Um relato pesado e cheio de humilhação, mesmo que você não saiba.
Quando eu tinha 21 anos, um dos meus namorados se chamava Danilo. Comecei a andar com ele porque, desde que o conheci na universidade, ele era muito atencioso comigo, diferente de muitos colegas que só eram legais pra me levar pra cama. Danilo era atencioso porque era da natureza dele. Era um cara muito gostoso, tinha várias mulheres da universidade atrás dele, inclusive algumas professoras.
Muita gente que nos conhecia achava que a gente ia casar. Eu sabia que Danilo queria que um dia a gente se casasse, mas eu nunca quis isso. Ele era uma excelente pessoa, mas definitivamente não era o homem com quem eu queria dividir minha vida.
Como a maioria dos namorados que tive, eu traí ele. E quem eu mais gostava de usar pra trair ele era o pai dele. O pai dele se chamava Hugo, um cinquentão muito másculo, um homem daqueles que só de olhar pra você já te excita e você sente a buceta começando a molhar.
Já fazia dois meses que eu tava com Danilo quando comecei a trepar com o pai dele. Conheci o senhor um pouco mais de um ano antes de namorar com Danilo, porque a gente fazia vários trabalhos da universidade na casa dele. Desde que o conheci, ele me atraiu muito. Eu desejava fazer amor com ele, queria que ele me comesse bem gostoso, que me fizesse gritar, que me fizesse suar, que me enchesse de prazer. Tentei várias vezes me aproximar dele, mas nunca dava certo porque o Danilo tava sempre por perto, e eu nunca consegui o número de telefone do meu sogro, ou algum jeito de contatar ele.
Dois meses depois de namorar com o filho dele, numa reunião na casa deles, ele me levou pra cozinha e disse que queria me comer. Na semana seguinte, eu tava me entregando pela primeira vez ao meu sogro num motel perto de uma zona industrial fora da Cidade do México. Durante vários meses, aquele motel foi o lugar onde Hugo e eu íamos trepar.
Uma vez eu perguntei se eu tinha despertado o interesse dele antes ou depois de ser a namorada do filho dele, ele me disse que desde que me conheceu eu já tinha chamado a atenção dele, mas que quando decidiu que ia me comer foi quando soube que eu era namorada do Danilo, que isso deu muito tesão nele de comer uma putinha como eu, que era a namorada do filho dele.
Numa quinta-feira ele me ligou, eu tava com umas amigas, a gente esperando algumas pessoas, entre elas meu namorado, me afastei das minhas amigas pra atender, depois de nos cumprimentar ele me perguntou.
H – O que você vai fazer na sexta?
P – Provavelmente sair com seu filho.
H – Quando você sabe se vai sair com ele?
P – Daqui a pouco, na verdade tô esperando ele pra isso.
H – Tá bom, quando souber me avisa.
Uns 10 minutos depois que desliguei, chegaram o Danilo e o resto, falaram que na sexta a gente ia pra balada mais famosa da época, a gente tava combinando quando eu falei pro Danilo que precisava ligar pra minha casa, que meu pai tinha me mandado mensagem pedindo pra eu ligar pra ele. Saí da cafeteria, liguei pro meu sogrão.
P – Pai, vou sair com seu filho na sexta.
H – Tá bom, então você vai cancelar com ele, quero sair com você e depois ir pra gente transar.
P – Que delícia, pai, deixa eu ver o que falo pra ele, tenho que inventar alguma coisa.
H – Por que não fala que você é minha putinha e que vai dar pra eu te comer?
P – Adoraria falar pra ele que tô dando a bunda pra você, se não se importa que sua esposa descubra, então eu conto pro seu filho.
H – Tá bom, putinha, a gente fala outro dia.
Voltei pro meu namorado e nossos amigos, falei que meu pai precisava que eu ajudasse uns tios na sexta, que não ia poder ir com eles, todo mundo reclamou mas entendeu, meu namorado disse que também não ia sair com eles, que ia me acompanhar, eu agradeci mas falei que tinha um problema e que meu pai pediu pra ficar na família, Danilo ficou puto, mas eu não liguei, só queria sair com meu sogrinho, a gente sempre se via pra ir pro motel, nunca tinha tido um encontro mais normal.
