Mili de rabo 03

Ao sair por uma das portas laterais da universidade, notei os seguranças devorando a Mili com os olhos. Mandei um olhar agressivo pro primeiro que peguei saboreando as curvas que eu já tinha provado, o cara baixou a vista e se fez de desentendido.

A reação dele me fez perceber que não dava pra ir pra casa de transporte público. A gente ia ser o centro das atenções de todos os olhos masculinos e a inveja dos femininos. Subimos num táxi, em silêncio. Assim que sentei, recebi uma mensagem da Viviana: "Não vira a noite, Te amo".

Porra, mesmo eu tendo ferrado os planos dela pra hoje, ela longe de estar brava, se preocupa comigo… ela é fofa… pensei.

Te apresento a Viviana, estuda comigo… ouvi minha prima dizer, faz quase 1 ano.

Era uma mina de pele clara, olhos cor de caramelo, lábios carnudos e rosados, cabelo castanho. Das curvas dela não dava pra falar muito, se vestia bem conservadora. Só do jeito que a blusa dela se empinava deu pra ter uma ideia da forma e do tamanho dos peitos dela: Médios. Devem ser bonitos, como ela, pensei.

Como cê tá?… falei e dei um beijo na bochecha dela, ela ficou vermelha, isso me arrancou um sorriso.

A gente dançou umas vezes, ela era tímida mas foi se soltando. No fim da noite, me peguei conversando com ela no sofá enquanto os outros dançavam. Acompanhei ela até em casa, mesmo ela pedindo pra não ir, o pai dela era um ogro. Depois pedi o número dela pra minha prima, ela me avisou:

Viviana é uma mina muito bonita, muito na dela… não é pra putaria…

Eii… Por que cê tá falando isso?… protestei.

Porque eu te conheço, você é um putão… mas sei lá, talvez te fizesse bem sair com uma mina como a Viviana, quem sabe é hora de você ter um relacionamento sério, priminho…

Com a bênção da minha prima, e uma ameaça, liguei pra Viviana. Saímos umas quantas vezes. No fim, a química que tinha entre a gente acabou se manifestando num beijo. Um pequeno escorregão foi o pretexto pra isso.

Uma noite, depois de ver um filme, caminhávamos por um parque, perto da margem do rio. Ao descer de uma calçada, por causa da água de uma chuva recente, ela tropeçou, eu me virei para segurá-la, mas ela caiu de cara no chão.

Levei alguns segundos para ela recuperar o equilíbrio. No fim, ela ficou em pé na calçada com seu 1,60m e eu na pista com meu 1,80m, digamos que naquela posição estávamos no mesmo nível. Abraçados, rindo do acontecido, ela tinha um sorriso esplêndido de menina, depois a risa sumiu, nos olhamos fixamente, me inclinei para ela, nos olhos brilhantes dela não encontrei negação.

Meus lábios passearam pelos dela por segundos, minutos, ela me abraçava com força, sentia sua respiração ofegante, era um beijo terno, apaixonado… podíamos ficar horas assim, agarrados um no outro… mas… um carro passou perto da gente e nos respingou água. Rimos de novo, ajudei ela a descer da calçada, dessa vez estávamos de mãos dadas, sem dizer nada éramos namorados, sabíamos disso.

Puxa… então… é assim que se sente um beijo… ela disse suspirando.

Não me diga que você nunca beijou ninguém?… perguntei incrédulo.

Então não… respondeu envergonhada.

Então temos que resolver isso… falei puxando ela para um banco.

Entre risadas ela me seguiu. Ficamos um bom tempo entre beijos e carícias, dessa vez notei sua inexperiência, coisa que não me importou e que com os minutos foi ficando menos evidente. Ela aprendia rápido.

Conforme íamos saindo, nossos beijos eram mais contínuos, prolongados, mais apaixonados, ela se afastava de mim às vezes…

Não consigo respirar… ela dizia, mas segundos depois ela procurava meus lábios de novo.

