La viuda de mi mejor amigo (Tetona morocha) 🔥

Juan e eu crescemos juntos, jogamos juntos, tivemos nossas primeiras namoradas juntos. Fizemos o curso de oficiais da polícia juntos. Mas o tempo mudou parte dos nossos planos.

Um ano depois de começar a trabalhar como policial, me mudei pra outra cidade, fui pra missões e fui morar com uma mina que conheci num site chamado ContatosSex. Com o tempo, terminei com ela — e, sinceramente, foi o melhor que aconteceu, porque as missioneiras são muito fogosas e tive a chance de conhecer várias mulheres policiais daqui, realmente muito gostosas e safadas.

Naquela época, eu não fazia ideia do que tava rolando na minha cidade natal, San Isidro, zona norte. Minha família me mantinha longe de qualquer notícia boa ou ruim que acontecesse por lá. E redes sociais? Uso quase nada.

Faltando uns dias pra eu viajar pro litoral de férias com uns amigos, encontrei um amigo do bairro no Facebook, que me contou que o Juan tinha morrido numa operação trágica. A notícia me abalou pra caralho, porque o Juan tinha sido meu melhor amigo, meu grande parceiro, e eu queria ter ajudado em algo ou pelo menos ido no enterro dele. Por isso, liguei pra casa dele e conversei com a mãe, que me disse que o Juan tinha deixado a mulher dele, quase recém-casados. Pedi pra ela me esperar, que eu iria em poucos dias.

Voltei pra Buenos Aires não só pra visitar minha família, mas pra consolar a mãe do Juan, conhecer a mulher do meu amigo, e descobrir o que realmente tinha acontecido...

Pois é, voltei pra minha cidade e, depois de me instalar, fui visitar a mãe do Juan. Ela é uma senhora bem jovem e bonita pra idade dela (52), mas tava muito mal — a morte do filho tinha acabado com ela. Quando me viu, desabou em lágrimas, lembrando do filho. Conversamos bastante e ela perguntou se eu queria conhecer a nora dela. Respondi que adoraria.

Depois de se arrumar, saímos pra casa da nora. Elena tocou a campainha e apareceu uma mulher linda pra caralho!!!!!! Daiana – é assim que ela se chama – estava fumando, usando uma blusa preta e uma saia jeans. É uma mulher linda, com 1,70m. Moreninha, com olhos grandes e lindos, cabelo comprido até a metade das costas. O corpo dela é uma maravilha: peitos grandes, firmes e empinados, uma bunda maravilhosa e pernas de modelo.
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peitoes

morena peituda

mamacita

viuvaEnfim, era uma mulher de verdade apesar dos seus tenros 23 anos. Elena me apresentou e, sinceramente, fiquei totalmente apaixonado por ela naquele instante.

Já tinham passado três meses da morte do Juan, e ela (Dai) ainda estava afogada em lágrimas, então tentei consolá-la e a puxei para perto de mim, mas ela reagiu tentando se afastar. Foi aí que Elena — a sogra dela — disse que eu era o melhor amigo, como um irmão para o Juan, e que eu era parte da família. Com isso, Dai deixou eu abraçá-la, mas dava pra sentir uma certa resistência nela.

A gente conversou bastante, tentando desviar do assunto da morte do Juan e fazer com que aquelas duas gostosas ficassem bem. Aí me veio uma ideia genial: convidá-la pra jantar, pra distrair um pouco a tristeza. Dai disse que não, mas Elena falou que era preciso sair daquele isolamento em que as duas estavam se enfiando de propósito, então elas aceitaram ir jantar, mas num lugar mais reservado.

Na hora de nos despedir, dei um beijo suave na bochecha da Dai e falei que passaria para buscá-la às 7:30 da noite, já que moro perto dela, e que depois a gente pegaria a Elena.

