A sensação que eu tinha era ao mesmo tempo de curiosidade e medo das consequências, e impaciência pra ver como ela reagiria às investidas dos meus tios.
Depois de pensar muito sobre isso, acabei me convencendo a deixar as coisas rolarem e depois eu via o que fazer, então levantei de bom humor e desci pra sala. Meu tio estava tranquilão na poltrona dele com uma xícara de café numa mão e o jornal na outra. Quando me viu chegar, tirou os olhos do papel e me sorriu cordialmente. Eu correspondi e perguntei pela minha tia. Ele me informou que ela tinha ido ao salão de beleza, já que, como eu sabia, era aniversário dela. Ela não disse quantos anos tava fazendo, e eu, por delicadeza, também não perguntei. De qualquer forma, fisicamente ela era bem novinha.
Resolvi atravessar a rua e visitar a Emi. Ainda era cedo pra visitas, mas tava curioso pra saber o motivo da saída da tarde anterior com minha tia.
Pouco depois de bater, Emi apareceu na porta. Ainda não tinha se arrumado, mas tinha a beleza natural de uma mulher na casa dos trinta e poucos. Tava no auge da vida e não precisava de muitos enfeites pra ficar apetitosa. Quando entrei na casa, já sentia um formigamento no meio das pernas com a presença dela.
Ela me convidou pra sentar, depois de se desculpar por não estar apresentável… Não respondi por precaução. Se eu tivesse dito o que passava pela minha cabeça, ela teria se assustado — ou não.
Ela tava vestindo um moletom folgado, o cabelo preso num coque mal feito, cara lavada e umas havaianas de ficar em casa. Me olhava com simpatia, como se quisesse me contar alguma coisa mas não tivesse coragem. Eu ajudei ela a começar.
— Como cê tá, Emi? Faz tempo que não te vejo, imperdoável da minha parte. Bom, não é verdade de todo: ontem te vi quando cê saiu com minha tia. Gostei muito de como cê tava elegante. Minha tia também, claro. Pareciam duas adolescentes saindo pra night — elogiei. — Tenho pena do jovem que vocês pegarem, falei rindo.
Emi também riu pra caralho. Ela se levantou. E afrouxando o moletom, ele disse como desculpa...
— Não tira sarro de mim, cê acha que essa mina consegue pegar alguém?
— Não só pegar, mas fazer um homem o mais feliz da terra, você tem o corpo mais excitante e ardente que já conheci.
Emi riu de novo com uma risada cristalina, sentou-se de novo ao meu lado e, colocando os pés no apoio de braço do sofá, apoiou a cabeça nas minhas pernas, passando a mão nas minhas bochechas, e disse...
— Ontem fui fazer compras com a Ana, ela queria comprar roupa pro aniversário dela, seu tio tinha dado uma boa grana pra ela comprar o que achasse mais sexy e fomos atrás das novidades em vestidos, lingerie e tal, a verdade é que ela tem bom gosto e com o corpo que tem vai arrasar nos modelos, hoje à noite você vai ver uns quantos, mas posso adiantar que, pelo que vi no provador, até eu fiquei com tesão quando ela experimentava, se eu tivesse uma rola entre as pernas, teria enfiado até o talo.
— Quer dizer que ela vai deixar eu ver?
— Não só isso, ela comprou tudo na sua homenagem, bom, e na do seu tio também, claro.
— Ela não te contou nada do que planeja fazer?
— Não em detalhes, só que ela quer te comer sem mais nem menos hoje à noite, tá decidida e com tesão, você não tem chance nenhuma e ela é uma fera na cama, você sabe, né?
— Só vi ela foder com meu tio, e depois ela me encurralou um dia, mas imagino como é.
— Gosto muito de você e você me cai bem, igual sua tia, então ontem, enquanto ela experimentava, saí e comprei esse creme retardante pra você, isso vai te ajudar a aguentar mais sem gozar e satisfazer melhor sua tia.
Ela tirou de um armário uma caixa embrulhada em papel comum e me deu.
Abri o pote, cheirava bem pra caralho, passei um pouco na mão, era macio e lubrificante, sem pensar duas vezes me levantei, abaixei a calça, depois a cueca e, pegando minha rola meio dura, passei o creme nela, um frescor imediato percorreu toda a minha pica. meus ovos encolheram tipo nozes e a cabeça da buceta se escondeu igual caramujo, fiquei pasmo olhando...
— Pô, comigo é o contrário, não sobe!
A mina tava se acabando de rir...
— Você fez errado, isso sobe quando você tá excitado, não antes. Mas tive uma ideia, espera aqui.
Daí ela voltou na hora, eu já tinha subido a roupa quando ela largou umas paradas na mesinha.
Estendeu uma toalha no sofá e falou...
— Deita sem calça no sofá.
Fiz sem reclamar, ela abriu minhas pernas o máximo que deu e tirou de uma nécessaire um pote de depilatório, uma tesoura e uns cremes. Sem falar nada, passou talco na minha pica, nos ovos, no púbis e no cu, depois foi cortando os pelos com a tesoura até deixar quase raso. Minha pica ficou com um aspecto estranho, mas parecia o dobro do tamanho. Aí passou a depilatória e, com todo cuidado, tirou todo o pelo até ficar lisinho igual bumbum de bebê.
Quando terminou de depilar tudo, espalhou um monte de creme na área toda, com toda delicadeza. Tanta que minha pica, depois do susto da depilação, começou a acordar, até que subiu reta pro teto, comprida, grossa, imponente, parecia milagre. Emi vendo o resultado se parabenizou e, dando uma mordidinha na cabeça da pica, falou...
— Agora sim você tem uma pica de exposição, vai impressionar sua tia. E com o creme ela não vai gozar, mas não é justo ela comer sozinha. Acho que mereço ser a primeira a aproveitar.
Sem mais conversa, colocou a pica entre os lábios e, olhando nos meus olhos, foi engolindo milímetro por milímetro até sumir tudo. Os olhos dela lacrimejavam, dava ânsia, mas ela se segurava com as mãos. Passava a mão nos meus ovos e apertava, os dedos dela se infiltraram entre minhas nádegas lisas, passando pelo meu cu pelado. Quando tirou a pica da boca, tirou o moletom e sentou do meu lado, abriu as pernas e pegou elas por baixo. os joelhos, deixou as nádegas abertas, mostrando em primeiro plano seus lábios avermelhados rodeando a buceta dela e me disse…
— Agora mete em mim você primeiro, e não goza, quando sentir que vai vazar, sai devagar.
Fiz o que ela pediu, terminei de tirar a roupa que ainda tinha e me deixei cair sobre ela, meu pau não falhou, na primeira enfiada foi até o fundo, era um efeito óptico, mas parecia que eu tinha cinco centímetros a mais de carne dura, acho que ela também sentiu o mesmo pelo suspiro que deu.
Fiquei bombando sem piedade, até sentir minhas bolas grudarem duras no meu pau e uma corrente elétrica percorrer minhas costas, tirei e a Emi pegou o creme que ela tinha me dado e passou no pau e nas bolas, uma sensação muito gostosa tomou conta de mim, na hora acalmou aquela série de palpitações perigosas na cabeça e uma forte subida de sangue encheu meu pau até quase fazê-lo estourar.
Um instinto de segurança tomou conta de mim e enfiei de novo com a tranquilidade de que ia gozar só quando eu quisesse, me permiti meter com força de uma vez, Emi só fechava os olhos e curtia as estocadas que eu dava, na barriga dela apareciam os impactos com leves inchaços onde a ponta chegava, ela estava exultante de prazer e eu metia como um êmbolo, não queria sair daquele lar molhado e macio que era a buceta da Emi.
Enquanto eu entrava e saía enchendo de carne todas as dobras da xota, a garota começou a receber uma série de choques no corpo inteiro, eles iam aumentando, ela pegava nos peitos e amassava, beliscando os bicos, esticando eles até o impensável, a boca dela se abria e ela gritava sem parar, me pedia para parar e ao mesmo tempo para continuar até o fundo, levantava o quadril para receber mais pau e ao mesmo tempo me abraçava para ficar mais colada em mim, por fim ela abriu os braços sobre a cabeça, as pernas caíram ao meu lado abertas de vez, os lábios da xota vermelhos de excitação e o clitóris totalmente duro, os peitos a cada ao lado do peito dela, com os mamilos durinhos e pra fora, ela soltou um gemido de lamento e ficou imóvel, respirando ofegante. Eu, preocupado, tirei a pica, que estava igualzinha quando eu tinha metido — dava pra aguentar mais meia hora no mesmo ritmo. Deitei do lado dela esperando ela descansar. Quando ela se recuperou, me beijou nos lábios de leve e sussurrou no meu ouvido…
— Se você se comportar assim hoje à noite, nunca mais vai dormir sozinho.
Depois disso, Emi se recuperou e, quando peguei minha pica com a mão pra apontar de novo pra buceta dela, ela segurou minha mão com cuidado e murmurou:
— Pra mim já tá bom por hoje. E você precisa se guardar pra hoje à noite. É melhor você estar com todas as faculdades e os ovos bem cheios — vai precisar, depois me conta.
Com uma certa decepção por não ter provocado mais um orgasmo na Emi e por não ter descarregado meu depósito de sêmen nela, me vesti e, depois de conversar um pouco abraçados, voltei pra minha casa.
Do meu quarto, ouvi barulho de panelas na cozinha, enquanto subia um cheiro de comida deliciosa. Esperei um pouco, lendo a bula do creme da Emi — se fosse verdade o que prometia, minha tia ia tomar uma bela porção de pica.
Quando desci, a mesa já estava posta e meu tio chegava com as garrafas de bebida. Era um almoço mais ou menos normal. Minha tia estava de roupa de casa, mas o cabelo estava preso e recém-arrumado no salão; também tinham maquiado ela. Tava linda, os olhos tinham um olhar especial, e a boca… o vermelho-sangue dava a impressão de que ela queria comer carne fresca. Os dentes branquíssimos destacavam ainda mais os lábios carnudos. Parei de olhar pra ela com medo de reações imprevistas do meu "amigo", embora minha tia tenha continuado me encarando fixamente durante toda a refeição.
Quando terminamos, minha tia estava recolhendo a mesa e colocando a louça na lava-louças, quando meu tio me chamou pra sentar com ele e tomar café. Ele mesmo fez na cafeteira expresso e me serviu. Se aproximou de mim e disse:
— Juan, imagino que você tenha notado uma série de… Mudanças extraordinárias, a verdade é que tô preparando um agrado pra comemorar o aniversário da Ana, agradeceria se você colaborasse comigo, topa?
--- Tio, valeu pela confiança, você sabe que adoro tudo que você faz pela minha tia, sabe que pode contar comigo pro que precisar.
Ao dizer isso, enfatizei a frase de propósito apertando o braço dele.
--- Beleza, valeu, essa tarde pretendo dar uma surpresa pra ela, ela sempre falou que gosta de balé e eu tenho três ingressos pra ver O Lago dos Cisnes, então se você topar, a gente vai nós três no teatro, vamos um pouco arrumados, depois tomamos algo e voltamos pra jantar em casa, tenho algo especial preparado, tá comigo?
--- Cem por cento, adorei o plano e tô ansioso pra ver a reação da minha tia.
A verdade é que a ideia de ir ao teatro não me animava muito, embora tenha que admitir que nunca fui, mas por outro lado era uma experiência nova e excitante.
No meio da tarde me vesti com meu terno novo, só tinha usado uma vez, quando meu tio me viu, ele falou…
--- Espera aí, tá faltando um detalhe.
Ele voltou e tirou minha gravata, embora eu não seja bom em fazer nós, me viro bem, mas ele tirou um borboleta do bolso, levantou a gola da minha camisa e amarrou perfeitamente, tenho que admitir que a mudança foi significativa, de estar aceitável pra ficar elegante, depois sentamos na sala esperando minha tia.
