Esta é a história de como encontrei o amor pleno com minha querida filha de 20 anos. Espero que gostem.
Mais ou menos aos 22 anos, comecei a ver todos os meus amigos "caindo". Não parava de ouvir que um já tinha tido filhos, ou que tinha casado, ou que tinha juntado os trapos com alguém. Cada vez, um parceiro inseparável de farra desaparecia. Enfim, quando completei 27 anos, era o único que ainda estava solteiro e sem filhos. Tinha amigos que, inclusive, já tinham casado pela segunda vez. Via as vidas deles e, definitivamente, não queria aquilo para mim: nada de festas (ou só umas poucas, de vez em quando), pouco tempo, pouco dinheiro, e estar amarrado a uma pessoa. Prometi a mim mesmo que nunca chegaria a isso. Não sei se foi por inércia, ou por pressão de familiares e amigos, mas uns dois meses antes de completar 28, casei. Pouco mais de um ano depois, nasceu nossa primeira e única filha. No começo, virei um homem caseiro.
Fiquei assim com minha família mais ou menos até minha filha completar três anos. Depois, tudo mudou. Enchi o saco da vida caseira e voltei pras festas, pro álcool, pro sexo casual, enfim, pra minha vida antiga. Isso sim, sem nunca descuidar financeiramente da minha família. Embora quase nunca estivesse com elas, meu orgulho era que nunca faltou nada, materialmente falando. Nunca faltei com minha responsabilidade como provedor. Era o que sempre dizia, quando a gente queria julgar meu jeito de viver. Não podia dizer que era um bom marido, de jeito nenhum, já que tinha traído minha esposa dezenas de vezes. Mas estava convencido de ser um bom pai… até que chegou a adolescência. Quando ela fez aniversário, no dia da festa, ela partiu pra cima de mim como eu nunca imaginei. Eu dizia a mesma coisa de sempre, que ela não reclamasse, que sempre teve um teto pra dormir, comida, e todos os serviços que nossa sociedade moderna pode oferecer. Ela me cobrou a falta de atenção durante tantos anos, diante do que eu disse que só estava exagerando, que ela não fosse tão chorona. A discussão escalou, até que ela me disse: "você é um idiota". Fiquei tão cego de raiva que minha única reação foi dar um tapa nela. Ela só chorou e saiu de casa correndo. Minha esposa me cobrou duramente pelo acontecido; eu simplesmente ignorei, agindo como se nada tivesse acontecido. Umas semanas depois, veio o divórcio. A situação me deixou tão tenso que cheguei a dizer que estava feliz com aquilo, que finalmente elas parariam de me atrapalhar e eu poderia viver minha vida em paz. É uma das coisas de que mais me arrependo.
Uns dois meses depois, comecei a sentir uma falta horrível delas e percebi o grave erro que tinha cometido. Não só pelo que aconteceu naquela ocasião, mas pelo abandono em que as deixei por 9 anos. Durante um ano, não tive contato com minha filha. Ela se recusava a ter qualquer contato comigo. Não quis que eu estivesse com ela quando fez mais anos. Eu estava desesperado, sem saber como reconquistar o amor da minha filha. Quando finalmente ela aceitou que nos encontrássemos de novo, corri apressado e com lágrimas nos olhos para abraçá-la; mas ela parecia indiferente. Pedi perdão, implorei que me abraçasse, o que ela fez, mas com muita frieza. Mas eu não ia desistir, estava disposto a reconquistar o amor da minha filha. Aos poucos, fui ganhando a confiança dela de novo, mas ela continuava muito distante. Quando ela fez 15 anos, já tinha passado mais tempo com ela do que antes de me divorciar da mãe dela. Como ela não quis uma festa de 15 anos (como é costume aqui na Colômbia), a mãe dela e eu colaboramos para uma viagem que ela ia fazer no fim do ano com um grupo de amigos para a Europa, na casa da mãe de uma das amigas, que era de origem alemã. Depois de dois anos vendo ela todo fim de semana sem falta, aqueles dois meses que ela ficou longe pareceram uma eternidade. Quando fui buscá-la no aeroporto, senti uma emoção incontrolável, ela me abraçou, mas ainda notei nos abraços dela uma distância, uma certa... Frieza. Eu achava que o tempo que passávamos juntos não era suficiente, então decidi que nas próximas férias de verão (que coincidiam com o aniversário dela) a gente ia sozinho, eu e ela, para a casa de campo que um tio meu, que tinha morrido fazia pouco, me deixou de herança. Contei pra ela, e ela pareceu concordar, embora, como sempre, indiferente. O tempo passou, e finalmente o dia chegou: passei para buscá-la e, cheio de esperança, pegamos a estrada rumo à casa de campo. Nunca imaginei o que ia rolar lá.
