Fernando tem um irmão mais novo que estuda no Chile, o César é um cara muito gato. Desde que conheço ele, sempre curtiu academia, então tem um corpo de dar inveja. Já faz dois anos que ele tá nesse país e a gente só vê ele quando vem em datas especiais. Sempre foi um cara muito falante e, pra ser sincero, é encantador, ou por que não dizer, muito gostoso.
Do trampo, meu marido foi mandado pro Chile pra cobrir um evento empresarial. Mas ele resolveu me levar pra conhecer o país. Considerando que o irmão dele, César, mora lá, a gente decidiu ir uns dias antes. O evento empresarial tava marcado pra uma segunda, e a gente viajou desde a quinta da semana anterior pra aproveitar o fim de semana e conhecer.
Apesar da insistência do irmão dela pra gente ficar no apartamento que ele alugava, a gente queria curtir juntos, algo que fazia mó tempão sem fazer só nós dois. Seria uma segunda lua de mel. A gente ia aproveitar que a empresa cobria as despesas pra se hospedar num hotel bonitinho; claro que a gente ia visitar o César, eles sempre foram muito unidos; de dia, passear com ele pra conhecer os lugares, mas de noite, dançar só nós dois e depois transar no hotel. Só que os planos quase sempre saem diferente.
Fernando me pediu várias vezes que no Chile a gente soltasse nossos desejos, que aproveitasse que ninguém nos conhecia lá pra fazer coisas que aqui não dava. Na quinta e na sexta o Cesar tinha que estudar, então a gente só se viu quando chegamos e ele nos acompanhou até o hotel. O plano era que até sábado a gente podia se ver com ele, então quinta e sexta a gente aproveitou só nós dois. Eu me sentia meio sem vergonha, coisa que o Fernando percebeu desde a hora que a gente chegou. Quando o Cesar foi embora depois de nos deixar no hotel, eu me vesti com um vestido curto de tecido macio que deixava minhas pernas bem à mostra, e pelo olhar do Fernando quando eu falei que tava pronta pra sair pra passear, acho que eu tava parecendo uma gostosa.
Naquele dia a gente andou tanto pelas ruas de Santiago do Chile que chegamos tão exaustos que nem transamos; no dia seguinte foi bem parecido, nós dois passeando feito um casal de recém-casados, dessa vez eu tava usando um shortinho apertado que valoriza minha bunda e até deixa uma parte de fora,,
No sábado de manhã, o César chegou no nosso hotel. Na noite anterior, a gente tinha bebido um pouco além da conta e quase não acordamos. Aliás, na noite passada também não transamos; a gente se arrumou rápido porque naquele dia meu cunhado ia nos levar pra uma cidadezinha chamada San Antonio. Eu vesti o biquíni e, ao me olhar no espelho, não consegui evitar de pensar que ele era pequeno demais.
O dia na praia foi divertido, mas aquele par de irmãos falava demais, parecia que não se viam há séculos. Eu ficava olhando enquanto tomava sol e dava pra ver como eles se davam bem juntos. Não vou negar que mais de uma vez imaginei como seria a pica do meu cunhado, mas me sentia meio envergonhada só de pensar nisso. De vez em quando, eles saíam da água e vinham papear comigo. Num desses momentos, pedi pro Fernando passar bronzeador em mim, e a primeira coisa que ele fez foi soltar a parte de cima do meu biquíni. Depois, ajeitou a fio dental pra ela entrar bem no meio da minha bunda.
—não faz isso, amor—
—e tuas nalgas ficarem de duas cores, pode esquecer.
—Ama essa sua irmã—
-ahahahaha isso que importa, certeza que o César já viu muita buceta por aí, não é mesmo?-
—O que cê tá falando, mano? Não vi muitos — respondeu César.
Bom, se estamos falando de bundas boas, então você nunca viu uma igual a essa" — e me deu um tapa na bunda.
- hahahaha isso é verdade, poucas bundas são tão bem feitas quanto essa -
Imagino que minha cara devia estar bem vermelha, não acreditava que tava ali no meio do meu marido e do meu cunhado só com uma fio dental minúscula me cobrindo, e ainda por cima eles conversando sobre a minha bunda.
Depois daquele momento, meio desconfortável, ou talvez até tarado, a gente não voltou. O plano era o César nos deixar no hotel pra gente trocar de roupa, ele ia fazer o mesmo, e aí a gente se encontrava num restaurante pra jantar e depois ir dançar. Lá pelas 8 da noite, a gente já tava no restaurante comendo, e depois fomos pra uma balada que o César levou a gente. O clima lá dentro era foda, e depois de um tempão só bebendo, meu cunhado, todo educado, pediu pro Fernando se ele deixava dançar comigo. Meu marido, que não é muito ciumento e já tava meio bêbado, topou na boa. Eu também topei, porque fiquei curiosa pra dançar com meu cunhado e ver se conseguia confirmar aquela história do tamanho dele.
A pista tava lotada, então eu e o César logo perdemos meu marido de vista. A gente teve que dançar bem coladinho, e confesso que dançar com ele assim, tão juntinho, me deixou perturbada. Desse jeito, o volume dele roçava na minha barriga, meus peitos se apertavam contra o peito firme dele, o cheiro masculino, a respiração perto, o olhar dele tão próximo do meu, quando comentava umas besteiras mas a centímetros do meu rosto, o corpo forte dele... foi um efeito eletrizante do caralho. Meus bicos endureceram, acho que o César também percebeu. Fiquei tão excitada que senti vontade de dar pra ele. Depois daquele momento, o César continuava me tirando pra dançar, mas eu sentia que cada vez mais tinha roçadas, olhares e sedução, e ao mesmo tempo eu me deixava levar cada vez mais pela situação.
Por volta das 2 da manhã. A gente já tava se preparando pra ir embora, porque meu marido já tava visivelmente bêbado. Nessa altura, os contatos com o César já eram super frequentes, eu disfarçava a situação comentando que o álcool tava subindo pra cabeça, toda vez que eu voltava pra mesa o Fernando me dizia que eu tava muito gostosa dançando, o que me deixava ainda mais excitada, eu aproveitava pra dançar de um jeito sensual e deixar meu marido me ver.
Num instante em que voltamos pra mesa, meu marido se levantou pra ir no banheiro e tava muito bebado.
—Acho que o Fernando tá muito bêbado, é melhor a gente vazar — falei pro César.
-que pena, com o tanto que a gente tá se divertindo-
É verdade, adoro dançar com você" — não sei por que falei isso.
—e eu nunca dancei com uma mulher que se mexe tão bem igual você.
—Penso o mesmo, você também se mexe muito bem.
— Meu irmão tem muita sorte de ter uma dançarina como você.
—mas parece que a sorte é tua, porque só dancei contigo.
- Tomara eu ter a sorte dele, não me refiro à sorte de dançar com você, mas sim à que ele tem de fazer outras coisas com você -
-ah sim? A que coisas você se refere?
—Bom, pelo jeito que você dança, tenho certeza que deve fazer outras coisas muito bem.
— Que coisas você acha que eu faço bem?
-Transar?
Por um instante fiquei muda, não sei como a conversa foi parar nisso, mas não ia ficar parada feito uma pedra.
- cê acha que por causa do meu jeito de dançar, fuck you, né?
—Não sei, isso só você sabe e quem teve o privilégio de te comer.
Não sabia o que dizer, mas por sorte naquele instante o Fernando apareceu com outra rodada de drinks. Cada um pegou um copo e a gente virou de uma vez. Mas antes que eu pudesse reagir, o César pegou na minha mão e me levou pra pista. A gente começou a dançar e eu percebi que meu marido já não tava mais olhando pra gente, tava bêbado. Aí comecei a dançar mais colada nele e, não sei se foi pela excitação ou o que, mas sussurrei no ouvido dele.
—Sabe de uma? Todo mundo que me come diz que eu sou a melhor.
- disso eu tenho certeza, e que inveja deles -
Um remorso me tomou e não consegui responder nada. Paramos de dançar e voltamos pra mesa, dividimos mais uma rodada de drinks e saímos da balada. Na saída, pegamos um único táxi, já que o hotel e o apê do meu cunhado ficavam no mesmo caminho. Ali, espremida no meio dos dois caras, passou pela minha cabeça pela primeira vez a possibilidade do que a gente faria depois se tornar realidade. Lembro até que, com toda discrição, o César roçava na minha pele, principalmente quando passávamos por algum lugar escuro, ele tocava de leve nos meus braços. Quando chegamos no hotel, de surpresa, o Fernando, já bêbado, ofereceu:
—Por que você não sobe e a gente toma mais um gole? — César disfarçou um pouco de vergonha, se fez de difícil, mas acabou aceitando.
Uma vez no quarto, Fernando serviu uma dose pra ela, mas logo se desculpou e foi pro banheiro. Tava muito bêbado e dava pra ouvir ele vomitando lá. Nessa hora, o César já tava me olhando diferente, sabia que eu tava excitada, dava pra perceber, sentia no ar. Ele me encarava de um jeito sedutor, devorava meus peitos com os olhos, era óbvio que ia rolar alguma coisa.
Meu marido saiu do banheiro muito bêbado. Tinha tirado a roupa, ficando só de cueca. Sem dizer nada, se jogou na cama e ficou lá como morto. César, tentando disfarçar, disse
—Bom, é melhor eu vazar.
E ele simplesmente se levantou. Eu, meio decepcionada, acompanhei ele até a entrada do quarto. Lá ele se aproximou de novo, como pra se despedir, mas de novo o toque da pele dele, a química entre nós, me traiu outra vez. Ele segurou minha bochecha e fez um movimento de se aproximar pra beijar a outra bochecha como despedida, mas naquele momento eu virei um pouco a cabeça, deixando os lábios dele encostarem nos meus, aí ele me olhou e a gente acabou se beijando. Primeiro de leve, roçando os lábios, depois vieram os beijos com paixão. A língua do César soltou minha luxúria, ali perdi toda capacidade de ser fiel, a excitação me fez perder toda a razão. Ali, colados na porta do quarto, a gente se beijou com luxúria, devoramos as bocas um do outro, começamos a nos acariciar a poucos metros do meu marido, que dormia profundamente. César aproveitou pra acariciar meus peitos, apalpar meu corpo, enquanto eu passava a mão nas costas musculosas dele. Ele enfiou a mão por baixo da minha blusa e levantou meu sutiã, apalpou minhas tetas, parou com paixão nos meus mamilos eretos. Eu já não resistia mais, me deixava levar pela paixão, esquecendo por um instante do meu marido bêbado perto da gente. César abaixou o rosto pra se dedicar a lamber meus mamilos, chupar meus peitos, algo que eu amo e me excita. Ver ele fazer aquilo me deixou louca de tesão, mas também me permitiu, pela primeira vez em minutos, levantar o olhar pra onde Fernando estava dormindo, seminu, de bruços, alheio à minha traição. Senti remorso, passou pela minha cabeça a ideia de parar meu cunhado, que tava mergulhado nas minhas tetas chupando elas, mas honestamente não tive forças, tava excitada demais, mal tive força pra separar de leve com as mãos quem me causava aquele prazer enorme.
