Chegou o dia. Finalmente fizemos um menage com minha mina

Aquela semana anterior foi uma eternidade, mas por sorte o trampo me manteve focado pra fazer os dias passarem rápido até chegar a tão esperada sexta-feira. O convidado tava enchendo a Vale de sacanagem, aumentando o tesão, o que fez a gente repensar um pouco a estratégia. A ideia era curtir o momento sem ninguém se sentir desconfortável, então a gente aproveitou uma mensagem que ele mandou na quarta pra Vale sondar até onde o cara tava disposto a ir. Vale: Então aquela cock linda vai ser toda minha na sexta? Você não faz ideia de como eu tô me molhando só de pensar. Hoje te vi passando no escritório e tive que ir me tocar no banheiro imaginando você me comendo em cima da mesa. Santi: Não me esquenta, mina, que tô segurando a onda pra te dar toda a cum na sexta. Vou te deixar de cama! Vale: Você não tem noção do que precisa pra me deixar assim. Cê vai dar conta mesmo? Santi: Como você vai na cara dura, hein! Na sexta faço o que você quiser até você pedir pra parar. Vale: O que eu quiser? Sério? Sabe do que eu tô com muito tesão? De você me comer junto com meu namorado. O que acha? Santiago começou a escrever, apagar e escrever até mandar um áudio. Santiago: É sério ou você tá me provocando? Olha, se seu namorado não for ciumento e topar, eu tô pronto pra te comer do jeito que você quiser! Vale disse que sim, que era a fantasia deles e que na sexta eles esperavam ele. O possível problema já tava resolvido, só faltava chegar a sexta. Enquanto isso, Vale desfilava de thong pela casa, parando nos lugares onde dizia que queria ser garchada, e enquanto ela posava, eu sentia a cock explodindo contra as costuras da calça. Já não aguentava mais, mas nos tocar ou foder era algo que a gente tinha combinado de não fazer pra que nesses 5 dias o tesão superasse a gente. E tava funcionando pra caralho. Na sexta, saímos do trampo o mais cedo possível, passei pra buscá-la e viemos pro nosso apê. Ela foi tomar um banho e enquanto isso... Eu coloquei umas cervejas pra gelar e preparei a música em casa. Chegou uma mensagem do Santiago no celular dele. Santiago: Acabei de sair do escritório. Já tô com a pica em chamas pensando naquelas tetas lindas que você tem. Me avisa quando estiver pronta! Avisei a Vale e ela pediu pra eu dar uma espiada enquanto mostrava uma parte do corpo ensaboada através do box do chuveiro. Me pediu pra tirar uma foto e mandar com a seguinte mensagem. Vale: Já tô me preparando. Vem daqui uma hora e se prepara porque hoje você vai ficar sequinho, sequinho. Cheguei perto do chuveiro, beijei a boca dela com muita fúria e desejo e fui embora pra ela terminar de se produzir. Quando ela saiu do quarto com o body preto, automaticamente a pica deu um pulo. O cara tava quase chegando e já estava tudo pronto. A ansiedade nos matava e a curiosidade do que seria a primeira vez sendo três numa cama. Fumamos um baseado pra relaxar até que a campainha nos tirou do torpor. Falei pra Vale descer com o body e um casaquinho por cima pra disfarçar caso encontrasse alguém no caminho, mas também pra enlouquecer o convidado. Ela recebeu ele com um abraço e um beijo, pegou na mão dele e levou pro elevador. Assim que entraram, ela tirou o casaquinho, mostrando tudo que tinha por baixo. Pararam o elevador por uns minutos no que foi uma putaria de beijos e mãos. Não era tão tarde pra não ter ninguém, então decidiram parar e entrar. Nos cumprimentamos e ofereci pra ele beber ou fumar algo, e ele aceitou as duas coisas. Vale, já solta e em casa, ficou só de body, andando perto da gente. Batemos um papo enquanto contávamos o que queríamos fazer. Quebramos o gelo rapidinho quando peguei a Vale pela cintura e sentei ela em cima de mim. Enquanto acariciava as pernas dela até chegar nas tetas, falei: Amor, faz tempo que você quer dar pro Santi, né? Vale balançou a cabeça, com um pouco de tesão e também de vergonha ou nervosismo. Então, galera, por que não matam