Juan e eu crescemos juntos, jogamos juntos, tivemos nossas primeiras namoradas juntos. Fizemos o curso de oficiais da polícia juntos. Mas o tempo mudou parte dos nossos planos.
Depois de um ano trabalhando como policial, me mudei pra outra cidade, fui pra missões morar com uma mina que conheci num site chamado ContatosSex. Com o tempo, terminei com ela — e, sinceramente, foi o melhor, porque as missioneiras são muito fogosas e tive a chance de conhecer várias mulheres policiais daqui, realmente muito safadas.
Naquela época, eu não fazia ideia do que tava rolando na minha cidade natal, San Isidro, zona norte. Minha família me mantinha longe de qualquer notícia boa ou ruim que acontecesse por lá. E redes sociais? Uso quase nada.
Faltando uns dias pra eu ir pra praia de férias com uns amigos, encontrei um amigo do bairro no Facebook, que me contou que o Juan tinha morrido numa operação trágica. A notícia me abalou pra caralho, porque o Juan tinha sido meu melhor amigo, um grande parceiro, e eu queria ter ajudado em algo ou pelo menos ido no enterro dele. Por isso, liguei pra casa dele e conversei com a mãe, que me disse que o Juan tinha deixado a mulher quase recém-casados. Pedi pra ela me esperar, que eu iria em alguns dias.
Voltei pra Buenos Aires não só pra visitar minha família, mas pra consolar a mãe do Juan, conhecer a mulher do meu amigo e descobrir o que realmente tinha acontecido...
Pois é, voltei pra minha cidade e, depois de me instalar, fui visitar a mãe do Juan. Ela é uma senhora bem jovem e bonita pra idade dela (52), mas tava muito mal — a morte do filho tinha afetado ela demais. Quando me viu, desabou em choro, lembrando do filho. Conversamos bastante e ela me perguntou se eu queria conhecer a nora dela. Respondi que adoraria.
Depois de se arrumar, saímos pra casa da nora. Elena tocou a campainha e apareceu uma gostosa do caralho!!!!!! Daiana — é assim que ela se chama — estava fumando, com uma blusa preta e saia jeans. É uma mulher linda, 1,70 m de altura. Moreninha, com olhos grandes e lindos, cabelo comprido até o meio das costas. O corpo dela é uma maravilha: peitos grandes, firmes e empinados, uma bunda maravilhosa e pernas de modelo.



Enfim, era uma verdadeira mulher apesar dos seus tenros 23 anos. Elena me apresentou e, sinceramente, fiquei totalmente encantado por ela desde aquele instante.
Já tinham se passado três meses da morte do Juan, e ela (Dai) ainda estava afundada em lágrimas, então tentei consolá-la e a puxei para perto de mim, mas ela reagiu tentando se afastar. Foi quando Elena — a sogra dela — disse que eu era o melhor amigo, como um irmão para o Juan e que era praticamente da família. Com isso, Dai aceitou o abraço, mas dava pra sentir uma certa resistência nela.
A gente conversou bastante, tentando desviar do assunto da morte do Juan e fazer com que aquelas duas gostosonas ficassem bem. Aí me veio uma ideia genial: convidá-la pra jantar, pra distrair um pouco a tristeza. Dai disse que não, mas Elena falou que era necessário sair daquele isolamento em que as duas estavam se enfiando de livre e espontânea vontade. Então elas aceitaram ir jantar, mas num lugar mais reservado.
Na hora de nos despedir, dei um beijo suave na bochecha da Dai e falei que passaria pra buscá-la às 7:30 da noite, já que moro perto dela, e que depois a gente pegaria a Elena.
Chegou a noite, tive que me desculpar com minha família, que tinha ido me visitar, por não poder dar atenção a eles, e saí rumo à casa da Dai. Ela já estava pronta (raro numa mulher daquela idade), e tava linda demais. Usava um vestido preto que a fazia parecer uma deusa. Quando a vi, cumprimentei ela de novo com um beijo, que ela aceitou, e falei: "O Juan devia ser o homem mais feliz do mundo inteiro". Ela perguntou: "Por quê?" "Pela beleza de mulher que ele teve." Ela ficou meio corada, olhando nos meus olhos, e agradeceu pelo elogio.
Chegamos na casa da Elena, e ela disse que estava meio indisposta e que a gente fosse sozinho. Dai não gostou da ideia e quis cancelar tudo, mas a Elena insistiu de novo pra ela aceitar meu convite. Dai não queria porque o marido tinha morrido fazia pouco tempo e ela achava que não era certo. respondi pra ela que eu era um grande amigo da família e que todo mundo sabia disso, que ela não se preocupasse.