César interpretou aquele gesto mais como um desafio, uma provocação. Me beijou de novo e me puxou pra dentro do quarto. A gente tava do lado do meu marido bêbado! Lá, ele tirou a camisa, mostrando um peito cuidado, um corpo másculo, definitivamente é um homem gostoso. Tentou fazer o mesmo comigo, mas, estando do lado do Fernando, tentei recusar com gestos, puxando minha blusa pra baixo e balançando a cabeça enquanto olhava pro meu marido. Era óbvio que minha recusa tinha mais a ver com o fato de meu marido estar ali do que com não querer dar pra aquele homem, meu cunhado. Foi assim que César entendeu, e jogou um dos travesseiros no chão acarpetado do quarto, num gesto de me convidar pra trepar no chão.Foi quando ele se despiu. Tirou a calça jeans apertada e foi abaixando a roupa devagar, deixando à mostra um lindo pau ereto. Era verdade, César era muito bem dotado. Ele me olhou fixamente, mas eu não conseguia desviar o olhar daquele corpo incrível. Me beijou de novo, com muita doçura. Repetimos exatamente a cena dos beijos apaixonados, das carícias — agora eu acariciava o torso nu dele. Ele colocou a mão por baixo da minha blusa de novo, minha pele arrepiou com o toque, meus biquinhos respondiam às carícias e aos beliscões suaves. Diferente de alguns minutos atrás, fui eu quem fez um gesto: levantei os braços para cima, como quem pede para tirar a peça, e ele tirou. Com a mesma maestria, soltou o sutiã. Meus peitos ficaram à mostra — modéstia à parte, são bem bonitos, firmes, redondos, com algumas sardas e biquinhos rosados bem formados. César ficou extasiado com a visão. Passou uns segundos que pareceram minutos olhando para eles, bobão. Reagiu se aproximando para continuar seu delicioso trabalho de chupá-los, lamber, devorar. Eu estava usando minha calça marrom que valoriza minha silhueta, então o próximo passo foi soltá-la. Ele fez isso e, de uma vez, puxou minha calça e minha sexy calcinha fio-dental preta, que eu planejava estrear com meu marido — que agora dormia ao lado dessa cena erótica na qual não estava convidado.
Já pelados, não tinha mais o que fazer. Esqueci completamente, por incrível que pareça, até que o Fernando estava ali. Ele começou a beijar meu corpo, claro que os peitos foram os preferidos de novo, ele chupou meus seios com maestria, foi delicioso sentir a boca do meu cunhado chupar minhas tetas daquele jeito. Desceu devagar até minha barriga, até minha buceta completamente depilada e molhada, desejando a boca dele. Começou lambendo meus lábios vaginais, molhados, trêmulos de tesão, eu sentia choques de prazer. Eu gemia baixinho, suspirava fundo a cada chupada, cada linguada. Daí passou pra dentro, pro fruto desejado, lambeu meu clitóris e senti que paralisava de prazer. Soltei um som da garganta: AAAGG!! Sem me importar que meu marido tava dormindo a bebedeira em cima da cama. Das linguadas, passou a comer minha buceta, abria a boca como se quisesse engolir minha ppk, meus lábios vaginais, mordia gulosamente meu clitóris, eu tava prestes a explodir, até que, com a língua, me masturbou, sempre sem parar de apalpar deliciosamente minhas tetas, e logo veio meu primeiro orgasmo, profundo, elétrico, divino. Soltei outro som de prazer, dessa vez um mugido rouco acompanhado do meu corpo se arqueando, ficando tenso até o último músculo, foi um orgasmo divino, safado, cheio de luxúria, eu tinha tido ele graças ao meu cunhado, era o irmão do meu marido quem tinha me proporcionado.
Daí meu cunhado subiu de novo, me beijando a barriga, lambendo meu estômago, me encharcando com meus próprios fluidos. Chegou de novo nos peitos e, claro, voltou a chupá-los. Senti o corpo dele se arquear, já sabia pra quê. Abri as pernas sabendo bem o que tava fazendo, consciente (ou não?) do que vinha a seguir. Logo senti o pau duro dele roçando meu clitóris sensível, tava morrendo de vontade de ser penetrada, de sentir ele entrar. Demorou uma eternidade, foi o que pareceu: ele roçava a entrada com a vara, se molhava com meus sucos, até que eu mesma comecei a mexer a cintura pra fazer ele entrar. Foi um alívio divino. Senti como se uma lança ardente entrasse dentro de mim. Me queimava de prazer. Senti que era maior e mais grosso que o do Fernando. Enfiou até o fundo e ficou parado uns segundos. Assim, senti com muito prazer a grossura dele, a textura. Começou a me bombar, fundo, como se quisesse me atravessar, senti um prazer infinito. Ele respirava sobre mim e eu soltava gemidos suaves de prazer. Se ergueu pra pegar meus peitos com as mãos. Amassava eles, se abaixava pra lamber, era um macho inteiro em cima do meu corpo, me fazendo dele. Ficou assim um bom tempo, até que, mais decidida, abracei ele pra rolar e ficar por cima. Quando tava lá em cima, comecei a cavalgar ele. Enfiava o mais fundo que podia aquela vara enorme, às vezes devagar, às vezes acelerando. Ele não se aguentava de prazer, chupava meus bicos, amassava meus peitos, apertava minha bunda, chegava a enfiar um dedo no meu cu. Era um verdadeiro garanhão.
Depois de ficar assim por um tempo, me inclinei mais para cima. Enquanto cavalgava, num ângulo de 90°, meu rosto ficou na altura da cama. Sem querer, virei para o lado e lá estava: Fernando dormindo, de bruços, mas notei que numa posição diferente do corpo dele. Bêbado, inocente, alheio à minha traição, alheio ao fato de que a mulher dele estava dando pro irmão dele. Me senti a pior mulher do mundo, a maior puta do mundo, uma verdadeira vagabunda, mas, ao contrário do que qualquer um faria, isso me excitou ainda mais. A sensação de ser descoberta, a ousadia de estar transando com o irmão do meu marido, bem do lado dele, foi uma sensação que se somou naquele momento.
Depois da cavalgada deliciosa, César me moveu pra eu descer, e lá vi o pau dele duro, rígido, enorme. Peguei na minha mão e sem mais comecei a chupar. Tinha gosto dos meus próprios fluidos, algo que com meu marido nunca consegui fazer, porque sempre odiei o gosto de uma buceta. Mas ali era diferente, era o pau do meu cunhado, era o pau do irmão do meu marido, era enorme e cheio de veias, tava nas minhas mãos e não consegui evitar de chupar. Chupei com tanta paixão, como se quisesse arrancar ele com a boca, beijei o tronco, beijei a cabeça, lambi ele inteiro e chupei como se nunca tivesse chupado um pau na vida. Ele aproveitou pra meter a mão, acariciar minha buceta, enfiar um ou dois dedos na minha xota, mexer no meu clitóris, brincou com um dedo no meu cu, que também tava molhado pela quantidade de fluidos vaginais. Não aguentei muito, precisava daquele pau dentro de mim. Ele leu meu pensamento, eu tava de quatro, ali de gatinhas, ele veio por mim de novo. De uma estocada divina, meteu o pau dele na minha xota. Começou de novo com a bombada.
Ele tirou o pau da minha buceta exausta, usou a palavra: buceta, empapado, pra começar a meter no meu cu. Tava dilatado pela preliminar, então não resistiu nada. Mentiria se dissesse que doeu, não senti nada além de prazer. Meu cu não é virgem, porque Fernando já desflorou ele há anos e de vez em quando eu dou pra ele provar. César meteu o pau dele sem problemas, devagar, deixando pacientemente o esfíncter dilatar. Ele gemia enquanto sentia minha bunda se abrir. Olhei de novo pro rosto dormindo do meu marido. Minha cara de pau já era tanta que não sentia remorso em olhar pra ele com luxúria na cara, sendo penetrada no cu pelo irmão dele, na presença dele. Acho que César percebeu naquela hora minha atitude sem vergonha, meu olhar desafiador pro meu marido no sono profundo, e me empurrou pra eu subir o torso na cama. Parece loucura, mas eu fiz, subi metade do meu corpo na cama, deixando minha raba pendurada, bem empinada pra continuar sendo fodida analmente. Fiquei tão perto do Fernando que dava pra tocar nele, não resisti. Por alguma razão perversa, comecei a acariciar o torso nu do meu marido, enquanto a cama balançava com as investidas do César metendo o pau gostoso dele no meu cu. O ritmo frenético me fazia tremer de novo, talvez ajudado pela ação de ter meu marido ali assim. Comecei a beijar as costas dele, a acariciar ele enquanto o irmão dele me comia pelo cu.
- love, te amo - eu dizia descaradamente pro meu marido
—te amo loucamente—
—sou sua esposa, meu amor
—sou uma puta, adoro
- Meu amor, teu irmão tá aqui -
-love te amo-
Cada coisa que eu falava pro meu marido me deixava mais excitada, e meu cunhado também, porque ele metia mais forte.
- me ama, ouviu -
- te amo-
- meu amorzinho, tô pelada -
- Meu amor, você não sabe o quanto eu te amo e eu tô pelada -
—Amor, estou pelada e seu irmão está aqui.
-esposito, eu te amo-
—vida, teu irmão viu meu corpo pelado.
—Meu amor, tô muito excitada—
—Amo, sua esposa tá excitada
—tua esposa que te ama tá excitada pelo teu irmão—
Não conseguia parar de falar coisas pra ela enquanto acariciava suas costas, me sentia tão puta que a cada vez falava mais alto.
amor, você tinha razão
—eu vi o pau do teu irmão
- teu irmão tem uma pica enorme -
Meu amor, teu irmão se pelou na minha frente.
