Olá, pessoal!!! Hoje quero compartilhar com vocês o que fiz uma vez que acompanhei meu namorado num torneio de golfe.
Um domingo, meu namorado me pediu pra acompanhar ele no clube onde ele joga, porque ia participar de um torneio de golfe e, pra ele, não tem nada mais importante do que jogar esse esporte de merda, que eu aprendi a odiar porque demora uma eternidade e ele me abandona completamente quando tá jogando. O torneio terminava naquele dia e ele queria que eu fosse junto porque achava que podia ganhar um prêmio. Aceitei de má vontade, porque leva umas 3 horas pra acabar e eu fico puta esperando, e nem pensar em acompanhar ele porque é chato pra caralho. Como era domingo e o dia tava ensolarado, me vesti com um vestido rosa florido que chega um pouco acima do joelho. Como as alças são fininhas e é decotado, não consegui usar sutiã, então só peguei uma calcinha fio dental branca e meus saltos pra ir pro clube.
No clube só tinha senhores que também estavam jogando o torneio, e só na parte perto da piscina tinha algumas famílias, então virei o centro das atenções desde que chegamos. Eles se aproximavam para cumprimentar a gente sem disfarçar os olhares no meu corpo, especialmente no meu decote que mostrava o vale entre meus peitos. Quando se afastavam, percebia que olhavam minha bunda, que aparecia demais por causa da caída do vestido, principalmente quando eu andava. Ficamos esperando um bom tempo até liberarem meu namorado pra começar a jogar. Ele começou a conversar com um senhor que era o instrutor. Eu fiquei sentada na frente dele e via que o olhar dele percorria meu corpo de cima a baixo enquanto ele se acariciava a entreperna. Os olhos dele não sabiam se fixavam no meu decote ou nas minhas pernas, mas não parava de me olhar nem um instante. Resolvi começar a brincar com ele e, discretamente, fingindo que não percebia, me abaixei como se fosse amarrar os sapatos, deixando ele ver meus peitos que quase saíam do vestido. Meus mamilos dava pra notar enquanto eu levantava a cabeça dando um sorrisinho safado pra ele. Me levantei pra sentar direito e, fazendo de conta que olhava pro campo, abri um pouco as pernas mostrando minha calcinha fio dental. Ele fez cara de surpreso e dava pra ver como ele se esfregava a pica, colocando a mão no bolso enquanto continuava conversando. Ele se afastou um pouco e, parando num canto, começou a pegar na pica de um jeito sem vergonha, me olhando nos olhos. Apertava a vara dele por cima da calça e me mostrava a língua como se me convidasse pra ir com ele. Finalmente meu namorado começou a jogar e resolvi acompanhá-lo. A gente foi com outros três senhores que não paravam de me olhar. De propósito, eles andavam atrás de mim pra ver como minha bunda marcava no vestido. Como eu estava de salto, ficava difícil e cansativo andar pelo campo, então depois de dois buracos já não aguentava mais. Falei pro meu namorado que não dava pra continuar e que ia sentar um pouco e depois esperava por ele. Na casa do clube. Passaram uns cinco minutos quando passou por ali um senhor num carrinho de golfe, pra minha surpresa era o instrutor que tava dando uma volta pelo campo pra garantir que nada desse errado durante o torneio. Ele se aproximou e, de novo, o olhar dele percorreu meu corpo "…….oi, gostosa……cansada?......posso te levar……..aqui cabe nós dois…deixa eu te ajudar a subir…." Eu não falei nada, fiquei sentada vendo ele descer do carrinho e se aproximar de mim. Ele segurou minhas mãos pra me levantar, e com a desculpa de eu não cair, me envolveu pela cintura com a mão e assim me levou até o veículo, com o polegar dele conseguia roçar um dos meus peitos, mas fingi que não percebia, ele mexia devagar, acariciando. Quando sentei, o vestido subiu um pouco e o olhar dele se fixou nas minhas pernas, não arrumei o vestido, deixei ele aproveitar um pouco, e logo ele sentou do meu lado, colocou a mão perto da minha perna e começou a mexer delicadamente enquanto dirigia. Fomos pra casa do clube sem falar nada, os olhares dele eram totalmente sem vergonha nas minhas pernas e eu não fazia nada pra evitar. Em vez de ir direto pra área do restaurante, fomos pra parte de trás do clube "…tenho que guardar o carrinho….