Saímos com o Dai pra um restaurante meio reservado e tranquilo. Conversamos de um jeito bem agradável. Ela me contou como conheceu o Juan e as aventuras deles. Na hora de sair do restaurante, ela me perguntou se eu conhecia as coisas novas da cidade, e eu falei que não, porque já tava fora há uns sete anos e tudo era realmente novo pra mim.
Naquela noite, a Dai virou minha guia turística. Quando chegamos na costanera de Buenos Aires, os olhinhos dela se encheram de lágrimas, porque trazia lembranças do Juan. Eu peguei ela no colo e fui consolando com carinho. Ela soluçava e eu dei um beijo na testa dela. Ela ficou me olhando e na hora eu dei outro na bochecha, perto do canto da boca dela. Ela me deu um beijo na bochecha e agradeceu por "eu ser tão bom com ela". Saímos do carro e caminhamos; depois de um tempo, ela disse que queria voltar pro carro porque tava com frio. Respondi que ia esquentar ela, que não se preocupasse. Ela não falou nada, mas eu abracei ela por trás, rodeando com meus braços. Ela tremeu e jogou a cabeça pra trás. Beijei ela de novo na bochecha, dizendo que ia proteger ela de tudo e que ela não precisava temer nada, que podia contar comigo pra tudo.
Ela tentou virar a cabeça pra trás pra me dar um beijo de agradecimento, bem na hora que eu tentava beijar a bochecha dela, mas nossas bocas se encontraram pra surpresa nossa e a gente se deu um beijo sem querer na boca. Ela se afastou na hora de mim pedindo desculpa, ao mesmo tempo que eu também pedia. Reagi e falei que tinha sido culpa minha e que aquilo não significava nada (mas na minha mente tava um total descontrole). Ela disse pra gente ir embora, que já era tarde. Pedi desculpa e ela falou que não tinha nada pra desculpar. Pedi pra ficarmos mais um pouco e ela repetiu que era tarde e que melhor outro dia a gente continuava nosso tour pela cidade.
Durante aquela noite, eu Foi impossível pegar no sono. Tinha sido emoção demais pra um dia só. Conheci ela; fiquei apaixonadão e, pra completar, beijei ela. Já tava amanhecendo quando finalmente consegui dormir.
Eram umas 10 da manhã quando me acordaram porque a Elena tava me ligando. Ela perguntou se eu podia acompanhar ela até o centro de Vicente López pra ver uma propriedade que o Juan tinha deixado, e que queria que eu fosse junto. Quando cheguei na casa dela, a Dai apareceu e a gente falou pra onde ia, e convidamos ela pra ir. Ela topou, então levei ela em casa enquanto a Elena terminava de se arrumar.
No caminho pra casa da Dai, falei que tava muito arrependido pelo que rolou na noite anterior. Ela disse pra eu esquecer aquilo, que não foi nada. Eu falei que pra mim foi algo enorme e marcante, tanto que não consegui dormir a noite inteira, que fiquei pensando no doce que foi sentir os lábios dela. Ela me olhou e disse que tinha algo pra confessar: que mesmo tendo me conhecido só ontem, se sentia à vontade e com confiança em mim, e que a verdade é que aquele beijo tinha mexido um pouco com ela também.
Na hora, a gente tentou mudar o clima e começou a cantar e se divertir. Ficamos rindo, dando gargalhada e zoando o caminho inteiro. Quando chegamos em Vicente López, nosso astral era totalmente diferente. Via uma Dai alegre e otimista, uma Elena cheia de vida e entusiasmo. A gente se instalou na casa da Elena. Elas no andar de cima, enquanto eu fiquei no térreo.
Quando o entardecer chegou, a Elena disse que queria descansar da correria da manhã e perguntou se a gente queria sair pra caminhar. E foi o que fizemos. A Dai de shortinho curto e uma camiseta quase transparente e fresca, curtindo um cigarro. Eu também de short e camiseta, mas de tênis.
Caminhamos um bom tempo pela costa de Vicente López e, entre uma zoeira e outra, ela saiu correndo me desafiando. que eu a pegasse. Tava quase agarrando ela, quando tropecei em alguma coisa e caí. Ela, me vendo caído, voltou pra me ajudar. A verdade é que meu pé tava doendo, mas quando vi ela chegando, agarrei ela e fiz cair na areia, ficando por cima. Aquele momento foi maravilhoso, porque, me vendo por cima dela, instintivamente dei um beijo doce na boca dela. Ela olhou nos meus olhos sem dizer nada, e eu aproveitei pra dar outro beijo, mas dessa vez abrindo a boca dela com minha língua. Ela tremeu ao sentir minha língua e só se deixou levar pelo beijo. Nossas línguas se entrelaçaram, primeiro de um jeito suave, pra depois ir aumentando a intensidade. Ela reagiu, se afastou de mim, dizendo que isso não podia acontecer, e foi pra casa em silêncio.
