A instabilidade do tempo; as garoas que, de repente, viram tempestade, e o vento frio do inverno fazem com que a galera do bairro não saia muito de casa. As ruas e os comércios (principalmente à noite) ficam vazios. Num domingo à tarde, de ressaca e acabando de levantar, vejo que na esquina de casa tinha aberto um mercadinho novo que, por viver sempre com um relógio no peito, não tinha percebido que existia. (Geralmente, chegava do trabalho entre 17h30 e 18h, ia no chinês comprar algo pra jantar, com alguma coisinha que precisava, e ia pra facul. Quando voltava, já tava tudo fechado). Lavei o rosto e fui conhecer. — Me vê um Alikal e uma água, por favor? — "Oi" primeiro, né? Que cara feia, hein! Levanto a vista e quem tá atendendo é a Karina, minha vizinha da frente. — Oi, Karina. Como cê tá? Desculpa... — De boa, tô só zoando. — ela me interrompe e continua. — Faz tempo que não te vejo, o que cê tá aprontando? A última coisa que eu queria era ter uma conversa com a dor de cabeça que eu tava, mas, condicionado pela primeira falta de educação, tive que seguir o papo. — Um pouco de tudo. Trabalho, estudo... — Putaria! Mulheres... — ela me interrompe de novo e ri. — Nada, quem dera! Que bom que abriu o mercadinho, não vou mais ter que andar até o chinês! — É, faz quase um mês que abrimos. O Horácio atende de manhã e quando ele vai trabalhar, eu venho. — Que legal, Karina, fico feliz. Tá muito bonito tudo. Seguimos o papo furado, ela me vende o que pedi e eu vou embora. A partir daquele dia, por comodidade e tesão, parei de comprar no chinês. Toda vez que eu ia, a Karina me paquerava e eu paquerava ela. Criamos uma certa intimidade e trocávamos indiretas, que não eram bem indiretas, mas sim mensagens do que já tava pra rolar... Numa sexta, depois da facul, vim pra casa "estudar" com a Agustina. Ela ficou lá dentro e eu saí pra comprar. — Oi, Karina. — Oi, gato. Como cê tá? — Bem, Beleza. Me dá umas camisinhas e umas cervejas, por favor?
- Apressado pra voltar pra casa. - Quais? - ela fala, olhando a variedade de camisinhas. - Qualquer uma. - Como assim, "qualquer uma"? - Sei lá! As pretas. - Ah! pros caras é tudo igual! - Ah claro, pras mulheres não! - com ironia. - E não, gato! Por alguma coisa vêm diferentes... - E qual é a diferença? Vamos ver... - Os tamanhos, as texturas... sente-se diferente. - Enquanto não estourar, tanto faz! - Brinco. - Mesmo assim, se você tá com uma mina, vai dar na mesma... - Ela fala, tentando sondar. Tanta ênfase me deu curiosidade. - Beleza, vamos ver, expert em borracha. Qual você acha que ela curte mais? Ela ri e responde com todos os detalhes: - O que você escolheu é o melhor... tem tachinhas. - E daí? - Que quando você mete... Ah, qual é, já sabe! - Não sei, me explica agora... - Quando você mete, as tachinhas que sobram roçam bem... - Bem onde? - Bem aqui. - Apertando com o dedo na legging. - Ah, é? Nunca é tarde pra aprender... - Outro dia eu continuo te ensinando, gato. Se diverte! - Ela me despacha, apontando com o queixo pro vidro, por onde vejo Horácio vindo andando pra fechar o local. - Valeu, Karina. Sorrimos cúmplices. Eu saio e Horácio entra. Comprimento ele e sigo. Chego em casa e a Agustina tava dançando com o som no talo. Numa mão ela tem um baseado e com a outra me chama pra dançar. Guardo as brejas no freezer e me aproximo. Quando chego, ela vira de costas e eu abraço ela, beijando o pescoço. Ela se mexe devagar, bem sensual, e esfrega a raba na pica já dura. Continuo beijando ela enquanto a gente se move na mesma sintonia. Ela me dá um trago e eu solto a fumaça na nuca dela, o que dá um arrepio. Sinto a pele dela se arrepiar e ela solta um "mmmm" baixinho. Já tava toda entregue, e eu, supertarado pela conversa com a Karina. - Vou pegar as brejas. - falo no ouvido dela. - Mmm, não. Fica assim! - ela abraça meus braços (redundância à parte) e continua se mexendo bem sensual. Isso acabou de vez com a minha excitação. Virei ela e comecei a beijá-la. Ela acariciou minha piroca e aconteceu o que vocês já imaginam... Quando gozo, vou tirar as cervejas do freezer pra não congelarem, mas já estavam congeladas. Percebo que a persiana estava aberta. E, como era noite, o contraste com a luz da