Minha experiência como CORNO

Os 18 anos da minha filha viraram minha vida de cabeça pra baixo. Foi no próprio dia do aniversário dela que minha vida começou a mudar, embora eu só fosse descobrir isso um tempo depois.
Sou Santiago, naquela época, há apenas uns dois anos, tinha 38 anos. A diferença de idade com minha filha é de só 20 anos. Minha esposa, Elena, tem um ano a menos que eu, ou seja, naquela época tinha 37.
Apesar de termos tido nossa filha Marta muito jovens, não foi uma gravidez indesejada, nem limitou nossas vidas. Elena e eu já tínhamos a vida resolvida naquela época. Ambos viemos de famílias com grandes negócios, e somos os únicos herdeiros, então no nosso patrimônio tem duas empresas muito lucrativas. Essa é a principal razão de tudo ter dado certo pra gente. Estudamos pelo simples prazer de aprender, viajamos e conhecemos o mundo, nos cultivando e abrindo nossas mentes. Tudo isso fez com que, mesmo sendo da tal classe alta, nosso círculo de amigos e nosso jeito de ver a vida fossem liberais e adaptáveis.
Marta cresceu nesse ambiente, o que sempre fez bem pra ela. Desde pequena foi a melhor aluna, muito esportista e feliz. Fazia aulas de dança enquanto aprendia a tocar saxofone, e nunca baixava as notas.
Aos 18 anos, Marta tinha se tornado uma verdadeira gostosa. Morena de olhos azuis e pele clara, o rosto mais expressivo e lindo que eu poderia imaginar. Era a cara da mãe naquela idade, mas ainda mais bonita e esbelta.
A relação que sempre existiu entre Marta e a gente era de total confiança. Embora ela guardasse algumas coisas mais pra mãe, por serem mulheres, não tinha problema em me consultar quando precisava.
A confiança era tanta que eu soube que minha filha já tinha transado no mesmo dia em que perdeu a virgindade, aos 14 anos. Claro que fiquei sabendo pela minha esposa.
Elena e Marta tinham muita intimidade pra falar sobre sexo. Eu Apesar de saber de tudo e dar meus palpites de vez em quando, às vezes tentava ficar de fora por causa do desconforto da situação pra mim e, possivelmente, pra Marta.
Do jeito que era a nossa vida, não foi surpresa que, três meses depois do aniversário da Marta, ela nos sentou na sala de casa, olhou nos nossos olhos e disse: – Papai, Mamãe, sou atriz pornô. –
Elena e eu recebemos a notícia com surpresa, mas, por mais estranho que pareça, não nos assustamos. Surgiram dúvidas e perguntas, o porquê de ter tomado aquela decisão sem precisar de dinheiro e nem sequer sair de casa, como tinha chegado naquele mundo, ou simplesmente o que esperava conseguir.
Marta nos contou com eloquência tudo o que aconteceu, respondeu às nossas perguntas com maturidade e sem hesitar.
A decisão dela era baseada em pura vocação, ela sempre se sentiu diferente das outras pessoas em questões sexuais, tinha a libido mais alta do que qualquer amigo ou conhecido. Nos contou as fantasias que passaram pela cabeça dela várias e várias vezes, fantasias com muitos homens, com mulheres, e até mencionou que já tinha fantasiado com animais, mas quis nos tranquilizar dizendo que isso ficava só na fantasia.
A sinceridade da Marta foi tanta que, mesmo com a confiança que já existia entre a gente por costume, me surpreendeu.
Minha filha tinha tomado uma decisão pra vida dela, que podia ser passageira ou durar anos e anos, mas isso o tempo diria.
– Sério, não sei de onde você tirou essa libido, filha. – falei com um sorriso, tipo dando uma aprovação e encerrando o papo, mas Marta rebateu: – Bom, Papai, é claro que vocês também não são dois santinhos, hehe. –
A risadinha dela me deixou pensativo e não consegui evitar continuar o assunto: – Bom, sim, somos bem… ativos, digamos, mas o seu caso é outro nível, sua mãe e eu sempre fomos normais nesse sentido, hehe. –. Marta me olhou com a cara safada dela: – Ah, é? E o ménage que vocês fizeram quando eram mais novos, hein? – Marta me deixou sem palavras, olhei pra Elena na hora e ela… Corou e deu um sorrisinho. Ela tinha contado! Sabia que Elena e Marta tinham muita intimidade nesses assuntos, mas daí a contar pra nossa filha que a gente tinha feito um ménage, achei exagero.