Quando a noite chegou, Elena nos chamou pra sair pra jantar. Fomos a um restaurante pequeno na Avenida Libertador. Tinha pouca gente e música de fundo. Comemos e, na sobremesa, Elena fala: "olha aquele casal de jovens, parece que vão fazer amor ali mesmo". Era um casal de namorados do lado de fora do restaurante se beijando sem vergonha, provavelmente pela intensidade das carícias, pra eles não existia ninguém por perto. Continuamos a conversa, mas notei que a Dai quase não tirava os olhos daquele casal. Ela tava sentada na minha frente, do lado da Elena, então era fácil pra ela ver tudo que tava rolando. De repente, Elena disse: "olha aqueles sem-vergonha". O cara tinha colocado a mão por dentro do shortinho que ela usava, e dava pra ver na cara dela o prazer que tava sentindo. Quando olhei pra Dai, notei o rosto dela meio vermelho e a respiração meio ofegante, o que me fez pensar que ela tava sendo afetada por aquela cena de luxúria.
Saímos e fomos pra casa. Já em casa, Elena usou o banheiro primeiro; ele ficava bem ao lado do meu quarto. O banheiro de cima tava quebrado, então elas tinham que usar esse mesmo.
Eu tava no meu quarto... esperando pra usar o banheiro, quando vejo a Dai entrar lá também.
Pouco depois, me pareceu ouvir uns choros no banheiro. Cheguei perto da porta pra perguntar se ela tava bem, mas qual não foi minha surpresa quando percebi que não era choro, era gemido e respiração pesada...
Fiquei paralisado na porta do meu quarto, quando ela saiu e ficou me encarando bem nos olhos.
Quando passou pela minha porta, não consegui segurar meu desejo e agarrei o braço dela. Antes que ela dissesse qualquer coisa, beijei ela com tudo na boca, e ela respondeu do mesmo jeito. Puxei ela pra dentro do meu quarto e fechei a porta, enquanto beijava o pescoço dela e passava a mão no corpo dela. Ela começou a gemer e falar: não, não, não. Mas o corpo dela dizia sim, sim, sim.
Encostei ela na parede, acariciando as pernas dela, cheio de vontade e desejo, enquanto ela se contorcia por causa da puta excitação que tava sentindo.
Fiquei paralisado na porta do meu quarto, quando ela saiu e ficou me encarando bem nos olhos.
Quando passou pela minha porta, não consegui segurar meu desejo e agarrei o braço dela. Antes que ela dissesse qualquer coisa, beijei ela com tudo na boca, e ela respondeu do mesmo jeito. Puxei ela pra dentro do meu quarto e fechei a porta, enquanto beijava o pescoço dela e passava a mão no corpo dela. Ela começou a gemer e falar: não, não, não. Mas o corpo dela dizia sim, sim, sim.
Encostei ela na parede, acariciando as pernas dela, cheio de vontade e desejo, enquanto ela se contorcia por causa da puta excitação que tava sentindo.
Ela arrancou minha camiseta e começou a me beijar e chupar meu peito, depois minha barriga. Eu tava no céu, tava muito tesudo. Levantei ela e carreguei até a cama, que rangeu com o nosso peso, então tirei o colchão e joguei no chão.
Deitei ela, tirei a roupa dela, deixando à mostra uns peitos deliciosos, coroados por uns biquinhos rosados grandes e durinhos. Me joguei neles pra beijar, chupar, no meio dos gemidos da Dai. A gente se apertava forte, como se tentasse se fundir num só. Ela agarrou meu cabelo e me guiava pra onde queria que eu beijasse. Aos poucos, me levou até a altura da calcinha fio dental dela. Eu a baixei com a boca, enquanto ela pressionava minha cabeça com força contra a virilha dela. A Dai se contorceu violentamente quando comecei a beijar e chupar a parte interna das coxas dela, avançando devagar até a buceta dela, que me convidava a aproveitar. Com minha língua, comecei a passar sobre os lábios externos dela, brincando pros lados igual língua de cobra, fazendo ela curtir ao máximo aquele momento.
Eu tava completamente alucinado com aquela delícia que tava saboreando. Aos poucos, fui enfiando minha língua até encontrar o clitóris dela, já inchado e vermelho. Beijei ele e devagar comecei a chupar, fazendo ela delirar de prazer. Ela tava num êxtase total. De repente, começou a ofegar mais forte, então tive que tampar a boca dela, porque a Elena tava no quarto dela e eu não sabia se já tava dormindo a essa altura. Enquanto isso, a Dai se contorceu violentamente e de repente, tava chegando no primeiro orgasmo dela. Eu, por minha vez, tentava não me afastar dela, e bem agarrado na bunda dela, continuei chupando o néctar daquela deusa, que o poço de prazer dela jorrava e inundava minha cara.