Chegamos numa segunda-feira no fim da tarde. Nos instalamos. Não tinha luz elétrica, então tivemos que fazer todo o ritual de acender a fogueira. Enquanto fazíamos tudo aquilo, eu notava nela aquela atitude estranha: parecia que ela gostava de estar comigo, mas ao mesmo tempo, estava ausente; isso me fazia sentir muito mal. Já bem tarde da noite, sentamos perto da fogueira em silêncio, daqueles silêncios calmos e reconfortantes. Abracei ela. Abracei forte, mas também com ternura; talvez mais do que nunca. Para minha surpresa, ela começou a chorar. Perguntei o que tinha acontecido, e ela só me disse:
— Por quê?
— Por que o quê? — respondi sem jeito.
Ela só soluçou e falou:
— Você fez muita falta pra mim!
Não consegui segurar as lágrimas, e abracei ela, tão forte e com tanta ternura quanto antes, e disse:
— Eu sei, meu amor, eu sei. Me perdoa, fui um estúpido, um idiota! Mas eu juro, minha princesa, juro pela minha vida que nunca mais vou te deixar na mão. — E falei de coração.
Naquela noite dormimos abraçados perto da fogueira. No dia seguinte, a primeira coisa que vi foi o sorriso lindo dela. Nunca me senti tão feliz. Durante o dia, desempacotamos algumas coisas que tínhamos deixado pra trás na noite anterior, arrumamos mais umas paradas na casa, e fomos dar uma caminhada. Percebi, com muita alegria, que a atitude dela tinha mudado, agora ela era quente e carinhosa; simplesmente não podia ser mais feliz.
No outro dia, fomos nadar numa lagoa que ficava como meia hora da casa. Quando a vi de biquíni, não podia acreditar: o corpo dela era realmente uma delícia. Me senti culpado, porque não consegui evitar de vê-la como mulher. O dia inteiro tentei tirar isso da cabeça, mas não consegui. Minha felicidade tinha virado culpa. Não podia acreditar que tinha olhado pra minha filha daquele jeito, pra minha menina! De noite, ela me perguntou o que eu tinha, que eu tava estranho. Falei que não era nada. Claro que ela não acreditou, chegou perto, deitou no meu colo e, com uma voz quente e doce, me perguntou de novo o que eu tinha. Os olhos dela estavam lindos demais iluminados pela luz da fogueira. E não só isso: o cabelo maravilhoso dela, os lábios lindos, o pescoço delicado, a pele macia… não conseguia parar de pensar que ela era a mulher mais gostosa do mundo inteiro. Não consegui falar nada. Ela ficou me olhando e sorriu. Não entendi muito bem aquela reação, mas antes que eu pudesse pensar em algo, ela disse:
— Pai, posso te contar uma coisa?
— Claro que pode, filha, fala — respondi.
— Então, é sobre a viagem de dezembro… bem, é sobre um garoto…
Quando ela disse isso, senti um arrepio que percorreu meu corpo inteiro. O que era aquilo? Será que era medo de tocar no assunto? Ou talvez… ciúmes? Ela continuou:
— Então, quando a gente chegou lá, o Miguel, um garoto da escola, me falou que gostava muito de mim. Eu já sabia, mas na hora não soube como reagir. Eu também gostava dele, então só me deixei levar. Como a casa era grande, a gente simplesmente entrou num dos quartos que tinha. Eu tava muito nervosa. Era a primeira vez que ia ficar com um garoto. Ele chegou perto de mim, começou a me beijar e a me tocar, e eu também comecei a explorar o corpo dele com as minhas mãos e com os meus lábios.
Enquanto minha menina me contava tudo isso, ela começou a se tocar, o que me excitou pra caralho, não podia acreditar no que tava rolando. E bem quando pensei que ia ouvir como minha filha tinha perdido a virgindade, ela me disse algo que me deixou sorvete:
- Mas quando a gente já tava quase fazendo, eu lembrei de você
- De mim?
- Sim. Lembrei que quando era criança, sempre gostava de te ver pelado. Gostava de ver teu corpo. Gostava do teu pau. E quando vi o do Miguel, não parecia nada com o seu, ele tinha um bem pequeno
Esse último comentário me fez rir, mas eu não conseguia evitar de me sentir terrivelmente desconfortável com tudo aquilo. E ela continuou:
- Eu sempre sonhei que minha primeira vez ia ser com um homem como você. E o Miguel não se parece com você. Ele não é tão másculo, não tem sua força, nem seu porte... nem é tão gostoso quanto você
Depois de dizer isso, ela piscou o olho pra mim e fez como se estivesse me mandando um beijo. Fazia aquilo com tanta safadeza que me assustava. Pensei que ela tava brincando com aquilo. Sem me deixar falar nada, ela se levantou e me beijou bem perto da boca. Me deu boa noite e foi dormir num dos quartos da casa. Eu fiquei a noite toda no mesmo lugar, tentando processar o que tinha acontecido.
