Já tinha passado uma semana desde aquele encontro maravilhoso com o Erick Gustavo e o professor Fidel no depósito de esportes, ainda lembro do gostoso que foi o momento em que terminei todo melado de porra dos meus amigos e cheio da do professor. Depois disso, foi complicado sair de lá sem que percebessem meu estado, mas a gente deu um jeito de não ser descoberto. Como eu dizia, já tinha passado uma semana inteira sem poder aproveitar de novo aquela experiência deliciosa, e cada vez era mais difícil ter tempo e os três coincidirem. Tava saindo da escola quando o professor Fidel me parou e pediu pra eu acompanhá-lo um momento.
Fidel - Lalo, pode vir aqui?
Eu - Claro, professor.
Fidel - Sabe, tenho estado bem ocupado com as competições regionais, mas adoraria que a gente pudesse ter mais tempo.
Eu - Adoraria, professor, mas como?
Fidel - Tava pensando em você entrar no clube de basquete.
Eu - Pô, nunca tinha pensado nisso, verdade, não sou muito bom.
Fidel - Exatamente, você teria que ter prática extra e personalizada.
Eu - Hehe, me parece uma excelente ideia. Deixa eu falar em casa.
Fidel - Espero que você tope.
Eu - Quando começaria?
Fidel - Amanhã mesmo, se você quiser.
Eu - Ok, até mais, professor.
Fidel - Tchau, Lola... Perdão, Lalo.
Eu - Pode me chamar de Lola, hehe, tá de boa, desde que seja entre a gente.
Fui pra casa com muitas ideias na cabeça, verdade, tava excitado de poder ter tempo pra aproveitar, mas antes teria que convencer minha mãe.
Eu - Oi, mãe, beleza?
Laura - Oi, Lalo, como foi?
Eu - Bem, mãe, e você?
Laura - Tô acabada, foi um dia longo, não fiz nada de comer.
Eu - Tá bom, se quiser, posso ajudar a preparar alguma coisa.
Laura - Obrigada, vem, vamos pra cozinha... E me conta, o que há de novo?
Eu - Sabe, lembra que eu tinha falado que queria entrar num clube depois da aula? Pois é, vou entrar no basquete, só que vou ter que dedicar um pouco mais de tempo, porque tô começando depois dos outros.
Laura - Hum, desde que não descuide dos estudos, tudo bem. Beleza, eu... show! Bom, vamos terminar isso. Comi com minha mãe e fui dormir. Como já não tinha nenhuma calcinha, decidi dormir pelado. No dia seguinte, acordei, tomei banho e resolvi ir pra escola igual, sem nada por baixo. Era excitante, mas preferia ter uma calcinha; ia ter que arrumar algo bonito.
Cheguei na escola e o dia passou normal. No final, fui ver o professor Fidel pra dar as boas notícias.
Eu: — Professor Fidel, o que o senhor acha?
Fidel: — Pela sua cara, acho que conseguiu a permissão da sua mãe.
Eu: — Sim, então vamos começar o quanto antes.
Fidel: — Perfeito. Também tenho umas surpresas pra você.
Eu: — Ah, é? Quais são?
Fidel: — Primeiro, olha isso.
Ele tirou da gaveta um pacote embrulhado e me entregou. Quando abri, vi que eram três calcinhas bem sexy.
Eu: — Nossa, que detalhe! E olha, caíram como uma luva.
Falei enquanto abaixava um pouco minha calça, deixando ver minha bunda sem nada cobrindo.
Fidel: — Sua putinha, não tá usando nada por baixo.
Eu: — É que não tinha nenhuma mesmo.
Fidel: — Bom, então agora você vai ter que se responsabilizar por essa ereção que causou.
Dizendo isso, ele puxou o pau duro pra fora. Sem mais delongas, me ajoelhei, peguei nele e comecei a masturbar, olhando fixamente. Depois, comecei a dar uns beijinhos. Adorava aquilo, então curti cada momento: chupar, meter na boca enquanto acariciava as pernas dele. Já tinha ficado bem ágil com a boca, então não demorei pra fazer ele gozar e derramar o leite na minha boca. Depois de engolir tudo, perguntei:
Eu: — E qual é a outra surpresa?
Fidel: — É que você não é o único que quis entrar no clube. O Erick e o Gustavo também se inscreveram. Então vamos ter que organizar dias pra treinar os três depois da aula.
Eu: — Isso é mais que genial, professor. Valeu. Vejo o senhor amanhã.
