Curioseando numa cabine em Bogotá

Oi, pessoal! Hoje quero contar pra vocês sobre minha segunda experiência de putaria com um homem.
Tudo começou quando conheci um cara da minha universidade que é abertamente gay. A gente se conheceu por pura sorte, mas depois de meia hora conversando, o papo começou a esquentar. Por algum motivo, ele começou a me perguntar sobre minha vida sexual, e eu fui na onda, o que acabou me levando a contar minha experiência chupando pau — que foi a primeira vez com um homem e que já postei antes.

Parece que, conforme eu ia contando, ele foi ficando excitado aos poucos, e mesmo que no começo a conversa tivesse sido tranquila, ele se animou e deu a entender que queria uma chupada. Como minha experiência anterior tinha sido boa, não hesitei muito em aceitar a proposta. Só que a gente não conseguiu pensar em nenhum lugar apropriado pra ficar à vontade e eu poder chupar o pau dele, então por enquanto só trocamos números.

Durante a semana, a gente conversou algumas vezes pelo WhatsApp, conversas cheias de putaria, onde ele insinuava que não seria só uma chupada gostosa, mas também me dar o pau no meu cuzinho. A verdade é que eu tava morrendo de vontade de experimentar sexo anal, mesmo fingindo que tava na dúvida no começo.

Meu maior medo era a dor que podia sentir, mas isso não tirava minha vontade de sentir um pau quentinho dentro do meu cu. Então, indo na onda dele, combinamos de ir um dia num motel pra ficar tranquilos e poder foder gostoso. Além disso, eu tinha comentado que não me depilava, mas ele insistiu que, no dia em que a gente se visse, eu depilasse o cu e o pau, e eu aceitei.

Marcamos o dia do encontro, então no dia anterior cortei os pelos com tesoura, e no dia do encontro, na hora do banho, raspei a bunda com uma gilete e tentei me limpar o melhor possível. Fazendo isso, me senti uma verdadeira puta, sentia a pele de Meu ano super lisinho e eu tava com muita vontade de que uma rola deslizasse pra dentro e me fizesse sentir muito gostosa. A manhã inteira fiquei fantasiando em ter uma calcinha fio-dental super sexy pra vestir e sentir o fio entrando na minha bunda depilada, pena que eu não tinha esse tipo de roupa.

Chegou a hora do encontro e a gente se viu na universidade pra sair juntos pro motel, caminhamos várias quadras procurando o endereço de um lugar que a gente tinha achado na Internet, mas não conseguimos encontrar e nos perdemos. Por causa disso, ficamos meio desesperados, e ele teve a ideia de ir pra umas cabines de gloryhole que ele conhecia e que não ficavam tão longe, e como não achamos o motel, eu aceitei.

As cabines ficavam num lugar bem discreto, no terceiro andar de um prédio que parecia abandonado. Subimos, entramos no lugar e demos uma olhada. Era formado por várias cabines e em cada uma tinha um computador com pornô gay. Além disso, na divisão entre uma cabine e outra tinha um buraco redondo na altura do pau, os famosos gloryholes. Esse lugar era perfeito pra dar um boquete, mas eu queria era ser desvirgado.

Entramos cada um numa cabine que se conectavam, ele colocou o pau mole pelo gloryhole e eu imediatamente me joguei pra chupar aquela rola como uma puta faminta. Comecei a sentir o pau dele crescendo na minha boca até ficar completamente duro, mas não era um pau muito grande, era mais de tamanho médio ou pequeno. Na hora fiquei meio decepcionada porque gosto de sentir algo maior na boca, mas logo pensei que aquele pau pequeno era perfeito pra me desvirgar e não doer tanto.

