal falava comigo, embora não fizesse diferença, eu não estava ligando em nada além da paz que sentia.
Minhas costas estavam completamente banhadas com o óleo aromático, quando ela deu um tapinha na minha bunda mandando eu virar, sem o menor entusiasmo me virei, esperei de olhos fechados, a luz fraca me ajudava a ficar como se estivesse numa nuvem.
Só reagi quando ela disse…
— O que você está fazendo aqui?
Abri os olhos e olhei pra garota, primeiro estranhei a voz, me lembrava algo, mas não sabia o quê, mas quando consegui ver o rosto dela iluminado fiquei pasmo.
— E você, o que faz aqui também?
— Eu trabalho aqui.
— Mas você não está estudando?
— Claro, mas não tenho escolha, tenho que trabalhar pra pagar a faculdade, minha família não tem dinheiro, ninguém sabe que trabalho aqui.
— Bom, não acho ruim, mas não esperava por isso.
— Eu também não e, pra ser sincera, fico feliz que você veio.
— Também fico feliz em te ver e tenho que te parabenizar, você tem umas mãos divinas, está me deixando como novo.
— Obrigada, mas ainda não terminei, espero que quando eu terminar você me valorize ainda mais.
Me relaxei ainda mais, agora estava convencido de que estava em boas mãos.
A garota se posicionou sobre minha cabeça e foi nos meus ombros e no pescoço onde mais doía, agora que nos conhecíamos eu ia indicando onde doía mais e ela ia suavizando meus músculos, depois do pescoço, agiu sobre meu peito, as costelas doíam igual, embora eu não tivesse percebido até agora, quando ela passava o corpo sobre mim escondia a luz e através da blusa branca dela eu adivinhava a roupa íntima que usava.
Com os movimentos enérgicos dos braços dela, os peitos dela balançavam sobre meu rosto, quando ela chegou sobre meu A barriga dela, a blusa subiu tanto que por baixo eu vi na hora o sutiã branco que mal dava conta das tetas, que escapavam por baixo deixando dois dedos de pele de fora.
Ela tava se dedicando de verdade, mas meu pau começou a levantar a toalha por conta própria, nem percebi até ela falar…
— Pô, agora eu me convenço que você tá feliz em me ver.
— Desculpa mesmo, nem tinha notado, que vergonha…
— Pois é, mas teu pau não diz o mesmo.
Enquanto falava isso, ela se colocou do meu lado e, enquanto uma mão passava entre minhas coxas, a outra oleava minha barriga. As mãos habilidosas passavam rápido perto do meu pau, mas no último segundo desviavam.
Isso me dava uma agonia que deixava meu pau ainda mais duro. Ela, cada vez mais perto, roçava minhas bolas, separou meus tornozelos. Agora não tinha mais motivo pra toalha, então ela tirou sem dar importância. O pau tava igual a mastro de bandeira. A mina, com as mãos oleadas, afastava ele de leve pra massagear minha virilha. Cada vez que roçava meu pau, ele ficava tremendo. Aos poucos, foi se concentrando na área, até que com uma mão por baixo pegou as duas bolas de uma vez e levantou apertando de leve.
Com a outra, pegou na haste e foi até a ponta, onde fechou os dedos em volta e cobriu com a pele. Depois, ao contrário, descobriu a glande até embaixo, deixando todas as veias inchadas.
Minha mão caída do lado roçava a cada movimento o cinto com os frascos de óleo que ela usava pendurado. Quando ela se inclinou sobre mim e eu rocei a calça dela, senti no dorso da mão o calor da pele dela.
Sem querer, aproximei minha mão da coxa dela e depois pra bunda. Pela calça fina, senti o elástico da calcinha. Quando passei um dedo por baixo da goma, a mina soltou o cinto do óleo e abaixou a calça até o chão.
As mãos dela já não massageavam meus músculos, estavam acariciando meu pau descaradamente. Eu já tinha minha mão por baixo da calcinha dela. passando de uma nádega pra outra, não achei suficiente e subi a mão por baixo da blusa dela, ela se virou o necessário pra eu alcançar o fecho do sutiã, ao soltar com dois dedos, por baixo da blusa se acusou a liberdade que os peitos dela tinham recuperado.
Ela só soltou meu pau o tempo necessário pra tirar a blusa pela cabeça, o sutiã sem tensão caiu no chão.
Com as mãos, acariciei minha barriga e as untei de óleo, passei elas pelos peitos dela, brilhavam quase tanto quanto minha glande.
Ela se inclinou sobre mim e passou os peitos dela no meu pau, eu abraçava ele entre eles e com a maciez do óleo só sentia a leve aspereza dos mamilos dela.
Embora estivessem mornos, notei muita diferença quando, dos peitos dela, meu pau foi entrar na boca dela, a umidade, a pressão da língua e o efeito de sucção fizeram eu levantar o quadril pra ela me chupar mais fundo.
Uma das minhas mãos buscou entre as coxas dela, separou o suficiente pra facilitar que continuasse procurando até encontrar os lábios da buceta dela, tava úmida o bastante pra meus dedos oleados percorrerem toda a extensão.
