http://www.poringa.net/posts/relatos/3496702/Camila.html- Você ainda me deve uma jarra de cerveja
Era sexta-feira, à tarde, e já tinham se passado cinco dias sem a gente falar sobre o que rolou no fim de semana. Não tinha tensão, nem a gente se evitava, só não tocava no assunto. Até que mandei aquela mensagem.
- Acho que te compensei com juros – respondeu dez minutos depois.
- Não não não não, são coisas diferentes. Além disso, você não se divertiu nada mal.
- Não, não me diverti mal
Sorri com aquela mensagem, e um peso saiu das minhas costas.
- Bom, se me convidar pra sair, eu pago a jarra. Mas você vem pra cá.
- Hoje?
- Sim
Na hora, tomei banho e me vesti. Coloquei uma jeans, uma camiseta, e por via das dúvidas peguei uma mochila com roupa íntima, um short e uma regata. Eram cinco da tarde, tentei ver se meu pai me emprestava o carro. Milagrosamente, a resposta foi sim, então passei pra buscá-lo. Dirigi pela estrada o mais rápido que a lei permitia, e às vezes até mais. Seis e meia eu tava no endereço que a Camila tinha me passado.
- Porta – escrevi no WhatsApp
Ela saiu, com uma saia longa e uma regata.
- Não entendo por que você veio tão cedo, tá tão ansioso assim?
- Tô sim, ansioso, mas não é por isso – falei sem descer do carro – você queria que eu viesse aqui pra La Plata por comodidade ou por algum motivo especial?
- Comodidade, meu amor – falou num tom sarcástico
- Então pega uma muda de roupa, que eu espero aqui
Ela me olhou sem entender, mas, acostumada com minhas surpresas, não disse nada e entrou em casa. Quinze minutos depois, tava de volta com uma bolsa.
- Vamos pra Mar del Plata – falei
- Não é tarde?
- São menos de sete, no máximo às onze a gente chega lá. Pra sair, tá mais que bom.
Arranquei e fui pra estrada 2. Fomos conversando, animados. Paramos em Atalaya pra jantar, mesmo sendo meio cedo. Comemos uma pizza e seguimos sem perder tempo. Onze e meia a gente tava entrando em Mar del Plata. Prata.
- Considerando que paramos pra comer, viemos rápido – falei
- Aonde a gente vai, pra um hotel ou o quê? – perguntou Cami
- Kkkkk você lembrou tarde de se preocupar
- É que confio em você – ela disse, passando a mão no meu braço. Levei na brincadeira também.
Dirigi pela Avenida Colón, quase chegando na costa.
- Quase todos os anos que vim, a gente alugava um apartamento aqui, embora não lembre exatamente qual – contei
- É, eu também venho por aqui
- Sempre quis ir naquele hotel
Aquele hotel se chamava Dos Reyes, ficava na Colón, do lado da praça de mesmo nome, que na diagonal dá no Cassino e no Hotel Provincial. Tinha uma vaga livre pra estacionar na porta, aproveitei e descemos com nossas mochilas. Pedi um quarto por duas noites, era mais de três mil pesos, doeu mas não tinha volta. Paguei a primeira noite, nos deram o cartão e nos levaram pro quarto. A janela dava pra avenida, claro que tinha uma cama de casal, uma mesinha com duas cadeiras, a televisão, telefone, armário com cofre, e o banheiro com chuveiro e banheira. Era um quarto bonito. Camila sentou na cama, depois de jogar a mochila no chão.
- Bom, o que a gente faz? Não me fala que me trouxe aqui pra ficar no quarto
- Não íamos passar mal... mas não. Também não te “trouxe pra cá”. A gente veio. Podemos fazer o que você quiser também.
- Bom, agora quero tomar banho
Pegou a mochila dela e entrou no banheiro. Hesitei em acompanhar ou não. Mas preferi dar uma surpresa. Me despi e me joguei na cama. Desde que fui buscá-la, meu pau já tava durinho, só precisei passar a mão um pouco pra ficar bem duro. E assim esperei ela sair. Ela saiu enrolada numa toalha, e com outra toalha no cabelo.
- Uau, como você tá – disse olhando pra minha virilha
- Você me deixa assim – ela passava a mão bem devagar
- Mmmm deixa eu ver o que posso fazer
Ela subiu na cama, eu Eu tava deitado de barriga pra cima, ela foi de gatinha até minha cara. Me beijou pela primeira vez no dia. Lambeu meu pescoço, chupou meus mamilos, foi me beijando até descer pro meu pau.
Quando chegou lá, levantou e ficou de joelhos na cama. Tirou a toalha da cabeça e sacudiu o cabelo ainda meio molhado, me respingando. Com a toalha cobrindo o corpo, se abaixou de novo. Pegou meu pau com uma mão e começou a dar beijinhos, me olhando. Desceu pros meus ovos, lambeu eles. E depois passou a língua no meu pau, de baixo pra cima. Finalmente enfiou na boca; como eu já tinha visto antes, ela conseguia engolir tudo. Foi acelerando o ritmo aos poucos, até me punhetar com a boca, sem usar as mãos. Parou de chupar, juntou saliva nos lábios e deixou cair, molhando bem. Bem na hora eu me mexi um pouco e a saliva escorreu pelos meus ovos e meu cu também. Cami foi até aquela área, e passou a língua, lambendo toda a própria baba. Voltou a mamar forte, já pra me fazer gozar. Depois de uns minutos conseguiu. Nunca vi meu esperma, foi direto primeiro pra garganta dela, e depois pro estômago.
