Terça à noite, minha mãe tinha turnos rotativos e tava de plantão noturno, então eu ia ficar com meu padrasto e meu meio-irmão.
Não vou contar como comecei a ter relações com ele, porque é outra história meio chata. Flaco era o apelido dele, e naquela noite eu vinha preparando ele há uns meses. Eu curto muito sexo com ele, mas não quero que ele descubra, com medo de ele querer me comer toda vez que der na telha, sem eu ganhar nada em troca. Só transei com ele quando precisei de grana, e toda vez que a gente faz, tento não gemer ou disfarçar meu prazer pra ele achar que eu só tô ali pelo dinheiro.
Sempre que a gente começa a transar, ele manda eu ficar de quatro e arquear a cintura o máximo que der, pra ele chupar minha buceta e meu cu. Eu amava isso, e ele também, a gente sempre começava assim. Pesquisei na internet como fazer uma boa limpeza anal, pra ser o mais higiênico possível. Adoro chupar a pica dele durante o sexo, e não queria chupar e sentir gosto de merda.
Naquela tarde e noite, não comi nada, só fiquei no meu quarto dilatando minha bunda o máximo possível pra não sentir dor, porque às vezes ele ficava louco e me comia com muita força. Depois da meia-noite, os dois foram dormir cada um no seu quarto. Levantei e tentei não fazer barulho. A porta dele tava aberta, ele já tinha deitado e tava no celular.
Eu: toc toc toc
Flaco: Eli, cê tá bem?
Eu: Tô sim, tudo certo, pai
Flaco: No micro-ondas deixamos comida pra você
Eu: Depois como, sabe? Preciso de uns trocados
Flaco: Hã? Ontem sua mãe não te deu?
Eu: Hummm, deu, mas... quero seu dinheiro
Flaco: Ahh, o que foi? O que cê quer? Quer a batata? haha
Eu: Nãão, quero mil pila pra comprar uma parada...
Flaco: Mil? E por que de repente precisa de mais de quinhentos, que era o que eu sempre te dava?
Eu: Ah, beleza, deixa pra lá, se for criar caso, peço pro vizin...
Flaco: Não, não, eu te dou. Seu irmão tá dormindo?
Eu: Sim, acho que sim Sim.
Flaco: Beleza, já sabe a rotina, né?
Eu: Mmmm sim, me espera que vou no banheiro.
Fui no banheiro me lavar mais um pouco, tomei água porque tava me sentindo meio esgotada, sem comer nada tava me sentindo meio fraca... Com um pouco de nervoso, lá vou eu. Entrei com minha calcinha fio dental verde, sentei na cama dele e, enquanto tirava minha camiseta, ele trancou a porta. Quando ele se virou, fui vendo o pau dele endurecendo.
Ele me beijou,
apalpou meus peitos e me virou de costas.
Na primeira lambida que ele deu, soube que aquela noite ia ser fácil pra ele.
Ele abriu bem minha bunda, me chupou e perguntou se eu tinha me tocado.
Senti a língua dele entrar muito fácil, e falei que sim, que eu tinha me tocado porque achei que, se pedisse mais grana, ele ia dizer que queria o marrom (minha bunda).
Não era o que ele tinha planejado, mas já que tava rolando, ele continuou chupando mais um pouco enquanto eu sentia a baba dele escorrendo pelas minhas pernas e pela minha buceta.
Toda vez que a gente transava, ele às vezes enfiava o dedo no meu cool enquanto mexia no meu ponto G. Era tão gostoso que eu nem queria imaginar o quanto ia ser bom ele gozar com o pau dele no meu cu. Quis guardar isso só pra ele, já que foi o primeiro em tudo.
Sei que sou desejável, mas também sei que ninguém me faria sentir tão bem quanto ele.
Me virei e comecei a chupar ele que nem uma louca, que nem uma fanática.