Depois disso, ela se levantou e me deitou de barriga pra cima no colchão jogado no chão. Do mesmo jeito que tirou minha camiseta, fez com minha calça e cueca. Meu pau já não aguentava mais aquele confinamento. Quando ficou livre, pulou, ficando diante do olhar extasiado da Dai.
Ela pegou ele com a mão direita enquanto com a esquerda acariciava minhas bolas. Começou a me fazer um Masturbação, subindo e descendo a mão ao longo do meu pau duro como ferro. Ela aproximou ele do rosto dela e foi passando, se acariciando com meu pau. Dava lambidas de um lado pro outro, pra depois chupar a cabecinha. Eu tava nas nuvens, completamente fora desse mundo. O prazer que eu sentia, nunca tinha sentido antes, mesmo me considerando meio experiente nessa parada de mulher e tendo, digamos, bastante experiência. Eu me afundei de vez na delícia do prazer, quando a Dai enfiou ele na boca dela e me fez experimentar coisas inimagináveis, quase gozando na boca dela.
Tirei ele e deitei em cima dela, beijando ela toda. A gente tava fora de si, os dois. Só vivendo o momento, cheios de prazer, sem nos importar mais se a Elena tava ouvindo ou não. Eu sentia que amava ela!
E que precisava dela. Ela falava umas coisas lindas, de como eu tava fazendo ela feliz. Dizia que me queria, que me amava e que nunca ia me largar, e que eu prometesse o mesmo.
Quando cheguei na virilha dela, ela me virou e ficou na posição "69". A gente se chupava com força, com vontade e com luxúria. Nessa posição, ela teve o segundo orgasmo forte, que quase me afogou, porque ela fechou as pernas e enfiou minha cabeça na buceta dela com força, enquanto se contorcia violentamente igual uma cobra, aproveitando o orgasmo longo, intenso e profundo dela.
Depois disso, ela se largou deitada no colchão. Por uns segundos, pude admirar a beleza gostosa dela. Depois, ela me pegou pelo pescoço e me beijou docemente, repetindo que me amava e que era a mulher mais feliz do mundo. Ela me virou de barriga pra cima e foi me beijando do peito, descendo devagar até chegar no meu pau, que já tava pegando fogo igual boca de dragão. Ela chupava com força, até que se levantou e sentou em cima de mim, colocando ele na entrada da caverna dela e, devagar, foi enfiando, aproveitando centímetro por centímetro a penetração do meu pau, subindo e descendo, cavalgando em mim cheia de prazer, até que finalmente enfiou tudo, soltando um gemido profundo, e começou a rebolgar com meu pau dentro dela.
Ela se mexia e eu também, até sincronizarmos nossos movimentos, aproveitando o enorme prazer de estar com aquela mulher linda e gostosa. Depois de alguns minutos, ela teve o terceiro orgasmo, dando fortes sacudidas sentada no meu pau, como se quisesse enfiar até minhas bolas. Enquanto ela curtia o orgasmo dela, eu também gozei, enchendo ela toda de porra. Já tinha acabado, mas ela continuava bombando e galopando em cima de mim, até cair meio desfalecida do meu lado.
Ficou imóvel por um bom tempo, até que se levantou e me deu um delicioso beijo na boca. "Você é maravilhoso", ela disse. "Nunca imaginei que você fosse assim. Sabe, você é uma delícia e não vou te deixar nem te perder por nada nesse mundo. Você é só meu e eu sou só sua. Quer isso?" "Sim", respondi sem pensar duas vezes.
Ela pegou meu pau já meio mole e começou a acariciar, e disse: "Sabe, tenho que limpar ele pra você", e logo começou a lamber e chupar, deixando ele completamente limpo e pronto pra mais uma transa.
A noite foi curta demais pra nós, que não paramos de nos amar, de nos dar prazer e gosto.
Nos poucos momentos de relax que tivemos, Dai me contou que ela era difícil de gozar, e que com Juan só tinha tido um orgasmo de verdade, mas reconhecia que ele tentava satisfazer ela, então muitas vezes ela teve que fingir orgasmos pra deixar ele tranquilo.
Na manhã seguinte, Elena me perguntou se eu tinha dormido bem. Respondi: "Sim, por quê?" Ela disse: "Porque você tá com cara de cansado." Respondi que nunca tinha passado uma noite tão boa.
Dai e eu continuamos nos encontrando, praticamente vivendo de hotel em hotel, e eu a levei pra conhecer meus pais, que estão encantados com ela, mas só lamentam que ela seja a viúva do meu melhor amigo.