A mina manteve as pernas abertas enquanto apertava meu pau por baixo e mantinha ele dentro da boca dela, eu acariciava o clitóris dela devagar mas intensamente, de vez em quando molhava de novo com óleo e seguia com entusiasmo, quando ela separou meus tornozelos e subiu na maca entre eles, encheu a mão de óleo, foi derramando sobre mim, transbordava por todo meu corpo quando ela se agachou e foi escorregando pelas minhas pernas devagar, senti os peitos dela roçando minhas coxas e passando abraçando meu pau que se dobrou sobre minha barriga ao passar quando se pousaram no meu peito, os lábios dela roçaram os meus pra depois buscar minha orelha, ficou mordiscando meu lóbulo, meu pau aguentava o peso da pélvis dela que escorria pelo óleo, com minhas pernas encolhidas eu retinha ela sobre mim, minhas mãos apertavam os dois peitos que pressionavam sobre os meus. costados.
A mina ficou lambendo meu pescoço até que foi subindo em cima de mim até oferecer pros meus lábios um dos mamilos dela, agradeci chupando ele até encher minha boca, depois troquei pelo outro e dei o mesmo tratamento, deixei eles vermelhos e molhados, ela suspirava de olhos fechados.
Quando ela deslizou pra baixo, meu pau já tava esperando, entre as pernas dela deslizou até encontrar os lábios menores abertos, o óleo e os sucos dela fizeram o resto, quando a cabeça foi entrando dentro dela, ela me abraçou e, rastejando pra baixo, enfiou todo o meu pau, chegou a boca no meu ouvido e falou devagar…
— Ahhh! Quanto tempo esperando pra ter você dentro, não faz ideia do quanto desejei isso.
— Adoro estar com você, tem um corpo dos sonhos, mas se a gente só se viu duas vezes…
— Mas foram especiais pra mim, me deixaram muito tesuda.
— Agora que lembro, você fazia muito barulho, não parecia estar se divertindo pouco.
— Não sabe o quanto tá errado, quando você me viu com aquele cara, a gente tava transando no meu quarto, embora fosse melhor dizer que ele transou sozinho, gozou em três minutos, depois se vestiu e foi embora. Eu fiquei de pernas abertas com a buceta escorrendo e ouvindo você e a Asun transando a noite toda, invejava ouvir a Asun gemer e suspirar com seu pau dentro, ainda mais conhecendo ela tão discreta, eu fiquei pulando na minha cama pra vocês ouvirem enquanto colava o ouvido na parede, desde então sempre sonhei em ter você dentro.
— Nunca imaginei, sempre te vi acompanhada, parece uma mina que faz muito sucesso.
— Acredite, nunca tive sorte com caras, pego fácil, mas depois não duram nada.
— Sabe de uma coisa? Gostei quando você abriu a roupa no corredor da sua casa, me impressionou sua simpatia.
— Valeu, mas agora a gente tá aqui. Ah, a propósito, meu nome é Pilar, o de África é pro trabalho.
— Prazer em te conhecer, Pilar, mas sabe… Que Asun é muito importante pra mim, espero que o que a gente tá fazendo hoje não saia daqui.
— Fica tranquilo, Juan, pra mim já basta ter te tido uma vez, não vai sair daqui como você disse.
Dizendo isso, ela sentou em cima de mim, apoiou nos tornozelos e foi sentando e levantando, fazendo eu ver entre as pernas dela como meu pau aparecia e sumia na buceta bem aparada dela.
Agarrei os peitos dela com as mãos, com meus dedos apertava os bicos durinhos pra não escaparem, a barriga lisa dela se deixava cair e receber meu pau duro igual a um pau.
Ela pediu que queria ficar de joelhos e que eu metesse por trás, fiz isso felizão, segurei na cintura dela e quando ela abriu as pernas fui me aproximando até meu pau afundar até o talo, ela baixou a cabeça até a maca e com uns gemidos foi aguentando o primeiro orgasmo, as mãos dela crispadas apertavam o lençol até que foi se recuperando, virou e me beijou na boca agradecendo, depois se deitou e abrindo os joelhos me convidou pra deitar em cima dela, as mãos dela me receberam e pegaram meu pau e minhas bolas e guiaram até a buceta dela, quando ela se certificou que tava na entrada me envolveu a cintura com as pernas e me puxou pra ela, simplesmente entrei até sentir minhas bolas coladas na bunda dela.
Ao me sentir dentro dela, me abraçou apertado, um tremor me mostrou que o segundo orgasmo dela tava chegando, me surpreendeu tão cedo, mas entendi quando vi as lágrimas que escorriam dos olhos dela enquanto ela se sacudia com os espasmos, percebi a necessidade de carinho que ela tinha, talvez por isso que gozei emocionado, me esvaziei quando ela pediu pra gozar dentro dela.
Quando a gente se recuperou, ela me acompanhou até o chuveiro e a gente tomou banho junto, nos despedimos eu lambendo os peitos dela e ela chupando meu pau, depois nos abraçamos, desejei que ela encontrasse um cara que a amasse, depois prometi que voltaria se tivesse outra congestão muscular. Quando voltava pra casa, vi luz na casa da Emi. Espiei pela grade, ainda dava pra ver a faxineira lá dentro. No outro canto, minha amiga estava arrumando os detalhes na mesa da sala. Talvez por intuição, ela se virou pra mim, veio correndo até o portão do jardim, ansiosa pra saber como tinha sido.