No outro dia, ela acordou meio-dia como se nada tivesse rolado, me beijou na bochecha e perguntou o que a gente ia comer no café. Quase que mecanicamente, apontei umas latas de atum que estavam em cima da mesa.
- Ai, pai! Você vai me dar atum no meu aniversário?
«Merda», pensei. Tinha ficado tão ocupado pensando na noite anterior que até esqueci que era aniversário dela. Muito nervoso, falei que ia numa vila perto comprar umas coisas, que ia preparar algo bom pra ela. Ela se aproximou e disse:
- Não se preocupa, papai, esse dia vai ser muito especial.
Ela passou os braços em volta do meu pescoço, como se fosse me beijar apaixonadamente. Me beijou na bochecha e disse:
- Vai, vai comprar o que queria, eu também vou me preparar.
Feito um zumbi, saí de casa e entrei no carro. Fazia mais de 25 anos que uma mulher não me deixava nervoso, mas ela conseguiu. Cheguei na vila e comecei a procurar a loja. Como já tinha ido outras vezes com meus primos e meus irmãos, já me conheciam no lugar. Quando cheguei na loja, me cumprimentaram. O dono me perguntou pelos meus primos e irmãos, e eu respondi que dessa vez eles não tinham vindo.
—Ah! Então agora você trouxe a gatinha só pra você, seu safado? — Ele disse, rindo.
—Algo assim, Seu José — respondi, com uma risada nervosa.
Comecei a andar pela cidade. Não tem muita coisa pra ver, mas eu só queria pensar. Minha conclusão foi que talvez eu estivesse exagerando e interpretando tudo errado. Ela com certeza estava só brincando, e eu já estava pensando em coisas que não eram. Sem perceber, as horas passaram. Já estava começando a anoitecer, então voltei rápido, pra comemorar o aniversário de 16 anos da minha querida menina. Quando cheguei, chamei por ela. Ela me pediu pra esperar um pouco, que ainda não estava pronta. Comecei a tirar das sacolas tudo o que tinha comprado. Alguns minutos depois, ela me chama pro quarto. O que eu vi me deixou pasmo. Ela estava deitada na cama com um conjunto de lingerie extremamente sexy: um corset justinho, uma calcinha fio-dental minúscula, ligada a uma cinta-liga provocante, e umas meias que deixavam as pernas dela lindas. Pra completar, tinha umas luvas longas que cobriam até acima do cotovelo, e umas sapatilhas que combinavam perfeitamente com tudo.
—Gostou, papai? Eu sei que sim — ela disse, passando a mão sobre a bunda bem torneada dela.
—O que isso significa? — perguntei, francamente confuso e atordoado.
—Significa que hoje você vai me dar o melhor presente de todos, papai. Você vai me fazer mulher.
Meu pau já não tinha mais dúvida nenhuma, e tava mais do que pronto pra possuir aquela mulher, mas eu me sentia francamente horrorizado com a ideia de ter relações sexuais com minha filha.
—Isso não pode ser — falei, e saí do quarto.
Ela me alcançou, puxou meu braço, me abraçou e me beijou. Nunca vou esquecer aquele momento. Embora estivesse nervoso e confuso, foi muito lindo. Nunca tinha sido beijado com tanta doçura. Ela se afastou pra ver minha reação, e aí eu só consegui dizer:
—Minha querida menina, sei que Fui um péssimo pai, e sinto muito por isso. Nos últimos anos, tentei consertar meus erros. Tentei conquistar seu amor e, sem dúvida, consegui muito. Não vou mentir pra você, minha princesa linda: eu te desejo, e te desejo muito. Mas não quero me deixar levar por isso. Que tipo de pai eu seria se transasse com minha filha de 16 anos? Mas não é o que eu quero que importa, e sim o que você quer. E, se é isso que você quer, minha vida, é isso que você vai ter.