Estávamos juntos há pouco mais de um mês. Sabia que ela era inexperiente, por isso não tinha insinuado nada até então. Mas estava ficando evidente que precisávamos avançar. Expliquei para ela.

Sim, eu sei, mas você precisa ter paciência comigo… faz só um mês que sei o que é um beijo… se desculpou timidamente.

E você beija muito bem… falei roubando um beijo dela.

Além disso, me dá Um pouco de medo… o ato em si… ir num lugar desses, que vergonha… eu pensava.
Não se preocupa… falei abraçando ela, e completei: Vou esperar até você se sentir pronta…
E como vou saber se tô pronta ou não?... perguntou inocente.
Você vai saber, acredita em mim… falei, me achando pela minha experiência.
E se você tiver que esperar um ano?... ela disse me encarando.
Um ano?... também não exagera… falei sorrindo.
Você não esperaria por mim… então só quer isso… é igual aos outros… falou meio decepcionada, se afastando de mim.
Ei, espera. Se eu só quisesse prazer, ia pra qualquer balada e com certeza achava mina disposta a se satisfazer e me satisfazer. Com você eu me divirto, passo bem.
Sério?
Sim, vou esperar o tempo que for preciso, vai valer a pena… falei.
Ela me beijou com paixão, pela primeira vez senti a língua dela sem vergonha, e olha que ela usava bem. Não só aprendia rápido, como também parecia ter iniciativa.
Sabia que o prazo de um ano era bem irreal, talvez uma ideia romântica, eu ia dar um jeito de apressar as coisas. Em um ano minha próstata ia explodir.
Tem vários jeitos de fazer uma mina inexperiente ficar com você. O mais comum é o chantagem. "Será que você não me ama?" Diz o suposto otário pedindo uma prova de amor, o que na minha opinião é um jeito medíocre de conseguir os favores de uma mulher.
Embora tenha outros piores: forçando na marra ou colocando algum sonífero na bebida delas. Isso já é aberração.
Eu prefiro a provocação paciente até chegar na excitação. No fim, é como dizem: O homem propõe e a mulher dispõe.
Foi assim, nos encontros seguintes era claro que nossos beijos estavam mais quentes, os filmes quase não víamos. A paixão que ela colocava em cada beijo esquentava meu sangue.
Nos parques, quando ela se deitava de costas pra mim, eu abraçava ela pela cintura, aos poucos fui pegando o jeito de tocar a pele dela nua… no começo, senti uma certa excitação no tremorzinho que passou por ela, ela se virou e me deu um beijo. Depois ficou um pouco desconfortável e eu comecei a acariciar a cintura dela, antes que ela reclamasse alguma coisa, eu disse:

Gosto de acariciar sua cintura, sua pele é tão macia…

Com isso, ela se acalmou um pouco e me deixou tocá-la. O contato das minhas mãos com a pele dela amplificava as emoções dela, os beijos dela.

Depois de conquistar a cintura, já que ela gostava e ela mesma colocava minhas mãos lá, minhas mãos foram subindo, acariciando a barriga dela. Ela não resistia… o próximo passo lógico era chegar aos peitos dela…

Durante um filme romântico, que não tinha muitos espectadores, entre beijos quentes e ofegantes, minhas mãos foram subindo pela cintura dela, pela barriga. Quando senti que ela estava excitada, num movimento rápido, minhas mãos passaram por baixo do sutiã dela e agarraram os peitos médios dela… a pele lisinha, ela se assustou, a primeira reação dela foi pegar minhas mãos, tentar afastá-las…

Não, não está certo… ela dizia entre suspiros, sem parar de me beijar.

Só me deixa te acariciar… Você não gosta?... eu dizia.

Sim… mas… ela não continuou com as reclamações, só me deixou agir.

O calor que ela colocou nos beijos seguintes me fez entender que minhas carícias estavam surtindo efeito. As mãos dela pararam de rejeitar as minhas.

Por qual avenida?.. perguntou o taxista.

Continua por essa mesma, é mais rápido… falei sem muito interesse.

