Culo da Mili 18

Enquanto eu comia a Mili no carro, desativei o alarme pra não fazer barulho, as travas da porta estavam destravadas, qualquer um podia entrar... aquele professor que não tolerava nada, que por qualquer coisinha expulsava aluno da sala, se me pegasse com meu pau enfiado na buceta da Mili, fácil a gente era expulso.
Já tava quase na frente do carro, se aproximava colocando as mãos na testa, igual as pessoas fazem pra ver dentro de um carro com vidro escuro... esse maldito tarado, deve ter visto o carro balançando e suspeitou do que tava rolando, quer espiar com certeza... filho da puta... pensei, enquanto virava o rosto, pelo menos pra ele não ver minha cara, nem a da Mili que tava enterrada no banco.
-       Ei… o que você está fazendo aí?...
Porra… nos descobriram… mas não, quando virei o rosto pra não ser visto pelo professor, percebi que do outro lado vinha outra pessoa… que merd… mais gente?, outro professor?... não, era um segurança… ao ouvir a voz dele, a Mili reagiu, levantou a cabeça e tentou falar alguma coisa, eu coloquei a mão na boca dela pra ela calar a boca.
— Sou o professor Rodriguez, este carro está no estacionamento do reitor… — disse se desculpando o professor que tinha sido pego querendo bisbilhotar o interior de um carro alheio.
Caralho… pela pressa de ir pra apresentação, estacionamos em qualquer lugar e logo na vaga do caralho do decano, estávamos ferrados pra caralho. A Mili bufava e soluçava ao perceber a situação. Não dava pra fazer nada, só ficar parados feito estátuas, porque se a gente se mexesse o carro balançava e entregava a gente.
- Pois é, o diretor não veio hoje... mas deixa eu ficar de olho pra ver de quem é o carro e dar a multa que ele merece... falou o vigia todo solícito.
- Ok… deixo nas suas mãos… disse o professor e voltou pro carro dele.
Enquanto ouvia o carro do professor se afastando, o vigia ficou rondando o carro de longe, esperando ver o dono chegar pra encher o saco dele pelo descuido.
- Por que você não vai embora?... murmurava Mili nervosa, sentindo meu gozo escorrendo do cu dela e se espalhando pelas coxas.
— Já calma, falei pra acalmar ela, mas no fundo eu sentia que logo mais alunos e professores iam sair e a gente ia ficar ainda mais exposto.
Dentro do nosso carma, tivemos a sorte de que o rádio do vigia tocou, com certeza pediram apoio, porque ele foi saindo devagar, de vez em quando virando pra olhar… finalmente, pensei, respirando aliviado.
- Ai, Dany!… Por que essas coisas acontecem com a gente?... reclamava Mili.
- Sei lá, mas não dá tempo, temos que trocar de roupa… falei pra ela, não dava pra ficar teorizando.
Peguei uns panos que meu velho colocava atrás do banco pra limpar os vidros, com isso me limpei, mas a atrapalhada da Mili, na pressa, se limpou com a barra da própria blusa, sujando ela… e de novo ela ia sair perfumada com o cheiro da minha porra.
Pra mim era fácil, eu enfiava meu pau na calça e pronto… mas a Mili… a legging dela tava rasgada e toda puxada, o casaco sujo de porra mal cobria ela porque ela arregaçou a manga pra não mostrar a mancha… com tudo isso, ela não podia sair do carro assim. Só restou ela se espremer entre os bancos pra ir pra frente, enquanto eu saía rápido e passava pro banco do motorista.
Mili, angustiada, via sua calcinha rasgada, expondo toda a sua intimidade, mas isso a gente resolveria depois, agora era hora de fugir da faculdade… mas… ouvi umas batidas no vidro… porra… de novo… virei pra ver… e era o vigia que tinha voltado… não dava pra abaixar o vidro porque ele ia ver o show inteiro da buceta da Mili toda exposta. Ela só segurava o rosto vermelho de vergonha, quase chorando.