No dia seguinte, quando cheguei na Danilo não falou comigo na universidade, eu não fiz nada pra puxar assunto com ele. Quando as aulas acabaram, fui pra casa, esperando que em algum momento Danilo me procurasse e pedisse desculpas, mas durante a tarde não aconteceu. Lá pelas 6 da tarde, entrei no banho, lavei cada parte do meu corpo, o que mais caprichei foi no meu cu, porque meu sogro adora meter o pau no meu cu. Procurei uma roupa sexy, mas que não me deixasse tão puta, então peguei uma tanga preta, um sutiã também preto, vesti uma calça social preta que apertava bem minha bunda, por cima uma blusa azul de botões, e em cima dela um casaquinho preto que cobria um quarto das minhas nádegas, e por último uns saltos agulha. Quando me olhei no espelho, percebi que tava muito gostosa.
Em casa, falei que ia sair com umas amigas pra jantar e que talvez a gente fosse dançar, disse que ia dormir na casa de uma delas. Fui dirigindo e já tava muito excitada, imaginando chegar com meu sogro em algum lugar. Não sabia pra onde a gente ia, mas tava muito tesuda de saber que seria vista com aquele macho em algum canto, onde as mulheres iam me invejar por estar com um homem tão gato e os homens iam olhar com inveja também, porque ele ia estar do lado de uma mulher linda, bem novinha e com um corpaço.
Cheguei numa rua onde tinha combinado de encontrar meu sogro. Pouco tempo depois ele chegou, veio até meu carro, entrou, me viu e disse que eu tava linda. Começou a me beijar, eu respondi o beijo, nossas línguas se encontraram, foi um beijo muito longo e muito gostoso. A gente desceu do carro, foi pro dele e saímos dali.
Chegamos num restaurante muito bonito, um dos mais caros da cidade. Quando entramos, muita gente olhou pra gente, mas a gente caminhou como se nada até nossa mesa, de mãos dadas. Durante o jantar, a gente se beijou várias vezes, ele acariciava minhas pernas, e de vez em quando passava a mão na minha buceta por cima da calça. Eu várias vezes peguei no pau dele. O jantar foi delicioso, pra Para acompanhar o jantar, pedimos uma garrafa de vinho, que era delicioso, subiu um pouco pra nós dois.
Lá pelas dez e meia saímos do restaurante, ele me disse pra irmos a um bar, se eu queria tomar algo antes de ir pro motel.
P – Sim, meu amor, vamos tomar mais um drink antes de você me dar uma fodida gostosa.
Chegamos num bar que eu frequentava com um dos meus ex-namorados, estávamos tomando uma dose, quando meu sogro foi ao banheiro, o ex que me levava naquele bar se aproximou, eu nem tinha percebido que ele tava lá. Ele tava muito bêbado, me abraçou, disse que me amava, que eu voltasse pra ele, eu não sabia o que fazer. Ele perguntou quem era o senhor com quem eu tava, falei que era meu namorado, ele pediu outra chance, que nunca entendeu por que eu terminei com ele. Enquanto ele falava isso, meu sogro voltou, mandou meu ex me soltar. Ele me soltou, foi embora, e meu sogro perguntou quem era. Contei a história, ele disse que não podia culpar meu ex, que uma mulher como eu simplesmente não dá pra esquecer.
No bar tocava todo tipo de música, de vez em quando a gente dançava perto da nossa mesa, enquanto dançávamos nos beijávamos, ele começou a pegar na minha bunda.
P – Papai, você me deixa molhada como sempre.
H – Adoro essa buceta gostosa.
Já eram quase duas horas quando ele disse que a gente fosse embora. Enquanto estávamos na frente do bar esperando o carro, ele continuou pegando na minha bunda, eu tava muito excitada, queria que ele me comesse logo.
Chegamos no motel, ele me carregou pra dentro do quarto, achei fofo. Ele me deitou na cama, eu fiquei de quatro e falei:
P – Papai, bate na sua putinha.
Ele começou a bater na minha bunda, eu gemia.
P – Assim, meu macho, mais, que delícia.