— Bom, enquanto você se veste, vou tomar banho — falei depois de recuperar o fôlego um pouco
Tomei banho e me vesti, Cami já tava pronta, e saímos. Os dois de jeans e camisa. Pegamos o carro e fomos pra Alem, procurar um bar ou algo. Ainda não era uma da manhã, então não tinha muita gente na rua. Entramos no Roxy, que eu já tinha ido em viagens anteriores e achava legal.
Sentamos no balcão, pedimos cervejas primeiro. Fomos falando de coisas banais até que surgiu o assunto do fim de semana anterior.
— Qual parte você mais gostou? — perguntei, curioso
— Mmmm acho que quando você me segurou forte depois que chupei os piscineiros
— É, isso foi bom. Mas o melhor pra mim foi te fazer de Booty
— Claro, óbvio que você ia escolher isso, olha só isso — disse dando um tapinha na própria bunda
— Deixa eu ver — agora eu toquei — é... é tão gostosa quanto eu lembrava Rimos um pouco e já pedimos a segunda rodada. Continuamos relembrando nossos dias juntos e a coisa foi esquentando. A gente falava bem pertinho, mas, por algum motivo, depois de tudo que já tínhamos feito, eu não tinha coragem de beijar ela. Mas, por sorte, não precisei sofrer tanto, porque ela se atreveu depois de um tempo. A gente se beijou forte por uns minutos, enquanto o lugar ia lotando.
— Quer dançar? — falei eu
— Hahaha, você dança, Seba?
— Pareço que tenho problemas motores quando danço, mas dá pra tentar… é mais uma desculpa pra te apalpar um pouco
— Acho que você já não precisa de desculpa pra isso, mas agora quero ver você dançar — ela disse, rindo
Fomos pelas escadas pra cima, onde dava pra dançar um pouco melhor. Peguei ela pela mão e começamos a dançar, ou o mais parecido com dança que eu conseguia fazer. Eu girava ela e segurava um pouco, e de vez em quando a gente se beijava de novo. Dançamos uns quinze minutos, até que eu parei e falei pra ela me esperar que ia no banheiro. Tive que esperar três caras saírem, então demorei um pouco. Quando voltei, a Cami tava conversando com um cara, um pouco mais velho que a gente. Cheguei perto, ela falou algo pra ele e veio se juntar comigo.
— Tava dando mole pra um cara — falei, sem parecer ciumento nem nada
— Hahaha ele chegou, mas falei que tava com alguém, sem problema — ela respondeu, colocando as mãos no meu peito, como sinal de que tava comigo
— Não é cena de ciúme nem nada. Na real, vamos fazer um trato
— Mmmmm, acho que você vai ficar meio tarado
— Me conhece… Então, o trato é o seguinte. Se você gostar de alguém, te autorizo a comer ele. Mas tem que chupar ele, no mínimo, e filmar.
— Hahaha você gosta de ser corno, Seba, ou o quê?
— Não somos namorados. Se fôssemos, não diria isso. Se fôssemos, na real, eu teria batido naquele cara que você tava falando.
— Calma, Superman, você batendo em alguém? Essa eu não engulo. - Pode ser… a questão é se você aceita ou não.
- E se dessa vez for você que faz?
- Eu comer um cara? – falei brincando.
- Não, idiota… que você coma uma gatinha e filme. Sempre eu tenho que ser a puta?
- Não é a mesma coisa… você pega qualquer cara daqui e faz, eu dou graças se conseguir que alguma me dê um beijo.
- Problema seu… Pensa na recompensa que vai ter no hotel se me der esse gosto…
- Ufff… Beleza, então. Mas vai ser difícil.
Peguei ela e voltamos a dançar. Nos beijávamos mais intensamente, estávamos no fogo. Minhas mãos apertavam a bunda dela, adorava fazer isso. A Cami colocava os braços atrás do meu pescoço. Num momento, assim meio abraçados, ela olha por cima do meu ombro.
- Encontrei uma candidata perfeita pra você.
Olhei pra trás. Tinha um grupo de três mulheres. Uma bem patricinha, loira, bonita, sem peito nem bunda, só ganhava pela cara. A segunda tinha mais carne. Peitos generosos, rabão maior, cara normal. A terceira parecia de outro grupo. Tinha o cabelo tingido de azul, várias tatuagens e roupa mais rockeira. Não entendi o que ela fazia com as outras duas, mas era assim. Achei que a Camila tava falando dela, ou da peituda, no caso.
- Qual delas?
- A loirinha.
- Haha, você é maluca, nem fodendo que ela vai me dar bola – falei surpreso.
- Confia em mim. Te digo mais. Se você chegar nela e não comer ela, eu chupo o pau de quem você mandar no rolê e filmo, sem você fazer nada com ninguém.
- Uau, você tá confiante hein. Beleza, me deseja sorte.
- Sorte – ela falou, me dando um tapão na bunda.
Fui até onde as três estavam. Peguei a mina e puxei ela de lado. Comecei a falar um monte de besteira, de onde era, descobri que se chamava Guillermina, que era de Rosário, blá blá blá. Em cinco minutos estávamos no balcão, ela já tava meio bêbada quando comecei a falar com ela, e ainda pediu tequila. Nem percebeu que pedi só pra ela, tomou sem limão nem sal. Aí eu meti a boca e ela respondeu. Na hora ela mesma passou a mão no meu volume. Não dava pra acreditar que a Cami tava certa e essa mina era tão fácil. Mas não ia reclamar, e também coloquei a mão. Na bunda dela, que não tinha muita, e nos peitos, que tinham menos ainda. Perguntei se ela queria ir pro meu carro pra ficar mais à vontade. Ela falou algo que não entendi, mas no fim sorriu, então considerei como um sim e levei ela. Por sorte não precisava pagar entrada no bar, então não tinha problema sair e voltar. Fomos na esquina onde tava estacionado, tava escuro, entramos. Sem perder tempo, peguei ela pela cabeça, beijei forte. E depois empurrei sutilmente pra baixo pra ela me chupar. Ela não se assustou, desabotoou meu jeans e puxou minha pica. Nessa hora lembrei que tinha que gravar. Peguei o celular, acendi a luz do carro e comecei a filmar. A mina olhou, mas não ligou e continuou chupando. Não era muito boa, parecia inexperiente. Tava dura mesmo assim por causa do jogo prévio com a Cami; a gatinha chupava como dava, batendo uma ao mesmo tempo, só colocava a cabeça na boca. Peguei as mãos dela pra ela parar de usar. E desafiei ela a enfiar mais pau pra dentro. Ela fez isso, e o boquete melhorou. Não queria prolongar muito, então não segurei o orgasmo. Como cavalheiro, avisei que ia gozar. Ela tirou a boca enquanto saía a porra, mas depois cuspiu num lenço de papel que tinha. Falei que a gente tinha que voltar, descemos do carro, ela jogou o lenço no lixo e entramos de novo no Roxy.