– Quero que você seja meu homem, papai, é isso que eu quero. Quero que você me ame, de corpo e alma, como nunca amou nenhuma outra mulher…
Já não consegui mais me segurar, e a beijei. Interrompi por uns instantes o doce contato entre nossos lábios para acender a fogueira, pois a noite já estava caindo sobre nós. Então tudo foi perfeito. Minhas mãos percorreram suavemente cada centímetro da sua anatomia juvenil. Beijei sua boca, seu pescoço, e fui descendo. Tirei o corset que prendia seus seios bem formados e eles se mostraram diante de mim, esplêndidos, firmes, mas ao mesmo tempo macios, perfeitamente moldados. Me aproximei deles e os beijei, passei minha língua por todos eles, parando nos seus mamilos. Não sei quanto tempo fiquei ali, podiam ter sido segundos ou dias: até o tempo tinha ido embora; estávamos só nós dois. Continuei descendo pelo seu torso, até chegar no seu umbigo. Me demorei um pouco mais ali. Desci até chegar no sagrado monte de Vênus, coberto por uma delicada vegetação juvenil. Contornei ele, por um momento. Fui para suas pernas, lindas e bem torneadas, as beijei, as aproveitei, como tinha feito com o resto do seu corpo, até que não aguentei mais: tirei a calcinha fio dental, que escondia o último dos seus segredos, e se mostrou diante de mim em toda sua beleza o sagrado templo de Vênus. Sem hesitar, me joguei nele. Comecei a beijar ao redor dos lábios. Era quase uma questão ritual: preparava o caminho, para chegar adequadamente ao centro do altar. Chegado o momento certo, direcionei minha língua direto para aquele pequeno centro de prazer, enquanto enfiava um dedo na buceta da minha mina, pra dar mais prazer pra ela. Fiquei ali até ela ter o primeiro orgasmo. Não exageraria se dissesse que ver minha garota gozando daquele jeito me deu tanto prazer quanto o que ela tava sentindo.
— Papai, quero retribuir o favor — ela disse
Pegou meu pau nas mãos e começou a massagear, como se estivesse hipnotizada. Começou a dar beijinhos tímidos na cabeça, e passava a língua pelo tronco do meu pau. Já tinha estado com umas boqueteiras experientes, mas não se comparavam em nada com o que a exploração inexperiente da minha mina me fazia sentir. De repente, ela se decidiu e meteu na boca e começou a chupar. Que sensação! Quase gozei na boca dela, mas consegui parar a tempo. Tinha chegado a hora de desvirginar minha princesa. Ela se deitou com as perninhas abertas, me entregando o tesouro da juventude dela.
— Tô nervosa, papai. Vai doer?
— Não vou mentir, meu amor, vai doer sim. Mas não se preocupa, seu papai vai cuidar pra que seja o menos doloroso possível, e o mais gostoso.
Coloquei a cabeça do meu pau na entrada da virgem bucetinha dela. Tentei enfiar, mas mal tinha entrado, ela deu um grito de dor e se afastou.
— Calma, minha princesa linda. Relaxa, vou fazer de novo, com mais cuidado, tá bem, meu amor?
Ela concordou com a cabeça e aproximou o quadril de novo. Comecei a enfiar de novo, bem devagar. Enquanto isso, via na carinha dela caretas de dor, até que chegou o momento fatal, e rompi de vez o selo da virgindade dela. Ela deu um grito de dor e imediatamente começou a sangrar. Deitei sobre ela, abracei, beijei e simplesmente falei:
— Te amo
Ela me abraçou e passou as pernas por cima da minha cintura. Comecei a meter e tirar, devagar, meu pau daquele altar recém-desvirginado. Fui devagar, até ver que a dor começava a sumir do rosto dela; aí comecei a acelerar cada vez mais. intensidade. Ela gemia, mas eu tinha certeza que era de prazer, e não mais de dor. Continuei fazendo aquilo com paixão desenfreada, até que não consegui mais me segurar, e gozei dentro dela, com um prazer incrível. Fiquei dentro dela, e continuamos nos beijando, até meu pau voltar ao tamanho normal. Então me deitei ao lado dela, beijei sua bochecha e disse:
— Filha, te dei o que você queria. Te amo mais do que amei qualquer outra mulher. E pode ter certeza, minha menina linda, que vou te amar até o último dos meus dias.
— Eu também, papai, quero ser sua única mulher.
— Assim será, você vai ser minha única mulher de agora em diante e eu seu homem.
— Papai! Quero ter um filho seu, quero ser mãe de um bebê nosso.
— Sério, você quer que a gente faça a tarefa? Tá bom, vou te engravidar do nosso filho.
Centenas de vezes tinha feito a mesma coisa, mas nunca tinha aproveitado daquele jeito. Nunca tinha me perdido assim no ato. Não era só o roçar do meu pau com o interior de uma buceta, era algo mais, algo muito melhor: era a harmonia perfeita de dois corpos, como se fôssemos um só ser em plenitude. Muitas vezes tinha transado, mas naquela noite, pela primeira vez, fiz amor, e quando ela disse que queria ser mãe, aceitei sem pensar duas vezes. Praticamente não demorou muito para ela sair abençoada com a nossa primogênita, então dei um jeito de mudar de cidade para que ela e eu pudéssemos viver como casal, uma família normal. Naquela época já éramos 3 pessoas na nossa nova família.