—vi a pica do teu irmão, meu amor—
-amorzinho, teu irmão tá com a pica durona pra caralho-
-amo a pica do teu irmão, é incrível-
-amo que você toque a pica do seu irmãozinho-
—mi amor, e eu tô tocando ela
—você me ouve, amor?
-amo você, te amo loucamente-
— tô te falando que seu irmão tá me tocando com a pica
—tá passando a mão na minha bunda—
—amor, escuta isso—
O pau do teu irmãozinho tá dentro de mim.
-amor, não vai acreditar, mas eu tenho ela dentro do meu cu-
Com cada coisa que meu cunhado falava, ele ficava mais excitado e metia com mais paixão na minha bunda. Aquela situação foi muito excitante, e meu marido, bêbado e dormindo, não reagia aos meus beijos nem ao movimento ritmado da cama ou aos gemidos do César. Senti que meu cunhado estava perto de gozar e imaginei que queria fazer isso dentro do meu cu. Me concentrei em me mexer no ritmo dele, fazendo aquele homem foda começar a urrar de prazer.
Meu amor, tô dando pro teu irmão.
- amor, já chupei essa pica e é uma delícia
-amo e quero que ele encha meu cu de porra-
- te incomoda se teu irmão encher minha buceta de porra?
Logo senti uma quantidade enorme de líquido quente no meu cu, me enchendo enquanto eu soltava um gemido. Nessa altura, eu já tava sentindo vontade de um novo orgasmo, mas meu cunhado já tava pronto.
Meu cunhado gozou e deitou em cima de mim. Agora nós três estávamos na cama. Eu tava exausta, mas também excitada. O cansaço, os drinks, o sexo ardente e os orgasmos gostosos nos derrubaram. Parece inacreditável, mas foi real: a gente ficou largado na cama, mal tivemos força pra subir nela. Fernando nem tirou o pau da minha buceta. Subiu enfiado em mim e ficamos assim. Dormimos profundamente, seguros de que meu marido, agora corno, não ia acordar.
O que aconteceu logo depois, obviamente foi meu marido quem me contaria tempos depois, porque naquele momento eu estava dormindo. Meu marido foi acordando devagar do torpor. A primeira coisa que sentiu foi minha presença pelada do lado dele, algo que não era estranho pra ele. Sem se mexer, tocou meu corpo nu, levantou o rosto da cama. César, profundamente adormecido, abraçava por trás meu corpo inerte, encaixado na minha cintura do jeito que ficamos depois daquela foda incrível.
Fernando me contou as sensações dele, os primeiros pensamentos, mas mesmo assim imagino o espanto dele. A esposa amante, a mulher dele, naquela posição, claramente derrotada por uma dose de sexo do irmão dele. Agora, conhecendo como eu achava que conhecia meu marido, imaginaria uma reação típica: socos, gritos, até um crime passional. Mas NÃO! Como se fosse a coisa mais natural do mundo, ele se levantou, foi ao banheiro, suponho que até deve ter se masturbado, ou talvez não, sentado contemplando os amantes, a esposa dele e o irmão dele, que, satisfeitos, dormíamos alheios à descoberta. A cena deve ter sido muito erótica, sei lá. Mas o fato é que Fernando se aproximou do meu corpo nu e começou a me acariciar, do jeito que ele sabe fazer. Como quando me acorda me excitando para um "matinal", passou a lamber meus mamilos relaxados, me moveu com discrição para me separar do meu cunhado, ficando eu de bruços, separou um pouco minhas pernas. Aí começou a beijar minhas costas, e continuou descendo até chegar nas minhas nádegas, lá começou a separar suavemente cada uma para enfiar a língua até meu cu, e começar a me lamber de um jeito suave, claro que ele sabe como despertar meu erotismo. Aliás, conto pra vocês que muitas vezes ele me acordou com essas carícias, essas chupadas, e quando eu já tô acordada, ele já tá me comendo gostoso. Foi isso que ele fez.
Meu marido começou o tratamento dele de me excitar enquanto eu dormia, com lambidas, carícias e beijos. O auge costuma ser ele comer minha buceta. Ele me virou com ternura e suavidade, eu abri as pernas e senti um grande prazer, ainda meio dormindo e esquecendo o que tinha acontecido há pouco. Eu estava tão exausta que, dentro da minha grande excitação, só me dediquei a sentir prazer, alheia de que meu amante anterior ainda estava ali.
De repente, como meu marido costuma fazer nesses casos, subiu em cima de mim e começou a me penetrar. Ainda meio inconsciente, sentia o bombeamento suave dele como algo delicioso. Claro que com tudo isso fui acordando de vez. A primeira coisa que descobri ao abrir os olhos foi que ele tinha apagado a luz, então por um segundo nem sabia direito onde estava.
Pouco bastou pra eu cair na real do que tava rolando. Meu marido tava me comendo do lado do meu cunhado, que já tinha me comido antes. Fiquei petrificada! Abri os olhos com força até perceber que o César tava dormindo tão perto de mim que ainda tinha contato físico com ele, dava pra tocar. Fiquei apavorada com o que tava acontecendo até que, com o movimento, notei que o César tava acordando devagar daquela putaria. Olhei de novo pro meu marido e não consegui evitar sentir um puta tesão daquela foda.
Era uma mistura de prazer, medo, surpresa. Não tive coragem de falar nada, não entendi por que ele tava fazendo aquilo. César foi acordando e não faço ideia do que ele pensaria quando, já consciente, entendeu que ali estava eu dando pro meu marido. Não sei o que ele pensou, mas dá pra imaginar. Acho que ele devia estar pensando que eu era uma ninfomaníaca insaciável que queria mais. Falo isso porque a reação dele foi começar a me tocar, a acariciar meus peitos. No escuro, dava pra distinguir quem era quem, mas não sei se o Fernando tava buscando isso. Ele só se dedicava a me comer como o que eu era: uma puta.
Fernando se levantou por cima de mim, não sei se pra convidar o César pra entrar na festa. Mas assim que ele subiu o corpo, César se jogou nas minhas tetas. Chupava elas, eu ainda não sabia o que fazer, embora claro, fiquei pra caralho com aquilo. Depois de sair do meu torpor uns segundos e dominada pela excitação desses dois amantes, decidi me entregar ao prazer. Estendi a mão pra ver como tava o pau do meu cunhado. Já tava no ponto. Masturbava ele enquanto meu marido me comia. Como sempre acontece, me virei pra ficar de quatro. Ali o Fernando se aplicou a bombar com força, me foder do jeito dele, e do meu também, embora dessa vez, acho que pelo momento, ele me penetrava com força, quase com fúria. César se colocou na minha frente e enfiou na minha cara o pau duro dele. Não perdi tempo em chupar ele, mamava no ritmo das penetrações que recebia do meu esposo, que gemia de prazer. Nessa altura já tava em êxtase. Comida agora pelo meu marido, mamando no meu cunhado e na minha mente passava como um filme a sessão de sexo que tinha tido antes. Depois de ser comida desse jeito, Fernando se deitou na cama e me puxou pra subir em cima dele. Aí subi, cravando o pau dele na minha buceta dilatada. Continuei a cavalgada uns segundos, abstraída e ignorando meu outro amante, até que senti ele atrás de mim, me acariciando, lambendo minhas costas. Começou a se montar atrás de mim até se posicionar pra me fazer uma dupla penetração. Enquanto eu fodía meu marido, César começou a acariciar o pau dele na entrada, enfiando aos poucos. Notei como Fernando, deitado placidamente embaixo, colaborava ficando parado com a manobra do irmão que pouco antes tinha fodido a mulher dele. Me sentia completamente cheia ao ter um pau na minha buceta e outro no meu cu. Começaram a se mover timidamente. Me excitava a sensação, o trio gostoso e ardente, tava com vontade de gozar mas precisava continuar.
César tirou o pau dele do meu cu e ficou ajoelhado de lado, enquanto eu continuava montada no meu marido. Ele sabe que nessa posição eu adoro gozar pra ele. Cavalguei com força, até sentir que teria um orgasmo enorme, tanto dentro da minha buceta quanto no meu clitóris. Ali, já sem freios nem limites, gritei meu orgasmo, aproveitando ao máximo, alheia ao meu pecado ou à presença do meu cunhado.
Lógico que depois daquela porra imensa, eu caí sobre meu marido, que me moveu suavemente pra me deixar na cama. Ali ele se ajoelhou sobre meu corpo inerte e fez um sinal pro César, mostrando que era pra me foder. Sem pensar, o irmão dele se jogou em cima de mim, enfiando sem mais o pau na minha buceta já exausta. Meteu com a atitude clara de gozar dentro, de me encher mais uma vez de porra. Enquanto me bombava com frenesi, meu marido se masturbava na minha cara. Nunca tinha deixado ele gozar na minha boca, a simples ideia sempre me pareceu nojenta, mas naquele instante eu ansiava que ele enchesse minha boca de porra. César se posicionou pra permitir isso, ao mesmo tempo que grunhia e me bombava com muita força, eu sentia o esperma quente no meu ventre, me surpreende como ele conseguiu tirar tanta porra depois da que teve no meu cu. Meu marido, vendo a cena do orgasmo do macho, respondeu com um orgasmo gostoso, um banho enorme de porra que caiu na minha boca, na minha cara, até imagino que respingou no César.
Tava moído, satisfeito. Fiquei parado na cama. Do nada, Fernando reagiu, falando firme com o César: "Beleza, já deu!" A dureza do meu marido assustou um pouco o César, que se levantou me olhando, foi se vestindo sem tirar os olhos de mim e saiu pela porta sem se despedir, sem me falar nada. Me deixando confuso. Aí, sem dizer uma palavra, Fernando deitou do meu lado e dormiu como se nada tivesse acontecido.
No dia seguinte, acordei e o Fernando não estava na cama. Fiquei apavorada, os pensamentos mais terríveis vieram à minha mente: meu casamento, meu lar, minha família. Levantei desesperada, procurando meu marido pelo quarto, mas estava sozinha. Corri pra pegar o celular e ligar pra ele, mas naquele exato momento a porta do quarto se abriu. Era ele, parado na porta, bem na minha frente, enquanto eu estava pelada, de pé ao lado da cama. Ele ficou me encarando por um instante que pareceu uma eternidade. Eu estava imóvel, precisava que ele dissesse alguma coisa. Nem percebi que ele trazia algo na mão, que depois colocou numa mesa.