Como de costume, ela se fez de rogada, mas quando desceu… nossas caras eram um poema, o rosto dela não tinha nada a ver com o de antes, a maquiagem, o cabelo e principalmente o vestido… era uma maravilha, azul noite, com um decote pronunciado, justo e comprido o suficiente pra deixar um pouco das pernas à mostra, uma meia com costura que realçava as panturrilhas e uns saltos agulha com mais de 15 cm de salto que estilizavam toda a figura dela.
Ela estava radiante, ela mesma teve que chamar nossa atenção pra gente sair do Choquei, ela ria pra caralho, depois se virou pedindo nossa opinião, meu tio mal conseguiu falar…
— Gostosa pra caralho.
Eu nem isso, só abri a boca e balbuciei alguma merda.
Levantamos juntos, na mesma hora uma buzina tocou na rua, um táxi esperava na porta.
Meus tios sentaram atrás juntos, eu não quis amassar o vestido da minha tia e sentei na frente com o motorista. Quando descemos do táxi, andamos um pedaço até o teatro, minha tia segurou o braço do meu tio e, depois de um instante, o outro braço no meu. Nós três íamos pela calçada, e a cabeça da minha tia, no meio, claramente nos ultrapassava. O povo virava pra olhar, meu tio ia todo orgulhoso, eu não sabia o que pensar.
No teatro, segui a multidão na entrada, mas um recepcionista me indicou pra segui-los. Ele nos levou a um camarote, na primeira fila, praticamente em cima do palco. Minha tia sentou no meio, meu tio do lado dela, eu sentei mais atrás, do outro lado.
Tava dando uma olhada na plateia, porque tudo era novo pra mim, quando as luzes se apagaram de vez. Um silêncio tomou conta do teatro inteiro. Quando a cortina subiu, fiquei maravilhado. A música, as luzes, as roupas, os dançarinos — tudo parecia um sonho. Lamentei minha ignorância até agora sobre o que era o teatro, nada a ver com o que eu tinha visto antes. Meu tio me olhou, perguntando sem palavras, e eu, como única resposta, fiz um gesto de aprovação total.
A música me envolvia, mas mais ainda o perfume da minha tia. Na minha frente, via a nuca dela descoberta, o cabelo preso e esticado, brilhante, o pescoço fino, as orelhas delicadas, com lóbulos transparentes enfeitados por brincos que cintilavam cores, e uns ombros macios, brancos e quentes.
Por trás, me aproximei da minha tia e soprei leve no pescoço dela. Senti os pelinhos do pescoço se arrepiarem enquanto ela dava um tremor. Na mesma hora, ela passou a mão pra trás do assento, eu peguei e entrelacei meus dedos nos dela. Acariciando a palma da mão, meu tio do outro lado não percebeu, tava vidrado no espetáculo.
Minha tia deixou cair a bolsa que carregava, eu peguei rapidinho e devolvi devagar, ela não pegou a bolsa, pegou minha mão e levou devagar até a altura do peito, apertando contra a teta esquerda dela. Por baixo do vestido leve, senti um sutiã que só passava por baixo do peito e levantava a teta, juntando com a outra, o mamilo marcava claramente.
Meu pau começou a acordar, a cueca, novinha em folha, tava apertada demais pra segurar, incomodava. Quando ela soltou minha mão, abri a braguilha e baixei a cueca, depois de liberar o pau, fechei a calça de novo.
Tentava me concentrar na cena, era uma maravilha ver os dançarinos se movendo, a mão da minha tia no meu joelho me fez largar a dança. Ela apertou de leve, puxando pra frente, eu empurrei a poltrona quase na altura dela, do lado dela, e a mão dela apoiou na minha coxa.
Eu só acariciava o braço dela até o cotovelo, aos poucos ela foi recuando a mão até pousar na minha braguilha. Ao sentir a dureza, agarrou por cima do pano e segurou um tempo sob pressão, as batidas da minha cabeça do pau batiam na mão dela. Pensei que ia se contentar com isso, mas num momento em que a orquestra atacava forte, ela baixou meu zíper e meteu a mão, que logo encontrou o pedaço de carne quente que procurava. No escuro, a mão dela sumiu na minha calça, quando tirou, trouxe junto meu pau duro. Eu me preocupei com o público, mas a grade do camarote nos escondia, além disso, tava na penumbra e meu tio, mais na frente, não parava de olhar pra baixo.
Quando ela descobriu a cabeça do meu pau, a mão dela se apossou dele e segurou parado um tempo, só apertava de vez em quando. Minha mão passou sobre o quadril dela, depois a cintura e por baixo do braço, até ir pra frente, bem antes de chegar no mamilo já dava pra sentir como a teta nascia e se desenvolvia mais e mais, ia crescendo, eu apertava abrindo minha mão. mano, cada vez mais até cobrir ela toda, meus dedos beliscaram o mamilo e um aperto na minha glande confirmou que ela tava de acordo.
Parecia impossível, mas só com a pressão da mão dela no meu pau e a sacanagem da situação, comecei a sentir os sinais da gozada chegando.
Minha tia, ao sentir as pulsações seguidas na minha glande, afrouxou a mão no pau e passou o dedo de leve no buraco, tirou o líquido pré-seminal e levou aos lábios, depois me deu duas palmadinhas no joelho, encerrando a sessão.
Eu deslizei o sofá pra trás, guardei o pau e subi o zíper de novo.
Mal me acomodei direito no banco, as luzes acenderam, todo mundo levantou e começou a aplaudir, eu fiz o mesmo, mas meio escondido, porque o volume na calça sem cueca tava mais do que evidente. Quando acabou, a excitação já tinha baixado e meu tio tava tirando o banco da minha tia pra sair. Eu me afastei pra trás de uma cortina e coloquei a cueca de volta.
Quando saímos na rua já era noite, meu tio nos convidou pra um coquetel num terraço da moda e depois chamou um táxi.
No caminho, a gente comentava sobre a maravilha do balé, eu não parava de elogiar o acerto de me levar pra ver algo assim, meu tio tava todo bobo de orgulho.
Quando chegamos em casa, algo me chamou a atenção: todas as luzes do térreo estavam acesas. Eu tinha certeza que a gente tinha apagado tudo. Olhei pro meu tio e ele me tranquilizou. Quando fui enfiar a chave, a porta se abriu e um cara vestido perfeitamente de smoking nos recebeu. Fiquei alucinado, e minha tia mais ainda. Na sala, dava pra ver uma mesa perfeitamente arrumada com velas acesas e, numa mesa auxiliar, uma série de pratos preparados e bandejas com quitutes. Meu tio sorria disfarçado.
Sentamos à mesa e o garçom começou a nos servir com a maior discrição e eficiência, atento ao menor detalhe. Quando terminamos, serviu o café numa salinha separada e, discretamente, se despediu. Meu tio, ele apertou a mão do cara, e eu percebi que na palma da mão dele tinha algo que parecia uma boa gorjeta, pela cara que o moleque fez.
Minha tia sugeriu que a gente fosse pra sala, lá ela sentou no sofá grande, no centro, e convidou cada um de nós pra sentar do lado dela. Um momento antes, aproveitando que minha tia tinha ido trocar de sapato, meu tio me implorou pra seguir o jogo, acontecesse o que acontecesse. Não me deu mais explicações, mas piscou um olho pra mim.
Minha tia tava à vontade, tava eufórica, passou os braços sobre nossos ombros e juntou as três cabeças, nos beijou na testa e disse que era muito feliz por estarmos juntos. Depois, ficou olhando fixamente pro meu tio. Nossas cabeças estavam bem perto, no peito da minha tia. Ela procurou a boca do meu tio e deu um beijo nos lábios dele, lento, sensual, mordendo o lábio inferior dele, devorando a boca dele. Eu, quase colado neles, sentia as batidas do coração da minha tia no ouvido, parecia um cavalo desembestado.
Depois de um tempo se comendo de língua, eles se separaram. Eu sorria vendo eles, mas quando minha tia me olhou do mesmo jeito, engoli seco. Os lábios dela foram se aproximando devagar de mim, eu tava hipnotizado, olhando alternadamente pros olhos e pra boca dela. Quando os lábios dela grudaram nos meus, fechei os olhos e me deixei levar pelo momento. Não pensava que a poucos centímetros meu tio tava olhando. Quando os lábios carnudos da Ana pressionaram pra eu abrir a boca, a língua dela roçou a minha e entrou como um torrente, se enroscou na minha e percorreu até o céu da boca. Eu lutava pra corresponder, mas ela não me dava chance.
Instintivamente, minha mão pousou na teta esquerda que ela tinha debaixo de mim. Fiquei amassando e acariciando ela alternadamente. Em algum momento, meus dedos tocaram os do meu tio, que tava cuidando da outra. Quando a gente já quase não conseguia respirar, minha tia se separou de nós e, se levantando um pouco, puxou o zíper que fechava o vestido dela por baixo da axila, e baixou ele até a cintura.
O que eu vi confirmou meu Teoria, o sutiã que ela usava só passava por baixo dos peitos, não tinha bojo, eles soltos por completo ofereciam altivos os mamilos duros e brilhantes, ao mesmo tempo as duas cabeças colidiram ao morder cada um um mamilo, meu tio chegou antes de mim, minha tia recostada no sofá suspirava profundamente enquanto procurava nas nossas entrepernas algo duro para acariciar.
A pica do meu tio não demorou a aparecer, acho que ele já tinha tirado quando minha tia me beijava, pelo canto do olho eu vi, era mais comprida que a minha, um exemplar e tanto, ele soltou a calça pra ficar mais confortável e ela passou a mão por todo o tronco, quando eu abri minha calça ela não esperou eu baixar a cueca, a mão dela entrou por baixo da roupa e puxou ela pra fora de uma vez, mal saiu, ela puxou o prepúcio e descobriu ela enquanto com a outra mão massageava o pepino do meu tio.
Ela se inclinou sobre mim e aproximando o rosto do meu colo, beijou minha glande, mesmo assim não soltava a do marido, os lábios abertos engoliram a glande depois que a língua percorreu todo o comprimento, senti uma sensação especial, da umidade do hálito dela à maciez dos lábios e ao calor do céu da boca, assim que passou o anel da cabecinha ela sugou até engolir o tronco inteiro.
Pra ficar mais confortável, ela se ajoelhou na minha frente, enquanto tinha a pica dentro da boca me olhava nos olhos, com as duas mãos pegou a calça e puxou até embaixo arrastando a cueca junto, fiquei à vista dela com as pernas abertas, o púbis depilado igual a pica e os ovos, e a pica que por não se esconder entre os pelos aparecia em todo o comprimento e grossura, ela piscou um olho de aprovação e de uma vez engoliu o tronco inteiro até os lábios tocarem meus ovos e meu púbis, os olhos dela lacrimejavam mas a língua apertava contra o céu da boca a pica com as veias inchadas.