Mili continuava pensativa, olhando pela janela, só virou quando notou que o taxista estava ajustando o espelho retrovisor, talvez para focar no decote da blusa dela. Mas a primeira coisa que ele focou foi meu olhar sério e direto… acho que ele entendeu o recado. Salvando a situação, ele ajustou o espelho pro lado certo, ou melhor, voltou pra posição original, a tentativa não deu certo.

Mili pegou minha mão, o medo dela de viajar de táxi voltou. Ela queria mostrar pro nosso motorista que não estava sozinha. Sorri de leve, ela também. Depois ela pegou no cabelo e continuou procurando nas janelas uma resposta pra nossa situação.

O que a gente fez não me pareceu certo… protestou Viviana, depois de andar em silêncio por mais de 15 minutos.

A expressão dela e o silêncio já tinham me mostrado isso desde que saímos do cinema. Remorso, culpa, vergonha… tudo junto.

Tá bom, se te incomoda, não faço de novo… falei.

Depois de uns minutos tensos no nosso banco do parque, ela finalmente aceitou me dar mais respostas do que os monossílabos com que me tratou como castigo. Aí começaram de novo os beijos, as carícias… a reconciliação.

Protegido pela escuridão do nosso lugar, pela pouca gente que passava, minhas mãos quebraram a promessa feita minutos antes.

Não, por favor… não posso… ela dizia num gemido sofrido, mas excitado.

Tá bom… não se preocupa… falei, entendendo que ia demorar mais do que o normal pra superar essa fase.

Mas não demorou tanto. Depois de alguns minutos, tomada pela excitação, ela mesma levou minhas mãos até a barriga dela. Pra quem entende, poucas palavras bastam; o resto do caminho eu fiz sozinho, e não teve protesto… só o de um vigia que, de longe, apontou uma lanterna pra gente.

Porra… falei, e saímos correndo.

Não vamos poder voltar nesse parque… ela disse entre risadas safadas.

Depois virou costume no cinema minhas mãos passearem por todo o peito dela, puxando os biquinhos, que até então eu só tinha sentido, nunca visto. Situação que mudei, abrindo a blusa dela…

O que cê tá fazendo?... vão me ver… ela protestava.

Tá escuro e tem pouca gente… eu me desculpava.

Os protestos dela pararam quando minhas mãos acariciaram os peitos branquinhos dela, os biquinhos rosados… não aguentei, me joguei neles e engoli…

Uhmmmmmm… escapou um gemido alto dela que, por sorte, não deu pra ouvir por causa do barulho do filme de ação que a gente tava vendo.

As mãos dela tentaram segurar meu corpo, mas acabaram acariciando meu cabelo enquanto meus lábios e minhas mãos acariciavam os seios dela.
Na vez seguinte, depois de uns beijos gostosos, ela mesma desabotoou a blusa, me convidando a chupar aqueles seios deliciosos.
Nesse ponto, era óbvio que a gente tinha que ir mais longe, ela já não reclamava das minhas investidas, pelo contrário, me incentivava a fazer tudo com uma safadeza crescente que eu mesmo tinha despertado nela.

Como minhas mãos tinham subido pela barriga dela até o peito, agora era hora de descer até a buceta e explorar aquele cantinho proibido.
A mesma estratégia, só que dessa vez encontrei mais resistência, fui rejeitado mais de uma vez… talvez por culpa da minha pressa, de saber que tava tão perto de ter ela. Só quando ela ficou super excitada é que parou de resistir, e foi surpreendida, surpreendida de um jeito bom pelos meus dedos… que, como eu imaginava, terminaram molhados… minhas carícias nos peitos dela tinham despertado uma lubrificação daquelas.

Enquanto minha mão fuçava naquela intimidade proibida, ela, nervosa com essa sensação nova, não parava de me dar beijos, de abafar os gemidos entre a língua dela e a minha. O corpo inexperiente dela se contorcia por causa do cócegas que meus dedos faziam.