sala deixava ver de fora tudo o que acontecia lá dentro. Não liguei muito. Fato é que não tomamos as cervejas, não usamos as camisinhas, nem estudamos. No dia seguinte, vou comprar de novo. — Bom dia, Karina. Me vê um... — E aí, como foi? — ela adorava interromper os outros. Eu, sem conseguir esconder o sorriso: — Um cavalheiro não tem memória. — Aaai!!! desculpa perguntar, "cavalheiro". — De boa. Me vê um... — E aí, as balas deram resultado? — Pô, mas a senhora é curiosa, hein! — MUITO! — ela diz, com cara de puta. — A curiosidade matou a puta... — Só quero saber se dou bons conselhos. — Sim, claro... não usei. Feliz? — Mmm... E o que você fez? Só dançou? Penso: "Como ela sabe que eu tava dançando?" E cai a ficha da persiana aberta. — A senhora ficou espiando pela janela, Karina? — Hã? Não! O que cê tá dizendo, mô? — ela fica nervosa. — Karinaaa... — Bom, mô, sim. É que a gente tava indo pra casa com o Horácio e dava pra ver... — Então a senhora gosta de espiar os vizinhos, hein! Envergonhada com a situação, ela me olhava sem falar nada. — E o que a senhora viu? — Continuo provocando ela por ser fofoqueira. — Cê já sabe o que eu vi... — Fala, quero que a senhora diga. — Te vi comendo ela gostoso, mô! Com essas palavras, algo mais que confiança se soltou entre nós. — E o que achou? — Sei lá, bom! — Bom, só isso? — Desculpa falar assim da sua mina, mas, verdade seja dita, ela parecia meio santinha! — Ela não é minha mina. Pra mim, foi muito bom. — Puff! Se isso pra você é bom... sabe de uma coisa? — O quê? — Se pegar uma mulher de verdade, você fica louco. — Mmm, sei não. O que é uma "mulher de verdade"? — Uma mulher com experiência. Neném, com vontade... — Como é que cê tá? — Não brinca com fogo, neném. — Ela fala, se aproximando e apoiando os braços no balcão. — Que medinho que eu tô! — Dou uma risada irônica. Ela morde os lábios, olha pro meu pau e fala: — Quer provar? — Karina, chega, pelo amor! Tenho que ir andando pra casa e olha como eu tô! O pau já tava acordando e, com o shortinho de futebol que eu tava usando, não ia dar pra disfarçar. — E se fode, você quem me provoca! — Me dá um refrigerante, por favor. — Tento mudar de assunto. A safada se vira e abre a geladeira com a raba apontada pra mim. Tá de legging preta, marcando uma tanguinha horrível enfiada no meio das nádegas. — De que sabor, neném? — E... de que mais vai ser? — Hipnotizado pela raba dela. — Viu? Fica me provocando. — Não se faz de machão! Que o Horacio vai chegar e me mandar embora, igual ontem à noite. — Horacio foi pescar. Você não vem de galinho, não! Que sua namorada tá te esperando... — Não é minha namorada, falei. E já foi embora hoje cedo. — Beleza, vamos mudar de assunto, que tenho que andar um quarteirão, e desse jeito não dá. — Mostro as palmas das mãos, olhando pra baixo. — Isso é problema seu, neném! — Ela fala, coçando a boca. — Problema meu, mas culpa sua! — Te deixei com tesão? — E o que cê acha? Ela me chama com a cabeça, sem falar nada, pra eu ir pro lado do balcão, onde, se alguém olhasse da rua, só ia ver da minha cintura pra cima. Vou, e ela me acompanha do outro lado. — Que foi? — Falo já bem perto dela. — Não consegue ir embora assim? — Não, impossível. Vou parecer um tarado na rua desse jeito. — E você não é tarado? — Depende da hora e de quem... Ela enfia a mão dentro do meu short e aperta meu pau. — E agora? Amassa um pouco e já começa a bater uma rápida, enquanto fica de olho pra ver se não vem ninguém comprar. — Tá gostando, neném? O pau já tava doendo pra caralho. Já tinha gozado duas vezes com a Agustina e ela tava batendo uma seca. Mesmo assim, tava adorando. - Adorei! As pessoas passavam andando a poucos metros e ela continuava mais forte e rápido. Quando o movimento era pra frente, minha cabeça batia na borda do balcão. Eu começava a respirar pesado e sentia o formigamento da goza prestes a sair dos meus ovos pro pau. Nesse meio tempo, uma senhora de idade, pra não dizer velha intrometida, vira a esquina e bate na porta do negócio. - Isso não vai ficar assim. - falo. Abro a porta, deixando a senhora entrar, e vou embora. Chego em casa, cozinho algo, almoço, e fico esperando até as duas da tarde, quando ela fecha a despensa. Vejo