Depois de um tempo batendo, ele me virou, me deitei na cama, ele se deitou e começou a me beijar, ficamos assim um tempo. Aos poucos ele foi me despindo, quando tirou toda a minha roupa, chupou meus peitos, eu gemia, sugava meus mamilos. depois desço pra minha buceta, que chupei gostosão, primeiro chupava toda minha pussy, depois meu clitóris.
P – Então gostosa que tu chupa.
Ele se levantou, tirou toda a roupa, eu fiquei de quatro, ele estava de pé na frente da cama, peguei o cock dele, que era bem grande, bem grosso, passei a língua, ele me olhava atento, eu passei a língua na cabeça do cock, enquanto fazia isso olhava nos olhos dele, meti o cock dele na minha boca, minha língua passava por todo lado.
H – Assim puta que gostoso tu me mama.
Continuei chupando, depois só chupava a cabeça, ele gemia mais forte, eu adorava ouvir que meu macho gozava das mamadas da puta dele, fiquei um tempão mamando a cabeça.
Depois meu sogro tirou o cock, deitou na cama.
H – Sobe, puta.
Eu obedeci, montei em cima dele, peguei o pinto dele e me deixei cair nele.
P – Que vergão, adoro como me preenche.
No começo eu descia e subia devagar, ele me segurava pela cintura, a gente gemia, sentia minha buceta se abrindo, era delicioso. Queria sentir ainda mais prazer, então dei uns sentões fortes, dava pra ouvir o barulho da minha bunda batendo no corpo dele.
P – Assim, sogrão, que gostoso tu me come, me dá teu yummy cock, me enche que eu adoro, adoro ser tua puta.
H – Que gostoso é te comer, nora, gosto que tu seja tão puta.
P – Sempre fui assim, mas se tenho um sogrão com um cock igual o teu, fico mais foxy ainda.
Ele me fez deitar de lado, se colocou atrás, também deitado, e meteu em mim, fazia rápido, eu gemia, ele falava no meu ouvido que eu era uma puta, isso me esquentava mais. Ficamos um tempo assim e mudamos de posição de novo, fiquei de quatro, ele meteu em mim, começou a me comer bem rápido.
P – Assim, papai, me dá duro, dá cock pra tua puta.
H – Toma, puta, sente como teu sogrão te mete.
P – Isso, sogrão, me dá tudo, sou tua puta.
H – Meu filho que fique bravo, tu nunca fica sem cock, aqui tá o meu, e sempre vai ter um homem que te queira. comer.
P –Sim, eu sei, obrigada por me comer, a maioria dos homens que conheço quer me comer, então se seu filho acha que se ele ficar bravo eu vou ficar sem dar a buceta, ele tá muito enganado.
O prazer era imenso, minha buceta já tava toda molhada, não aguentei mais e gozei.
P –Siiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiim, tô gozando, que gostoso, sogrão, como você come bem.
Ele tirou a pica, se abaixou sobre minhas nádegas e começou a chupar meu cu, eu soltava gemidinhos, enfiava como dava a ponta da língua, quando já tinha molhado bem meu cu, ele enfiou um dedo, enfiava e tirava, depois enfiou outro dedo. Com dois dedos ele abriu um pouco meu cu, tirou os dedos e apontou a piroca dele, com força enfiou a cabeça.
P –Aaaahhhh sim, enfia tudo, enfia tudo.
Ele fez mais um movimento e enfiou a metade, eu sentia meu cu se abrindo, parecia que ia rachar minha bunda no meio, mas sabia que no final, como tantas outras vezes, eu ia gemer com aquela pica dentro do cu. Ele se mexeu de novo e enfiou tudo.
P –Sim, meu macho, como você me preenche, amo sua pica no meu cu.
H –Meu filho já te comeu pelo cu?
P –Não, ele até tentou uma vez, mas não conseguiu, pra entrar no meu cu tem que ser um homem de verdade, você sabe como me preencher e me fazer gemer.
H –Que gostoso é te comer pelo cu, quem vê sua bunda dá vontade de te comer pelo cu.
P –Sim, papai, mas quem eu quero que me coma pelo cu é você.