Pra ser sincero, foram meus dedos que primeiro se atreveram a entrar naquele buraco virgem, claro que sem romper o selo virginal, mas já fazendo ela entender qual era a função de um ato sexual. Depois de alguns segundos, ela tremeu nos meus braços, as mãos dela apertaram minha roupa com força, e com a mão livre eu tentei abafar o gemido alto de satisfação que ela soltou.

Ahhhh… uhmmmm… ecoou entre meus dedos.

Depois, com a respiração ofegante, ela afastou minha mão e a língua dela me devolveu, em uns beijos cheios de tesão, todo o prazer que eu tinha dado. Sim, meus dedos fizeram ela conhecer o que era um orgasmo, ela curtiu pra caralho e as neuras dela sobre sexo ser algo errado foram caindo por terra. Ela começou a duvidar.

Na vez seguinte, enquanto ela se contorcia de prazer na poltrona do cinema, sentiu o volume duro no meio das minhas pernas. Talvez eu já tivesse sentido isso antes, enquanto estávamos sentados, ela se recostava nas minhas costas e eu puxava a cintura dela pra perto de mim. Só que dessa vez ela se atreveu a procurar na minha calça… se eu podia procurar na calça dela, por que ela não podia na minha?… com certeza queria me dar com a mão o mesmo prazer que eu tava dando a ela.

A mão inexperiente e trêmula dela foi roçando no meu pau duro… meu leite já tava quase saindo só de sentir ela, sabendo o que significava pra uma garota como ela dar esse passo…

Meu dedo entrava e saía da buceta dela num movimento curto, pra não romper o hímem. Viviana deduziu que o mesmo movimento meu pau faria dentro dela e tentou imitar o que a bocetinha apertada dela faria com meu pau: fechou os dedos em volta da minha rola e começou a subir e descer, imitando a mesma frequência que meus dedos entravam e saíam da boceta dela… ela tava me batendo uma punheta… embora ela ainda não soubesse, acho que também não sabia que eu tava masturbando ela, nunca me perguntou, só deixou eu fazer.

Viviana primeiro sucumbiu a um orgasmo, mas ao me ver só um pouco agitado, quis retribuir o prazer que eu dei a ela. De novo pegou meu pau entre os dedos e continuou com a tarefa interrompida. Pode soar como piada, mas não demorou muito pra eu gozar nela… os carinhos dela foram mais que eficazes…

Puxa… O que foi isso?… ela exclamou, surpresa.

Um pouco envergonhado, tive que explicar que, assim como ela ficava toda molhada por causa da excitação, essa era a forma que os homens liberavam a nossa. Deixei meu lenço pra ela limpar os restos de porra das mãos e dos braços, até o pouco que tinha na bochecha. Depois ela foi ao banheiro terminar de se limpar e me trouxe um pouco de papel.

Me limpei como pude, mas minha calça tinha marcas visíveis. Tive que puxar a camisa pra fora da calça pra esconder a mancha.

Quando saímos, de novo o silêncio, uma cara de preocupação. Mais uma vez a culpa apertou ela.

Isso não pode continuar assim… ela disse.

Entendo seu preocupação, mas... respondi me desculpando.

Não, você não entende... disse ela, cortante, irritada.

Então me explica pra eu entender... pedi.

O rosto dela mudou, acho que ela mesma não sabia como me explicar. Estava confusa, quase às lágrimas. Me senti mal, pensei que tinha apressado as coisas demais... finalmente...

Não sei se o que você me faz sentir é certo ou errado...

Pensei que ela fosse terminar comigo, não a culparia se fizesse isso... Viviana respirou fundo e, quase chorando, me disse:

Só sei que quero...

Sim?... perguntei, temendo o pior.

Quero que você me coma... disse finalmente, e uma lágrima escorreu pelo rosto dela.

Abracei ela, entendi que não era fácil pra ela chegar naquele ponto, admitir daquele jeito. Ela teve que superar todos os medos que os pais colocaram nela desde pequena, os próprios medos dela. Naquela noite era tarde demais pra tentar algo, só levei ela pra casa...

Na próxima vez que sairmos, não me fala nada... só me leva... ela disse e me deu um beijo carinhoso.

Tá bom...