Procurei a Camila, vi que tava na fila do banheiro. Fiz sinal que tinha voltado, que tava esperando, e me apoiei na parede. Dez minutos depois, a Cami tava do meu lado.
— E aí? Qual foi?
— Olha você mesma — mostrei o vídeo
— Falei que era puta…
— Como você sabia?
— Kkkkkk quando você foi no banheiro, elas tavam atrás de mim e eu ouvi a conversa; o namorado de anos tinha terminado com ela, e ela disse que ia dar pro primeiro que aparecesse. encara. Achou que eu sou adivinha?
- Haha, que filha da puta. Isso é trapaça.
- Claro, certeza que você tava pensando nisso enquanto aquela loirinha te chupava, né? – Ela me abraçou de novo, como se a situação a excitasse
- Na verdade, eu tava pensando que preferia que fosse você me chupando
- Haha, mentiroso, mas você mereceu isso – ela disse e me beijou com muita língua, enquanto se encostava em mim pra sentir meu volume
- Quero voltar pro hotel – falei
- Vamos
Ela me puxou pela mão, fomos até o carro. Enquanto dirigia, a Cami massageava minha pica, sem tirar, e beijava meu pescoço e minha orelha.
Chegamos no hotel. Subimos pro quarto quase correndo. Fechamos a porta e já estávamos desabotoando a camisa um do outro. Eu terminei primeiro, abri bem a dela e tirei, junto com o sutiã. Empurrei ela na cama e me inclinei pra chupar os peitos dela. Nisso, a Cami já tinha conseguido tirar minha camisa também. Lambi os bicos, rodeei eles, deixei bem molhados e duros. Desci beijando a barriga dela, até chegar na virilha. Tirei a calça jeans e depois a calcinha fio dental. Ela se remexia um pouco, sabendo o que vinha. Beijei a parte interna das coxas dela, e devagar abri elas. Passei a ponta da língua, depois de encher de saliva, pelos lábios da buceta dela, abrindo um pouco. Cada vez fui enfiando mais a língua dentro dela, deixando bem molhada, da minha saliva e dos sucos dela que já começavam a sair com mais força. Subi até o clitóris finalmente, e minha língua focou toda a atenção nele. Movia em círculos, depois pra cima e pra baixo, em cruz, primeiro devagar, depois rápido, mudava e a Cami parecia gostar porque se agarrava no colchão. Um dos meus dedos entrava e saía da buceta dela, ajudando minha língua na tarefa. Juntei saliva na boca e deixei escorrer por toda a buceta dela. Chegou até o cuzinho dela, e aproveitei pra enfiar o dedo indicador de cada mão em cada um dos buracos dela. Isso foi demais pra Camila, que se contorceu e soltou um gemido. barulhento.
– Você me fez gozar, seu filho da puta – ela disse depois de recuperar o fôlego
– Pra isso que eu chupo você…
Eu me levantei, no chão, na beira da cama. A Cami virou e ficou de barriga pra cima, com a cabeça pendurada pra fora do colchão, e enfiou meu pau na boca. Ela chupou um pouco, parou e me olhou.
– Não quero chupar você. Quero que você foda minha boca com força. Me faz engasgar.
Não precisei ouvir duas vezes. Tirei a calça e a cueca na velocidade da luz. Coloquei minha pica na boca dela, do jeito que tava, de cabeça pra baixo. Comecei a meter e tirar, violento como ela pediu. Às vezes deixava tudo lá dentro pra ela se engasgar um pouco e depois tirava cheio de baba. Ficamos assim por um bom tempo, até a Cami ficar vermelha de engasgar e o chão cheio de saliva dela. Passei meu pau no rosto dela, espalhando a própria baba.
Ela ficou de quatro, me chamando. Não resisti à tentação de beijar de novo a buceta e a raba dela. Depois disso, subi de joelhos na cama e guiei meu pau até a buceta dela. Comecei a comer devagar, mas fundo, sentindo o interior dela me apertar, queimar e molhar. Segurei ela pela cintura.
– Me dá mais forte, não me faz implorar, Seba
– Mmmm, quer mais pica?
– Siiim, vai fundo
Obedeci e acelerei o ritmo, sem parar de meter até o fundo. Uma das minhas mãos ficou na cintura dela, a outra se apoiou nas costas. A Camila apoiava a cabeça na cama e levantava a raba. O cu dela ficou ainda mais à minha disposição; aproveitei passando a ponta de um dos meus polegares, bem lubrificada com os fluidos da Cami.
– Mmmm, vai me fazer o cuzinho também? Vai me comer toda?
– O que você acha?