- Aluno, eu vi o senhor entrando, por favor, abaixa o vidro e se identifica… dizia o vigia do lado do carro.
-       Me dá um minuto… falei, enquanto procurava algo pra cobrir a Mili.
Lembrei que meu pai guardava os documentos do carro no porta-luvas, dentro de uma pasta grande. Tirei ela e coloquei no colo da Mili, tampando a buceta dela. Quando se sentiu coberta, ela sorriu aliviada. Abri o vidro e era o mesmo segurança que semanas antes tinha se deliciado com as curvas da Mili quando viu ela sair depois que eu comi ela no banheiro e também rasguei a blusa dela.
Obviamente começou a bronca, expliquei o aperto da exposição, mesmo assim ele quis reter minha carteirinha de estudante. Aí a Mili entrou na jogada, o segurança reconheceu ela, ficou nervoso lembrando das curvas dela, então suavizou o tom e só avisou pra não repetirmos. Saímos na correria pra casa dela, tirei a camisa e ela vestiu por cima, entrou em casa coberta e eu fiquei só de regata.
No dia seguinte, Mili e eu íamos encontrar a Vane na prova. Sabendo disso, nessa competição feminina, ela vestiu uma blusa branca decotada com um sutiã preto que transparecia um pouco, uma saia xadrez vermelha e preta soltinha, na altura entre a buceta e os joelhos, e umas calcinhas pretas… me fez lembrar da imagem que fantasiei na garagem da casa dela quando a ouvi falar mimada com o pai… quando quis vê-la vestida de colegial e comer ela selvagemente como uma lolita.
Já a Vane não voltou a usar roupas provocantes como na festa, mas também não voltou às roupas recatadas… digamos que, pra disfarçar o estilo que mostrou na casa do Guille, ela optou por um visual intermediário, tipo, pra ninguém falar que ela se vestiu assim pra chamar minha atenção, mas sim que era parte da mudança de visual… dessa vez ela usava jeans apertados, e antes ela cobria com blusas ou casacos compridos, agora eles ficavam pouco abaixo da cintura, deixando à mostra a bunda bem definida dela...
Mais de um, ao entrar no salão, se surpreendeu gostosamente ao ver ela de costas… óbvio que eu, como homem, me chamava a atenção mais de uma vez, mas tinha a vigilância da Mili por perto, então tentava olhar disfarçado. E bom, como vocês devem imaginar, a Mili detestava a Vane, porque ela tentou roubar o boy dela, porque a insultou e desprezou… se estivessem sozinhas, fácil se pegavam no cabelo de novo.
Por sorte o bom Guille procurava manter a Vane longe da gente, conversava com ela pra distrair, mas não impedia que a Vane me mandasse olhares safados que irritavam a Mili… era isso que a Vane queria, provocar ela como quem diz que ainda não tinha acabado… que ela podia roubar o homem dela.
Pra nossa sorte, o pessoal tava mais preocupado com as provas, alguns olhares deram pra mim e pra Mili lembrando do incidente na festa, talvez algum comentário, mas não passou disso... uns conhecidos me perguntaram sobre o inchaço na minha bochecha e tive que dar uma desculpa de um incidente no banheiro (que em parte era verdade, sem entrar em detalhes escabrosos e escandalosos).
O bom é que o Javier tava mais atrasado nos estudos e a gente não dividia as aulas. Só quem viu falou na zoeira que parecia que o Javier tinha tentado beijar um caminhão e o bicho passou por cima dele (o caminhão tinha meu nome na placa)... se minha cara tava meio inchada, imagina como não tava a dele.
Durante a prova, a Vane ficava virando pra me olhar de um jeito provocante e até piscava o olho de vez em quando… essa bruxa safada… A Mili, quando percebia, mandava uns olhares furiosos… depois me disse uma coisa que parecia ter sido ensinada pelo pai militar dela: O que é meu, é meu e não divido!… eu fazia sinais pra Mili se acalmar e continuar a prova, faltava meia hora pra acabar o teste… mas…
- Vocês tão fazendo o quê?... me deem as provas de vocês… falou sério o professor atrás de mim.