ela vindo andando e faço sinais pela janela pra ela vir. Ela me olha, continua andando e entra em casa. Apesar de ter comido ela naquela noite, tava puto de tesão pelo que aconteceu e não ia ficar na vontade... À tarde fui de novo no local, conversamos e combinamos que, de madrugada, eu fosse até a casa dela. Umas 02:00 da manhã, saio de casa, olho pra todos os lados pra ver se não tem ninguém e, quando vou atravessando, ouço a fechadura da casa dela. Ela não me deixou bater, tava me esperando. Entro e ela me recebe com um vestidinho vermelho, que mal cobre a raba. A vontade de comer ela me consome o cérebro, mas tô na casa dela e me seguro um pouco. - O que foi, neném? Fica suave... Ela pega na minha mão e me leva direto pro quarto. Deitamos na cama, ela levanta e me alcança uma taça de vinho que tinha preparado antes. Quando ela se levanta, me mostra a raba e eu morro de vontade de pular em cima dela. Mas me seguro. Ela me dá a taça e passa por cima de mim, pro outro lado da cama. - Então a gostosa transa bem, hein? - Pelo que eu sei, sim. Pela fofoqueirada, não. - "A fofoqueirada" vai te deixar em coma. - Ha ha ha, duvido... Ela se aproxima, me dá um beijo e pega na minha pica. - Não me provoca, senão vou te deixar igual hoje! - Não, pelo amor! Não me faz lembrar! Rimos e lembramos da senhora de idade tão... oportuna. A gente continua batendo um papo sobre coisas bestas, enquanto uns 3 ou 4 copos de vinho iam deixando o clima mais erótico. — Quer ver um filme? — ela me pergunta. Eu só queria comer ela, mas mesmo assim falei "bora". Liga a TV, procura canais e coloca um filme pornô; um preto com uma pica gigante castigava a bunda de uma ruiva baixinha. A gente já não fala mais, o silêncio toma conta da situação e o ar fica pesado. Ela, de lado, começa a se tocar e a mexer o corpo devagar. Vendo ela, eu também me toco por cima da calça. Assim por uns momentos até a gente largar o filme de lado. Agora, eu olho como ela acaricia o clitóris dela e as caras de prazer que faz. E ela olha minha mão apertando a pica duríssima. Eu desabotoo a calça e deixo a pica balançando no ar, ela pega e me punheta e eu também levo meus dedos até a pussy dela. Agora a gente se masturba um ao outro. — Posso? — ela fala, apontando pra minha pica. — Pode o quê? — Chupar ela. — A mina não pede permissão. — eu provoco. Ela levanta de um pulo e vai direto com a boca na minha pica. No mesmo instante, tira meu jeans e a cueca e chupa com toda força. Cospe nela. Passa a língua pela cabeça, rodeia, percorre tudo. Me olha e mostra como a cabeça aparece dentro de uma das bochechas dela. — E a mina chupa assim pra você? — Mmm filha da puta! Abre a boca grande e mete uma e outra vez até a garganta, deixa ela cheia de baba. Tira o vestido e joga no chão. Ficou só com uma calcinha vermelha de renda divina. Sem sutiã. Pega do criado-mudo umas camisinhas com bolinhas, tipo as que tinham me recomendado, e sobe em cima de mim, colocando uma perna de cada lado do meu corpo, puxa a calcinha fio dental pro lado, encaixa minha pica entre os lábios e senta. Vem pra frente rápido e volta devagar, enfiando sozinha pra trás, quase em câmera lenta. Uma, duas, três, quatro vezes e vai aumentando o ritmo. Eu abraço ela apertando contra meu peito e Sussurrando no seu ouvido: - Vai, putinha! Como você se mexe bem! Mais rápido, vai! Dá! Dá! Ela geme no meu ouvido e continua cavalgando, mantendo o ritmo. Ela se levanta e fica ereta, com as mãos apoiadas nos meus joelhos, continua montando, desesperada, com a rola inteira dentro, sem se desgrudar da minha pélvis. Os gemidos dela se misturam com os do filme. Sinto o prazer dela chegando, "falta pouco" ela avisa quase sem conseguir falar. Aperto com uma das mãos o peito dela e com a outra seguro ela por trás da cintura, como se tentasse dobrá-la. Continua, continua, continua... e ela solta todos os seus fluidos num único grito. Exausta, apoia a cabeça no meu peito e continua se mexendo, cada vez mais devagar, até parar completamente. - Aaah! Aaai, gatinho! Aah. - ela continua. - Como é que a galera fode? - Como uma puta, bem puta! - Quando você for comer qualquer mina, lembra disso. - ela me diz, e pede pra eu tirar uma foto dela.