A porta se fechou atrás dele, ele caminhou devagar na minha direção, eu estava apavorada com o que podia acontecer, morrendo de medo, queria chorar, dizer que amava ele, queria saber o que passava na cabeça dele. Ele chegou perto de mim, eu só esperava o pior, imaginei que ia me bater, que ia pedir o divórcio, mas sabia que ele é tão inteligente que nunca me bateria, e que talvez fosse me dizer que quando chegasse em casa a gente ia se separar.
Foi um momento angustiante que pareceu não ter fim, mas finalmente, depois de observar meu corpo nu de cima a baixo, ele fixou os olhos nos meus, e a boca dele se abriu.
—Você fica tão gostosa pelada—
O que é que tava rolando?, eu não entendia o que o Fernando queria me dizer, será que ele não tava furioso?
Ela se agarrou em mim, me envolveu com os braços pela cintura e me beijou ternamente na boca.
—Tá bem, meu amor? — ele me perguntou, e após um leve suspiro, consegui murmurar.
- sim, só que… - não consegui terminar e comecei a chorar.
Fernando me abraçou e, enquanto me dizia pra me acalmar, que não tinha motivo pra chorar.
— Achei que você tinha ido embora — falei entre soluços.
—não quis te acordar, só saí pra comprar uma coisa pra você.
Enquanto me dizia aquilo, rapidamente pegou a bolsa que trazia quando entrou e me entregou. Procurei dentro dela, era um biquíni bem minúsculo, minúsculo demais.
- hoje vamos pra praia de novo, meu amor -
Eu ainda não tinha saído do meu espanto, como que meu marido, depois de ter sido traído por mim com o irmão dele, aparecia com um biquíni daquele pra me dizer que a gente ia pra praia, agia como se nada tivesse acontecido na noite anterior. Pensei que talvez o excesso de álcool tivesse feito ele esquecer tudo, me senti um pouco aliviada, mas alguma coisa me dizia que não podia ser possível.
-mi amor, não chora que isso parte meu coração-
Ele me dizia enquanto limpava as lágrimas que escorriam pelo meu rosto e me dava outro beijo carinhoso que durou um pouco mais. Respirei fundo, tentei me recompor, parar de chorar e deixar de pensar besteira.
- obrigado, amor, é muito bonito e muito gostoso -
De novo, Fernando se aproximou de mim, me abraçou pela cintura de novo enquanto eu fazia o mesmo no pescoço dele, a gente se deu um terceiro beijo carinhoso, e assim, abraçados do jeito que a gente tava, se olhando nos olhos…
Você merece todo o meu amor" — ele me disse com um sorriso carinhoso.
- te amo tanto - respondi eu
-lo sei, meu amor, eu sei… ontem à noite você falou isso várias vezes pra mim-
—ontem à noite?
Isso me surpreendeu e talvez desse pra perceber meu espanto, porque ela me olhou com malícia no rosto, deixou as mãos escorregarem até minhas nádegas e, com um sorriso perverso, continuou.
— amor, ontem à noite, quando teu cunhado tava comendo essa bunda linda, tu falou isso várias vezes pra mim.
- amor, não acredito, então você estava acordado?
—bem acordado, meu amor—
-viu tudo?-
—Tá falando se eu vi você chupando a pica do meu irmão? Ou como você deixou ele te foder sem camisinha na sua buceta? Ou será que é se eu vi você deixar teu cunhado enfiar a pica no seu cu?
-Meu Deus, não acredito, amor-
Você tava muito gostosa dando pro meu irmão.
Naquele momento, empurrei ele na cama e me joguei em cima dele, beijando com paixão enquanto esfregava meu corpo pelado.
—você é muito ruim, meu amor
—mas ontem à noite você tava me dizendo que me amava—
—É, mas achei que cê tava puto e olha só, cê tá todo excitado.
Naquele momento, eu já tinha desabotoado a calça dele e tava com o pau dele na minha mão, pronta pra chupar gostoso.
– Você adorou dar pra meu irmão, né?
—muito, meu amor, mas agora vou te comer por ser um marido muito safado—
—Malo? Eu diria que foi bom por ter deixado seu cunhado te comer.
-ah sim, love foi muito gostoso, você gostou de ver seu irmão foder sua mulher?
—mais do que você imagina
—Agora come a puta da tua mulher.
Assim a gente acabou transando

Muito gostosa, lembrando de tudo que rolou na noite anterior, me disse que desde que nos viu dançar, soube que tinha uma química entre nós dois e quis ver até onde a gente ia. Por isso, criou as condições que terminaram no que terminaram.
Depois daquela sessão gostosa com meu marido, era hora de seguir com o plano. Eu tinha comprado aquele biquíni minúsculo e já queria exibi-lo, então tomei um banho rápido, vesti ele e, por cima, coloquei um vestido esportivo bem curto, bem sexy também.
Enquanto eu me arrumava, ele me disse que ia sair pra coordenar o transporte que ia nos levar pra praia, e que ia me esperar no lobby. Aí entendi que a treta com o irmão dele tinha sido de verdade. Me senti mal, não vou negar, não queria ser a causa de dois irmãos tão unidos como eles se distanciarem ou, pior ainda, pararem de se falar. Mas decidi não ligar pra isso. Queria ir curtir com meu marido. Me sentia renovada, como se a gente tivesse acabado de casar de verdade. Me sentia solta, mais viva do que nunca. Queria ir esquentar meu marido, queria satisfazer ele como ele merecia. Só pensava na cara dele quando me visse no meio da galera com aquele biquíni sexy. Antes de sair do quarto, me olhei no espelho pela última vez e não posso negar que gostei do que vi: uma mulher fogosa, linda e muito sexy. Sim, eu tava muito gostosa.
Desci com passo firme, com toda a atitude, me sentindo uma gostosa, os olhares começaram a aparecer. Atravessei o lobby e, ao chegar na porta, veio a segunda surpresa do dia: meu marido junto com meu cunhado, como no primeiro dia, conversando perto do carro do Cesar. Senti uma fisgada elétrica bem na minha buceta, a excitação tomou conta de mim, comecei a ficar molhada. Os dois ficaram me encarando. Me aproximei deles e, sabendo o que ia rolar, dei um beijo no Fernando e depois outro no Cesar, na boca dos dois, e apertei o pau de cada um.
Aquele dia na praia foi o auge do tesão. Cesar nos levou pra uma praia bem afastada, onde, pra ser sincera, só vimos um casal. Por isso, foi muito fácil a gente acabar os três pelados, curtindo as ondas e depois transando na areia. Foi um dos melhores dias da minha vida, me senti completa, além de que passei boa parte do tempo assim, cheia, literalmente. Fui a puta daqueles dois caras, fui a puta do meu marido e do irmão dele. Sim, do meu marido eu nunca tinha provado o leite dele, mas naquele dia eu me saciei com ele. Do irmão dele, nem preciso dizer, o leite dele também desceu na minha garganta, escorreu nos meus peitos e espalhou pelo meu corpo todo. Na volta pra cidade, dentro do carro, só pensava em esquentar eles. Num momento, tirei a roupa, chupei os dois, transei com meu cunhado enquanto meu marido dirigia e vice-versa. Me senti a maior puta dessa terra. Me senti feliz por ser a esposa daquele homem e a cunhada daquele outro.
Chegamos à noite, meu cunhado nos deixou no hotel e, depois de nos despedirmos, foi embora. Naquela noite, fomos jantar no restaurante do hotel com meu marido. Lá, conversamos sobre tudo o que tinha acontecido, sobre as loucuras que fizemos, e ele me confessou que sempre pensou no irmão dele quando fantasiávamos sobre fazer um ménage, que não confiava em ninguém mais do que no irmão para pedir algo assim. Ele me contou que, no dia anterior, enquanto eu tomava sol, eles tinham planejado tudo, e pelo visto eu tinha me entregado de corpo e alma às minhas paixões mais lascivas. De volta ao nosso quarto, fizemos o 69 mais doce que já fiz na vida. Foi tão gostoso chupar a pica do meu marido enquanto ele me lambia e dizia o quanto adora me ver transando com o irmão dele. Transamos deliciosamente, mas precisávamos dormir cedo, porque no dia seguinte era o evento empresarial para o qual Fernando tinha ido.
Acordei quando o Fernando já estava se arrumando pra sair, ele tava tão gostoso de terno que não pensei duas vezes antes de dar um boquete delicioso até ele gozar na minha boca. Ele foi embora e eu voltei pra cama, aquele dia eu ia ficar sozinha, o Cesar tava nos estudos e meu marido no evento dele, então não tinha pressa pra levantar. Depois de pedir um café da manhã no quartão, me preparei pra sair e comprar umas lembrancinhas. Tava saindo do chuveiro quando o telefone tocou.
-É?
- bom dia, gostosa, um pacote da parte do seu Fernando -
—deixa eu passar, por favor—
Vesti o roupão pra esperar o mensageiro, imaginei que podiam ser flores, mas meu marido não é desse tipo. Um vestido, essa ideia parecia se encaixar melhor, ou talvez um par de sapatos. Tava pensando nisso quando bateram na porta. Qual não foi minha surpresa ao ver que o pacote que meu marido me mandou quem trouxe foi o César, meu cunhado.
—aqui manda isso meu irmão—
- passa por favor -
Não acredito que mandei você.
- bom, então abre pra ver o que é -
Era uma câmera de vídeo de mão bem compacta, mas das boas, também tinha um bilhete.
- O que cê tá falando, cunhada, Leela?
- diz assim: só falta uma coisa pra você ser a putinha do meu irmão, é ficar a sós com ele. volto às 5:30 da tarde, então vocês têm tempo de sobra pra foder como quiserem… a câmera já tá carregada e pronta pra gravar, divirtam-se e me surpreendam com vídeos que me façam bater uma toda vez que eu ver. amo vocês.
—que filho da puta, isso ele não me contou.
- Quer dizer que você não sabia de nada disso?
—não só me pediu pra ir buscar ele no centro de convenções, mas quando cheguei, me pediu pra te trazer esse pacote.
- e você não sabia que era uma câmera
- Claro que não, ele só disse pra eu trazer isso pra você e te acompanhar porque você tinha que fazer compras.
- inacreditável como ela quer que eu goze -
—E agora, o que é que tem?
—pois as compras podem esperar, por enquanto quero ser a putinha do meu cunhado—
-é uma boa ideia-
- Já viu o que seu irmão quer? Me dá pica como quiser, que hoje vou ser sua putinha, cunhado.
Assim terminou nossa viagem ao Chile, voltei com minha buceta dolorida de tanta pica que meu marido e meu cunhado me deram, e antes mesmo do nosso voo pousar já estávamos planejando quando voltar a visitá-lo. Já faz quase um ano que aconteceu e já fomos duas vezes, isso sem contar que meu cunhado passou umas férias curtas de 15 dias com a gente.