A merda… o professor achou que a gente tava colando. Não deu pra reclamar muito, porque já fazia um tempo que ele tava de olho na gente por causa das nossas cagadas no curso. Ele nos tirou da sala enquanto o Guille olhava preocupado e a Vane, aquela filha da puta, sorria debochando… essa desgraçada…
Deixo um vigia tomando conta da sala, enquanto a gente ia pro escritório dele. Pediu pra esperarmos lá até o fim da prova, depois a gente conversaria sobre as punições… nos deixou sentados na mesa dele e voltou pra sala, eu, puto da vida, xingava minha sorte… mal ele se afastou, começaram as desculpas:
- Desculpa, Dany… é culpa minha… aquela cadela… me tira do sério… disse entre envergonhada e furiosa.
- Caiu no jogo dela e já viu onde estamos… falei resignado.
— Fiquei com ciúmes, porque vi como você olhava pra ela antes da prova... — disse Mili, se levantando.
- Vai nessa, não confia em mim? Uma coisa é ela chamar minha atenção, outra é eu querer ela… explica aí.
- Então… e eu… você me deseja?... disse ela provocativamente, se inclinando pra eu ver os peitos dela.
- Igual coelha no cio... respondi, me perdendo entre os melões e o decote dela.
- Agora?... ela disse enquanto apoiava a barriga na mesa.
- Você tá louca?... falei surpreso, quase fomos pegos por descuido, mas isso era suicídio.
-       Me mostra o quanto você me deseja... ela pediu feito uma menina mimada.
Agora eu não via só os peitões dela, mas a saia levantada mostrando aquela rabuda generosa... fiquei passando a mão e apertando bestificado, a calcinha pequena tinha sumido no meio daqueles bundão... ela tava ficando excitada e, no delírio, fez o último pedido dela...
- Se você me quer… vai me comer aqui e agora… disse ela completamente tesuda.
Era uma chantagem sentimental que eu não teria aceitado em outras circunstâncias, mas essa mulher me tinha enfeitiçado, tarado até o limite… pensando mais com a cabeça de baixo do que com a de cima. Por um momento hesitei, mas virei pra ver as bundas macias e gordas dela enquanto as acariciava.
Pra minha má sorte, atrás da Mili tinha um espelho e eu podia ver completamente os glúteos enormes dela, entre os quais se perdia uma calcinha fininha... um pouco mais abaixo, onde terminavam as bundas rechonchudas dela, começavam as ligas sexy da calcinha fio dental que, por sua vez, envolviam as pernas bem torneadas dela, que estavam entrelaçadas e se tensionavam a cada carícia, ainda mais quando eu puxava o fio dental e enfiava na buceta molhada dela... eu não aguentava mais ver aquela cena. Minha pica queria rasgar minha calça.
- Ah, não… Dany, não, não… eu só tava brincando, só queria saber se você faria mesmo… falava enquanto se contorcia.
Mas já era tarde, eu tinha despertado meus instintos mais primitivos… ela negava com palavras o que o corpo dela pedia aos berros: queria ser comida como uma puta, queria se sentir segura de que o homem dela só perdia a cabeça por ela… tinha jogado as cartas dela pra me provocar e fazer eu provar meu afeto, mas a brincadeirinha e o capricho dela escaparam do controle e iam acabar no cu dela…
- Não, Dany... chega... por favor, não... vão nos... aiii... uhm... gemeu ao sentir meu pau entrando fácil na buceta molhada dela.
Ela tinha virado minha fantasia nos últimos dias: comer ela de uniforme escolar encostada num móvel, igual uma colegial mimada na sala do diretor… dessa vez eu ia castigar ela por ser uma putinha provocadora que não mede as consequências do ciúme e das chantagens dela…
- Você tá louco… uhmmm… para com isso… não… ahhh… ela reclamava enquanto eu tinha a bunda gordinha dela quicando entre meu corpo e o móvel.
