Finalmente ela se entregou

FINALMENTE ACONTECEU
UM RELATO 100% VERÍDICO SOBRE A VIDA INCESTUOSA ENTRE MEU PAI E EU.

Faz mais de seis meses que escrevi esse relato, já que é parte da minha experiência com o incesto que venho praticando desde novembro deste 2004. Como em todos os relatos, sou uma garota de 25 anos da Cidade do México, moro na parte sul dessa grande cidade, onde parece que mil coisas aconteceram nestes dias, já que vimos desde o sequestro de um técnico de um time de futebol até notícias dos furacões nos EUA. Sou normal, não tenho nada de especial que eu possa ostentar, além de ter meus escassos 25 anos.

Minha família é composta por dois irmãos e meu pai, já que minha mãe foi embora com um cara e nos deixou, os três. Eu sou a mais velha, o próximo é meu irmão Luis e minha irmã Sandra. Eu tinha apenas uns 18 anos quando minha mãe foi embora. Já fazem 7 anos sem ela. Eu cuidei dos meus irmãos, fazendo o papel de mãe, cuidando deles, já que ambos ainda estão na escola primária. E, bem, aqui estou eu, tentando me superar nos meus estudos.

Meu pai tem um bom emprego, não nos falta nada, podemos dizer, já que temos todo o conforto. Não somos gente rica, mas, como conto, vivemos bem.

Não sou uma gênia, mas vou bem na escola. Não digo em qual para não me meter em encrencas com quem mora por perto e acabar lendo meu relato.

Não tive coragem de publicá-lo antes, pois o medo de que alguém conhecido lesse e visse coincidências poderia causar alguns problemas. Mas, enfim, superei isso e, ao ler os relatos de incesto, fico surpresa de que parece que quem seduz as filhas ou filhos são os pais e que, involuntariamente, a filha se deixa levar. Isso não faz muito sentido para mim, também porque os pais são os que geralmente narram suas experiências com os filhos. Preferi narrar minha experiência. Bom, também não acho que meu pai se atreveria a escrever sobre isso que estamos vivendo.

Como é Costume aqui no México, geralmente a gente sempre faz uma festa pras meninas da minha idade. Meu pai me perguntou se eu queria que fizesse uma pra mim, eu recusei e falei que preferia que a gente fosse viajar, ele e meus irmãos, e curtir esse dinheiro em vez de dividir com uns penetras. Na família, acharam uma ideia muito ruim, quero dizer, meus tios e primos já tavam contando com a festa. Mas minha decisão também foi porque não tava a fim de ver a cara da família da minha mãe, já que, mesmo ela tendo ido embora, a gente ainda mantinha contato com os avós e tios.

Meu pai achou a ideia muito boa e a gente foi passear uma semana e meia, que foi super foda pra caralho, porque além de conviver com minha família, conheci vários caras nesse rolê.

Dá pra dizer que foi aí que tudo começou. A gente foi pra praia e passou 8 dias lá, e o resto numa cidade muito tranquila. Vou contar que, bom, já tô meio desenvolvida pra minha idade, e meu pai, acho que percebeu quando a gente tava na praia, porque ao me ver de biquíni, ele via que uns caras me olhavam. Acho que ele ficava com um ciúme danado, ainda mais porque eu dava trela pra alguns e ficava conversando com eles.

Na volta, tudo foi muito normal, mas como eu falei, a mudança também foi algo. Imagino que ele já não via mais uma menininha que ele mimava e a gente brincava os quatro juntos. Minha curiosidade sobre incesto começou quando, na casa de uma amiga, a gente tava fazendo um trabalho da escola e uma delas entrou num site de contos. A gente começou a ler histórias de tudo, mas eu achei as de incesto muito fodas e foram as que mais me chamaram a atenção. Ler aquilo me deixou curiosa, e eu queria ler mais sobre o assunto, principalmente incesto.

