Aquele cumprimento, com sorriso debochado e provocador, só podia ser pra uma pessoa… pra Mili… duvido que ele quisesse tirar Guille do sério… eu, da minha posição, sem poder me mexer, não conseguia ver muito, só o céu claro do amanhecer…
— Por que você fez isso?... perguntei.
- Merecia isso… disse ela friamente.
Se fosse a Mili putaço me jogando as coisas, eu ia entrar logo pra expulsar ela na porrada do meu quarto e da minha vida, até podia me castrar… mas também lembrei que a Mili fugiu quando eu tentei fazer as pazes com ela no dia anterior… era um mistério o que a Mili poderia fazer…
Enquanto eu me lamentava mentalmente, Vane se levantou, meu pau já estava mole de pensar que a mulher que eu queria me viu com outra no meio do ato sexual, que eu me apressei pra me livrar da Vane, mas que a Mili podia entender que era porque eu também queria... e a Vane, tranquila, limpava a buceta dela sem maiores problemas.
Tava com a buceta e o cu satisfeitos, tinha conseguido o que queria e o resto não importava… eu ainda lutava com as amarras e ela me olhava com pena, sabia que se me soltasse, eu ia atrás da Mili ou ia expulsar ela da cabana na porrada pra explicar pra Mili.
Obviamente não me solto, só consigo cobrir o rosto com uma camiseta minha… vingança completa, pra eu não ver nada… depois só ouvi os passos dela saindo e a porta batendo… essa bruxa perversa… eu xingava. Aquela maluca tinha ido longe demais.
Eu me achava esperto por ter bolado um plano pra enganar ela, mas ela bolou um plano maior… o meu foi um truque que fui obrigado a fazer pra anular ela, me proteger e proteger a Mili… mas o da Vane era um jogo de vingança e revanche contra nós… incluindo o Guille… pobre diabo apaixonado…
Dei mil voltas na minha cabeça, pensei em explicações ou jeitos de ter a Mili de volta... ficar assim amarrado era uma tortura que a Vane planejou direitinho... talvez ela tenha pensado nisso enquanto voltava pra casa com o Guille depois que ele tirou a virgindade dela e traumatizou ela, bom, mais do que já estava...
Não sei se fiquei assim minutos ou horas, pareceu uma eternidade, minha cabeça era um delírio por causa da dor, exausto, em momentos eu cochilava pensando que era um pesadelo… mas o barulho da porta me trouxe de volta à realidade…
- O que aconteceu com você?...
Era a voz atônita e quase debochada do Guille, ao me encontrar pelado e amarrado… não quis responder ele, na hora ele tirou a camiseta dos meus olhos e cobriu minha buceta… aí começou a me desamarrar…
- Pensei que já tinha visto de tudo… mas vocês são extremistas pra essas coisas… brinquei, Guille.
Claramente ele achava que a Mili tinha feito aquilo comigo. Não quis responder até me soltar completamente. O pobre e ingênuo Guille não ousava pensar que fosse a Vane, e eu também não queria quebrar o coração do meu amigo — primeiro precisava encontrar a Mili.
- Bem, você sabe, a gente se empolga pra experimentar… falei disfarçando minha vergonha.
Não é todo dia que teu amigo te encontra no quarto ao lado, amarrado na cama e pelado, com os olhos vendados por uma camisa, com a buceta encharcada de fluidos seus e de uma foda.
- Sabe onde a Vane tá?... perguntou Guille curioso.
- Ahhh… sei lá… você não devia saber disso… respondi engolindo seco.
- Que estranho… acordei e ela não estava… ele me disse.
- Certeza saiu pra tomar café… falei pra distrair ele.
Depois pedi desculpas, larguei aquilo e fui procurar a Mili na cabana dela. Não importava se o militar me quebrasse a cabeça com a garrafa que a gente dividiu ontem. Bati na porta e fui recebido educadamente pela minha até então sogra… parecia que a Mili não tinha contado nada… perguntei por ela e a resposta dela me gelou o sangue…
- Saiu pra correr faz um tempinho… com aquela amiga dela… a Vane, acho… ela me falou.
— Sabe por onde?... perguntei apressado.
- Acho que pela beira do rio… por onde vocês estiveram ontem…
Que porra essa bruxa tava tramando?... será que enganou a Mili também?... será que contou a versão dela das coisas no meio do caminho?... será que levou ela pra onde o Guille comeu ela ontem?... será que jogou ela no rio pra afogar a Mili?... todas essas dúvidas me atacavam enquanto eu saía correndo pra achar as duas.
Saí correndo atrás da Vane e da Mili, pelo menos tinha certeza que a Mili não confiava na Vane, que não ia acreditar nela fácil… não depois que eu me apresentei pros pais dela como o namorado dela, e que fiquei de boa com o velho dela até tarde… não acho que a Mili vai pensar que sou tão hipócrita a ponto de conquistar a família dela pra depois perder tudo por causa da buceta da Vane…
Segui o caminho do dia anterior… bem antes da curva onde a Mili bateu na árvore (e eu enfiei no cu dela), tinha outra entrada e essa parecia dar acesso direto ao rio, sem perigo. Parece que por ali, no dia anterior, a Vane e o Guille chegaram na margem.