Meu tio não perdia tempo, tinha acabado de soltar o vestido dela, no chão ele continuava bonito, em volta dos joelhos da minha tia faziam. de carpete, meu tio separou as pernas dela e, virando um pouco a tira da calcinha de filó que só escondia o olho enrugado, grudou a boca nela. Minha tia arqueou a cintura, oferecendo a bunda e abrindo as nádegas. Eu ouvia perfeitamente os chupões no cu dela ao mesmo tempo que os da boca da minha tia no meu pau, enquanto minhas mãos apertavam as tetas caídas dela. Quando ouvi um tapa na nádega da minha tia, ela soltou meu pau e se virou. Meu tio estava sentado no sofá ao meu lado, apoiado no braço, com uma perna sobre o assento. Minha tia se jogou no pau dele, deitada de lado e abrindo as pernas. Eu terminei de tirar a calcinha tão bonita, transparente, que só deixava ver a fenda dos lábios dela. Eu, de joelhos no chão, puxei o corpo da minha tia até a borda do sofá. A buceta dela, colada no meu rosto, exalava aromas de mulher ardente. Os lábios entreabertos deixavam aparecer um clitóris enrugado, e entre a pele rosada, uns lábios mais morenos escondiam a vagina quase fechada. Um pouco mais adiante, o cu molhado pela saliva do meu tio pulsava entre as nádegas. O pau do meu tio não conseguia ser chupado tanto quanto o meu, mas ele foi até onde deu, quase três quartos do pau, enquanto eu apertava os ovos dele. Na primeira passada ao longo da buceta da minha tia, os lábios dela se abriram como um leque. O clitóris se ergueu, e os lábios morenos se abriram, deixando à vista o poço rosado da vagina. Quando minha língua rodeou o clitóris, ele se levantou como se fosse um pau pequeno. Só faltou eu roçar a pele que o cobria para ele aparecer brilhante, duro e rosado. Até tinha pulsações que o faziam se mexer. Quando coloquei ele na máxima dureza, passei devagar, abrindo os lábios com a língua até sentir o gosto dos sucos dela. Ela levantou o quadril ao me sentir, abrindo um pouco mais as pernas. Meu rosto se encaixou entre as coxas dela, com a boca abrangendo quase todo o sexo, e com a mão comecei... explorando entre as nádegas ainda molhadas do meu tio.
Quando lambi e explorei a buceta com a língua, rodeei com um dedo a borda dos lábios, aos poucos me aproximando da entrada. Minha tia, impaciente, aproximava cada vez mais a boceta de mim, já não se apoiava no sofá. Meu dedo do meio foi se introduzindo lentamente entre as dobras da buceta, enquanto o polegar e o indicador apertavam suavemente o clitóris excitado. Os quadris tinham um movimento intermitente para cima e para baixo. Um dedo da outra mão roçou sutilmente o anel do cu, primeiro quase imperceptível, o buraco se contraía e dilatava rapidamente. Ao pousar o dedo parado num movimento de subida, ele se introduziu até a primeira falange. Por um momento, ela manteve a pélvis erguida enquanto uma vibração na boceta me indicava que estava curtindo o primeiro orgasmo. Quando passou, ela se deixou cair no assento.
Ao mesmo tempo, meu tio pegou a cabeça dela com as duas mãos e a guiou para que o pau dele entrasse sem obstáculos até a garganta da Ana. As tetas balançavam uma sobre a outra sem ordem nenhuma. Quando ela se recuperou do orgasmo, se aproximou mais da borda do assento, me pedindo para continuar. O dedo na buceta e no cu ainda estavam dentro, só precisei mexer devagar pra fazer ela sentir a presença. Cuspi no dedo que enfiava o cu e mexi pra lubrificar por dentro. Junto com o companheiro, eles afundaram devagar, mas sem parar, até os nós dos dedos. Lá dentro da minha tia, eles se sentiam juntos.
Meu tio se levantou depois de tirar o pau da boca da Ana e, rastejando sobre ela, foi lambendo as tetas dela, a barriga e finalmente a boceta. Quando o vi vindo, cedi meu lugar de boa. Minha tia ficou deitada no assento enquanto o pau do meu tio, pendurado, chegava de cima da cabeça dela na direção do rosto. Quando ele ficou ao alcance, a boca dela agarrou e, sugando, engoliu até onde deu. Meu tio, apoiado só nos cotovelos, metia a cabeça. entre as coxas da mulher dele.
Eu me contentei com a teta que escapava pelo lado da minha tia, além da redondez e maciez, o mamilo endurecido me recebeu com gosto. O braço da minha tia desceu até a mão dela roçar minha coxa, a mão dela não demorou a encontrar o que procurava, minha pica a 45º a esperava. Quase não se ouvia barulho, só as chupadas e alguns gemidos. Minha tia reagia às lambidas na buceta que meu tio dava nela, levantava a bunda até se apoiar só nos calcanhares, as pernas totalmente abertas. Uma série de solavancos nos quadris dela me mostraram que o segundo orgasmo chegava sem avisar, ela quase engasgou com a pica que tinha na boca e começou a tossir. Meu tio percebeu, desceu para o chão e disse para eu sentar onde ele tinha estado antes.
Minha tia se levantou e, enfiando a cabeça entre minhas pernas, começou a lamber o tronco da minha pica até chegar nas minhas bolas, sugou elas até quase engolir uma. Ela abraçou minha bunda e me puxou para perto, estava apoiada nos cotovelos e joelhos, oferecendo a bunda para meu tio que estava atrás. Ele não demorou a abrir as nádegas dela e passar a pica por cima até chegar nos lábios entreabertos e lubrificados, foi pressionando até ver a cabeça desaparecer na buceta da mulher dele. Minha tia parou de lamber por uns instantes até sentir o colo do útero receber a cabeça, ainda tinha pica para entrar.
Meu tio sabia os limites dela, por isso não costumava enfiar tudo, mas hoje era um dia especial e a buceta dilata muito, então na segunda estocada ele enfiou mais dois centímetros. Vi os olhos da minha tia se arregalarem enquanto ela chupava minha virilha, mas na quinta enfiada ele não se contentou e acabou enterrando toda a pica dentro da buceta. Ela ficou paralisada, mas diante dos fatos consumados, suspirou e, levantando minha bunda no ar, passou a língua pelo meu cu completamente depilado. Ela estava curtindo a pele lisa das minhas partes baixas, não deixou nenhum canto sem explorar, a língua dela entrou o máximo que pôde dentro de mim. Eu estava para explodir, mas lembrei da Emi, tinha que continuar, no bolso da minha jaqueta esperava minha arma secreta.
Os gemidos iniciais da minha tia foram se transformando em lamentos, cada investida na buceta dela representava uma enfiada mais profunda do meu pau na boca dela, era um movimento de pêndulo que eu acompanhava segurando os peitos soltos.
Por fim, meu tio tirou o falo dele e sentou na poltrona ao lado, olhava como minha tia me chupava o pau enquanto ele se masturbava e se mantinha duro, quando ficou de novo no máximo, chamou minha tia, ela pegou de uma mesinha auxiliar um pote, abriu e passou entre as nádegas uma boa quantidade, e deu pro meu tio.
Ele não economizou em besuntar o pau todo com o creme, quando já brilhava inteiro, minha tia se aproximou dele de costas, de frente pra mim, passou as pernas por fora das dele e quando ficou por cima, se deixou cair, devagar.
Passou a mão entre as coxas e pegou o membro do meu tio, apontou pra bunda dela e se deixou cair me olhando, meu tio passando as mãos por baixo dos braços dela apertava os dois peitos guiando ela pra baixo.
Depois de uma breve pausa até a cabeça passar a primeira barreira, não parou de descer até ficar sentada totalmente em cima do meu tio, eu da posição privilegiada que tinha vi como o pau desaparecia por completo, agora só se viam as bolas do meu tio e a buceta aberta da minha tia.
Estavam recostados no encosto da poltrona, e quando os dois estavam relaxados, minha tia me chamou com a mão pra eu chegar perto, com o pau em riste me aproximei sem saber bem o que preferia, mas um movimento de abertura das pernas dela me deixou claro, me encostei no corpo dela e levantei minha perna pra não enroscar nas dela, quando meu pau ficou de frente pra buceta da minha tia, só tive que empurrar, ela me rodeou a cintura com os braços e me puxou pra ela, meu pau afundou até o fundo, mas ela sentiu a grossura, tava há muito tempo esperando esse momento e um suspiro fundo escapou, meu tio levantou a pélvis e enfiou um pouco mais a pica no cu dela, nossas bolas ficaram grudadas, depois de uns movimentos já tínhamos nos organizado e nos movíamos juntos, as picas entravam e saíam numa ordem exata, minha tia estava sempre cheia de carne quente.
Meu tio mordeu o pescoço da minha tia quando ela virou a cabeça, achei que era o ponto fraco dela porque um espasmo forte sacudiu ela, quase me fazendo sair de dentro dela, ela começou com gemidos e terminou gritando, chorando e falando palavras sem sentido.
Eu e meu tio seguramos ela porque o corpo dela parecia ter levado um choque elétrico forte, nossas picas no meio da bagunça batiam dentro dela, com dificuldade a seguramos pra ela não desmaiar e quando finalmente relaxou, parecia outra, o rosto desfigurado e o cabelo bagunçado…
— Valeu, seus putos, entre vocês dois me deram o maior orgasmo da minha vida.
Me afastei deles, porque vi que ela já estava bem, ela se levantou e quando a pica do marido saiu, ouviu-se um plop! forte. Ela foi se deitar no sofá grande pra descansar, quando já parecia mais recuperada, meu tio chegou perto do sofá e subindo nela, se instalou entre as pernas dela, e apoiando os cotovelos nos lados dela, se deixou cair até enfiar a pica na buceta, pegou uma almofada e colocou debaixo da bunda dela, os quadris do meu tio começaram a funcionar, primeiro devagar mas foram ganhando velocidade, minha tia apertava a bunda dele e colava ele contra ela, conforme acelerava, o suor escorria pela testa dele e caía na minha tia, embora ela também tivesse pérolas de suor entre os peitos.
Eu aproveitei essa pausa e me aproximei das minhas roupas, peguei o vidro de Emi, disfarçadamente me passei bem desde as bolas até a glande com o creme, um frescor e uma sensação de excitação percorreram o pau, as veias pareciam inchar mais, quando me virei pra eles, parecia outro.
Quando cheguei perto deles, meu tio grunhia como um urso, os movimentos dele não eram nada ordenados e Depois das últimas enfiadas, ele ficou paralisado, só os músculos da bunda e os ovos mexiam, ele tava se esvaziando de porra nas entranhas da minha tia, ela se remexia, com certeza espremendo ele com os músculos da buceta dela.
Quando ele desceu de cima da minha tia, tava acabado, foi sentar no sofá. Minha tia, enquanto isso, tinha se levantado e, com as pernas abertas e uma taça na mão, esperava a descarga de sêmen sair pra recolher na taça. Não demorou pra aparecer uma boa quantidade de porra grossa, parecia lava de vulcão. Quando parou de sair, ela enfiou dois dedos na buceta e tirou o resto, depois deixou a taça do lado de outra vazia.
Aí ela se recostou no encosto, se adiantou até a beirada do assento e me mandou chegar perto. Eu fui, e quando tive na altura dela, com os dois dedos ela separou os lábios e deixou o clitóris dela exposto e desprotegido. Parecia que queria que eu chupasse, embora eu achasse estranho depois da gozada que tinha ali, mas os dedos dela foram pra baixo até abrir a buceta e ela disse…
— Juan, agora sou só sua, mete o pau em mim.
Eu me inclinei sobre ela e meti sem mais, mas como não conseguia enfiar até o fundo, rodeei a cintura dela e virei ela, sentando eu. Ela ficou em cima do meu pau, não tinha saído, e começou a cavalgar devagar, minhas mãos grudadas nos peitos dela. Conforme o ritmo mudava, já tava no trote quando ela começou a tremer um pouco, mas quando passou pro galope, uma nova sacudida balançou o corpo dela.
Meu tio, sentado no sofá, nos observava enquanto tentava endurecer o pau de novo, e me incentivava…
— Vai, Juan, faz ela gozar até cansar, sabia? Tava com muita vontade de foder com você e, verdade, ela tá gostando do jeito que você faz.
Animado pelas palavras dele, eu continuei metendo até onde dava, levantei ela no ar e coloquei de quatro no sofá. Só abri as nádegas dela o suficiente pro meu pau deslizar até os lábios e afundar até os ovos. Meu pau respondia de maravilha, mesmo prestes a explodir, não tinha medo de gozar, a cabeça estava roxa, mas os ovos estavam tranquilos.
