Deixa eu contar pra vocês o que eu fiz quando fui com meu namorado, há pouco tempo, no casamento de um dos melhores amigos dele. O casamento era à noite, então tive chance de tomar banho e me arrumar com calma, sem ter que correr (como sempre acontece comigo).
Eu tava servindo um copo d'água quando, de repente, comecei a ouvir claramente meus vizinhos (que tinham menos de 1 ano de casados) transando na cozinha deles!!!!!!, que tem a janela perto da minha. Fiquei ali pra escutar os gemidos dela e como ele falava umas coisas pra excitar ela mais. Comecei a ficar com muito tesão e me masturbei enquanto continuava ouvindo eles. Devem ter passado uns quinze minutos até ele gozar e, finalmente, ficaram em silêncio. Olhei a hora e me assustei porque não ia dar tempo de me arrumar. Rapidamente tomei banho e comecei a me trocar, ainda me sentindo muito excitada quando, de repente, meu namorado chegou. Falei que não demoraria mais de 20 minutos pra ficar pronta, mas ele, bravo, disse que era muito tempo, que o casamento do amigo dele era muito especial e que não podia me esperar, então mandou eu pegar um táxi e encontrá-lo na festa. Entendi a irritação dele e, resignada, deixei ele ir. Continuei me trocando e, pra ganhar tempo, pedi um táxi por telefone pra passar me pegar. Como tinha tido essa briga com meu namorado, me deu na cabeça me vestir bem gostosa pra, à noite, a gente se reconciliar quando estivesse junto. Coloquei uma calcinha fio dental branca de renda que sumia completamente entre minhas nádegas, umas meias brancas com renda na parte de cima com uma cinta-liga também branca e decidi vestir um vestido de duas peças, longo e que fica bem colado no corpo. A saia é azul claro e tem uma abertura no lado esquerdo que vai até a metade da coxa, e a parte de cima é branca, com alças que se prendem atrás do pescoço, deixando minhas costas de fora. Meus peitos marcavam bastante porque eu não tava de sutiã, e o vestido se completava com umas luvas brancas que iam até os cotovelos. Quando me olhei no espelho, percebi que realmente tava muito gostosa e, lembrando do que tinha rolado com meus vizinhos, comecei a ficar molhada de novo. Sentei na cama e, fechando os olhos... comecei a acariciar meus peitos. Quando eu estava mais excitada, tocaram a campainha de casa, era o taxista que tinha acabado de chegar para me buscar. Depressa peguei minha bolsa, calcei os sapatos e saí para não me atrasar mais. O motorista, assim que me viu, senti que me despia com o olhar cheio de luxúria. Me acomodei no banco da frente e pedi que ele fosse rápido até o Salão, que fica a uns 15 minutos, e era o lugar onde ia ser o casamento. Terminei de me maquiar dentro do táxi e não tinha percebido que a saia tinha se aberto, deixando minha perna totalmente exposta para o motorista. Ele não acreditava no que via e, de forma descarada, ficou me encarando e começou a esfregar o pau por cima da calça, que já dava pra ver totalmente duro. Fiquei excitada de novo pra caralho e morria de vontade de pegar aquela vara linda e devorar de chupões pra depois sentar em cima dela e sentir ela dentro de mim… mas não podia correr esse risco!!! Primeiro porque ele sabia onde eu morava e segundo porque já estávamos quase chegando na festa e não queria chegar mais tarde com o vestido todo bagunçado. Deixei ele continuar se deliciando olhando minhas pernas e fingi estar distraída. Quando chegamos no destino, ele disse: "moça, desculpa a pergunta, mas… a senhora sempre usa esse tipo de meia? É que, sinceramente, você tá muito gostosa…" e eu respondi: "claro que sim, moço, é muito gostoso sentir o ar circular nas minhas partes íntimas, além de que meu namorado adora quando eu uso… quanto te devo pela corrida?" E ele respondeu com a voz trêmula de tão excitado: "nada não, moça, a senhora já me pagou com o tesão que eu tive ao ver suas pernas tão deliciosas com