No caminho pra casa, comecei a planejar o próximo encontro, ia levar ela pra um hotel, um bonito, discreto e afastado. Reservaria o quarto, levaria alguns suprimentos... sim, ela vai gostar, pensei.

Depois lembrei dela com aquela aceitação submisse de que era a única coisa que faltava no nosso relacionamento. A gente tinha passado por todas as etapas, o próximo passo lógico era aquele, mas será que era certo? Comecei a duvidar das minhas intenções.

Eu queria ela? Ou era só a putaria desse joguinho de gato e rato que eu finalmente tinha vencido? Não é sobre ganhar ou perder, é sobre uma garota, uma garota boa. Uma coisa é brincar com uma mulher experiente, outra é com ela, posso machucar ela... pensei.

Nunca tinha durado mais de 2 ou 3 meses com uma garota, talvez por isso minha prima me chamasse de "pau no cu". Mas com Viviana já fazia quase 5 meses, e sem transar, só saíamos e nos divertíamos. Com ela eu não ficava entediado, não precisava de fingir, era eu. Não, isso é diferente, tá indo por um bom caminho, sinto que gosto dela, talvez até ame, pensei comigo. Assim calei minha consciência.

No próximo encontro, deixei tudo pronto no hotel e fui buscá-la. Ela tava nervosa, sabia o que a gente ia fazer. Tentei distrair ela conversando, mas não adiantou muito. Entramos o mais discretamente possível no hotel e subimos pro quarto.

Longe de reparar no conforto do lugar, ou na decoração com pétalas de rosa e essas coisas que preparei, a Viviana foi direto pra cama. Poxa, quer despachar isso logo, pensei.

Deitei do lado dela e ela rapidamente pegou o controle e ligou a TV. Apesar do impulso inicial, agora tava fugindo da situação. Entendi o nervosismo dela, então não apressei, deixei ela se acostumar com o lugar.

Depois de uns minutos, já tava rolando uma conversa normal, a gente ria, e logo começamos a nos beijar. Tentei desabotoar a blusa dela… mas…

— Sei lá, é meio estranho… desculpa… — ela disse, se desculpando.

Levantei, apaguei as luzes. A tela de 33 polegadas ia ser nosso cineminha e o encosto da cama, nossas poltronas. Isso ia ser menos estranho…

— E assim? — perguntei.

— Muito melhor… — respondeu, sorrindo mais relaxada.

Percebeu minha intenção e a lembrança do que a gente fazia no cinema. Não deve ser tão ruim fazer aqui, deve ter pensado. Só faltava o filme. Mudei de canal e achei um romance que já tava no final…

— Deixa aí… — ela disse, com a voz calma, até divertida.

Ela até me chamou pra perto, deitou a cabeça no meu peito. Na cena final, quando os protagonistas finalmente se beijam, ela tentou imitar e buscou meus lábios.

Os beijos ternos foram esquentando, virando safados. Minhas mãos desabotoaram a blusa dela e não teve objeção. Logo ela tava tirando a blusa e o sutiã completamente, era a primeira vez que eu via o torso dela totalmente nu. Não consegui me demorar muito admirando, ainda faltava a outra metade coberta.

Enquanto eu… dedicava a acariciar e beijar os peitos dela, fui tirando minha camisa. Meu trabalho me distraía das carícias que eu fazia nela, então ela me ajudou a desabotoar.
Sem a camisa, meus dedos imediatamente enfiaram por baixo da calça dela, como eu imaginava, a buceta dela tava molhada. Viviana se contorceu ao sentir meus dedos entrando pelos lábios vaginais dela. Quase por instinto, ela procurou meu pau na minha calça, segurou meu pênis com mais firmeza entre os dedos e começou a me bater uma.

Eu não queria que esse encontro terminasse como no cinema, ou seja, uma punheta mútua. Então, vendo ela super excitada, fui abaixando a calça dela, no olhar dela tinha angústia, ansiedade.