Ela soprava a cada estocada, eu com as mãos nos quadris dela puxava e empurrava até quase tirar ela toda, tinha a buceta toda vermelha de inflamada, mas escorrendo de fluido, com os suspiros e gritos dela dava pra ouvir a piroca chapinhando ao entrar e o barulho do ar saindo sob pressão da vagina dela, ela quase implorava pra eu parar, mas era mais o prazer que sentia do que o cansaço, quando tirei, eu também estava suando, a testa, o peito e as costas, mas não quis desistir, só levantei um pouco a ponta da piroca e pressionei contra o cu, estava suado e com a cusparada que dei nela teve lubrificação suficiente pra afundar, esmagado pela estreiteza do buraco, quando cedeu ao empurrão, a cabeça inteira desapareceu, minha tia soltou um ooooh no ar, pra depois murmurar…
--- Siiiiii isso é o que eu mais gosto, como você tem ela dura e grossa, sobrinho, você tá me rasgando, mas não para, mesmo que eu grite de dor.
Meu tio ainda estava mole quando me viu enfiar no cu da minha tia e gritou…
--- Muito bem, Juan, é assim que se faz, com essa piroca você vai fazer ela gozar do jeito que ela quer.
Eu, enlouquecido com as palavras dele, continuava metendo sem parar, ela me implorou pra descansar o cu, em respeito ao que tinha aguentado, tirei, mas ela virou e colocou na boca, o cu tava ardendo, mas a boca não, meus ovos colados na piroca já estavam pedindo pra ser esvaziados, eu falei…
--- Ana, vou gozar, onde você quer que eu faça?
Ela, como única resposta, só disse…
--- Mmmm mmmm.
Peguei ela pelo cabelo da nuca e fui enfiando sem parar, ela olhava nos meus olhos, em alguns momentos parecia que os olhos iam saltar das órbitas, quando senti uma corrente saindo dos meus ovos em direção à minha piroca, me apertei contra ela, uma série de rajadas de porra entravam sem parar, as primeiras direto na garganta dela, as outras saíram pelo nariz e pelo canto da boca. Os lábios dela, quando eu tirei, ela pegou o copo vazio e colocou nele o que tinha conseguido segurar sem engolir, tava no mesmo nível que o outro, com a língua limpou o que tinha escorrido pelo nariz e engoliu.
O creme da Emi tava fazendo efeito, tinha deixado minha pica a mil, aguentei o que não era humano e gozei na hora que eu queria, e ainda me surpreendi que meu pau continuava pronto pra guerra, não hesitei, abri as pernas dela e meti na buceta, tava quente e molhada, as dobras me incentivavam a continuar fodendo, era uma sensação que só aumentava, que nem um possesso eu metia e tirava sem parar, lembrei de uns filmes pornô que tinha visto, sorri porque nunca tinha acreditado nisso, eu não tava ligando pros possíveis orgasmos dela, de vez em quando sentia ela me abraçando tremendo e depois se desmanchando, mas meu pau continuava incansável, meu tio chegou perto dela, pegou na mão dela e disse…
— Vai, Ana, é a melhor foda que você já levou na vida, aproveita.
Ela, como resposta, pegou na pica dele e ficou acariciando como se fosse uma putinha.
Por fim, exausto, me deixei cair em cima dela, ela me abraçou e me beijou na boca, foi isso que me deu o último fôlego pra me erguer e com umas metidas fundas encher ela com a porra que ainda tinha nos meus ovos, depois, nada.
Quando acordei, vi meu tio sentado no sofá, minha tia deitada com a cabeça no colo dele, cabelo bagunçado, a maquiagem quase toda borrada e do batom não tinha mais nada, mesmo assim tava linda, eles tavam conversando de boa, até com uma certa cumplicidade, ele acariciava distraidamente os peitos dela enquanto ela massageava a pica meio dura dele, quando viram que eu tava acordado, minha tia me convidou pra sentar no sofá com eles.
Quando cheguei perto, minha tia levantou as pernas pra me dar espaço, eu sentei no lugar que ela ofereceu e depois ela apoiou as pernas nas minhas, continuaram conversando devagar, que nem uns apaixonados, trocando carícias e piscadelas. apoiei meus braços nas coxas dela, ela pegou uma das minhas mãos e levou até a buceta dela, abri delicadamente os lábios dela e deixei meus dedos parados lá dentro, quentinho. Minha tia abriu as pernas e, pegando meu pau bem duro, colocou entre as coxas dela, na altura da buceta dela, e depois ficou parada.
Ficamos assim por um bom tempo. De repente, lembrei de uma coisa, me afastei da minha tia e fui buscar o presente que tinha comprado pra ela. Tinha escondido o pacote atrás de uns livros no móvel da sala. Voltei, sentei e entreguei pra ela. Ela se sentou ao ver e disse:
— Por favor, Juan, por que você se incomodou? Presente bom você já me deu, essa noite foi a mais gostosa da minha vida, obrigada por tudo.
Ela me beijou de leve nos lábios e abriu o pacote. Quando viu, abriu o frasco e passou umas gotas no pulso, cheirou e me deu outro beijinho. Depois, meu tio apertou minha mão e disse:
— Valeu, Juan, não me decepcionou. Ah! Isso merece um brinde…
Ele levantou rápido, foi até a geladeira e trouxe uma garrafa de champanhe francês e três taças. A cena era bizarra: meu tio vindo com as mãos ocupadas e o pauzão balançando entre as pernas pra lá e pra cá.
Levantamos todos, e ele estourou a garrafa com um baita estouro. Primeiro serviu minha tia, depois eu e, por último, ele. Levantou a taça e disse:
— Brindo pela nossa família tão especial.
Demos um gole. Depois, ele encheu as taças de novo, e eu pedi pra fazer o meu brinde:
— Brindo pelo casal mais apaixonado, entrosado e encantador que conheço — falei.
Meu tio encheu as taças de novo. Dessa vez, Ana se adiantou e disse:
— Pra que essa noite não demore a se repetir.
Dito isso, ela pegou as taças de porra que tinha guardado, despejou no champanhe dela e virou tudo de uma vez. Depois, estalou os lábios e se lambeu.
Nós três caímos na gargalhada e nos abraçamos. Depois, decidimos ir dormir.
Peguei minha roupa, o creme e o resto, e subi pro meu quarto. Já era tarde pra caralho, mas tava… Exausto e precisando urgentemente de um banho, abri os registros do chuveiro quando ouvi um bipe no celular. Era uma mensagem da Maria, perguntando:
— E aí, como foi o “aniversário”?
Achei engraçado ela estar tão ligada em mim. Resolvi responder: peguei na minha pica e, com duas batidas, deixei ela dura. Tirei uma foto sob a luz do criado-mudo, um puta close, mostrando claramente a glande, o tronco e as bolas depiladas, e mandei sem comentário.
Entrei no chuveiro e a água me envolveu. Ao longe, ouvia sem parar a enxurrada de mensagens chegando no celular. Quando saí, me deitei nu como estava e decidi ler as mensagens só na manhã seguinte, quando meu corpo quisesse acordar.
Quando acordei, não sabia que horas eram. Pela janela, quase não entrava luz, mas senti uma mão me tocando. Me sentei na cama e vi minha tia sentada ao meu lado…
— Bom dia, dormiu bem?
Minha cara disse tudo: mal conseguia abrir os olhos. Ela então falou:
— Já volto, não dorme.
Maquinalmente, abri a gaveta do criado-mudo e peguei o pote de creme da Emi. Bati uma punheta na pica até deixar ela dura e me lambuzei inteiro, até as bolas.
Minha tia demorou mais do que eu esperava. Já estava quase dormindo de novo quando ouvi a porta do quarto. Me sentei e vi minha tia com uma camisola preta, de tule transparente, exceto por uma faixa na cintura, com um decote imenso e comprida até os pés. Sem dizer nada, ela deu uma volta em si mesma e se enfiou na minha cama.
Assim que entrou, fui inundado por uma onda do perfume que eu tinha dado a ela. Ela tinha passado atrás das orelhas e entre os peitos. Colou em mim e disse:
— Agora é a minha vez de te foder.
— Mas e o tio? Ele vai nos ver…
— Relaxa, foi ele quem colocou o despertador e mandou a gente foder à vontade.
Fiquei chocado, era generosidade demais. Quando fui passar a mão entre as pernas dela, ela me segurou com suavidade e falou:
— Calma, hoje quem manda sou eu. Você só pode tocar nos meus peitos.
Dito isso, ela se levantou como pôde, tirou a camisola por baixo dos lençóis e deixou numa cadeira. Depois, subiu em cima de mim, segurou meus pulsos e os deixou sobre minha cabeça. Minha pica estava deitada sobre minha barriga, quase chegando no umbigo, mas ela preferiu sentar em cima dela. Os lábios dela abertos envolviam ela, pressionando o clitóris ao longo da minha veia grossa, encaixava perfeitamente. Quando começou a se mover em cima dela, eu tentei tocar o clitóris dela, mas ela segurou minhas mãos e negou com a cabeça. Continuou cavalgando em mim, passando das bolas até meu umbigo, com um movimento lento, mas apertando cada centímetro.
Quando minha pica já estava no máximo da excitação, ela se levantou o suficiente pra se separar e passou a mão por trás das nádegas. Imaginei que ela estava passando creme na buceta. Quando terminou, deixou cair o frasco entre minhas pernas, pegou o tronco do meu pau e passou nele. Depois, se deixou cair de uma vez e não parou até sentar em cima de mim. Olhei pra baixo: minha pica tinha desaparecido dentro dela. Mas o mais surpreendente é que vi claramente o clitóris e os lábios vaginais abertos. Aí percebi: ela tinha enfiado minha pica no cu de uma vez, sem nenhum esforço.
Senti, porque o toque sedoso do reto era diferente da aspereza vaginal. De qualquer forma, a pica estava enfiada até as bolas. Ela começou a se mover devagar, tirando e colocando à vontade dela. Eu me contentei em pegar os peitos dela e levar até minha boca. Chupei, mordi, lambi com todas as intensidades possíveis, e ela colocava eles ao meu alcance. Entre as pernas, senti a dureza do frasco de creme. Tentei afastar, mas aí descobri que era um plug anal. Minha tia tinha dilatado o cu antes de vir pro meu quarto, por isso demorou tanto.
Minha pica estava duríssima e com uma grossura considerável quando entrava no cu da Ana. Ela se acariciava o clitóris quando deu um pulo e ficou parada. Depois, continuou beliscando o clitóris. desesperadamente até que umas convulsões a fizeram cair sobre mim, ela me mordeu no lóbulo da orelha quando disse…
— Gozei que nem uma puta, mas agora vou te foder com a buceta e quero que me encha de porra até transbordar.
Quando se sentou em mim, o pau saiu do cu dela; ao descer de novo, ela apontou o falo pra entrada da vagina e sentou em cima de mim de novo, dessa vez mal dava pra ver o clitóris e menos ainda meu pau entre os lábios da buceta dela, quando começou a cavalgar mal levantava uns centímetros, mas conforme ia acelerando quase saía tudo, só quando sentia a cabeça na entrada ela se deixava cair de uma vez até o fundo, beliscava meus mamilos enquanto eu segurava os peitos dela nas minhas mãos e os amassava juntando eles, dando pra ela chupar os bicos.
Chegou uma hora que os suspiros dela viraram gemidos, minhas bolas pediram desesperadamente pra serem esvaziadas, na explosão interna da minha tia se juntaram as primeiras descargas de porra quente nas entranhas dela, quando ela se deixou cair o sêmen saía da buceta dela com pressão até minhas bolas, quando paramos de sofrer os espasmos do orgasmo minha tia se levantou e se abaixou no meu pau, lambeu até deixar limpo de porra e fluidos, depois se deitou do meu lado e me beijou na boca, senti o gosto do meu sêmen e dos líquidos dela, verdade seja dita, não fazia uma combinação ruim.
Quando ela foi embora e me deixou exausto, dormi até bem tarde, quando desci meu tio estava lendo um livro, minha tia uma revista de moda do lado dele no sofá, quando o telefone tocou meu tio atendeu, eram minhas primas que estavam no aeroporto, ele se virou pra mim e me oferecendo as chaves do carro disse…
— Juan, quer pegar suas primas no aeroporto?