essas meias tão sexy… até eu é que deveria pagar a senhora!" Achei o comentário dele muito engraçado e, assim que desci, falei bem sexy, piscando um olho: "e sabe de uma coisa, moço… eu não tô de calcinha por baixo da saia… Dando meia-volta, saí rindo. Quando cheguei no salão, depois de tudo que rolou com o taxista e o que ouvi no meu apartamento, eu tava muito molhada e com tesão, queria que qualquer homem me comesse e me fizesse dele pra me aliviar, mas tinha que resolver as coisas com meu namorado e decidi esperar até encontrá-lo. Entreguei meu convite pros garçons que estavam na porta recebendo, e o olhar deles foi totalmente sem vergonha pras minhas tetas, que, do jeito que eu tava excitada, os bicos marcavam muito. Do mesmo jeito, percebi que ficaram olhando pra minha bunda quando me afastei deles. Entrei no salão procurando meu namorado e de novo senti que cada homem que cruzava meu caminho me violava com o olhar, até vi alguns sendo xingados pelas parceiras por causa do jeito que me encararam. Finalmente achei a mesa onde meu namorado tava e fui sentar do lado dele. Na mesa dele, tinha 2 amigos que vieram sozinhos e outros 3 casais. Percebi que eles também me olhavam de um jeito muito safado e senti que todos me despiam com os olhos… menos meu namorado, que tava puto. Sentei e Ricardo (um dos amigos dele) descaradamente ficou olhando pra minha perna, que mostrava a liga branca, depois me encarou e, virando pro meu namorado, disse: "que maravilhosa sua mulher tá hoje… com todo respeito". Meu namorado só resmungou e continuou bebendo, sem dar bola. Eu me aproximei dele e falei no ouvido: "meu amor… hoje tô com muita vontade de você me fazer sua… se quiser, a gente pode ir pro seu carro começar a te mostrar meu arrependimento por te deixar com raiva…" enquanto pegava na rola dele por cima da calça. Ele respondeu que a festa tava só começando, que não ia ser tão fácil me convencer e que mais tarde a gente via. Eu continuava com muito tesão, e os amigos dele, do jeito que me olhavam, tavam me deixando mais quente ainda. Falei pro meu namorado irmos dançar, mas ele não quis, então Ricardo se levantou na hora e disse: "se não se importa, eu posso levar sua namorada pra dançar". Meu namorado aceitou balançando a cabeça, e Ricardo me pegou pelos braços, me levantando, então não tive escolha a não ser ir dançar com ele. No caminho todo até a pista de dança e já lá dentro, sentia os olhares cravados nas minhas tetas e na minha bunda, e como estava lotado, várias mãos apalparam minhas nádegas. Começamos a dançar e ele falava no meu ouvido, colado em mim: "sabe que você está linda?.............Hugo (que é como meu namorado se chama) tem muita sorte de ter você". Eu sorri bem provocante, agradecendo o elogio, mas ainda preocupada com a briga que tive com meu namorado. Ricardo se grudou ainda mais e, levantando meus braços, colocou as mãos debaixo dos meus, de modo que com os polegares roçava minhas tetas, que reagiram fazendo meus bicos pularem. Ele se aproximou mais e eu pude sentir como ele esfregava o pau na minha barriga nua. Ficamos assim uma música inteira, e eu me deixava fazer, ficando mais excitada a cada momento. Na música seguinte, ele me virou de costas para ele e, sem nenhum cuidado, começou a esfregar o pau na minha bunda. Eu estava em êxtase, meus olhos reviravam, não queria que ele parasse. Ele se aproximou do meu ouvido e disse: "se o Hugo não tá a fim, eu posso te dar o que você precisa". E pegou minha mão e levou até o pau dele, que parecia que ia explodir dentro da calça. Eu me assustei e parei de repente, surpresa, perguntando o que ele queria dizer. "Não se faz de sonsa……vi claramente como você pegava no pau do seu namorado e como ele te desprezava…ele deve ser muito otário pra desprezar uma puta gostosa e safada como você…mas eu vou te dar o que você precisa". E me pegando pelo braço, me