Mais ou menos aos 22 anos, comecei a ver todos os meus amigos "caindo". Não parava de ouvir que um já tinha tido filhos, ou que tinha casado, ou que tinha juntado os trapos com alguém. Cada vez, um parceiro inseparável de farra desaparecia. Enfim, quando completei 27 anos, era o único que ainda estava solteiro e sem filhos. Tinha amigos que, inclusive, já tinham casado pela segunda vez. Via as vidas deles e, definitivamente, não queria aquilo para mim: nada de festas (ou só umas poucas, de vez em quando), pouco tempo, pouco dinheiro, e estar amarrado a uma pessoa. Prometi a mim mesmo que nunca chegaria a isso. Não sei se foi por inércia, ou por pressão de familiares e amigos, mas uns dois meses antes de completar 28, casei. Pouco mais de um ano depois, nasceu nossa primeira e única filha. No começo, virei um homem caseiro.
Fiquei assim com minha família mais ou menos até minha filha completar três anos. Depois, tudo mudou. Enchi o saco da vida caseira e voltei pras festas, pro álcool, pro sexo casual, enfim, pra minha vida antiga. Isso sim, sem nunca descuidar financeiramente da minha família. Embora quase nunca estivesse com elas, meu orgulho era que nunca faltou nada, materialmente falando. Nunca faltei com minha responsabilidade como provedor. Era o que sempre dizia, quando a gente queria julgar meu jeito de viver. Não podia dizer que era um bom marido, de jeito nenhum, já que tinha traído minha esposa dezenas de vezes. Mas estava convencido de ser um bom pai… até que chegou a adolescência. Quando ela fez aniversário, no dia da festa, ela partiu pra cima de mim como eu nunca imaginei. Eu dizia a mesma coisa de sempre, que ela não reclamasse, que sempre teve um teto pra dormir, comida, e todos os serviços que nossa sociedade moderna pode oferecer. Ela me cobrou a falta de atenção durante tantos anos, diante do que eu disse que só estava exagerando, que ela não fosse tão chorona. A discussão escalou, até que ela me disse: "você é um idiota". Fiquei tão cego de raiva que minha única reação foi dar um tapa nela. Ela só chorou e saiu de casa correndo. Minha esposa me cobrou duramente pelo acontecido; eu simplesmente ignorei, agindo como se nada tivesse acontecido. Umas semanas depois, veio o divórcio. A situação me deixou tão tenso que cheguei a dizer que estava feliz com aquilo, que finalmente elas parariam de me atrapalhar e eu poderia viver minha vida em paz. É uma das coisas de que mais me arrependo.
Uns dois meses depois, comecei a sentir uma falta horrível delas e percebi o grave erro que tinha cometido. Não só pelo que aconteceu naquela ocasião, mas pelo abandono em que as deixei por 9 anos. Durante um ano, não tive contato com minha filha. Ela se recusava a ter qualquer contato comigo. Não quis que eu estivesse com ela quando fez mais anos. Eu estava desesperado, sem saber como reconquistar o amor da minha filha. Quando finalmente ela aceitou que nos encontrássemos de novo, corri apressado e com lágrimas nos olhos para abraçá-la; mas ela parecia indiferente. Pedi perdão, implorei que me abraçasse, o que ela fez, mas com muita frieza. Mas eu não ia desistir, estava disposto a reconquistar o amor da minha filha. Aos poucos, fui ganhando a confiança dela de novo, mas ela continuava muito distante. Quando ela fez 15 anos, já tinha passado mais tempo com ela do que antes de me divorciar da mãe dela. Como ela não quis uma festa de 15 anos (como é costume aqui na Colômbia), a mãe dela e eu colaboramos para uma viagem que ela ia fazer no fim do ano com um grupo de amigos para a Europa, na casa da mãe de uma das amigas, que era de origem alemã. Depois de dois anos vendo ela todo fim de semana sem falta, aqueles dois meses que ela ficou longe pareceram uma eternidade. Quando fui buscá-la no aeroporto, senti uma emoção incontrolável, ela me abraçou, mas ainda notei nos abraços dela uma distância, uma certa... Frieza. Eu achava que o tempo que passávamos juntos não era suficiente, então decidi que nas próximas férias de verão (que coincidiam com o aniversário dela) a gente ia sozinho, eu e ela, para a casa de campo que um tio meu, que tinha morrido fazia pouco, me deixou de herança. Contei pra ela, e ela pareceu concordar, embora, como sempre, indiferente. O tempo passou, e finalmente o dia chegou: passei para buscá-la e, cheio de esperança, pegamos a estrada rumo à casa de campo. Nunca imaginei o que ia rolar lá.
