Esta é a história que ninguém conhece do senado da nação argentina. Onde o mito diz que os senadores colocavam suas amantes da vez como funcionárias legislativas e, se soubessem se mexer bem, até podiam virar legisladoras. Mas Cristina era diferente: ela conquistou seu status pelo voto popular e nunca se aproveitou do marido, que era governador de uma pequena província. A maioria das pessoas não associava que ela era a mulher daquele então desconhecido governador, talvez porque usava o nome de solteira. Era guerreira nos debates e muitos tinham medo dela, mas poucos sabiam da sua fama de comedora de homens. Os anos passaram, sua carreira subiu igual à do marido, e um dia ela foi eleita senadora nacional de novo, mas já sem o marido — tinha virado viúva há muito tempo. Entre os senadores, isso dava ainda mais tesão, e ela ainda era considerável gostosa aos 66 anos. Eles comentavam entre si como seria comer ela, lembrando aquela fama que não sabiam se era real ou pura fofoca política, mas logo descobririam.
Não era a única que tinha essa fama; muitas se deixavam pegar por caras do mesmo partido ou de outro partido que não era o delas. Vale lembrar que passavam muito tempo sozinhos e a única companhia eram os senadores nas comissões.
Marcelo (um senador): Oi, gostosa. Victoria_ meio sem noção (ela dizia, mas quando ele virava, o censor sorria, gostava que chegassem nela, não importava se eram caras casados ou solteiros. Victoria era conhecida pelos peitos, tinha uma ideologia progressista e feminista e precisava manter certas aparências, tipo: fingir que detestava cantadas num mundo super machista como o da política). Victoria entrou no escritório pensando em como o Marcelo era gostoso, mas ele era de direita liberal, tudo ao contrário da ideologia dela, e ter algo com ele podia foder a carreira política dela, já que ele podia vazar pra imprensa, e ela tava junto há vários anos com o parceiro e tinha uma filha pequena com ele. Ia consultar a chefe política dela, Cristina, sobre o que fazer, e foi pro escritório dela. Bateu e entrou.
Victoria_ oi, Cristina, preciso de ajuda com um assunto pessoal. O senador Marcelo tá dando em cima de mim. E não sei o que fazer.
Cristina_ é, o senador Marcelo é bonito...
Victoria_ é, mais ou menos.
Cristina_ mmm... "cê tá afim dele, não é, sua putinha?" (falou num tom quase maternal). Ah, Viki, se você ficar com ele, pode ser perigoso porque você tem família, usa... A imprensa inteira ia virar um escândalo, e você, como política, ia se foder. Deixa eu consultar uns amigos meus dessa tal coalizão.
Victoria_amigos?... juro que vou manter segredo.
Cristina_"bom, na verdade são fode-amigos" (disse com um sorrisinho safado).
Victoria_"eu sabia que todas aquelas histórias eram verdade" (Victoria, como muitas senadoras novinhas, já tinha ouvido boatos sobre a vida sexual da Cristina, mas ninguém perguntava, já que a Cristina era alguém com muito poder, e também eram coisas que não se perguntavam por código).
Cristina_eu, quando era jovem, comi mais homem no Senado, embora eu tivesse 34 anos e não 27 como você, quando comecei a me entregar pros senadores.
Victoria_e o seu marido sabia das suas aventuras?
Cristina_"hahaha... olhos que não veem, coração que não sente. Meu marido tava quase sempre no interior. Eu tava quase sempre sozinha e, aos poucos, fui me consolando com uns senadores até virar uma putinha que nem quase todas. Enquanto isso, no escritório do presidente da câmara, Marcelo ouve bater na porta e entra Mariana com algumas pastas (uma morena de peitos operados e a melhor bunda do plenário, eleita pelos deputados num concurso que mantinham em segredo e revelavam um onde escolhiam a deputada mais gostosa sem considerar suas partes mais eróticas. Mariana, com 40 anos, era uma milf. Casada com o principal adversário do marido de Cristina, e no fim das contas, as discussões no congresso eram lendárias. Mariana chegava a acusar Cristina e seu falecido marido de corrupção várias vezes).