Enfiei o dedo, sem parar de comer a buceta dela. Ela soltou um gemido. Com a mão livre, agarrei o cabelo dela e puxei um pouco pra trás. A Cami tava claramente adorando, porque começou a gemer mais seguido e mais alto. Eu, como já tinha gozado duas vezes na Noite, dava pra aguentar um pouco mais, então quando vi que a bunda dela tava pronta pro meu pau, enfiei. Fui entrando devagar, e agora ela mesma se masturbava, pra não deixar nenhum buraco sem atenção. Soltei o cabelo dela e ela afundou a cabeça na cama de novo. Era bem apertado, meu pau tava bem duro, e a sensação era incrível. Camila enfiava dois dedos direto na buceta, e eu pegava na bunda dela. Com minhas mãos agora eu abria as nádegas dela, pra ver em primeiríssimo plano como minha vara entrava e saía. Eu tinha resistência, mas não tanta, entre a boca, a buceta e o cu já não dava mais pra segurar. Dessa vez queria encher o rabo dela de porra.
- Mmmm, vou gozar – avisei
- Me enche de porra, Seba, vai…
O pedido dela foi demais, e minha porra começou a inundar ela. Deixei meu pau bem dentro da bunda dela até terminar de gozar. Tirei meu pênis, o cu dela ficou aberto, e começou a escorrer a porra que eu tinha deixado. Cami passava os dedos por ali, enfiou um pouco de sêmen na buceta dela, e numa segunda passada enfiou os dedos na boca, pra provar a mistura de fluidos.
- Mmmm, foi muito gostoso, vou me limpar – disse Cami entrando no banheiro
Eu segui ela, tomamos um banho rápido juntos, nos beijando e nos tocando um pouco, mas eu já não tava mais a fim de continuar. Saímos e dormimos pelados.
Acordei com o barulho do chuveiro; olhei meu celular, vi as mensagens, era quase meio-dia. Camila saiu do banheiro de biquíni.
- Vamos um pouco pra praia antes de ir – falei num tom imperativo
- Beleza, vamos
Vesti o short e a regata. Descemos pra aproveitar o café da manhã grátis que tínhamos direito no hotel, e fomos pro carro, pra ir pras praias do sul, mais tranquilas. Tinha um pouco de trânsito e demoramos mais ou menos meia hora pra chegar, mas encontramos um lugar com pouca gente e ficamos por lá. Não tínhamos nada pra praia, então ficamos no sol só sentados na areia. Ríamos de besteiras, olhando a pouca gente. Que que foi, criticando uns caras; notei que lá no fundo tinha duas minas de topless.
— Cê topa? — perguntei, apontando pra elas.
— Hmmm, sei lá, cê acha?
Não respondi, só desamarrei a parte de cima do biquíni dela.
— Hahaha, cê é doido, hein — ela disse, segurando a parte de cima com uma mão, sem coragem de tirar de vez, mas também sem prender de novo.
— Vai, não dá nada.
Ela esperou uns minutos até o pessoal que tava por perto passar, pra não ficar todo mundo olhando, e aí tirou. Eu tirei minha regata e deitamos na areia. Dei uma olhada pra ver se ninguém tava vendo e me abaixei pra chupar os bicos dos peitos dela, só um pouquinho, pra endurecer.
— Assim durinhos, ficam mais bonitos.
— Hahaha, para, vão nos ver.
Ela ria como se eu tivesse fazendo cócegas, mas consegui o que queria e deitei de novo. Continuamos conversando, depois viramos de bruços pra não queimar tanto a frente. Ficamos mais ou menos uma hora na praia, até uma e meia, mas tinha que voltar. Ela vestiu o sutiã e voltamos pro carro. Passamos e comemos um hambúrguer rápido no carro, e voltamos pro quarto. Não deu tempo pra mais nada além de tomar banho e ir embora.
Entramos no chuveiro juntos de novo. Nos molhamos pra tirar o calor do sol; Cami se ajoelhou e começou a chupar minha pica, que já tava dura. Ela meteu ela inteira na boca, sem usar as mãos, que ficavam apoiadas nas minhas coxas. Mexia a língua na minha cabeça, depois enfiava até a garganta, dando uns engasgos que terminavam numa explosão de saliva. As mãos foram pra minha bunda. Adivinhei a intenção dela, mas deixei. Quando a Camila viu que eu não tava impedindo, ela abriu um pouco, e com um dos dedos indicadores tocou meu cu. Continuei deixando; coloquei uma mão na parede e a outra na cabeça dela pra marcar o ritmo do boquete, que tava intenso. Ela chupava até o fundo, me masturbando com os lábios, e o dedo dela no meu cu começou a entrar. Enfiou a primeira falange, era uma sensação gostosa. Minha pica ficava cada vez mais dura. Quando o dedo dele tocou minha próstata. Ele tirou o dedo do meu cu, passou no meu pau pra lubrificar bem com toda a saliva que tinha da garganta profunda dele. E enfiou de novo, dessa vez mais fundo. Mexeu pra me estimular, e minhas bolas encheram de porra; meu pau começou a ter espasmos, não consegui evitar um orgasmo. Dei todo o sêmen na boca dele; Cami não parava de mexer o indicador no meu cu, e deixou a porra jorrar direto na garganta, mesmo que a fizesse engasgar um pouco. Terminei de gozar, sem trocadilho, e Camila tossiu, cuspindo um pouco no meu pau, uma mistura de porra e saliva. Lambeu tudo, deixou ele bem limpinho.
— Bom, agora vamos que já é tarde — ela disse, me dando um beijo na boca.
Saímos, nos vestimos, paguei o que faltava no checkout e fomos embora.
Voltamos na estrada, como sempre rindo de outras coisas. Chegamos em La Plata, paramos na porta da casa dela. Olhei pra ela.
— Acho que tô me acostumando com esses fins de semana — falei.
— Eu também — respondeu Camila.