levou para fora do salão enquanto dizia: "cê acha que pode ficar por aí esquentando os paus dos outros sem assumir as consequências?.......cê acha que pode ficar se exibindo assim vestida de puta, esquentando todo mundo, sem ninguém te pegar? Nada?..........tá na cara que você adora uma pica…não finja…" Eu me sentia confusa e com tesão ao mesmo tempo, minha calcinha fio-dental já tava toda encharcada e eu me deixava levar por tudo que Ricardo falava. Quando chegamos na porta do lobby do salão, Ricardo já tava pegando na minha bunda descaradamente e parou um instante pra pedir as chaves do carro pro manobrista. Aproveitou pra tentar me beijar na boca, mas eu virei a cabeça, então a boca dele foi pro meu pescoço começando a me beijar apaixonadamente, as mãos dele se apossaram da minha bunda com força, enquanto eu falava "Ricardo, para…isso não tá certo…não continua…" Mas minhas mãos rodeavam o pescoço dele abraçando ele forte. O manobrista já tava do nosso lado e tossiu pra chamar nossa atenção "aqui estão suas chaves, senhor, mas deixa eu te falar que lá fora tá chovendo…se quiser, posso deixar vocês passarem pro escritório onde guardamos as chaves e nossos uniformes…mas com a condição de que eu só possa observar". Ricardo já tava fazendo o que queria comigo e, pensando um pouco, aceitou a oferta do manobrista soltando uma risada e me dizendo "agora sim você vai se sentir a verdadeira puta que é…vou te foder e você vai ter plateia…hahaha…". Eu já tava perdida e nem sabia mais de mim, entramos no escritório e Ricardo sentou numa cadeira e, me puxando pelos braços, fez eu me ajoelhar, tirou a pica pra fora e disse "chupa ela…se enche dela, puta…" sem hesitar eu peguei ela com as mãos e comecei a lamber a cabeça pra depois devorar ela toda. Depois de ter chupado ele por uns 10 minutos, ele me levantou e, subindo minha saia até a cintura, afastou minha calcinha fio-dental pro lado pra eu sentar no pau dele. O funcionário do hotel tirou a pica pra fora e começou a se masturbar enquanto nos olhava e me dizia "mas que gostosa e boa você é, filha da puta, dá pra ver que você adora uma pica, né puta?.........dá pra ver que você se veste pra todo mundo te desejar, ou não puta?....você é uma puta vadia gostosa...". Eu pulava em cima daquela pica linda e gemia feito uma puta no cio, o Ricardo já tinha soltado meus peitos e chupava eles igual um bebê mamando, de repente o manobrista chegou do meu lado e sem falar nada eu comecei a dar um boquete glorioso nele.
Ricardo começou a gritar como um desesperado: "Vou gozar, sua puta... toma meu leite dentro de você... toma!!!!!" Ele despejou todo o esperma dentro de mim, e o rapaz do estacionamento não demorou pra gozar também: "Você é uma puta gostosa pra caralho... engole tudo, puta... aaaaaaahhhhh!!!!" Senti o pau dele pulsando, jorrando um leite delicioso que engoli todinho. Fiquei um tempo deitada sobre o Ricardo, rebolando em círculos pra extrair até a última gota de porra, enquanto com a mão continuava acariciando o pau do funcionário. Levantei na hora e, com minha boquinha, limpei direitinho os restos de gozo que sobraram neles. Ajeitei meu vestido, não falei nada e fui procurar meu namorado.
Uns dez minutos depois, Ricardo voltou e, vendo o Hugo, disse: "Tua mina é uma dançarina foda… me deixou acabado". Claro que o Hugo não fazia ideia do que ele tava falando… eu disse que tava me sentindo meio mal e que era melhor a gente vazar. Como ele já tava meio bêbado, acreditou em mim e a gente saiu. Quando chegamos na porta, o manobrista tava lá e, ao entregar o carro, falou: "Foi um prazer ter você aqui, moça… espero te ver por aqui de novo…". O Hugo me levou pra casa e disse: "Amanhã, quando você estiver melhor, a gente conversa, mas quero que saiba que esse casamento foi muito especial pra mim". E eu respondi: "Por mais que você não acredite… pra mim também foi.