Ele começou a se mexer, eu sentia como se abria cada vez mais, ele se movia devagar, eu sentia um pouco de dor, mas sabia que depois vinha o prazer.
H –Que bunda você tem, putinha.
P –É sua, sogrinho, meu cu é pra você.
Comecei a sentir prazer, o calor do pau dele me fazia sentir muito gostoso, ele me abrindo.
P –Me come mais rápido, mostra pra essa putinha quem é o macho dela.
H –Toma, putinha, toma, quero que você nunca se esqueça de mim.
Ele enfiava e tirava muito rápido, nós dois gemíamos, sentia meu corpo se encher de prazer, as mãos dele acariciavam meu quadril, minha cintura, minha bunda, eu gritava.
P –Sou sua puta, seu filho da puta, sempre lembre: a namorada do seu filho é sua puta.
Eu tive um orgasmo, meus fluidos escorriam da minha buceta quando meu sogro tirou o pau do meu cu e senti ele gozar nas minhas nádegas e costas, ele limpou a pica nas minhas nádegas.
Ele se deitou de barriga pra cima, eu me deitei encostada no peito dele, acariciando ele com uma mão, enquanto ele brincava com meu cabelo com uma das mãos dele, aí a gente começou a conversar sobre coisas sem importância, depois de um tempo os dois dormiram.
No dia seguinte, umas 9 da manhã, a gente acordou, entrou no banho, lá só nos beijamos e nos tocamos um pouco, saímos do motel, ele me levou até onde meu carro tinha ficado, fui pra casa. Quando cheguei, na sala tinha um arranjo de flores muito bonito, li o cartão, era do Danilo, ele pedia desculpas pelo que tinha acontecido. Tirei uma foto do arranjo e mandei pro meu sogro, falei: "Eu gosto muito das flores que meu namorado me dá, mas o que eu mais gosto é da pica que meu sogro me dá." Ia ligar pro Danilo, mas preferi esperar, desliguei meu celular, depois eu pensava se perdoava ele ou se ficava com meu sogro mesmo. O que eu não sabia era se meu sogro ia me dividir com outros caras ou se só me queria pra ele, além disso, não sabia se ele largaria tudo pela nora favorita dele.
Quando eu tinha 21 anos, um dos meus namorados se chamava Danilo. Comecei a andar com ele porque, desde que o conheci na universidade, ele era muito atencioso comigo, diferente de muitos colegas que só eram legais pra me levar pra cama. Danilo era atencioso porque era da natureza dele. Era um cara muito gostoso, tinha várias mulheres da universidade atrás dele, inclusive algumas professoras.
Muita gente que nos conhecia achava que a gente ia casar. Eu sabia que Danilo queria que um dia a gente se casasse, mas eu nunca quis isso. Ele era uma excelente pessoa, mas definitivamente não era o homem com quem eu queria dividir minha vida.
Como a maioria dos namorados que tive, eu traí ele. E quem eu mais gostava de usar pra trair ele era o pai dele. O pai dele se chamava Hugo, um cinquentão muito másculo, um homem daqueles que só de olhar pra você já te excita e você sente a buceta começando a molhar.
Já fazia dois meses que eu tava com Danilo quando comecei a trepar com o pai dele. Conheci o senhor um pouco mais de um ano antes de namorar com Danilo, porque a gente fazia vários trabalhos da universidade na casa dele. Desde que o conheci, ele me atraiu muito. Eu desejava fazer amor com ele, queria que ele me comesse bem gostoso, que me fizesse gritar, que me fizesse suar, que me enchesse de prazer. Tentei várias vezes me aproximar dele, mas nunca dava certo porque o Danilo tava sempre por perto, e eu nunca consegui o número de telefone do meu sogro, ou algum jeito de contatar ele.
Dois meses depois de namorar com o filho dele, numa reunião na casa deles, ele me levou pra cozinha e disse que queria me comer. Na semana seguinte, eu tava me entregando pela primeira vez ao meu sogro num motel perto de uma zona industrial fora da Cidade do México. Durante vários meses, aquele motel foi o lugar onde Hugo e eu íamos trepar.