Do trampo, meu marido foi mandado pro Chile pra cobrir um evento empresarial. Mas ele resolveu me levar pra conhecer o país. Considerando que o irmão dele, César, mora lá, a gente decidiu ir uns dias antes. O evento empresarial tava marcado pra uma segunda, e a gente viajou desde a quinta da semana anterior pra aproveitar o fim de semana e conhecer.
Apesar da insistência do irmão dela pra gente ficar no apartamento que ele alugava, a gente queria curtir juntos, algo que fazia mó tempão sem fazer só nós dois. Seria uma segunda lua de mel. A gente ia aproveitar que a empresa cobria as despesas pra se hospedar num hotel bonitinho; claro que a gente ia visitar o César, eles sempre foram muito unidos; de dia, passear com ele pra conhecer os lugares, mas de noite, dançar só nós dois e depois transar no hotel. Só que os planos quase sempre saem diferente.
Fernando me pediu várias vezes que no Chile a gente soltasse nossos desejos, que aproveitasse que ninguém nos conhecia lá pra fazer coisas que aqui não dava. Na quinta e na sexta o Cesar tinha que estudar, então a gente só se viu quando chegamos e ele nos acompanhou até o hotel. O plano era que até sábado a gente podia se ver com ele, então quinta e sexta a gente aproveitou só nós dois. Eu me sentia meio sem vergonha, coisa que o Fernando percebeu desde a hora que a gente chegou. Quando o Cesar foi embora depois de nos deixar no hotel, eu me vesti com um vestido curto de tecido macio que deixava minhas pernas bem à mostra, e pelo olhar do Fernando quando eu falei que tava pronta pra sair pra passear, acho que eu tava parecendo uma gostosa.
Naquele dia a gente andou tanto pelas ruas de Santiago do Chile que chegamos tão exaustos que nem transamos; no dia seguinte foi bem parecido, nós dois passeando feito um casal de recém-casados, dessa vez eu tava usando um shortinho apertado que valoriza minha bunda e até deixa uma parte de fora,,
No sábado de manhã, o César chegou no nosso hotel. Na noite anterior, a gente tinha bebido um pouco além da conta e quase não acordamos. Aliás, na noite passada também não transamos; a gente se arrumou rápido porque naquele dia meu cunhado ia nos levar pra uma cidadezinha chamada San Antonio. Eu vesti o biquíni e, ao me olhar no espelho, não consegui evitar de pensar que ele era pequeno demais.
O dia na praia foi divertido, mas aquele par de irmãos falava demais, parecia que não se viam há séculos. Eu ficava olhando enquanto tomava sol e dava pra ver como eles se davam bem juntos. Não vou negar que mais de uma vez imaginei como seria a pica do meu cunhado, mas me sentia meio envergonhada só de pensar nisso. De vez em quando, eles saíam da água e vinham papear comigo. Num desses momentos, pedi pro Fernando passar bronzeador em mim, e a primeira coisa que ele fez foi soltar a parte de cima do meu biquíni. Depois, ajeitou a fio dental pra ela entrar bem no meio da minha bunda.
—não faz isso, amor—
—e tuas nalgas ficarem de duas cores, pode esquecer.
—Ama essa sua irmã—
-ahahahaha isso que importa, certeza que o César já viu muita buceta por aí, não é mesmo?-
—O que cê tá falando, mano? Não vi muitos — respondeu César.
Bom, se estamos falando de bundas boas, então você nunca viu uma igual a essa" — e me deu um tapa na bunda.
- hahahaha isso é verdade, poucas bundas são tão bem feitas quanto essa -
Imagino que minha cara devia estar bem vermelha, não acreditava que tava ali no meio do meu marido e do meu cunhado só com uma fio dental minúscula me cobrindo, e ainda por cima eles conversando sobre a minha bunda.
Depois daquele momento, meio desconfortável, ou talvez até tarado, a gente não voltou. O plano era o César nos deixar no hotel pra gente trocar de roupa, ele ia fazer o mesmo, e aí a gente se encontrava num restaurante pra jantar e depois ir dançar. Lá pelas 8 da noite, a gente já tava no restaurante comendo, e depois fomos pra uma balada que o César levou a gente. O clima lá dentro era foda, e depois de um tempão só bebendo, meu cunhado, todo educado, pediu pro Fernando se ele deixava dançar comigo. Meu marido, que não é muito ciumento e já tava meio bêbado, topou na boa. Eu também topei, porque fiquei curiosa pra dançar com meu cunhado e ver se conseguia confirmar aquela história do tamanho dele.
A pista tava lotada, então eu e o César logo perdemos meu marido de vista. A gente teve que dançar bem coladinho, e confesso que dançar com ele assim, tão juntinho, me deixou perturbada. Desse jeito, o volume dele roçava na minha barriga, meus peitos se apertavam contra o peito firme dele, o cheiro masculino, a respiração perto, o olhar dele tão próximo do meu, quando comentava umas besteiras mas a centímetros do meu rosto, o corpo forte dele... foi um efeito eletrizante do caralho. Meus bicos endureceram, acho que o César também percebeu. Fiquei tão excitada que senti vontade de dar pra ele. Depois daquele momento, o César continuava me tirando pra dançar, mas eu sentia que cada vez mais tinha roçadas, olhares e sedução, e ao mesmo tempo eu me deixava levar cada vez mais pela situação.
Por volta das 2 da manhã. A gente já tava se preparando pra ir embora, porque meu marido já tava visivelmente bêbado. Nessa altura, os contatos com o César já eram super frequentes, eu disfarçava a situação comentando que o álcool tava subindo pra cabeça, toda vez que eu voltava pra mesa o Fernando me dizia que eu tava muito gostosa dançando, o que me deixava ainda mais excitada, eu aproveitava pra dançar de um jeito sensual e deixar meu marido me ver.
Num instante em que voltamos pra mesa, meu marido se levantou pra ir no banheiro e tava muito bebado.
—Acho que o Fernando tá muito bêbado, é melhor a gente vazar — falei pro César.
-que pena, com o tanto que a gente tá se divertindo-
É verdade, adoro dançar com você" — não sei por que falei isso.
—e eu nunca dancei com uma mulher que se mexe tão bem igual você.
—Penso o mesmo, você também se mexe muito bem.
— Meu irmão tem muita sorte de ter uma dançarina como você.
—mas parece que a sorte é tua, porque só dancei contigo.
- Tomara eu ter a sorte dele, não me refiro à sorte de dançar com você, mas sim à que ele tem de fazer outras coisas com você -
-ah sim? A que coisas você se refere?
—Bom, pelo jeito que você dança, tenho certeza que deve fazer outras coisas muito bem.
— Que coisas você acha que eu faço bem?
-Transar?
Por um instante fiquei muda, não sei como a conversa foi parar nisso, mas não ia ficar parada feito uma pedra.
- cê acha que por causa do meu jeito de dançar, fuck you, né?
—Não sei, isso só você sabe e quem teve o privilégio de te comer.
Não sabia o que dizer, mas por sorte naquele instante o Fernando apareceu com outra rodada de drinks. Cada um pegou um copo e a gente virou de uma vez. Mas antes que eu pudesse reagir, o César pegou na minha mão e me levou pra pista. A gente começou a dançar e eu percebi que meu marido já não tava mais olhando pra gente, tava bêbado. Aí comecei a dançar mais colada nele e, não sei se foi pela excitação ou o que, mas sussurrei no ouvido dele.
—Sabe de uma? Todo mundo que me come diz que eu sou a melhor.
- disso eu tenho certeza, e que inveja deles -
Um remorso me tomou e não consegui responder nada. Paramos de dançar e voltamos pra mesa, dividimos mais uma rodada de drinks e saímos da balada. Na saída, pegamos um único táxi, já que o hotel e o apê do meu cunhado ficavam no mesmo caminho. Ali, espremida no meio dos dois caras, passou pela minha cabeça pela primeira vez a possibilidade do que a gente faria depois se tornar realidade. Lembro até que, com toda discrição, o César roçava na minha pele, principalmente quando passávamos por algum lugar escuro, ele tocava de leve nos meus braços. Quando chegamos no hotel, de surpresa, o Fernando, já bêbado, ofereceu:
—Por que você não sobe e a gente toma mais um gole? — César disfarçou um pouco de vergonha, se fez de difícil, mas acabou aceitando.
Uma vez no quarto, Fernando serviu uma dose pra ela, mas logo se desculpou e foi pro banheiro. Tava muito bêbado e dava pra ouvir ele vomitando lá. Nessa hora, o César já tava me olhando diferente, sabia que eu tava excitada, dava pra perceber, sentia no ar. Ele me encarava de um jeito sedutor, devorava meus peitos com os olhos, era óbvio que ia rolar alguma coisa.
Meu marido saiu do banheiro muito bêbado. Tinha tirado a roupa, ficando só de cueca. Sem dizer nada, se jogou na cama e ficou lá como morto. César, tentando disfarçar, disse
—Bom, é melhor eu vazar.
E ele simplesmente se levantou. Eu, meio decepcionada, acompanhei ele até a entrada do quarto. Lá ele se aproximou de novo, como pra se despedir, mas de novo o toque da pele dele, a química entre nós, me traiu outra vez. Ele segurou minha bochecha e fez um movimento de se aproximar pra beijar a outra bochecha como despedida, mas naquele momento eu virei um pouco a cabeça, deixando os lábios dele encostarem nos meus, aí ele me olhou e a gente acabou se beijando. Primeiro de leve, roçando os lábios, depois vieram os beijos com paixão. A língua do César soltou minha luxúria, ali perdi toda capacidade de ser fiel, a excitação me fez perder toda a razão. Ali, colados na porta do quarto, a gente se beijou com luxúria, devoramos as bocas um do outro, começamos a nos acariciar a poucos metros do meu marido, que dormia profundamente. César aproveitou pra acariciar meus peitos, apalpar meu corpo, enquanto eu passava a mão nas costas musculosas dele. Ele enfiou a mão por baixo da minha blusa e levantou meu sutiã, apalpou minhas tetas, parou com paixão nos meus mamilos eretos. Eu já não resistia mais, me deixava levar pela paixão, esquecendo por um instante do meu marido bêbado perto da gente. César abaixou o rosto pra se dedicar a lamber meus mamilos, chupar meus peitos, algo que eu amo e me excita. Ver ele fazer aquilo me deixou louca de tesão, mas também me permitiu, pela primeira vez em minutos, levantar o olhar pra onde Fernando estava dormindo, seminu, de bruços, alheio à minha traição. Senti remorso, passou pela minha cabeça a ideia de parar meu cunhado, que tava mergulhado nas minhas tetas chupando elas, mas honestamente não tive forças, tava excitada demais, mal tive força pra separar de leve com as mãos quem me causava aquele prazer enorme.