Como eu descobriria depois pela Elena, ela contou porque uns anos antes a Marta tinha ficado muito interessada no assunto. Pelo que a Elena me disse, não entrou em detalhes muito íntimos, mas contou a parte geral.

Quando a gente tinha 27 e 26 anos, eu e a Elena fizemos uma viagem pra umas ilhas tropicais, nem lembro direito quais eram, porque como eu falei, a gente viajava pra caramba. Nos dias que passamos lá, fizemos vários amigos, entre eles um cara uns dois anos mais novo que a gente, mas com um jeitão bem másculo e maduro.

Por algum motivo, uma noite a gente acabou os três sozinhos num dos bares na varanda do hotel. Era tarde pra caramba, já tinham até fechado, mas a gente continuava nas mesas de fora com uns últimos drinks que a gente tinha escondido.

Entre risadas e brincadeiras, não sei bem como, o cara, que eu nem lembro o nome, acabou comendo a Elena ali mesmo na minha frente.

Acho que lembro de umas preliminares, umas piadas, a Elena ficando de pé e se inclinando na mesa, com a bunda empinada. O cara enfiou a mão por baixo da saia dela e por baixo da calcinha. Lembro perfeitamente da excitação do momento, mas os detalhes tão apagados pelo álcool. O cara levantou a saia da Elena até o cu dela ficar todo de fora, e aí começou a apertar as nádegas dela enquanto os três riam. Depois, ele se posicionou atrás dela e ficou olhando fixamente pra rachinha dela. Lembro da cara de safado que ele fez quando olhou. Aí ele olhou pra mim, pedindo permissão, e eu concordei. Ele enfiou a língua na buceta da Elena e, segundos depois, o pauzão enorme e duríssimo dele. Foi assim: a Elena inclinada na mesa e eu a poucos centímetros de distância. O cara comeu ela sem piedade. Pra terminar, colocou ela de joelhos e gozou na boca dela. A Elena olhou pra mim, sorriu, e aí sentaram de novo cada um na sua cadeira. A gente continuou falando e bebendo como se nada fosse, embora a Elena fosse limpando o sêmen do rosto com um dedo e mexendo na taça dela pra depois beber.
Eu e a Elena lembramos desse dia direto, e sinceramente não sei por que nunca repetimos, acho que foi algo que rolou na hora e preferimos ficar com essa memória, embora sempre tenha ficado aquela pulga atrás da orelha de ver alguém gozar na bucetinha dela.

Voltando ao assunto da Marta, o que realmente me deixava inquieto é que, mesmo contando de forma geral, ela podia interpretar isso como se a mãe dela tivesse me traído e eu fosse um idiota. Mas aí percebi que a Marta acabava de nos dizer que era atriz pornô, então ela, mais do que ninguém, podia entender esse tipo de coisa sem julgar errado.

Quando achei que a conversa com a Marta tinha acabado, ela acrescentou mais uma coisa.
— Pai, mãe, tem mais uma coisa que quero contar pra vocês: sou atriz pornô desde o dia que fiz 18 anos. Uns dias antes passei numa produtora e, assim que me viram, falaram pra eu ir sem falta no dia do meu aniversário que fariam um teste e, se tudo desse certo, começaria a trabalhar na hora. Então fiz isso, e, bom, os filmes X são produzidos com facilidade e rapidez, deu tempo de gravar mais de um nesses dias, e já tem uns dois editados. Então queria que vocês vissem isso.