Na altura dos joelhos, a calça dela prendeu. Viviana se encarregou de tirar o resto, agiu sem pensar, pelo tesão e pelo formigamento crescendo nas intimidades ainda virgens dela. Aproveitei pra tirar minha calça.

De novo, minhas mãos buscaram por baixo da calcinha dela, que ela ainda vestia, a buceta dela. Não queria que a excitação dela diminuísse, que ela se deixasse pegar por sentimentos de culpa. Viviana imitou minha ação e procurou no meu boxer meu pau. A mão dela conseguiu libertá-lo da prisão.

Finalmente ela pôde ver, se surpreendeu, uma coisa era sentir, mas outra bem diferente foi apreciar. Ela não acreditou nos olhos e a mão dela percorreu de cima a baixo meu pênis, pra ter certeza de que tudo aquilo era meu.

— Mas isso o quê? Um osso?... — exclamou ingenuamente.

— Não, meu amor, isso é seu... — falei beijando ela, rindo.

— Danny, sério... Você acha que isso cabe em mim?... — disse preocupada.

— Você vai ver que sim... — respondi sorrindo.

Continuei beijando ela, depois os peitos dela, meus dedos de novo provocavam a buceta dela, queria que ela esquecesse do tamanho do meu pau. Tava conseguindo, Viviana gemia e começava a me bater uma. É hora, pensei.

Peguei a calcinha dela pelos dois lados e comecei a deslizar por entre as pernas dela, à medida que descobria o púbis dela e o tecido roçava as coxas dela, o corpo dela se arrepiou. Num ato Reflexo, a mão dela tentou cobrir aquele triângulo lindo que os pelos formavam. A mão dela parou na barriga. Era tarde, eu já tinha visto.

Através da luz morna da TV e da claridade que entrava pela janela, pude apreciar. Era a primeira vez que um homem a via assim, ela era linda, as formas harmônicas, as curvas graciosas, a pele lisa e branca. Sempre enfiada em jeans, nunca percebi que tinha umas pernas bem torneadas.

— Como você é linda! — exclamei, agradavelmente surpreso, até apaixonado, diria. Talvez ela fosse prêmio demais pra mim.

Ela sorriu com aquele elogio sincero, percebeu na minha voz e talvez no jeito que eu a olhava que eu não mentia. O brilho no rosto dela, o brilho nos olhos lindos me fez entender que ela estava pronta.

Ela se levantou um pouco, os lábios dela tocaram os meus, com a mão no meu pescoço me puxou pra perto. Sem parar de beijá-la, me livrei da cueca como pude, Viviana instintivamente abriu as pernas pra me deixar me encaixar entre elas. Já estava sobre o corpo dela, acariciando os cabelos dela, talvez esperando um sinal de aprovação que me deixasse começar aquele ritual que ia transformar ela em mulher.

— Eu te amo… — ela disse com voz apaixonada.

Uma alegria imensa me invadiu, nenhuma mulher tinha me dito isso de um jeito tão seguro, apaixonado, sincero.

— Eu também te amo… — respondi, e naquele momento era verdade.

Foi o sinal de aprovação que eu esperava. Posicionei meu pau entre os lábios molhados da buceta dela, isso deu um pequeno tremor nela. Fui empurrando meu pênis e sentindo como o buraquinho virgem dela ia se alargando com a minha passagem. Ela, com uma careta de surpresa, aceitava aquela invasão.

Os braços dela rodearam meu torso, talvez pra acompanhar o ritmo da entrada ou pra me segurar quando chegasse a hora. Tinha terminado o curto percurso até o hímem dela e Viviana tinha aguentado.

Com um pequeno esforço e empurrão, consegui romper o selo virginal dela, estava feito. Viviana sentiu e, mordendo os lábios, calou um gemido de dor. Eu ia me permitir continuar. Fui afundando minha rola musculosa na sua intimidade estreita e morna,
Ahhh… ohhh… ouvia ela suspirar queixosa enquanto seus dedos apertavam meus braços.
Já, já quase… dizia pra ela, observando seu rosto acalorado.
Um sorriso forçado no meio da sua dor doce me fez saber que ela entendia e aprovava.