Continua
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Depois de pensar muito sobre isso, acabei me convencendo a deixar as coisas rolarem e depois eu via o que fazer, então levantei de bom humor e desci pra sala. Meu tio estava tranquilão na poltrona dele com uma xícara de café numa mão e o jornal na outra. Quando me viu chegar, tirou os olhos do papel e me sorriu cordialmente. Eu correspondi e perguntei pela minha tia. Ele me informou que ela tinha ido ao salão de beleza, já que, como eu sabia, era aniversário dela. Ela não disse quantos anos tava fazendo, e eu, por delicadeza, também não perguntei. De qualquer forma, fisicamente ela era bem novinha.
Resolvi atravessar a rua e visitar a Emi. Ainda era cedo pra visitas, mas tava curioso pra saber o motivo da saída da tarde anterior com minha tia.
Pouco depois de bater, Emi apareceu na porta. Ainda não tinha se arrumado, mas tinha a beleza natural de uma mulher na casa dos trinta e poucos. Tava no auge da vida e não precisava de muitos enfeites pra ficar apetitosa. Quando entrei na casa, já sentia um formigamento no meio das pernas com a presença dela.
Ela me convidou pra sentar, depois de se desculpar por não estar apresentável… Não respondi por precaução. Se eu tivesse dito o que passava pela minha cabeça, ela teria se assustado — ou não.
Ela tava vestindo um moletom folgado, o cabelo preso num coque mal feito, cara lavada e umas havaianas de ficar em casa. Me olhava com simpatia, como se quisesse me contar alguma coisa mas não tivesse coragem. Eu ajudei ela a começar.
— Como cê tá, Emi? Faz tempo que não te vejo, imperdoável da minha parte. Bom, não é verdade de todo: ontem te vi quando cê saiu com minha tia. Gostei muito de como cê tava elegante. Minha tia também, claro. Pareciam duas adolescentes saindo pra night — elogiei. — Tenho pena do jovem que vocês pegarem, falei rindo.
Emi também riu pra caralho. Ela se levantou. E afrouxando o moletom, ele disse como desculpa...
— Não tira sarro de mim, cê acha que essa mina consegue pegar alguém?
— Não só pegar, mas fazer um homem o mais feliz da terra, você tem o corpo mais excitante e ardente que já conheci.
Emi riu de novo com uma risada cristalina, sentou-se de novo ao meu lado e, colocando os pés no apoio de braço do sofá, apoiou a cabeça nas minhas pernas, passando a mão nas minhas bochechas, e disse...
— Ontem fui fazer compras com a Ana, ela queria comprar roupa pro aniversário dela, seu tio tinha dado uma boa grana pra ela comprar o que achasse mais sexy e fomos atrás das novidades em vestidos, lingerie e tal, a verdade é que ela tem bom gosto e com o corpo que tem vai arrasar nos modelos, hoje à noite você vai ver uns quantos, mas posso adiantar que, pelo que vi no provador, até eu fiquei com tesão quando ela experimentava, se eu tivesse uma rola entre as pernas, teria enfiado até o talo.
— Quer dizer que ela vai deixar eu ver?
— Não só isso, ela comprou tudo na sua homenagem, bom, e na do seu tio também, claro.
— Ela não te contou nada do que planeja fazer?
— Não em detalhes, só que ela quer te comer sem mais nem menos hoje à noite, tá decidida e com tesão, você não tem chance nenhuma e ela é uma fera na cama, você sabe, né?
— Só vi ela foder com meu tio, e depois ela me encurralou um dia, mas imagino como é.
— Gosto muito de você e você me cai bem, igual sua tia, então ontem, enquanto ela experimentava, saí e comprei esse creme retardante pra você, isso vai te ajudar a aguentar mais sem gozar e satisfazer melhor sua tia.
Ela tirou de um armário uma caixa embrulhada em papel comum e me deu.
Abri o pote, cheirava bem pra caralho, passei um pouco na mão, era macio e lubrificante, sem pensar duas vezes me levantei, abaixei a calça, depois a cueca e, pegando minha rola meio dura, passei o creme nela, um frescor imediato percorreu toda a minha pica. meus ovos encolheram tipo nozes e a cabeça da buceta se escondeu igual caramujo, fiquei pasmo olhando...
— Pô, comigo é o contrário, não sobe!
A mina tava se acabando de rir...
— Você fez errado, isso sobe quando você tá excitado, não antes. Mas tive uma ideia, espera aqui.
Daí ela voltou na hora, eu já tinha subido a roupa quando ela largou umas paradas na mesinha.
Estendeu uma toalha no sofá e falou...
— Deita sem calça no sofá.
Fiz sem reclamar, ela abriu minhas pernas o máximo que deu e tirou de uma nécessaire um pote de depilatório, uma tesoura e uns cremes. Sem falar nada, passou talco na minha pica, nos ovos, no púbis e no cu, depois foi cortando os pelos com a tesoura até deixar quase raso. Minha pica ficou com um aspecto estranho, mas parecia o dobro do tamanho. Aí passou a depilatória e, com todo cuidado, tirou todo o pelo até ficar lisinho igual bumbum de bebê.
Quando terminou de depilar tudo, espalhou um monte de creme na área toda, com toda delicadeza. Tanta que minha pica, depois do susto da depilação, começou a acordar, até que subiu reta pro teto, comprida, grossa, imponente, parecia milagre. Emi vendo o resultado se parabenizou e, dando uma mordidinha na cabeça da pica, falou...
— Agora sim você tem uma pica de exposição, vai impressionar sua tia. E com o creme ela não vai gozar, mas não é justo ela comer sozinha. Acho que mereço ser a primeira a aproveitar.
Sem mais conversa, colocou a pica entre os lábios e, olhando nos meus olhos, foi engolindo milímetro por milímetro até sumir tudo. Os olhos dela lacrimejavam, dava ânsia, mas ela se segurava com as mãos. Passava a mão nos meus ovos e apertava, os dedos dela se infiltraram entre minhas nádegas lisas, passando pelo meu cu pelado. Quando tirou a pica da boca, tirou o moletom e sentou do meu lado, abriu as pernas e pegou elas por baixo. os joelhos, deixou as nádegas abertas, mostrando em primeiro plano seus lábios avermelhados rodeando a buceta dela e me disse…
— Agora mete em mim você primeiro, e não goza, quando sentir que vai vazar, sai devagar.
Fiz o que ela pediu, terminei de tirar a roupa que ainda tinha e me deixei cair sobre ela, meu pau não falhou, na primeira enfiada foi até o fundo, era um efeito óptico, mas parecia que eu tinha cinco centímetros a mais de carne dura, acho que ela também sentiu o mesmo pelo suspiro que deu.
Fiquei bombando sem piedade, até sentir minhas bolas grudarem duras no meu pau e uma corrente elétrica percorrer minhas costas, tirei e a Emi pegou o creme que ela tinha me dado e passou no pau e nas bolas, uma sensação muito gostosa tomou conta de mim, na hora acalmou aquela série de palpitações perigosas na cabeça e uma forte subida de sangue encheu meu pau até quase fazê-lo estourar.
Um instinto de segurança tomou conta de mim e enfiei de novo com a tranquilidade de que ia gozar só quando eu quisesse, me permiti meter com força de uma vez, Emi só fechava os olhos e curtia as estocadas que eu dava, na barriga dela apareciam os impactos com leves inchaços onde a ponta chegava, ela estava exultante de prazer e eu metia como um êmbolo, não queria sair daquele lar molhado e macio que era a buceta da Emi.
Enquanto eu entrava e saía enchendo de carne todas as dobras da xota, a garota começou a receber uma série de choques no corpo inteiro, eles iam aumentando, ela pegava nos peitos e amassava, beliscando os bicos, esticando eles até o impensável, a boca dela se abria e ela gritava sem parar, me pedia para parar e ao mesmo tempo para continuar até o fundo, levantava o quadril para receber mais pau e ao mesmo tempo me abraçava para ficar mais colada em mim, por fim ela abriu os braços sobre a cabeça, as pernas caíram ao meu lado abertas de vez, os lábios da xota vermelhos de excitação e o clitóris totalmente duro, os peitos a cada ao lado do peito dela, com os mamilos durinhos e pra fora, ela soltou um gemido de lamento e ficou imóvel, respirando ofegante. Eu, preocupado, tirei a pica, que estava igualzinha quando eu tinha metido — dava pra aguentar mais meia hora no mesmo ritmo. Deitei do lado dela esperando ela descansar. Quando ela se recuperou, me beijou nos lábios de leve e sussurrou no meu ouvido…
— Se você se comportar assim hoje à noite, nunca mais vai dormir sozinho.
Depois disso, Emi se recuperou e, quando peguei minha pica com a mão pra apontar de novo pra buceta dela, ela segurou minha mão com cuidado e murmurou:
— Pra mim já tá bom por hoje. E você precisa se guardar pra hoje à noite. É melhor você estar com todas as faculdades e os ovos bem cheios — vai precisar, depois me conta.
Com uma certa decepção por não ter provocado mais um orgasmo na Emi e por não ter descarregado meu depósito de sêmen nela, me vesti e, depois de conversar um pouco abraçados, voltei pra minha casa.
Do meu quarto, ouvi barulho de panelas na cozinha, enquanto subia um cheiro de comida deliciosa. Esperei um pouco, lendo a bula do creme da Emi — se fosse verdade o que prometia, minha tia ia tomar uma bela porção de pica.
Quando desci, a mesa já estava posta e meu tio chegava com as garrafas de bebida. Era um almoço mais ou menos normal. Minha tia estava de roupa de casa, mas o cabelo estava preso e recém-arrumado no salão; também tinham maquiado ela. Tava linda, os olhos tinham um olhar especial, e a boca… o vermelho-sangue dava a impressão de que ela queria comer carne fresca. Os dentes branquíssimos destacavam ainda mais os lábios carnudos. Parei de olhar pra ela com medo de reações imprevistas do meu "amigo", embora minha tia tenha continuado me encarando fixamente durante toda a refeição.
Quando terminamos, minha tia estava recolhendo a mesa e colocando a louça na lava-louças, quando meu tio me chamou pra sentar com ele e tomar café. Ele mesmo fez na cafeteira expresso e me serviu. Se aproximou de mim e disse:
— Juan, imagino que você tenha notado uma série de… Mudanças extraordinárias, a verdade é que tô preparando um agrado pra comemorar o aniversário da Ana, agradeceria se você colaborasse comigo, topa?
--- Tio, valeu pela confiança, você sabe que adoro tudo que você faz pela minha tia, sabe que pode contar comigo pro que precisar.
Ao dizer isso, enfatizei a frase de propósito apertando o braço dele.
--- Beleza, valeu, essa tarde pretendo dar uma surpresa pra ela, ela sempre falou que gosta de balé e eu tenho três ingressos pra ver O Lago dos Cisnes, então se você topar, a gente vai nós três no teatro, vamos um pouco arrumados, depois tomamos algo e voltamos pra jantar em casa, tenho algo especial preparado, tá comigo?
--- Cem por cento, adorei o plano e tô ansioso pra ver a reação da minha tia.
A verdade é que a ideia de ir ao teatro não me animava muito, embora tenha que admitir que nunca fui, mas por outro lado era uma experiência nova e excitante.
No meio da tarde me vesti com meu terno novo, só tinha usado uma vez, quando meu tio me viu, ele falou…
--- Espera aí, tá faltando um detalhe.
Ele voltou e tirou minha gravata, embora eu não seja bom em fazer nós, me viro bem, mas ele tirou um borboleta do bolso, levantou a gola da minha camisa e amarrou perfeitamente, tenho que admitir que a mudança foi significativa, de estar aceitável pra ficar elegante, depois sentamos na sala esperando minha tia.