Atravessei as árvores e cheguei na margem… lá longe vi a silhueta daquelas duas gostosas se encarando, mas pareciam tranquilas. Quanto tempo teria passado desde que a Vane contou? Será que a Mili já tinha processado isso?... Me aproximei rápido… notei como a Vane convenientemente fugia… maldita rabuda…
Quando cheguei perto, hesitei… vi a Mili olhando pro rio, pensativa… Merda… de novo não… pensei comigo, tinha sido tão difícil recuperar ela e agora teria que lutar por ela de novo… antes tinha sido só um boato do Javier, agora ela tinha visto ao vivo da janela do meu quarto, era pior…
Embora eu pudesse argumentar que estava amarrado, pela janela e com o brilho fraco do sol, talvez a Mili nem tivesse notado... além disso, dava pra ver que eu apressei meus movimentos pra fazer a Vane gozar... mas como, apesar de tudo isso... a Mili tinha aceitado sair com a Vane... pra ouvir a versão dela ou só por masoquismo...
A Mili estava de biquíni de novo, dessa vez de peça única (estilo salva-vidas), com certeza não queria mostrar seus dotes naturais pra Vane não odiar ela ainda mais. Do lado, via a toalha e a roupa de treino dela… e os rastros da bruxa da Vane.
De repente, a Mili se deu conta de que tavam olhando pra ela e virou pra me encarar com medo:
- Como você me encontrou?... perguntou surpresa.
Aí ela se levantou, como eu não respondi, me olhou pasma como se eu fosse um fantasma e depois se aproximou… me preparei pro tapa e pras reclamações...
- O que foi, amor?… cê tá pálido… ela disse me abraçando.
Mas como?... ela não tava brava comigo... o que tinha acontecido?... será que não acreditou na Vane ou só tava esperando o velho dela vingar a honra dela... talvez a Vane tenha ido atrás do militar...
— O que você tava fazendo com a Vane?… perguntei, afastando ela e olhando nos olhos dela.
- Ah… essa maluca veio na minha cabana me chamar pra correr, falou que ia me mostrar o rio…
— Mas eles se odeiam… Por que você aceitou?... perguntei, estranhando.
- Não sei… ela parecia arrependida… Ela tá com o Guille… então não quis continuar a briga… sacou?
- Tá bem, amor?… perguntou me abraçando de novo.
A cadela… essa não disse nada, talvez esperasse estar mais à vontade com a Mili no rio… por outro lado, se a Mili tava tranquila é porque não me viu de manhã na janela do meu quarto… pra quem a Vane tava acenando com aquele sorriso de vingança?…
Era certeza que não eram nem o Guille nem a Mili que ficaram espiando pela minha janela enquanto eu enfiava no cu da Vane… muito menos podiam ser os velhos da Mili, senão teriam me esperado na cabana pra me emboscar e me encher de porrada… talvez será que era o Javier de novo tirando fotos da gente?...
Ou simplesmente era que a Vane não viu ninguém pela janela… ela quis me fazer acreditar que tinha alguém ali, só pra me deixar na dúvida de quem seria… tapou minha visão e me deixou amarrado pra eu ficar me torturando sozinho, pensando que era a Mili e imaginando tudo que podia rolar… essa foi a vingança cruel dela…
Aquela bruxa tinha certeza de que eu não contaria pro Guille porque ele era meu amigo e eu não queria machucá-lo, que eu não contaria pra Mili, que era minha namorada e já tinha duvidado de mim… ela estava fechando o cerco ao meu redor, me deixando sem aliados… brincando de gata e rato… O que mais ela estaria tramando?...
No começo de tudo isso, pensei que meu pior inimigo era o Javier… não contava com a maquiavélica da Vane…
— Você tá bem?... insistiu Mili, me vendo paralisado.
- Mili, você tá bem comigo?... eu perguntei de novo.
- Claro… eu te amo, você me ama… minha mãe te adora e meu pai te aceita… é tudo que sempre quis… disse ela, sorrindo apaixonada.
Merda… na teoria, tudo perfeito… exceto pela Vane… Como eu ia falar pra ela sem estragar o clima?...
- E você, qual é o seu problema?... ela insistiu.
- É só… só… que tive… tive um pesadelo… expliquei me desculpando.
Coitadinho… ainda mais depois de tudo que você bebeu com o meu pai…", ela disse num tom de doce repreensão.
- Não quero te perder… falei abraçando ela.
- Isso não vai acontecer… você tá tremendo?...
Me sentia febril… não sei se pelo estresse da situação que a Vane causou ou porque aquela bruxa me deixou pelado na cama, na madrugada fria…
— Vem… vamos voltar… ela disse preocupada, se afastando pra pegar as coisas dela.
- Não, só me abraça um pouco… respondi pegando no braço dela e puxando ela de volta.
Queria sentir o calor do corpo dela… a batida do coração dela junto com o meu… guardar aquele momento em que ela era minha… longe de tudo e de todos… do Javier, dos pais dela, do Guille e da Vane…
Abracei ela pela cintura, me inclinei e ela entendeu, se empinou um pouco em busca dos meus lábios… depois de uns beijos quentes e cheios de amor, o sangue ferveu de novo…
- Preciso de você agora… eu disse.
- Tá maluco?... é dia claro… alguém pode chegar e nos ver… meus pais… ela se desculpou.
- Vamos, agora… eu insisti.
- Talvez ao anoitecer, Dany… ela resistia enquanto eu a beijava.
Pra evitar mais recusas… só me restava mirar no ponto fraco dela… um beijo no pescoço que a desarmou parcialmente… eu precisava reforçar minha estratégia, contra-atacar… minhas mãos desceram da cintura dela e começaram a acariciar a bunda dela enquanto continuava beijando ela e de vez em quando voltava pro pescoço…
Ai, meu Deus… você é terrível… não dá pra lidar com você… ela dizia, cedendo.
