Olá, pessoal! Vou compartilhar minha história com vocês. Meu nome é Alex, tenho 28 anos e casei aos 25 com a Julissa, uma moça magra, de pele morena clara. Apesar de ser magra, ela é gostosa de dar gosto. Meio envergonhada na hora do love, enquanto eu sou bem fogoso e só vivo pensando em sexo, hahaha. Pois meu delírio começou num dia, logo depois de casados, quando fomos para a Fazenda da família da Julissa — e é aí que minha história começa...
A razão dos meus problemas: MIRANDA. Uma menina que na época tinha acabado de fazer 18 anos, gostosa, cabelo liso naquele tempo, magra mas já com a silhueta bem desenhada do corpaço que tava se desenvolvendo. Uma menina problema, pelo que eu sabia, ruim na escola, não gostava de estudar, já tinha passado por várias escolas particulares sem terminar nenhuma, com um gênio forte, respondona e se achando igual a todo mundo.
No dia que chegamos, Julissa me apresentou pra todo mundo e, quando chegou nela, ela só me olhou de cima a baixo e saiu fora, hahaha (sou alto, magro e gosto de malhar, ou seja, me mantenho em forma, digamos assim). Eu, com o canto do olho, fiquei seguindo ela indo e vindo com um shortinho curto marcando toda a bunda redonda, bonita e empinada.
O dia passou e, quando chegou a noite, o assunto do meu trabalho veio à tona. Sou engenheiro, mas entendo um pouco de tudo. Julissa é professora e comentou que eu manjava muito de computação... Ao ouvir isso, a Tere, mãe da Miranda, perguntou se eu poderia consertar o laptop da menina, que tinha baixado sei lá o que e travou. (Tere e Julissa são irmãs, pra contextualizar.)
Eu, sem problema nenhum e educado, falei que ia tentar. Aí a Tere chamou a Miranda e pediu pra ela trazer o laptop. Miranda me encarou firme e disse: "Tô com ele no meu quarto, debaixo de um monte de coisas, não consigo pegar." Eu aceitei ir buscar ele pessoalmente, enquanto a Tere, a Julissa e o resto da família ficaram na sala. Ela ia na minha frente, caminhando com um vestido... Tipo minissaia, cheguei a pensar que ela tava tentando me provocar. Minha surpresa ia vir logo depois. Entrei no quarto e ela falou: "Tá aí". Não tava com nada em cima, como ela tinha dito, e eu não falei nada. "E aí, é casado com aquela bocó da minha prima?" Ela disse. "Sim, é isso aí", respondi, rindo da cara dela. Kkkkk. Nisso, esqueci que não tô de calcinha, ela falou, pegando uma calcinha na cama e vestindo ali em pé na minha frente. Pra ser sincero, fiquei completamente de boca aberta. Comecei a arrumar o notebook e descobri que a menina tinha baixado vídeos pornô de um site e pego vários vírus. Continuei mexendo, sentado numa cadeira ao lado de uma escrivaninha. Perguntei se ela tinha os discos do notebook pra instalar os programas. Ela disse que sim, subindo numa cadeira e pegando eles de um armário que tinha ali. Quando levantou os braços pra pegar o que pedi, vi a calcinha pequena apertando as bundas bem gostosas dela. Ela me olhou e sorriu. Me deu os discos e sentou naquela cadeira na minha frente, a poucos metros. Tava nisso quando a Julissa entrou. "Como tão as coisas?" ela perguntou. "Bem, ainda falta um pouco." "Ô, vou deitar daqui a pouco, me alcança depois. A Tere e os outros já foram dormir, não demora." "Só isso", respondi. Ela se despediu da Miranda: "Até amanhã..." Minutos depois, a Miranda levantou, fechou a porta, deu uma espiada antes pra ter certeza de que todo mundo já tava deitado. Voltou e sentou. Ouvi a voz dela: "FOI O PORNÔ, NÉ?" Eu só ri e falei: "É, você baixou pornô de um site cheio de vírus e isso fodeu o notebook, mas já já tá pronto." Quando levantei o olhar, ela tava com as pernas abertas em cima da cadeira, mostrando todo o panorama.