Já em casa, da minha parte também mudou muito a atitude com meu pai. Acho que os contos me fizeram ter um monte de ideias confusas, porque cheguei a observar meu irmão quando ele tava fazendo xixi, e até numa certa situação, meu pai... Papai também, meu pai não é um homem feio, e também me dava um aperto no coração pensar que depois que minha mãe foi embora, ele não se envolveu com nenhuma mulher, só viveu pra gente, e imagino que a vida íntima dele ele guardou pra não nos expor.
Naqueles dias, comecei a ficar mais corpuda e meu uniforme da escola ficava mais curto. Quando eu chegava da escola ou quando meu pai me via, notava um certo nervosismo nele, até que algumas vezes peguei ele me observando. Minhas pernas estavam ficando mais torneadas e meus quadris, assim como minha bundinha, estavam mais empinados. Ele chegou a me dizer que eu tinha o corpo da minha mãe quando ela tinha a minha idade e que eu tinha o rostinho angelical da minha tia, irmã do meu pai, que sempre achei uma mulher muito gostosa.

Uma noite, acordei de madrugada pra ir ao banheiro e ouvi barulhos no quarto do meu pai, já que tinha que passar do lado pra chegar lá. Pensei que ele estivesse passando mal e entrei, como é costume aqui em casa, sem bater. Minha surpresa: encontrei meu pai deitado na cama, se masturbando. Fiquei uns segundos olhando pra ele, e ele pra mim, e saí correndo do quarto. No dia seguinte, nem ele nem eu falamos nada, mas quando nos olhávamos, parecia que estávamos com vergonha, ficávamos vermelhos e só nos encarávamos de canto de olho. Eu fui pra escola, e meus irmãos também.

No fim de semana, meu pai me disse que a irmã dele ia dar uma festa pra um dos nossos primos. Eu falei que não tava a fim de ir e que tinha muita lição de casa, então fiquei. Ele foi com meus irmãos. Minha intenção era ler mais histórias de incesto, e também, por que não dizer, desde aquela noite não parei de pensar no meu pai. Pensar que o coitado não tem mulher, que tá sozinho e que pra apagar os desejos dele tem que se masturbar. Só de pensar nisso, eu ficava toda molhada.

Já no fim da tarde, meu pai chegou, mas sem meus irmãos. Me contou que eles não quiseram voltar porque estavam brincando com os primos, e minha tia disse pra deixar eles ficarem e que no domingo ele fosse buscá-los. Ele achou uma boa ideia e ficou. Isso voltou sozinho.
Ele foi assistir TV no quarto dele, eu estava muito excitada. Sei que isso não é normal, mas eu tinha vontade de ficar com meu pai. Vou contar tudo: nesses dias ou meses desde que voltei das férias, de certa forma venho provocando meu pai, usando roupas bem curtas, decotadas ou alguns tops, pra mostrar mais meus atributos. Não tenho peitos grandes, mas eles são bem bonitos.

Entrei no quarto dele e perguntei o que ele estava fazendo. Ele disse que tava vendo um filme na TV. Deitei do lado dele, vestida com uma saia curtinha e um top, minhas pernas estavam bem à mostra e meus peitos marcados. Ele percebeu, porque várias vezes notei que ele dava umas olhadas nas minhas pernas e nos meus peitos. Eu gostava que ele me olhasse. Sem mais delongas, fiz uma pergunta bem direta que deixou ele meio gelado: "O que você tava fazendo naquela noite que eu te vi?" Ele me olhou, ficou mudo, e depois de um silêncio sepulcral falou: "São coisas de homem, você não precisa saber." Eu ri e fiquei quieta, mas perguntei de novo o que ele tava fazendo. Ele me lançou um olhar mais lascivo, com vontade de me contar, mas parecia que se arrependia.

Fiz uma pergunta ainda mais direta, sem vergonha: "Pai, quanto tempo faz que você não fica com uma mulher?" Essa pergunta fez ele ficar todo vermelho, com o olhar baixo, como se estivesse envergonhado, sem saber o que responder. Eu ri, e ele, meio bravo, pulou em cima de mim brincando, dizendo que eu sou uma menina má, que essas coisas não se perguntam pra um pai. Entre risadas, ele segurava minhas mãos e a gente brincava, nossos corpos se encostando de um jeito que eu percebia que meu pai estava excitado. O pau dele tava crescendo dentro da pijama, e quando o corpo dele encostava mais no meu, eu sentia a dureza do pênis dele. Eu já tava excitada, e acho que ele percebeu. Bem, minha calcinha tava toda molhada, e não dava pra evitar. Ele via no meu rosto que eu tava a fim. Algo em mim percebia que ele estava com muito medo, com certeza de que eu reagiria de forma negativa, pensando em tanta coisa que se vê na TV ou se ouve no rádio.
Sem que ele esperasse, plantei um beijo na boca dele. No começo, houve uma rejeição da parte dele, dizendo que eu era filha dele e que não devíamos fazer aquilo, que era algo errado. Fiquei assustada com a reação dele, porque ele me deu um empurrão que me fez cair sentada na cama. Ele só me olhou, viu que meu rosto estava meio vermelho e imagino que muito confusa com a reação dele.