Minhas mãos continuavam apertando as bundas gordas dela, ela que antes me abraçava me segurando, agora parecia depender de mim pra ficar de pé, completamente entregue, as pernas e o espírito dela bamboleando de tesão. Fui deitando ela devagar na areia,
— Não, Danny… vão nos ver… ela dizia com o pouco de sanidade que ainda lhe restava.
Mas eu não ia ceder, não queria montar ela de forma selvagem como em outras vezes, só queria fazer amor com ela. Sentir que era minha… antes que de novo o karma ou o destino disfarçado de Javier ou Vane tirassem de mim essa paz que agora eu tinha com a Mili.
- Amorrr… chegaaaa… aiiii… exclamava satisfeita com os carinhos que ele lhe dava.
Ela tava deitada na toalha dela, eu por cima beijando os lábios dela e descendo pro pescoço… ela, sem pedir, foi abrindo as pernas instintivamente, pra eu me encaixar entre elas. A pele toda dela se arrepiou, os bicos dos peitos endureceram marcando meu peito que tinha os peitos dela presos.
- Danny… o que você tá fazendo comigo?... perguntei, Mili estava nas nuvens.
— Te faço um love... respondi sem parar de beijar ela.
Essa resposta foi o último estímulo que eu precisava pra ela se entregar sem condições, a filha do militar se rendeu pra mim, o homem que a amava, que queria possuir ela com ternura e paixão, não só por sexo…
- Uhmmm… sou sua, amorrr… respondeu submissa.
Só precisei relaxar e abaixar um pouco a bermuda, pra liberar meu pau... ela não ia esperar eu tirar aquele maiô conservador de peça única que tava usando... só precisei afastar a barra inferior da roupa dela, liberando a buceta dela, molhadinha.
- Faz isso, amorrr… faz issooo… ahhh… ela pedia ansiosa.
Não precisei dizer mais nada, minha piroca dura deslizou pra dentro dela… só de sentir, ela já tremeu. Era fantástico, a entrega dela, os beijos, os sorrisos, os olhos brilhando… era, sem dúvida, diferente… a gente tava transando.
- Ohhh… uhmmm… Ahhh… ela gemia excitada no meu ouvido.
Enquanto eu a penetrava devagar e com harmonia, curtindo a pele dela, o interior, o corpo… os peitos dela eram um incentivo ao sentir eles subindo e descendo com as respirações ofegantes… se eu já me deliciava acariciando a bunda e o rosto dela, por que ia excluir aqueles peitões redondos…
- Uhm… O que você tá fazendo?... aahh…. Perguntava excitada, com certeza não queria que eu me distraísse.
Desci uma das tiras do biquíni dela, passando pelos ombros até liberar um dos peitos. Fiquei acariciando enquanto ela se arrepiava… peguei ele com a palma inteira da mão, depois meus dedos brincavam com o mamilo dela… até que me dei tempo de descer meus lábios e chupar aquele peito…
Ayyy… Deus… nãooo… ela disse chegando ao céu.
Foi um orgasmo refrescante na beira do rio, o corpo dela tremeu de prazer, respirava ofegante e me abraçava com força, de vez em quando me dava beijos de agradecimento. Eu ainda não tinha gozado, com tudo que a Mili me sugou ontem e umas horas atrás a louca da Vane, ia ser difícil pra mim chegar lá…
Também não tava nem aí por não ter gozado, não ter esporrado, no fim das contas tinha deixado a Mili feliz, ver a entrega dela e as reações era um espetáculo maravilhoso pra mim… me sentia satisfeito por esse lado… mas ela não pensava igual…
Uyyy… o que foi?... faltou muito?... perguntei ao perceber que não comi nada.
- Não… não importa… eu falei pra ela.
- Não, meu amor… não posso te deixar assim… ela disse, educada e envergonhada.
A Mili queria satisfazer o homem dela, só que a buceta dela ainda tava muito sensível depois do orgasmo… mas, bem dedicada, ela me ofereceu o cu pra eu aproveitar e gozar também… como não amar uma mulher que me dava tudo pra me agradar…
- Vem cá… eu sei que você gosta de me comer por trás… disse ela me afastando um pouco.
Bom, não era só eu que gostava de meter no cu dela vendo aquelas bundas gordas quicando e segurando a cintura fina… ela também adorava isso… no fim, ela não fazia só por mim, a Mili também ganhava quando eu a submetia…
— Cê me quer assim?... de quatro?... ela disse se oferecendo ansiosa.
Enquanto Mili se ajoelhava, com os cotovelos na toalha, empinava a bunda, quase recuando pra me incentivar a enfiar meu pau no cu dela. Eu, ainda pasmo de tão gostoso com a entrega dela, não reagia, só conseguia admirar maravilhado aquela bunda enorme no meio da natureza, com o rio de um lado e as árvores do outro.
Vamooo… o que cê tá esperando?... ela me apressava, rebolando a rabeta.
Não dava mais pra deixar ela esperando, também não queria abusar da sorte e alguém mais aparecer no rio. Minha pica ainda tava dura, meu clima carinhoso do primeiro encontro virou instinto carnal selvagem, aquela mulher despertava as duas sensações em mim… podia ser meu amor e minha putinha.
- Aiii… que desesperado… aiii… ela reclamou.
Não era pra menos, diante dos apuros e reclamações dela, não dei tempo pra ela se ajeitar mais, simplesmente enfiei com força, pra ela saber quem mandava e não me apressar… ela já tinha gozado, agora era a minha vez…
- Não… não tão forte… aiii… ela reclamava.