Não acreditava no quão depravada a Karina era. Ela guardava isso escondido atrás da esposa impecável e fiel. Ela se levanta de cima de mim e a gente fica um tempinho conversando e tomando mais um drink. Vou ao banheiro e, quando volto, ela já estava me esperando assim...
Depois das fotos, fui direto pegar ela de novo. Agora sem camisinha. Pela cintura, levantei ela até a borda da cama. Chupei a buceta e o cu dela por uns minutos. —Mmmm, seu merda! Quero que você me foda! Me fode, vai! Meu pau meio mole começou a pulsar de novo, então me levantei e enfiei do jeito que tava. Ela mandou eu ficar parado e começou a se mexer pra frente e pra trás. Dava pra sentir meu pau endurecendo dentro daquela buceta linda. Enquanto isso, eu dava tapas na bunda dela. Quando ficou duro, comecei a meter com tudo, socando forte uma vez atrás da outra. Enrolei o cabelo dela no meu punho e continuei comendo ela por um bom tempo até ela cair de costas na cama. Do jeito que ela caiu, pulei atrás, prendendo as pernas dela com as minhas. Ela ficou de bruços, arqueada, empinando a raba. Eu segurei os braços dela e continuei comendo ela sem parar. Depois de uns minutos, aviso que vou gozar, ela vira e me chama pra boca dela. Me ajoelho na cama e enfio na boca dela, ela chupa e bate uma rápida, passando a língua na ponta do meu pau, esperando a porra. Não aguentei mais e soltei tudo. E aqui a última foto.
Cheia de porra, ela se limpou com a mão e passou no meu peito. — Você nunca vai se esquecer de mim, gatinho! E a coroa tinha razão. Que mulher incrível! Sublime. Foi a primeira, mas não a última vez com a Karina. Depois que eu terminar os outros contos pendentes, conto pra vocês. Enquanto isso, me digam: o que acharam da Karina e do relato? Essa mina foi a última coroa que eu comi, espero ter mais experiências e poder contar. Então, poringa girls milf... tô na espera. Abraços.