Ela me deu um beijo de língua bem gostoso, saiu do carro e entrou em casa.
Era sexta-feira, à tarde, e já tinham se passado cinco dias sem a gente falar sobre o que rolou no fim de semana. Não tinha tensão, nem a gente se evitava, só não tocava no assunto. Até que mandei aquela mensagem.
- Acho que te compensei com juros – respondeu dez minutos depois.
- Não não não não, são coisas diferentes. Além disso, você não se divertiu nada mal.
- Não, não me diverti mal
Sorri com aquela mensagem, e um peso saiu das minhas costas.
- Bom, se me convidar pra sair, eu pago a jarra. Mas você vem pra cá.
- Hoje?
- Sim
Na hora, tomei banho e me vesti. Coloquei uma jeans, uma camiseta, e por via das dúvidas peguei uma mochila com roupa íntima, um short e uma regata. Eram cinco da tarde, tentei ver se meu pai me emprestava o carro. Milagrosamente, a resposta foi sim, então passei pra buscá-lo. Dirigi pela estrada o mais rápido que a lei permitia, e às vezes até mais. Seis e meia eu tava no endereço que a Camila tinha me passado.
- Porta – escrevi no WhatsApp
Ela saiu, com uma saia longa e uma regata.
- Não entendo por que você veio tão cedo, tá tão ansioso assim?
- Tô sim, ansioso, mas não é por isso – falei sem descer do carro – você queria que eu viesse aqui pra La Plata por comodidade ou por algum motivo especial?
- Comodidade, meu amor – falou num tom sarcástico
- Então pega uma muda de roupa, que eu espero aqui
Ela me olhou sem entender, mas, acostumada com minhas surpresas, não disse nada e entrou em casa. Quinze minutos depois, tava de volta com uma bolsa.
- Vamos pra Mar del Plata – falei
- Não é tarde?
- São menos de sete, no máximo às onze a gente chega lá. Pra sair, tá mais que bom.
Arranquei e fui pra estrada 2. Fomos conversando, animados. Paramos em Atalaya pra jantar, mesmo sendo meio cedo. Comemos uma pizza e seguimos sem perder tempo. Onze e meia a gente tava entrando em Mar del Plata. Prata.
- Considerando que paramos pra comer, viemos rápido – falei
- Aonde a gente vai, pra um hotel ou o quê? – perguntou Cami
- Kkkkk você lembrou tarde de se preocupar
- É que confio em você – ela disse, passando a mão no meu braço. Levei na brincadeira também.
Dirigi pela Avenida Colón, quase chegando na costa.
- Quase todos os anos que vim, a gente alugava um apartamento aqui, embora não lembre exatamente qual – contei
- É, eu também venho por aqui
- Sempre quis ir naquele hotel
Aquele hotel se chamava Dos Reyes, ficava na Colón, do lado da praça de mesmo nome, que na diagonal dá no Cassino e no Hotel Provincial. Tinha uma vaga livre pra estacionar na porta, aproveitei e descemos com nossas mochilas. Pedi um quarto por duas noites, era mais de três mil pesos, doeu mas não tinha volta. Paguei a primeira noite, nos deram o cartão e nos levaram pro quarto. A janela dava pra avenida, claro que tinha uma cama de casal, uma mesinha com duas cadeiras, a televisão, telefone, armário com cofre, e o banheiro com chuveiro e banheira. Era um quarto bonito. Camila sentou na cama, depois de jogar a mochila no chão.
- Bom, o que a gente faz? Não me fala que me trouxe aqui pra ficar no quarto
- Não íamos passar mal... mas não. Também não te “trouxe pra cá”. A gente veio. Podemos fazer o que você quiser também.
- Bom, agora quero tomar banho
Pegou a mochila dela e entrou no banheiro. Hesitei em acompanhar ou não. Mas preferi dar uma surpresa. Me despi e me joguei na cama. Desde que fui buscá-la, meu pau já tava durinho, só precisei passar a mão um pouco pra ficar bem duro. E assim esperei ela sair. Ela saiu enrolada numa toalha, e com outra toalha no cabelo.
- Uau, como você tá – disse olhando pra minha virilha
- Você me deixa assim – ela passava a mão bem devagar
- Mmmm deixa eu ver o que posso fazer
Ela subiu na cama, eu Eu tava deitado de barriga pra cima, ela foi de gatinha até minha cara. Me beijou pela primeira vez no dia. Lambeu meu pescoço, chupou meus mamilos, foi me beijando até descer pro meu pau.
Quando chegou lá, levantou e ficou de joelhos na cama. Tirou a toalha da cabeça e sacudiu o cabelo ainda meio molhado, me respingando. Com a toalha cobrindo o corpo, se abaixou de novo. Pegou meu pau com uma mão e começou a dar beijinhos, me olhando. Desceu pros meus ovos, lambeu eles. E depois passou a língua no meu pau, de baixo pra cima. Finalmente enfiou na boca; como eu já tinha visto antes, ela conseguia engolir tudo. Foi acelerando o ritmo aos poucos, até me punhetar com a boca, sem usar as mãos. Parou de chupar, juntou saliva nos lábios e deixou cair, molhando bem. Bem na hora eu me mexi um pouco e a saliva escorreu pelos meus ovos e meu cu também. Cami foi até aquela área, e passou a língua, lambendo toda a própria baba. Voltou a mamar forte, já pra me fazer gozar. Depois de uns minutos conseguiu. Nunca vi meu esperma, foi direto primeiro pra garganta dela, e depois pro estômago.
— Bom, enquanto você se veste, vou tomar banho — falei depois de recuperar o fôlego um pouco
Tomei banho e me vesti, Cami já tava pronta, e saímos. Os dois de jeans e camisa. Pegamos o carro e fomos pra Alem, procurar um bar ou algo. Ainda não era uma da manhã, então não tinha muita gente na rua. Entramos no Roxy, que eu já tinha ido em viagens anteriores e achava legal.