Enquanto eu, hipnotizado pela bunda enorme dela, aquelas nádegas redondas tremendo, queria apagar a imagem da Vane pulando no meu pau… porra… por que logo agora eu tinha que lembrar daquela gostosa?… e comecei a meter e tirar meu pau num ritmo implacável pra exorcizar a lembrança da Vane…
- Não… não… você tá me partindo… ahhh… quase tava gritando.
Nem percebia que estava castigando o cu dela cruelmente, a Mili não tinha culpa das minhas enrascadas, do meu jeito de enganchar o Guille com a Vane pra evitar a vingança dele, e dessa última ter se vingado de mim…
- Chega… amor… chegaaa… quase gritava.
- Desculpa… amor… falei voltando a mim.
Longe de estar irritada como em outras ocasiões quando eu enfiava com tudo, dessa vez a Mili parecia mais compreensiva… talvez pelo nó mental que ela percebeu que eu tava, talvez porque agora a gente era mesmo um casal… o fato é que, longe de me recriminar, ela ainda de joelhos se levantou um pouco… pensei que minha festa tinha acabado… mas ela ainda continuava com meu pau enfiado no cu dela e se remexendo com a ação.
Eu viro levemente… ela se vira como se fosse me dizer algo… eu, atordoado e meio envergonhado, não conseguia falar nada, só me deixava levar por ela… só que ela não disse nada, só me deu um beijo quente e gostoso que até me fez soltar uma gotinha de porra no cu dela… aí ela se afastou e sorriu ao sentir aquele efeito, me disse:
- Deixa que eu faço…
Depois voltou à sua posição submisso de quatro, empinando aquela bunda deliciosa e ela mesma foi enfiando meu pau, harmoniosamente fazendo suas nalgas gordas quicarem contra minha virilha, pegava o ritmo e fazia cada vez mais rápido, própria da excitação crescente dela…
- Ahhh siiiim… que pau gostoso você tem… exclamou Mili, cheia de tesão.
Pela segunda vez em poucas horas, eu me sentia como um consolo ambulante, como se fosse uma árvore na qual uma puta ou gata se esfrega pra aliviar uma coceira… só que dessa vez era uma coceira anal… até agora eu tinha me deliciado vendo as bundonas dela quicando, sentindo aquele atrito quente no meu pau… tava perto do clímax… mas queria que fosse do meu jeito…
Aiii… meu amorrr… assimmm… ohhh… festeja, Mili.
Tinha pegado ela pela cintura de novo, assumindo o controle daquela bunda enorme… ela ficava excitada em se sentir controlada, submissa… virou pra me olhar com uma cara satisfeita e cheia de tesão… mas eu não tinha dado permissão pra isso… na minha putaria, agarrei ela pelo cabelo e comecei a montar nela, torcendo as costas dela…
- Ahhh… aham… ufa… grito Mili extravasando seu segundo orgasmo.
Não consegui me segurar naquela posição, os gemidos da Mili e o jeito que ela se contorcia de prazer me fizeram perder a compostura e eu despejei toda a minha porra no buraco certo dessa vez… no cu da minha namorada, da Mili e seu corpo escultural…
Asuu… ufff… quase gritei de vergonha porque não conseguia terminar de esvaziar minha porra.
Caí todo moído nas costas da Mili, que, ofegante, me aguentava, até que ela também não aguentou mais e o peito dela encostou no chão… uns minutos depois, o barulho de uns galhos roubou nossa paz…
- Caralho… exclamei.
Podia ser qualquer um… a mãe dela sabia que a gente tava no rio, se a sogra sabia… o sogro sabia também… se o militar enfezado… tirei minha pica como pude, e a Mili, por sua vez, virou… no fim, a gente ficou meio coberto, mas todo enroscado na toalha na areia… até que finalmente consegui ver a cena toda e descobrir quem foi que nos atrapalhou…
Pombas do caralho… suspirei aliviado.
- Jajaja… Mili sorriu… só não deixa eles bombardearem a gente…
Talvez a gente fez muito barulho no nosso ritual de amor… tanto que assustou ou excitou uns passarinhos que saíram voando de entre os galhos… mas não dava pra relaxar, os pais dela podiam estar procurando ou qualquer outro casal jovem como a gente num passeio romântico… ainda mais que a debandada dessas pombas podia indicar a presença de alguém por perto…
Nós nos alistamos… pelo menos pra manter as aparências… depois daquela agitação toda e do pouco que dormi por culpa da Vane, tava morrendo de sono… mas também tava morrendo de fome, não tinha tomado café… o barulho no meu estômago alertou a Mili, que só tinha tomado um suco antes de sair pra correr…
Então decidimos voltar pro restaurante pra comer alguma coisa… pelo menos nossa libido tava satisfeita… embora não completamente…
- Te confesso uma coisa… me disse Mili, intrigante, pegando suas coisas.
- Que coisa?... perguntei desconfiado, pensando na Vane.
Depois do que você fez comigo contra a árvore no outro dia, enquanto os galhos me prendiam…
- Sim?... perguntei, achando que vinham as reclamações.
- Ainda fico pensando naquilo de me amarrar igual fez com a Vane… ela pedia ansiosa.
- Ahhh… tá… kkkkk… falei engolindo seco enquanto lembrava como a Vane me amarrou.
Depois, por um instante, tive a sensação de que alguém nos observava, tentando sem sucesso se esconder entre as árvores e arbustos… eu conhecia aquela silhueta… era feminina… mas não era uma mulher qualquer…
Não era a mãe da Mili, mas não... era aquela arpia... era a Vane, que parecia ter estado bisbilhotando enquanto eu arrebentava a buceta da Mili. Agora entendia por que os passarinhos saíram voando daquela área... O que essa louca estaria tramando agora?...