Sempre que fazia boquete por grana, eu fazia sem vontade, mas por dentro morria de vontade de ter ele na minha garganta...
Então, naquela noite, pude saber o que era agradar ele, porque ele me segurava pela cabeça e empurrava com força até eu engasgar, enquanto falava suas palavras gostosas:
"Isso, minha love, come, come tudo, ahhh que gostoso, que macia sua língua... ahh sssss."
Eu engasgava sem parar porque ele batia na minha campainha e dava vontade de vomitar.
Como não tinha nada na barriga, só cuspia saliva e mais saliva, até que num dos engasgos ele enfiou tudo aqueles 20 centímetros de pau veiudo. pau... olhei pro rosto dele e vi uma pessoa impressionada e endemoniada que agarrou minha nuca e me apertou contra ele, sentindo na minha faringe, laringe todo o pau dele que inflava com toda a força. a hora da asfixia chegou, não conseguia respirar, quis tirar mas não tinha muita força, soltei umas lágrimas quando fechei os olhos com força. Ele afrouxou a força só um pouco, só pra eu conseguir tirar da minha garganta mas não tirar da minha boca, respirei umas três vezes bem fundo enquanto tossia saliva, saliva que escorria pelas bolas dele, meu queixo e meu pescoço. Ele me olhou e sorriu enquanto fazia um coque com meu cabelo, eu sabia que vinha o segundo round... tava tão excitada que não ia dizer Não pra nada do que ele pedisse, quis fazer eu mesma, enfiar tudo, mas não consegui, na segunda tentativa tive o reflexo de ânsia, tossi um pouco, quis chupar um pouco as bolas dele com o pau na minha boca, erro... ele percebeu isso porque não tirou o olho em nenhum momento e aproveitou que tinha via livre pela boca toda ao puxar minha língua pra fora, e lá vai, de novo todo o pau dele pela minha garganta mas dessa vez não foi uma vez, ele me comeu pela boca me dando uns 6 empurrões, não conseguia parar, ele me agarrou com as duas mãos e penetrou minha garganta com toda a força, quis fechar minha garganta colocando minha língua bem atrás mas não consegui, não tossia e não saía saliva, eram lágrimas que escorriam pelo meu rosto e o som glup glup glup glup glup. por um momento achei que ele não ia parar até que eu empurrei e virei meu rosto pra conseguir sair daquele inferno gostoso... tossi muito e senti que saía saliva até pelo meu nariz, olhei pra ele com um pouco de medo, peguei no pau dele, notei o quanto tava escorregadio e a quantidade de saliva que escorria, cuspi nele e me virei. minha perna e a beira da cama era uma poça dos meus fluidos... ele passou a língua umas duas vezes, cuspiu no meu cu e esfregou o pau dele entre minhas nádegas fazendo um Boobs fuck, parou e enfiou devagar o cabeça, depois empurrei e pude sentir ela dentro de mim. tava exausta, com sede e sem forças.. só deixei ele tomar o controle e se mexer.
levantei bem minha bunda de quatro e me deitei, estiquei meus braços, peguei um travesseiro e falei: assim, assim a noite toda, pá...
ele começou um pouco forte, mas não sentia dor, era só prazer, prazer e mais prazer, não conseguia falar sem que me entendessem direito, eram só gemidos de respiração,
depois de um tempinho ele me pegou pela cintura e começou a me comer mais forte, acho que nunca chegou no fundo porque não ouvia os tapas, só sentia as bolas dele batendo na minha pussy.
não lembro quanto tempo passou, ele parou por um momento e disse que tinha cansado.
ele deitou na beirada da cama e eu me ajoelhei do lado dele pra poder chupar ele. tinha um gosto meio estranho mas não liguei, só chupei um bom tempo até ele falar que tava perto de gozar.
era óbvio que ele não queria que eu acabasse no cu nem nos peitos, eu queria ir pra outro nível e sentir o gosto do sêmen dele, mas era decisão dele.