Dei uma última chupada e fui embora. Tava quase saindo, mas senti vontade de vestir as calcinhas novas que tinham me dado. Então fui pro banheiro perto do depósito. Já era hora de ir lá, já que ficava longe dos prédios e a... Às vezes os zeladores da escola estavam por perto e eram meio grossos, mas como já era tarde, não parecia ter ninguém, então fui. Quando entrei no último cubículo, tirei a calça e coloquei a calcinha branca de renda. Bateu uma vontade de mijar e não sei por que, mas decidi fazer sentado. Não tinha entrado naquele cubículo antes, então não tinha reparado que tinha um monte de coisa escrita — a maioria era xingamento. Também tinha um buraco tampado com papelão que eu não tinha visto, e uns desenhos obscenos. Mas tinha uma mensagem que me chamou muita atenção: dizia "sou promíscua e adoro pica". Gostei e achei engraçado, então escrevi embaixo: "eu também, e adoro esperma". Terminei de mijar e ia sair quando ouvi alguém entrar no banheiro. No cubículo ao lado, escutei vozes de várias pessoas. Era meio estranho, porque eles cochichavam um monte de coisa que eu não conseguia entender. A curiosidade fez eu querer espiar pelo buraco, então com cuidado tirei o papelão. Quando tirei, me abaixei pra espiar. Me aproximei da parede e naquele momento, do buraco, saiu um pau totalmente ereto. Ficou bem na minha cara, quase batendo na minha testa. Fiquei parada, só olhando.
— Vamos, vai fazer?
— Te falei que não era verdade essa história de glory hole.
— E eu te digo que é.
— Acho melhor eu tirar.
Quando ouvi isso, decidi pegar aquele pau estranho e comecei a masturbar ele devagar.
— Alguém pegou na minha pica.
— Não é verdade.
Eu ouvia eles, mas não ligava. O que me interessava era provar uma pica nova, e era excitante não saber de quem era. Então, sem pensar duas vezes, comecei a chupar.
— Haaaa, tão me chupando.
— Sério?
— Sim, e ela manda muito bem.
A verdade é que era um pau normal, muito parecido com o meu, embora um pouco mais comprido. Mas me excitava tanto que chupei, enfiei tudo na boca, depois tirei e enchi de beijos em volta.
— Mas que gostoso, isso, mais, mais, vai, dá essa bucetinha.
— Sério que é tão bom assim?
— Melhor, haaa, continua, tô quase. Gozar
Ao ouvir isso, peguei a ponta com a boca e chupei com força. Em segundos, senti um jato de porra que engoli tudo.
Quando me afastei do buraco, ouvi murmúrios de novo e, depois de alguns segundos, vi uma nota saindo pelo buraco. Em seguida, escutei eles saindo correndo do banheiro. Não sabia o que estava rolando, então peguei a nota e saí do banheiro o mais rápido que pude, indo pra casa.
...continua...
Começamos uma nova série de relatos. Espero que vocês curtam essa nova fase na vida do Lalo. Deixem seus comentários e seus pontos. Se são novos, recomendo lerem os relatos anteriores — não tem desperdício. Bye.
Fidel - Lalo, pode vir aqui?
Eu - Claro, professor.
Fidel - Sabe, tenho estado bem ocupado com as competições regionais, mas adoraria que a gente pudesse ter mais tempo.
Eu - Adoraria, professor, mas como?
Fidel - Tava pensando em você entrar no clube de basquete.
Eu - Pô, nunca tinha pensado nisso, verdade, não sou muito bom.
Fidel - Exatamente, você teria que ter prática extra e personalizada.
Eu - Hehe, me parece uma excelente ideia. Deixa eu falar em casa.
Fidel - Espero que você tope.
Eu - Quando começaria?
Fidel - Amanhã mesmo, se você quiser.
Eu - Ok, até mais, professor.
Fidel - Tchau, Lola... Perdão, Lalo.
Eu - Pode me chamar de Lola, hehe, tá de boa, desde que seja entre a gente.
Fui pra casa com muitas ideias na cabeça, verdade, tava excitado de poder ter tempo pra aproveitar, mas antes teria que convencer minha mãe.
Eu - Oi, mãe, beleza?
Laura - Oi, Lalo, como foi?
Eu - Bem, mãe, e você?
Laura - Tô acabada, foi um dia longo, não fiz nada de comer.
Eu - Tá bom, se quiser, posso ajudar a preparar alguma coisa.
Laura - Obrigada, vem, vamos pra cozinha... E me conta, o que há de novo?
Eu - Sabe, lembra que eu tinha falado que queria entrar num clube depois da aula? Pois é, vou entrar no basquete, só que vou ter que dedicar um pouco mais de tempo, porque tô começando depois dos outros.
Laura - Hum, desde que não descuide dos estudos, tudo bem. Beleza, eu... show! Bom, vamos terminar isso. Comi com minha mãe e fui dormir. Como já não tinha nenhuma calcinha, decidi dormir pelado. No dia seguinte, acordei, tomei banho e resolvi ir pra escola igual, sem nada por baixo. Era excitante, mas preferia ter uma calcinha; ia ter que arrumar algo bonito.
Cheguei na escola e o dia passou normal. No final, fui ver o professor Fidel pra dar as boas notícias.