Meu pai me disse: "Olha, filha, isso que você está fazendo não está certo. Não sei em que erro eu caí pra você reagir assim. E se for por algo que eu fiz, me perdoa, filha, se houve um mal-entendido."

Ao ouvir essas palavras do meu pai, fiquei gelada. Como era possível que ele me rejeitasse? Eu sei que sou filha dele, mas ele também sabe que já sou uma mulher.

Me aproximei dele de novo, abracei ele e tentei colocar meu corpo bem junto ao dele. A reação dele foi diferente, porque ele me apertou com força. Senti meus peitos se espremerem contra o peito dele, e acho que ele percebeu. Minha cabeça se apoiou no ombro dele. Parecia que não tinha acontecido nada, só que meus peitos estavam bem duros e eu ainda percebia, por fora, que o pau do meu pai estava maior.

Quando nos sentimos de novo à vontade e ele mais calmo, dei um beijo na bochecha dele. Ele agradeceu muito, me dando outro beijo. Depois, comecei a beijar o pescoço e as orelhas dele. Notei que ele reagia diferente: estava gostando das minhas carícias com a boca, dando beijinhos gostosos e mordendo as orelhinhas dele. Percebi mais disposição e prazer nele com o que eu fazia.

Ele estava cedendo a tudo. Decidi tentar de novo: cruzei nossos olhares, nos vimos de frente e beijei ele na boca. Plantei um beijo nos lábios carnudos e fortes dele. Ele aceitou com gosto, me dando um beijo mais profundo, e comecei a sentir a língua dele explorando minha boca, tentando buscar dentro dela. minha língua pra enrolar com a dela, isso me deixou excitada ao sentir ela cheirando minha língua na minha boca, muito medrosa também, com a mão dela começou a explorar partes mais íntimas de mim, no começo, com as mãos dela me tocava e acariciava minhas costas, depois foi descendo com um medo, imagino que pensou que eu ia reagir mal ou rejeitar, se soubesse que desde aquela noite que vi ele se masturbando, não parei de pensar nele, ele tocou minhas bundinhas me fez dar um pulinho ou melhor meu corpo se arrepiou, sentindo uma eletricidade que percorria todo meu corpo.
Minha reação foi descer devagar minhas mãos, e tentar tocar o pau dele, ele imediatamente pegou minha mão, tentando impedir, mas nossos beijos foram tantos que com minha outra mão, tirei a mão dele e continuei na minha missão de achar o pau dele, no momento que encontrei segurei por cima do pijama dele, ele deu um gemidinho, assim como eu. Pela primeira vez na minha vida estava tocando um pau e tocando também o do meu pai.
Habilmente coloquei minha mão dentro do pijama dele, encontrando o pau pelado, sentindo o calor do aparelho dele e imagino que ele também sentindo minha mão apertar, ele gemia, sentia que estava disposta a tudo naquele momento, nos separamos um instante, só nos olhávamos nunca iniciamos uma conversa, da minha parte pra ele não recuar no que estávamos fazendo, acho que ele pensou o mesmo, sem mais tirei minha saia e meu top, ficando na frente dele só de calcinha, ele reagiu com um sorriso meio nervoso, me levantei um pouco e tirei minha calcinha, ficando na frente dele completamente nua, só falei uma palavra TIRA A ROUPA a reação imediata dele fez isso, ficamos os dois frente a frente pelados eu, bem provocativamente, lambi meus lábios com minha língua e nos fundimos de novo num beijo, mas agora bem diferente, já que nossos corpos nus pela primeira vez se uniram num só, eu senti o coração dele bater muito forte, eu também, sentia o calor do corpo dele que me transmitia pro meu, estava super excitada, ele com O pau dele duro, eu tocava com minhas mãos e massageava, ele gostava, a reação dele foi de prazer, eu percebia porque os beijos dele ficavam mais intensos e parecia que ele queria devorar minha língua.
Foi nesse momento que ele parou de beijar minha boca e começou a beijar meu corpo todo, quando senti ele percorrer meu pescoço, morder minhas orelhinhas e beijar o interior delas, só saíam gemidos da minha boca ((uyyyyyyy, mmmmmmmm ahhhhhhhhhhhhhhhhhhhhhhhhhh, siiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiii masssssssssssssssss me beija massssssssssssssssss)), bom, eu também falei umas coisinhas, mas eram mais meus ruídos guturais e gemidos..
Ele beijou meu corpo todo, se agarrou nos meus peitos, que são meio grandes pra não serem operados com silicone, vou lembrar que tenho 25 anos, minha buceta tem poucos pelinhos, mas meu calor fica cada vez mais intenso e forte, eu gemia e comecei a gritar coisas, massssssss me beija mais quero sentir você quero ser sua, de ninguém mais, quero ser sua, eu falava de um jeito insistente pro meu pai, acho que ele gostava do que eu dizia porque ele fazia com mais vontade, entre meus gritos quase me fez mijar quando pela primeira vez senti o contato da boca dele na minha buceta, me motivou a dar uma olhada e ver ele ajoelhado na minha buceta beijando e enfiando a língua, me excitou muito, tava quase ficando louca de tanto prazer que meu pai me dava, imaginem, meu pai que deu a parte dele com a sementinha pra eu nascer, naquele momento ele tava me dando uma mamada daquelas que me deixava louca de tesão, comecei a gemer falar mais besteiras, MMAISSSSSS, CONTINUA NÃO PARA VOCÊ TÁ ME DANDO MUITO PRAZER, DEUS PAI EU SOU SUA FILHA UMA PUTA, DEUSSSSSSSS JÁ NÃO AGUENTO MAIS, QUE QUE TÁ ACONTECENDO, SINTO ALGO, DEUSSSSS, JÁ JÁ NÃO, AHHHHHHHHHHHHHHHHHHHHHHHHHHHHHHHHHHHHHHHHHHHHHHHH, eu gozei pela primeira vez um orgasmo intenso, que não aguentava mais mesma, eu tava no ponto do delírio, meu deus que delícia, que gostosoo, só de colocar essas letras no meu relato, já tô toda molhada de lembrar do momento.
Ainda não tinha rolado nada mais sério entre nós dois e eu já tinha tido um orgasmo tão intenso que nem soube se foi um só ou vários ao mesmo tempo, meu próprio pai, meu progenitor, aquele que com a semente dele me deu a vida, tava me dando o maior prazer da minha vida. Pra muitas ou muitos, imagino que isso seja aberrante, mas como vocês se sentiriam ao ver a pessoa que mais amam se consumindo pela perda da parceira e ainda mais pelo jeito que a perdeu, por outro? Ele sempre me disse que eu parecia muito com minha mãe, e ser eu a saciar os desejos sexuais dele e me sentir a mulher dele, como em muitos contos que li nesses sites gostosos.

Eu tava quase desmaiando de tanto orgasmo que meu próprio pai me fez chegar, fiquei exausta, sem dizer nada. Meu pai, olhando pro meu rosto, sem aviso nenhum se levantou, eu vendo aquela virilidade enorme dele, e com as mãos ele abriu minhas pernas. Entendi na hora que já tava chegando a hora de consumar nosso ato final. Meu corpo começou a tremer, não era frio, era a emoção de poder, pela primeira vez, me sentir possuída. Também não era o fato de que ia perder a virgindade, porque nem isso tava na minha cabeça, não fazia ideia do que ia acontecer, só de pensar que, como em muitas fotos e leituras, eu ia ser penetrada pelo ser que mais amo: meu pai.

