Depois daquela noite de foda apaixonada no carro, os dias foram passando arrastados, sem nada novo pra contar. Mensagens iam e vinham, sem nada de substancial... até que ela escreveu de novo enquanto eu tava no trampo.
M: Oi! Tudo bem?
Eu: Oi! Tudo mais que bem, achei que não ia me escrever de novo...
M: Tava ocupada com uns roles dos meus filhos...
Naquele momento, não sabia o que pensar, já que nunca tínhamos falado que ela tinha filhos nem nada. Fiquei meio sem graça e respondi:
Eu: Ah, nem sabia que você tinha filhos. O que rolou com eles?
M: Tava arrumando pra eles ficarem com o pai no fim de semana. Achei que você ia gostar de vir me visitar e tomar umas.
Eu: Claro, lógico! Me avisa e a gente se junta.
Já combinado o fim de semana, ela pediu pra eu ir às 22h. Não queria que os vizinhos pensassem mal dela, porque aqui na minha cidade tem mais velha fofoqueira do que câmera de segurança, e o putedo rende pra tudo. Cheguei às 22h em ponto, cerveja na mão, cigarro e isqueiro na jaqueta, camisinha no bolso da calça. Pensei: pronto, tudo certo! Bati na porta de leve, ela demorou pra abrir. Cumprimentei com um beijo na boca e um abraço, e ela me convidou pra sentar no sofá e ver um filme. Abrimos uma cerveja, e ela começou a contar dos filhos, da idade dela. Ela tinha 40, mas posso jurar que pelo rosto e pelo corpo não aparentava. Tava separada há três anos e, segundo ela, nesse tempo não tinha tido parceiros nem fodas, o que me pareceu uma puta mentira, mas beleza, não ia discutir por isso.
Naquela noite, ela vestia uma calça jeans justa com um suéter de gola V, nada anormal pro que as mulheres usam, mas ia ter uma surpresa por baixo. Enquanto assistíamos ao filme, nossas mãos iam percorrendo nossos corpos devagar, e os olhares dos dois diziam que já estávamos prontos pra nos curtir mutuamente. De pouco em pouco, comecei a beijar o pescoço dela enquanto tocava os peitos dela por baixo do suéter. Os bicos estavam duríssimos, o que... Eu adorava. Naquele momento, ela sentou em cima de mim e aproveitei pra tirar o suéter dela, deixando ela só com um lindo sutiã preto de renda. Ela se movia em cima do meu pau como se já estivesse me penetrando, e eu beijava os peitos dela. Aí, de repente, ela saiu de cima de mim, se ajoelhou e ficou de quatro na minha frente, desabotoando minha calça e tirando ela completamente. Meu pau saltou pra fora, fazendo a apresentação, e ela não perdeu tempo: levou direto pra boca e começou a chupar tudo. Ela subia e descia a cabeça devagar, eu amava como ela chupava! De repente, ela parou e falou: "Tenho uma surpresa pra você, mas vem aqui que vamos ficar mais confortáveis e você vai ver melhor." Ela me pegou pela mão e me levou até o quarto dela. Acendeu a luz e mandou eu fechar os olhos. Obedeci e senti ela tirando a calça jeans. Depois de uns 20 segundos, ela disse: "Pode abrir, me fala o que você acha..." Lá estava ela, em pé em cima da cama, me olhando meio envergonhada e esperando minha reação. Parada na minha frente, com uma meia-calça e cinta-liga pretos, e uma tanga da mesma cor... Meu deus! Senti a cabeça do meu pau explodir! Na hora, não saiu palavra, só fiquei olando que nem um idiota até ela quebrar o silêncio e perguntar: "Bom, no fim, você gostou ou não?" Respondi: "Amei!" Ela sorriu e se jogou nos meus braços, me beijando e descendo até meu pau pra continuar chupando. Eu ajeitei ela pra fazer um 69 delicioso enquanto puxava a tanga dela. Ela estava toda depilada. Ficamos uns 5 ou 10 minutos nos lambendo até ela pedir pra eu