Uma vez eu perguntei se eu tinha despertado o interesse dele antes ou depois de ser a namorada do filho dele, ele me disse que desde que me conheceu eu já tinha chamado a atenção dele, mas que quando decidiu que ia me comer foi quando soube que eu era namorada do Danilo, que isso deu muito tesão nele de comer uma putinha como eu, que era a namorada do filho dele.
Numa quinta-feira ele me ligou, eu tava com umas amigas, a gente esperando algumas pessoas, entre elas meu namorado, me afastei das minhas amigas pra atender, depois de nos cumprimentar ele me perguntou.
H – O que você vai fazer na sexta?
P – Provavelmente sair com seu filho.
H – Quando você sabe se vai sair com ele?
P – Daqui a pouco, na verdade tô esperando ele pra isso.
H – Tá bom, quando souber me avisa.
Uns 10 minutos depois que desliguei, chegaram o Danilo e o resto, falaram que na sexta a gente ia pra balada mais famosa da época, a gente tava combinando quando eu falei pro Danilo que precisava ligar pra minha casa, que meu pai tinha me mandado mensagem pedindo pra eu ligar pra ele. Saí da cafeteria, liguei pro meu sogrão.
P – Pai, vou sair com seu filho na sexta.
H – Tá bom, então você vai cancelar com ele, quero sair com você e depois ir pra gente transar.
P – Que delícia, pai, deixa eu ver o que falo pra ele, tenho que inventar alguma coisa.
H – Por que não fala que você é minha putinha e que vai dar pra eu te comer?
P – Adoraria falar pra ele que tô dando a bunda pra você, se não se importa que sua esposa descubra, então eu conto pro seu filho.
H – Tá bom, putinha, a gente fala outro dia.
Voltei pro meu namorado e nossos amigos, falei que meu pai precisava que eu ajudasse uns tios na sexta, que não ia poder ir com eles, todo mundo reclamou mas entendeu, meu namorado disse que também não ia sair com eles, que ia me acompanhar, eu agradeci mas falei que tinha um problema e que meu pai pediu pra ficar na família, Danilo ficou puto, mas eu não liguei, só queria sair com meu sogrinho, a gente sempre se via pra ir pro motel, nunca tinha tido um encontro mais normal.
No dia seguinte, quando cheguei na Danilo não falou comigo na universidade, eu não fiz nada pra puxar assunto com ele. Quando as aulas acabaram, fui pra casa, esperando que em algum momento Danilo me procurasse e pedisse desculpas, mas durante a tarde não aconteceu. Lá pelas 6 da tarde, entrei no banho, lavei cada parte do meu corpo, o que mais caprichei foi no meu cu, porque meu sogro adora meter o pau no meu cu. Procurei uma roupa sexy, mas que não me deixasse tão puta, então peguei uma tanga preta, um sutiã também preto, vesti uma calça social preta que apertava bem minha bunda, por cima uma blusa azul de botões, e em cima dela um casaquinho preto que cobria um quarto das minhas nádegas, e por último uns saltos agulha. Quando me olhei no espelho, percebi que tava muito gostosa.
Em casa, falei que ia sair com umas amigas pra jantar e que talvez a gente fosse dançar, disse que ia dormir na casa de uma delas. Fui dirigindo e já tava muito excitada, imaginando chegar com meu sogro em algum lugar. Não sabia pra onde a gente ia, mas tava muito tesuda de saber que seria vista com aquele macho em algum canto, onde as mulheres iam me invejar por estar com um homem tão gato e os homens iam olhar com inveja também, porque ele ia estar do lado de uma mulher linda, bem novinha e com um corpaço.
Cheguei numa rua onde tinha combinado de encontrar meu sogro. Pouco tempo depois ele chegou, veio até meu carro, entrou, me viu e disse que eu tava linda. Começou a me beijar, eu respondi o beijo, nossas línguas se encontraram, foi um beijo muito longo e muito gostoso. A gente desceu do carro, foi pro dele e saímos dali.
Chegamos num restaurante muito bonito, um dos mais caros da cidade. Quando entramos, muita gente olhou pra gente, mas a gente caminhou como se nada até nossa mesa, de mãos dadas. Durante o jantar, a gente se beijou várias vezes, ele acariciava minhas pernas, e de vez em quando passava a mão na minha buceta por cima da calça. Eu várias vezes peguei no pau dele. O jantar foi delicioso, pra Para acompanhar o jantar, pedimos uma garrafa de vinho, que era delicioso, subiu um pouco pra nós dois.