Depois de um ano trabalhando como policial, me mudei pra outra cidade, fui pra missões morar com uma mina que conheci num site chamado ContatosSex. Com o tempo, terminei com ela — e, sinceramente, foi o melhor, porque as missioneiras são muito fogosas e tive a chance de conhecer várias mulheres policiais daqui, realmente muito safadas.
Naquela época, eu não fazia ideia do que tava rolando na minha cidade natal, San Isidro, zona norte. Minha família me mantinha longe de qualquer notícia boa ou ruim que acontecesse por lá. E redes sociais? Uso quase nada.
Faltando uns dias pra eu ir pra praia de férias com uns amigos, encontrei um amigo do bairro no Facebook, que me contou que o Juan tinha morrido numa operação trágica. A notícia me abalou pra caralho, porque o Juan tinha sido meu melhor amigo, um grande parceiro, e eu queria ter ajudado em algo ou pelo menos ido no enterro dele. Por isso, liguei pra casa dele e conversei com a mãe, que me disse que o Juan tinha deixado a mulher quase recém-casados. Pedi pra ela me esperar, que eu iria em alguns dias.
Voltei pra Buenos Aires não só pra visitar minha família, mas pra consolar a mãe do Juan, conhecer a mulher do meu amigo e descobrir o que realmente tinha acontecido...
Pois é, voltei pra minha cidade e, depois de me instalar, fui visitar a mãe do Juan. Ela é uma senhora bem jovem e bonita pra idade dela (52), mas tava muito mal — a morte do filho tinha afetado ela demais. Quando me viu, desabou em choro, lembrando do filho. Conversamos bastante e ela me perguntou se eu queria conhecer a nora dela. Respondi que adoraria.
Depois de se arrumar, saímos pra casa da nora. Elena tocou a campainha e apareceu uma gostosa do caralho!!!!!! Daiana — é assim que ela se chama — estava fumando, com uma blusa preta e saia jeans. É uma mulher linda, 1,70 m de altura. Moreninha, com olhos grandes e lindos, cabelo comprido até o meio das costas. O corpo dela é uma maravilha: peitos grandes, firmes e empinados, uma bunda maravilhosa e pernas de modelo.




Enfim, era uma verdadeira mulher apesar dos seus tenros 23 anos. Elena me apresentou e, sinceramente, fiquei totalmente encantado por ela desde aquele instante.Já tinham se passado três meses da morte do Juan, e ela (Dai) ainda estava afundada em lágrimas, então tentei consolá-la e a puxei para perto de mim, mas ela reagiu tentando se afastar. Foi quando Elena — a sogra dela — disse que eu era o melhor amigo, como um irmão para o Juan e que era praticamente da família. Com isso, Dai aceitou o abraço, mas dava pra sentir uma certa resistência nela.
A gente conversou bastante, tentando desviar do assunto da morte do Juan e fazer com que aquelas duas gostosonas ficassem bem. Aí me veio uma ideia genial: convidá-la pra jantar, pra distrair um pouco a tristeza. Dai disse que não, mas Elena falou que era necessário sair daquele isolamento em que as duas estavam se enfiando de livre e espontânea vontade. Então elas aceitaram ir jantar, mas num lugar mais reservado.
Na hora de nos despedir, dei um beijo suave na bochecha da Dai e falei que passaria pra buscá-la às 7:30 da noite, já que moro perto dela, e que depois a gente pegaria a Elena.
Chegou a noite, tive que me desculpar com minha família, que tinha ido me visitar, por não poder dar atenção a eles, e saí rumo à casa da Dai. Ela já estava pronta (raro numa mulher daquela idade), e tava linda demais. Usava um vestido preto que a fazia parecer uma deusa. Quando a vi, cumprimentei ela de novo com um beijo, que ela aceitou, e falei: "O Juan devia ser o homem mais feliz do mundo inteiro". Ela perguntou: "Por quê?" "Pela beleza de mulher que ele teve." Ela ficou meio corada, olhando nos meus olhos, e agradeceu pelo elogio.
Chegamos na casa da Elena, e ela disse que estava meio indisposta e que a gente fosse sozinho. Dai não gostou da ideia e quis cancelar tudo, mas a Elena insistiu de novo pra ela aceitar meu convite. Dai não queria porque o marido tinha morrido fazia pouco tempo e ela achava que não era certo. respondi pra ela que eu era um grande amigo da família e que todo mundo sabia disso, que ela não se preocupasse.
Saímos com o Dai pra um restaurante meio reservado e tranquilo. Conversamos de um jeito bem agradável. Ela me contou como conheceu o Juan e as aventuras deles. Na hora de sair do restaurante, ela me perguntou se eu conhecia as coisas novas da cidade, e eu falei que não, porque já tava fora há uns sete anos e tudo era realmente novo pra mim.