Chegamos numa segunda-feira no fim da tarde. Nos instalamos. Não tinha luz elétrica, então tivemos que fazer todo o ritual de acender a fogueira. Enquanto fazíamos tudo aquilo, eu notava nela aquela atitude estranha: parecia que ela gostava de estar comigo, mas ao mesmo tempo, estava ausente; isso me fazia sentir muito mal. Já bem tarde da noite, sentamos perto da fogueira em silêncio, daqueles silêncios calmos e reconfortantes. Abracei ela. Abracei forte, mas também com ternura; talvez mais do que nunca. Para minha surpresa, ela começou a chorar. Perguntei o que tinha acontecido, e ela só me disse:
— Por quê?
— Por que o quê? — respondi sem jeito.
Ela só soluçou e falou:
— Você fez muita falta pra mim!
Não consegui segurar as lágrimas, e abracei ela, tão forte e com tanta ternura quanto antes, e disse:
— Eu sei, meu amor, eu sei. Me perdoa, fui um estúpido, um idiota! Mas eu juro, minha princesa, juro pela minha vida que nunca mais vou te deixar na mão. — E falei de coração.
Naquela noite dormimos abraçados perto da fogueira. No dia seguinte, a primeira coisa que vi foi o sorriso lindo dela. Nunca me senti tão feliz. Durante o dia, desempacotamos algumas coisas que tínhamos deixado pra trás na noite anterior, arrumamos mais umas paradas na casa, e fomos dar uma caminhada. Percebi, com muita alegria, que a atitude dela tinha mudado, agora ela era quente e carinhosa; simplesmente não podia ser mais feliz.
No outro dia, fomos nadar numa lagoa que ficava como meia hora da casa. Quando a vi de biquíni, não podia acreditar: o corpo dela era realmente uma delícia. Me senti culpado, porque não consegui evitar de vê-la como mulher. O dia inteiro tentei tirar isso da cabeça, mas não consegui. Minha felicidade tinha virado culpa. Não podia acreditar que tinha olhado pra minha filha daquele jeito, pra minha menina! De noite, ela me perguntou o que eu tinha, que eu tava estranho. Falei que não era nada. Claro que ela não acreditou, chegou perto, deitou no meu colo e, com uma voz quente e doce, me perguntou de novo o que eu tinha. Os olhos dela estavam lindos demais iluminados pela luz da fogueira. E não só isso: o cabelo maravilhoso dela, os lábios lindos, o pescoço delicado, a pele macia… não conseguia parar de pensar que ela era a mulher mais gostosa do mundo inteiro. Não consegui falar nada. Ela ficou me olhando e sorriu. Não entendi muito bem aquela reação, mas antes que eu pudesse pensar em algo, ela disse:
— Pai, posso te contar uma coisa?
— Claro que pode, filha, fala — respondi.
— Então, é sobre a viagem de dezembro… bem, é sobre um garoto…
Quando ela disse isso, senti um arrepio que percorreu meu corpo inteiro. O que era aquilo? Será que era medo de tocar no assunto? Ou talvez… ciúmes? Ela continuou:
— Então, quando a gente chegou lá, o Miguel, um garoto da escola, me falou que gostava muito de mim. Eu já sabia, mas na hora não soube como reagir. Eu também gostava dele, então só me deixei levar. Como a casa era grande, a gente simplesmente entrou num dos quartos que tinha. Eu tava muito nervosa. Era a primeira vez que ia ficar com um garoto. Ele chegou perto de mim, começou a me beijar e a me tocar, e eu também comecei a explorar o corpo dele com as minhas mãos e com os meus lábios.
Enquanto minha menina me contava tudo isso, ela começou a se tocar, o que me excitou pra caralho, não podia acreditar no que tava rolando. E bem quando pensei que ia ouvir como minha filha tinha perdido a virgindade, ela me disse algo que me deixou sorvete:
- Mas quando a gente já tava quase fazendo, eu lembrei de você
- De mim?
- Sim. Lembrei que quando era criança, sempre gostava de te ver pelado. Gostava de ver teu corpo. Gostava do teu pau. E quando vi o do Miguel, não parecia nada com o seu, ele tinha um bem pequeno
Esse último comentário me fez rir, mas eu não conseguia evitar de me sentir terrivelmente desconfortável com tudo aquilo. E ela continuou:
- Eu sempre sonhei que minha primeira vez ia ser com um homem como você. E o Miguel não se parece com você. Ele não é tão másculo, não tem sua força, nem seu porte... nem é tão gostoso quanto você
Depois de dizer isso, ela piscou o olho pra mim e fez como se estivesse me mandando um beijo. Fazia aquilo com tanta safadeza que me assustava. Pensei que ela tava brincando com aquilo. Sem me deixar falar nada, ela se levantou e me beijou bem perto da boca. Me deu boa noite e foi dormir num dos quartos da casa. Eu fiquei a noite toda no mesmo lugar, tentando processar o que tinha acontecido.