Como de costume, ela se fez de rogada, mas quando desceu… nossas caras eram um poema, o rosto dela não tinha nada a ver com o de antes, a maquiagem, o cabelo e principalmente o vestido… era uma maravilha, azul noite, com um decote pronunciado, justo e comprido o suficiente pra deixar um pouco das pernas à mostra, uma meia com costura que realçava as panturrilhas e uns saltos agulha com mais de 15 cm de salto que estilizavam toda a figura dela.
Ela estava radiante, ela mesma teve que chamar nossa atenção pra gente sair do Choquei, ela ria pra caralho, depois se virou pedindo nossa opinião, meu tio mal conseguiu falar…
— Gostosa pra caralho.
Eu nem isso, só abri a boca e balbuciei alguma merda.
Levantamos juntos, na mesma hora uma buzina tocou na rua, um táxi esperava na porta.
Meus tios sentaram atrás juntos, eu não quis amassar o vestido da minha tia e sentei na frente com o motorista. Quando descemos do táxi, andamos um pedaço até o teatro, minha tia segurou o braço do meu tio e, depois de um instante, o outro braço no meu. Nós três íamos pela calçada, e a cabeça da minha tia, no meio, claramente nos ultrapassava. O povo virava pra olhar, meu tio ia todo orgulhoso, eu não sabia o que pensar.
No teatro, segui a multidão na entrada, mas um recepcionista me indicou pra segui-los. Ele nos levou a um camarote, na primeira fila, praticamente em cima do palco. Minha tia sentou no meio, meu tio do lado dela, eu sentei mais atrás, do outro lado.
Tava dando uma olhada na plateia, porque tudo era novo pra mim, quando as luzes se apagaram de vez. Um silêncio tomou conta do teatro inteiro. Quando a cortina subiu, fiquei maravilhado. A música, as luzes, as roupas, os dançarinos — tudo parecia um sonho. Lamentei minha ignorância até agora sobre o que era o teatro, nada a ver com o que eu tinha visto antes. Meu tio me olhou, perguntando sem palavras, e eu, como única resposta, fiz um gesto de aprovação total.
A música me envolvia, mas mais ainda o perfume da minha tia. Na minha frente, via a nuca dela descoberta, o cabelo preso e esticado, brilhante, o pescoço fino, as orelhas delicadas, com lóbulos transparentes enfeitados por brincos que cintilavam cores, e uns ombros macios, brancos e quentes.
Por trás, me aproximei da minha tia e soprei leve no pescoço dela. Senti os pelinhos do pescoço se arrepiarem enquanto ela dava um tremor. Na mesma hora, ela passou a mão pra trás do assento, eu peguei e entrelacei meus dedos nos dela. Acariciando a palma da mão, meu tio do outro lado não percebeu, tava vidrado no espetáculo.
Minha tia deixou cair a bolsa que carregava, eu peguei rapidinho e devolvi devagar, ela não pegou a bolsa, pegou minha mão e levou devagar até a altura do peito, apertando contra a teta esquerda dela. Por baixo do vestido leve, senti um sutiã que só passava por baixo do peito e levantava a teta, juntando com a outra, o mamilo marcava claramente.
Meu pau começou a acordar, a cueca, novinha em folha, tava apertada demais pra segurar, incomodava. Quando ela soltou minha mão, abri a braguilha e baixei a cueca, depois de liberar o pau, fechei a calça de novo.
Tentava me concentrar na cena, era uma maravilha ver os dançarinos se movendo, a mão da minha tia no meu joelho me fez largar a dança. Ela apertou de leve, puxando pra frente, eu empurrei a poltrona quase na altura dela, do lado dela, e a mão dela apoiou na minha coxa.
Eu só acariciava o braço dela até o cotovelo, aos poucos ela foi recuando a mão até pousar na minha braguilha. Ao sentir a dureza, agarrou por cima do pano e segurou um tempo sob pressão, as batidas da minha cabeça do pau batiam na mão dela. Pensei que ia se contentar com isso, mas num momento em que a orquestra atacava forte, ela baixou meu zíper e meteu a mão, que logo encontrou o pedaço de carne quente que procurava. No escuro, a mão dela sumiu na minha calça, quando tirou, trouxe junto meu pau duro. Eu me preocupei com o público, mas a grade do camarote nos escondia, além disso, tava na penumbra e meu tio, mais na frente, não parava de olhar pra baixo.
Quando ela descobriu a cabeça do meu pau, a mão dela se apossou dele e segurou parado um tempo, só apertava de vez em quando. Minha mão passou sobre o quadril dela, depois a cintura e por baixo do braço, até ir pra frente, bem antes de chegar no mamilo já dava pra sentir como a teta nascia e se desenvolvia mais e mais, ia crescendo, eu apertava abrindo minha mão. mano, cada vez mais até cobrir ela toda, meus dedos beliscaram o mamilo e um aperto na minha glande confirmou que ela tava de acordo.
Parecia impossível, mas só com a pressão da mão dela no meu pau e a sacanagem da situação, comecei a sentir os sinais da gozada chegando.
Minha tia, ao sentir as pulsações seguidas na minha glande, afrouxou a mão no pau e passou o dedo de leve no buraco, tirou o líquido pré-seminal e levou aos lábios, depois me deu duas palmadinhas no joelho, encerrando a sessão.
Eu deslizei o sofá pra trás, guardei o pau e subi o zíper de novo.
Mal me acomodei direito no banco, as luzes acenderam, todo mundo levantou e começou a aplaudir, eu fiz o mesmo, mas meio escondido, porque o volume na calça sem cueca tava mais do que evidente. Quando acabou, a excitação já tinha baixado e meu tio tava tirando o banco da minha tia pra sair. Eu me afastei pra trás de uma cortina e coloquei a cueca de volta.
Quando saímos na rua já era noite, meu tio nos convidou pra um coquetel num terraço da moda e depois chamou um táxi.
No caminho, a gente comentava sobre a maravilha do balé, eu não parava de elogiar o acerto de me levar pra ver algo assim, meu tio tava todo bobo de orgulho.
Quando chegamos em casa, algo me chamou a atenção: todas as luzes do térreo estavam acesas. Eu tinha certeza que a gente tinha apagado tudo. Olhei pro meu tio e ele me tranquilizou. Quando fui enfiar a chave, a porta se abriu e um cara vestido perfeitamente de smoking nos recebeu. Fiquei alucinado, e minha tia mais ainda. Na sala, dava pra ver uma mesa perfeitamente arrumada com velas acesas e, numa mesa auxiliar, uma série de pratos preparados e bandejas com quitutes. Meu tio sorria disfarçado.
Sentamos à mesa e o garçom começou a nos servir com a maior discrição e eficiência, atento ao menor detalhe. Quando terminamos, serviu o café numa salinha separada e, discretamente, se despediu. Meu tio, ele apertou a mão do cara, e eu percebi que na palma da mão dele tinha algo que parecia uma boa gorjeta, pela cara que o moleque fez.
Minha tia sugeriu que a gente fosse pra sala, lá ela sentou no sofá grande, no centro, e convidou cada um de nós pra sentar do lado dela. Um momento antes, aproveitando que minha tia tinha ido trocar de sapato, meu tio me implorou pra seguir o jogo, acontecesse o que acontecesse. Não me deu mais explicações, mas piscou um olho pra mim.
Minha tia tava à vontade, tava eufórica, passou os braços sobre nossos ombros e juntou as três cabeças, nos beijou na testa e disse que era muito feliz por estarmos juntos. Depois, ficou olhando fixamente pro meu tio. Nossas cabeças estavam bem perto, no peito da minha tia. Ela procurou a boca do meu tio e deu um beijo nos lábios dele, lento, sensual, mordendo o lábio inferior dele, devorando a boca dele. Eu, quase colado neles, sentia as batidas do coração da minha tia no ouvido, parecia um cavalo desembestado.
Depois de um tempo se comendo de língua, eles se separaram. Eu sorria vendo eles, mas quando minha tia me olhou do mesmo jeito, engoli seco. Os lábios dela foram se aproximando devagar de mim, eu tava hipnotizado, olhando alternadamente pros olhos e pra boca dela. Quando os lábios dela grudaram nos meus, fechei os olhos e me deixei levar pelo momento. Não pensava que a poucos centímetros meu tio tava olhando. Quando os lábios carnudos da Ana pressionaram pra eu abrir a boca, a língua dela roçou a minha e entrou como um torrente, se enroscou na minha e percorreu até o céu da boca. Eu lutava pra corresponder, mas ela não me dava chance.
Instintivamente, minha mão pousou na teta esquerda que ela tinha debaixo de mim. Fiquei amassando e acariciando ela alternadamente. Em algum momento, meus dedos tocaram os do meu tio, que tava cuidando da outra. Quando a gente já quase não conseguia respirar, minha tia se separou de nós e, se levantando um pouco, puxou o zíper que fechava o vestido dela por baixo da axila, e baixou ele até a cintura.
O que eu vi confirmou meu Teoria, o sutiã que ela usava só passava por baixo dos peitos, não tinha bojo, eles soltos por completo ofereciam altivos os mamilos duros e brilhantes, ao mesmo tempo as duas cabeças colidiram ao morder cada um um mamilo, meu tio chegou antes de mim, minha tia recostada no sofá suspirava profundamente enquanto procurava nas nossas entrepernas algo duro para acariciar.
A pica do meu tio não demorou a aparecer, acho que ele já tinha tirado quando minha tia me beijava, pelo canto do olho eu vi, era mais comprida que a minha, um exemplar e tanto, ele soltou a calça pra ficar mais confortável e ela passou a mão por todo o tronco, quando eu abri minha calça ela não esperou eu baixar a cueca, a mão dela entrou por baixo da roupa e puxou ela pra fora de uma vez, mal saiu, ela puxou o prepúcio e descobriu ela enquanto com a outra mão massageava o pepino do meu tio.
Ela se inclinou sobre mim e aproximando o rosto do meu colo, beijou minha glande, mesmo assim não soltava a do marido, os lábios abertos engoliram a glande depois que a língua percorreu todo o comprimento, senti uma sensação especial, da umidade do hálito dela à maciez dos lábios e ao calor do céu da boca, assim que passou o anel da cabecinha ela sugou até engolir o tronco inteiro.
Pra ficar mais confortável, ela se ajoelhou na minha frente, enquanto tinha a pica dentro da boca me olhava nos olhos, com as duas mãos pegou a calça e puxou até embaixo arrastando a cueca junto, fiquei à vista dela com as pernas abertas, o púbis depilado igual a pica e os ovos, e a pica que por não se esconder entre os pelos aparecia em todo o comprimento e grossura, ela piscou um olho de aprovação e de uma vez engoliu o tronco inteiro até os lábios tocarem meus ovos e meu púbis, os olhos dela lacrimejavam mas a língua apertava contra o céu da boca a pica com as veias inchadas.
Meu tio não perdia tempo, tinha acabado de soltar o vestido dela, no chão ele continuava bonito, em volta dos joelhos da minha tia faziam. de carpete, meu tio separou as pernas dela e, virando um pouco a tira da calcinha de filó que só escondia o olho enrugado, grudou a boca nela. Minha tia arqueou a cintura, oferecendo a bunda e abrindo as nádegas. Eu ouvia perfeitamente os chupões no cu dela ao mesmo tempo que os da boca da minha tia no meu pau, enquanto minhas mãos apertavam as tetas caídas dela. Quando ouvi um tapa na nádega da minha tia, ela soltou meu pau e se virou. Meu tio estava sentado no sofá ao meu lado, apoiado no braço, com uma perna sobre o assento. Minha tia se jogou no pau dele, deitada de lado e abrindo as pernas. Eu terminei de tirar a calcinha tão bonita, transparente, que só deixava ver a fenda dos lábios dela. Eu, de joelhos no chão, puxei o corpo da minha tia até a borda do sofá. A buceta dela, colada no meu rosto, exalava aromas de mulher ardente. Os lábios entreabertos deixavam aparecer um clitóris enrugado, e entre a pele rosada, uns lábios mais morenos escondiam a vagina quase fechada. Um pouco mais adiante, o cu molhado pela saliva do meu tio pulsava entre as nádegas. O pau do meu tio não conseguia ser chupado tanto quanto o meu, mas ele foi até onde deu, quase três quartos do pau, enquanto eu apertava os ovos dele. Na primeira passada ao longo da buceta da minha tia, os lábios dela se abriram como um leque. O clitóris se ergueu, e os lábios morenos se abriram, deixando à vista o poço rosado da vagina. Quando minha língua rodeou o clitóris, ele se levantou como se fosse um pau pequeno. Só faltou eu roçar a pele que o cobria para ele aparecer brilhante, duro e rosado. Até tinha pulsações que o faziam se mexer. Quando coloquei ele na máxima dureza, passei devagar, abrindo os lábios com a língua até sentir o gosto dos sucos dela. Ela levantou o quadril ao me sentir, abrindo um pouco mais as pernas. Meu rosto se encaixou entre as coxas dela, com a boca abrangendo quase todo o sexo, e com a mão comecei... explorando entre as nádegas ainda molhadas do meu tio.