Quando a noite chegou, tive que me desculpar com minha família, que tinha vindo me visitar, por não poder ficar com eles, e saí rumo à casa da Dai, que já estava pronta (raro numa mulher dessa idade). Ela estava linda pra caralho, usando um vestido preto que a fazia parecer uma deusa. Quando a vi, cumprimentei ela de novo com um beijo, que ela aceitou, e falei: "O Juan devia ter sido o homem mais feliz do mundo inteiro". Ela perguntou: "Por quê?" "Pela beleza de mulher que ele teve." Ela ficou meio corada, olhando nos meus olhos, e agradeceu pelo elogio.

Chegamos na casa da Elena, e ela disse que estava meio indisposta e que a gente fosse sozinho. Dai não gostou da ideia e quis cancelar tudo, mas a Elena insistiu de novo pra ela aceitar meu convite. Dai não queria porque o marido dela tinha morrido fazia pouco, e ela não achava certo. respondi pra ela que eu era um grande amigo da família e que todo mundo sabia disso, que ela não se preocupasse.

Saímos com o Dai pra um restaurante meio reservado e tranquilo. Conversamos de um jeito bem agradável. Ela me contou como tinha conhecido o Juan e as aventuras deles. Na hora de sair do restaurante, ela me perguntou se eu conhecia as coisas novas da cidade, e eu falei que não, porque já fazia uns sete anos que eu tinha saído e tudo era realmente novo pra mim.

Naquela noite, a Dai virou minha guia turística. Quando chegamos na costanera de Buenos Aires, os olhinhos dela se encheram de lágrimas, porque trazia lembranças do Juan. Eu peguei ela nos meus braços e consolei com carinho. Ela soluçava e eu dei um beijo na testa dela. Ela ficou me olhando e na hora eu dei outro na bochecha, perto da comissura dos lábios. Ela me deu um beijo na bochecha e agradeceu por "eu ser tão bom com ela". Saímos do carro e caminhamos; depois de um tempo, ela disse que queria voltar pro carro porque tava com frio. Respondi que eu ia esquentar ela, que não se preocupasse, ela não falou nada, mas eu abracei ela por trás, rodeando com meus braços. Ela tremeu e jogou a cabeça pra trás. Beijei ela de novo na bochecha, dizendo que ia proteger ela de tudo e que não precisava temer nada, que podia contar comigo pra tudo.

Ela tentou virar a cabeça pra trás pra me dar um beijo de agradecimento, bem na hora que eu tentava beijar a bochecha dela, mas nossas bocas se encontraram pra nossa surpresa e a gente se deu um beijo sem querer na boca. Ela se afastou na hora de mim pedindo desculpa, ao mesmo tempo que eu também pedia. Reagi e falei que tinha sido culpa minha e que aquilo não significava nada. (mas na minha mente eu tava num descontrole total). Ela disse pra gente ir embora, que já era tarde. Pedi desculpa e ela falou que não tinha nada pra desculpar. Pedi pra ficarmos mais um pouco e ela repetiu que era tarde e que melhor outro dia a gente continuava nosso tour pela cidade.

Durante aquela noite, eu Foi impossível pegar no sono. Tinha sido emoção demais pra um dia só. Eu a conheci; fiquei completamente apaixonado por ela e, pra piorar, ainda beijei ela. Já estava amanhecendo quando finalmente consegui dormir.

Eram umas 10 da manhã quando me acordaram porque a Elena tava me ligando. Ela perguntou se eu podia acompanhar ela até o centro de Vicente López pra ver uma propriedade que o Juan tinha deixado, e que queria que eu fosse junto. Quando cheguei na casa dela, a Dai apareceu e a gente falou pra onde ia, e convidamos ela pra ir. Ela topou, então levei ela em casa enquanto a Elena terminava de se arrumar.

No caminho pra casa da Dai, falei que lamentava muito o que rolou na noite anterior. Ela disse pra eu esquecer aquilo, que não foi nada. Eu falei que, pra mim, foi algo intenso e marcante, tanto que não consegui dormir a noite toda, fiquei pensando no doce que foi sentir os lábios dela. Ela me olhou e disse que tinha algo pra confessar: que, mesmo tendo me conhecido só ontem, se sentia à vontade e confiante comigo, e que, na real, aquele beijo tinha mexido um pouco com ela também.