Chupei ele por um tempo, mas falei que queria que ele me penetrasse, e ele respondeu que pra ficarmos mais confortáveis a gente podia ir pra sala comum do lugar onde estávamos. Na hora não entendi muito bem o que ele quis dizer, mas saímos cada um da sua cabine e ele me levou por um corredor que dava numa sala com uns sofás e uma televisão grande onde tava passando porno gay. Ele me falou que nessa sala a gente podia transar, o que me deixou meio na dúvida porque, mesmo estando sozinha, a porta dava pro corredor e qualquer um que passasse podia nos ver.
Mesmo assim, a gente entrou e sentou junto olhando pra televisão, eu ainda tava na dúvida se dava pra transar naquela sala, então tava meio tímido, mas depois de alguns minutos vendo o porno na TV, eu esquentei de novo, então não liguei mais pra nada e tirei a pica do meu amigo pra continuar chupando ele.
Uns minutos depois, entrou outro cara na sala como se nada fosse e simplesmente sentou e ficou olhando o boquete que eu tava fazendo. No começo foi estranho pra mim, mas cada vez mais minha tara aumentava, então parei de me importar e comecei a me despir e despir meu amigo. Daí a pouco ele tava completamente pelado, eu de cueca e chupando ele como uma verdadeira atriz pornô, e o outro cara nos olhando com muita tesão.
Não sei se o desconhecido ficou constrangido, mas ele foi embora depois de um tempo, coisa que eu nem percebi, só notei quando parei pra tirar minha roupa íntima. Já os dois pelados, eu tava morrendo de vontade de ser penetrado, então meu parceiro colocou a camisinha e a gente começou a tentar a penetração.
No começo, tentei sentar em cima da pica dele, mas não entrou, a gente tentou mais umas posições e não conseguia, nem eu me apoiando na parede.
Vendo isso, a gente pensou que podia entrar mais fácil se eu ficasse de quatro, então fiquei de quatro e me senti super puta, mostrando todo meu cu pra pica do meu amigo. Nessa hora, entrou outro cara diferente que, vendo o espetáculo que a gente tava fazendo, também sentou como espectador. Naquele momento, me senti a maior puta do mundo, e nessa posição começou a entrar de pouquinho, no começo tava uma delícia, Mas, conforme ia entrando, sentia um ardidinho, como se estivesse rasgando. Não liguei pra isso, porque minha tara era maior, então pedi pro meu amigo meter mais fundo. Conforme entrava, doía cada vez mais, mas ao mesmo tempo era uma sensação super gostosa, tanto que pedi pra ele me dar uns tapas na bunda. Ele deu duas palmadas deliciosas que aumentaram minha excitação a níveis impensáveis, era uma situação muito excitante, uma rola entrando no meu cu e um cara olhando tudo com muito tesão.

Meu amigo me comeu de quatro por um tempo, mas o material do sofá onde estávamos deixava a posição meio desconfortável, então decidimos que era hora de tentar de outro jeito. Ele sentou e eu sentei por cima dele, dessa vez conseguiu me penetrar. Nessa posição, com o outro cara olhando meu corpo todo com muito tesão, comecei a cavalgar feito uma puta, enquanto meu pau subia e descia com meus movimentos.

Sentindo aquela rola entalada no meu cu, comecei a me masturbar, até que o momento mais gostoso chegou quando gozei com aquela rola dura dentro de mim, foi uma sensação bem deliciosa. Mas meu parceiro não conseguiu gozar, tenho que admitir que minha excitação me dominou e me fez gozar muito mais rápido que o normal.

Quando gozei, a gente se ajeitou e eu fui pro banheiro que ficava ao lado da sala pra lavar o esperma das minhas mãos e do meu torso. Quando voltei pra sala, meu parceiro já estava se vestindo e o outro cara ficou me encarando, se aproximou sem dizer nada, pegou minha mão e levou até a calça dele, começando a fazer movimentos com minha mão por cima do pau dele. Deu uma vontade imensa de baixar a calça dele ali mesmo e chupar, porque dava pra sentir um volume grande e gostoso. Mas, por respeito ao meu amigo que estava comigo, recusei, me vesti e fui embora.

Essa foi a história da minha primeira penetração anal, espero que tenham gostado. e que comentem. Lembrem que essa história é 100% real, e que se vocês gostarem, posso continuar postando meus relatos pra vocês se deliciarem e se excitarem um pouco. Por último, quero contar que, embora tenha dado vontade de ir depois nesse lugar só pra ver se chupo a rola de algum desconhecido ou se rola algo mais, nunca realizei, e depois fiquei sabendo que uns meses depois fecharam essas cabines.

3 comentários - Curioseando numa cabine em Bogotá

Riico, me la puso redura.
También tengo un relato contando mi experiencial. Soy activo