é propriedade do clube e fica no depósito junto com outros equipamentos…..aqui também guardam os equipamentos de golfe dos sócios…….vem, vou te mostrar….." Chegamos numa espécie de depósito e ele estacionou o carrinho um pouco longe, já que o caminho era de pedra, ele me ajudou a descer segurando minhas mãos e fomos pro depósito. Eu tava com dificuldade de andar nas pedras, então ele, muito gentil, me abraçou pela cintura pra eu não cair. "…com cuidado, princesa….seria uma pena você cair e se machucar…..eu te ajudo …..vem pra cá….." De novo, ele foi roçando um dos meus peitos com o dedo, mas com o balanço do meu andar nas pedras, ele tocava cada vez mais até que finalmente agarrou meu peito com a mão direita, sem nenhuma cerimônia. Impedimento da minha parte, ela massageava com o caminhar dos dois, rodeando e apertando à vontade. A gente tava no meio do caminho e o calçamento tava pior "…vai, gostosa…..melhor te abraçar assim pra você não se machucar…..me deixa…. deixa eu me ajeitar pra te segurar bem…….." Ela ficou atrás de mim e se encostou, de um jeito que eu sentia perfeitamente o pau dela duro nas minhas nádegas, colocou as mãos na minha cintura e assim seguimos nosso caminho, sentindo o pênis abrindo caminho entre minhas nádegas por cima do vestido. A gente tinha avançado uns passos quando comecei a sentir ela subindo as mãos pelo meu corpo até colocar elas bem debaixo dos meus peitos, roçando de leve. Assim fomos caminhando mais um pouco quando, ao ver que eu não falava nada, ela acabou agarrando meus peitos por completo, as mãos dela tomaram conta deles apertando e acariciando com força, arrancando uns gemidinhos de prazer de mim, com isso também fazia meu corpo se grudar mais nela pra eu sentir a vara dela no meu cu, sentia a respiração dela no meu pescoço e aos poucos me beijava os ombros com mais descaramento. Eu não falava nem fazia absolutamente nada, deixava ela fazer com meu corpo o que quisesse, as mãos dela percorriam meus peitos por cima do vestido enquanto com a língua lambia e beijava meus ombros e pescoço, fazendo eu sentir o pau duro dela na minha bunda. Quando faltavam uns dez metros pra chegar, ela se desgrudou de mim pra pegar minha mão e levar até o pênis dela, tava duro e grande, apertei enquanto passava a mão de cima a baixo por cima da calça dela, fazendo a respiração dela falhar ao gemer de prazer. Chegamos na frente da porta do boteco e ela se separou de mim pra pegar a chave e abrir, me olhou com cara de estranheza e falou - não, gostosa……continua com o que tava fazendo……não para……..só tô abrindo a porta…..assim…..muito bem……aaaahhh……. Ela pegou minha mão e colocou de novo no pau dela, então comecei a acariciar de novo. Em Assim que entramos, ele se virou pra trancar a porta e, quando se virou de volta, ficou paralisado com o que viu. Eu estava parada na frente dele com o vestido abaixado até a cintura, meus peitos totalmente nus, os mamilos durinhos, e com meu olhar eu o convidava pra possuí-los. Eram dele, e eu morria de vontade que ele os pegasse, beijasse e mordesse igual um bebê faminto. Não precisei dizer nada; ele foi direto pros meus peitos, apertando e tentando encaixar na boca, a língua percorrendo cada centímetro, enquanto as mãos pesavam e se agarravam como se ele fosse cair. Minhas mãos foram pro pau dele, soltei ele e comecei a massagear. Eu