Eu: — Professor Fidel, o que o senhor acha?
Fidel: — Pela sua cara, acho que conseguiu a permissão da sua mãe.
Eu: — Sim, então vamos começar o quanto antes.
Fidel: — Perfeito. Também tenho umas surpresas pra você.
Eu: — Ah, é? Quais são?
Fidel: — Primeiro, olha isso.
Ele tirou da gaveta um pacote embrulhado e me entregou. Quando abri, vi que eram três calcinhas bem sexy.
Eu: — Nossa, que detalhe! E olha, caíram como uma luva.
Falei enquanto abaixava um pouco minha calça, deixando ver minha bunda sem nada cobrindo.
Fidel: — Sua putinha, não tá usando nada por baixo.
Eu: — É que não tinha nenhuma mesmo.
Fidel: — Bom, então agora você vai ter que se responsabilizar por essa ereção que causou.
Dizendo isso, ele puxou o pau duro pra fora. Sem mais delongas, me ajoelhei, peguei nele e comecei a masturbar, olhando fixamente. Depois, comecei a dar uns beijinhos. Adorava aquilo, então curti cada momento: chupar, meter na boca enquanto acariciava as pernas dele. Já tinha ficado bem ágil com a boca, então não demorei pra fazer ele gozar e derramar o leite na minha boca. Depois de engolir tudo, perguntei:
Eu: — E qual é a outra surpresa?
Fidel: — É que você não é o único que quis entrar no clube. O Erick e o Gustavo também se inscreveram. Então vamos ter que organizar dias pra treinar os três depois da aula.
Eu: — Isso é mais que genial, professor. Valeu. Vejo o senhor amanhã.
Dei uma última chupada e fui embora. Tava quase saindo, mas senti vontade de vestir as calcinhas novas que tinham me dado. Então fui pro banheiro perto do depósito. Já era hora de ir lá, já que ficava longe dos prédios e a... Às vezes os zeladores da escola estavam por perto e eram meio grossos, mas como já era tarde, não parecia ter ninguém, então fui. Quando entrei no último cubículo, tirei a calça e coloquei a calcinha branca de renda. Bateu uma vontade de mijar e não sei por que, mas decidi fazer sentado. Não tinha entrado naquele cubículo antes, então não tinha reparado que tinha um monte de coisa escrita — a maioria era xingamento. Também tinha um buraco tampado com papelão que eu não tinha visto, e uns desenhos obscenos. Mas tinha uma mensagem que me chamou muita atenção: dizia "sou promíscua e adoro pica". Gostei e achei engraçado, então escrevi embaixo: "eu também, e adoro esperma". Terminei de mijar e ia sair quando ouvi alguém entrar no banheiro. No cubículo ao lado, escutei vozes de várias pessoas. Era meio estranho, porque eles cochichavam um monte de coisa que eu não conseguia entender. A curiosidade fez eu querer espiar pelo buraco, então com cuidado tirei o papelão. Quando tirei, me abaixei pra espiar. Me aproximei da parede e naquele momento, do buraco, saiu um pau totalmente ereto. Ficou bem na minha cara, quase batendo na minha testa. Fiquei parada, só olhando.
— Vamos, vai fazer?
— Te falei que não era verdade essa história de glory hole.
— E eu te digo que é.
— Acho melhor eu tirar.
Quando ouvi isso, decidi pegar aquele pau estranho e comecei a masturbar ele devagar.
— Alguém pegou na minha pica.
— Não é verdade.
Eu ouvia eles, mas não ligava. O que me interessava era provar uma pica nova, e era excitante não saber de quem era. Então, sem pensar duas vezes, comecei a chupar.
— Haaaa, tão me chupando.
— Sério?
— Sim, e ela manda muito bem.
A verdade é que era um pau normal, muito parecido com o meu, embora um pouco mais comprido. Mas me excitava tanto que chupei, enfiei tudo na boca, depois tirei e enchi de beijos em volta.
— Mas que gostoso, isso, mais, mais, vai, dá essa bucetinha.
— Sério que é tão bom assim?
— Melhor, haaa, continua, tô quase. Gozar
Ao ouvir isso, peguei a ponta com a boca e chupei com força. Em segundos, senti um jato de porra que engoli tudo.
Quando me afastei do buraco, ouvi murmúrios de novo e, depois de alguns segundos, vi uma nota saindo pelo buraco. Em seguida, escutei eles saindo correndo do banheiro. Não sabia o que estava rolando, então peguei a nota e saí do banheiro o mais rápido que pude, indo pra casa.
...continua...
Começamos uma nova série de relatos. Espero que vocês curtam essa nova fase na vida do Lalo. Deixem seus comentários e seus pontos. Se são novos, recomendo lerem os relatos anteriores — não tem desperdício. Bye.
3 comentários - Lola depois da aula