— Oi, Juan, como cê tá? Te vejo muito melhor que de manhã.
— Verdade, tô novo em folha. Foi uma ideia genial esse Spa, não imaginava que ia ser tão bom.
— Como te trataram?
— Maravilhosamente bem. Obrigado por ter ligado, me senti muito mais protegido sabendo que você tava cuidando de mim.
— Era o mínimo que eu podia fazer. O que você mais gostou?
— Bom, amei tudo. A piscina era ideal, cada jato d'água me revitalizava na hora. O pior foi a sauna.
— Por quê? Se num instante você fica novo?
— É que rolou uma situação chocante. Paguei mico e fiquei parecendo um idiota.
Contei a cena da sauna, ela ficou rindo imaginando a situação, ainda tava rindo quando continuou…
— E a massagem, o que achou?
— Ah! A massagem foi a melhor parte. A massagista era uma maravilha, me deixou nas nuvens — logicamente não contei o final da massagem — é uma grande profissional?
— Quem te atendeu?
— Bem… uma loira, acho que se chamava… um nome estranho, ah, sim! África, parece.
— Conheço ela, é uma massagista excelente e ainda por cima muito gostosa.
— Pois nisso eu nem reparei — menti — tava tão mal que só me interessava pelo meu pescoço.
— Fico feliz que o tratamento tenha te feito tão bem.
— Sim, falei pra moça que se eu ficar tão mal de novo, volto.
— Com certeza, já sabe a solução. Espero que volte, mas pra outra coisa.
— Bom, obrigado por tudo, Emi. Vou te deixar trabalhar, a gente conversa com mais calma depois.
— Tchau, Juan, até logo.
Ela me mandou um beijo no ar. Quando entrei em casa, tava feliz. Procurei minhas primas, mas não ouvia ninguém. Como tava faminto, entrei na… Na cozinha, encontrei um pratão de macarrão na geladeira, não deixei nada no prato, e ainda fiquei petiscando tudo que achei, depois fui pro meu quarto.
Os dias seguintes foram na mesma, eu me controlava mais nos horários de estudo pra não cair na dor muscular, finalmente chegou a prova temida, a universidade tava cheia de estudantes como eu, todo mundo com medo na cara, o primeiro susto passei na matéria duvidosa, quando saí pareceu que tinha sido mais fácil do que esperava, a verdade é que eu tinha estudado pra caralho, as outras já foram mais tranquilas.
Numa aula encontrei a Asun, como sempre tava sentada na minha frente, me sorriu quando me viu, quando terminamos comentamos a prova, ela também achou que tinha ido bem, como sempre, ela me pareceu mais gostosa que de costume, me veio na cabeça que queria muito passar a tarde com ela, quando falei, ela respondeu…
--- Eu também, Juan, mas hoje é impossível, combinei com minha mãe na casa dela, ela insistiu muito pra eu ir, suspeito que tem alguma surpresa pra mim.
--- Tudo bem, acho que posso esperar, quando der a gente marca, senti muito a sua falta.
--- Eu também, foram uns dias bem puxados, sempre estudando e sem te ver.
Quando cheguei em casa tava muito feliz, mesmo tendo perdido o encontro com a Asun, tava ansioso pra contar pra minha família minhas impressões das provas.
Na cara reinava a alegria, parecia que não era o único que tinha ido bem, embora não soubéssemos as notas finais, as impressões eram boas.
Minhas primas contavam pros pais o que tinham feito nas provas, quando me viram entrar, viraram pra mim e me contaram tudo de novo, meu tio passou o braço no meu ombro e me separou do grupo pra perguntar como tinha ido, contei e ele me apertou contra ele, tava satisfeito comigo.
Quando jantamos, tudo era risada e brincadeira, o clima tinha relaxado depois de tanta tensão acumulada, minha tia olhava pra gente e... Ele se sentia feliz.
Quando terminamos, as meninas subiram pros quartos, eu fiquei a pedido do meu tio, ele quis me incentivar a continuar dedicado pra poder pegar logo as rédeas do negócio da família.
Quando fui pro meu quarto, ouvi risadas no quarto da minha prima Maite, espiei depois de bater com os nós dos dedos, encontrei a Maite deitada e coberta até o pescoço, sentada ao lado dela estava a María.
— Oi, o que vocês tão fazendo? Cê tá doente?
— Ah, então, não exatamente.
— Como eu te vejo toda coberta…
— Tá bom, cê nos pegou, o mistério já era.
Minha prima mais nova foi abaixando o lençol devagar, tava vestida, usava uma camiseta de algodão, mas quando continuou abaixando o lençol, descobri que da cintura pra baixo ela não tava usando nada, eu olhei e vi que a buceta dela tava meio depilada, a María nos olhava na expectativa, no fim as duas caíram na risada.