Ele pediu pra eu deitar de barriga pra cima e deixar a cabeça cair um pouco na beirada da cama,
era tipo um 69, ele colocou o cock na minha boca enquanto mexia nos meus peitos e esfregava a mão na minha pussy, eu só mexia a língua porque não tinha movimento de cabeça naquela posição, ele se inclinou um pouco e começou a se mover devagar, só sentia o pênis dele na boca, tava ansiosa pra sentir o sêmen dele.
.....cada vez que ele tirava a camisinha ela tava cheia de sêmen, não imaginava a quantidade de porra que ele ia me dar. não conseguia ver o rosto dele, via só os ovos dele se aproximando do meu nariz, não sabia se ele tava perto de gozar ou o quê, porque só ouvia a respiração dele, respirava ssssh e soltava aaaah,
Até que senti a ponta do cock na minha campainha,
isso mesmo, vinha o terceiro round, ele empurrou devagar umas 4 vezes tentando entrar na minha garganta, e na quinta empurrada entrou, entrou suave umas 5 vezes me deixando respirando tranquila e me dando meu tempo,
ele parou uns 10 segundos, me perguntou: cê tá pronta?
balancei a cabeça dizendo sim, e começou de novo enfiando na minha garganta devagar três vezes,
segurou minhas mãos, e continuou suavemente enquanto a respiração dele acelerava, começou a apertar minha garganta com força,
sacudiu minha cabeça como se fosse um coelho, comecei a sentir que tava faltando ar, comecei a sentir ânsia,
comecei a sentir o inferno de novo,
aquele inferno onde meu diabo ia me maltratar só por um tempo,
senti as pernas dele tremerem um pouco enquanto ele dizia, sim sim Eli, toma ela..
o orgasmo dele foi em silêncio, mas minha garganta era um vulcão explodindo porra com saliva enquanto eu tossia,
ele tirou ela inteira e enfiou de novo inteira apertando minha garganta com as mãos uma e outra vez.
saiu esperma pelo meu nariz, meu erro foi tentar respirar pelo nariz, onde não encontrei ar em mim, comecei a puxar ar pela boca tentando me manter viva,
achei que ia desmaiar até ele tirar o pau, um pau que brilhava branco,
se ajoelhou na minha frente, enquanto eu voltava ao normal com minha respiração. me beijou na testa e ficou assim por um tempinho,
eu queria provar bem o gozo dele, então me virei e pedi pra ele se levantar.
eu: levanta flaquito assim eu limpo ele
Flaco: sério? cê me enlouquece
eu: valeu, tem gosto gostoso.
Flaco: bom, de agora em diante cê vai tomar ele
eu: vamos ver, só fiz isso porque queria garantir meus mil conto
Flaco: haha, cê é uma puta hein, vai tomar um banho que cê tá toda cheia de saliva e grudenta
eu: pois é, se me tratou como uma puta, não conseguia respirar em alguns momentos e cê nem ligou, então tossi saliva
Flaco: desculpa, é que tava muito gostoso, e é a primeira vez que cê faz as coisas como se tivesse vontade
sempre que cê me faz um boquete nem me olha e também não brinca nem nada.
eu: bom, é que é só pela grana cara, não por prazer... mas hoje foi bom. vou tomar banho
Flaco: shh, sim, cuidado pra não acordar seu irmão eu: mesmo assim não se ouve nada no andar de cima.
Magrelo: melhor dar uma olhada, só por garantia
subi devagar, e meu irmastro tava no banheiro...
fui pro meu quarto até ele sair.
quando ele saiu, veio no meu quarto e perguntou onde eu tava, porque na cozinha não tinha ninguém
e aqui também não. não sabia o que inventar.
Geremias: e aí?
eu: nada, mano, vai dormir,
Geremias: não tô a fim
eu: eu tô, vaza
Geremias: cê acha que eu sou otário, né? tchau....