Com as palavras ela resistia, mas o corpo dela me esperava, as mãos firmes nas bordas do móvel, quase arranhando, aguentando minhas investidas... eu montava nela segurando a barra da saia como rédea e, de vez em quando, usava as ligas da calcinha dela pra puxar do meu jeito... meu pau se deliciava com a buceta dela, mas não por muito tempo... Mili, num espasmo violento, contraiu o corpo, satisfeita... tanto tempo sem meter na buceta dela que já tava super sensível...
- Ahhh… ufff… exclamo satisfeita.
Mas eu ainda tava na pista... obcecado em fazer tudo que pudesse com ela naquela roupa de lolita... esperei uns instantes pra ela se recuperar... tirei meu pau todo molhado da buceta dela. Ela quis se levantar pra dar a limpeza de sempre no meu pau... mas não deixei, com minhas mãos mantive a cintura dela pressionada contra o móvel... era minha escrava até eu ficar satisfeito.
Quee… Dany, já chega… só aí… para com isso, vai… só isso…" — ela me repreendeu, ainda ofegante.
- Você não vai se livrar tão fácil assim… eu disse, ela me provocou quase como chantagem, agora que se aguente.
Não dei chance pra ela reclamar mais… apontei meu pau pro cu dela, que se contraiu pra não me deixar entrar. Me inclinei nela, puxei o cabelo dela pra ela saber quem mandava naquela foda e depois beijei o pescoço dela… isso a desarmou por uns momentos, que aproveitei pra enfiar meu pau até o fundo…
Auuu… Por que você é assim?... sabe que não… aaaahn… gemeu novamente submissa.
- Você começou… me justifiquei, começando a cavalgá-la desta vez pelo cu.
Tava no escritório do professor que podia entrar a qualquer momento, de novo a porta sem tranca e a gente nem ligava… vivíamos nossa sexualidade no limite, que karma nada… aquela bunda merecia ser violentada com tudo, aquele pseudo-disfarce de colegial tinha levado minha taradice ao extremo.
- Ahhh ufff… Mili resfolegava, aguentando minhas investidas, evitando gemer pra não sermos ouvidos lá fora, sabia que eu não ia embora sem me saciar e ela se preparava pra curtir também.
Que cena que o professor ia encontrar se entrasse: os alunos dele trepando feito coelhos em cima da mesa dele… A Mili, que com certeza fazia parte das fantasias do professor, tava lá com a saia na cintura, a fio dental de lado, a calcinha arriada, a bunda gorda sendo martelada pela minha virilha, o cuzinho dela empalado pelo meu pau com tudo… e ela com o cabelo todo bagunçado e uma cara de safada de puro tesão…
-       Ohmmm… sou sua mulher, né?... ela disse, me olhando entre extasiada e romântica.
-       Sim… só você é minha mulher… e minha putinha… respondi e a vi sorrir satisfeita com minha resposta selvagem, que afastava os fantasmas de ciúmes que a Vane plantou nela desde a festa.
Noutro momento de tesão, a Mili virou e me olhou bestinha com a força que eu tava castigando o cu dela... viu uma imagem atrás da gente, tremeu pensando que era o professor... mas percebeu que era o espelho... a curiosidade falou mais alto e ela se esticou um pouco mais pra ver melhor... nos viu quase de lado, a bunda enorme dela balançando com meu vigor, quicando, sentiu minha pica entrando e saindo do cu dela...
-       Que bucetão eu tenho!... ouuu… e você tá arrombando ele!… uhmmm… murmurei surpresa, com certeza ao se ver no espelho em outras situações ela não percebia o tesão que suas formas carnudas inspiravam, agora ver a bunda dela quicando a enchia de alegria.