Na hora, a gente tentou mudar o clima e começou a cantar e se divertir. Ficamos rindo, dando gargalhada e zoando o caminho inteiro. Quando chegamos em Vicente López, o astral era totalmente diferente. Via uma Dai alegre e otimista, uma Elena cheia de vida e entusiasmo. A gente se instalou na casa da Elena. Elas no andar de cima, enquanto eu fiquei no térreo.

Quando o entardecer chegou, a Elena disse que queria descansar da correria da manhã e perguntou se a gente queria sair pra caminhar. E foi o que a gente fez. A Dai de shortinho curto e uma camiseta quase transparente e fresca, curtindo um cigarro. Eu, também de short e camiseta, mas de tênis.

Caminhamos um bom tempo pela costa de Vicente López e, entre uma zoeira e outra, ela saiu correndo me desafiando. que eu a pegasse. Tava quase agarrando ela, quando tropecei em alguma coisa e caí. Ela, me vendo caído, voltou pra me ajudar. A verdade é que meu pé tava doendo, mas quando vi ela chegando, agarrei ela e fiz cair na areia, ficando por cima. Aquele momento foi maravilhoso, porque, me vendo por cima dela, instintivamente dei um beijo doce na boca dela. Ela olhou nos meus olhos sem dizer nada, e eu aproveitei pra dar outro beijo, mas dessa vez abrindo a boca dela com minha língua. Ela tremeu ao sentir minha língua e só se deixou levar pelo meu beijo. Nossas línguas se entrelaçaram, primeiro de um jeito meigo, pra depois ir aumentando a intensidade. Ela reagiu e se afastou de mim, dizendo que isso não podia acontecer, e foi pra casa em silêncio.

Quando a noite chegou, Elena nos chamou pra sair pra jantar. Fomos a um restaurante pequeno na Avenida Libertador. Tinha pouca gente e uma música de fundo. Comemos e, na sobremesa, Elena fala: "Olha só aquele casal, parece que vão fazer amor ali mesmo." Era um casal de namorados do lado de fora do restaurante se beijando sem pudor, provavelmente pela intensidade das carícias, pra eles não existia ninguém por perto. Continuamos a conversa, mas notei que a Dai quase não tirava os olhos daquele casal. Ela tava sentada na minha frente, do lado da Elena, então era fácil pra ela ver tudo que tava rolando. De repente, Elena disse: "Olha só esses sem-vergonha." O cara tinha metido a mão na frente, dentro do shortinho que ela usava, e dava pra ver na cara dela o prazer que tava sentindo. Quando olhei pra Dai, notei o rosto meio vermelho e a respiração meio ofegante, o que me fez pensar que ela tava sendo afetada por aquela cena de luxúria.

Saímos e fomos pra casa. Já em casa, Elena usou o banheiro primeiro, que ficava bem ao lado do meu quarto. O banheiro de cima tava quebrado, então elas tinham que usar esse mesmo. Eu tava no meu quarto. esperando pra usar o banheiro, quando vejo a Dai entrar lá também.

Pouco depois, achei que ouvi uns choros no banheiro. Cheguei perto da porta pra perguntar se ela tava bem, mas qual não foi minha surpresa quando percebi que não era choro, e sim gemidos e ofegos...

Fiquei paralisado na porta do meu quarto, quando ela saiu e me encarou bem nos olhos.

Quando passou pela minha porta, não consegui segurar meu desejo e agarrei o braço dela. Antes que ela dissesse qualquer coisa, beijei ela com tudo na boca, e ela respondeu do mesmo jeito. Puxei ela pra dentro do meu quarto e fechei a porta, enquanto beijava o pescoço dela e passava a mão no corpo. Ela começou a gemer e falar: não, não, não. Mas o corpo dela dizia sim, sim, sim.

Encostei ela na parede, acariciando as pernas dela, cheio de tesão e vontade, enquanto ela se contorcia toda, louca de excitação.