Fim....?
como foi a primeira vez?
será que esse é o fim da mulher aranha?
Não vou contar como comecei a ter relações com ele, porque é outra história meio chata. Flaco era o apelido dele, e naquela noite eu vinha preparando ele há uns meses. Eu curto muito sexo com ele, mas não quero que ele descubra, com medo de ele querer me comer toda vez que der na telha, sem eu ganhar nada em troca. Só transei com ele quando precisei de grana, e toda vez que a gente faz, tento não gemer ou disfarçar meu prazer pra ele achar que eu só tô ali pelo dinheiro.
Sempre que a gente começa a transar, ele manda eu ficar de quatro e arquear a cintura o máximo que der, pra ele chupar minha buceta e meu cu. Eu amava isso, e ele também, a gente sempre começava assim. Pesquisei na internet como fazer uma boa limpeza anal, pra ser o mais higiênico possível. Adoro chupar a pica dele durante o sexo, e não queria chupar e sentir gosto de merda.
Naquela tarde e noite, não comi nada, só fiquei no meu quarto dilatando minha bunda o máximo possível pra não sentir dor, porque às vezes ele ficava louco e me comia com muita força. Depois da meia-noite, os dois foram dormir cada um no seu quarto. Levantei e tentei não fazer barulho. A porta dele tava aberta, ele já tinha deitado e tava no celular.
Eu: toc toc toc
Flaco: Eli, cê tá bem?
Eu: Tô sim, tudo certo, pai
Flaco: No micro-ondas deixamos comida pra você
Eu: Depois como, sabe? Preciso de uns trocados
Flaco: Hã? Ontem sua mãe não te deu?
Eu: Hummm, deu, mas... quero seu dinheiro
Flaco: Ahh, o que foi? O que cê quer? Quer a batata? haha
Eu: Nãão, quero mil pila pra comprar uma parada...
Flaco: Mil? E por que de repente precisa de mais de quinhentos, que era o que eu sempre te dava?
Eu: Ah, beleza, deixa pra lá, se for criar caso, peço pro vizin...
Flaco: Não, não, eu te dou. Seu irmão tá dormindo?
Eu: Sim, acho que sim Sim.
Flaco: Beleza, já sabe a rotina, né?
Eu: Mmmm sim, me espera que vou no banheiro.
Fui no banheiro me lavar mais um pouco, tomei água porque tava me sentindo meio esgotada, sem comer nada tava me sentindo meio fraca... Com um pouco de nervoso, lá vou eu. Entrei com minha calcinha fio dental verde, sentei na cama dele e, enquanto tirava minha camiseta, ele trancou a porta. Quando ele se virou, fui vendo o pau dele endurecendo.
Ele me beijou,
apalpou meus peitos e me virou de costas.
Na primeira lambida que ele deu, soube que aquela noite ia ser fácil pra ele.
Ele abriu bem minha bunda, me chupou e perguntou se eu tinha me tocado.
Senti a língua dele entrar muito fácil, e falei que sim, que eu tinha me tocado porque achei que, se pedisse mais grana, ele ia dizer que queria o marrom (minha bunda).
Não era o que ele tinha planejado, mas já que tava rolando, ele continuou chupando mais um pouco enquanto eu sentia a baba dele escorrendo pelas minhas pernas e pela minha buceta.
Toda vez que a gente transava, ele às vezes enfiava o dedo no meu cool enquanto mexia no meu ponto G. Era tão gostoso que eu nem queria imaginar o quanto ia ser bom ele gozar com o pau dele no meu cu. Quis guardar isso só pra ele, já que foi o primeiro em tudo.
Sei que sou desejável, mas também sei que ninguém me faria sentir tão bem quanto ele.
Me virei e comecei a chupar ele que nem uma louca, que nem uma fanática.
Sempre que fazia boquete por grana, eu fazia sem vontade, mas por dentro morria de vontade de ter ele na minha garganta...