César interpretou aquele gesto mais como um desafio, uma provocação. Me beijou de novo e me puxou pra dentro do quarto. A gente tava do lado do meu marido bêbado! Lá, ele tirou a camisa, mostrando um peito cuidado, um corpo másculo, definitivamente é um homem gostoso. Tentou fazer o mesmo comigo, mas, estando do lado do Fernando, tentei recusar com gestos, puxando minha blusa pra baixo e balançando a cabeça enquanto olhava pro meu marido. Era óbvio que minha recusa tinha mais a ver com o fato de meu marido estar ali do que com não querer dar pra aquele homem, meu cunhado. Foi assim que César entendeu, e jogou um dos travesseiros no chão acarpetado do quarto, num gesto de me convidar pra trepar no chão.Foi quando ele se despiu. Tirou a calça jeans apertada e foi abaixando a roupa devagar, deixando à mostra um lindo pau ereto. Era verdade, César era muito bem dotado. Ele me olhou fixamente, mas eu não conseguia desviar o olhar daquele corpo incrível. Me beijou de novo, com muita doçura. Repetimos exatamente a cena dos beijos apaixonados, das carícias — agora eu acariciava o torso nu dele. Ele colocou a mão por baixo da minha blusa de novo, minha pele arrepiou com o toque, meus biquinhos respondiam às carícias e aos beliscões suaves. Diferente de alguns minutos atrás, fui eu quem fez um gesto: levantei os braços para cima, como quem pede para tirar a peça, e ele tirou. Com a mesma maestria, soltou o sutiã. Meus peitos ficaram à mostra — modéstia à parte, são bem bonitos, firmes, redondos, com algumas sardas e biquinhos rosados bem formados. César ficou extasiado com a visão. Passou uns segundos que pareceram minutos olhando para eles, bobão. Reagiu se aproximando para continuar seu delicioso trabalho de chupá-los, lamber, devorar. Eu estava usando minha calça marrom que valoriza minha silhueta, então o próximo passo foi soltá-la. Ele fez isso e, de uma vez, puxou minha calça e minha sexy calcinha fio-dental preta, que eu planejava estrear com meu marido — que agora dormia ao lado dessa cena erótica na qual não estava convidado.
Já pelados, não tinha mais o que fazer. Esqueci completamente, por incrível que pareça, até que o Fernando estava ali. Ele começou a beijar meu corpo, claro que os peitos foram os preferidos de novo, ele chupou meus seios com maestria, foi delicioso sentir a boca do meu cunhado chupar minhas tetas daquele jeito. Desceu devagar até minha barriga, até minha buceta completamente depilada e molhada, desejando a boca dele. Começou lambendo meus lábios vaginais, molhados, trêmulos de tesão, eu sentia choques de prazer. Eu gemia baixinho, suspirava fundo a cada chupada, cada linguada. Daí passou pra dentro, pro fruto desejado, lambeu meu clitóris e senti que paralisava de prazer. Soltei um som da garganta: AAAGG!! Sem me importar que meu marido tava dormindo a bebedeira em cima da cama. Das linguadas, passou a comer minha buceta, abria a boca como se quisesse engolir minha ppk, meus lábios vaginais, mordia gulosamente meu clitóris, eu tava prestes a explodir, até que, com a língua, me masturbou, sempre sem parar de apalpar deliciosamente minhas tetas, e logo veio meu primeiro orgasmo, profundo, elétrico, divino. Soltei outro som de prazer, dessa vez um mugido rouco acompanhado do meu corpo se arqueando, ficando tenso até o último músculo, foi um orgasmo divino, safado, cheio de luxúria, eu tinha tido ele graças ao meu cunhado, era o irmão do meu marido quem tinha me proporcionado.
Daí meu cunhado subiu de novo, me beijando a barriga, lambendo meu estômago, me encharcando com meus próprios fluidos. Chegou de novo nos peitos e, claro, voltou a chupá-los. Senti o corpo dele se arquear, já sabia pra quê. Abri as pernas sabendo bem o que tava fazendo, consciente (ou não?) do que vinha a seguir. Logo senti o pau duro dele roçando meu clitóris sensível, tava morrendo de vontade de ser penetrada, de sentir ele entrar. Demorou uma eternidade, foi o que pareceu: ele roçava a entrada com a vara, se molhava com meus sucos, até que eu mesma comecei a mexer a cintura pra fazer ele entrar. Foi um alívio divino. Senti como se uma lança ardente entrasse dentro de mim. Me queimava de prazer. Senti que era maior e mais grosso que o do Fernando. Enfiou até o fundo e ficou parado uns segundos. Assim, senti com muito prazer a grossura dele, a textura. Começou a me bombar, fundo, como se quisesse me atravessar, senti um prazer infinito. Ele respirava sobre mim e eu soltava gemidos suaves de prazer. Se ergueu pra pegar meus peitos com as mãos. Amassava eles, se abaixava pra lamber, era um macho inteiro em cima do meu corpo, me fazendo dele. Ficou assim um bom tempo, até que, mais decidida, abracei ele pra rolar e ficar por cima. Quando tava lá em cima, comecei a cavalgar ele. Enfiava o mais fundo que podia aquela vara enorme, às vezes devagar, às vezes acelerando. Ele não se aguentava de prazer, chupava meus bicos, amassava meus peitos, apertava minha bunda, chegava a enfiar um dedo no meu cu. Era um verdadeiro garanhão.
Depois de ficar assim por um tempo, me inclinei mais para cima. Enquanto cavalgava, num ângulo de 90°, meu rosto ficou na altura da cama. Sem querer, virei para o lado e lá estava: Fernando dormindo, de bruços, mas notei que numa posição diferente do corpo dele. Bêbado, inocente, alheio à minha traição, alheio ao fato de que a mulher dele estava dando pro irmão dele. Me senti a pior mulher do mundo, a maior puta do mundo, uma verdadeira vagabunda, mas, ao contrário do que qualquer um faria, isso me excitou ainda mais. A sensação de ser descoberta, a ousadia de estar transando com o irmão do meu marido, bem do lado dele, foi uma sensação que se somou naquele momento.
Depois da cavalgada deliciosa, César me moveu pra eu descer, e lá vi o pau dele duro, rígido, enorme. Peguei na minha mão e sem mais comecei a chupar. Tinha gosto dos meus próprios fluidos, algo que com meu marido nunca consegui fazer, porque sempre odiei o gosto de uma buceta. Mas ali era diferente, era o pau do meu cunhado, era o pau do irmão do meu marido, era enorme e cheio de veias, tava nas minhas mãos e não consegui evitar de chupar. Chupei com tanta paixão, como se quisesse arrancar ele com a boca, beijei o tronco, beijei a cabeça, lambi ele inteiro e chupei como se nunca tivesse chupado um pau na vida. Ele aproveitou pra meter a mão, acariciar minha buceta, enfiar um ou dois dedos na minha xota, mexer no meu clitóris, brincou com um dedo no meu cu, que também tava molhado pela quantidade de fluidos vaginais. Não aguentei muito, precisava daquele pau dentro de mim. Ele leu meu pensamento, eu tava de quatro, ali de gatinhas, ele veio por mim de novo. De uma estocada divina, meteu o pau dele na minha xota. Começou de novo com a bombada.
Ele tirou o pau da minha buceta exausta, usou a palavra: buceta, empapado, pra começar a meter no meu cu. Tava dilatado pela preliminar, então não resistiu nada. Mentiria se dissesse que doeu, não senti nada além de prazer. Meu cu não é virgem, porque Fernando já desflorou ele há anos e de vez em quando eu dou pra ele provar. César meteu o pau dele sem problemas, devagar, deixando pacientemente o esfíncter dilatar. Ele gemia enquanto sentia minha bunda se abrir. Olhei de novo pro rosto dormindo do meu marido. Minha cara de pau já era tanta que não sentia remorso em olhar pra ele com luxúria na cara, sendo penetrada no cu pelo irmão dele, na presença dele. Acho que César percebeu naquela hora minha atitude sem vergonha, meu olhar desafiador pro meu marido no sono profundo, e me empurrou pra eu subir o torso na cama. Parece loucura, mas eu fiz, subi metade do meu corpo na cama, deixando minha raba pendurada, bem empinada pra continuar sendo fodida analmente. Fiquei tão perto do Fernando que dava pra tocar nele, não resisti. Por alguma razão perversa, comecei a acariciar o torso nu do meu marido, enquanto a cama balançava com as investidas do César metendo o pau gostoso dele no meu cu. O ritmo frenético me fazia tremer de novo, talvez ajudado pela ação de ter meu marido ali assim. Comecei a beijar as costas dele, a acariciar ele enquanto o irmão dele me comia pelo cu.
- love, te amo - eu dizia descaradamente pro meu marido
—te amo loucamente—
—sou sua esposa, meu amor
—sou uma puta, adoro
- Meu amor, teu irmão tá aqui -
-love te amo-
Cada coisa que eu falava pro meu marido me deixava mais excitada, e meu cunhado também, porque ele metia mais forte.
- me ama, ouviu -
- te amo-
- meu amorzinho, tô pelada -
- Meu amor, você não sabe o quanto eu te amo e eu tô pelada -
—Amor, estou pelada e seu irmão está aqui.
-esposito, eu te amo-
—vida, teu irmão viu meu corpo pelado.
—Meu amor, tô muito excitada—
—Amo, sua esposa tá excitada
—tua esposa que te ama tá excitada pelo teu irmão—
Não conseguia parar de falar coisas pra ela enquanto acariciava suas costas, me sentia tão puta que a cada vez falava mais alto.
amor, você tinha razão
—eu vi o pau do teu irmão
- teu irmão tem uma pica enorme -
Meu amor, teu irmão se pelou na minha frente.
—vi a pica do teu irmão, meu amor—
-amorzinho, teu irmão tá com a pica durona pra caralho-
-amo a pica do teu irmão, é incrível-
-amo que você toque a pica do seu irmãozinho-
—mi amor, e eu tô tocando ela
—você me ouve, amor?