Sentamos no balcão, pedimos cervejas primeiro. Fomos falando de coisas banais até que surgiu o assunto do fim de semana anterior.
— Qual parte você mais gostou? — perguntei, curioso
— Mmmm acho que quando você me segurou forte depois que chupei os piscineiros
— É, isso foi bom. Mas o melhor pra mim foi te fazer de Booty
— Claro, óbvio que você ia escolher isso, olha só isso — disse dando um tapinha na própria bunda
— Deixa eu ver — agora eu toquei — é... é tão gostosa quanto eu lembrava Rimos um pouco e já pedimos a segunda rodada. Continuamos relembrando nossos dias juntos e a coisa foi esquentando. A gente falava bem pertinho, mas, por algum motivo, depois de tudo que já tínhamos feito, eu não tinha coragem de beijar ela. Mas, por sorte, não precisei sofrer tanto, porque ela se atreveu depois de um tempo. A gente se beijou forte por uns minutos, enquanto o lugar ia lotando.
— Quer dançar? — falei eu
— Hahaha, você dança, Seba?
— Pareço que tenho problemas motores quando danço, mas dá pra tentar… é mais uma desculpa pra te apalpar um pouco
— Acho que você já não precisa de desculpa pra isso, mas agora quero ver você dançar — ela disse, rindo
Fomos pelas escadas pra cima, onde dava pra dançar um pouco melhor. Peguei ela pela mão e começamos a dançar, ou o mais parecido com dança que eu conseguia fazer. Eu girava ela e segurava um pouco, e de vez em quando a gente se beijava de novo. Dançamos uns quinze minutos, até que eu parei e falei pra ela me esperar que ia no banheiro. Tive que esperar três caras saírem, então demorei um pouco. Quando voltei, a Cami tava conversando com um cara, um pouco mais velho que a gente. Cheguei perto, ela falou algo pra ele e veio se juntar comigo.
— Tava dando mole pra um cara — falei, sem parecer ciumento nem nada
— Hahaha ele chegou, mas falei que tava com alguém, sem problema — ela respondeu, colocando as mãos no meu peito, como sinal de que tava comigo
— Não é cena de ciúme nem nada. Na real, vamos fazer um trato
— Mmmmm, acho que você vai ficar meio tarado
— Me conhece… Então, o trato é o seguinte. Se você gostar de alguém, te autorizo a comer ele. Mas tem que chupar ele, no mínimo, e filmar.
— Hahaha você gosta de ser corno, Seba, ou o quê?
— Não somos namorados. Se fôssemos, não diria isso. Se fôssemos, na real, eu teria batido naquele cara que você tava falando.
— Calma, Superman, você batendo em alguém? Essa eu não engulo. - Pode ser… a questão é se você aceita ou não.
- E se dessa vez for você que faz?
- Eu comer um cara? – falei brincando.
- Não, idiota… que você coma uma gatinha e filme. Sempre eu tenho que ser a puta?
- Não é a mesma coisa… você pega qualquer cara daqui e faz, eu dou graças se conseguir que alguma me dê um beijo.
- Problema seu… Pensa na recompensa que vai ter no hotel se me der esse gosto…
- Ufff… Beleza, então. Mas vai ser difícil.
Peguei ela e voltamos a dançar. Nos beijávamos mais intensamente, estávamos no fogo. Minhas mãos apertavam a bunda dela, adorava fazer isso. A Cami colocava os braços atrás do meu pescoço. Num momento, assim meio abraçados, ela olha por cima do meu ombro.
- Encontrei uma candidata perfeita pra você.
Olhei pra trás. Tinha um grupo de três mulheres. Uma bem patricinha, loira, bonita, sem peito nem bunda, só ganhava pela cara. A segunda tinha mais carne. Peitos generosos, rabão maior, cara normal. A terceira parecia de outro grupo. Tinha o cabelo tingido de azul, várias tatuagens e roupa mais rockeira. Não entendi o que ela fazia com as outras duas, mas era assim. Achei que a Camila tava falando dela, ou da peituda, no caso.
- Qual delas?
- A loirinha.
- Haha, você é maluca, nem fodendo que ela vai me dar bola – falei surpreso.
- Confia em mim. Te digo mais. Se você chegar nela e não comer ela, eu chupo o pau de quem você mandar no rolê e filmo, sem você fazer nada com ninguém.
- Uau, você tá confiante hein. Beleza, me deseja sorte.
- Sorte – ela falou, me dando um tapão na bunda.
Fui até onde as três estavam. Peguei a mina e puxei ela de lado. Comecei a falar um monte de besteira, de onde era, descobri que se chamava Guillermina, que era de Rosário, blá blá blá. Em cinco minutos estávamos no balcão, ela já tava meio bêbada quando comecei a falar com ela, e ainda pediu tequila. Nem percebeu que pedi só pra ela, tomou sem limão nem sal. Aí eu meti a boca e ela respondeu. Na hora ela mesma passou a mão no meu volume. Não dava pra acreditar que a Cami tava certa e essa mina era tão fácil. Mas não ia reclamar, e também coloquei a mão. Na bunda dela, que não tinha muita, e nos peitos, que tinham menos ainda. Perguntei se ela queria ir pro meu carro pra ficar mais à vontade. Ela falou algo que não entendi, mas no fim sorriu, então considerei como um sim e levei ela. Por sorte não precisava pagar entrada no bar, então não tinha problema sair e voltar. Fomos na esquina onde tava estacionado, tava escuro, entramos. Sem perder tempo, peguei ela pela cabeça, beijei forte. E depois empurrei sutilmente pra baixo pra ela me chupar. Ela não se assustou, desabotoou meu jeans e puxou minha pica. Nessa hora lembrei que tinha que gravar. Peguei o celular, acendi a luz do carro e comecei a filmar. A mina olhou, mas não ligou e continuou chupando. Não era muito boa, parecia inexperiente. Tava dura mesmo assim por causa do jogo prévio com a Cami; a gatinha chupava como dava, batendo uma ao mesmo tempo, só colocava a cabeça na boca. Peguei as mãos dela pra ela parar de usar. E desafiei ela a enfiar mais pau pra dentro. Ela fez isso, e o boquete melhorou. Não queria prolongar muito, então não segurei o orgasmo. Como cavalheiro, avisei que ia gozar. Ela tirou a boca enquanto saía a porra, mas depois cuspiu num lenço de papel que tinha. Falei que a gente tinha que voltar, descemos do carro, ela jogou o lenço no lixo e entramos de novo no Roxy.