meter. Subi e falei: "Cavala em mim!" Ela puxou a tanga pra o lado e se sentou em mim, soltando um gemido gostoso. Os movimentos de quadril dela eram deliciosos, enquanto eu lambia os peitos dela e segurava a bunda dela, aquela bunda linda que ela tinha. Depois de um tempo assim, pedi pra trocar de posição. Ela desceu e ficou de bruços na cama. Aproveitei pra puxar a tanga dela e, enquanto enfiava dois dedos na buceta dela... usa a palavra: buceta, minha língua procurava o cu dela, aí sim, isso eu gosto! Adoro que você chupe meu cu, ela dizia! Quanto mais ela falava, mais língua eu dava e a masturbava com fúria, enfia no meu cu, por favor! Quero sentir! Quero sentir seu pau dentro! Peguei meu pau e apontei pro cu dela, ela com as duas mãos abrindo pra dar passagem, espera! ela pediu e pegou na mesa de cabeceira um óleo de bebê, passou na mão e começou a me punhetar, assim é mais gostoso, ela disse, passou óleo na mão que eu espalhei pelo buraco gostoso do cu dela enfiando um dedo, vai, enfia, não aguento mais! Ela dizia e apontando meu pau foi entrando devagar, devagar e firme foi abrindo aquele cu de loucura que ela tinha, assim de bruços, ela se abrindo com as duas mãos comecei a bombar aquele cu lindo, cu que mais de uma adolescente teria invejado, eu penetrava e ela gritava e pedia mais, até que pediu pra eu comer ela de quatro, sua posição favorita, continuei penetrando aquele cu por um tempo até sentir que ia gozar, avisei e ela pediu pra continuar, que enchesse o cu dela de porra, e aí naquele momento gozei nojentamente dentro dela, enchendo ela completamente com minha porra... Deitei ao lado dela todo suado, e ela tinha uma cara de satisfação, ela suada também pela trepada me propôs irmos tomar banho, o que aceitei, entramos os dois no chuveiro e ela ensaboou bem meu pau, enquanto eu fazia o mesmo com os peitos dela enquanto beijava seu pescoço, aos poucos meu pau foi subindo e ela se abaixou pra chupar de novo, eu segurava a cabeça dela acompanhando os movimentos, nunca uma mulher me excitou tanto quanto ela! Pedi pra ela se virar pra eu poder lamber ela toda, minha língua ia da buceta dela ao cu e assim por diante, não aguentava mais a vontade de foder ela, ela subiu uma das pernas na borda da banheira e eu penetrei ela assim de costas enquanto segurava os peitos dela, um tempo assim até gozar, esquecendo das camisinhas que tinha trazido, ela me disse que não tinha problema, que era operada, então podia gozar quantas vezes quisesse dentro dela e em qualquer lugar... menos na boca dela... o que não me agradou, mas fazer o quê... não se pode ter tudo na vida, pensei. Depois disso, nos secamos e fomos para o quarto dela ver televisão, dormimos um pouco e ela me acordou às 07:00 da manhã... os filhos dela voltariam mais cedo porque o pai tinha brigado com a parceira dele. Meio sonolento, levantei e fui para a cozinha, sentei na cadeira, ela preparava uns mates pelada. Ao ver aquele rabo lindo dela, aquele corpo, me deu vontade de comer ela ali mesmo... até porque estávamos sozinhos e ainda dava tempo. Agarrei ela pela cintura com força e comecei a encostar ela, ela já sentia minha dureza, me disse "vamos para o quarto" e eu falei que não, penetrei ela meio curvada na pia, do jeito que ela gostava, e meti na pussy dela que escorria uns sucos gostosos até gozar dentro. Ela me contou depois que toda vez que cozinhava, lembrava daquela foda que ela amou tanto. Gozei, tomamos uns mates e fui embora pra minha casa, esperando uma mensagem dela pra poder ver ela de novo...