-       Cala a boca!, que eles vão nos ouvir… avisei ele.
- Fico quieta, mas continua por favor… continua… ohhhh… ela dizia gemendo agora em voz baixa.
Com aquela imagem selvagem do castigo anal, com o esfíncter criminosamente saciado, recupero a excitação que ela perdeu levemente ao pensar que o professor estava atrás… o único atrás era eu, bombando a buceta dela com ferocidade… tanto que a Mili não demorou muito pra chegar ao segundo orgasmo e eu ao primeiro…
- Ahhhh…. Ohhhh…. exclamo finalmente, tampando a boca.
Num último esforço, enfiei meu pau até o talo, as bundas inchadas dela acabaram espremidas contra minha virilha, enquanto meu pau metralhava o interior dela com rajadas de porra que faziam a espinha dela se contrair. Depois, ela se deixou cair satisfeita no móvel. Eu bufava feliz por ter realizado minha fantasia às custas da Mili e da sala do professor... mas como nunca temos sorte...
Tocou o alarme da faculdade, aquele que indicava a troca de horário e, nesse caso, que a prova tinha acabado… merda… já vinha o professor dar a bronca na gente, se nos pegasse assim não só nos reprovavam, nos expulsavam da facul… como dizem, depois do prazer vem o desgosto…
Mili se contraiu toda, apertando as bundas dela e meu pau… auuu caralho… tava moendo meu pênis… tive que dar um tapa na bunda gostosa dela pra ela relaxar. Olhei em volta, não tinha nada pra limpar, só provas, relatórios e atas de notas… Porra…
Até que avistei numa prateleira um rolo de papel toalha… mas tava meio longe… não dava pra tirar a pica porque íamos sujar tudo: a calcinha dela, a saia, o chão, a mesa, os documentos… Fiz sinal pra Mili pra gente se mover junto… parecíamos de novo dois cachorros grudados depois de cruzar, caminhamos até o papel feito um trenzinho… até que…
A porta rangeu ao se abrir… gelados como estátuas, só conseguimos virar a cabeça e ver quem nos descobriu dessa vez: o vigia? O professor? Ou, pior ainda, o diretor ou o reitor… mas, de novo, vimos um rosto transtornado, decepcionado e puto… que merda de sorte a sua…
- Vocês de novo… são cachorros, por acaso?… disse a Vane furiosa, saindo rápido e batendo a porta.
-       Invejosa… murmuro Mili num tom vingativo, triunfante, quase feliz que ela nos pegasse assim pra mostrar que ela era a minha única mulher.
- Com certeza foi atrás do professor… falei pra Mili, trazendo ela de volta à realidade.
Nós corremos pra pegar o papel, nos limpamos o mais rápido que deu… mas o quarto tava fedendo a meu esperma e aos sucos da Mili. O escritório parecia mais uma cela, só tinha janelas lá em cima, que eu abri como pude pra arejar o ambiente… A Mili tirou um perfume da bolsa e borrifou, quase fumigou o escritório, pra tirar o cheiro de sexo de motel que tava no ar.
Pouco depois chegou o professor, ele atrasou porque depois da prova um tal de Guille fez um monte de perguntas e segurou ele um tempão. Esse Guille salvou a gente várias vezes. Acho que o Guille já desconfiava do que a gente tava fazendo e do que a Vane queria fazer ao sair da sala antes da prova acabar, então ele segurou o professor o máximo que pôde.
Claro, o professor obviamente nos deu uma bronca, mas foi engraçado porque ele ficou espirrando sem parar, já que a Mili exagerou no perfume e ativou a alergia dele... Depois ele ameaçou ligar pros nossos pais, mas o que segurou ele foi perceber que nossas provas não eram iguais, ou seja, a gente não tinha colado... Aí ele deu um sermão sobre casais e relacionamentos, que isso não pode interferir na nossa vida universitária... A Mili até gostou dessa parte final, de terem reconhecido que a gente era um casal... enfim, coisas de mulher...