Ele tava com uma ereção tremenda, o pau dele parecia grande, no começo eu mesma duvidei se ele não ia me machucar. Ele foi se deitando e guiando aquela protuberância enorme pra dentro da minha bucetinha. Senti pela primeira vez a cabeçona do pau dele batendo nos lábios da minha buceta, deu uma empurradinha leve e a cabecinha sumiu nas minhas dobras. Eu fiquei bem quietinha, levantava a cabeça pra não perder nenhum detalhe da minha primeira vez. Apesar do meu nervosismo, eu tava super molhada da minha bucetinha, ao notar que a glande dele cabeça da pica do meu pai entrou sem dificuldade, eu gemi de um jeito que fez ele olhar pro meu rosto, já que, assim como eu, ele tava vendo como tava me penetrando, com aquela pica enorme dele, eu soltei um AAAAAAAAHHHHHHHHHHHHH, MMMMMMMMMMMMMMM, ele, meio confuso, me perguntou se tava doendo, eu falei que não, que ele continuasse, ele me olhou de frente, se deitou um pouco mais sem me penetrar, bem baixinho, falou no meu ouvido, MEU AMOR, VAI DOER UM POUQUINHO, MAS É SÓ UM MOMENTO. ME DEU UM BEIJO NA MINHA BOCA BEM CARINHOSO, e sem me dar tempo de reagir, deu um empurrão forte e certeiro, eu só soltei HAAAAAAAYYYYYYYYYYYYYYYY, TIRA, TÁ DOENDOOOO TIRAAAA HAYYYYYYYYY, e as lágrimas começaram a cair de tanta dor na minha barriga, só Deus na minha mente era o que vinha, tentei de tudo pra me soltar do meu pai, empurrava ele com as minhas próprias pernas, batia nas costas dele com as mãos, e ele não saía, era uma dor tão forte, não sei como descrever, agora que tô escrevendo, lembrei de uma vez que enfiei um alfinete numa borboleta, ela batia as asas sem parar tentando escapar, e eu pensei que era igual aquela borboleta, enfiada num pau enorme e sem conseguir me soltar por mais que tentasse, me sentia sufocada, e não parava de chorar, implorava, ameaçava, pedia pra ele ter pena da filha dele, acho que ele pensou "agora sim, minha filha" kkkkkkkkkkkk, mas ele ficou naquela posição, não fazia nenhum movimento, só ficou parado depois da estocada, sem se mexer, só se moveu duas vezes, como pra confirmar se já tinha cumprido o objetivo, ele sabia que desde a primeira estocada já tinha conseguido, já tinha entregado minha virgindade pra pessoa que eu mais amava na minha vida, meu PAI.
Ele começou a se mover devagar, sabia que ainda tava doendo um pouco, porque eu me queixava fraquinha, me sentia meio derrotada, mas feliz, e não sabia por que aquela felicidade naquele momento, depois entendi por que, os movimentos foram cada vez mais rápidos, tipo, de devagar começaram a aumentar de intensidade, a dor, embora ainda persistisse fracamente, eu comecei a sentir um formigamento no corpo, igual quando meu pai começou a me fazer oral, mas aquele formigamento foi ficando cada vez mais forte, era como cócegas e ao mesmo tempo arrepios, não sei explicar direito, e os gemidos da minha boca começaram a sair, MMMMMMMMMMM., MAIS DURO, NÃO PAAAAA RA PAPAIZIIIIINHO, TÔ GOSTANDO, DE REPENTE ENTRE AS METIDAS VINHA UM POUQUINHO DE DOR, HAAAAAYYYY, O PREOCUPADO PARAVA UM MOMENTO me olhava, eu só olhando, quase pedia pra ele continuar, sem falar nada ele continuava metendo de repente muito rápido e de repente muito devagar uyyyyyy, vocês não sabem que gostoso, eu me sentia desfalecendo de novo, dava vontade de chorar, gritar, não sei dizer muita coisa, mas não parava de gemer, DEUSSSSSSSSS, NÃOOOOO PAAAAA RA TÔ SENTINDOOOOOOOO MUITOOO BOM AAAAAAAHHHHHHHHH, UUUUYYYYYYY MAISSSSS, SIIII MAISSSSS AGORA AGORA NÃOOO DEUSSS SII MAISSSS AGORAAAA AHHHHHHHHHHHHH HAAAAAAAAAAAYYYYYYY. MMMMMMMMMMM QUE ISSO MAISSSSS NÃO PAAAAA RA eu tava gozando pela segunda vez, mas dessa vez sendo fodida (ou macetada, como preferirem) pelo meu pai, quando ele percebeu isso começou a meter e tirar mais rápido, eu