M: Oi! Tudo bem?
Eu: Oi! Tudo mais que bem, achei que não ia me escrever de novo...
M: Tava ocupada com uns roles dos meus filhos...
Naquele momento, não sabia o que pensar, já que nunca tínhamos falado que ela tinha filhos nem nada. Fiquei meio sem graça e respondi:
Eu: Ah, nem sabia que você tinha filhos. O que rolou com eles?
M: Tava arrumando pra eles ficarem com o pai no fim de semana. Achei que você ia gostar de vir me visitar e tomar umas.
Eu: Claro, lógico! Me avisa e a gente se junta.
Já combinado o fim de semana, ela pediu pra eu ir às 22h. Não queria que os vizinhos pensassem mal dela, porque aqui na minha cidade tem mais velha fofoqueira do que câmera de segurança, e o putedo rende pra tudo. Cheguei às 22h em ponto, cerveja na mão, cigarro e isqueiro na jaqueta, camisinha no bolso da calça. Pensei: pronto, tudo certo! Bati na porta de leve, ela demorou pra abrir. Cumprimentei com um beijo na boca e um abraço, e ela me convidou pra sentar no sofá e ver um filme. Abrimos uma cerveja, e ela começou a contar dos filhos, da idade dela. Ela tinha 40, mas posso jurar que pelo rosto e pelo corpo não aparentava. Tava separada há três anos e, segundo ela, nesse tempo não tinha tido parceiros nem fodas, o que me pareceu uma puta mentira, mas beleza, não ia discutir por isso.
Naquela noite, ela vestia uma calça jeans justa com um suéter de gola V, nada anormal pro que as mulheres usam, mas ia ter uma surpresa por baixo. Enquanto assistíamos ao filme, nossas mãos iam percorrendo nossos corpos devagar, e os olhares dos dois diziam que já estávamos prontos pra nos curtir mutuamente. De pouco em pouco, comecei a beijar o pescoço dela enquanto tocava os peitos dela por baixo do suéter. Os bicos estavam duríssimos, o que... Eu adorava. Naquele momento, ela sentou em cima de mim e aproveitei pra tirar o suéter dela, deixando ela só com um lindo sutiã preto de renda. Ela se movia em cima do meu pau como se já estivesse me penetrando, e eu beijava os peitos dela. Aí, de repente, ela saiu de cima de mim, se ajoelhou e ficou de quatro na minha frente, desabotoando minha calça e tirando ela completamente. Meu pau saltou pra fora, fazendo a apresentação, e ela não perdeu tempo: levou direto pra boca e começou a chupar tudo. Ela subia e descia a cabeça devagar, eu amava como ela chupava! De repente, ela parou e falou: "Tenho uma surpresa pra você, mas vem aqui que vamos ficar mais confortáveis e você vai ver melhor." Ela me pegou pela mão e me levou até o quarto dela. Acendeu a luz e mandou eu fechar os olhos. Obedeci e senti ela tirando a calça jeans. Depois de uns 20 segundos, ela disse: "Pode abrir, me fala o que você acha..." Lá estava ela, em pé em cima da cama, me olhando meio envergonhada e esperando minha reação. Parada na minha frente, com uma meia-calça e cinta-liga pretos, e uma tanga da mesma cor... Meu deus! Senti a cabeça do meu pau explodir! Na hora, não saiu palavra, só fiquei olando que nem um idiota até ela quebrar o silêncio e perguntar: "Bom, no fim, você gostou ou não?" Respondi: "Amei!" Ela sorriu e se jogou nos meus braços, me beijando e descendo até meu pau pra continuar chupando. Eu ajeitei ela pra fazer um 69 delicioso enquanto puxava a tanga dela. Ela estava toda depilada. Ficamos uns 5 ou 10 minutos nos lambendo até ela pedir pra eu meter. Subi e falei: "Cavala em mim!" Ela puxou a tanga pra o lado e se sentou em mim, soltando um gemido gostoso. Os movimentos de