Fidencio é daqueles amigos que são extremamente boas pessoas. Já perdi as contas de quantas vezes ele me salvou de enrascadas. Confidente e conselheiro. É um ótimo amigo, embora nunca tenha sentido algo mais por ele, por mais que seja um cara legal, não tem carisma, é tímido e meio burro nas conversas. Não sei se ele sente algo sério por mim, se sim, sempre deixei ele na friendzone. Mas confesso que já transei por pena com ele duas vezes, embora sempre deixasse claro que não passaria daquilo. Apesar de tudo, ele é meu amigo, então quando ele me contou que os colegas de trabalho zoavam ele, fiquei bem puta. Eles faziam piada do tipo "o idiota do Fidencio nunca comeu nenhuma gostosa" e isso deixava ele muito mal. Ele também me contou que tinha se metido numa enrascada, porque na tentativa de se defender, só piorou as coisas, mentiu, dizendo que sim, tinha namorada e que já não era mais virgem. Me senti incluída, porque pensando bem, talvez fosse eu quem tinha tirado a virgindade dele. Minha única ideia na hora foi falar pra ele continuar com a mentira, eu seria a "namorada" de mentira e iria com ele nas reuniões pra calar as piadas. E foi o que fiz, fui com ele três vezes, tentando ir o mais gostosa possível, não foi difícil ganhar daquelas velhas encruadas. A gente se beijou, brincou e riu, as piadas pararam. Pararam por um tempo, depois mudaram de tom. Fidencio não soube se defender. O mais insuportável continuava acusando ele de ser pouco homem. Disse que se "tivesse culhão suficiente, aceitaria trocar de parceira com ele". Isso foi o bastante. Admito que me surpreendi, entendo que tem casais que trocam de parceiros e fazem uma espécie de suruba caseira. Mas eu fazer parte daquilo, não sei, nunca tinha imaginado. Fidencio estava destruído, não teve coragem de responder o colega. Não consigo descrever a cara que ele fez quando eu disse que amanhã ele falasse pro tal colega que aceitava a proposta. Deixando os detalhes de lado, o dia chegou. A gente foi de Noite na casa do tal colega. Jantamos leve, tomamos um vinho e vimos um filme pra entrar no clima. Depois subimos pro quarto e o Fidencio me entregou pro amigo dele, enquanto ele fazia o mesmo com a esposa. Tenho que dizer que foi um péssimo negócio. A esposa do colega era mais velha, sem muitos atributos pra mostrar, os peitos meio caídos e sem bunda nenhuma, meio largada e com uma barriguinha. Todos nós nos despimos rápido e meu novo parceiro não parava de me elogiar. "Que gostosa você é", ele dizia enquanto me acariciava devagar. Dava pra ver a ereção dele, era um senhorzinho meio barrigudo, com a careca bem pronunciada. Em comparação, eu era a fruta mais preciosa do Éden. Ruiva, baixinha e de pele branca. Meus seios brilhavam entre as mãos dele. Não demoramos pra deitar. Tentei fazer o meu melhor papel. Comecei a masturbar o homem, ele deitou de barriga pra cima e eu me abaixei sobre ele. Coloquei o pau dele na minha boca, passei a língua na cabeça e fui introduzindo devagar. Não demorou pra ter ele inteiro dentro. Não era um pau tão grande, então, pra alegria do senhor, minhas mamadas eram completas. Mal sentia ele na garganta, então sem problema nenhum eu podia meter tudo, tirava e metia de novo enquanto o senhor delirava e enfiava as mãos no meu cabelo ruivo. O Fidencio também tava curtindo do meu lado, a nova companhia dele se esforçava pra chupar do melhor jeito, mas o pau dele era bem maior e ela mal conseguia meter até a metade. Foi o que deu pra ver porque meu parceiro se levantou na hora. Como ele não soltou meu cabelo, eu continuei com o pau na boca. Ele ficou de pé no chão, na beira da cama, e foi me posicionando pro que eu já tava esperando. Me deitou de barriga pra cima, com a cabeça pendurada na borda. Ele queria foder minha boca, foi o dia de sorte dele porque eu deixei. Mal tirou o pau da minha boca e já meteu de novo, o tempo exato pra eu deitar, não perdeu nem um segundo a mais. Enfiou o membro na minha boca e começou Aí, se mexendo, ele me comia como se fosse uma posição normal. Além disso, tinha a visão do meu corpo inteiro, senti as mãos dele apertando meus peitos, percorrendo minha cintura e acariciando minha buceta, ele enfiou um dedo e depois dois, tudo