Naquela noite, a Dai virou minha guia turística. Quando chegamos na costanera de Buenos Aires, os olhinhos dela se encheram de lágrimas, porque trazia lembranças do Juan. Eu peguei ela no colo e fui consolando com carinho. Ela soluçava e eu dei um beijo na testa dela. Ela ficou me olhando e na hora eu dei outro na bochecha, perto do canto da boca dela. Ela me deu um beijo na bochecha e agradeceu por "eu ser tão bom com ela". Saímos do carro e caminhamos; depois de um tempo, ela disse que queria voltar pro carro porque tava com frio. Respondi que ia esquentar ela, que não se preocupasse. Ela não falou nada, mas eu abracei ela por trás, rodeando com meus braços. Ela tremeu e jogou a cabeça pra trás. Beijei ela de novo na bochecha, dizendo que ia proteger ela de tudo e que ela não precisava temer nada, que podia contar comigo pra tudo.
Ela tentou virar a cabeça pra trás pra me dar um beijo de agradecimento, bem na hora que eu tentava beijar a bochecha dela, mas nossas bocas se encontraram pra surpresa nossa e a gente se deu um beijo sem querer na boca. Ela se afastou na hora de mim pedindo desculpa, ao mesmo tempo que eu também pedia. Reagi e falei que tinha sido culpa minha e que aquilo não significava nada (mas na minha mente tava um total descontrole). Ela disse pra gente ir embora, que já era tarde. Pedi desculpa e ela falou que não tinha nada pra desculpar. Pedi pra ficarmos mais um pouco e ela repetiu que era tarde e que melhor outro dia a gente continuava nosso tour pela cidade.
Durante aquela noite, eu Foi impossível pegar no sono. Tinha sido emoção demais pra um dia só. Conheci ela; fiquei apaixonadão e, pra completar, beijei ela. Já tava amanhecendo quando finalmente consegui dormir.
Eram umas 10 da manhã quando me acordaram porque a Elena tava me ligando. Ela perguntou se eu podia acompanhar ela até o centro de Vicente López pra ver uma propriedade que o Juan tinha deixado, e que queria que eu fosse junto. Quando cheguei na casa dela, a Dai apareceu e a gente falou pra onde ia, e convidamos ela pra ir. Ela topou, então levei ela em casa enquanto a Elena terminava de se arrumar.
No caminho pra casa da Dai, falei que tava muito arrependido pelo que rolou na noite anterior. Ela disse pra eu esquecer aquilo, que não foi nada. Eu falei que pra mim foi algo enorme e marcante, tanto que não consegui dormir a noite inteira, que fiquei pensando no doce que foi sentir os lábios dela. Ela me olhou e disse que tinha algo pra confessar: que mesmo tendo me conhecido só ontem, se sentia à vontade e com confiança em mim, e que a verdade é que aquele beijo tinha mexido um pouco com ela também.
Na hora, a gente tentou mudar o clima e começou a cantar e se divertir. Ficamos rindo, dando gargalhada e zoando o caminho inteiro. Quando chegamos em Vicente López, nosso astral era totalmente diferente. Via uma Dai alegre e otimista, uma Elena cheia de vida e entusiasmo. A gente se instalou na casa da Elena. Elas no andar de cima, enquanto eu fiquei no térreo.
Quando o entardecer chegou, a Elena disse que queria descansar da correria da manhã e perguntou se a gente queria sair pra caminhar. E foi o que fizemos. A Dai de shortinho curto e uma camiseta quase transparente e fresca, curtindo um cigarro. Eu também de short e camiseta, mas de tênis.
Caminhamos um bom tempo pela costa de Vicente López e, entre uma zoeira e outra, ela saiu correndo me desafiando. que eu a pegasse. Tava quase agarrando ela, quando tropecei em alguma coisa e caí. Ela, me vendo caído, voltou pra me ajudar. A verdade é que meu pé tava doendo, mas quando vi ela chegando, agarrei ela e fiz cair na areia, ficando por cima. Aquele momento foi maravilhoso, porque, me vendo por cima dela, instintivamente dei um beijo doce na boca dela. Ela olhou nos meus olhos sem dizer nada, e eu aproveitei pra dar outro beijo, mas dessa vez abrindo a boca dela com minha língua. Ela tremeu ao sentir minha língua e só se deixou levar pelo beijo. Nossas línguas se entrelaçaram, primeiro de um jeito suave, pra depois ir aumentando a intensidade. Ela reagiu, se afastou de mim, dizendo que isso não podia acontecer, e foi pra casa em silêncio.