o queria, e ele era meu pra eu aproveitar ao máximo. Deixei ele chupar meus peitos por mais um tempo, depois me ajoelhei na frente daquele pau duro e ereto, que pedia pra ser enfiado na minha boca. Comecei a cobrir ele de beijos, enquanto minha língua o lambuzava de saliva e minha mão acariciava. Enfiei na boca e comecei a dar o melhor boquete da vida dele. Os olhos dele se fecharam, e ele começou a gemer igual um lobo no cio, enquanto eu continuava na minha tarefa que tanto amava. Tirei o vestido de vez e fiquei só de calcinha fio dental e salto, e ajudei ele a tirar a calça. Depois de um tempo, me levantei e fui até uma escrivaninha que tinha dentro do depósito. Ele me seguiu, colando o corpo no meu, enfiando o pau entre minhas nádegas e agarrando meus peitos com força, enquanto cobria meu pescoço de beijos. Parei na frente da escrivaninha e me apoiei nela, levantando a bunda e oferecendo pra ele. Coloquei as mãos nas minhas nádegas, abrindo o máximo possível, puxando a calcinha pro lado, esperando a estocada do pau dele. Na hora, ele meteu tudo de uma vez só. Senti ele me penetrar, e um gemido forte escapou, fazendo eu gozar só de sentir ele lá dentro. Ele começou a me furar devagar, aproveitando cada centímetro de carne que enfiava. Ele não parava de elogiar minha bunda — que rabo lindo você tem… que bunda… é linda… redonda… deliciosa… você é muito gostosa… Ele se apoiou em mim e começou a beijar minhas costas e meu pescoço, com a língua percorrendo meus ombros, me segurando pela bunda enquanto o pau dele continuava me furando sem parar um segundo, os movimentos não cessavam e eu só virava a cabeça olhando nos olhos dele. De repente, sem tirar o pau de dentro de mim, ele juntou minhas pernas e as colocou em cima da mesa, ficando eu deitada de lado, de costas para ele. Nunca tinha ficado naquela posição, senti o pau dele entrando com mais dificuldade por eu estar com as pernas fechadas, e nós dois sentimos um prazer imenso. Meus gemidos ficaram mais intensos, viraram até gritos, ele também começou a gemer e bufar sem parar de me comer, meus olhos quase viraram, mas eu não tirava os olhos do rosto dele, que se transformou de tanto prazer que sentia. Meu corpo estava num orgasmo contínuo, eu me mexia no ritmo que o pau dele entrava na minha buceta, com uma mão eu tocava o peito dele como se quisesse parar, mas na verdade não queria que ele parasse. De repente, ele tirou o pênis de dentro de mim e começou a gozar nas minhas costas, respingando também nas minhas pernas e na minha bunda. Com a mão, eu acariciava o pau dele, espremendo até a última gota, e depois me virei e coloquei na minha boca até ter certeza de que tinha cuspido todo o leite dele em mim. Limpei com a língua e continuei chupando por mais um tempo, vendo os olhos dele revirarem sem acreditar no que tinha acontecido. Ele sentou numa cadeira que estava por perto, e eu fiquei deitada na mesa descansando. Depois de alguns minutos, me levantei para limpar todo o sêmen que tinha nas minhas costas e na minha bunda, que já escorria para as minhas pernas. Tirei minha calcinha fio dental, que quase tinha rasgado com aquela sessão de sexo incrível que tive, coloquei do lado onde ele estava sentado e vesti meu vestido, que felizmente não tinha sido estragado. sem mancha nem ruga, arrumei o cabelo e fui cambaleando até a porta sem dizer nada. Quando tava abrindo a porta, ele falou ofegante: - …………….seu namorado……. ainda falta……….. umas duas horas pra ele terminar……não vai embora……podemos dar uma volta no campo de golfe…….como amigos……. Parei sem saber o que fazer…..tava realmente confusa se ficava ou não, porque ele tinha me tratado com delicadeza, me fazendo sentir como uma rainha, e também tinha me feito gozar tanto que cheguei a gozar 3 vezes.