já não aguentava, sentia tão gostoso, tava já no ponto da loucura, ele metia mais forte, sentia como se o pau dele batesse no fundo de mim, aquela sensação de batida me deixava mais feliz e me excitava muito mais, já num grito eu falei AGORAAAAAAAAAAAAA, NÃO AAAA GUUUUUUUUUUUUUUENTOOOOO MAISSSSSSSSSSSSSSSSSSSSSSSSS AAAAAAAAAAAHHHHHHHHHHHHHHHHH, DEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEUSSSSSSSSSSSSSSSSSSS AGOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOORAAAAAA PAAAAAIIII, TÔ GOZANDOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOO AAAAHHHHHHHHHHHHHHHH, SOUUUUUUUUUUUUUU TODA SUAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAA.
E fiquei desfalecida, parecia que tava morta, mas ele não parava de se mexer e continuava metendo o mais forte que podia. podia sentir que meu corpo começava a sentir de novo as sensações daquele momento, e começava a reagir, eu gemia e meio abria os olhos já que, pela intensidade daquela hora dos meus orgasmos, fiquei desfalecida e cansada, mas entre abertos e fechados comecei a ver que meu pai continuava na dele, ele continuava metendo em mim, não parava. De repente, senti que o pau dele ficou tenso dentro de mim, não entendia, e no momento em que eu voltava a sentir um novo orgasmo, senti o jato de aguinha quentinha dentro de miiim, isso fez meu orgasmo ser mais prolongado e forte, gritei com toda minha força, não sei se me ouviram na casa dos vizinhos ou na rua, mas foi algo indescritível, HHHHHHHHHHHHHHHHHHHHHHHHHHHHHHHHHH HAAAAAAAAAYYYYYYYYYYYYYYYYYYYYYYYYAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAHHHHHHHHHHHHHHHHHHHHHHHHHHHHHHHHHHDIOSSSSSSSSSSSSSSNNNNNNNNNNNNNNNNNNNNNNOOOOOOOOOOOOOPUUUUUUUUUUEEEEEDOOOOOOOMAASSSSSSSSSYYYYYYYYYYYYYYYYYAAAAAAAAAAAAAAAAAAAa e desabou, ficando em cima de mim, nem senti o peso do corpo dele, e só ficamos dormindo ou sonolentos, sentia a respiração dele, assim como a minha, intensa, eu estava exausta, meu pobre pai também, minha bucetinha ainda tinha dentro dela o pau mole dele, escorrendo um líquido branco, mas com vestígios de sangue, era o preço da minha virgindade, ali estava o selo de que eu estava dando ao ser mais querido da minha vida o que eu tinha de mais precioso, minha VIRGINDADE. Ficamos deitados, bem abraçadinhos, o pau dele saiu da minha buceta e dela começaram a brotar mais líquidos, não nos mexemos, ficamos assim, ele me abraçou e me beijou, eu com uma alegria recebi o beijo dele e correspondi. O tempo passou voando, nem lembro que horas começamos nem que horas terminamos, só o tempo dirá, mas quando acordei, meu pai ainda estava junto de mim, mas acariciando meu cabelo já acordado, como quando eu era mais novinha, cuidando do meu sono. Me levantei meio e dei um beijão nele, ele procurou minha língua e nos fundimos os dois num Beijo grande, de novo a gente se excitou e começou a se acariciar. Ele me beijou com mais intensidade: boca, pescoço, orelhinhas, costas, minha bunda pequena, terminando por beijar minha bucetinha que ainda tinha vestígios da noite. Ele parou, meu pai, o pau dele já estava duro, e foi enfiando em mim. Não teve dificuldade nenhuma porque eu já estava lubrificada pelo esperma que ainda tinha da noite e pela excitação do momento. Ele começou a meter e tirar, devagar no começo, e de repente foi ficando mais intenso, até que comecei a soltar gemidos e gritos: MAISSSSS, MAISSSSS, AGORAAAAAA, NÃO PARE, PAPIIIII, NÃO PARE, METE TUDINHOOOOOO, SOU TODA SUAAAAA. Sem saber o que eu dizia, saiu algo que acho que deixou meu pai ainda mais excitado, porque ele meteu mais forte. E foi que eu disse para ele não parar de meter em mim: SOU MULHER DE AGORA EM DIANTE, não vou deixar faltar um relacionamento, e estaria à disposição só para ele. GOZEI, PAPAI, PAPAI, GOZEI