Eu tava servindo um copo d'água quando, de repente, comecei a ouvir claramente meus vizinhos (que tinham menos de 1 ano de casados) transando na cozinha deles!!!!!!, que tem a janela perto da minha. Fiquei ali pra escutar os gemidos dela e como ele falava umas coisas pra excitar ela mais. Comecei a ficar com muito tesão e me masturbei enquanto continuava ouvindo eles. Devem ter passado uns quinze minutos até ele gozar e, finalmente, ficaram em silêncio. Olhei a hora e me assustei porque não ia dar tempo de me arrumar. Rapidamente tomei banho e comecei a me trocar, ainda me sentindo muito excitada quando, de repente, meu namorado chegou. Falei que não demoraria mais de 20 minutos pra ficar pronta, mas ele, bravo, disse que era muito tempo, que o casamento do amigo dele era muito especial e que não podia me esperar, então mandou eu pegar um táxi e encontrá-lo na festa. Entendi a irritação dele e, resignada, deixei ele ir. Continuei me trocando e, pra ganhar tempo, pedi um táxi por telefone pra passar me pegar. Como tinha tido essa briga com meu namorado, me deu na cabeça me vestir bem gostosa pra, à noite, a gente se reconciliar quando estivesse junto. Coloquei uma calcinha fio dental branca de renda que sumia completamente entre minhas nádegas, umas meias brancas com renda na parte de cima com uma cinta-liga também branca e decidi vestir um vestido de duas peças, longo e que fica bem colado no corpo. A saia é azul claro e tem uma abertura no lado esquerdo que vai até a metade da coxa, e a parte de cima é branca, com alças que se prendem atrás do pescoço, deixando minhas costas de fora. Meus peitos marcavam bastante porque eu não tava de sutiã, e o vestido se completava com umas luvas brancas que iam até os cotovelos. Quando me olhei no espelho, percebi que realmente tava muito gostosa e, lembrando do que tinha rolado com meus vizinhos, comecei a ficar molhada de novo. Sentei na cama e, fechando os olhos... comecei a acariciar meus peitos. Quando eu estava mais excitada, tocaram a campainha de casa, era o taxista que tinha acabado de chegar para me buscar. Depressa peguei minha bolsa, calcei os sapatos e saí para não me atrasar mais. O motorista, assim que me viu, senti que me despia com o olhar cheio de luxúria. Me acomodei no banco da frente e pedi que ele fosse rápido até o Salão, que fica a uns 15 minutos, e era o lugar onde ia ser o casamento. Terminei de me maquiar dentro do táxi e não tinha percebido que a saia tinha se aberto, deixando minha perna totalmente exposta para o motorista. Ele não acreditava no que via e, de forma descarada, ficou me encarando e começou a esfregar o pau por cima da calça, que já dava pra ver totalmente duro. Fiquei excitada de novo pra caralho e morria de vontade de pegar aquela vara linda e devorar de chupões pra depois sentar em cima dela e sentir ela dentro de mim… mas não podia correr esse risco!!! Primeiro porque ele sabia onde eu morava e segundo porque já estávamos quase chegando na festa e não queria chegar mais tarde com o vestido todo bagunçado. Deixei ele continuar se deliciando olhando minhas pernas e fingi estar distraída. Quando chegamos no destino, ele disse: "moça, desculpa a pergunta, mas… a senhora sempre usa esse tipo de meia? É que, sinceramente, você tá muito gostosa…" e eu respondi: "claro que sim, moço, é muito gostoso sentir o ar circular nas minhas partes íntimas, além de que meu namorado adora quando eu uso… quanto te devo pela corrida?" E ele respondeu com a voz trêmula de tão excitado: "nada não, moça, a senhora já me pagou com o tesão que eu tive ao ver suas pernas tão deliciosas com essas meias tão sexy… até eu é que deveria pagar a senhora!" Achei o comentário dele muito engraçado e, assim que desci, falei bem sexy, piscando um olho: "e sabe de uma coisa, moço… eu