Fiquei paralisado na porta do meu quarto, quando ela saiu e me encarou bem nos olhos.

Quando passou pela minha porta, não consegui segurar meu desejo e agarrei o braço dela. Antes que ela dissesse qualquer coisa, beijei ela com tudo na boca, e ela respondeu do mesmo jeito. Puxei ela pra dentro do meu quarto e fechei a porta, enquanto beijava o pescoço dela e passava a mão no corpo. Ela começou a gemer e falar: não, não, não. Mas o corpo dela dizia sim, sim, sim.

Encostei ela na parede, acariciando as pernas dela, cheio de tesão e vontade, enquanto ela se contorcia toda, louca de excitação.

Ela arrancou minha camiseta e começou a me beijar e chupar meu peito, depois minha barriga. Eu tava no paraíso, tava muito excitado. Levantei ela no colo e carreguei até a cama, que rangeu com nosso peso, então tirei o colchão e joguei no chão.
morena de bunda grandeDeitei ela, tirei a roupa dela, deixando à mostra uns peitos deliciosos, coroados por uns biquinhos rosados grandes e pontudos. Me joguei neles pra beijar, chupar, no meio dos gemidos da Dai. A gente se apertava forte, como se tentasse se fundir num só. Ela agarrou meu cabelo e me guiava pra onde queria que eu beijasse. Aos poucos, me levou até a altura da calcinha fio dental dela. Eu abaixei ela com a boca, enquanto ela pressionava minha cabeça com força contra a virilha dela. Dai se contorceu violentamente quando comecei a beijar e chupar a parte interna das coxas dela, avançando devagar até a buceta dela, que me convidava a aproveitar. Com minha língua, comecei a passar sobre os lábios externos dela, brincando pros lados igual língua de cobra, fazendo ela curtir ao máximo aquele momento.

Eu tava completamente alucinado com aquela iguaria que tava saboreando. Aos poucos, fui enfiando minha língua até encontrar o clitóris dela, já inchado e vermelho. Beijei ele e devagar comecei a chupar, fazendo ela delirar de prazer. Ela tava num êxtase total. De repente, começou a ofegar mais forte, então tive que tampar a boca dela, porque a Elena tava no quarto dela e eu não sabia se já tava dormindo a essa altura. Enquanto isso, Dai se contorceu violentamente e de repente, tava chegando no primeiro orgasmo dela. Eu, por minha vez, tentava não me afastar dela, e bem agarrado na bunda dela, continuei chupando o néctar daquela deusa, que o poço de prazer dela jorrava a borbotões e inundava minha cara.

Depois disso, ela se levantou e me deitou de barriga pra cima no colchão jogado no chão. Do mesmo jeito que tirou minha camiseta, fez com minha calça e cueca. Meu pau já não aguentava mais aquele confinamento. Quando ficou livre, pulou, ficando na frente do olhar extasiado da Dai.

Ela pegou ele com a mão direita enquanto com a esquerda acariciava minhas bolas. Começou a me fazer um Masturbação, subindo e descendo a mão ao longo do meu pau duro feito ferro. Ela aproximou ele do rosto dela e ficou passando, se acariciando com meu pau. Dava lambidas de um lado pro outro, pra depois chupar a cabecinha. Eu tava nas nuvens, completamente fora desse mundo. O prazer que eu sentia, nunca tinha sentido antes, mesmo me considerando meio experiente nessa parada de mulher e tendo, digamos, bastante experiência. Me entreguei de vez na delícia do prazer, quando a Dai enfiou ele na boca dela e me fez experimentar coisas inimagináveis, quase gozando na boca dela.

Tirei ele e deitei em cima dela, beijando ela toda. A gente tava fora de si, os dois. Só vivendo o momento, cheios de prazer, sem nos importar mais se a Elena tava ouvindo ou não. Eu sentia que amava ela!