Continua…
— Por que você fez isso?... perguntei.
- Merecia isso… disse ela friamente.
Se fosse a Mili putaço me jogando as coisas, eu ia entrar logo pra expulsar ela na porrada do meu quarto e da minha vida, até podia me castrar… mas também lembrei que a Mili fugiu quando eu tentei fazer as pazes com ela no dia anterior… era um mistério o que a Mili poderia fazer…
Enquanto eu me lamentava mentalmente, Vane se levantou, meu pau já estava mole de pensar que a mulher que eu queria me viu com outra no meio do ato sexual, que eu me apressei pra me livrar da Vane, mas que a Mili podia entender que era porque eu também queria... e a Vane, tranquila, limpava a buceta dela sem maiores problemas.
Tava com a buceta e o cu satisfeitos, tinha conseguido o que queria e o resto não importava… eu ainda lutava com as amarras e ela me olhava com pena, sabia que se me soltasse, eu ia atrás da Mili ou ia expulsar ela da cabana na porrada pra explicar pra Mili.
Obviamente não me solto, só consigo cobrir o rosto com uma camiseta minha… vingança completa, pra eu não ver nada… depois só ouvi os passos dela saindo e a porta batendo… essa bruxa perversa… eu xingava. Aquela maluca tinha ido longe demais.
Eu me achava esperto por ter bolado um plano pra enganar ela, mas ela bolou um plano maior… o meu foi um truque que fui obrigado a fazer pra anular ela, me proteger e proteger a Mili… mas o da Vane era um jogo de vingança e revanche contra nós… incluindo o Guille… pobre diabo apaixonado…
Dei mil voltas na minha cabeça, pensei em explicações ou jeitos de ter a Mili de volta... ficar assim amarrado era uma tortura que a Vane planejou direitinho... talvez ela tenha pensado nisso enquanto voltava pra casa com o Guille depois que ele tirou a virgindade dela e traumatizou ela, bom, mais do que já estava...
Não sei se fiquei assim minutos ou horas, pareceu uma eternidade, minha cabeça era um delírio por causa da dor, exausto, em momentos eu cochilava pensando que era um pesadelo… mas o barulho da porta me trouxe de volta à realidade…
- O que aconteceu com você?...
Era a voz atônita e quase debochada do Guille, ao me encontrar pelado e amarrado… não quis responder ele, na hora ele tirou a camiseta dos meus olhos e cobriu minha buceta… aí começou a me desamarrar…
- Pensei que já tinha visto de tudo… mas vocês são extremistas pra essas coisas… brinquei, Guille.
Claramente ele achava que a Mili tinha feito aquilo comigo. Não quis responder até me soltar completamente. O pobre e ingênuo Guille não ousava pensar que fosse a Vane, e eu também não queria quebrar o coração do meu amigo — primeiro precisava encontrar a Mili.
- Bem, você sabe, a gente se empolga pra experimentar… falei disfarçando minha vergonha.
Não é todo dia que teu amigo te encontra no quarto ao lado, amarrado na cama e pelado, com os olhos vendados por uma camisa, com a buceta encharcada de fluidos seus e de uma foda.
- Sabe onde a Vane tá?... perguntou Guille curioso.
- Ahhh… sei lá… você não devia saber disso… respondi engolindo seco.
- Que estranho… acordei e ela não estava… ele me disse.
- Certeza saiu pra tomar café… falei pra distrair ele.
Depois pedi desculpas, larguei aquilo e fui procurar a Mili na cabana dela. Não importava se o militar me quebrasse a cabeça com a garrafa que a gente dividiu ontem. Bati na porta e fui recebido educadamente pela minha até então sogra… parecia que a Mili não tinha contado nada… perguntei por ela e a resposta dela me gelou o sangue…
- Saiu pra correr faz um tempinho… com aquela amiga dela… a Vane, acho… ela me falou.
— Sabe por onde?... perguntei apressado.
- Acho que pela beira do rio… por onde vocês estiveram ontem…
Que porra essa bruxa tava tramando?... será que enganou a Mili também?... será que contou a versão dela das coisas no meio do caminho?... será que levou ela pra onde o Guille comeu ela ontem?... será que jogou ela no rio pra afogar a Mili?... todas essas dúvidas me atacavam enquanto eu saía correndo pra achar as duas.
Saí correndo atrás da Vane e da Mili, pelo menos tinha certeza que a Mili não confiava na Vane, que não ia acreditar nela fácil… não depois que eu me apresentei pros pais dela como o namorado dela, e que fiquei de boa com o velho dela até tarde… não acho que a Mili vai pensar que sou tão hipócrita a ponto de conquistar a família dela pra depois perder tudo por causa da buceta da Vane…
Segui o caminho do dia anterior… bem antes da curva onde a Mili bateu na árvore (e eu enfiei no cu dela), tinha outra entrada e essa parecia dar acesso direto ao rio, sem perigo. Parece que por ali, no dia anterior, a Vane e o Guille chegaram na margem.
Atravessei as árvores e cheguei na margem… lá longe vi a silhueta daquelas duas gostosas se encarando, mas pareciam tranquilas. Quanto tempo teria passado desde que a Vane contou? Será que a Mili já tinha processado isso?... Me aproximei rápido… notei como a Vane convenientemente fugia… maldita rabuda…
Quando cheguei perto, hesitei… vi a Mili olhando pro rio, pensativa… Merda… de novo não… pensei comigo, tinha sido tão difícil recuperar ela e agora teria que lutar por ela de novo… antes tinha sido só um boato do Javier, agora ela tinha visto ao vivo da janela do meu quarto, era pior…
Embora eu pudesse argumentar que estava amarrado, pela janela e com o brilho fraco do sol, talvez a Mili nem tivesse notado... além disso, dava pra ver que eu apressei meus movimentos pra fazer a Vane gozar... mas como, apesar de tudo isso... a Mili tinha aceitado sair com a Vane... pra ouvir a versão dela ou só por masoquismo...