não tô de calcinha por baixo da saia… Dando meia-volta, saí rindo. Quando cheguei no salão, depois de tudo que rolou com o taxista e o que ouvi no meu apartamento, eu tava muito molhada e com tesão, queria que qualquer homem me comesse e me fizesse dele pra me aliviar, mas tinha que resolver as coisas com meu namorado e decidi esperar até encontrá-lo. Entreguei meu convite pros garçons que estavam na porta recebendo, e o olhar deles foi totalmente sem vergonha pras minhas tetas, que, do jeito que eu tava excitada, os bicos marcavam muito. Do mesmo jeito, percebi que ficaram olhando pra minha bunda quando me afastei deles. Entrei no salão procurando meu namorado e de novo senti que cada homem que cruzava meu caminho me violava com o olhar, até vi alguns sendo xingados pelas parceiras por causa do jeito que me encararam. Finalmente achei a mesa onde meu namorado tava e fui sentar do lado dele. Na mesa dele, tinha 2 amigos que vieram sozinhos e outros 3 casais. Percebi que eles também me olhavam de um jeito muito safado e senti que todos me despiam com os olhos… menos meu namorado, que tava puto. Sentei e Ricardo (um dos amigos dele) descaradamente ficou olhando pra minha perna, que mostrava a liga branca, depois me encarou e, virando pro meu namorado, disse: "que maravilhosa sua mulher tá hoje… com todo respeito". Meu namorado só resmungou e continuou bebendo, sem dar bola. Eu me aproximei dele e falei no ouvido: "meu amor… hoje tô com muita vontade de você me fazer sua… se quiser, a gente pode ir pro seu carro começar a te mostrar meu arrependimento por te deixar com raiva…" enquanto pegava na rola dele por cima da calça. Ele respondeu que a festa tava só começando, que não ia ser tão fácil me convencer e que mais tarde a gente via. Eu continuava com muito tesão, e os amigos dele, do jeito que me olhavam, tavam me deixando mais quente ainda. Falei pro meu namorado irmos dançar, mas ele não quis, então Ricardo se levantou na hora e disse: "se não se importa, eu posso levar sua namorada pra dançar". Meu namorado aceitou balançando a cabeça, e Ricardo me pegou pelos braços, me levantando, então não tive escolha a não ser ir dançar com ele. No caminho todo até a pista de dança e já lá dentro, sentia os olhares cravados nas minhas tetas e na minha bunda, e como estava lotado, várias mãos apalparam minhas nádegas. Começamos a dançar e ele falava no meu ouvido, colado em mim: "sabe que você está linda?.............Hugo (que é como meu namorado se chama) tem muita sorte de ter você". Eu sorri bem provocante, agradecendo o elogio, mas ainda preocupada com a briga que tive com meu namorado. Ricardo se grudou ainda mais e, levantando meus braços, colocou as mãos debaixo dos meus, de modo que com os polegares roçava minhas tetas, que reagiram fazendo meus bicos pularem. Ele se aproximou mais e eu pude sentir como ele esfregava o pau na minha barriga nua. Ficamos assim uma música inteira, e eu me deixava fazer, ficando mais excitada a cada momento. Na música seguinte, ele me virou de costas para ele e, sem nenhum cuidado, começou a esfregar o pau na minha bunda. Eu estava em êxtase, meus olhos reviravam, não queria que ele parasse. Ele se aproximou do meu ouvido e disse: "se o Hugo não tá a fim, eu posso te dar o que você precisa". E pegou minha mão e levou até o pau dele, que parecia que ia explodir dentro da calça. Eu me assustei e parei de repente, surpresa, perguntando o que ele queria dizer. "Não se faz de sonsa……vi claramente como você pegava no pau do seu namorado e como ele te desprezava…ele deve ser muito otário pra desprezar uma puta gostosa e safada como você…mas eu vou te dar o que você precisa". E me pegando pelo braço, me levou para fora do salão enquanto dizia: "cê acha que pode ficar por aí esquentando os paus dos outros sem assumir