Por uns momentos, via que os olhos dele iam pro decote da Mili, fiquei com um pouco de ciúme, mas a gente tava nas mãos do professor… No fim, ele deixou a gente ir sem anular a prova… pedimos desculpas pelo acontecido e vazamos. Assim que saímos da sala, percebemos que quase não tinha aluno na faculdade.
Saímos aliviados, facilmente estávamos aprovados com o que já tínhamos avançado na hora que tiraram a prova. Passamos pelo estacionamento onde vimos um carro esportivo… já tinha visto ele antes, de repente saiu de dentro uma figura conhecida… Era a Vane, parecia estar esperando a gente pra falar alguma coisa, nos xingar ou sei lá o que passava na cabeça quente dela de nos ver transando de novo…
A Mili não deixou a gente falar nada, só me puxou pelo braço, me jogou contra a parede e me deu um beijo apaixonado, quase sexual. De canto de olho vi a Vane, vermelha de raiva, não aguentou mais, entrou no carro dela e foi embora… maliciosamente pensei: pensar que com a Vane eu podia ter aquele carro… mas preferia ter uma mina com uma boa carroceria e um desempenho foda que nem a Mili.
Essa era uma guerra de fofocas terrível, que não ia acabar bem… o pior é que eu tava no meio e sabia que ia piorar. A Mili tinha vencido a batalha, mas eu sentia que a Vane, pra ganhar a guerra, faria o impensável. Acho que a Mili tava confiante demais porque a Vane não tinha contado nada do que viu até agora… era brincar com fogo continuar provocando ela… mas não importava, naquela noite a Mili tava feliz.
Ela pegou na minha mão e, em cada esquina que dava vontade, me beijava. Saímos como um casal da faculdade. Também na viagem pra casa dela, me encheu de beijos, carícias e tudo mais. Ela tava toda apaixonada, e eu não tava achando ruim não, me sentia bem. Voltei pra casa e meu pai perguntou como tinha sido, ficou satisfeito que eu passei. Depois perguntou pela Viví, não quis dar detalhes, só falei que esse rolo já era.
Fui pro meu quarto com a lembrança da minha ex, que jeito do meu pai de acabar com meu bom humor e me trazer memórias. A Viví sempre foi orgulhosa, uma vez ela me disse que a única coisa que nunca, mas nunca (ela enfatizou isso) nunca perdoaria era a traição… e bom, eu pequei nisso, duvidava que ela fosse me ligar de novo… mas naquele momento meu telefone tocou… será que eu a chamei com a mente? Mas o que eu ia dizer pra ela?
- Alô?... Quem é?... perguntei curioso porque aquele número não me era familiar.
- Não reconhece minha voz?… ela disse sedutora e, como eu não respondi, ela completou: sou… a Vane…
Meu corpo gelou, lembrei da insinuação dela na festa, do tapa no banheiro depois de me ver com a Mili, da indignação pelo meu suposto desprezo, do medo dela fofocar tudo, do que viu no escritório do professor, da provocação da Mili no estacionamento… ela tinha toda a informação e motivo pra acabar com a gente com fofoca, mas não tinha feito nada até agora… por quê? O que será que ela tava tramando?
- Ah… sim, oi… a que devo sua ligação?… respondi após alguns segundos processando, já que antes ela tinha sido tão orgulhosa, desdenhosa, e agora me ligava.
- Você sabe o que eu quero… ela disse sem hesitar, feito uma femme fatale.
- Na verdade não… minhas anotações de aula?... falei ingenuamente, mas já desconfiava de algo.
- Não seja bobo… ela disse, rindo debochadamente.
- Então o quê?... perguntei, me vinham muitas coisas na cabeça que uma mulher ferida podia pedir.
- Você sabe o que eu vi… e essas imagens não saem da minha cabeça… falei, pensativa.
- E aí, o que é que eu posso fazer?... perguntei, na real era problema dela, não meu, até que virou meu.