sem parar de usar minha boca. Apesar do tamanho pequeno, já tava começando a ficar sem ar. Ele não me deixava sair nem me mexer, e eu sentia o pau dele entrando e saindo da minha boca. Me engasguei e empurrei ele, só aí ele deixou eu tirar o pau dele, tossi e recuperei o ar enquanto ele tocava meu corpo todo e esfregava as bolas na minha cara. O processo se repetiu mais três vezes, umas fodas intensas com intervalos pra eu respirar. Quando ele decidiu que já era o suficiente, levantou de cima de mim e finalmente pude me deitar melhor. Meu pescoço tava doendo, tava sem ar, a cara cheia da minha própria saliva, os peitos vermelhos de tanto carinho e a buceta bem molhada. Olhei pro Fidencio, que já tava deitado em cima daquela senhora, metendo sem parar. Chegou minha vez. Meu parceiro tinha colocado a camisinha e pediu pra eu deitar de barriga pra cima. "Você é uma deusa", "ninguém nunca deixou eu fazer isso" foram alguns dos muitos elogios dele, adoro quando falam essas coisas, isso somado ao tesão da situação me convenceu a deitar como ele pedia. Abri minhas pernas e levantei elas. O senhor se aproximou de mim, me segurou pelos tornozelos e me penetrou devagar. Quando ele tava lá dentro, começou a me foder com mais força. Tinha um certo charme. Enquanto metia, não parava de falar como eu era linda. Ele dizia tanta coisa que até sentia um pouco de vergonha, bobo, né, porque naquele momento eu tava sendo penetrada, totalmente nua com as pernas abertas. Também me tocava como se nunca tivesse tocado numa mulher, mexia nos meus peitos, dos quais ele tinha se apaixonado. Acariciava minha cabeça, meu pescoço, minha cintura e o corpo inteiro. Tocava minhas pernas, acariciava e mexia elas pra todos os lados. Passaram de abertas pra fechadas, de no ar, ficar no peito dele, nos ombros, dobradas uma na outra e bem abertas em direções diferentes. Esse homem sabia mesmo aproveitar meu corpo. O clímax chegou quando ele começou a lamber meus pés. Ele tinha um fetiche neles, cheirava, passava a língua entre meus dedos, metia na boca e chupava. Me dava cócegas, mas ao mesmo tempo eu adorava. Ele chupou meus pés enquanto me comia num ritmo constante. Quando olhei pro lado, Fidencio estava deitado e quem estava por cima era aquela senhora. Ela estava montando nele com gosto. E me olhava. Será que era ciúme que eu via nos olhos dela? Ciúme de quem, me perguntei. Do marido dela, que estava devorando meus pés e metendo o pau na minha buceta? Ou do Fidencio? Será que ela gostava do pau dele? Pelo menos parecia, porque ela começou a se mover mais rápido, fez de propósito, queria mostrar que era melhor que eu. Não liguei muito, ela fazia tudo aquilo pelo Fidencio. Mesmo estando sendo muito bem comida, eu queria que fosse rápido. Então sugeri isso, indiretamente. Pedi pra trocar de posição e fiquei de quatro, não demorei a sentir o pau dentro de novo. De novo recebi mais elogios, dessa vez pelas minhas nádegas. Peguei a mão do senhor e levei até minha cabeça. "Me puxa pelo cabelo", implorei, e não precisei insistir. O quarto se encheu do som do choque entre os testículos dele e minhas nádegas. E dos meus gemidos. Do meu lado, a coisa também mudou. Fidencio olhava meus peitos balançando enquanto comia a esposa do colega dele. Isso foi um golpe pra ela, então ela também ficou de quatro e assim, as duas estávamos sendo comidas de quatro, uma do lado da outra. "Fidencio, amor. Come ela por trás", falei de forma safada. Se eu estava ajudando meu amigo, ajudaria de todas as formas. Também assim, me vingaria daquela puta, ela copiava minha posição, me olhava com cara feia, será que se achava melhor que eu? Bom, eu não ia facilitar se ela insistisse. "Isso não vai rolar, ela não faz sexo anal", disse o marido dela, que entre minhas nádegas meteu o pau dele, afastou uma delas com a mão enquanto observava toda a cena. Então não tava rolando sexo anal. Minha chance apareceu. "Mete por trás" falei pra ele. Até o Fidencio parou de foder por um instante. Pro parceiro dele não precisei repetir nada. Ele parou e me olhou por uns segundos, depois disse "Caralho, você é uma deusa mesmo". Pegou minhas nádegas com as mãos. Acariciou por um instante e abriu. Suponho que se preparou