DE NOVOOOOOO, AGORAAAAAAHHHHHHHHHHH OOHHHHHHHHHHH AGORAAAAAAHHHHHHHHHHHHHH GOZEIIIIIIIIII, SOU SUA, NÃO ME DEIXE, AGORAAAAAAAAAAAAAAAAA SIMIIIIIIIIII MMMMMMMMMMMMMMMMM. Terminei em outro orgasmo e senti ele me inundar por dentro de novo. Ficamos os dois juntos por uma hora, sem nos mexer. Levantei e falei que ia fazer um café da manhã gostoso pra ele. Peguei o robe dele e fui pra cozinha preparar um café da manhã suculento pra nós dois. Ele veio só de cueca pra cozinha e a gente sentou pra comer. Depois ele disse pra irmos tomar banho. Tomamos banho juntos e não desperdiçamos o momento no banheiro: pela terceira vez em poucas horas, transamos de novo, muito intenso, de mil maneiras. Já de tarde, bem vestidos, ele disse que a gente tinha que ir buscar meus irmãos na casa da irmã dele. Ele e eu estávamos com olheiras e uma carinha de quem tinha curtido uma baita farra a noite toda. Como ainda tinha tempo, a gente tirou umas horinhas pra dormir. Ele se levantou e... Já é hora, meu amor, vamos buscar as crianças."
Adorei esse jeito de acordar, me senti a mulher dele, a esposa, a amante, me senti importante pra ele. Dei um beijo nele e nos abraçamos, e fomos buscar as crianças. Parecíamos um casal indo buscar os filhos, me senti assim.
Na volta, a gente não parava de se olhar. Meus irmãos dormiram no banco de trás, e quando percebi isso, me aproximei do meu pai e plantei um beijo na boca dele. Ele se surpreendeu, sorriu e se aproximou também pra corresponder aquele beijo. Peguei na mão dele, e ele ficou todo feliz até chegarmos em casa.
Os dias foram passando, sem mais. Nos momentos em que ficávamos sozinhos, só quando meus irmãos iam pra escola, a gente tinha nossos momentos a dois. Já estávamos vivendo como um casal que só esperava as crianças saírem pra transar. Dois meses depois, comecei a me sentir mal, com náuseas, e vomitei várias vezes. Meu pai chegou do trabalho à noite e meus irmãos o interceptaram, disseram que estavam assustados porque eu estava muito mal, vomitando. Com os olhos cheios de lágrimas, sem saber o que tava rolando, eles estavam super assustados. Eu só disse pro meu pai que devia ter feito mal os camarões que comemos no dia anterior, mas só de falar em camarão me deu um nojo e acabei vomitando no banheiro. Ele se assustou e disse que era melhor irmos ao médico. Fez uma ligação e saímos todos. Passou na casa da irmã dele e deixou meus irmãos lá. Ele estava sério, parecia saber o que tava acontecendo. Me fez uma pergunta: "Sua menstruação desceu no mês passado?" Eu disse que sim, mas que foi bem pouquinha, quase não saiu nada. Ele falou: "Sabe, filha, com tanta coisa sem pensar, parece que sem nos prevenirmos, acho que te engravidei. Você tem todos os sintomas de uma mulher grávida." Fiquei paralisada. Ele encostou o carro no acostamento e ficamos nos olhando. O que a gente fez? Feito adolescentes idiotas, só nos deixamos levar e não tomamos precaução. E agora? Estava vendo as consequências, chorei, já não sabia mais por que motivo, mas chorei muito, pensei que minha vida tinha acabado. Sei que ao mesmo tempo sentia muita alegria, porque tinha na minha barriga o fruto de um amor proibido, mas mesmo assim de um amor profundo entre um homem e uma mulher. A gente planejou o que ia falar pro médico, e então chegamos no consultório. Lá ele me examinou, fez um teste e, de fato, deu positivo. Meu pai fez uma cara de raiva, mas já tava tudo planejado. O médico acalmou ele, dizendo que muitas vezes as pessoas fazem coisas sem pensar e que isso é o resultado. Mas que a gente levasse numa boa, que já não dava pra fazer nada, só se o rapaz assumisse a responsabilidade e, se não, só restava apoiar ela. Ele só concordou com o que o médico disse, e acho que ele acreditou em tudo.