Com essas palavras, a Marta tirou um DVD chamado "Teens Gang Bang", cuja capa mostrava minha filhota com um vestido de colegial curto demais e apertado pra ser real. Na mesma hora, senti um movimento nas minhas calças, mas não quis dar importância, tentando desviar o olhar pra outro lado.

— É meu primeiro filme e queria que vocês assistissem — disse a Marta. A mãe dela e eu ficamos sem saber o que dizer, mas a Elena deu o primeiro passo.
— Tá bom, traz aqui — falou, pegando o DVD.

Enquanto ela ia até o aparelho de DVD, eu olhava pra ela muito surpreso.
— Tem que apoiar a menina, afinal ela é nossa. filha—disse ele enquanto colocava o DVD no compartimento.
Elena voltou para o meu lado e sentou, Marta arregalou os olhos olhando para a tela e para nós intermitentemente. E então o filme começou.
Depois dos avisos típicos e dos créditos iniciais, apareceu um cara de uns trinta e tantos anos num quarto, dizendo que estava esperando a teen mais impressionante que já tinha visto. Aí uma porta se abriu e apareceu a Marta vestida com o mesmo uniforme de colegial da capa do DVD. De novo, minha calça deu uma leve mexida, só que dessa vez eu não podia desviar o olhar, porque quando eu tirava os olhos da tela, a primeira coisa que via era minha filha ao vivo, com cara de empolgação e um certo tesão no olhar.
O cara do filme pegou a Marta e começou a lamber a buceta dela. Fazia anos que eu não via aquela parte da anatomia da minha filha, e me surpreendi ao perceber que ela já não era mais minha menininha, mas sim uma mulher completa — e que mulher! Eu sabia o tempo todo que era minha filha, mas mesmo assim não conseguia evitar de vê-la também como uma gostosa jovem de 18 anos que um sortudo estava prestes a atravessar com a piroca enorme que ele estava tirando da calça.
Meu pau começou a crescer assustadoramente, tanto que eu tinha medo de que minha mulher ou minha filha percebessem. O que iam pensar de mim?
Tentei pensar em outras coisas, mas não teve jeito. Então analisei a situação: eu estava vendo um filho da puta qualquer foder minha filha de forma violenta e com desprezo. Eu deveria me sentir ofendido.
Naquele exato momento, Marta disse: — Eu sei que parece pesado, mas é só atuação. O cara é muito legal. E, bom, não tinha contado, mas eu gosto de ser tratada meio mal na cama. A mamãe já sabe um pouco disso.
Isso quebrou todos os meus esquemas. Fiquei pensando no que estava me dando tanto tesão. Talvez fosse só porque minha filha, por mais que fosse minha filha, era uma gostosa do caralho. Ou talvez... por algo como o que aconteceu naquele ménage com a mãe dela, eu estava vendo algo meu sendo violado diante dos meus olhos, e aquela visão me causava uma impotência e raiva que se transformava no maior dos tesões.
Então aconteceu, os lembretes de Elena com aquele cara anos atrás e os de Marta naquele filme se misturaram na minha cabeça, por um momento a imagem de Marta substituiu a da mãe dela nas minhas memórias, tornando-as ainda mais lindas e excitantes. Isso fez com que meu pau inchasse ao máximo em menos de um segundo, dando um pulo considerável e fazendo a ponta aparecer por cima da cintura da minha calça.
Pela posição em que estávamos, Marta não percebeu, mas Elena viu claramente, sem pensar desligou o DVD.
— Bom, filha, acho que já vimos o suficiente para sermos seus pais — disse Elena. Marta ficou com cara de insatisfeita, mas segurou a língua sem reclamar.
Elena tirou o DVD e o deixou junto com outros filmes que temos ao lado. Depois seguimos a tarde como se nada tivesse acontecido. Marta foi embora, nos deixando sozinhos, eu e Elena, mas mesmo assim Elena não mencionou nada do ocorrido.