pra observar tudo que ia comer. Minhas nádegas brancas, carnudas e delicadas se afastaram pra deixar um espetáculo do caralho, meus lábios vaginais rosados e molhados, e meu cu bem fechado à disposição dele. O cara ganhou mais pontos porque o que fez me surpreendeu. Enfiou a cara na minha bunda. A língua dele foi direto pro meu ânus e chupou com gosto. Empurrava com a língua e era uma delícia, pouco depois já sentia a língua dele dentro do meu cu. Fiquei louca em segundos, eu mesma abria minhas nádegas pra ele poder me comer. Depois, delicadamente, enfiou um dedo por trás, sem parar de lamber, aí enfiou dois. Deixou lá por um tempo até meu esfíncter não resistir mais, ainda teve a decência de me dilatar. Se posicionou de novo e colocou o pau na entrada. Não precisou de muito esforço, o pênis deslizou com a saliva dele e entrou no meu cu. Gritei de dor e gemi de prazer. Ele fez o mesmo. Me pegou pelos cabelos de novo e começou a me montar. Fechei os olhos e vi estrelas. O cara se levantou na cama pra poder me foder melhor e foi exatamente isso que aconteceu, me fodeu muito melhor. Meu cu ardia e de pura safadeza o que fiz foi celestial pra ele: apertei a bunda com toda força. Ouvi os gemidos dele e com três ou quatro estocadas brutais anunciou que ia gozar, mas parou no meio do ato. "Deusa, quero terminar nos seus peitos" O homem tinha tocado cada centímetro do meu corpo, tinha lambido meus pés e meu cu. Tinha me fodido vaginal e analmente. Não ia negar gozo nos meus peitos. Na verdade, fui além. Deitei ele na cama, tirei a camisinha e coloquei o pau dele entre meus peitos. Ele gostava dos meus seios, então com eles eu faria ele gozar. Com as mãos, apertei eles em volta do pau dele e subia e descia, masturbando ele. De vez em quando chupava a cabeça dele, deixando minha saliva escorrer pra lubrificar. Não durou muito e ele explodiu com um berro. O primeiro jato de porra foi parar debaixo do meu queixo, espirrando pra todo lado, os outros jatos foram mais fracos e ficaram entre meus peitos. Mexi um pouco mais e fiquei toda lambuzada com a gozada dele. Tava com porra no queixo, no pescoço inteiro, entre os peitos e nos peitos. Até nas minhas mãos tinha porra. Rapidão me levantei e me deitei na cabeceira da cama. Mostrei o espetáculo pro cara, que me olhou com um sorriso de vitória. Toda a porra dele em cima de mim. O pau dele ainda tava duro. Ele tinha sido tão bonzinho comigo que fui ainda mais safada. Chamei ele com o dedo e quando ele chegou perto, peguei o pau dele, ainda duro e com porra escorrendo, e levei até minha boca. Bem devagar fui lambendo, chupando e enfiando até a garganta, lentamente e com cuidado deixei ele limpinho. A porra dele era bem salgada e tinha aquele cheiro de homem, entre umidade e virilidade. Continuei chupando mesmo quando ele já tava murchando. Mas minha companheira não tinha se esquecido de mim. Nem do jeito que eu tinha dado pro marido dela algo que ela não dava. O Fidencio tava comendo ela de papai e mamãe e já tavam no final. A senhora abria as pernas enquanto meu amigo pulava com energia em cima dela. Ela me olhou com ódio nos olhos e parou o Fidencio, com as mãos tirou o pau dele da buceta dela e, pra minha surpresa, tirou a camisinha. Pegou ele pelas nádegas e puxando, fez ele meter nela sem proteção. Eu ainda tava com o pau já mole na boca. Olhei pro dono dele, que também tava vendo a esposa sendo comida no pelo pelo meu amigo. "Vai! Goza! Dentro de mim!" Gritou que nem uma louca. O Fidencio, no meio do prazer Obedeceu e, com fortes estocadas, gozou dentro da buceta dela, que pelo visto estava tendo um orgasmo exagerado naquele instante. "Acho que vai dar problema se ele engravidar sua esposa", falei pro parceiro do Fidencio, com o pau dele entre meus lábios. Senti ele começando a endurecer de novo. "Não é minha esposa", ele me respondeu. "É uma puta que paguei pra transar com ele", completou depois. Acho que o Fidencio não ouviu nada. Não consegui responder porque na mesma hora ele segurou minha nuca e enfiou o pau na minha boca de novo. "Fidencio", pensei enquanto aquele senhor insistia em gozar na minha boca, "você é um idiota".























3 comentários - #22 Meu amigo me troca (swing)