Um domingo, meu namorado me pediu pra acompanhar ele no clube onde ele joga, porque ia participar de um torneio de golfe e, pra ele, não tem nada mais importante do que jogar esse esporte de merda, que eu aprendi a odiar porque demora uma eternidade e ele me abandona completamente quando tá jogando. O torneio terminava naquele dia e ele queria que eu fosse junto porque achava que podia ganhar um prêmio. Aceitei de má vontade, porque leva umas 3 horas pra acabar e eu fico puta esperando, e nem pensar em acompanhar ele porque é chato pra caralho. Como era domingo e o dia tava ensolarado, me vesti com um vestido rosa florido que chega um pouco acima do joelho. Como as alças são fininhas e é decotado, não consegui usar sutiã, então só peguei uma calcinha fio dental branca e meus saltos pra ir pro clube.
No clube só tinha senhores que também estavam jogando o torneio, e só na parte perto da piscina tinha algumas famílias, então virei o centro das atenções desde que chegamos. Eles se aproximavam para cumprimentar a gente sem disfarçar os olhares no meu corpo, especialmente no meu decote que mostrava o vale entre meus peitos. Quando se afastavam, percebia que olhavam minha bunda, que aparecia demais por causa da caída do vestido, principalmente quando eu andava. Ficamos esperando um bom tempo até liberarem meu namorado pra começar a jogar. Ele começou a conversar com um senhor que era o instrutor. Eu fiquei sentada na frente dele e via que o olhar dele percorria meu corpo de cima a baixo enquanto ele se acariciava a entreperna. Os olhos dele não sabiam se fixavam no meu decote ou nas minhas pernas, mas não parava de me olhar nem um instante. Resolvi começar a brincar com ele e, discretamente, fingindo que não percebia, me abaixei como se fosse amarrar os sapatos, deixando ele ver meus peitos que quase saíam do vestido. Meus mamilos dava pra notar enquanto eu levantava a cabeça dando um sorrisinho safado pra ele. Me levantei pra sentar direito e, fazendo de conta que olhava pro campo, abri um pouco as pernas mostrando minha calcinha fio dental. Ele fez cara de surpreso e dava pra ver como ele se esfregava a pica, colocando a mão no bolso enquanto continuava conversando. Ele se afastou um pouco e, parando num canto, começou a pegar na pica de um jeito sem vergonha, me olhando nos olhos. Apertava a vara dele por cima da calça e me mostrava a língua como se me convidasse pra ir com ele. Finalmente meu namorado começou a jogar e resolvi acompanhá-lo. A gente foi com outros três senhores que não paravam de me olhar. De propósito, eles andavam atrás de mim pra ver como minha bunda marcava no vestido. Como eu estava de salto, ficava difícil e cansativo andar pelo campo, então depois de dois buracos já não aguentava mais. Falei pro meu namorado que não dava pra continuar e que ia sentar um pouco e depois esperava por ele. Na casa do clube. Passaram uns cinco minutos quando passou por ali um senhor num carrinho de golfe, pra minha surpresa era o instrutor que tava dando uma volta pelo campo pra garantir que nada desse errado durante o torneio. Ele se aproximou e, de novo, o olhar dele percorreu meu corpo "…….oi, gostosa……cansada?......posso te levar……..aqui cabe nós dois…deixa eu te ajudar a subir…." Eu não falei nada, fiquei sentada vendo ele descer do carrinho e se aproximar de mim. Ele segurou minhas mãos pra me levantar, e com a desculpa de eu não cair, me envolveu pela cintura com a mão e assim me levou até o veículo, com o polegar dele conseguia roçar um dos meus peitos, mas fingi que não percebia, ele mexia devagar, acariciando. Quando sentei, o vestido subiu um pouco e o olhar dele se fixou nas minhas pernas, não arrumei o vestido, deixei ele aproveitar um pouco, e logo ele sentou do meu lado, colocou a mão perto da minha perna e começou a mexer delicadamente enquanto dirigia. Fomos pra casa do clube sem falar nada, os olhares dele eram totalmente sem vergonha nas minhas pernas e eu não fazia nada pra evitar. Em vez de ir direto pra área do restaurante, fomos pra parte de trás do clube "…tenho que guardar o carrinho….