Passaram-se alguns dias sem nenhuma consequência em nossas vidas cotidianas, embora sim na minha vida mental. Eu não parava de pensar na minha filha, não como filha, mas como mulher. Cada vez que passava perto do DVD, ficava extremamente agitado e com muito tesão, tinha chegado à conclusão de que o melhor seria ver o filme em algum momento em que estivesse sozinho e me masturbar tranquilamente, assim com certeza passaria, e embora me parecesse algo pesado me masturbar pensando na minha filha, ainda me parecia mais pesado ficar andando pela casa pensando em me masturbar pensando nela.
Foi seis dias depois de Marta nos dar a notícia que finalmente fiquei completamente sozinho em casa.
Elena tinha ido com umas amigas fazer compras e ao cinema, com certeza também iriam jantar depois, ela costumava fazer isso um em cada dois fins de semana. Marta tinha gravação, então também não voltaria até tarde, isso ainda me rondava pela cabeça, pensar em me masturbar vendo o vídeo dela enquanto outro cara a fodia em algum lugar me deixava ainda mais tesudo, definitivamente tinha que acabar com esse ciclo vicioso o quanto antes.
Preparei a sala para ficar completamente relaxado. Abaixei as luzes, preparei um drinque, aumentei um pouco a temperatura do termostato e coloquei o DVD na tela grande. Fiquei completamente nu, deitado no sofá.
Comecei a ver minha filha no ato, mas dessa vez sem me esconder, estava curtindo cada centímetro da minha TV widescreen como nunca antes. Comecei a acariciar minha rola devagar, não tinha pressa, e queria ver toda a performance da minha filhinha.
O filme seguia normal, o cara estava fodendo ela com vontade e capricho, isso me dava muito tesão, de repente uma porta se abriu, e apareceu outro sujeito, mas bem mais grandão e musculoso que o primeiro. Fiquei impressionado com a qualidade do som do meu home theater, teria jurado que o cara estava entrando de verdade pelo barulho da porta.
Naquele momento descobri que não tinha ligado o home theater e, ao olhar para trás, vi minha filha me encarando fixamente com um grande sorriso no rosto.
Rapidamente peguei a calça como pude e vesti, em seguida parei o DVD antes de saber o que o outro cara estava fazendo na cena.
Marta se aproximou de mim. — Tava vendo meu filme, papai? — disse com um sorrisão de felicidade. — Não, isso… eu… — respondi atrapalhado.
Marta me abraçou forte. — Valeu, papai, não sabe a felicidade que me dá você gostar — eu, sem saber o que dizer, falei: — Claro, filha, você sai linda — na verdade, não sei por que disse isso, acho que saiu naturalmente.
— Bom, gosto que você veja tranquilo, porque a Mamãe tirou de você no outro dia assim que viu que você se animou um pouco… — disse Marta com toda a naturalidade do mundo.
Fiquei surpreso que ela tinha percebido o que aconteceu, minha filha era mais esperta do que eu pensava, já que por mais que coisas que a mãe dela contaria, acho que ela não teria dito que eu fiquei excitado vendo ela, mesmo assim quis ter certeza.
– Por que você diz isso? – perguntei, evitando o assunto ao mesmo tempo.
– Vai, pai, dava pra ver de longe, você estava ficando de pau duro vendo sua filha, e a Mamãe não gostou nada disso. Fiquei calado, concordando com as palavras dela.
– Você não vai continuar vendo o filme? – Marta perguntou, deixando o outro assunto de lado.
– Não, filha, só queria ver como tava, nada mais. – respondi.
Marta pegou o controle do DVD e colocou de novo, a reprodução continuou exatamente no mesmo ponto.
– Então olha como continua, por favor, tô afim que você veja, e se me deixar ver com você, melhor ainda. – disse de um jeito que era impossível recusar, então tive que falar:
– Tá bom, mas só um pouquinho. – Embora não me desagradasse nem um pouco vê-la, só temia que, mesmo podendo ficar de pau duro abertamente, não conseguisse me masturbar e talvez a coisa ficasse ainda pior pra minha confusão mental.
Marta e eu continuamos vendo o filme, o cara novo que tinha aparecido se juntou à festa e começaram a comer ela os dois ao mesmo tempo. Pelo título do filme, eu deveria ter imaginado que mais de um ia comer ela de uma vez, mas realmente não tinha pensado nisso até aquele momento.
A cena tinha subido de tom e com ela meu pau, que tava pulsando dentro da minha calça, e como eu não tava de cueca, o movimento ficava ainda mais evidente. Marta olhava descaradamente pro meu volume, e isso só aumentava minha excitação.
– Pai… se eu te perguntar uma coisa, você vai falar a verdade? – disse Marta.
– Depende, hehe – respondi.
– Sério, quero saber, você vai ser sincero? – insistiu.
– Sim, vou ser, então o que você quer? –. Marta fez uma pausa antes de perguntar:
– Quando eu cheguei, você tava se masturbando, né? –. A pergunta, apesar de óbvia, eu não esperava.
– Bom, não exatamente, querida – falei, na esperança de que ela deixasse pra lá, mas Marta insistiu de novo:
– Pai… você disse que ia ser sincero, você tava? Você estava se masturbando pensando em mim? Quero dizer… vendo minha cena.
- Ao dizer "pensando em mim", ela me deixou sem fôlego. Sorte que ela mesma suavizou, senão eu teria ficado sem ar por um bom tempo.
- Bom, sim, sim, pode-se dizer que sim.
O rosto de Marta se iluminou completamente.
- Papai, por favor, continua fazendo isso. – disse ela, cheia de entusiasmo.
- O quê?! – respondi, surpreso.
- Sim, por favor, Papai, adoraria ver você se masturbando vendo meu filme. Além disso, você já estava fazendo isso, então estava com vontade. A única diferença é que eu vou ver, e de verdade, isso me deixa muito feliz. Leva como um presentinho especial para sua filhinha, um presente de boa sorte no novo trabalho dela.
- Mas olha só você… – falei, tentando repreendê-la, mas com um sorriso nos lábios.
Marta ficou me olhando com carinha doce, aquela que ela faz toda vez que quer conseguir algo de mim. E como dessa vez não seria diferente, ela conseguiu.
Tirei meu pau da calça. Marta não tirou os olhos nem por um instante. Deitou a cabeça no meu ombro e ficou olhando enquanto o pai se masturbava vendo ela sendo fodida num vídeo.
Mais uma vez, o vídeo me surpreendeu. Apareceu um terceiro cara, um negão muito musculoso, com um pau enorme.
- Agora vem a melhor parte, você vai ver. – disse Marta.
O negão afastou os outros dois caras e, sem dizer uma palavra, enfiou o pau no cu dela até as bolas. A cara de Marta no filme era de uma dor misturada com prazer indescritível. Naquele exato momento, os outros dois caras voltaram à ação e se posicionaram: um na buceta dela e outro na boca dela. Eu estava vendo minha filha sendo penetrada em todos os buracos, e a emoção era tanta que fiquei paralisado, até parei de me masturbar.
Então, senti minha mão voltar a acariciar meu pau, mas não era eu quem a movia. Marta tinha pegado no meu pulso e estava mexendo suavemente. Quando olhei nos olhos dela enquanto fazia isso, ela soltou minha mão e deslizou a dela por cima até chegar no meu pau.
- O que… o que você está fazendo, Marta? – falei quase sem voz.
- Só… quero que você curta o filme sem se preocupar com mais nada - ela me respondeu.
Naquele momento não consegui reagir, não pude impedir nada, deixei que ela pegasse meu pau na mão dela e começasse a me masturbar. Minha filha me masturbava enquanto eu a via num vídeo sendo penetrada bestialmente, nunca imaginei que faria algo assim na minha vida, mas agora que estava fazendo, achava que era o melhor momento de toda ela.