No outro dia, ela acordou meio-dia como se nada tivesse rolado, me beijou na bochecha e perguntou o que a gente ia comer no café. Quase que mecanicamente, apontei umas latas de atum que estavam em cima da mesa.
- Ai, pai! Você vai me dar atum no meu aniversário?
«Merda», pensei. Tinha ficado tão ocupado pensando na noite anterior que até esqueci que era aniversário dela. Muito nervoso, falei que ia numa vila perto comprar umas coisas, que ia preparar algo bom pra ela. Ela se aproximou e disse:
- Não se preocupa, papai, esse dia vai ser muito especial.
Ela passou os braços em volta do meu pescoço, como se fosse me beijar apaixonadamente. Me beijou na bochecha e disse:
- Vai, vai comprar o que queria, eu também vou me preparar.
Feito um zumbi, saí de casa e entrei no carro. Fazia mais de 25 anos que uma mulher não me deixava nervoso, mas ela conseguiu. Cheguei na vila e comecei a procurar a loja. Como já tinha ido outras vezes com meus primos e meus irmãos, já me conheciam no lugar. Quando cheguei na loja, me cumprimentaram. O dono me perguntou pelos meus primos e irmãos, e eu respondi que dessa vez eles não tinham vindo.
—Ah! Então agora você trouxe a gatinha só pra você, seu safado? — Ele disse, rindo.
—Algo assim, Seu José — respondi, com uma risada nervosa.
Comecei a andar pela cidade. Não tem muita coisa pra ver, mas eu só queria pensar. Minha conclusão foi que talvez eu estivesse exagerando e interpretando tudo errado. Ela com certeza estava só brincando, e eu já estava pensando em coisas que não eram. Sem perceber, as horas passaram. Já estava começando a anoitecer, então voltei rápido, pra comemorar o aniversário de 16 anos da minha querida menina. Quando cheguei, chamei por ela. Ela me pediu pra esperar um pouco, que ainda não estava pronta. Comecei a tirar das sacolas tudo o que tinha comprado. Alguns minutos depois, ela me chama pro quarto. O que eu vi me deixou pasmo. Ela estava deitada na cama com um conjunto de lingerie extremamente sexy: um corset justinho, uma calcinha fio-dental minúscula, ligada a uma cinta-liga provocante, e umas meias que deixavam as pernas dela lindas. Pra completar, tinha umas luvas longas que cobriam até acima do cotovelo, e umas sapatilhas que combinavam perfeitamente com tudo.
—Gostou, papai? Eu sei que sim — ela disse, passando a mão sobre a bunda bem torneada dela.
—O que isso significa? — perguntei, francamente confuso e atordoado.
—Significa que hoje você vai me dar o melhor presente de todos, papai. Você vai me fazer mulher.
Meu pau já não tinha mais dúvida nenhuma, e tava mais do que pronto pra possuir aquela mulher, mas eu me sentia francamente horrorizado com a ideia de ter relações sexuais com minha filha.
—Isso não pode ser — falei, e saí do quarto.
Ela me alcançou, puxou meu braço, me abraçou e me beijou. Nunca vou esquecer aquele momento. Embora estivesse nervoso e confuso, foi muito lindo. Nunca tinha sido beijado com tanta doçura. Ela se afastou pra ver minha reação, e aí eu só consegui dizer:
—Minha querida menina, sei que Fui um péssimo pai, e sinto muito por isso. Nos últimos anos, tentei consertar meus erros. Tentei conquistar seu amor e, sem dúvida, consegui muito. Não vou mentir pra você, minha princesa linda: eu te desejo, e te desejo muito. Mas não quero me deixar levar por isso. Que tipo de pai eu seria se transasse com minha filha de 16 anos? Mas não é o que eu quero que importa, e sim o que você quer. E, se é isso que você quer, minha vida, é isso que você vai ter.