- Apressado pra voltar pra casa. - Quais? - ela fala, olhando a variedade de camisinhas. - Qualquer uma. - Como assim, "qualquer uma"? - Sei lá! As pretas. - Ah! pros caras é tudo igual! - Ah claro, pras mulheres não! - com ironia. - E não, gato! Por alguma coisa vêm diferentes... - E qual é a diferença? Vamos ver... - Os tamanhos, as texturas... sente-se diferente. - Enquanto não estourar, tanto faz! - Brinco. - Mesmo assim, se você tá com uma mina, vai dar na mesma... - Ela fala, tentando sondar. Tanta ênfase me deu curiosidade. - Beleza, vamos ver, expert em borracha. Qual você acha que ela curte mais? Ela ri e responde com todos os detalhes: - O que você escolheu é o melhor... tem tachinhas. - E daí? - Que quando você mete... Ah, qual é, já sabe! - Não sei, me explica agora... - Quando você mete, as tachinhas que sobram roçam bem... - Bem onde? - Bem aqui. - Apertando com o dedo na legging. - Ah, é? Nunca é tarde pra aprender... - Outro dia eu continuo te ensinando, gato. Se diverte! - Ela me despacha, apontando com o queixo pro vidro, por onde vejo Horácio vindo andando pra fechar o local. - Valeu, Karina. Sorrimos cúmplices. Eu saio e Horácio entra. Comprimento ele e sigo. Chego em casa e a Agustina tava dançando com o som no talo. Numa mão ela tem um baseado e com a outra me chama pra dançar. Guardo as brejas no freezer e me aproximo. Quando chego, ela vira de costas e eu abraço ela, beijando o pescoço. Ela se mexe devagar, bem sensual, e esfrega a raba na pica já dura. Continuo beijando ela enquanto a gente se move na mesma sintonia. Ela me dá um trago e eu solto a fumaça na nuca dela, o que dá um arrepio. Sinto a pele dela se arrepiar e ela solta um "mmmm" baixinho. Já tava toda entregue, e eu, supertarado pela conversa com a Karina. - Vou pegar as brejas. - falo no ouvido dela. - Mmm, não. Fica assim! - ela abraça meus braços (redundância à parte) e continua se mexendo bem sensual. Isso acabou de vez com a minha excitação. Virei ela e comecei a beijá-la. Ela acariciou minha piroca e aconteceu o que vocês já imaginam... Quando gozo, vou tirar as cervejas do freezer pra não congelarem, mas já estavam congeladas. Percebo que a persiana estava aberta. E, como era noite, o contraste com a luz da sala deixava ver de fora tudo o que acontecia lá dentro. Não liguei muito. Fato é que não tomamos as cervejas, não usamos as camisinhas, nem estudamos. No dia seguinte, vou comprar de novo. — Bom dia, Karina. Me vê um... — E aí, como foi? — ela adorava interromper os outros. Eu, sem conseguir esconder o sorriso: — Um cavalheiro não tem memória. — Aaai!!! desculpa perguntar, "cavalheiro". — De boa. Me vê um... — E aí, as balas deram resultado? — Pô, mas a senhora é curiosa, hein! — MUITO! — ela diz, com cara de puta. — A curiosidade matou a puta... — Só quero saber se dou bons conselhos. — Sim, claro... não usei. Feliz? — Mmm... E o que você fez? Só dançou? Penso: "Como ela sabe que eu tava dançando?" E cai a ficha da persiana aberta. — A senhora ficou espiando pela janela, Karina? — Hã? Não! O que cê tá dizendo, mô? — ela fica nervosa. — Karinaaa... — Bom, mô, sim. É que a gente tava indo pra casa com o Horácio e dava pra ver... — Então a senhora gosta de espiar os vizinhos, hein! Envergonhada com a situação, ela me olhava sem falar nada. — E o que a senhora viu? — Continuo provocando ela por ser fofoqueira. — Cê já sabe o que eu vi... — Fala, quero que a senhora diga. — Te vi comendo ela gostoso, mô! Com essas palavras, algo mais que confiança se soltou entre nós. — E o que achou? — Sei lá, bom! — Bom, só isso? — Desculpa falar assim da sua mina, mas, verdade seja dita, ela parecia meio santinha! — Ela não é minha mina. Pra mim, foi muito bom. — Puff! Se isso pra você é bom... sabe de uma coisa? — O quê? — Se pegar uma mulher de verdade, você fica louco. — Mmm, sei não. O que é uma "mulher de verdade"? — Uma mulher com experiência. Neném, com vontade... — Como é que cê tá? — Não brinca com fogo, neném. — Ela fala, se aproximando e apoiando os braços no balcão. — Que medinho que eu tô! — Dou uma risada irônica. Ela morde os lábios, olha pro meu pau e fala: — Quer provar? — Karina, chega, pelo amor! Tenho que ir andando pra casa e olha