A Mili estava de biquíni de novo, dessa vez de peça única (estilo salva-vidas), com certeza não queria mostrar seus dotes naturais pra Vane não odiar ela ainda mais. Do lado, via a toalha e a roupa de treino dela… e os rastros da bruxa da Vane.
De repente, a Mili se deu conta de que tavam olhando pra ela e virou pra me encarar com medo:
- Como você me encontrou?... perguntou surpresa.
Aí ela se levantou, como eu não respondi, me olhou pasma como se eu fosse um fantasma e depois se aproximou… me preparei pro tapa e pras reclamações...
- O que foi, amor?… cê tá pálido… ela disse me abraçando.
Mas como?... ela não tava brava comigo... o que tinha acontecido?... será que não acreditou na Vane ou só tava esperando o velho dela vingar a honra dela... talvez a Vane tenha ido atrás do militar...
— O que você tava fazendo com a Vane?… perguntei, afastando ela e olhando nos olhos dela.
- Ah… essa maluca veio na minha cabana me chamar pra correr, falou que ia me mostrar o rio…
— Mas eles se odeiam… Por que você aceitou?... perguntei, estranhando.
- Não sei… ela parecia arrependida… Ela tá com o Guille… então não quis continuar a briga… sacou?
- Tá bem, amor?… perguntou me abraçando de novo.
A cadela… essa não disse nada, talvez esperasse estar mais à vontade com a Mili no rio… por outro lado, se a Mili tava tranquila é porque não me viu de manhã na janela do meu quarto… pra quem a Vane tava acenando com aquele sorriso de vingança?…
Era certeza que não eram nem o Guille nem a Mili que ficaram espiando pela minha janela enquanto eu enfiava no cu da Vane… muito menos podiam ser os velhos da Mili, senão teriam me esperado na cabana pra me emboscar e me encher de porrada… talvez será que era o Javier de novo tirando fotos da gente?...
Ou simplesmente era que a Vane não viu ninguém pela janela… ela quis me fazer acreditar que tinha alguém ali, só pra me deixar na dúvida de quem seria… tapou minha visão e me deixou amarrado pra eu ficar me torturando sozinho, pensando que era a Mili e imaginando tudo que podia rolar… essa foi a vingança cruel dela…
Aquela bruxa tinha certeza de que eu não contaria pro Guille porque ele era meu amigo e eu não queria machucá-lo, que eu não contaria pra Mili, que era minha namorada e já tinha duvidado de mim… ela estava fechando o cerco ao meu redor, me deixando sem aliados… brincando de gata e rato… O que mais ela estaria tramando?...
No começo de tudo isso, pensei que meu pior inimigo era o Javier… não contava com a maquiavélica da Vane…
— Você tá bem?... insistiu Mili, me vendo paralisado.
- Mili, você tá bem comigo?... eu perguntei de novo.
- Claro… eu te amo, você me ama… minha mãe te adora e meu pai te aceita… é tudo que sempre quis… disse ela, sorrindo apaixonada.
Merda… na teoria, tudo perfeito… exceto pela Vane… Como eu ia falar pra ela sem estragar o clima?...
- E você, qual é o seu problema?... ela insistiu.
- É só… só… que tive… tive um pesadelo… expliquei me desculpando.
Coitadinho… ainda mais depois de tudo que você bebeu com o meu pai…", ela disse num tom de doce repreensão.
- Não quero te perder… falei abraçando ela.
- Isso não vai acontecer… você tá tremendo?...
Me sentia febril… não sei se pelo estresse da situação que a Vane causou ou porque aquela bruxa me deixou pelado na cama, na madrugada fria…
— Vem… vamos voltar… ela disse preocupada, se afastando pra pegar as coisas dela.
- Não, só me abraça um pouco… respondi pegando no braço dela e puxando ela de volta.
Queria sentir o calor do corpo dela… a batida do coração dela junto com o meu… guardar aquele momento em que ela era minha… longe de tudo e de todos… do Javier, dos pais dela, do Guille e da Vane…
Abracei ela pela cintura, me inclinei e ela entendeu, se empinou um pouco em busca dos meus lábios… depois de uns beijos quentes e cheios de amor, o sangue ferveu de novo…
- Preciso de você agora… eu disse.
- Tá maluco?... é dia claro… alguém pode chegar e nos ver… meus pais… ela se desculpou.
- Vamos, agora… eu insisti.
- Talvez ao anoitecer, Dany… ela resistia enquanto eu a beijava.
Pra evitar mais recusas… só me restava mirar no ponto fraco dela… um beijo no pescoço que a desarmou parcialmente… eu precisava reforçar minha estratégia, contra-atacar… minhas mãos desceram da cintura dela e começaram a acariciar a bunda dela enquanto continuava beijando ela e de vez em quando voltava pro pescoço…
Ai, meu Deus… você é terrível… não dá pra lidar com você… ela dizia, cedendo.
Minhas mãos continuavam apertando as bundas gordas dela, ela que antes me abraçava me segurando, agora parecia depender de mim pra ficar de pé, completamente entregue, as pernas e o espírito dela bamboleando de tesão. Fui deitando ela devagar na areia,
— Não, Danny… vão nos ver… ela dizia com o pouco de sanidade que ainda lhe restava.