Quando fui com meus irmãos no carro, todo mundo tava muito quieto. Meu irmão, imagino que preocupado, perguntou o que eu tinha. Meu pai virou e respondeu ele mesmo, disse que ele ia ganhar um irmãozinho. Meu irmão sabia perfeitamente o que era aquilo, só fez uma cara de raiva e me perguntou se eu tava grávida, e eu confirmei que sim. O caminho todo até chegar em casa, a gente ficou num silêncio danado, não falamos nada e só fizemos nossas coisas sem dizer uma palavra. Bom, meu pai e eu nos olhávamos, eu percebia ele meio preocupado, mas meio feliz.

Depois disso, nossas vidas mudaram muito. Em alguns meses, minha barriguinha começou a aparecer. Meu pai conversou com os irmãos dele, contando as mentiras que a gente já tinha planejado sobre o pai da criança. Eles acreditaram, e ele também avisou que, pra evitar fofoca e problemas pra mim, a gente ia mudar de casa. No começo, meus tios não acharam a ideia muito boa, mas era uma decisão nossa. Agradeci meu pai por esse cuidado comigo. Minha gravidez não foi complicada, apesar da minha idade, foi uma gravidez muito tranquila, e eu me sentia feliz, vendo minha barriguinha crescendo. Sentia meu filho dentro de mim. Entre eu e meu pai, continuamos com nossa vida de casados. Quando meus irmãos iam pra escola ou eu levava eles pra casa da minha tia, a gente tinha nosso tempo pra ter nossa relação. Transar com meu pai grávida, não sei se é tarado, mas eu senti muito gostoso, adorei e agradecia ele por não me largar feito muitas mulheres que nesse tempo todo nem são tocadas.