A María me explicou que queriam me dar uma surpresa, ao mesmo tempo abriu as pernas, por baixo da saia curta eu vi a buceta dela também totalmente depilada.
Me convidaram, já que eu tinha pegado elas, pra ajudar, topei na hora, a Maite tirou o lençol de cima, abriu as pernas de vez, colocou o abajur da mesinha perto iluminando a buceta dela e a María tirou de debaixo da cama a cera que tavam usando, num instante aplicou as tiras na pele e me mandou puxar.
Fiquei com medo, não queria machucar ela, já tinha sofrido na pele uma vez a depilação com cera, mas puxei a tira de uma vez e deixei ela livre dos pelos.
Elas riram de mim com tanto receio, mas num instante deixamos ela perfeita, ela tinha uma buceta linda.
Quando ela se levantou da cama, apontou pro lugar e mandou eu deitar, fiquei gelado, dei um passo pra trás, mas as duas me pegaram e me deitaram, a calça saiu junto com os sapatos e a cueca foi atrás, eu me mexia tentando evitar o que vinha, no fim as irmãs tiveram pena de mim e falaram que primeiro iam me barbear. depois passariam a depiladora elétrica.
Considerei um mal menor, me acomodei com uma garota de cada lado da cama, mas quando Maite pegou uma tesoura e veio na minha direção, duvidei do meu futuro.
Maria me disse que primeiro iria aparar até deixar os pelos bem curtos e depois viria a maquininha.
Eu não queria olhar, mas entre as duas se viravam bem, Maria segurava minha rola flácida e afastava da tesoura, a verdade é que era bem eficiente, já confiante via como ela colocava de um lado ou de outro, quando já estava bem aparado o aspecto da minha rola tinha melhorado muito, já não caía desmaiada, oferecia certa resistência à mão de Maria, ela tratava com suavidade mas com energia que só aumentava sua dureza.
Como tinha as mãos livres, me vingava passando-as entre as coxas de Maite, separando seus lábios macios e percorrendo todo o trajeto, ela, embora atenta ao que estava fazendo, facilitava meus movimentos com sua postura, os peitos de Maria também não escapavam das minhas carícias, já com os mamilos duros foi quando mais energia colocava.
Com a elétrica me deixaram como um bebê, mas não se contentaram com isso, depois foi Maria quem pegou a tesoura e Maite, apertando minhas bolas, foi desviando primeiro da tesoura e depois da maquininha, nem por isso a ereção que já aguentava baixava, as garotas pareciam não notar a dureza do meu membro, quando separaram minhas nádegas já me vi perdido, porque a cera não me perdoou, mas já era tarde, um grito escapou sem querer, mas já estavam aplicando um creme para suavizar minhas nádegas carecas.
Como vingança, me joguei para pegar a camiseta de Maite e arrancá-la pela cabeça de um puxão, ela se esquivou e, saindo dela, ficou nua na minha frente, Maria pulou em cima de mim, levantou sua saia larga e sentou na minha cara, me deixou imobilizado, Maite me pegou pelos tornozelos e os levantou o máximo que pôde, me arqueou para cima até que Maria os segurou, os separou e ficou sua cara entre minhas coxas.
Quando Maite se encostou na minha bunda, lambendo minhas bolas expostas ao alcance dela, Maria abriu a boca pra receber minha pica ereta que ia na direção dela.
Quando senti a umidade dos lábios dela sugando minha glande, minhas bolas se contraíram com a sucção que Maite tinha feito, uma delas escorregou pra dentro da boca dela, as cabeças das duas irmãs se sincronizaram pra não bater uma na outra, quando perceberam que minha pica tava num tamanho e cor suspeita de gozar, me soltaram e resolvi "castigá-las", coloquei elas de joelhos no chão, uma do lado da outra, apoiadas na cama, ficaram com as bundas expostas pra mim, só precisei abrir as pernas delas pra meter a pica alternadamente em cada uma, quando saía de uma, entrava na outra, elas de mãos dadas se olhavam e gemiam, de vez em quando eu enganava e penetrava duas vezes seguidas enquanto enfiava os dedos na outra.
Quando o trinco da porta fez um barulhinho, levantei a cabeça e vi minha tia espiando de leve, quando percebeu que eu tinha visto, fez um sinal de aprovação e fechou devagar, as filhas dela nem perceberam.
Não tinha passado nem dez minutos quando nós três levantamos as cabeças prestando atenção, do quarto dos pais saía um rumor de gemidos e suspiros que foi crescendo até ouvir a mãe delas gritando com o marido.
--- Mete a pica toda, Antônio, mais ainda, ou melhor, mete o Carlinhos - o consolador gigante - ou os dois ao mesmo tempo.
Nós viramos e continuamos na nossa, Maite foi a primeira a gozar, fiquei dentro dela enquanto ela curtia o orgasmo, minha pica sentia a buceta dela vibrando, enquanto com dois dedos dentro de Maria eu mantinha ela no maior tesão, deu tempo exato de quando Maite caiu no lençol, eu meter em Maria que já tava me implorando, em só umas poucas penetradas, ela se agarrou no lençol e aguentou como pôde as fortes sacudidas, me pediu pra não sair de dentro. Ela, eu não fiz isso até descarregar dentro dela vários jatos de porra. A irmã dela recolheu com a mão quando começaram a sair devagar ao puxar meu pau.