as consequências?.......cê acha que pode ficar se exibindo assim vestida de puta, esquentando todo mundo, sem ninguém te pegar? Nada?..........tá na cara que você adora uma pica…não finja…" Eu me sentia confusa e com tesão ao mesmo tempo, minha calcinha fio-dental já tava toda encharcada e eu me deixava levar por tudo que Ricardo falava. Quando chegamos na porta do lobby do salão, Ricardo já tava pegando na minha bunda descaradamente e parou um instante pra pedir as chaves do carro pro manobrista. Aproveitou pra tentar me beijar na boca, mas eu virei a cabeça, então a boca dele foi pro meu pescoço começando a me beijar apaixonadamente, as mãos dele se apossaram da minha bunda com força, enquanto eu falava "Ricardo, para…isso não tá certo…não continua…" Mas minhas mãos rodeavam o pescoço dele abraçando ele forte. O manobrista já tava do nosso lado e tossiu pra chamar nossa atenção "aqui estão suas chaves, senhor, mas deixa eu te falar que lá fora tá chovendo…se quiser, posso deixar vocês passarem pro escritório onde guardamos as chaves e nossos uniformes…mas com a condição de que eu só possa observar". Ricardo já tava fazendo o que queria comigo e, pensando um pouco, aceitou a oferta do manobrista soltando uma risada e me dizendo "agora sim você vai se sentir a verdadeira puta que é…vou te foder e você vai ter plateia…hahaha…". Eu já tava perdida e nem sabia mais de mim, entramos no escritório e Ricardo sentou numa cadeira e, me puxando pelos braços, fez eu me ajoelhar, tirou a pica pra fora e disse "chupa ela…se enche dela, puta…" sem hesitar eu peguei ela com as mãos e comecei a lamber a cabeça pra depois devorar ela toda. Depois de ter chupado ele por uns 10 minutos, ele me levantou e, subindo minha saia até a cintura, afastou minha calcinha fio-dental pro lado pra eu sentar no pau dele. O funcionário do hotel tirou a pica pra fora e começou a se masturbar enquanto nos olhava e me dizia "mas que gostosa e boa você é, filha da puta, dá pra ver que você adora uma pica, né puta?.........dá pra ver que você se veste pra todo mundo te desejar, ou não puta?....você é uma puta vadia gostosa...". Eu pulava em cima daquela pica linda e gemia feito uma puta no cio, o Ricardo já tinha soltado meus peitos e chupava eles igual um bebê mamando, de repente o manobrista chegou do meu lado e sem falar nada eu comecei a dar um boquete glorioso nele.
Ricardo começou a gritar como um desesperado: "Vou gozar, sua puta... toma meu leite dentro de você... toma!!!!!" Ele despejou todo o esperma dentro de mim, e o rapaz do estacionamento não demorou pra gozar também: "Você é uma puta gostosa pra caralho... engole tudo, puta... aaaaaaahhhhh!!!!" Senti o pau dele pulsando, jorrando um leite delicioso que engoli todinho. Fiquei um tempo deitada sobre o Ricardo, rebolando em círculos pra extrair até a última gota de porra, enquanto com a mão continuava acariciando o pau do funcionário. Levantei na hora e, com minha boquinha, limpei direitinho os restos de gozo que sobraram neles. Ajeitei meu vestido, não falei nada e fui procurar meu namorado.
Uns dez minutos depois, Ricardo voltou e, vendo o Hugo, disse: "Tua mina é uma dançarina foda… me deixou acabado". Claro que o Hugo não fazia ideia do que ele tava falando… eu disse que tava me sentindo meio mal e que era melhor a gente vazar. Como ele já tava meio bêbado, acreditou em mim e a gente saiu. Quando chegamos na porta, o manobrista tava lá e, ao entregar o carro, falou: "Foi um prazer ter você aqui, moça… espero te ver por aqui de novo…". O Hugo me levou pra casa e disse: "Amanhã, quando você estiver melhor, a gente conversa, mas quero que saiba que esse casamento foi muito especial pra mim". E eu respondi: "Por mais que você não acredite… pra mim também foi.
3 comentários - Alejandra 4: Buceta Gostosa