Lá pelas dez e meia saímos do restaurante, ele me disse pra irmos a um bar, se eu queria tomar algo antes de ir pro motel.
P – Sim, meu amor, vamos tomar mais um drink antes de você me dar uma fodida gostosa.
Chegamos num bar que eu frequentava com um dos meus ex-namorados, estávamos tomando uma dose, quando meu sogro foi ao banheiro, o ex que me levava naquele bar se aproximou, eu nem tinha percebido que ele tava lá. Ele tava muito bêbado, me abraçou, disse que me amava, que eu voltasse pra ele, eu não sabia o que fazer. Ele perguntou quem era o senhor com quem eu tava, falei que era meu namorado, ele pediu outra chance, que nunca entendeu por que eu terminei com ele. Enquanto ele falava isso, meu sogro voltou, mandou meu ex me soltar. Ele me soltou, foi embora, e meu sogro perguntou quem era. Contei a história, ele disse que não podia culpar meu ex, que uma mulher como eu simplesmente não dá pra esquecer.
No bar tocava todo tipo de música, de vez em quando a gente dançava perto da nossa mesa, enquanto dançávamos nos beijávamos, ele começou a pegar na minha bunda.
P – Papai, você me deixa molhada como sempre.
H – Adoro essa buceta gostosa.
Já eram quase duas horas quando ele disse que a gente fosse embora. Enquanto estávamos na frente do bar esperando o carro, ele continuou pegando na minha bunda, eu tava muito excitada, queria que ele me comesse logo.
Chegamos no motel, ele me carregou pra dentro do quarto, achei fofo. Ele me deitou na cama, eu fiquei de quatro e falei:
P – Papai, bate na sua putinha.
Ele começou a bater na minha bunda, eu gemia.
P – Assim, meu macho, mais, que delícia.
Depois de um tempo batendo, ele me virou, me deitei na cama, ele se deitou e começou a me beijar, ficamos assim um tempo. Aos poucos ele foi me despindo, quando tirou toda a minha roupa, chupou meus peitos, eu gemia, sugava meus mamilos. depois desço pra minha buceta, que chupei gostosão, primeiro chupava toda minha pussy, depois meu clitóris.
P – Então gostosa que tu chupa.
Ele se levantou, tirou toda a roupa, eu fiquei de quatro, ele estava de pé na frente da cama, peguei o cock dele, que era bem grande, bem grosso, passei a língua, ele me olhava atento, eu passei a língua na cabeça do cock, enquanto fazia isso olhava nos olhos dele, meti o cock dele na minha boca, minha língua passava por todo lado.
H – Assim puta que gostoso tu me mama.
Continuei chupando, depois só chupava a cabeça, ele gemia mais forte, eu adorava ouvir que meu macho gozava das mamadas da puta dele, fiquei um tempão mamando a cabeça.
Depois meu sogro tirou o cock, deitou na cama.
H – Sobe, puta.
Eu obedeci, montei em cima dele, peguei o pinto dele e me deixei cair nele.
P – Que vergão, adoro como me preenche.
No começo eu descia e subia devagar, ele me segurava pela cintura, a gente gemia, sentia minha buceta se abrindo, era delicioso. Queria sentir ainda mais prazer, então dei uns sentões fortes, dava pra ouvir o barulho da minha bunda batendo no corpo dele.
P – Assim, sogrão, que gostoso tu me come, me dá teu yummy cock, me enche que eu adoro, adoro ser tua puta.
H – Que gostoso é te comer, nora, gosto que tu seja tão puta.
P – Sempre fui assim, mas se tenho um sogrão com um cock igual o teu, fico mais foxy ainda.
Ele me fez deitar de lado, se colocou atrás, também deitado, e meteu em mim, fazia rápido, eu gemia, ele falava no meu ouvido que eu era uma puta, isso me esquentava mais. Ficamos um tempo assim e mudamos de posição de novo, fiquei de quatro, ele meteu em mim, começou a me comer bem rápido.