Ainda dava pra ouvir os gritos da minha tia no quarto dela quando saí do quarto da Maite indo pro meu. Por curiosidade, espiei o quarto dos meus tios ao ver uma fresta de luz — a Ana tinha deixado assim pra eu espiar. Ela estava sentada em cima do marido, de costas pra ele e de frente pra porta, com as pernas abertas, na minha frente me mostrando o pauzão do Antonio enfiado no cu dela e o vibrador na buceta dela. Ela me mandou um beijo no ar e mordeu o lábio.
Quando cheguei no meu quarto, tomei um banho e quase bati uma punheta em homenagem à minha tia Ana.
Ainda se passaram vários dias até nos avisarem que as listas oficiais com as notas das provas tinham saído. Fui rápido, mesmo tendo bastante esperança de ter passado. A gente se amontoava na frente das listas. Quando consegui chegar perto, procurei meu sobrenome. Tava muito nervoso, minhas mãos suavam, mas finalmente: passei com nota. Puxaram minha camisa, me virei e, duas fileiras atrás, vi a Asun me perguntando. Procurei o sobrenome dela de novo e, de fato, ela tinha tirado a nota máxima. Quando contei pra ela ao sair da multidão que se formou, ela se pendurou no meu pescoço me beijando de alegria. Ela me acompanhou até a outra sala, que era a que mais me preocupava. Ela se adiantou e começou a procurar. Um grito de alegria me avisou que eu tinha passado na prova — o que ela não tinha dito é que foi com um notão. Dessa vez, fui eu quem abraçou ela, dando um beijo na boca que fez vários jovens se virarem e nos assobiarem de admiração.
Saímos em direção à cafeteria. De longe, vimos a Marta, mãe da Asun. Ela correu até ela e contou as notas dela e as minhas. A Marta ficou muito feliz e me deu dois beijos na bochecha. Convidei elas pra um aperitivo e, enquanto a gente bebia uma cerveja, a Asun me contou que estava passando uma temporada na casa da mãe dela. nos olhava enquanto falávamos sem parar, num silêncio, nos interrompeu e disse…
— Galera, um momento, vejo que vocês tão afim de conversar, que tal continuarmos essa conversa em casa? Juan, quer vir jantar hoje à noite?
— Bom… claro, adoraria.
— Tá falado, hoje à tarde você passa lá em casa, agora Asun, a gente precisa ir, até logo Juan.
Quando cheguei na casa da Marta à tarde, estava bem arrumado, mesmo sendo só um jantar em casa, eu tinha esperança de sair com a Asun mais tarde, quem sabe até ir pro apartamento de estudante dela, tava morrendo de vontade de ficar com ela e, porra, por isso levei no bolso o creme que a Emi tinha me dado, claro.
Quando a porta da casa da Marta se abriu, fiquei alucinado, a Asun estava linda demais, tinha uma maquiagem sutil, coisa que nunca tinha visto nela, além disso, usava uma saia larga e uma camisa branca, totalmente diferente do normal, sempre de suéter e calça. Um pigarro me tirou do encanto, do lado dela estava a Marta, a mãe dela. A cara que eu fiz devia ser um poema, porque a Asun me disse…
— Juan, cê tá bem? Ficou pasmado.
— Hum, desculpa, mas fiquei extasiado, você tá maravilhosa, mas sua mãe parece sua… irmã.
As duas caíram na risada, me beijaram e me fizeram entrar. A Marta usava uma saia justa e uma blusa larga colorida com um decote bem generoso. Depois de um tempo na sala, combinaram que a gente podia jantar, logicamente me ofereci pra ajudar a pôr a mesa. Quando coloquei a toalha, percebi que a camisa da Asun estava desabotoada bem onde começava o canal das tetinhas jovens dela, mandei um beijo no ar, ela sorriu safada.
A mãe dela tava atarefada na cozinha, num momento a gente se cruzou, eu e a Asun, ela saía da cozinha com um monte de talheres e eu entrei, a mãe dela tava agachada na frente do forno. Passei por trás dela e, segurando na cintura, me apertei contra a bunda dela, ela se encolheu e me disse ao se levantar…
— Cê tá louco? A Asun vai nos ver.
— Marta, você é uma gostosa, tem um corpo divino.
Quando eu disse isso, ela se inclinou pra trás e apoiou a cabeça no meu ombro, beijei seu pescoço, ela tremeu de novo.
— Por favor, Juan, se controla, não seja mau comigo.
Quando parei de ouvir os talheres, saí com as taças, nos cruzamos e deixei ela passar fazendo biquinho.
Quando sentamos à mesa, tinha uma beleza de cada lado, o jantar estava uma delícia, a Marta cozinhava muito bem. O peixe que ela fez no forno sumiu num instante, regado por um bom vinho branco e uma conversa agradável, não demoramos pra levantar da mesa pesadamente, o café foi servido numa mesinha auxiliar entre os sofás.