como eu tô! O pau já tava acordando e, com o shortinho de futebol que eu tava usando, não ia dar pra disfarçar. — E se fode, você quem me provoca! — Me dá um refrigerante, por favor. — Tento mudar de assunto. A safada se vira e abre a geladeira com a raba apontada pra mim. Tá de legging preta, marcando uma tanguinha horrível enfiada no meio das nádegas. — De que sabor, neném? — E... de que mais vai ser? — Hipnotizado pela raba dela. — Viu? Fica me provocando. — Não se faz de machão! Que o Horacio vai chegar e me mandar embora, igual ontem à noite. — Horacio foi pescar. Você não vem de galinho, não! Que sua namorada tá te esperando... — Não é minha namorada, falei. E já foi embora hoje cedo. — Beleza, vamos mudar de assunto, que tenho que andar um quarteirão, e desse jeito não dá. — Mostro as palmas das mãos, olhando pra baixo. — Isso é problema seu, neném! — Ela fala, coçando a boca. — Problema meu, mas culpa sua! — Te deixei com tesão? — E o que cê acha? Ela me chama com a cabeça, sem falar nada, pra eu ir pro lado do balcão, onde, se alguém olhasse da rua, só ia ver da minha cintura pra cima. Vou, e ela me acompanha do outro lado. — Que foi? — Falo já bem perto dela. — Não consegue ir embora assim? — Não, impossível. Vou parecer um tarado na rua desse jeito. — E você não é tarado? — Depende da hora e de quem... Ela enfia a mão dentro do meu short e aperta meu pau. — E agora? Amassa um pouco e já começa a bater uma rápida, enquanto fica de olho pra ver se não vem ninguém comprar. — Tá gostando, neném? O pau já tava doendo pra caralho. Já tinha gozado duas vezes com a Agustina e ela tava batendo uma seca. Mesmo assim, tava adorando. - Adorei! As pessoas passavam andando a poucos metros e ela continuava mais forte e rápido. Quando o movimento era pra frente, minha cabeça batia na borda do balcão. Eu começava a respirar pesado e sentia o formigamento da goza prestes a sair dos meus ovos pro pau. Nesse meio tempo, uma senhora de idade, pra não dizer velha intrometida, vira a esquina e bate na porta do negócio. - Isso não vai ficar assim. - falo. Abro a porta, deixando a senhora entrar, e vou embora. Chego em casa, cozinho algo, almoço, e fico esperando até as duas da tarde, quando ela fecha a despensa. Vejo ela vindo andando e faço sinais pela janela pra ela vir. Ela me olha, continua andando e entra em casa. Apesar de ter comido ela naquela noite, tava puto de tesão pelo que aconteceu e não ia ficar na vontade... À tarde fui de novo no local, conversamos e combinamos que, de madrugada, eu fosse até a casa dela. Umas 02:00 da manhã, saio de casa, olho pra todos os lados pra ver se não tem ninguém e, quando vou atravessando, ouço a fechadura da casa dela. Ela não me deixou bater, tava me esperando. Entro e ela me recebe com um vestidinho vermelho, que mal cobre a raba. A vontade de comer ela me consome o cérebro, mas tô na casa dela e me seguro um pouco. - O que foi, neném? Fica suave... Ela pega na minha mão e me leva direto pro quarto. Deitamos na cama, ela levanta e me alcança uma taça de vinho que tinha preparado antes. Quando ela se levanta, me mostra a raba e eu morro de vontade de pular em cima dela. Mas me seguro. Ela me dá a taça e passa por cima de mim, pro outro lado da cama. - Então a gostosa transa bem, hein? - Pelo que eu sei, sim. Pela fofoqueirada, não. - "A fofoqueirada" vai te deixar em coma. - Ha ha ha, duvido... Ela se aproxima, me dá um beijo e pega na minha pica. - Não me provoca, senão vou te deixar igual hoje! - Não, pelo amor! Não me faz lembrar! Rimos e lembramos da senhora de idade tão... oportuna. A gente continua batendo um papo sobre coisas bestas, enquanto uns 3 ou 4 copos de vinho iam deixando o clima mais erótico. — Quer ver um filme? — ela me pergunta. Eu só queria comer ela, mas mesmo assim falei "bora". Liga a TV, procura canais e coloca um filme pornô; um preto com uma pica gigante castigava a bunda de uma ruiva baixinha. A gente já não fala mais, o silêncio toma conta da situação e o ar fica pesado. Ela, de lado, começa a se tocar e a mexer o corpo devagar. Vendo ela, eu também me toco por cima da calça. Assim por uns momentos até a gente largar o filme de lado. Agora, eu olho como ela acaricia o