é propriedade do clube e fica no depósito junto com outros equipamentos…..aqui também guardam os equipamentos de golfe dos sócios…….vem, vou te mostrar….." Chegamos numa espécie de depósito e ele estacionou o carrinho um pouco longe, já que o caminho era de pedra, ele me ajudou a descer segurando minhas mãos e fomos pro depósito. Eu tava com dificuldade de andar nas pedras, então ele, muito gentil, me abraçou pela cintura pra eu não cair. "…com cuidado, princesa….seria uma pena você cair e se machucar…..eu te ajudo …..vem pra cá….." De novo, ele foi roçando um dos meus peitos com o dedo, mas com o balanço do meu andar nas pedras, ele tocava cada vez mais até que finalmente agarrou meu peito com a mão direita, sem nenhuma cerimônia. Impedimento da minha parte, ela massageava com o caminhar dos dois, rodeando e apertando à vontade. A gente tava no meio do caminho e o calçamento tava pior "…vai, gostosa…..melhor te abraçar assim pra você não se machucar…..me deixa…. deixa eu me ajeitar pra te segurar bem…….." Ela ficou atrás de mim e se encostou, de um jeito que eu sentia perfeitamente o pau dela duro nas minhas nádegas, colocou as mãos na minha cintura e assim seguimos nosso caminho, sentindo o pênis abrindo caminho entre minhas nádegas por cima do vestido. A gente tinha avançado uns passos quando comecei a sentir ela subindo as mãos pelo meu corpo até colocar elas bem debaixo dos meus peitos, roçando de leve. Assim fomos caminhando mais um pouco quando, ao ver que eu não falava nada, ela acabou agarrando meus peitos por completo, as mãos dela tomaram conta deles apertando e acariciando com força, arrancando uns gemidinhos de prazer de mim, com isso também fazia meu corpo se grudar mais nela pra eu sentir a vara dela no meu cu, sentia a respiração dela no meu pescoço e aos poucos me beijava os ombros com mais descaramento. Eu não falava nem fazia absolutamente nada, deixava ela fazer com meu corpo o que quisesse, as mãos dela percorriam meus peitos por cima do vestido enquanto com a língua lambia e beijava meus ombros e pescoço, fazendo eu sentir o pau duro dela na minha bunda. Quando faltavam uns dez metros pra chegar, ela se desgrudou de mim pra pegar minha mão e levar até o pênis dela, tava duro e grande, apertei enquanto passava a mão de cima a baixo por cima da calça dela, fazendo a respiração dela falhar ao gemer de prazer. Chegamos na frente da porta do boteco e ela se separou de mim pra pegar a chave e abrir, me olhou com cara de estranheza e falou - não, gostosa……continua com o que tava fazendo……não para……..só tô abrindo a porta…..assim…..muito bem……aaaahhh……. Ela pegou minha mão e colocou de novo no pau dela, então comecei a acariciar de novo. Em Assim que entramos, ele se virou pra trancar a porta e, quando se virou de volta, ficou paralisado com o que viu. Eu estava parada na frente dele com o vestido abaixado até a cintura, meus peitos totalmente nus, os mamilos durinhos, e com meu olhar eu o convidava pra possuí-los. Eram dele, e eu morria de vontade que ele os pegasse, beijasse e mordesse igual um bebê faminto. Não precisei dizer nada; ele foi direto pros meus peitos, apertando e tentando encaixar na boca, a língua percorrendo cada centímetro, enquanto as mãos pesavam e se agarravam como se ele fosse cair. Minhas mãos foram pro pau dele, soltei ele e comecei a massagear. Eu o queria, e ele era meu pra eu aproveitar ao máximo. Deixei ele