Quando a noite chegou, Elena nos chamou pra sair pra jantar. Fomos a um restaurante pequeno na Avenida Libertador. Tinha pouca gente e música de fundo. Comemos e, na sobremesa, Elena fala: "olha aquele casal de jovens, parece que vão fazer amor ali mesmo". Era um casal de namorados do lado de fora do restaurante se beijando sem vergonha, provavelmente pela intensidade das carícias, pra eles não existia ninguém por perto. Continuamos a conversa, mas notei que a Dai quase não tirava os olhos daquele casal. Ela tava sentada na minha frente, do lado da Elena, então era fácil pra ela ver tudo que tava rolando. De repente, Elena disse: "olha aqueles sem-vergonha". O cara tinha colocado a mão por dentro do shortinho que ela usava, e dava pra ver na cara dela o prazer que tava sentindo. Quando olhei pra Dai, notei o rosto dela meio vermelho e a respiração meio ofegante, o que me fez pensar que ela tava sendo afetada por aquela cena de luxúria.
Saímos e fomos pra casa. Já em casa, Elena usou o banheiro primeiro; ele ficava bem ao lado do meu quarto. O banheiro de cima tava quebrado, então elas tinham que usar esse mesmo.
Eu tava no meu quarto... esperando pra usar o banheiro, quando vejo a Dai entrar lá também.
Pouco depois, me pareceu ouvir uns choros no banheiro. Cheguei perto da porta pra perguntar se ela tava bem, mas qual não foi minha surpresa quando percebi que não era choro, era gemido e respiração pesada...
Fiquei paralisado na porta do meu quarto, quando ela saiu e ficou me encarando bem nos olhos.
Quando passou pela minha porta, não consegui segurar meu desejo e agarrei o braço dela. Antes que ela dissesse qualquer coisa, beijei ela com tudo na boca, e ela respondeu do mesmo jeito. Puxei ela pra dentro do meu quarto e fechei a porta, enquanto beijava o pescoço dela e passava a mão no corpo dela. Ela começou a gemer e falar: não, não, não. Mas o corpo dela dizia sim, sim, sim.
Encostei ela na parede, acariciando as pernas dela, cheio de vontade e desejo, enquanto ela se contorcia por causa da puta excitação que tava sentindo.
Fiquei paralisado na porta do meu quarto, quando ela saiu e ficou me encarando bem nos olhos.
Quando passou pela minha porta, não consegui segurar meu desejo e agarrei o braço dela. Antes que ela dissesse qualquer coisa, beijei ela com tudo na boca, e ela respondeu do mesmo jeito. Puxei ela pra dentro do meu quarto e fechei a porta, enquanto beijava o pescoço dela e passava a mão no corpo dela. Ela começou a gemer e falar: não, não, não. Mas o corpo dela dizia sim, sim, sim.
Encostei ela na parede, acariciando as pernas dela, cheio de vontade e desejo, enquanto ela se contorcia por causa da puta excitação que tava sentindo.
Ela arrancou minha camiseta e começou a me beijar e chupar meu peito, depois minha barriga. Eu tava no céu, tava muito tesudo. Levantei ela e carreguei até a cama, que rangeu com o nosso peso, então tirei o colchão e joguei no chão.
Deitei ela, tirei a roupa dela, deixando à mostra uns peitos deliciosos, coroados por uns biquinhos rosados grandes e durinhos. Me joguei neles pra beijar, chupar, no meio dos gemidos da Dai. A gente se apertava forte, como se tentasse se fundir num só. Ela agarrou meu cabelo e me guiava pra onde queria que eu beijasse. Aos poucos, me levou até a altura da calcinha fio dental dela. Eu a baixei com a boca, enquanto ela pressionava minha cabeça com força contra a virilha dela. A Dai se contorceu violentamente quando comecei a beijar e chupar a parte interna das coxas dela, avançando devagar até a buceta dela, que me convidava a aproveitar. Com minha língua, comecei a passar sobre os lábios externos dela, brincando pros lados igual língua de cobra, fazendo ela curtir ao máximo aquele momento.Eu tava completamente alucinado com aquela delícia que tava saboreando. Aos poucos, fui enfiando minha língua até encontrar o clitóris dela, já inchado e vermelho. Beijei ele e devagar comecei a chupar, fazendo ela delirar de prazer. Ela tava num êxtase total. De repente, começou a ofegar mais forte, então tive que tampar a boca dela, porque a Elena tava no quarto dela e eu não sabia se já tava dormindo a essa altura. Enquanto isso, a Dai se contorceu violentamente e de repente, tava chegando no primeiro orgasmo dela. Eu, por minha vez, tentava não me afastar dela, e bem agarrado na bunda dela, continuei chupando o néctar daquela deusa, que o poço de prazer dela jorrava e inundava minha cara.
Depois disso, ela se levantou e me deitou de barriga pra cima no colchão jogado no chão. Do mesmo jeito que tirou minha camiseta, fez com minha calça e cueca. Meu pau já não aguentava mais aquele confinamento. Quando ficou livre, pulou, ficando diante do olhar extasiado da Dai.