P – Assim, papai, me dá duro, dá cock pra tua puta.
H – Toma, puta, sente como teu sogrão te mete.
P – Isso, sogrão, me dá tudo, sou tua puta.
H – Meu filho que fique bravo, tu nunca fica sem cock, aqui tá o meu, e sempre vai ter um homem que te queira. comer.
P –Sim, eu sei, obrigada por me comer, a maioria dos homens que conheço quer me comer, então se seu filho acha que se ele ficar bravo eu vou ficar sem dar a buceta, ele tá muito enganado.
O prazer era imenso, minha buceta já tava toda molhada, não aguentei mais e gozei.
P –Siiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiim, tô gozando, que gostoso, sogrão, como você come bem.
Ele tirou a pica, se abaixou sobre minhas nádegas e começou a chupar meu cu, eu soltava gemidinhos, enfiava como dava a ponta da língua, quando já tinha molhado bem meu cu, ele enfiou um dedo, enfiava e tirava, depois enfiou outro dedo. Com dois dedos ele abriu um pouco meu cu, tirou os dedos e apontou a piroca dele, com força enfiou a cabeça.
P –Aaaahhhh sim, enfia tudo, enfia tudo.
Ele fez mais um movimento e enfiou a metade, eu sentia meu cu se abrindo, parecia que ia rachar minha bunda no meio, mas sabia que no final, como tantas outras vezes, eu ia gemer com aquela pica dentro do cu. Ele se mexeu de novo e enfiou tudo.
P –Sim, meu macho, como você me preenche, amo sua pica no meu cu.
H –Meu filho já te comeu pelo cu?
P –Não, ele até tentou uma vez, mas não conseguiu, pra entrar no meu cu tem que ser um homem de verdade, você sabe como me preencher e me fazer gemer.
H –Que gostoso é te comer pelo cu, quem vê sua bunda dá vontade de te comer pelo cu.
P –Sim, papai, mas quem eu quero que me coma pelo cu é você.
Ele começou a se mexer, eu sentia como se abria cada vez mais, ele se movia devagar, eu sentia um pouco de dor, mas sabia que depois vinha o prazer.
H –Que bunda você tem, putinha.
P –É sua, sogrinho, meu cu é pra você.
Comecei a sentir prazer, o calor do pau dele me fazia sentir muito gostoso, ele me abrindo.
P –Me come mais rápido, mostra pra essa putinha quem é o macho dela.
H –Toma, putinha, toma, quero que você nunca se esqueça de mim.
Ele enfiava e tirava muito rápido, nós dois gemíamos, sentia meu corpo se encher de prazer, as mãos dele acariciavam meu quadril, minha cintura, minha bunda, eu gritava.
P –Sou sua puta, seu filho da puta, sempre lembre: a namorada do seu filho é sua puta.
Eu tive um orgasmo, meus fluidos escorriam da minha buceta quando meu sogro tirou o pau do meu cu e senti ele gozar nas minhas nádegas e costas, ele limpou a pica nas minhas nádegas.
Ele se deitou de barriga pra cima, eu me deitei encostada no peito dele, acariciando ele com uma mão, enquanto ele brincava com meu cabelo com uma das mãos dele, aí a gente começou a conversar sobre coisas sem importância, depois de um tempo os dois dormiram.
No dia seguinte, umas 9 da manhã, a gente acordou, entrou no banho, lá só nos beijamos e nos tocamos um pouco, saímos do motel, ele me levou até onde meu carro tinha ficado, fui pra casa. Quando cheguei, na sala tinha um arranjo de flores muito bonito, li o cartão, era do Danilo, ele pedia desculpas pelo que tinha acontecido. Tirei uma foto do arranjo e mandei pro meu sogro, falei: "Eu gosto muito das flores que meu namorado me dá, mas o que eu mais gosto é da pica que meu sogro me dá." Ia ligar pro Danilo, mas preferi esperar, desliguei meu celular, depois eu pensava se perdoava ele ou se ficava com meu sogro mesmo. O que eu não sabia era se meu sogro ia me dividir com outros caras ou se só me queria pra ele, além disso, não sabia se ele largaria tudo pela nora favorita dele.
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