E também baixei uns gifs de mulheres masturbando homens. "Julissa te masturba, primo?" ela perguntou. Eu só ri e falei: "Não, quase não gosta." Ela me contou que só tinha tido um namorado, que foram só uns meses e que ele só tinha comido ela, e que foi aí que ela descobriu sobre ele (clássico). Disse que tinha curiosidade de fazer aquilo que via nos vídeos de masturbar o cara do vídeo e coisas assim. O olhar dela fixo na minha calça, onde já marcava meu pau de tão excitado que eu tava. Num momento de lucidez, decidi sair dali pra evitar algum problema grande. Falei que já tinha compromisso e que ela tomasse cuidado ao baixar mais coisas. Quando tava quase saindo do quarto dela, ela disse: "Ei, primo, me deixa ver?" Eu parei seco e voltei, trancando a porta. "Só ver?" eu perguntei. "É, só ver, não seja assim...!!!" A razão foi embora e eu me coloquei na frente dela, tirando o pau pra fora. Ela olhou de um lado pro outro e disse: "Vai, masturba!" Eu falei que sim, mas que precisava vê-la bem, que ela ficasse de quatro na cama e abrisse a bunda. Passou pela minha cabeça que era exagero, que ela ia ficar brava ou sei lá o quê... Mas ela fez. Virou-se, ficou de quatro e abriu tudo aquilo, mostrando toda aquela buceta, aquela paisagem só pra mim.
Virando a cabeça pra me ver enquanto eu me masturbava, ela se endireitou e me disse: "Primo, posso fazer eu mesma..?" "Pode sim", falei, "e não chama de pênis, chama de cock". Sentei na cadeira onde ela tinha acabado de estar, com as pernas abertas. Ela foi pro chão, de joelhos, pra ficar de frente pro meu cock, todo duro e no talo. Agarrou com as duas mãos e começou a fazer uma punheta de antologia.
Eu via ela subindo e descendo as mãos no meu pau sem tirar os olhos de cima. Ficou me masturbando assim por um tempo até que ela disse: "Primo, faz tempo que não faço isso! Mete em mim, vem, mete teu pau...!!" Ela se colocou de novo na cama de quatro.
Tirando a roupa rápido antes
Os dois estavam possuídos e só queríamos transar, e fui enfiando devagarzinho
Quem a desvirginou não tinha machucado muito, porque ela ainda estava bem apertada.
Ela só abria a boca e abafava os gemidos pra não fazer barulho.
Assim meti forte até ela gozar.
Quando eu tava quase gozando, ela falou: "Primo, goza na minha boca igual nos vídeos". E foi o que eu fiz, joguei um facial na cara e na boca dela. Ela tava toda extasiada por ter feito tudo que queria daqueles vídeos que ela via.
Quando terminamos, nos vestimos e saí rápido do quarto dela. No dia seguinte, viemos embora cedo. Mas não acaba aqui. Três anos depois do que aconteceu, ela foi pra cidade procurar trabalho, e a Julissa disse pra irmã dela, a Tere, que eu dava um jeito, que ela não precisava se preocupar. Mas isso fica pra minha próxima história... Saudações.
A razão dos meus problemas: MIRANDA. Uma menina que na época tinha acabado de fazer 18 anos, gostosa, cabelo liso naquele tempo, magra mas já com a silhueta bem desenhada do corpaço que tava se desenvolvendo. Uma menina problema, pelo que eu sabia, ruim na escola, não gostava de estudar, já tinha passado por várias escolas particulares sem terminar nenhuma, com um gênio forte, respondona e se achando igual a todo mundo.
No dia que chegamos, Julissa me apresentou pra todo mundo e, quando chegou nela, ela só me olhou de cima a baixo e saiu fora, hahaha (sou alto, magro e gosto de malhar, ou seja, me mantenho em forma, digamos assim). Eu, com o canto do olho, fiquei seguindo ela indo e vindo com um shortinho curto marcando toda a bunda redonda, bonita e empinada.
O dia passou e, quando chegou a noite, o assunto do meu trabalho veio à tona. Sou engenheiro, mas entendo um pouco de tudo. Julissa é professora e comentou que eu manjava muito de computação... Ao ouvir isso, a Tere, mãe da Miranda, perguntou se eu poderia consertar o laptop da menina, que tinha baixado sei lá o que e travou. (Tere e Julissa são irmãs, pra contextualizar.)