Procurei a Camila, vi que tava na fila do banheiro. Fiz sinal que tinha voltado, que tava esperando, e me apoiei na parede. Dez minutos depois, a Cami tava do meu lado.
— E aí? Qual foi?
— Olha você mesma — mostrei o vídeo
— Falei que era puta…
— Como você sabia?
— Kkkkkk quando você foi no banheiro, elas tavam atrás de mim e eu ouvi a conversa; o namorado de anos tinha terminado com ela, e ela disse que ia dar pro primeiro que aparecesse. encara. Achou que eu sou adivinha?
- Haha, que filha da puta. Isso é trapaça.
- Claro, certeza que você tava pensando nisso enquanto aquela loirinha te chupava, né? – Ela me abraçou de novo, como se a situação a excitasse
- Na verdade, eu tava pensando que preferia que fosse você me chupando
- Haha, mentiroso, mas você mereceu isso – ela disse e me beijou com muita língua, enquanto se encostava em mim pra sentir meu volume
- Quero voltar pro hotel – falei
- Vamos
Ela me puxou pela mão, fomos até o carro. Enquanto dirigia, a Cami massageava minha pica, sem tirar, e beijava meu pescoço e minha orelha.
Chegamos no hotel. Subimos pro quarto quase correndo. Fechamos a porta e já estávamos desabotoando a camisa um do outro. Eu terminei primeiro, abri bem a dela e tirei, junto com o sutiã. Empurrei ela na cama e me inclinei pra chupar os peitos dela. Nisso, a Cami já tinha conseguido tirar minha camisa também. Lambi os bicos, rodeei eles, deixei bem molhados e duros. Desci beijando a barriga dela, até chegar na virilha. Tirei a calça jeans e depois a calcinha fio dental. Ela se remexia um pouco, sabendo o que vinha. Beijei a parte interna das coxas dela, e devagar abri elas. Passei a ponta da língua, depois de encher de saliva, pelos lábios da buceta dela, abrindo um pouco. Cada vez fui enfiando mais a língua dentro dela, deixando bem molhada, da minha saliva e dos sucos dela que já começavam a sair com mais força. Subi até o clitóris finalmente, e minha língua focou toda a atenção nele. Movia em círculos, depois pra cima e pra baixo, em cruz, primeiro devagar, depois rápido, mudava e a Cami parecia gostar porque se agarrava no colchão. Um dos meus dedos entrava e saía da buceta dela, ajudando minha língua na tarefa. Juntei saliva na boca e deixei escorrer por toda a buceta dela. Chegou até o cuzinho dela, e aproveitei pra enfiar o dedo indicador de cada mão em cada um dos buracos dela. Isso foi demais pra Camila, que se contorceu e soltou um gemido. barulhento.
– Você me fez gozar, seu filho da puta – ela disse depois de recuperar o fôlego
– Pra isso que eu chupo você…
Eu me levantei, no chão, na beira da cama. A Cami virou e ficou de barriga pra cima, com a cabeça pendurada pra fora do colchão, e enfiou meu pau na boca. Ela chupou um pouco, parou e me olhou.
– Não quero chupar você. Quero que você foda minha boca com força. Me faz engasgar.
Não precisei ouvir duas vezes. Tirei a calça e a cueca na velocidade da luz. Coloquei minha pica na boca dela, do jeito que tava, de cabeça pra baixo. Comecei a meter e tirar, violento como ela pediu. Às vezes deixava tudo lá dentro pra ela se engasgar um pouco e depois tirava cheio de baba. Ficamos assim por um bom tempo, até a Cami ficar vermelha de engasgar e o chão cheio de saliva dela. Passei meu pau no rosto dela, espalhando a própria baba.
Ela ficou de quatro, me chamando. Não resisti à tentação de beijar de novo a buceta e a raba dela. Depois disso, subi de joelhos na cama e guiei meu pau até a buceta dela. Comecei a comer devagar, mas fundo, sentindo o interior dela me apertar, queimar e molhar. Segurei ela pela cintura.
– Me dá mais forte, não me faz implorar, Seba
– Mmmm, quer mais pica?
– Siiim, vai fundo
Obedeci e acelerei o ritmo, sem parar de meter até o fundo. Uma das minhas mãos ficou na cintura dela, a outra se apoiou nas costas. A Camila apoiava a cabeça na cama e levantava a raba. O cu dela ficou ainda mais à minha disposição; aproveitei passando a ponta de um dos meus polegares, bem lubrificada com os fluidos da Cami.
– Mmmm, vai me fazer o cuzinho também? Vai me comer toda?
– O que você acha?