Então, naquela noite, pude saber o que era agradar ele, porque ele me segurava pela cabeça e empurrava com força até eu engasgar, enquanto falava suas palavras gostosas:
"Isso, minha love, come, come tudo, ahhh que gostoso, que macia sua língua... ahh sssss."
Eu engasgava sem parar porque ele batia na minha campainha e dava vontade de vomitar.
Como não tinha nada na barriga, só cuspia saliva e mais saliva, até que num dos engasgos ele enfiou tudo aqueles 20 centímetros de pau veiudo. pau... olhei pro rosto dele e vi uma pessoa impressionada e endemoniada que agarrou minha nuca e me apertou contra ele, sentindo na minha faringe, laringe todo o pau dele que inflava com toda a força. a hora da asfixia chegou, não conseguia respirar, quis tirar mas não tinha muita força, soltei umas lágrimas quando fechei os olhos com força. Ele afrouxou a força só um pouco, só pra eu conseguir tirar da minha garganta mas não tirar da minha boca, respirei umas três vezes bem fundo enquanto tossia saliva, saliva que escorria pelas bolas dele, meu queixo e meu pescoço. Ele me olhou e sorriu enquanto fazia um coque com meu cabelo, eu sabia que vinha o segundo round... tava tão excitada que não ia dizer Não pra nada do que ele pedisse, quis fazer eu mesma, enfiar tudo, mas não consegui, na segunda tentativa tive o reflexo de ânsia, tossi um pouco, quis chupar um pouco as bolas dele com o pau na minha boca, erro... ele percebeu isso porque não tirou o olho em nenhum momento e aproveitou que tinha via livre pela boca toda ao puxar minha língua pra fora, e lá vai, de novo todo o pau dele pela minha garganta mas dessa vez não foi uma vez, ele me comeu pela boca me dando uns 6 empurrões, não conseguia parar, ele me agarrou com as duas mãos e penetrou minha garganta com toda a força, quis fechar minha garganta colocando minha língua bem atrás mas não consegui, não tossia e não saía saliva, eram lágrimas que escorriam pelo meu rosto e o som glup glup glup glup glup. por um momento achei que ele não ia parar até que eu empurrei e virei meu rosto pra conseguir sair daquele inferno gostoso... tossi muito e senti que saía saliva até pelo meu nariz, olhei pra ele com um pouco de medo, peguei no pau dele, notei o quanto tava escorregadio e a quantidade de saliva que escorria, cuspi nele e me virei. minha perna e a beira da cama era uma poça dos meus fluidos... ele passou a língua umas duas vezes, cuspiu no meu cu e esfregou o pau dele entre minhas nádegas fazendo um Boobs fuck, parou e enfiou devagar o cabeça, depois empurrei e pude sentir ela dentro de mim. tava exausta, com sede e sem forças.. só deixei ele tomar o controle e se mexer.
levantei bem minha bunda de quatro e me deitei, estiquei meus braços, peguei um travesseiro e falei: assim, assim a noite toda, pá...
ele começou um pouco forte, mas não sentia dor, era só prazer, prazer e mais prazer, não conseguia falar sem que me entendessem direito, eram só gemidos de respiração,
depois de um tempinho ele me pegou pela cintura e começou a me comer mais forte, acho que nunca chegou no fundo porque não ouvia os tapas, só sentia as bolas dele batendo na minha pussy.
não lembro quanto tempo passou, ele parou por um momento e disse que tinha cansado.
ele deitou na beirada da cama e eu me ajoelhei do lado dele pra poder chupar ele. tinha um gosto meio estranho mas não liguei, só chupei um bom tempo até ele falar que tava perto de gozar.
era óbvio que ele não queria que eu acabasse no cu nem nos peitos, eu queria ir pra outro nível e sentir o gosto do sêmen dele, mas era decisão dele.