Ela pegou ele com a mão direita enquanto com a esquerda acariciava minhas bolas. Começou a me fazer um Masturbação, subindo e descendo a mão ao longo do meu pau duro como ferro. Ela aproximou ele do rosto dela e foi passando, se acariciando com meu pau. Dava lambidas de um lado pro outro, pra depois chupar a cabecinha. Eu tava nas nuvens, completamente fora desse mundo. O prazer que eu sentia, nunca tinha sentido antes, mesmo me considerando meio experiente nessa parada de mulher e tendo, digamos, bastante experiência. Eu me afundei de vez na delícia do prazer, quando a Dai enfiou ele na boca dela e me fez experimentar coisas inimagináveis, quase gozando na boca dela.
Tirei ele e deitei em cima dela, beijando ela toda. A gente tava fora de si, os dois. Só vivendo o momento, cheios de prazer, sem nos importar mais se a Elena tava ouvindo ou não. Eu sentia que amava ela!
E que precisava dela. Ela falava umas coisas lindas, de como eu tava fazendo ela feliz. Dizia que me queria, que me amava e que nunca ia me largar, e que eu prometesse o mesmo.
Quando cheguei na virilha dela, ela me virou e ficou na posição "69". A gente se chupava com força, com vontade e com luxúria. Nessa posição, ela teve o segundo orgasmo forte, que quase me afogou, porque ela fechou as pernas e enfiou minha cabeça na buceta dela com força, enquanto se contorcia violentamente igual uma cobra, aproveitando o orgasmo longo, intenso e profundo dela.
Depois disso, ela se largou deitada no colchão. Por uns segundos, pude admirar a beleza gostosa dela. Depois, ela me pegou pelo pescoço e me beijou docemente, repetindo que me amava e que era a mulher mais feliz do mundo. Ela me virou de barriga pra cima e foi me beijando do peito, descendo devagar até chegar no meu pau, que já tava pegando fogo igual boca de dragão. Ela chupava com força, até que se levantou e sentou em cima de mim, colocando ele na entrada da caverna dela e, devagar, foi enfiando, aproveitando centímetro por centímetro a penetração do meu pau, subindo e descendo, cavalgando em mim cheia de prazer, até que finalmente enfiou tudo, soltando um gemido profundo, e começou a rebolgar com meu pau dentro dela.
Ela se mexia e eu também, até sincronizarmos nossos movimentos, aproveitando o enorme prazer de estar com aquela mulher linda e gostosa. Depois de alguns minutos, ela teve o terceiro orgasmo, dando fortes sacudidas sentada no meu pau, como se quisesse enfiar até minhas bolas. Enquanto ela curtia o orgasmo dela, eu também gozei, enchendo ela toda de porra. Já tinha acabado, mas ela continuava bombando e galopando em cima de mim, até cair meio desfalecida do meu lado.
Ficou imóvel por um bom tempo, até que se levantou e me deu um delicioso beijo na boca. "Você é maravilhoso", ela disse. "Nunca imaginei que você fosse assim. Sabe, você é uma delícia e não vou te deixar nem te perder por nada nesse mundo. Você é só meu e eu sou só sua. Quer isso?" "Sim", respondi sem pensar duas vezes.
Ela pegou meu pau já meio mole e começou a acariciar, e disse: "Sabe, tenho que limpar ele pra você", e logo começou a lamber e chupar, deixando ele completamente limpo e pronto pra mais uma transa.
A noite foi curta demais pra nós, que não paramos de nos amar, de nos dar prazer e gosto.
Nos poucos momentos de relax que tivemos, Dai me contou que ela era difícil de gozar, e que com Juan só tinha tido um orgasmo de verdade, mas reconhecia que ele tentava satisfazer ela, então muitas vezes ela teve que fingir orgasmos pra deixar ele tranquilo.
Na manhã seguinte, Elena me perguntou se eu tinha dormido bem. Respondi: "Sim, por quê?" Ela disse: "Porque você tá com cara de cansado." Respondi que nunca tinha passado uma noite tão boa.
Dai e eu continuamos nos encontrando, praticamente vivendo de hotel em hotel, e eu a levei pra conhecer meus pais, que estão encantados com ela, mas só lamentam que ela seja a viúva do meu melhor amigo.








Comentarios Destacados
11 comentários - Viúva gostosa do meu melhor amigo 🔥
yo de ti si le cuidara bien
Se ve que tu amigo tenía buen gusto
y también que vos sabes aprovechar las oportunidades de la vida, como la de cogertela sin que te importe que sea viuda de alguien cercano a vos, pero ¿cómo no hacerlo si es tremendo ejemplar de mujer?