E que precisava dela. Ela falava umas coisas lindas, de como eu tava fazendo ela feliz. Dizia que me queria, que me amava e que nunca ia me largar, e pediu pra eu prometer a mesma coisa.

Quando cheguei na virilha dela, ela me virou e ficou na posição de "69". A gente se chupava com força, com vontade e com luxúria. Nessa posição, ela teve o segundo orgasmo forte, que quase me afogou, porque ela fechou as pernas e enfiou minha cabeça na buceta dela com força, enquanto se contorcia violentamente que nem uma cobra, aproveitando o orgasmo longo, intenso e profundo dela.

Depois disso, ela se largou deitada no colchão. Por uns segundos, pude admirar a beleza gostosa dela. Depois, ela me pegou pelo pescoço e me beijou docemente, repetindo que me amava e que era a mulher mais feliz do mundo. Me virou de barriga pra cima e foi me beijando do peito, descendo devagar até chegar no meu pau, que já tava pegando fogo que nem boca de dragão. Me chupava com força, até que ela se levantou e sentou em cima de mim, colocando ele na entrada da boceta dela e, devagar, foi enfiando, aproveitando centímetro por centímetro a penetração do meu pau, num sobe e desce, cavalgando em mim cheia de prazer, até que finalmente enfiou tudo, soltando um gemido profundo, e começou a rebolhar com meu pau dentro dela.

Ela se mexia e eu também, até sincronizarmos nossos movimentos, curtindo o prazer imenso de estar com aquela mulher linda e gostosa. Depois de alguns minutos, ela teve o terceiro orgasmo, dando solavancos fortes sentada no meu pau, como se quisesse enfiar até minhas bolas. Enquanto ela curtia o orgasmo dela, eu também gozei, enchendo ela toda de porra. Já tinha acabado, mas ela continuava bombando e galopando em cima de mim, até cair semi desmaiada do meu lado.

Ficou imóvel por um tempão, até que se levantou e me deu um beijo gostoso na boca. "Você é maravilhoso", ela disse. "Nunca imaginei que você fosse assim. Sabe, você é delicioso e não vou te largar nem perder por nada nesse mundo. Você é só meu e eu sou só sua. Quer isso?" "Sim", respondi sem pensar duas vezes.

Ela pegou meu pau já meio mole de novo e começou a acariciar, e disse: "Sabe, tenho que limpar ele pra você", e logo começou a lamber e chupar, deixando ele completamente limpo e pronto pra mais uma transa.

A noite passou voando pra gente, que não paramos de nos amar, de nos dar prazer e gosto.

Nos poucos momentos de relax que tivemos, Dai me contou que ela era difícil de gozar, e que com Juan só tinha tido um orgasmo de verdade, mas reconhecia que ele tentava satisfazer ela, então muitas vezes ela tinha que fingir orgasmos pra deixar ele tranquilo.

Na manhã seguinte, Elena me perguntou se eu tinha dormido bem. Respondi: "Sim, por quê?" Ela disse: "Porque você tá com cara de cansado." Falei que nunca tinha passado uma noite tão boa.

Dai e eu continuamos nos vendo, praticamente vivendo de hotel em hotel, e levei ela pra conhecer meus pais, que estão encantados com ela, mas só lamentam que ela seja a viúva do meu melhor amigo.



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Comentarios Destacados

11 comentários - La viuda de mi mejor amigo (Tetona morocha) 🔥

12eman +1
hermosa viuda
yo de ti si le cuidara bien
Q.hermosa.es. suertudo. Felicidades muy bien post. Mil gracias por compartir
Que pedazo de hembra ,te felicito y cuídala bien porque si la encuentro yo te la quitó , jajaja jajaja van 10 puntos
Maravillosa historia. Se ve muy linda ella y el relato es bastante bueno y detallado

Se ve que tu amigo tenía buen gusto

peitoes

y también que vos sabes aprovechar las oportunidades de la vida, como la de cogertela sin que te importe que sea viuda de alguien cercano a vos, pero ¿cómo no hacerlo si es tremendo ejemplar de mujer?

morena peituda

mamacita