Quando lambi e explorei a buceta com a língua, rodeei com um dedo a borda dos lábios, aos poucos me aproximando da entrada. Minha tia, impaciente, aproximava cada vez mais a boceta de mim, já não se apoiava no sofá. Meu dedo do meio foi se introduzindo lentamente entre as dobras da buceta, enquanto o polegar e o indicador apertavam suavemente o clitóris excitado. Os quadris tinham um movimento intermitente para cima e para baixo. Um dedo da outra mão roçou sutilmente o anel do cu, primeiro quase imperceptível, o buraco se contraía e dilatava rapidamente. Ao pousar o dedo parado num movimento de subida, ele se introduziu até a primeira falange. Por um momento, ela manteve a pélvis erguida enquanto uma vibração na boceta me indicava que estava curtindo o primeiro orgasmo. Quando passou, ela se deixou cair no assento.
Ao mesmo tempo, meu tio pegou a cabeça dela com as duas mãos e a guiou para que o pau dele entrasse sem obstáculos até a garganta da Ana. As tetas balançavam uma sobre a outra sem ordem nenhuma. Quando ela se recuperou do orgasmo, se aproximou mais da borda do assento, me pedindo para continuar. O dedo na buceta e no cu ainda estavam dentro, só precisei mexer devagar pra fazer ela sentir a presença. Cuspi no dedo que enfiava o cu e mexi pra lubrificar por dentro. Junto com o companheiro, eles afundaram devagar, mas sem parar, até os nós dos dedos. Lá dentro da minha tia, eles se sentiam juntos.
Meu tio se levantou depois de tirar o pau da boca da Ana e, rastejando sobre ela, foi lambendo as tetas dela, a barriga e finalmente a boceta. Quando o vi vindo, cedi meu lugar de boa. Minha tia ficou deitada no assento enquanto o pau do meu tio, pendurado, chegava de cima da cabeça dela na direção do rosto. Quando ele ficou ao alcance, a boca dela agarrou e, sugando, engoliu até onde deu. Meu tio, apoiado só nos cotovelos, metia a cabeça. entre as coxas da mulher dele.
Eu me contentei com a teta que escapava pelo lado da minha tia, além da redondez e maciez, o mamilo endurecido me recebeu com gosto. O braço da minha tia desceu até a mão dela roçar minha coxa, a mão dela não demorou a encontrar o que procurava, minha pica a 45º a esperava. Quase não se ouvia barulho, só as chupadas e alguns gemidos. Minha tia reagia às lambidas na buceta que meu tio dava nela, levantava a bunda até se apoiar só nos calcanhares, as pernas totalmente abertas. Uma série de solavancos nos quadris dela me mostraram que o segundo orgasmo chegava sem avisar, ela quase engasgou com a pica que tinha na boca e começou a tossir. Meu tio percebeu, desceu para o chão e disse para eu sentar onde ele tinha estado antes.
Minha tia se levantou e, enfiando a cabeça entre minhas pernas, começou a lamber o tronco da minha pica até chegar nas minhas bolas, sugou elas até quase engolir uma. Ela abraçou minha bunda e me puxou para perto, estava apoiada nos cotovelos e joelhos, oferecendo a bunda para meu tio que estava atrás. Ele não demorou a abrir as nádegas dela e passar a pica por cima até chegar nos lábios entreabertos e lubrificados, foi pressionando até ver a cabeça desaparecer na buceta da mulher dele. Minha tia parou de lamber por uns instantes até sentir o colo do útero receber a cabeça, ainda tinha pica para entrar.
Meu tio sabia os limites dela, por isso não costumava enfiar tudo, mas hoje era um dia especial e a buceta dilata muito, então na segunda estocada ele enfiou mais dois centímetros. Vi os olhos da minha tia se arregalarem enquanto ela chupava minha virilha, mas na quinta enfiada ele não se contentou e acabou enterrando toda a pica dentro da buceta. Ela ficou paralisada, mas diante dos fatos consumados, suspirou e, levantando minha bunda no ar, passou a língua pelo meu cu completamente depilado. Ela estava curtindo a pele lisa das minhas partes baixas, não deixou nenhum canto sem explorar, a língua dela entrou o máximo que pôde dentro de mim. Eu estava para explodir, mas lembrei da Emi, tinha que continuar, no bolso da minha jaqueta esperava minha arma secreta.
Os gemidos iniciais da minha tia foram se transformando em lamentos, cada investida na buceta dela representava uma enfiada mais profunda do meu pau na boca dela, era um movimento de pêndulo que eu acompanhava segurando os peitos soltos.
Por fim, meu tio tirou o falo dele e sentou na poltrona ao lado, olhava como minha tia me chupava o pau enquanto ele se masturbava e se mantinha duro, quando ficou de novo no máximo, chamou minha tia, ela pegou de uma mesinha auxiliar um pote, abriu e passou entre as nádegas uma boa quantidade, e deu pro meu tio.
Ele não economizou em besuntar o pau todo com o creme, quando já brilhava inteiro, minha tia se aproximou dele de costas, de frente pra mim, passou as pernas por fora das dele e quando ficou por cima, se deixou cair, devagar.
Passou a mão entre as coxas e pegou o membro do meu tio, apontou pra bunda dela e se deixou cair me olhando, meu tio passando as mãos por baixo dos braços dela apertava os dois peitos guiando ela pra baixo.
Depois de uma breve pausa até a cabeça passar a primeira barreira, não parou de descer até ficar sentada totalmente em cima do meu tio, eu da posição privilegiada que tinha vi como o pau desaparecia por completo, agora só se viam as bolas do meu tio e a buceta aberta da minha tia.
Estavam recostados no encosto da poltrona, e quando os dois estavam relaxados, minha tia me chamou com a mão pra eu chegar perto, com o pau em riste me aproximei sem saber bem o que preferia, mas um movimento de abertura das pernas dela me deixou claro, me encostei no corpo dela e levantei minha perna pra não enroscar nas dela, quando meu pau ficou de frente pra buceta da minha tia, só tive que empurrar, ela me rodeou a cintura com os braços e me puxou pra ela, meu pau afundou até o fundo, mas ela sentiu a grossura, tava há muito tempo esperando esse momento e um suspiro fundo escapou, meu tio levantou a pélvis e enfiou um pouco mais a pica no cu dela, nossas bolas ficaram grudadas, depois de uns movimentos já tínhamos nos organizado e nos movíamos juntos, as picas entravam e saíam numa ordem exata, minha tia estava sempre cheia de carne quente.
Meu tio mordeu o pescoço da minha tia quando ela virou a cabeça, achei que era o ponto fraco dela porque um espasmo forte sacudiu ela, quase me fazendo sair de dentro dela, ela começou com gemidos e terminou gritando, chorando e falando palavras sem sentido.
Eu e meu tio seguramos ela porque o corpo dela parecia ter levado um choque elétrico forte, nossas picas no meio da bagunça batiam dentro dela, com dificuldade a seguramos pra ela não desmaiar e quando finalmente relaxou, parecia outra, o rosto desfigurado e o cabelo bagunçado…
— Valeu, seus putos, entre vocês dois me deram o maior orgasmo da minha vida.
Me afastei deles, porque vi que ela já estava bem, ela se levantou e quando a pica do marido saiu, ouviu-se um plop! forte. Ela foi se deitar no sofá grande pra descansar, quando já parecia mais recuperada, meu tio chegou perto do sofá e subindo nela, se instalou entre as pernas dela, e apoiando os cotovelos nos lados dela, se deixou cair até enfiar a pica na buceta, pegou uma almofada e colocou debaixo da bunda dela, os quadris do meu tio começaram a funcionar, primeiro devagar mas foram ganhando velocidade, minha tia apertava a bunda dele e colava ele contra ela, conforme acelerava, o suor escorria pela testa dele e caía na minha tia, embora ela também tivesse pérolas de suor entre os peitos.
Eu aproveitei essa pausa e me aproximei das minhas roupas, peguei o vidro de Emi, disfarçadamente me passei bem desde as bolas até a glande com o creme, um frescor e uma sensação de excitação percorreram o pau, as veias pareciam inchar mais, quando me virei pra eles, parecia outro.
Quando cheguei perto deles, meu tio grunhia como um urso, os movimentos dele não eram nada ordenados e Depois das últimas enfiadas, ele ficou paralisado, só os músculos da bunda e os ovos mexiam, ele tava se esvaziando de porra nas entranhas da minha tia, ela se remexia, com certeza espremendo ele com os músculos da buceta dela.
Quando ele desceu de cima da minha tia, tava acabado, foi sentar no sofá. Minha tia, enquanto isso, tinha se levantado e, com as pernas abertas e uma taça na mão, esperava a descarga de sêmen sair pra recolher na taça. Não demorou pra aparecer uma boa quantidade de porra grossa, parecia lava de vulcão. Quando parou de sair, ela enfiou dois dedos na buceta e tirou o resto, depois deixou a taça do lado de outra vazia.
Aí ela se recostou no encosto, se adiantou até a beirada do assento e me mandou chegar perto. Eu fui, e quando tive na altura dela, com os dois dedos ela separou os lábios e deixou o clitóris dela exposto e desprotegido. Parecia que queria que eu chupasse, embora eu achasse estranho depois da gozada que tinha ali, mas os dedos dela foram pra baixo até abrir a buceta e ela disse…
— Juan, agora sou só sua, mete o pau em mim.
Eu me inclinei sobre ela e meti sem mais, mas como não conseguia enfiar até o fundo, rodeei a cintura dela e virei ela, sentando eu. Ela ficou em cima do meu pau, não tinha saído, e começou a cavalgar devagar, minhas mãos grudadas nos peitos dela. Conforme o ritmo mudava, já tava no trote quando ela começou a tremer um pouco, mas quando passou pro galope, uma nova sacudida balançou o corpo dela.
Meu tio, sentado no sofá, nos observava enquanto tentava endurecer o pau de novo, e me incentivava…
— Vai, Juan, faz ela gozar até cansar, sabia? Tava com muita vontade de foder com você e, verdade, ela tá gostando do jeito que você faz.
Animado pelas palavras dele, eu continuei metendo até onde dava, levantei ela no ar e coloquei de quatro no sofá. Só abri as nádegas dela o suficiente pro meu pau deslizar até os lábios e afundar até os ovos. Meu pau respondia de maravilha, mesmo prestes a explodir, não tinha medo de gozar, a cabeça estava roxa, mas os ovos estavam tranquilos.