Marta acariciava meu pau com delicadeza e desenvoltura, era incrível sentir a mão dela na pele do meu pênis. De tanto prazer, me recostei para soltar um leve gemido, movimento que Marta interpretou como um convite para algo mais, já que aproveitou para aproximar a boca do meu pau e começar a beijá-lo.
-Marta... Marta... isso não... - falei hesitante, mas Marta não estava disposta a me ouvir, então ela me deu um beijo na ponta da glande, outro mais aberto, e um terceiro, e assim, aos poucos, notei como os lábios da minha filha deslizavam desde o início do meu pau até a base.
Seus lábios carnudos faziam maravilhas nas minhas terminações nervosas responsáveis pelo prazer. Marta estava me fazendo o melhor boquete da minha vida, talvez chupasse tão bem meu pau porque parte dela saiu dali 18 anos atrás.
Eu estava prestes a gozar na boquinha doce da minha filha quando ela parou e se levantou, tirando o vestido num piscar de olhos.
-Deixa eu subir em cima de você, Papai. - Essa frase não podia soar melhor naquele momento, mas aquele passo já era demais, eu tinha ido longe demais para ir até o fim, precisava parar.
-Não, Marta, isso não, por favor, é demais, imagina o que sua mãe diria, não sei como deixei você chegar tão longe. - falei com o tom mais sério que consegui.
-Papai, que importa o que a Mamãe pensa, ela deu pra um cara na sua frente, e não pensou se isso ia te incomodar, né? Só se deixou levar, e mesmo que você tenha consentido, ela realmente te chifrou na sua cara, porque vocês nunca tinham conversado sobre isso, nem planejado. Ela saiu e fez o que quis, e com certeza teria feito sem a sua aprovação. — respondeu ela de forma fulminante.
Eu nunca tinha visto ela assim, e justamente achava que minha filha seria a mais compreensiva com o assunto por causa do caminho que ela decidiu seguir, mas se ela via daquele jeito, queria dizer que muito provavelmente era verdade. O estranho foi que pensar nisso não me deixou irritado nem um pouco; pensar na minha mulher, Elena, como uma gostosa, só me deixou ainda mais excitado, tanto que um pouco de sêmen escorreu lentamente da minha pica. Ao ver isso, Marta sorriu, como se já esperasse. Pegou o sêmen com um dedo e levou à boca, e eu fiquei ainda mais tesudo ao vê-la fazer aquilo. Ela, sem perguntar mais nada, se colocou sobre minha pica e encostou meu pau na entrada do corpo dela.
Lentamente, começou a descer; dessa vez, eu sentia de novo como ela devorava minha pica, mas agora com os lábios da buceta dela, tão rosados e carnudos quanto os da boca, mas muito mais quentes.
Minha filha estava me fodendo, e era a sensação mais linda e excitante do mundo, ainda mais por ser ela, que tinha uma beleza sem igual.
Enquanto cavalgava devagar na minha pica, Marta começou a me beijar, e ao fazer isso, senti algo parecido com o que se sente quando você beija pela primeira vez os amores de infância, só que muito mais intenso. Eu estava no paraíso.
— Continua olhando o vídeo, Papai — sussurrou Marta no meu ouvido —, quero que veja como tão fodendo a sua filhinha, porque sei que você gosta. — Era verdade, eu adorava ver aquilo; minha filha conhecia meus gostos melhor que eu mesmo.
— Sabe, Papai, você me perguntou, ah… de onde eu tiro a libido, ah… é sua, Papai; da Mamãe eu tirei a putaria, mas de você o tesão. — Eu não entendia direito o que Marta queria dizer, mas sem eu perguntar, ela foi explicando entre um gemido e outro.