Mariana: Aqui te deixo as pastas, falou.
Marcelo: Valeu, quando é que você vai me entregar esse pedaço de buceta? (Falou se fazendo de machão na frente de uns colegas do mesmo partido, enfiando os dedos entre as nádegas dela por cima da saia preta longa super justa).
Mariana: Que safado (disse sorrindo).
(Continua... Nada é real).
Não era a única que tinha essa fama; muitas se deixavam pegar por caras do mesmo partido ou de outro partido que não era o delas. Vale lembrar que passavam muito tempo sozinhos e a única companhia eram os senadores nas comissões.
Marcelo (um senador): Oi, gostosa. Victoria_ meio sem noção (ela dizia, mas quando ele virava, o censor sorria, gostava que chegassem nela, não importava se eram caras casados ou solteiros. Victoria era conhecida pelos peitos, tinha uma ideologia progressista e feminista e precisava manter certas aparências, tipo: fingir que detestava cantadas num mundo super machista como o da política). Victoria entrou no escritório pensando em como o Marcelo era gostoso, mas ele era de direita liberal, tudo ao contrário da ideologia dela, e ter algo com ele podia foder a carreira política dela, já que ele podia vazar pra imprensa, e ela tava junto há vários anos com o parceiro e tinha uma filha pequena com ele. Ia consultar a chefe política dela, Cristina, sobre o que fazer, e foi pro escritório dela. Bateu e entrou.
Victoria_ oi, Cristina, preciso de ajuda com um assunto pessoal. O senador Marcelo tá dando em cima de mim. E não sei o que fazer.
Cristina_ é, o senador Marcelo é bonito...
Victoria_ é, mais ou menos.
Cristina_ mmm... "cê tá afim dele, não é, sua putinha?" (falou num tom quase maternal). Ah, Viki, se você ficar com ele, pode ser perigoso porque você tem família, usa... A imprensa inteira ia virar um escândalo, e você, como política, ia se foder. Deixa eu consultar uns amigos meus dessa tal coalizão.
Victoria_amigos?... juro que vou manter segredo.
Cristina_"bom, na verdade são fode-amigos" (disse com um sorrisinho safado).
Victoria_"eu sabia que todas aquelas histórias eram verdade" (Victoria, como muitas senadoras novinhas, já tinha ouvido boatos sobre a vida sexual da Cristina, mas ninguém perguntava, já que a Cristina era alguém com muito poder, e também eram coisas que não se perguntavam por código).
Cristina_eu, quando era jovem, comi mais homem no Senado, embora eu tivesse 34 anos e não 27 como você, quando comecei a me entregar pros senadores.
Victoria_e o seu marido sabia das suas aventuras?
Cristina_"hahaha... olhos que não veem, coração que não sente. Meu marido tava quase sempre no interior. Eu tava quase sempre sozinha e, aos poucos, fui me consolando com uns senadores até virar uma putinha que nem quase todas. Enquanto isso, no escritório do presidente da câmara, Marcelo ouve bater na porta e entra Mariana com algumas pastas (uma morena de peitos operados e a melhor bunda do plenário, eleita pelos deputados num concurso que mantinham em segredo e revelavam um onde escolhiam a deputada mais gostosa sem considerar suas partes mais eróticas. Mariana, com 40 anos, era uma milf. Casada com o principal adversário do marido de Cristina, e no fim das contas, as discussões no congresso eram lendárias. Mariana chegava a acusar Cristina e seu falecido marido de corrupção várias vezes).
Mariana: Aqui te deixo as pastas, falou.
Marcelo: Valeu, quando é que você vai me entregar esse pedaço de buceta? (Falou se fazendo de machão na frente de uns colegas do mesmo partido, enfiando os dedos entre as nádegas dela por cima da saia preta longa super justa).
Mariana: Que safado (disse sorrindo).
(Continua... Nada é real).
1 comentários - Fantasia o realidad