Eu, sem problema nenhum e educado, falei que ia tentar. Aí a Tere chamou a Miranda e pediu pra ela trazer o laptop. Miranda me encarou firme e disse: "Tô com ele no meu quarto, debaixo de um monte de coisas, não consigo pegar." Eu aceitei ir buscar ele pessoalmente, enquanto a Tere, a Julissa e o resto da família ficaram na sala. Ela ia na minha frente, caminhando com um vestido... Tipo minissaia, cheguei a pensar que ela tava tentando me provocar. Minha surpresa ia vir logo depois. Entrei no quarto e ela falou: "Tá aí". Não tava com nada em cima, como ela tinha dito, e eu não falei nada. "E aí, é casado com aquela bocó da minha prima?" Ela disse. "Sim, é isso aí", respondi, rindo da cara dela. Kkkkk. Nisso, esqueci que não tô de calcinha, ela falou, pegando uma calcinha na cama e vestindo ali em pé na minha frente. Pra ser sincero, fiquei completamente de boca aberta. Comecei a arrumar o notebook e descobri que a menina tinha baixado vídeos pornô de um site e pego vários vírus. Continuei mexendo, sentado numa cadeira ao lado de uma escrivaninha. Perguntei se ela tinha os discos do notebook pra instalar os programas. Ela disse que sim, subindo numa cadeira e pegando eles de um armário que tinha ali. Quando levantou os braços pra pegar o que pedi, vi a calcinha pequena apertando as bundas bem gostosas dela. Ela me olhou e sorriu. Me deu os discos e sentou naquela cadeira na minha frente, a poucos metros. Tava nisso quando a Julissa entrou. "Como tão as coisas?" ela perguntou. "Bem, ainda falta um pouco." "Ô, vou deitar daqui a pouco, me alcança depois. A Tere e os outros já foram dormir, não demora." "Só isso", respondi. Ela se despediu da Miranda: "Até amanhã..." Minutos depois, a Miranda levantou, fechou a porta, deu uma espiada antes pra ter certeza de que todo mundo já tava deitado. Voltou e sentou. Ouvi a voz dela: "FOI O PORNÔ, NÉ?" Eu só ri e falei: "É, você baixou pornô de um site cheio de vírus e isso fodeu o notebook, mas já já tá pronto." Quando levantei o olhar, ela tava com as pernas abertas em cima da cadeira, mostrando todo o panorama.
E também baixei uns gifs de mulheres masturbando homens. "Julissa te masturba, primo?" ela perguntou. Eu só ri e falei: "Não, quase não gosta." Ela me contou que só tinha tido um namorado, que foram só uns meses e que ele só tinha comido ela, e que foi aí que ela descobriu sobre ele (clássico). Disse que tinha curiosidade de fazer aquilo que via nos vídeos de masturbar o cara do vídeo e coisas assim. O olhar dela fixo na minha calça, onde já marcava meu pau de tão excitado que eu tava. Num momento de lucidez, decidi sair dali pra evitar algum problema grande. Falei que já tinha compromisso e que ela tomasse cuidado ao baixar mais coisas. Quando tava quase saindo do quarto dela, ela disse: "Ei, primo, me deixa ver?" Eu parei seco e voltei, trancando a porta. "Só ver?" eu perguntei. "É, só ver, não seja assim...!!!" A razão foi embora e eu me coloquei na frente dela, tirando o pau pra fora. Ela olhou de um lado pro outro e disse: "Vai, masturba!" Eu falei que sim, mas que precisava vê-la bem, que ela ficasse de quatro na cama e abrisse a bunda. Passou pela minha cabeça que era exagero, que ela ia ficar brava ou sei lá o quê... Mas ela fez. Virou-se, ficou de quatro e abriu tudo aquilo, mostrando toda aquela buceta, aquela paisagem só pra mim.
Virando a cabeça pra me ver enquanto eu me masturbava, ela se endireitou e me disse: "Primo, posso fazer eu mesma..?" "Pode sim", falei, "e não chama de pênis, chama de cock". Sentei na cadeira onde ela tinha acabado de estar, com as pernas abertas. Ela foi pro chão, de joelhos, pra ficar de frente pro meu cock, todo duro e no talo. Agarrou com as duas mãos e começou a fazer uma punheta de antologia.
Eu via ela subindo e descendo as mãos no meu pau sem tirar os olhos de cima. Ficou me masturbando assim por um tempo até que ela disse: "Primo, faz tempo que não faço isso! Mete em mim, vem, mete teu pau...!!" Ela se colocou de novo na cama de quatro.
Tirando a roupa rápido antes Os dois estavam possuídos e só queríamos transar, e fui enfiando devagarzinho
Quem a desvirginou não tinha machucado muito, porque ela ainda estava bem apertada.
Ela só abria a boca e abafava os gemidos pra não fazer barulho.
Assim meti forte até ela gozar.
Quando eu tava quase gozando, ela falou: "Primo, goza na minha boca igual nos vídeos". E foi o que eu fiz, joguei um facial na cara e na boca dela. Ela tava toda extasiada por ter feito tudo que queria daqueles vídeos que ela via.
Quando terminamos, nos vestimos e saí rápido do quarto dela. No dia seguinte, viemos embora cedo. Mas não acaba aqui. Três anos depois do que aconteceu, ela foi pra cidade procurar trabalho, e a Julissa disse pra irmã dela, a Tere, que eu dava um jeito, que ela não precisava se preocupar. Mas isso fica pra minha próxima história... Saudações.
1 comentários - Minha sobrinha gostosa