-       Você, pode fazer muitas coisas… ela me disse de forma safada.
- Por exemplo?... retruquei, dando a entender que parasse de rodeios.
- Pode fazer o mesmo comigo… o mesmo que fez com ela… sentencio Vane, provocante.
Se não tivesse sentado, eu caía… porra… essa mina tava descontrolada… ou o ego ferido dela foi longe demais ou as cenas que ela viu inflaram tanto o tesão dela… não dava pra acreditar… ela tava me pedindo pra desvirginar o cuzinho rosado dela, pra empalar aquele rabo branco e bem torneado… Fiquei perplexo, não conseguia acreditar.
-       Perdão?... Tá brincando comigo ou o quê?... Falei, não dá pra confiar em mulher despeitada, talvez ela só tava me testando ou até me gravando pra depois contar pra Mili.
-       Não, eu não tô pra brincadeira não… falou firme, depois completou se fazendo de interessante: além disso, lembra que… eu vi um monte de coisa que na faculdade eles iam adorar saber… ia ser o fofoca do momento…
- Uau… espera… cê tá me ameaçando?.... falei surpreso, não podia acreditar que no capricho, vingança ou obsessão dela, ela tava me forçando a arrebentar a buceta dela.
- Leve como quiser, essa semana tem provas e não quero me distrair… mas quero sua resposta antes de sábado à noite… disse determinada, a mandona.
- Espera… tu sabe que eu tô com a Mili… e que não posso fazer isso com ela… falei tentando fazê-la cair na real, essas revanches e vinganças já estavam passando dos limites do razoável.
— Esse é o seu problema... — disse irritada ao ouvir o nome da sua rival, e só completou: — Tchauzinho... — despediu-se debochadamente, sem deixar que ela respondesse.
Porra… fiquei pasmo, qualquer um ficaria grato de uma mina pedir pra perder a virgindade com ele, mas ser ameaçado… por outro lado, com a Mili eu tava começando algo que podia ter futuro, uma mina que parecia ter tudo que eu queria: carinhosa, inteligente e, claro… uma putinha na cama…
Assim como Javier tava de marcação comigo, a Vane tava de marcação com a Mili… era uma vingança, uma competição entre as duas faculdades e no meio eu… ficava feito um puto… feito um baita de um otário que tinha que satisfazer as duas, mas com a Mili me sugando até o talo, duvidava que ia sobrar energia pra Vane…
Eu tinha evitado ter parceiros na facul pra não ter enrosco que atrapalhasse meu desempenho nos estudos… mas isso já era demais, uma loucura… além disso, o que me garantia que depois de satisfazer a Vane ela não fosse falar algo que prejudicasse a Mili… e arrebentar a buceta da Vane também ia dar motivo pra ela me ter na mão, e talvez no cu dela, quantas vezes ela quisesse… era complicado demais pra resolver sozinho…
Não dava pra contar pra Mili. Da última vez que fui sincero sobre a festa na casa do Guille, acabei indo e só piorando as coisas. E falar pro meu velho seria pior ainda — ele ainda não tinha me perdoado por ter largado uma mina que ele considerava perfeita pra mim (a Viviana) por causa da Mili, que lembrava ele da minha aventura com uma prima de traços parecidos (a Anita)... E o Javier, com quem eu tinha uma certa intimidade pra falar dessas paradas de mulher, me odiava. Claro, depois que eu comi a namorada dele e ainda quebrei a cara dele na porrada...
Na real, pra manter meus rolos longe da faculdade, eu não tinha muitos amigos dentro do curso… só conhecidos, grupos pra estudar ou pra bagunça e festa… mas não tinha costume de contar minhas paradas pra ninguém, meus enrosco… só uma vez, numa bebedeira, alguém me ouviu e me de uns conselhos razoáveis…
- Oi, posso ir na sua casa pra gente conversar… eu falei e ela topou.
Continua...

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Flaco, cuantas veces van a
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