Mas eu não ia ceder, não queria montar ela de forma selvagem como em outras vezes, só queria fazer amor com ela. Sentir que era minha… antes que de novo o karma ou o destino disfarçado de Javier ou Vane tirassem de mim essa paz que agora eu tinha com a Mili.
- Amorrr… chegaaaa… aiiii… exclamava satisfeita com os carinhos que ele lhe dava.
Ela tava deitada na toalha dela, eu por cima beijando os lábios dela e descendo pro pescoço… ela, sem pedir, foi abrindo as pernas instintivamente, pra eu me encaixar entre elas. A pele toda dela se arrepiou, os bicos dos peitos endureceram marcando meu peito que tinha os peitos dela presos.
- Danny… o que você tá fazendo comigo?... perguntei, Mili estava nas nuvens.
— Te faço um love... respondi sem parar de beijar ela.
Essa resposta foi o último estímulo que eu precisava pra ela se entregar sem condições, a filha do militar se rendeu pra mim, o homem que a amava, que queria possuir ela com ternura e paixão, não só por sexo…
- Uhmmm… sou sua, amorrr… respondeu submissa.
Só precisei relaxar e abaixar um pouco a bermuda, pra liberar meu pau... ela não ia esperar eu tirar aquele maiô conservador de peça única que tava usando... só precisei afastar a barra inferior da roupa dela, liberando a buceta dela, molhadinha.
- Faz isso, amorrr… faz issooo… ahhh… ela pedia ansiosa.
Não precisei dizer mais nada, minha piroca dura deslizou pra dentro dela… só de sentir, ela já tremeu. Era fantástico, a entrega dela, os beijos, os sorrisos, os olhos brilhando… era, sem dúvida, diferente… a gente tava transando.
- Ohhh… uhmmm… Ahhh… ela gemia excitada no meu ouvido.
Enquanto eu a penetrava devagar e com harmonia, curtindo a pele dela, o interior, o corpo… os peitos dela eram um incentivo ao sentir eles subindo e descendo com as respirações ofegantes… se eu já me deliciava acariciando a bunda e o rosto dela, por que ia excluir aqueles peitões redondos…
- Uhm… O que você tá fazendo?... aahh…. Perguntava excitada, com certeza não queria que eu me distraísse.
Desci uma das tiras do biquíni dela, passando pelos ombros até liberar um dos peitos. Fiquei acariciando enquanto ela se arrepiava… peguei ele com a palma inteira da mão, depois meus dedos brincavam com o mamilo dela… até que me dei tempo de descer meus lábios e chupar aquele peito…
Ayyy… Deus… nãooo… ela disse chegando ao céu.
Foi um orgasmo refrescante na beira do rio, o corpo dela tremeu de prazer, respirava ofegante e me abraçava com força, de vez em quando me dava beijos de agradecimento. Eu ainda não tinha gozado, com tudo que a Mili me sugou ontem e umas horas atrás a louca da Vane, ia ser difícil pra mim chegar lá…
Também não tava nem aí por não ter gozado, não ter esporrado, no fim das contas tinha deixado a Mili feliz, ver a entrega dela e as reações era um espetáculo maravilhoso pra mim… me sentia satisfeito por esse lado… mas ela não pensava igual…
Uyyy… o que foi?... faltou muito?... perguntei ao perceber que não comi nada.
- Não… não importa… eu falei pra ela.
- Não, meu amor… não posso te deixar assim… ela disse, educada e envergonhada.
A Mili queria satisfazer o homem dela, só que a buceta dela ainda tava muito sensível depois do orgasmo… mas, bem dedicada, ela me ofereceu o cu pra eu aproveitar e gozar também… como não amar uma mulher que me dava tudo pra me agradar…
- Vem cá… eu sei que você gosta de me comer por trás… disse ela me afastando um pouco.
Bom, não era só eu que gostava de meter no cu dela vendo aquelas bundas gordas quicando e segurando a cintura fina… ela também adorava isso… no fim, ela não fazia só por mim, a Mili também ganhava quando eu a submetia…
— Cê me quer assim?... de quatro?... ela disse se oferecendo ansiosa.
Enquanto Mili se ajoelhava, com os cotovelos na toalha, empinava a bunda, quase recuando pra me incentivar a enfiar meu pau no cu dela. Eu, ainda pasmo de tão gostoso com a entrega dela, não reagia, só conseguia admirar maravilhado aquela bunda enorme no meio da natureza, com o rio de um lado e as árvores do outro.
Vamooo… o que cê tá esperando?... ela me apressava, rebolando a rabeta.
Não dava mais pra deixar ela esperando, também não queria abusar da sorte e alguém mais aparecer no rio. Minha pica ainda tava dura, meu clima carinhoso do primeiro encontro virou instinto carnal selvagem, aquela mulher despertava as duas sensações em mim… podia ser meu amor e minha putinha.
- Aiii… que desesperado… aiii… ela reclamou.
Não era pra menos, diante dos apuros e reclamações dela, não dei tempo pra ela se ajeitar mais, simplesmente enfiei com força, pra ela saber quem mandava e não me apressar… ela já tinha gozado, agora era a minha vez…
- Não… não tão forte… aiii… ela reclamava.
Enquanto eu, hipnotizado pela bunda enorme dela, aquelas nádegas redondas tremendo, queria apagar a imagem da Vane pulando no meu pau… porra… por que logo agora eu tinha que lembrar daquela gostosa?… e comecei a meter e tirar meu pau num ritmo implacável pra exorcizar a lembrança da Vane…
- Não… não… você tá me partindo… ahhh… quase tava gritando.