a vontade? Aproveitem vocês dois que eu depois eu entro. Vale para e vai direto subir em cima do Santiago. Começaram a se beijar com desespero e muita força. Vale estava montada em cima dele enquanto o cara a pegava pelo cabelo e começava a beijar os peitos dela. Vale suspirava e esfregava a buceta contra a virilha dele, que a essa altura já devia estar prestes a explodir. Eu via aquilo com uma mão acariciando minha pica devagar e tomando uma cerveja gelada com a outra. A cena era incrível. Vale se levantou e foi direto no cinto dele, tirando junto com a calça pra meter a pica na boca, não sem antes segurar bem forte e olhar pra ela enquanto dizia: "ai, é muito linda e muito venosa. Há quanto tempo eu queria isso." Ela falava isso intercalando lambidas bem lentas e marcadas. A pica do Santiago era bem grande. Uns 20cm, mas principalmente muito venosa e bem grossa. Vale ficava louca chupando ela enquanto Santiago segurava o próprio rosto e cabelo, dominado pelo prazer, alternando com a cabeça de Vale que fazia o impossível pra engolir tudo sem muito sucesso. "Ai, Vale! Sua puta mãe, eu sabia que você era muito head master. Você é incrível, não para, garota. Não para." Dizia Santiago totalmente descontrolado. E era verdade. Vale é uma head master impressionante. A língua, a boca e principalmente como ela brinca com o olhar. Depois de um bom tempo, ela parou de chupar e, enquanto com uma mão abria a parte de baixo do body, se levantou e montou na pica do Santiago. Tava tão molhada que entrou na hora, provocando um gemido nos dois que me enlouqueceu. Vale se movia devagar, aproveitando cada centímetro que entrava e saía, enquanto Santiago enfiava o rosto entre os peitos de Vale, arrancando gemidos sem parar. Meus movimentos estavam cada vez mais frenéticos e a pica cada vez mais vermelha. Então eu ia subindo ou descendo o nível pra aguentar um pouco mais. Não queria perder nada, mas ver a Vale daquele jeito tava me matando. Depois de um tempo cavalgando ele, Vale começou a contraindo enquanto tinha seu primeiro orgasmo. Depois de gozar pra caralho, ela se virou e mandou ele meter de quatro, então dessa vez a cena já não era mais as costas dela, mas sim os peitos pulando pra fora do sutiã, o cabelo bagunçado, os olhos se abrindo e fechando de puro prazer, a boca bem aberta gemendo, e atrás o Santiago metendo cada vez mais forte, além de umas palmadas na bunda que arrancavam da Vale uma mistura de gemido com risadinha que era um espetáculo. Ela começou a me olhar enquanto se arqueava mais pra poder beijar ele, enquanto os gemidos ficavam cada vez mais altos. Percebi que a Vale tava gozando de novo, e nessa altura minha tesão já tava no talo, e ela, que me conhece, sacou na hora. Me olhou fixo e começou a passar a língua nos lábios bem devagar, com uns olhos transbordando prazer, enquanto enfiava dois dedos na boca. Não precisei de mais nada. Levantei e fui com a pica na mão direto na boca dela. Bati com a pica na cara dela umas vezes enquanto ela colocava a língua pra fora pra roçar, e por trás a cada vez metiam mais forte. Não aguentei mais e comecei a encher a boca e a cara dela de porra enquanto ela gemia e engolia. O Santiago falou que também ia gozar, então a Vale saiu e mandou ele gozar na cara dela também. Mais umas bombadas do cara e o segundo banho de porra na Vale, que sorria sabendo que tinha conseguido o que queria. E a noite tava só começando. Ela foi no banheiro se limpar um pouco e quando saiu, já pelada, simplesmente olhou pra gente e falou: "Vamos continuar na cama?" E entrou no quarto rebolando no ritmo da música, sabendo que o melhor ainda tava por vir.

6 comentários - Chegou o dia. Finalmente fizemos um menage com minha mina

me puso la pija al palo... espero la 2da parte
Guauuuu se viene lo mejor nos calentaste a los dos esperamos la continuacion
Excelente relato máster muy bien narrado,ojalá hayas sacado fotos del encuentro.salu2
exelente relato. ya queremos saber como sigue