Ele pediu pra eu deitar de barriga pra cima e deixar a cabeça cair um pouco na beirada da cama,
era tipo um 69, ele colocou o cock na minha boca enquanto mexia nos meus peitos e esfregava a mão na minha pussy, eu só mexia a língua porque não tinha movimento de cabeça naquela posição, ele se inclinou um pouco e começou a se mover devagar, só sentia o pênis dele na boca, tava ansiosa pra sentir o sêmen dele.
.....cada vez que ele tirava a camisinha ela tava cheia de sêmen, não imaginava a quantidade de porra que ele ia me dar. não conseguia ver o rosto dele, via só os ovos dele se aproximando do meu nariz, não sabia se ele tava perto de gozar ou o quê, porque só ouvia a respiração dele, respirava ssssh e soltava aaaah,
Até que senti a ponta do cock na minha campainha,
isso mesmo, vinha o terceiro round, ele empurrou devagar umas 4 vezes tentando entrar na minha garganta, e na quinta empurrada entrou, entrou suave umas 5 vezes me deixando respirando tranquila e me dando meu tempo,
ele parou uns 10 segundos, me perguntou: cê tá pronta?
balancei a cabeça dizendo sim, e começou de novo enfiando na minha garganta devagar três vezes,
segurou minhas mãos, e continuou suavemente enquanto a respiração dele acelerava, começou a apertar minha garganta com força,
sacudiu minha cabeça como se fosse um coelho, comecei a sentir que tava faltando ar, comecei a sentir ânsia,
comecei a sentir o inferno de novo,
aquele inferno onde meu diabo ia me maltratar só por um tempo,
senti as pernas dele tremerem um pouco enquanto ele dizia, sim sim Eli, toma ela..
o orgasmo dele foi em silêncio, mas minha garganta era um vulcão explodindo porra com saliva enquanto eu tossia,
ele tirou ela inteira e enfiou de novo inteira apertando minha garganta com as mãos uma e outra vez.
saiu esperma pelo meu nariz, meu erro foi tentar respirar pelo nariz, onde não encontrei ar em mim, comecei a puxar ar pela boca tentando me manter viva,
achei que ia desmaiar até ele tirar o pau, um pau que brilhava branco,
se ajoelhou na minha frente, enquanto eu voltava ao normal com minha respiração. me beijou na testa e ficou assim por um tempinho,
eu queria provar bem o gozo dele, então me virei e pedi pra ele se levantar.
eu: levanta flaquito assim eu limpo ele
Flaco: sério? cê me enlouquece
eu: valeu, tem gosto gostoso.
Flaco: bom, de agora em diante cê vai tomar ele
eu: vamos ver, só fiz isso porque queria garantir meus mil conto
Flaco: haha, cê é uma puta hein, vai tomar um banho que cê tá toda cheia de saliva e grudenta
eu: pois é, se me tratou como uma puta, não conseguia respirar em alguns momentos e cê nem ligou, então tossi saliva
Flaco: desculpa, é que tava muito gostoso, e é a primeira vez que cê faz as coisas como se tivesse vontade
sempre que cê me faz um boquete nem me olha e também não brinca nem nada.
eu: bom, é que é só pela grana cara, não por prazer... mas hoje foi bom. vou tomar banho
Flaco: shh, sim, cuidado pra não acordar seu irmão eu: mesmo assim não se ouve nada no andar de cima.
Magrelo: melhor dar uma olhada, só por garantia
subi devagar, e meu irmastro tava no banheiro...
fui pro meu quarto até ele sair.
quando ele saiu, veio no meu quarto e perguntou onde eu tava, porque na cozinha não tinha ninguém
e aqui também não. não sabia o que inventar.
Geremias: e aí?
eu: nada, mano, vai dormir,
Geremias: não tô a fim
eu: eu tô, vaza
Geremias: cê acha que eu sou otário, né? tchau....
Fim....?
como foi a primeira vez?
será que esse é o fim da mulher aranha?
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