quadril dela eram deliciosos, enquanto eu lambia os peitos dela e segurava a bunda dela, aquela bunda linda que ela tinha. Depois de um tempo assim, pedi pra trocar de posição. Ela desceu e ficou de bruços na cama. Aproveitei pra puxar a tanga dela e, enquanto enfiava dois dedos na buceta dela... usa a palavra: buceta, minha língua procurava o cu dela, aí sim, isso eu gosto! Adoro que você chupe meu cu, ela dizia! Quanto mais ela falava, mais língua eu dava e a masturbava com fúria, enfia no meu cu, por favor! Quero sentir! Quero sentir seu pau dentro! Peguei meu pau e apontei pro cu dela, ela com as duas mãos abrindo pra dar passagem, espera! ela pediu e pegou na mesa de cabeceira um óleo de bebê, passou na mão e começou a me punhetar, assim é mais gostoso, ela disse, passou óleo na mão que eu espalhei pelo buraco gostoso do cu dela enfiando um dedo, vai, enfia, não aguento mais! Ela dizia e apontando meu pau foi entrando devagar, devagar e firme foi abrindo aquele cu de loucura que ela tinha, assim de bruços, ela se abrindo com as duas mãos comecei a bombar aquele cu lindo, cu que mais de uma adolescente teria invejado, eu penetrava e ela gritava e pedia mais, até que pediu pra eu comer ela de quatro, sua posição favorita, continuei penetrando aquele cu por um tempo até sentir que ia gozar, avisei e ela pediu pra continuar, que enchesse o cu dela de porra, e aí naquele momento gozei nojentamente dentro dela, enchendo ela completamente com minha porra... Deitei ao lado dela todo suado, e ela tinha uma cara de satisfação, ela suada também pela trepada me propôs irmos tomar banho, o que aceitei, entramos os dois no chuveiro e ela ensaboou bem meu pau, enquanto eu fazia o mesmo com os peitos dela enquanto beijava seu pescoço, aos poucos meu pau foi subindo e ela se abaixou pra chupar de novo, eu segurava a cabeça dela acompanhando os movimentos, nunca uma mulher me excitou tanto quanto ela! Pedi pra ela se virar pra eu poder lamber ela toda, minha língua ia da buceta dela ao cu e assim por diante, não aguentava mais a vontade de foder ela, ela subiu uma das pernas na borda da banheira e eu penetrei ela assim de costas enquanto segurava os peitos dela, um tempo assim até gozar, esquecendo das camisinhas que tinha trazido, ela me disse que não tinha problema, que era operada, então podia gozar quantas vezes quisesse dentro dela e em qualquer lugar... menos na boca dela... o que não me agradou, mas fazer o quê... não se pode ter tudo na vida, pensei. Depois disso, nos secamos e fomos para o quarto dela ver televisão, dormimos um pouco e ela me acordou às 07:00 da manhã... os filhos dela voltariam mais cedo porque o pai tinha brigado com a parceira dele. Meio sonolento, levantei e fui para a cozinha, sentei na cadeira, ela preparava uns mates pelada. Ao ver aquele rabo lindo dela, aquele corpo, me deu vontade de comer ela ali mesmo... até porque estávamos sozinhos e ainda dava tempo. Agarrei ela pela cintura com força e comecei a encostar ela, ela já sentia minha dureza, me disse "vamos para o quarto" e eu falei que não, penetrei ela meio curvada na pia, do jeito que ela gostava, e meti na pussy dela que escorria uns sucos gostosos até gozar dentro. Ela me contou depois que toda vez que cozinhava, lembrava daquela foda que ela amou tanto. Gozei, tomamos uns mates e fui embora pra minha casa, esperando uma mensagem dela pra poder ver ela de novo...
1 comentários - A surpresa da Mirta