-amo você, te amo loucamente-
— tô te falando que seu irmão tá me tocando com a pica
—tá passando a mão na minha bunda—
—amor, escuta isso—
O pau do teu irmãozinho tá dentro de mim.
-amor, não vai acreditar, mas eu tenho ela dentro do meu cu-
Com cada coisa que meu cunhado falava, ele ficava mais excitado e metia com mais paixão na minha bunda. Aquela situação foi muito excitante, e meu marido, bêbado e dormindo, não reagia aos meus beijos nem ao movimento ritmado da cama ou aos gemidos do César. Senti que meu cunhado estava perto de gozar e imaginei que queria fazer isso dentro do meu cu. Me concentrei em me mexer no ritmo dele, fazendo aquele homem foda começar a urrar de prazer.
Meu amor, tô dando pro teu irmão.
- amor, já chupei essa pica e é uma delícia
-amo e quero que ele encha meu cu de porra-
- te incomoda se teu irmão encher minha buceta de porra?
Logo senti uma quantidade enorme de líquido quente no meu cu, me enchendo enquanto eu soltava um gemido. Nessa altura, eu já tava sentindo vontade de um novo orgasmo, mas meu cunhado já tava pronto.
Meu cunhado gozou e deitou em cima de mim. Agora nós três estávamos na cama. Eu tava exausta, mas também excitada. O cansaço, os drinks, o sexo ardente e os orgasmos gostosos nos derrubaram. Parece inacreditável, mas foi real: a gente ficou largado na cama, mal tivemos força pra subir nela. Fernando nem tirou o pau da minha buceta. Subiu enfiado em mim e ficamos assim. Dormimos profundamente, seguros de que meu marido, agora corno, não ia acordar.
O que aconteceu logo depois, obviamente foi meu marido quem me contaria tempos depois, porque naquele momento eu estava dormindo. Meu marido foi acordando devagar do torpor. A primeira coisa que sentiu foi minha presença pelada do lado dele, algo que não era estranho pra ele. Sem se mexer, tocou meu corpo nu, levantou o rosto da cama. César, profundamente adormecido, abraçava por trás meu corpo inerte, encaixado na minha cintura do jeito que ficamos depois daquela foda incrível.
Fernando me contou as sensações dele, os primeiros pensamentos, mas mesmo assim imagino o espanto dele. A esposa amante, a mulher dele, naquela posição, claramente derrotada por uma dose de sexo do irmão dele. Agora, conhecendo como eu achava que conhecia meu marido, imaginaria uma reação típica: socos, gritos, até um crime passional. Mas NÃO! Como se fosse a coisa mais natural do mundo, ele se levantou, foi ao banheiro, suponho que até deve ter se masturbado, ou talvez não, sentado contemplando os amantes, a esposa dele e o irmão dele, que, satisfeitos, dormíamos alheios à descoberta. A cena deve ter sido muito erótica, sei lá. Mas o fato é que Fernando se aproximou do meu corpo nu e começou a me acariciar, do jeito que ele sabe fazer. Como quando me acorda me excitando para um "matinal", passou a lamber meus mamilos relaxados, me moveu com discrição para me separar do meu cunhado, ficando eu de bruços, separou um pouco minhas pernas. Aí começou a beijar minhas costas, e continuou descendo até chegar nas minhas nádegas, lá começou a separar suavemente cada uma para enfiar a língua até meu cu, e começar a me lamber de um jeito suave, claro que ele sabe como despertar meu erotismo. Aliás, conto pra vocês que muitas vezes ele me acordou com essas carícias, essas chupadas, e quando eu já tô acordada, ele já tá me comendo gostoso. Foi isso que ele fez.
Meu marido começou o tratamento dele de me excitar enquanto eu dormia, com lambidas, carícias e beijos. O auge costuma ser ele comer minha buceta. Ele me virou com ternura e suavidade, eu abri as pernas e senti um grande prazer, ainda meio dormindo e esquecendo o que tinha acontecido há pouco. Eu estava tão exausta que, dentro da minha grande excitação, só me dediquei a sentir prazer, alheia de que meu amante anterior ainda estava ali.
De repente, como meu marido costuma fazer nesses casos, subiu em cima de mim e começou a me penetrar. Ainda meio inconsciente, sentia o bombeamento suave dele como algo delicioso. Claro que com tudo isso fui acordando de vez. A primeira coisa que descobri ao abrir os olhos foi que ele tinha apagado a luz, então por um segundo nem sabia direito onde estava.
Pouco bastou pra eu cair na real do que tava rolando. Meu marido tava me comendo do lado do meu cunhado, que já tinha me comido antes. Fiquei petrificada! Abri os olhos com força até perceber que o César tava dormindo tão perto de mim que ainda tinha contato físico com ele, dava pra tocar. Fiquei apavorada com o que tava acontecendo até que, com o movimento, notei que o César tava acordando devagar daquela putaria. Olhei de novo pro meu marido e não consegui evitar sentir um puta tesão daquela foda.
Era uma mistura de prazer, medo, surpresa. Não tive coragem de falar nada, não entendi por que ele tava fazendo aquilo. César foi acordando e não faço ideia do que ele pensaria quando, já consciente, entendeu que ali estava eu dando pro meu marido. Não sei o que ele pensou, mas dá pra imaginar. Acho que ele devia estar pensando que eu era uma ninfomaníaca insaciável que queria mais. Falo isso porque a reação dele foi começar a me tocar, a acariciar meus peitos. No escuro, dava pra distinguir quem era quem, mas não sei se o Fernando tava buscando isso. Ele só se dedicava a me comer como o que eu era: uma puta.
Fernando se levantou por cima de mim, não sei se pra convidar o César pra entrar na festa. Mas assim que ele subiu o corpo, César se jogou nas minhas tetas. Chupava elas, eu ainda não sabia o que fazer, embora claro, fiquei pra caralho com aquilo. Depois de sair do meu torpor uns segundos e dominada pela excitação desses dois amantes, decidi me entregar ao prazer. Estendi a mão pra ver como tava o pau do meu cunhado. Já tava no ponto. Masturbava ele enquanto meu marido me comia. Como sempre acontece, me virei pra ficar de quatro. Ali o Fernando se aplicou a bombar com força, me foder do jeito dele, e do meu também, embora dessa vez, acho que pelo momento, ele me penetrava com força, quase com fúria. César se colocou na minha frente e enfiou na minha cara o pau duro dele. Não perdi tempo em chupar ele, mamava no ritmo das penetrações que recebia do meu esposo, que gemia de prazer. Nessa altura já tava em êxtase. Comida agora pelo meu marido, mamando no meu cunhado e na minha mente passava como um filme a sessão de sexo que tinha tido antes. Depois de ser comida desse jeito, Fernando se deitou na cama e me puxou pra subir em cima dele. Aí subi, cravando o pau dele na minha buceta dilatada. Continuei a cavalgada uns segundos, abstraída e ignorando meu outro amante, até que senti ele atrás de mim, me acariciando, lambendo minhas costas. Começou a se montar atrás de mim até se posicionar pra me fazer uma dupla penetração. Enquanto eu fodía meu marido, César começou a acariciar o pau dele na entrada, enfiando aos poucos. Notei como Fernando, deitado placidamente embaixo, colaborava ficando parado com a manobra do irmão que pouco antes tinha fodido a mulher dele. Me sentia completamente cheia ao ter um pau na minha buceta e outro no meu cu. Começaram a se mover timidamente. Me excitava a sensação, o trio gostoso e ardente, tava com vontade de gozar mas precisava continuar.
César tirou o pau dele do meu cu e ficou ajoelhado de lado, enquanto eu continuava montada no meu marido. Ele sabe que nessa posição eu adoro gozar pra ele. Cavalguei com força, até sentir que teria um orgasmo enorme, tanto dentro da minha buceta quanto no meu clitóris. Ali, já sem freios nem limites, gritei meu orgasmo, aproveitando ao máximo, alheia ao meu pecado ou à presença do meu cunhado.
Lógico que depois daquela porra imensa, eu caí sobre meu marido, que me moveu suavemente pra me deixar na cama. Ali ele se ajoelhou sobre meu corpo inerte e fez um sinal pro César, mostrando que era pra me foder. Sem pensar, o irmão dele se jogou em cima de mim, enfiando sem mais o pau na minha buceta já exausta. Meteu com a atitude clara de gozar dentro, de me encher mais uma vez de porra. Enquanto me bombava com frenesi, meu marido se masturbava na minha cara. Nunca tinha deixado ele gozar na minha boca, a simples ideia sempre me pareceu nojenta, mas naquele instante eu ansiava que ele enchesse minha boca de porra. César se posicionou pra permitir isso, ao mesmo tempo que grunhia e me bombava com muita força, eu sentia o esperma quente no meu ventre, me surpreende como ele conseguiu tirar tanta porra depois da que teve no meu cu. Meu marido, vendo a cena do orgasmo do macho, respondeu com um orgasmo gostoso, um banho enorme de porra que caiu na minha boca, na minha cara, até imagino que respingou no César.
Tava moído, satisfeito. Fiquei parado na cama. Do nada, Fernando reagiu, falando firme com o César: "Beleza, já deu!" A dureza do meu marido assustou um pouco o César, que se levantou me olhando, foi se vestindo sem tirar os olhos de mim e saiu pela porta sem se despedir, sem me falar nada. Me deixando confuso. Aí, sem dizer uma palavra, Fernando deitou do meu lado e dormiu como se nada tivesse acontecido.
No dia seguinte, acordei e o Fernando não estava na cama. Fiquei apavorada, os pensamentos mais terríveis vieram à minha mente: meu casamento, meu lar, minha família. Levantei desesperada, procurando meu marido pelo quarto, mas estava sozinha. Corri pra pegar o celular e ligar pra ele, mas naquele exato momento a porta do quarto se abriu. Era ele, parado na porta, bem na minha frente, enquanto eu estava pelada, de pé ao lado da cama. Ele ficou me encarando por um instante que pareceu uma eternidade. Eu estava imóvel, precisava que ele dissesse alguma coisa. Nem percebi que ele trazia algo na mão, que depois colocou numa mesa.
A porta se fechou atrás dele, ele caminhou devagar na minha direção, eu estava apavorada com o que podia acontecer, morrendo de medo, queria chorar, dizer que amava ele, queria saber o que passava na cabeça dele. Ele chegou perto de mim, eu só esperava o pior, imaginei que ia me bater, que ia pedir o divórcio, mas sabia que ele é tão inteligente que nunca me bateria, e que talvez fosse me dizer que quando chegasse em casa a gente ia se separar.