clitóris dela e as caras de prazer que faz. E ela olha minha mão apertando a pica duríssima. Eu desabotoo a calça e deixo a pica balançando no ar, ela pega e me punheta e eu também levo meus dedos até a pussy dela. Agora a gente se masturba um ao outro. — Posso? — ela fala, apontando pra minha pica. — Pode o quê? — Chupar ela. — A mina não pede permissão. — eu provoco. Ela levanta de um pulo e vai direto com a boca na minha pica. No mesmo instante, tira meu jeans e a cueca e chupa com toda força. Cospe nela. Passa a língua pela cabeça, rodeia, percorre tudo. Me olha e mostra como a cabeça aparece dentro de uma das bochechas dela. — E a mina chupa assim pra você? — Mmm filha da puta! Abre a boca grande e mete uma e outra vez até a garganta, deixa ela cheia de baba. Tira o vestido e joga no chão. Ficou só com uma calcinha vermelha de renda divina. Sem sutiã. Pega do criado-mudo umas camisinhas com bolinhas, tipo as que tinham me recomendado, e sobe em cima de mim, colocando uma perna de cada lado do meu corpo, puxa a calcinha fio dental pro lado, encaixa minha pica entre os lábios e senta. Vem pra frente rápido e volta devagar, enfiando sozinha pra trás, quase em câmera lenta. Uma, duas, três, quatro vezes e vai aumentando o ritmo. Eu abraço ela apertando contra meu peito e Sussurrando no seu ouvido: - Vai, putinha! Como você se mexe bem! Mais rápido, vai! Dá! Dá! Ela geme no meu ouvido e continua cavalgando, mantendo o ritmo. Ela se levanta e fica ereta, com as mãos apoiadas nos meus joelhos, continua montando, desesperada, com a rola inteira dentro, sem se desgrudar da minha pélvis. Os gemidos dela se misturam com os do filme. Sinto o prazer dela chegando, "falta pouco" ela avisa quase sem conseguir falar. Aperto com uma das mãos o peito dela e com a outra seguro ela por trás da cintura, como se tentasse dobrá-la. Continua, continua, continua... e ela solta todos os seus fluidos num único grito. Exausta, apoia a cabeça no meu peito e continua se mexendo, cada vez mais devagar, até parar completamente. - Aaah! Aaai, gatinho! Aah. - ela continua. - Como é que a galera fode? - Como uma puta, bem puta! - Quando você for comer qualquer mina, lembra disso. - ela me diz, e pede pra eu tirar uma foto dela.
Não acreditava no quão depravada a Karina era. Ela guardava isso escondido atrás da esposa impecável e fiel. Ela se levanta de cima de mim e a gente fica um tempinho conversando e tomando mais um drink. Vou ao banheiro e, quando volto, ela já estava me esperando assim...
Depois das fotos, fui direto pegar ela de novo. Agora sem camisinha. Pela cintura, levantei ela até a borda da cama. Chupei a buceta e o cu dela por uns minutos. —Mmmm, seu merda! Quero que você me foda! Me fode, vai! Meu pau meio mole começou a pulsar de novo, então me levantei e enfiei do jeito que tava. Ela mandou eu ficar parado e começou a se mexer pra frente e pra trás. Dava pra sentir meu pau endurecendo dentro daquela buceta linda. Enquanto isso, eu dava tapas na bunda dela. Quando ficou duro, comecei a meter com tudo, socando forte uma vez atrás da outra. Enrolei o cabelo dela no meu punho e continuei comendo ela por um bom tempo até ela cair de costas na cama. Do jeito que ela caiu, pulei atrás, prendendo as pernas dela com as minhas. Ela ficou de bruços, arqueada, empinando a raba. Eu segurei os braços dela e continuei comendo ela sem parar. Depois de uns minutos, aviso que vou gozar, ela vira e me chama pra boca dela. Me ajoelho na cama e enfio na boca dela, ela chupa e bate uma rápida, passando a língua na ponta do meu pau, esperando a porra. Não aguentei mais e soltei tudo. E aqui a última foto.
Cheia de porra, ela se limpou com a mão e passou no meu peito. — Você nunca vai se esquecer de mim, gatinho! E a coroa tinha razão. Que mulher incrível! Sublime. Foi a primeira, mas não a última vez com a Karina. Depois que eu terminar os outros contos pendentes, conto pra vocês. Enquanto isso, me digam: o que acharam da Karina e do relato? Essa mina foi a última coroa que eu comi, espero ter mais experiências e poder contar. Então, poringa girls milf... tô na espera. Abraços.
13 comentários - Vizinha madura e safada
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