Por sorte, já tava no final da escola de enfermagem, quase me formando. No próximo ano letivo eu entrava na especialidade, e não tinha mais problema com as tarefas. Saí da faculdade com notas boas e entrei na especialidade que queria, que ficava perto de casa.

Me inscrevi, mas por causa da gravidez não consegui terminar meu primeiro semestre. Mas agora, que tô terminando de contar essa história, meu lindo filho já nasceu, é um homenzinho muito lindo, e eu e meu pai estamos felizes com ele. Eu e ele vivemos e seguimos na nossa, e o que prometi, vou cumprir: vou ser a mulher dele, esposa, amante, pra ele fazer o que quiser comigo. A gente até pensou em ter mais dois bebês, mas cedo ou tarde vamos conversar com meus irmãos sobre nossa relação, e que praticamente eles são como meus filhos e eu sou a "madrasta" deles.

É isso que posso contar da nossa vida entre eu e meu pai. Se vocês perceberam, não mencionei meu nome nem o do meu pai em momento nenhum, e fiz isso pra evitar que alguém, por acaso, descubra quem somos. Agradeceria pelos comentários de vocês, e desculpa se só quero ter contato com mulheres, não sei, também é uma forma de vocês mostrarem que são realmente elas. Desculpa pelas minhas condições, mas acho que minha situação é meio delicada pra alguém me pregar uma peça. E MIL DESCULPAS SE TENHO ORTOGRAFIA OU DICÇÃO RUIM, MAS NÃO TENHO COSTUME DE ESCREVER MUITO, SÓ ME DEIXEI LEVAR PELOS MEUS SENTIMENTOS AO ESCREVER ESSAS LETRAS, e compartilho com vocês neste Blogger minhas fotos.Finalmente ela se entregou


incesto


tabu


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5 comentários - Finalmente ela se entregou

dr_jony +1
buen relato!!!!!!!!!!!mas diego!!
saludos
debo decir que me ha gustado muchisimo tu historia, te perdono por tu ortografia, pero tu historia de verdad es genial, me gustaria saber mas de ti, escribe cariño y pubica para nosotros
pero ese es el ink de tu correo cariño, dame tu blog y te leo
Tucupor +1
Me sacaste tremenda paja mi amor q rico q te guste el incesto me encantaria tenerte de hija y llenarte de leche