Vicky II - Gostosa e Safada

O acaso da vida fez com que eu a encontrasse num escritório da Receita Federal no Bairro de Saavedra. Ela é contadora, então, digamos, que aquele é o habitat natural dela. Eu estava descendo as escadas do 4º andar e a encontrei bem ali… “oi”, ela disse, porque foi ela quem me viu e reconheceu primeiro. Com o cabelo mais curto, aqueles dentes meio de coelho e aquele 1,50m de sempre. Ela estava igual da última vez que a tinha visto. Eu a cumprimentei, papeamos uns 10 minutos sobre besteiras, tipo o que ela fazia ali, o que eu fazia, etc, etc, etc. Beijo… abraço bem colado e um “falou, a gente se fala”.

O dia passou e lá pelas 18h, enquanto voltava no Metrô Linha D sentido Congresso, me lembrei da Victoria. Peguei o celular e mandei uma mensagem: “você operou os peitos ou foi só impressão minha?!” Passou um tempo, e recebi como resposta um “hahahaha, não tem jeito, você é um filho da puta mesmo. Operei sim, mas faz um tempo, não lembra?!”. Ficamos zoando um pouco com essa besteira, que claramente eu não lembrava, e obviamente pedi uma foto pra relembrar. E, surpreendentemente, ela me mandou à noite. A verdade é que estavam maravilhosos…

Com a Victoria, a gente parou de se ver por muito tempo. A gente transou naquele sábado, sim, acho que foi num sábado, e depois mais uma vez, e nunca mais repetimos. E, de fato, nunca mais voltamos a falar sobre aquele encontro no escritório dos amigos do estado.

Claro, continuamos conversando nos dias seguintes e nos esquentando cada vez mais com fotos, mensagens escritas e alguns áudios. Um desses dias, não lembro como, surgiu uma fantasia que ela tinha me contado na época em que trabalhávamos juntos: a de ficar com dois caras. E eu disse pra ela que dava pra montar isso.

No meio dessas conversas, a gente se encontrou duas vezes e transamos, relembrando os velhos tempos. Foi aí que fiquei sabendo que ela estava separada e voltamos a falar sobre o trio. Eu disse: “olha, eu tenho um amigo muito próximo, que é gato e muito, muito gente boa, que topa… saudável e solteiro… se você quiser, é só me avisar”. Os dias passaram e um dia… Ela me mandou uma mensagem dizendo mais ou menos assim: "pronto, beleza, vamos fazer, se vocês puderem essa sexta... mas na sua casa, nada de casa dela ou hotel".
Falei com a Boa e ela respondeu: "óbvio, nem se fala... onde e que horas?".

Naqueles dias antes da sexta, liguei pra Boa e expliquei a situação: "Boa querida, aquele extintor que você tem de pau mata qualquer coisa... e essa mina é uma garota de família, nada de quebrar nada... vamos ser gentis... tranquilo, né?!". A Boa, que é um senhor e além disso um grande amigão, disse que sim, que eu ficasse sossegado.

Chegou a sexta, preparei um pouco de comida... um pouco de bebida... a Vicky chegou, muito linda, bem simples, um vestidinho preto e um pouco maquiada. A Boa não estava, ela perguntou por ele e eu respondi que chegava daqui a pouco, que tinha se atrasado. Aproveitamos pra nos pegar e a Victoria me fez um boquete foda na cozinha que me fez gozar...

A Boa chegou... se apresentaram e eu vi a Vicky e pensei: "pronto... ela gostou... primeiro problema resolvido".

A Boa, além de ter o pau mais gigante do planeta, é um cavalheiro, um cara preparado, profissional e bem-sucedido... só que as vadias não importam muito pra ele e por isso... tem vários filhos espalhados por aí e várias famílias pra sustentar...