Saboreando o café, me contaram que a Marta tinha contratado uma viagem por toda a América do Sul, além do México, claro que ela contou que a Asun iria junto, ela estava toda empolgada, iam percorrer os países mais bonitos e ver os lugares mais interessantes, a filha já tinha um roteiro programado na internet, logo pegou um tablet, sentaram do meu lado e ficaram me mostrando as rotas que tinham planejado, fiquei com inveja de ver tanta maravilha.
As duas mulheres inclinadas sobre o tablet apoiado nas minhas pernas quase juntavam as cabeças em cima de mim, eu aspirava o aroma de cada uma, Marta cheirava a violetas e Asun um perfume suave de lavanda, adorava tê-las do meu lado, com os braços segurava elas pelos ombros, ao ver o decote caído da Marta, meu pau não demorou a reagir, os peitos milf dela se destacavam das taças do sutiã preto que ela usava, uma renda de filé emoldurava os dois globos, enquanto à minha direita os botões abertos da camisa da Asun deixavam ver os peitos jovens que, embora não tão fartos quanto os da mãe, na posição que ela estava pendiam dentro do sutiã branco.
Minhas mãos passeavam pelas costas das duas mulheres, ao roçar os fechos dos sutiãs, eu me distraía passando os dedos por baixo deles, o calor das suas corpos me irritava.
Perguntei se já tinham comprado todas as roupas que precisariam, já que passariam por todos os climas, desde as praias do Caribe até as geleiras do Chile. Elas disseram que não, que decidiram comprar conforme fossem chegando aos lugares, mas Asun disse…
— O que a gente já comprou foi a roupa íntima, não sabemos onde vamos encontrar por lá, e minha mãe é muito exigente com lingerie…
— Não é tanto assim, embora ela tenha bom gosto — eu disse.
Marta viu uma oportunidade, levantou na hora e disse…
— Reconheço que gosto de lingerie bonita, quer ver o que comprei?
Asun ficou um pouco surpresa, mas ao me ver animado, incentivou a mãe a mostrar.
Talvez fosse a influência do vinho branco que a empurrava, mas quando a mãe voltou com várias caixas, ela tirou a bandeja de cima das minhas pernas e viu claramente o volume que eu tinha debaixo da calça, mas só apertou minha rola e não disse nada.
Ela estava nervosa para me mostrar as peças da mãe, fez espaço na mesinha e foi abrindo as caixas, quase não deixava a mãe fazer isso. Eu só fazia gestos de admiração. A mãe tirava os sutiãs e calcinhas e os colocava sobre a roupa dela. Eu elogiava a beleza das peças, tinha de todos os tipos: renda, tule, seda, com bojos mais ou menos altos e de todas as cores. Eu disse…
— Adoro, mas isso é pras duas, né?
— Não, são só da minha mãe, eu só tenho umas três ou quatro.
— Bom, como vocês são iguais, podem trocar entre si, parecem irmãs.
Marta se sentiu lisonjeada, enquanto Asun dizia…
— Acho que não, minha mãe tem muito mais peito que eu.
— Impossível, ela tem uns peitos de adolescente — exagerei.
— Sério que você acha? Eu acho os meus muito feios.
Mas Marta já estava abrindo a blusa, tirou-a da saia e ficou só de sutiã…
— Feios? Quem disse isso? Acho eles perfeitos.
— Viu? Minha mãe tem muito mais. mais do que eu.
— Não acredita nisso, é só por causa do modelo do sutiã, em você ficaria igual a ela.
Marta tinha soltado o fecho da peça, as alças caíam pelos ombros, enquanto ela segurava as taças para não deixar cair dos peitos.
— Toma, experimenta você, acho que o Juan tem razão, ele entende muito.
Asun primeiro hesitou, mas ao ver a mãe segurando os peitos com as mãos, se animou e, levantando-se decidida, terminou de desabotoar os botões da camisa que restavam, com dois puxões tirou a camisa da saia, um sutiã branco, bem mais discreto que o da mãe, sustentava seus seios menores.
— Tá vendo? Em mim ia ficar grande.
Enquanto dizia isso, ia soltando os ganchos de trás, as taças ficaram presas pelas mãos, quando a mãe estendeu a peça ela soltou, deixando cair a dela, os dois peitos ficaram à mostra, os mamilos apontando pra frente.
A mãe também tinha soltado os peitos com a desculpa de abotoar pra ela pelas costas, num dado momento estavam uma do lado da outra com os peitos paralelos.
Meu pau estava pressionado na calça, não parava de mudar de posição pra tentar direcioná-lo pra baixo, mas não conseguia, a sorte veio me ajudar, ou pelo menos foi o que pensei.
— Eu tinha razão, viu como sobra em todo lugar?
— Espera um pouco, só falta um ajuste.
Levantei como um estalo, soltei o sutiã de novo e tirei ele, ao ficar perto da garota, do outro lado estava a mãe, as duas com o par de peitos a centímetros das minhas mãos, minhas mãos tremiam tentando esticar as alças e encurtá-las, as fivelas pareciam grudadas, soltou de repente e minha mão foi parar no peito direito da Marta, ela sem se mexer disse…
— Deixa que eu ajudo, segura desse lado.