— Mamãe é uma puta; desde aquela vez que ela deu pro outro cara na sua frente, não parou de pensar nisso. Nunca te contou, mas pra mim sim, ahhhh, pra mim ela conta tudo, Papai, ahh, tudo, tudo, ufff. As palavras da minha filha sobre a mãe dela me enchiam de expectativa, curiosidade, tesão, queria saber mais, e ela continuava me contando.
— Mamãe se masturbou por anos pensando naquilo, e muitas vezes transou com você imaginando que era ele. — As palavras da minha filha doíam, mas me davam prazer literal ao ouvi-las, mas eu não queria pensar, só me deixar levar enquanto minha filha continuava cavalgando em mim.
— Siim, Papai, siiim... ahhh, sua mulher é uma puta gostosa, que há anos sonha com outros paus, ahhh, e sabe o melhor, Papai? Certeza que agora ela tá chupando um, ahhh —
Essa frase da minha filha quase me fez gozar de prazer, eu tava fodendo a beleza da minha filha enquanto ela mesma me deixava com mais tesão falando putaria sobre a mãe dela, era foda.
— Sim, certeza que ela tá chupando um, ahh, porque vi duas amigas dela com quem ela supostamente ia se encontrar quando vinha pra cá. Isso ela não me contou, porra, sim... mas sei que ela faz, sei que desde aquele dia não consegue ficar sem mais paus e faz isso pelas suas costas, sei porque eu faria o mesmo, sou tão puta quanto ela. —
— Porra, Marta, como você fala essas coisas da sua mãe, ahhh — falei, talvez só por falar algo.
— Porque são verdade, uffff, assim como sei que ouvir isso te deixa com tesão, e que você intuiu isso todos esses anos e ficou ainda mais excitado, porque a libido eu tirei de você, sou igual a você, uma pervertida sem jeito que passou anos sonhando em foder o próprio pai.
As palavras de Marta iam me fazer explodir brutalmente a qualquer momento, então ela apertou com força a buceta dela, espremendo minha pica como se fosse manteiga.
— Você é um puto corno e eu sou a puta pervertida da sua filha que quer foder todo mundo, especialmente o corno do meu paiAAAahahh!!!
Marta começou a ter um orgasmo impressionante, eu também sentia, mas ela apertava tanto minha pica com a buceta dela que mal conseguiram sair umas gotas do meu gozo pra cair dentro dela, mas assim que ela terminou de... Gozei, soltei meu pau que jorrou um baita jato dentro da buceta dela e, antes que o segundo jato saísse, ela já tinha colocado a boquinha dela pra engolir.
Quando terminamos, a Marta me ajudou a limpar tudo e deixar a sala como se nada tivesse acontecido antes da mãe dela chegar.
Depois daquilo, eu sabia que seria difícil não repetir, e a Marta com certeza não ia me deixar parar. Naquela noite, fui cedo pra cama.
Um tempo depois, acordei com a chegada da Elena, que me disse que tinha se divertido pra caralho com as amigas dela — amigas que a Marta tinha visto sem ela. Assim que ela se deitou do meu lado, enfiei um dos meus dedos na buceta dela, meio que de brincadeira. A Elena não deu importância, mas com isso pude confirmar que a teoria da minha filha era verdade: meu dedo ficou cheio de porra de outro cara. Parece que realmente tinham gozado dentro da buceta dela, só que eu não sabia.
Naquela noite, dormi melhor do que nunca, com um sorrisão no rosto. Eu era um corno que tinha fodido a própria filha gostosa — o que mais eu podia querer?

Vocês devem estar se perguntando o que rolou entre mim e minha filha. Pois é, toda vez que ela lança um filme novo, a gente assiste junto e fode como no primeiro dia. E o melhor de tudo é que ela faz uma média de três filmes por semana agora que tá grávida de trigêmeos. É uma alegria danada aqui em casa.Minha experiência como CORNO

2 comentários - Minha experiência como CORNO

DGE1976 +1
Me encantó...y me calentó...van mis 10