Nem percebia que estava castigando o cu dela cruelmente, a Mili não tinha culpa das minhas enrascadas, do meu jeito de enganchar o Guille com a Vane pra evitar a vingança dele, e dessa última ter se vingado de mim…
- Chega… amor… chegaaa… quase gritava.
- Desculpa… amor… falei voltando a mim.
Longe de estar irritada como em outras ocasiões quando eu enfiava com tudo, dessa vez a Mili parecia mais compreensiva… talvez pelo nó mental que ela percebeu que eu tava, talvez porque agora a gente era mesmo um casal… o fato é que, longe de me recriminar, ela ainda de joelhos se levantou um pouco… pensei que minha festa tinha acabado… mas ela ainda continuava com meu pau enfiado no cu dela e se remexendo com a ação.
Eu viro levemente… ela se vira como se fosse me dizer algo… eu, atordoado e meio envergonhado, não conseguia falar nada, só me deixava levar por ela… só que ela não disse nada, só me deu um beijo quente e gostoso que até me fez soltar uma gotinha de porra no cu dela… aí ela se afastou e sorriu ao sentir aquele efeito, me disse:
- Deixa que eu faço…
Depois voltou à sua posição submisso de quatro, empinando aquela bunda deliciosa e ela mesma foi enfiando meu pau, harmoniosamente fazendo suas nalgas gordas quicarem contra minha virilha, pegava o ritmo e fazia cada vez mais rápido, própria da excitação crescente dela…
- Ahhh siiiim… que pau gostoso você tem… exclamou Mili, cheia de tesão.
Pela segunda vez em poucas horas, eu me sentia como um consolo ambulante, como se fosse uma árvore na qual uma puta ou gata se esfrega pra aliviar uma coceira… só que dessa vez era uma coceira anal… até agora eu tinha me deliciado vendo as bundonas dela quicando, sentindo aquele atrito quente no meu pau… tava perto do clímax… mas queria que fosse do meu jeito…
Aiii… meu amorrr… assimmm… ohhh… festeja, Mili.
Tinha pegado ela pela cintura de novo, assumindo o controle daquela bunda enorme… ela ficava excitada em se sentir controlada, submissa… virou pra me olhar com uma cara satisfeita e cheia de tesão… mas eu não tinha dado permissão pra isso… na minha putaria, agarrei ela pelo cabelo e comecei a montar nela, torcendo as costas dela…
- Ahhh… aham… ufa… grito Mili extravasando seu segundo orgasmo.
Não consegui me segurar naquela posição, os gemidos da Mili e o jeito que ela se contorcia de prazer me fizeram perder a compostura e eu despejei toda a minha porra no buraco certo dessa vez… no cu da minha namorada, da Mili e seu corpo escultural…
Asuu… ufff… quase gritei de vergonha porque não conseguia terminar de esvaziar minha porra.
Caí todo moído nas costas da Mili, que, ofegante, me aguentava, até que ela também não aguentou mais e o peito dela encostou no chão… uns minutos depois, o barulho de uns galhos roubou nossa paz…
- Caralho… exclamei.
Podia ser qualquer um… a mãe dela sabia que a gente tava no rio, se a sogra sabia… o sogro sabia também… se o militar enfezado… tirei minha pica como pude, e a Mili, por sua vez, virou… no fim, a gente ficou meio coberto, mas todo enroscado na toalha na areia… até que finalmente consegui ver a cena toda e descobrir quem foi que nos atrapalhou…
Pombas do caralho… suspirei aliviado.
- Jajaja… Mili sorriu… só não deixa eles bombardearem a gente…
Talvez a gente fez muito barulho no nosso ritual de amor… tanto que assustou ou excitou uns passarinhos que saíram voando de entre os galhos… mas não dava pra relaxar, os pais dela podiam estar procurando ou qualquer outro casal jovem como a gente num passeio romântico… ainda mais que a debandada dessas pombas podia indicar a presença de alguém por perto…
Nós nos alistamos… pelo menos pra manter as aparências… depois daquela agitação toda e do pouco que dormi por culpa da Vane, tava morrendo de sono… mas também tava morrendo de fome, não tinha tomado café… o barulho no meu estômago alertou a Mili, que só tinha tomado um suco antes de sair pra correr…
Então decidimos voltar pro restaurante pra comer alguma coisa… pelo menos nossa libido tava satisfeita… embora não completamente…
- Te confesso uma coisa… me disse Mili, intrigante, pegando suas coisas.
- Que coisa?... perguntei desconfiado, pensando na Vane.
Depois do que você fez comigo contra a árvore no outro dia, enquanto os galhos me prendiam…
- Sim?... perguntei, achando que vinham as reclamações.
- Ainda fico pensando naquilo de me amarrar igual fez com a Vane… ela pedia ansiosa.
- Ahhh… tá… kkkkk… falei engolindo seco enquanto lembrava como a Vane me amarrou.
Depois, por um instante, tive a sensação de que alguém nos observava, tentando sem sucesso se esconder entre as árvores e arbustos… eu conhecia aquela silhueta… era feminina… mas não era uma mulher qualquer…
Não era a mãe da Mili, mas não... era aquela arpia... era a Vane, que parecia ter estado bisbilhotando enquanto eu arrebentava a buceta da Mili. Agora entendia por que os passarinhos saíram voando daquela área... O que essa louca estaria tramando agora?...
Continua…
0 comentários - Mili 24: o cuzão gostoso