Pegou de um lado a alça enquanto eu puxava a fivela, pra fazer mais força apoiou as mãos sobre os peitos arrastando as minhas, Asun colada em nós, olhava os esforços. O que a gente tava fazendo? Eu queria ajudar na tarefa e ela se apertava contra meu braço, sentia a dureza do mamilo pressionando minha pele. Eu, entre as duas, tentava cruzar as pernas porque meu pau descia pela perna da calça depois de escapar da cueca. A coxa da Marta ficava colada em mim, roçando sem parar a cada movimento. As mãos se confundiam, misturadas com as tetas, quando a fivela soltou, a alça deslizou e eu me separei das duas mulheres. Pela frente, abracei a Asun por trás pra fechar o sutiã, as tetas dela grudaram em mim, duras do jeito que estavam. A mãe dela se encostou nas costas dela, buscando minhas mãos com os mamilos, enquanto ela tirava o fecho das minhas mãos. Eu fingia que tava difícil abotoar a peça na filha, apertava as tetas dela por baixo e levantava até os mamilos duros aparecerem. Aquele momento breve foi mais que excitante. A Asun, colada em mim, sentia o volume do meu pau entre as dobras da saia dela, eu sentia as coxas dela se juntando, mornas, ela se apertava contra mim e eu achava que aquele momento nunca devia acabar. Quando a mãe dela decidiu deixar a peça abotoada, me disse…
— Vamos, Juan, como é que você ajusta isso?
Pela frente, fui subindo as alças, as tetas se juntavam, se elevando, fazendo um canalzinho do caralho. Eu enfiava a mão nas taças, pegando a teta toda, puxando os mamilos. Eles tavam desesperados, brilhantes, rodeados pela auréola inchada.
— Tá convencido? Tudo se resolve, olha.
Peguei uma teta da mãe dela direto, pesei na mão, e a outra dela também, comparei. Não eram gêmeas, mas eram lindas as duas, e elas continuavam no meu jogo.
A Asun, com as bochechas vermelhas de vergonha, já não aguentava mais a farsa. Pegou meu pau e disse pra mãe dela:
— Olha, mãe, o Juan dá muito conselho, mas olha ele aqui, duro que nem um pau.
— Deixa eu ver? Tá duro mesmo? Parece que sim, vamos ver.
As duas me deixaram cair no sofá. Tive que soltar as duas tetas pra… caindo no assento, elas levantaram meus pés e tiraram meus sapatos, o cinto se abriu e cada uma de um lado baixou minhas calças e a cueca ao mesmo tempo, a pica saltou para o teto, minhas mãos passaram por baixo da saia larga de Asun, entre suas coxas subiram até onde a calcinha dela me impediu de continuar, a mãe dela soltou a saia justa que caiu no chão, umas calcinhas pequenas combinando com o sutiã que ela usava marcavam o fim de suas coxas, sobre o púbis escurecia um tapete de pelos crespos, ela tirou tudo num movimento só.
Ela se abaixou sobre mim para aproximar os peitos da minha boca, enquanto eu os prendia com meus lábios a filha dela soltava a saia e descia pelas pernas a calcinha branca, ela tinha uma virilha desenhada que emoldurava os lábios macios da sua buceta jovem.
Enquanto a mãe dela deixava eu lamber seus peitos mudando à minha vontade, ela se posicionou entre minhas pernas procurando minha pica que estava colada no meu umbigo, ela a puxou para a boca e com os lábios descobriu minha glande, foi introduzindo até tocar a campainha dela, pressionava contra o céu da boca evitando roçar com os dentes.
Quando a saliva escorria pela redondeza dos peitos de Marta, ela subiu no assento do sofá, colocou uma perna de cada lado e abrindo os lábios da buceta os aproximou da minha boca, eu reclinado com uma mão acompanhava a cabeça de Asun nos movimentos descendentes e com a outra enfiava dois dedos na vagina de Marta.
— Filha, que maravilha, que boquete na buceta ela tá me fazendo, como tá a pica dele?
— Mmm, muito gostosa, mãe, quando quiser a gente troca, tô morrendo de vontade de ela me chupar também, faz tempo que ela não faz isso em mim.
— Espera um momento, vou gozar daqui a pouco, tô no limite, não deixa ele gozar.
Minha língua percorria todas as dobras da buceta de Marta, ela ia se contorcendo buscando o máximo prazer, quando uma série de contrações percorreram suas costas, suas mãos apertaram minha cabeça contra a buceta dela, quase não conseguia respirar. Quando os sucos dela chegaram na minha língua, eu engasguei, mas continuei lambendo. O clitóris inchado enchia minha boca. No auge do orgasmo, ela levantou uma perna no encosto do sofá. Minha boca cobria todos os lábios dela. Por baixo das pernas dela, passei minhas mãos e apertei as nádegas contra mim. Ela não conseguia fugir de mim enquanto se contorcia com as convulsões. Os gemidos dela se alternavam com suspiros.