A gente tinha combinado com a Boa que eu começava primeiro no meu quarto e depois ele entrava.
Comemos um pouco, bebemos bastante, um som rolando e quando a Boa foi ao banheiro, peguei a Victoria e levei pro quarto, começamos a nos pegar e entre beijos ela perguntou por ele: "Depois ele entra, não se preocupa..." Continuamos nos pegando... ficamos pelados, eu deitei na cama e a Vicky de quatro, de costas pra porta, me chupando... daqui a pouco aparece a Boa de pau duro e eu faço sinal pra ele entrar... ele entra devagar e toca a Victoria, que deu um pulo de susto... "ai, a puta que pariu, que susto" ela disse... mas na hora viu o pau da Boa e me olhou... "você é um filho da puta... se você acha que vou meter isso", eu olhei pra ela e sorri.

A Boa olhou pra ela e disse: "fica tranquila... que eu cuido disso", e a colocou meio de lado. enquanto ela me chupava a pica, a Boa chupava a buceta dela... Chupei ela e deixei vermelha igual as listras da camisa do San Lorenzo. A Vicky não aguentava mais de tesão... dava pra ver na cara dela, na expressão... e eu fiquei só observando... a Boa, agarrei ela, coloquei na beira da cama... lambuzei a pica com saliva e fui enfiando.
A Victoria me olhava... com cara de espanto, prazer, dor e luxúria.
“Aiii que filho da puta, não pode ter tanta pica não”...”aiii filho da puta vai me matar de verdade”...
A Boa começou a comer ela, fundo e devagar, a Vicky tava gozando, eu me agachei e mandei pica na boca dela, que ela recebeu com gosto.
Depois, ela ficou de quatro, a Boa atrás e eu deitado vendo ela chupar minha pica enquanto levava porrada atrás de porrada... a cara de puta dela, de prazer, de luxúria... de tudo... me deixava louco. Como essa baixinha me dava tesão...
A Boa saiu, deitou na cama e ela começou a chupar ele, dava pra ver pelo espelho da porta do armário que mal entrava a pica desse filho da puta do meu amigo.
Quando eu enfiei, parecia que tava comendo uma panela...”Boa, a buceta da sua mãe, da próxima vou eu primeiro, você deixou ela largada que nem uma panela, filho da puta”, ele riu e a Victoria falou “Boa te chamam, com razão... nunca um apelido tão bem dado”. Comi ela mais um pouco e falei...”Vicky, sobe em cima da Boa”...
A Vicky subiu e começou a cavalgar ele... daí quando vi que ela tava mega super quente de tanta pica... eu fico atrás...”não para, o que cê tá fazendo?!” ela falou, e eu respondi “você, fica tranquila... eu cuido disso” chupei a bunda dela, enfiei um dedo... dois... a Victoria gozava e eu enfiei... mas eu deitei.
Então falei pra ela descer e chupar ele, eu fui trabalhar naquela bunda, saliva, um dedo, dois, saliva... língua e tudo que tava ao meu alcance e imaginação... num momento a Victoria sozinha falou “Sim, vai... me comam”... ela subiu, montou no taco de beisebol e eu me encaixei atrás... a pica entrou impecável.
A Verdade é que, a menos que você seja ator pornô, transar em dupla é uma bagunça, um vai pra um lado e o outro pro outro... então falei pra Boa: “você fica quieto ou se mexe devagar que eu como ela primeiro” e foi isso que ele fez... a Boa ficou parado e eu me dediquei a arrebentar com muita vontade aquela bunda...
A verdade é que não aguentei muito... e gozei dentro dela... de um jeito louco... soltei tudo que acumulei em dias...
[Deitei de lado pra contemplar a cena do meu amigo e da Victoria..
A Boa tentou comer a bunda dela mas foi impossível, em um momento a coisa engrossa por uns segundos entre o capricho da Boa de arrebentar o cu dela e a recusa da Vicky, então coloquei a mão no ombro do meu amigo e falei “Não, Boa querida... não dá.. até aí, irmão”
Então a Boa, resignado, colocou a pobre da Vicky de quatro, que aguentou uma trepada descomunal do meu amigo, que deixou a buceta dela maior que o Cilindro do Racing Club. O que essa gatinha aguentou.
A Boa gozou litros de porra na carinha da Vicky... um espetáculo pra tirar fotos.

Descansamos, batemos um papo, contamos coisas... comemos algo, e transamos mais algumas vezes. Outra dupla penetração, mas eu fiquei na bunda... a Boa ficou na vontade.
Pobre Boa, na próxima, Ameo.

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