Foi um momento angustiante que pareceu não ter fim, mas finalmente, depois de observar meu corpo nu de cima a baixo, ele fixou os olhos nos meus, e a boca dele se abriu.
—Você fica tão gostosa pelada—
O que é que tava rolando?, eu não entendia o que o Fernando queria me dizer, será que ele não tava furioso?
Ela se agarrou em mim, me envolveu com os braços pela cintura e me beijou ternamente na boca.
—Tá bem, meu amor? — ele me perguntou, e após um leve suspiro, consegui murmurar.
- sim, só que… - não consegui terminar e comecei a chorar.
Fernando me abraçou e, enquanto me dizia pra me acalmar, que não tinha motivo pra chorar.
— Achei que você tinha ido embora — falei entre soluços.
—não quis te acordar, só saí pra comprar uma coisa pra você.
Enquanto me dizia aquilo, rapidamente pegou a bolsa que trazia quando entrou e me entregou. Procurei dentro dela, era um biquíni bem minúsculo, minúsculo demais.
- hoje vamos pra praia de novo, meu amor -
Eu ainda não tinha saído do meu espanto, como que meu marido, depois de ter sido traído por mim com o irmão dele, aparecia com um biquíni daquele pra me dizer que a gente ia pra praia, agia como se nada tivesse acontecido na noite anterior. Pensei que talvez o excesso de álcool tivesse feito ele esquecer tudo, me senti um pouco aliviada, mas alguma coisa me dizia que não podia ser possível.
-mi amor, não chora que isso parte meu coração-
Ele me dizia enquanto limpava as lágrimas que escorriam pelo meu rosto e me dava outro beijo carinhoso que durou um pouco mais. Respirei fundo, tentei me recompor, parar de chorar e deixar de pensar besteira.
- obrigado, amor, é muito bonito e muito gostoso -
De novo, Fernando se aproximou de mim, me abraçou pela cintura de novo enquanto eu fazia o mesmo no pescoço dele, a gente se deu um terceiro beijo carinhoso, e assim, abraçados do jeito que a gente tava, se olhando nos olhos…
Você merece todo o meu amor" — ele me disse com um sorriso carinhoso.
- te amo tanto - respondi eu
-lo sei, meu amor, eu sei… ontem à noite você falou isso várias vezes pra mim-
—ontem à noite?
Isso me surpreendeu e talvez desse pra perceber meu espanto, porque ela me olhou com malícia no rosto, deixou as mãos escorregarem até minhas nádegas e, com um sorriso perverso, continuou.
— amor, ontem à noite, quando teu cunhado tava comendo essa bunda linda, tu falou isso várias vezes pra mim.
- amor, não acredito, então você estava acordado?
—bem acordado, meu amor—
-viu tudo?-
—Tá falando se eu vi você chupando a pica do meu irmão? Ou como você deixou ele te foder sem camisinha na sua buceta? Ou será que é se eu vi você deixar teu cunhado enfiar a pica no seu cu?
-Meu Deus, não acredito, amor-
Você tava muito gostosa dando pro meu irmão.
Naquele momento, empurrei ele na cama e me joguei em cima dele, beijando com paixão enquanto esfregava meu corpo pelado.
—você é muito ruim, meu amor
—mas ontem à noite você tava me dizendo que me amava—
—É, mas achei que cê tava puto e olha só, cê tá todo excitado.
Naquele momento, eu já tinha desabotoado a calça dele e tava com o pau dele na minha mão, pronta pra chupar gostoso.
– Você adorou dar pra meu irmão, né?
—muito, meu amor, mas agora vou te comer por ser um marido muito safado—
—Malo? Eu diria que foi bom por ter deixado seu cunhado te comer.
-ah sim, love foi muito gostoso, você gostou de ver seu irmão foder sua mulher?
—mais do que você imagina
—Agora come a puta da tua mulher.
Assim a gente acabou transando

Muito gostosa, lembrando de tudo que rolou na noite anterior, me disse que desde que nos viu dançar, soube que tinha uma química entre nós dois e quis ver até onde a gente ia. Por isso, criou as condições que terminaram no que terminaram.
Depois daquela sessão gostosa com meu marido, era hora de seguir com o plano. Eu tinha comprado aquele biquíni minúsculo e já queria exibi-lo, então tomei um banho rápido, vesti ele e, por cima, coloquei um vestido esportivo bem curto, bem sexy também.
Enquanto eu me arrumava, ele me disse que ia sair pra coordenar o transporte que ia nos levar pra praia, e que ia me esperar no lobby. Aí entendi que a treta com o irmão dele tinha sido de verdade. Me senti mal, não vou negar, não queria ser a causa de dois irmãos tão unidos como eles se distanciarem ou, pior ainda, pararem de se falar. Mas decidi não ligar pra isso. Queria ir curtir com meu marido. Me sentia renovada, como se a gente tivesse acabado de casar de verdade. Me sentia solta, mais viva do que nunca. Queria ir esquentar meu marido, queria satisfazer ele como ele merecia. Só pensava na cara dele quando me visse no meio da galera com aquele biquíni sexy. Antes de sair do quarto, me olhei no espelho pela última vez e não posso negar que gostei do que vi: uma mulher fogosa, linda e muito sexy. Sim, eu tava muito gostosa.
Desci com passo firme, com toda a atitude, me sentindo uma gostosa, os olhares começaram a aparecer. Atravessei o lobby e, ao chegar na porta, veio a segunda surpresa do dia: meu marido junto com meu cunhado, como no primeiro dia, conversando perto do carro do Cesar. Senti uma fisgada elétrica bem na minha buceta, a excitação tomou conta de mim, comecei a ficar molhada. Os dois ficaram me encarando. Me aproximei deles e, sabendo o que ia rolar, dei um beijo no Fernando e depois outro no Cesar, na boca dos dois, e apertei o pau de cada um.
Aquele dia na praia foi o auge do tesão. Cesar nos levou pra uma praia bem afastada, onde, pra ser sincera, só vimos um casal. Por isso, foi muito fácil a gente acabar os três pelados, curtindo as ondas e depois transando na areia. Foi um dos melhores dias da minha vida, me senti completa, além de que passei boa parte do tempo assim, cheia, literalmente. Fui a puta daqueles dois caras, fui a puta do meu marido e do irmão dele. Sim, do meu marido eu nunca tinha provado o leite dele, mas naquele dia eu me saciei com ele. Do irmão dele, nem preciso dizer, o leite dele também desceu na minha garganta, escorreu nos meus peitos e espalhou pelo meu corpo todo. Na volta pra cidade, dentro do carro, só pensava em esquentar eles. Num momento, tirei a roupa, chupei os dois, transei com meu cunhado enquanto meu marido dirigia e vice-versa. Me senti a maior puta dessa terra. Me senti feliz por ser a esposa daquele homem e a cunhada daquele outro.
Chegamos à noite, meu cunhado nos deixou no hotel e, depois de nos despedirmos, foi embora. Naquela noite, fomos jantar no restaurante do hotel com meu marido. Lá, conversamos sobre tudo o que tinha acontecido, sobre as loucuras que fizemos, e ele me confessou que sempre pensou no irmão dele quando fantasiávamos sobre fazer um ménage, que não confiava em ninguém mais do que no irmão para pedir algo assim. Ele me contou que, no dia anterior, enquanto eu tomava sol, eles tinham planejado tudo, e pelo visto eu tinha me entregado de corpo e alma às minhas paixões mais lascivas. De volta ao nosso quarto, fizemos o 69 mais doce que já fiz na vida. Foi tão gostoso chupar a pica do meu marido enquanto ele me lambia e dizia o quanto adora me ver transando com o irmão dele. Transamos deliciosamente, mas precisávamos dormir cedo, porque no dia seguinte era o evento empresarial para o qual Fernando tinha ido.
Acordei quando o Fernando já estava se arrumando pra sair, ele tava tão gostoso de terno que não pensei duas vezes antes de dar um boquete delicioso até ele gozar na minha boca. Ele foi embora e eu voltei pra cama, aquele dia eu ia ficar sozinha, o Cesar tava nos estudos e meu marido no evento dele, então não tinha pressa pra levantar. Depois de pedir um café da manhã no quartão, me preparei pra sair e comprar umas lembrancinhas. Tava saindo do chuveiro quando o telefone tocou.
-É?
- bom dia, gostosa, um pacote da parte do seu Fernando -
—deixa eu passar, por favor—
Vesti o roupão pra esperar o mensageiro, imaginei que podiam ser flores, mas meu marido não é desse tipo. Um vestido, essa ideia parecia se encaixar melhor, ou talvez um par de sapatos. Tava pensando nisso quando bateram na porta. Qual não foi minha surpresa ao ver que o pacote que meu marido me mandou quem trouxe foi o César, meu cunhado.
—aqui manda isso meu irmão—
- passa por favor -
Não acredito que mandei você.
- bom, então abre pra ver o que é -
Era uma câmera de vídeo de mão bem compacta, mas das boas, também tinha um bilhete.
- O que cê tá falando, cunhada, Leela?
- diz assim: só falta uma coisa pra você ser a putinha do meu irmão, é ficar a sós com ele. volto às 5:30 da tarde, então vocês têm tempo de sobra pra foder como quiserem… a câmera já tá carregada e pronta pra gravar, divirtam-se e me surpreendam com vídeos que me façam bater uma toda vez que eu ver. amo vocês.
—que filho da puta, isso ele não me contou.
- Quer dizer que você não sabia de nada disso?
—não só me pediu pra ir buscar ele no centro de convenções, mas quando cheguei, me pediu pra te trazer esse pacote.
- e você não sabia que era uma câmera
- Claro que não, ele só disse pra eu trazer isso pra você e te acompanhar porque você tinha que fazer compras.
- inacreditável como ela quer que eu goze -
—E agora, o que é que tem?
—pois as compras podem esperar, por enquanto quero ser a putinha do meu cunhado—
-é uma boa ideia-
- Já viu o que seu irmão quer? Me dá pica como quiser, que hoje vou ser sua putinha, cunhado.
Assim terminou nossa viagem ao Chile, voltei com minha buceta dolorida de tanta pica que meu marido e meu cunhado me deram, e antes mesmo do nosso voo pousar já estávamos planejando quando voltar a visitá-lo. Já faz quase um ano que aconteceu e já fomos duas vezes, isso sem contar que meu cunhado passou umas férias curtas de 15 dias com a gente.
4 comentários - Bem comida pelo meu marido e meu cunhado