Asun continuava com meu pau na boca, dosando minha excitação. Quando meu pau pulsava no céu da boca dela, ela diminuía as carícias pra misturar com lambidas nas minhas bolas. Olhava pra cima. A visão das coxas da mãe dela abertas e minha boca cobrindo os lábios dela, do clitóris até a buceta, fazia ela chupar meu pau com mais tesão.
Marta se curvou sobre si mesma quando o orgasmo diminuiu de intensidade. Asun se recostou no braço do sofá. Eu me deitei e, enfiando a cabeça entre as pernas encolhidas, alcancei a buceta dela. A garota separou os lábios com os dedos, deixando o clitóris exposto, já inchado. Me joguei nele, aspirei e ele escorregou entre meus lábios. Segurei ele suavemente com os dentes e minha língua foi descobrindo o capuz que o escondia. Sentia ele tremer na ponta da minha língua. Ela beliscava os peitos, puxando os mamilos.
Marta tinha pegado meu pau entre minhas pernas. Com uma mão segurava as bolas e com a outra ia subindo e descendo ao longo da haste. Tava duro e as veias inchadas preenchiam as mãos da mãe. Ela se apoiou nas minhas costas. Senti os peitos dela subindo da minha bunda pelas minhas costas. Ela sussurrou no meu ouvido…
— Juan, mete logo na minha filha. Ela tá morrendo de vontade. Eu espero.
Concordei com a cabeça e, beijando a barriga da Asun, fui subindo pelo estômago dela até os peitos. Tive que me demorar neles. Os mamilos dela me esperavam impacientes. Lambi até que aumentaram duas vezes de tamanho. Quando minha boca chegou na dela, Marta pegou meu pau e apontou pros lábios da Asun. Ela abriu mais os joelhos e a mãe dela encostou a cabeça na buceta dela. buceta, depois se apoiou na minha bunda e se deixou cair, me forçando a enfiar tudo dentro da Asun. Quando ela acariciou minhas bolas puxando elas, me deu a entender que eu bombasse dentro da buceta da garota. Eu fiz isso enquanto ela me acompanhava apertando as bolas de leve.
A abstinência que a Asun acumulava ficou evidente. Quando ela fechou as pernas em volta de mim, me abraçou e levantou a pélvis o máximo que pôde para chegar mais perto de mim. A mãe dela continuou empurrando minha bunda, me forçando a continuar fodendo a filha. Não parou até a Asun estar ofegante, sem ar nos pulmões. Depois, se aproximou da filha e, vendo o suor escorrendo pelos peitos dela, beijou sua testa. Então se virou para mim e me beijou na boca.
Me levantei, mal consegui descansar. Do outro lado do sofá, Marta me esperava de joelhos no assento, com a cabeça apoiada no braço, pernas abertas e se tocando no clitóris por baixo das pernas.
Como um robô, me aproximei dela por trás. Quando peguei suas ancas, a mão da Asun passou por baixo das minhas pernas e, segurando minha pica, a manteve na horizontal, em direção à buceta da mãe. Ela quase não precisou corrigir a trajetória; a cabeça deslizou pela buceta molhada até entrar no buraco molhado. Ela só disse…
— Mmm, filha, quanto tempo sem ter uma pica dentro.
— Agora você tem a melhor, mãe. Aproveita.
— Sim, filha, ela me preenche. É bem grossa e dura do jeito que eu gosto.
Comecei a meter e tirar a pica, primeiro devagar, fui acelerando até quase tirar tudo para enfiar fundo. Marta estava me esperando quando eu ia nela. Só se ouvia ela gemer, mas ela disse…
— Continua, Juan, não para. Enfia tudo até dentro, vou gozar de novo.
Atrás de mim, ouvi a Asun me incentivando no meu ouvido…
— Juan, por favor, goza dentro da minha mãe. Quero que ela sinta seu leite queimando dentro da buceta dela.
Ela pegou minhas bolas e as segurou, acompanhando a pica até que Marta explodiu num orgasmo violento que quase a fez cair. Ela se apoiou no Sentei com a cabeça baixa e a bunda pra cima, me levantei e de cócoras fui enfiando ela em cima até que uma corrente subiu das minhas costas até os ovos, eles pareceram estourar e pela cabeça do pau saiu uma série de jatos de porra que encheu a buceta da Marta, a filha dela ficou esperando entre minhas pernas até eu sair e um fio de leite escorreu devagar da mãe dela.
Sentei exausto mas feliz, o creme da Emi tinha funcionado de novo, na mesma hora a mãe de um lado e a filha do outro grudaram em mim, apoiaram a cabeça no meu ombro, deixei minhas mãos nas coxas delas, elas apertaram minhas mãos com as delas e suspiraram satisfeitas.
Já era tarde pra caralho quando saí da casa da Marta, não me arrependi de não ter saído com a Asun depois do jantar, a noite tinha sido muito mais completa, tava feliz, eram duas mulheres gostosas pra cacete.
Quando me deitei na cama fiquei um tempão acordado, tava feliz com como a vida tava me tratando.
Tava ansioso esperando o jantar que a Emi ia oferecer, ia ser inesquecível.
Continua
Os outros capítulos no meu perfil, desculpa a demora, tava focado nos estudos.
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