Enfiei o dedo, sem parar de comer a buceta dela. Ela soltou um gemido. Com a mão livre, agarrei o cabelo dela e puxei um pouco pra trás. A Cami tava claramente adorando, porque começou a gemer mais seguido e mais alto. Eu, como já tinha gozado duas vezes na Noite, dava pra aguentar um pouco mais, então quando vi que a bunda dela tava pronta pro meu pau, enfiei. Fui entrando devagar, e agora ela mesma se masturbava, pra não deixar nenhum buraco sem atenção. Soltei o cabelo dela e ela afundou a cabeça na cama de novo. Era bem apertado, meu pau tava bem duro, e a sensação era incrível. Camila enfiava dois dedos direto na buceta, e eu pegava na bunda dela. Com minhas mãos agora eu abria as nádegas dela, pra ver em primeiríssimo plano como minha vara entrava e saía. Eu tinha resistência, mas não tanta, entre a boca, a buceta e o cu já não dava mais pra segurar. Dessa vez queria encher o rabo dela de porra.
- Mmmm, vou gozar – avisei
- Me enche de porra, Seba, vai…
O pedido dela foi demais, e minha porra começou a inundar ela. Deixei meu pau bem dentro da bunda dela até terminar de gozar. Tirei meu pênis, o cu dela ficou aberto, e começou a escorrer a porra que eu tinha deixado. Cami passava os dedos por ali, enfiou um pouco de sêmen na buceta dela, e numa segunda passada enfiou os dedos na boca, pra provar a mistura de fluidos.
- Mmmm, foi muito gostoso, vou me limpar – disse Cami entrando no banheiro
Eu segui ela, tomamos um banho rápido juntos, nos beijando e nos tocando um pouco, mas eu já não tava mais a fim de continuar. Saímos e dormimos pelados.
Acordei com o barulho do chuveiro; olhei meu celular, vi as mensagens, era quase meio-dia. Camila saiu do banheiro de biquíni.
- Vamos um pouco pra praia antes de ir – falei num tom imperativo
- Beleza, vamos
Vesti o short e a regata. Descemos pra aproveitar o café da manhã grátis que tínhamos direito no hotel, e fomos pro carro, pra ir pras praias do sul, mais tranquilas. Tinha um pouco de trânsito e demoramos mais ou menos meia hora pra chegar, mas encontramos um lugar com pouca gente e ficamos por lá. Não tínhamos nada pra praia, então ficamos no sol só sentados na areia. Ríamos de besteiras, olhando a pouca gente. Que que foi, criticando uns caras; notei que lá no fundo tinha duas minas de topless.
— Cê topa? — perguntei, apontando pra elas.
— Hmmm, sei lá, cê acha?
Não respondi, só desamarrei a parte de cima do biquíni dela.
— Hahaha, cê é doido, hein — ela disse, segurando a parte de cima com uma mão, sem coragem de tirar de vez, mas também sem prender de novo.
— Vai, não dá nada.
Ela esperou uns minutos até o pessoal que tava por perto passar, pra não ficar todo mundo olhando, e aí tirou. Eu tirei minha regata e deitamos na areia. Dei uma olhada pra ver se ninguém tava vendo e me abaixei pra chupar os bicos dos peitos dela, só um pouquinho, pra endurecer.
— Assim durinhos, ficam mais bonitos.
— Hahaha, para, vão nos ver.
Ela ria como se eu tivesse fazendo cócegas, mas consegui o que queria e deitei de novo. Continuamos conversando, depois viramos de bruços pra não queimar tanto a frente. Ficamos mais ou menos uma hora na praia, até uma e meia, mas tinha que voltar. Ela vestiu o sutiã e voltamos pro carro. Passamos e comemos um hambúrguer rápido no carro, e voltamos pro quarto. Não deu tempo pra mais nada além de tomar banho e ir embora.
Entramos no chuveiro juntos de novo. Nos molhamos pra tirar o calor do sol; Cami se ajoelhou e começou a chupar minha pica, que já tava dura. Ela meteu ela inteira na boca, sem usar as mãos, que ficavam apoiadas nas minhas coxas. Mexia a língua na minha cabeça, depois enfiava até a garganta, dando uns engasgos que terminavam numa explosão de saliva. As mãos foram pra minha bunda. Adivinhei a intenção dela, mas deixei. Quando a Camila viu que eu não tava impedindo, ela abriu um pouco, e com um dos dedos indicadores tocou meu cu. Continuei deixando; coloquei uma mão na parede e a outra na cabeça dela pra marcar o ritmo do boquete, que tava intenso. Ela chupava até o fundo, me masturbando com os lábios, e o dedo dela no meu cu começou a entrar. Enfiou a primeira falange, era uma sensação gostosa. Minha pica ficava cada vez mais dura. Quando o dedo dele tocou minha próstata. Ele tirou o dedo do meu cu, passou no meu pau pra lubrificar bem com toda a saliva que tinha da garganta profunda dele. E enfiou de novo, dessa vez mais fundo. Mexeu pra me estimular, e minhas bolas encheram de porra; meu pau começou a ter espasmos, não consegui evitar um orgasmo. Dei todo o sêmen na boca dele; Cami não parava de mexer o indicador no meu cu, e deixou a porra jorrar direto na garganta, mesmo que a fizesse engasgar um pouco. Terminei de gozar, sem trocadilho, e Camila tossiu, cuspindo um pouco no meu pau, uma mistura de porra e saliva. Lambeu tudo, deixou ele bem limpinho.
— Bom, agora vamos que já é tarde — ela disse, me dando um beijo na boca.
Saímos, nos vestimos, paguei o que faltava no checkout e fomos embora.
Voltamos na estrada, como sempre rindo de outras coisas. Chegamos em La Plata, paramos na porta da casa dela. Olhei pra ela.
— Acho que tô me acostumando com esses fins de semana — falei.
— Eu também — respondeu Camila.
Ela me deu um beijo de língua bem gostoso, saiu do carro e entrou em casa.
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