– Quero que você seja meu homem, papai, é isso que eu quero. Quero que você me ame, de corpo e alma, como nunca amou nenhuma outra mulher…
Já não consegui mais me segurar, e a beijei. Interrompi por uns instantes o doce contato entre nossos lábios para acender a fogueira, pois a noite já estava caindo sobre nós. Então tudo foi perfeito. Minhas mãos percorreram suavemente cada centímetro da sua anatomia juvenil. Beijei sua boca, seu pescoço, e fui descendo. Tirei o corset que prendia seus seios bem formados e eles se mostraram diante de mim, esplêndidos, firmes, mas ao mesmo tempo macios, perfeitamente moldados. Me aproximei deles e os beijei, passei minha língua por todos eles, parando nos seus mamilos. Não sei quanto tempo fiquei ali, podiam ter sido segundos ou dias: até o tempo tinha ido embora; estávamos só nós dois. Continuei descendo pelo seu torso, até chegar no seu umbigo. Me demorei um pouco mais ali. Desci até chegar no sagrado monte de Vênus, coberto por uma delicada vegetação juvenil. Contornei ele, por um momento. Fui para suas pernas, lindas e bem torneadas, as beijei, as aproveitei, como tinha feito com o resto do seu corpo, até que não aguentei mais: tirei a calcinha fio dental, que escondia o último dos seus segredos, e se mostrou diante de mim em toda sua beleza o sagrado templo de Vênus. Sem hesitar, me joguei nele. Comecei a beijar ao redor dos lábios. Era quase uma questão ritual: preparava o caminho, para chegar adequadamente ao centro do altar. Chegado o momento certo, direcionei minha língua direto para aquele pequeno centro de prazer, enquanto enfiava um dedo na buceta da minha mina, pra dar mais prazer pra ela. Fiquei ali até ela ter o primeiro orgasmo. Não exageraria se dissesse que ver minha garota gozando daquele jeito me deu tanto prazer quanto o que ela tava sentindo.
— Papai, quero retribuir o favor — ela disse
Pegou meu pau nas mãos e começou a massagear, como se estivesse hipnotizada. Começou a dar beijinhos tímidos na cabeça, e passava a língua pelo tronco do meu pau. Já tinha estado com umas boqueteiras experientes, mas não se comparavam em nada com o que a exploração inexperiente da minha mina me fazia sentir. De repente, ela se decidiu e meteu na boca e começou a chupar. Que sensação! Quase gozei na boca dela, mas consegui parar a tempo. Tinha chegado a hora de desvirginar minha princesa. Ela se deitou com as perninhas abertas, me entregando o tesouro da juventude dela.
— Tô nervosa, papai. Vai doer?
— Não vou mentir, meu amor, vai doer sim. Mas não se preocupa, seu papai vai cuidar pra que seja o menos doloroso possível, e o mais gostoso.
Coloquei a cabeça do meu pau na entrada da virgem bucetinha dela. Tentei enfiar, mas mal tinha entrado, ela deu um grito de dor e se afastou.
— Calma, minha princesa linda. Relaxa, vou fazer de novo, com mais cuidado, tá bem, meu amor?
Ela concordou com a cabeça e aproximou o quadril de novo. Comecei a enfiar de novo, bem devagar. Enquanto isso, via na carinha dela caretas de dor, até que chegou o momento fatal, e rompi de vez o selo da virgindade dela. Ela deu um grito de dor e imediatamente começou a sangrar. Deitei sobre ela, abracei, beijei e simplesmente falei:
— Te amo
Ela me abraçou e passou as pernas por cima da minha cintura. Comecei a meter e tirar, devagar, meu pau daquele altar recém-desvirginado. Fui devagar, até ver que a dor começava a sumir do rosto dela; aí comecei a acelerar cada vez mais. intensidade. Ela gemia, mas eu tinha certeza que era de prazer, e não mais de dor. Continuei fazendo aquilo com paixão desenfreada, até que não consegui mais me segurar, e gozei dentro dela, com um prazer incrível. Fiquei dentro dela, e continuamos nos beijando, até meu pau voltar ao tamanho normal. Então me deitei ao lado dela, beijei sua bochecha e disse:
— Filha, te dei o que você queria. Te amo mais do que amei qualquer outra mulher. E pode ter certeza, minha menina linda, que vou te amar até o último dos meus dias.
— Eu também, papai, quero ser sua única mulher.
— Assim será, você vai ser minha única mulher de agora em diante e eu seu homem.
— Papai! Quero ter um filho seu, quero ser mãe de um bebê nosso.
— Sério, você quer que a gente faça a tarefa? Tá bom, vou te engravidar do nosso filho.
Centenas de vezes tinha feito a mesma coisa, mas nunca tinha aproveitado daquele jeito. Nunca tinha me perdido assim no ato. Não era só o roçar do meu pau com o interior de uma buceta, era algo mais, algo muito melhor: era a harmonia perfeita de dois corpos, como se fôssemos um só ser em plenitude. Muitas vezes tinha transado, mas naquela noite, pela primeira vez, fiz amor, e quando ela disse que queria ser mãe, aceitei sem pensar duas vezes. Praticamente não demorou muito para ela sair abençoada com a nossa primogênita, então dei um jeito de mudar de cidade para que ela e eu pudéssemos viver como casal, uma família normal. Naquela época já éramos 3 pessoas na nossa nova família.

1 comentários - Padre Bogotano Gostoso!