chupar meus peitos por mais um tempo, depois me ajoelhei na frente daquele pau duro e ereto, que pedia pra ser enfiado na minha boca. Comecei a cobrir ele de beijos, enquanto minha língua o lambuzava de saliva e minha mão acariciava. Enfiei na boca e comecei a dar o melhor boquete da vida dele. Os olhos dele se fecharam, e ele começou a gemer igual um lobo no cio, enquanto eu continuava na minha tarefa que tanto amava. Tirei o vestido de vez e fiquei só de calcinha fio dental e salto, e ajudei ele a tirar a calça. Depois de um tempo, me levantei e fui até uma escrivaninha que tinha dentro do depósito. Ele me seguiu, colando o corpo no meu, enfiando o pau entre minhas nádegas e agarrando meus peitos com força, enquanto cobria meu pescoço de beijos. Parei na frente da escrivaninha e me apoiei nela, levantando a bunda e oferecendo pra ele. Coloquei as mãos nas minhas nádegas, abrindo o máximo possível, puxando a calcinha pro lado, esperando a estocada do pau dele. Na hora, ele meteu tudo de uma vez só. Senti ele me penetrar, e um gemido forte escapou, fazendo eu gozar só de sentir ele lá dentro. Ele começou a me furar devagar, aproveitando cada centímetro de carne que enfiava. Ele não parava de elogiar minha bunda — que rabo lindo você tem… que bunda… é linda… redonda… deliciosa… você é muito gostosa… Ele se apoiou em mim e começou a beijar minhas costas e meu pescoço, com a língua percorrendo meus ombros, me segurando pela bunda enquanto o pau dele continuava me furando sem parar um segundo, os movimentos não cessavam e eu só virava a cabeça olhando nos olhos dele. De repente, sem tirar o pau de dentro de mim, ele juntou minhas pernas e as colocou em cima da mesa, ficando eu deitada de lado, de costas para ele. Nunca tinha ficado naquela posição, senti o pau dele entrando com mais dificuldade por eu estar com as pernas fechadas, e nós dois sentimos um prazer imenso. Meus gemidos ficaram mais intensos, viraram até gritos, ele também começou a gemer e bufar sem parar de me comer, meus olhos quase viraram, mas eu não tirava os olhos do rosto dele, que se transformou de tanto prazer que sentia. Meu corpo estava num orgasmo contínuo, eu me mexia no ritmo que o pau dele entrava na minha buceta, com uma mão eu tocava o peito dele como se quisesse parar, mas na verdade não queria que ele parasse. De repente, ele tirou o pênis de dentro de mim e começou a gozar nas minhas costas, respingando também nas minhas pernas e na minha bunda. Com a mão, eu acariciava o pau dele, espremendo até a última gota, e depois me virei e coloquei na minha boca até ter certeza de que tinha cuspido todo o leite dele em mim. Limpei com a língua e continuei chupando por mais um tempo, vendo os olhos dele revirarem sem acreditar no que tinha acontecido. Ele sentou numa cadeira que estava por perto, e eu fiquei deitada na mesa descansando. Depois de alguns minutos, me levantei para limpar todo o sêmen que tinha nas minhas costas e na minha bunda, que já escorria para as minhas pernas. Tirei minha calcinha fio dental, que quase tinha rasgado com aquela sessão de sexo incrível que tive, coloquei do lado onde ele estava sentado e vesti meu vestido, que felizmente não tinha sido estragado. sem mancha nem ruga, arrumei o cabelo e fui cambaleando até a porta sem dizer nada. Quando tava abrindo a porta, ele falou ofegante: - …………….seu namorado……. ainda falta……….. umas duas horas pra ele terminar……não vai embora……podemos dar uma volta no campo de golfe…….como amigos……. Parei sem saber o que fazer…..tava realmente confusa se ficava ou não, porque ele tinha me tratado com delicadeza, me fazendo sentir como uma rainha, e também tinha me feito gozar tanto que cheguei a gozar 3 vezes.
0 comentários - Alejandra 5: Gostosa Demais