Ela soprava a cada estocada, eu com as mãos nos quadris dela puxava e empurrava até quase tirar ela toda, tinha a buceta toda vermelha de inflamada, mas escorrendo de fluido, com os suspiros e gritos dela dava pra ouvir a piroca chapinhando ao entrar e o barulho do ar saindo sob pressão da vagina dela, ela quase implorava pra eu parar, mas era mais o prazer que sentia do que o cansaço, quando tirei, eu também estava suando, a testa, o peito e as costas, mas não quis desistir, só levantei um pouco a ponta da piroca e pressionei contra o cu, estava suado e com a cusparada que dei nela teve lubrificação suficiente pra afundar, esmagado pela estreiteza do buraco, quando cedeu ao empurrão, a cabeça inteira desapareceu, minha tia soltou um ooooh no ar, pra depois murmurar…
--- Siiiiii isso é o que eu mais gosto, como você tem ela dura e grossa, sobrinho, você tá me rasgando, mas não para, mesmo que eu grite de dor.
Meu tio ainda estava mole quando me viu enfiar no cu da minha tia e gritou…
--- Muito bem, Juan, é assim que se faz, com essa piroca você vai fazer ela gozar do jeito que ela quer.
Eu, enlouquecido com as palavras dele, continuava metendo sem parar, ela me implorou pra descansar o cu, em respeito ao que tinha aguentado, tirei, mas ela virou e colocou na boca, o cu tava ardendo, mas a boca não, meus ovos colados na piroca já estavam pedindo pra ser esvaziados, eu falei…
--- Ana, vou gozar, onde você quer que eu faça?
Ela, como única resposta, só disse…
--- Mmmm mmmm.
Peguei ela pelo cabelo da nuca e fui enfiando sem parar, ela olhava nos meus olhos, em alguns momentos parecia que os olhos iam saltar das órbitas, quando senti uma corrente saindo dos meus ovos em direção à minha piroca, me apertei contra ela, uma série de rajadas de porra entravam sem parar, as primeiras direto na garganta dela, as outras saíram pelo nariz e pelo canto da boca. Os lábios dela, quando eu tirei, ela pegou o copo vazio e colocou nele o que tinha conseguido segurar sem engolir, tava no mesmo nível que o outro, com a língua limpou o que tinha escorrido pelo nariz e engoliu.
O creme da Emi tava fazendo efeito, tinha deixado minha pica a mil, aguentei o que não era humano e gozei na hora que eu queria, e ainda me surpreendi que meu pau continuava pronto pra guerra, não hesitei, abri as pernas dela e meti na buceta, tava quente e molhada, as dobras me incentivavam a continuar fodendo, era uma sensação que só aumentava, que nem um possesso eu metia e tirava sem parar, lembrei de uns filmes pornô que tinha visto, sorri porque nunca tinha acreditado nisso, eu não tava ligando pros possíveis orgasmos dela, de vez em quando sentia ela me abraçando tremendo e depois se desmanchando, mas meu pau continuava incansável, meu tio chegou perto dela, pegou na mão dela e disse…
— Vai, Ana, é a melhor foda que você já levou na vida, aproveita.
Ela, como resposta, pegou na pica dele e ficou acariciando como se fosse uma putinha.
Por fim, exausto, me deixei cair em cima dela, ela me abraçou e me beijou na boca, foi isso que me deu o último fôlego pra me erguer e com umas metidas fundas encher ela com a porra que ainda tinha nos meus ovos, depois, nada.
Quando acordei, vi meu tio sentado no sofá, minha tia deitada com a cabeça no colo dele, cabelo bagunçado, a maquiagem quase toda borrada e do batom não tinha mais nada, mesmo assim tava linda, eles tavam conversando de boa, até com uma certa cumplicidade, ele acariciava distraidamente os peitos dela enquanto ela massageava a pica meio dura dele, quando viram que eu tava acordado, minha tia me convidou pra sentar no sofá com eles.
Quando cheguei perto, minha tia levantou as pernas pra me dar espaço, eu sentei no lugar que ela ofereceu e depois ela apoiou as pernas nas minhas, continuaram conversando devagar, que nem uns apaixonados, trocando carícias e piscadelas. apoiei meus braços nas coxas dela, ela pegou uma das minhas mãos e levou até a buceta dela, abri delicadamente os lábios dela e deixei meus dedos parados lá dentro, quentinho. Minha tia abriu as pernas e, pegando meu pau bem duro, colocou entre as coxas dela, na altura da buceta dela, e depois ficou parada.
Ficamos assim por um bom tempo. De repente, lembrei de uma coisa, me afastei da minha tia e fui buscar o presente que tinha comprado pra ela. Tinha escondido o pacote atrás de uns livros no móvel da sala. Voltei, sentei e entreguei pra ela. Ela se sentou ao ver e disse:
— Por favor, Juan, por que você se incomodou? Presente bom você já me deu, essa noite foi a mais gostosa da minha vida, obrigada por tudo.
Ela me beijou de leve nos lábios e abriu o pacote. Quando viu, abriu o frasco e passou umas gotas no pulso, cheirou e me deu outro beijinho. Depois, meu tio apertou minha mão e disse:
— Valeu, Juan, não me decepcionou. Ah! Isso merece um brinde…
Ele levantou rápido, foi até a geladeira e trouxe uma garrafa de champanhe francês e três taças. A cena era bizarra: meu tio vindo com as mãos ocupadas e o pauzão balançando entre as pernas pra lá e pra cá.
Levantamos todos, e ele estourou a garrafa com um baita estouro. Primeiro serviu minha tia, depois eu e, por último, ele. Levantou a taça e disse:
— Brindo pela nossa família tão especial.
Demos um gole. Depois, ele encheu as taças de novo, e eu pedi pra fazer o meu brinde:
— Brindo pelo casal mais apaixonado, entrosado e encantador que conheço — falei.
Meu tio encheu as taças de novo. Dessa vez, Ana se adiantou e disse:
— Pra que essa noite não demore a se repetir.
Dito isso, ela pegou as taças de porra que tinha guardado, despejou no champanhe dela e virou tudo de uma vez. Depois, estalou os lábios e se lambeu.
Nós três caímos na gargalhada e nos abraçamos. Depois, decidimos ir dormir.
Peguei minha roupa, o creme e o resto, e subi pro meu quarto. Já era tarde pra caralho, mas tava… Exausto e precisando urgentemente de um banho, abri os registros do chuveiro quando ouvi um bipe no celular. Era uma mensagem da Maria, perguntando:
— E aí, como foi o “aniversário”?
Achei engraçado ela estar tão ligada em mim. Resolvi responder: peguei na minha pica e, com duas batidas, deixei ela dura. Tirei uma foto sob a luz do criado-mudo, um puta close, mostrando claramente a glande, o tronco e as bolas depiladas, e mandei sem comentário.
Entrei no chuveiro e a água me envolveu. Ao longe, ouvia sem parar a enxurrada de mensagens chegando no celular. Quando saí, me deitei nu como estava e decidi ler as mensagens só na manhã seguinte, quando meu corpo quisesse acordar.
Quando acordei, não sabia que horas eram. Pela janela, quase não entrava luz, mas senti uma mão me tocando. Me sentei na cama e vi minha tia sentada ao meu lado…
— Bom dia, dormiu bem?
Minha cara disse tudo: mal conseguia abrir os olhos. Ela então falou:
— Já volto, não dorme.
Maquinalmente, abri a gaveta do criado-mudo e peguei o pote de creme da Emi. Bati uma punheta na pica até deixar ela dura e me lambuzei inteiro, até as bolas.
Minha tia demorou mais do que eu esperava. Já estava quase dormindo de novo quando ouvi a porta do quarto. Me sentei e vi minha tia com uma camisola preta, de tule transparente, exceto por uma faixa na cintura, com um decote imenso e comprida até os pés. Sem dizer nada, ela deu uma volta em si mesma e se enfiou na minha cama.
Assim que entrou, fui inundado por uma onda do perfume que eu tinha dado a ela. Ela tinha passado atrás das orelhas e entre os peitos. Colou em mim e disse:
— Agora é a minha vez de te foder.
— Mas e o tio? Ele vai nos ver…
— Relaxa, foi ele quem colocou o despertador e mandou a gente foder à vontade.
Fiquei chocado, era generosidade demais. Quando fui passar a mão entre as pernas dela, ela me segurou com suavidade e falou:
— Calma, hoje quem manda sou eu. Você só pode tocar nos meus peitos.
Dito isso, ela se levantou como pôde, tirou a camisola por baixo dos lençóis e deixou numa cadeira. Depois, subiu em cima de mim, segurou meus pulsos e os deixou sobre minha cabeça. Minha pica estava deitada sobre minha barriga, quase chegando no umbigo, mas ela preferiu sentar em cima dela. Os lábios dela abertos envolviam ela, pressionando o clitóris ao longo da minha veia grossa, encaixava perfeitamente. Quando começou a se mover em cima dela, eu tentei tocar o clitóris dela, mas ela segurou minhas mãos e negou com a cabeça. Continuou cavalgando em mim, passando das bolas até meu umbigo, com um movimento lento, mas apertando cada centímetro.
Quando minha pica já estava no máximo da excitação, ela se levantou o suficiente pra se separar e passou a mão por trás das nádegas. Imaginei que ela estava passando creme na buceta. Quando terminou, deixou cair o frasco entre minhas pernas, pegou o tronco do meu pau e passou nele. Depois, se deixou cair de uma vez e não parou até sentar em cima de mim. Olhei pra baixo: minha pica tinha desaparecido dentro dela. Mas o mais surpreendente é que vi claramente o clitóris e os lábios vaginais abertos. Aí percebi: ela tinha enfiado minha pica no cu de uma vez, sem nenhum esforço.
Senti, porque o toque sedoso do reto era diferente da aspereza vaginal. De qualquer forma, a pica estava enfiada até as bolas. Ela começou a se mover devagar, tirando e colocando à vontade dela. Eu me contentei em pegar os peitos dela e levar até minha boca. Chupei, mordi, lambi com todas as intensidades possíveis, e ela colocava eles ao meu alcance. Entre as pernas, senti a dureza do frasco de creme. Tentei afastar, mas aí descobri que era um plug anal. Minha tia tinha dilatado o cu antes de vir pro meu quarto, por isso demorou tanto.
Minha pica estava duríssima e com uma grossura considerável quando entrava no cu da Ana. Ela se acariciava o clitóris quando deu um pulo e ficou parada. Depois, continuou beliscando o clitóris. desesperadamente até que umas convulsões a fizeram cair sobre mim, ela me mordeu no lóbulo da orelha quando disse…
— Gozei que nem uma puta, mas agora vou te foder com a buceta e quero que me encha de porra até transbordar.
Quando se sentou em mim, o pau saiu do cu dela; ao descer de novo, ela apontou o falo pra entrada da vagina e sentou em cima de mim de novo, dessa vez mal dava pra ver o clitóris e menos ainda meu pau entre os lábios da buceta dela, quando começou a cavalgar mal levantava uns centímetros, mas conforme ia acelerando quase saía tudo, só quando sentia a cabeça na entrada ela se deixava cair de uma vez até o fundo, beliscava meus mamilos enquanto eu segurava os peitos dela nas minhas mãos e os amassava juntando eles, dando pra ela chupar os bicos.
Chegou uma hora que os suspiros dela viraram gemidos, minhas bolas pediram desesperadamente pra serem esvaziadas, na explosão interna da minha tia se juntaram as primeiras descargas de porra quente nas entranhas dela, quando ela se deixou cair o sêmen saía da buceta dela com pressão até minhas bolas, quando paramos de sofrer os espasmos do orgasmo minha tia se levantou e se abaixou no meu pau, lambeu até deixar limpo de porra e fluidos, depois se deitou do meu lado e me beijou na boca, senti o gosto do meu sêmen e dos líquidos dela, verdade seja dita, não fazia uma combinação ruim.
Quando ela foi embora e me deixou exausto, dormi até bem tarde, quando desci meu tio estava lendo um livro, minha tia uma revista de moda do lado dele no sofá, quando o telefone tocou meu tio atendeu, eram minhas primas que estavam no aeroporto, ele se virou pra mim e me oferecendo as chaves do carro disse…
— Juan, quer pegar suas primas no aeroporto?
Continua
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