Quando minha rola chegou ao fim do percurso, pude sentir o corpo dela relaxar.
Ahhh… Uhmmm… gemeu ela, soou como alívio pra mim, depois da dor inicial tinha algo de satisfação nessa etapa final.
Senti as paredes dela se dilatarem pra me dar espaço, tudo parecia se encaixar bem. As mãos dela foram soltando meus bíceps. A expressão de angústia, de dor, foi diminuindo. As bochechas dela quentes, os lábios carnudos pareciam vermelhos, úmidos, o brilho nos olhos dela era um convite.

Beijei ela, num beijo carinhoso agradeci por me deixar fazer parte dessa experiência, ser o primeiro a curtir ela, o corpo dela, a entrega dela.

As mãos da Viviana largaram meus braços, passearam pelas minhas costas até meu pescoço, meus cabelos. Os beijos carinhosos deram lugar aos mais apaixonados, a língua dela e os gemidos que acompanhavam me fizeram entender que eu devia continuar.

Devagar, ela foi tirando e enfiando minha rola de novo na buceta inexperiente dela. Em cada beijo, eu abafava um gemido, um suspiro. Sentia os peitos dela se encherem de ar e tocarem meu peito por causa da agitação dela.

Parei de beijar ela pra deixar ela respirar melhor e pra apreciar como o corpo dela reagia a essa nova experiência.

Uhmmm… foi o primeiro suspiro morno, mistura de gemido e queixume que ouvi quando me afastei dos lábios dela.

Observei ela: o rosto lindo mergulhado numa mistura de emoções, o vai e vem calmo dos seios dela. Tentei imitar esse balanço harmonioso, dando o mesmo ritmo nas minhas penetradas.

Ayyy… oummm…

No rosto dela, uma censura inocente pelo que eu tava fazendo. Mas os gemidos iniciais dela foram se transformando em Doces gemidos, suspiros de prazer que me agradecia de vez em quando com beijos profundos. Via o corpo dela tremer com meu vigor, segundos, minutos, não saberia dizer, só sei que curti, não era só sexo… a gente tava fazendo amor…

Ahhh… ela exclamou quando o ser dela não aguentou mais aquela mistura de emoções, sentimentos.

Aquela energia se irradiou pelo corpo todo dela, fazendo ela se contrair, fazendo as mãos dela, os dedos, apertarem minhas costas. Segundos depois, derramei meus líquidos na cavidade dela, até pouco tempo virgem. Um tremorzinho percorreu ela de novo.

Nos olhos dela, satisfação, talvez um pouco de incredulidade pelo que tinha acontecido e do jeito que ela tinha curtido.

Uhmmm… ela suspirou suavemente, saboreando o último resquício de orgasmo no corpo dela.

Beijei ela apaixonadamente. Ela me devolvia os beijos com carinho, sentia a respiração dela ainda ofegante. Me afastei e sorri com ternura. Ela já não era mais uma menina, talvez na alma ainda fosse, mas o corpo dela tinha experimentado a maturidade.

Depois de uns minutos nos olhando, sorrindo, nos beijando, quis me afastar… a gente precisava se lavar, tava ficando tarde, ela me segurou junto dela.

Não, não me deixa… ela implorou.

Boba, se o que eu mais quero é ficar do teu lado… falei.

Depois de um tempo, ela deixou eu tirar meu membro murcho, me deitei ao lado. Ela me seguiu, apoiou a cabeça no meu peito. Uma lágrima escorreu pela bochecha dela até meu peito.

Ei, o que foi?... falei, descobrindo o rosto dela.

Nada vai ser igual… ela disse, preocupada.

Eu entendia que ela já não era mais uma menina, talvez tivesse medo que, aos meus olhos, ela mudasse, que se perdesse o que era bom na nossa relação, que eu só visse ela como um objeto pra satisfazer minhas necessidades sexuais.

Não… tudo vai ser melhor… falei.

A nuvem escura que tinha se fechado sobre os olhos dela se dissipou. Ela me deu um sorriso lindo, de novo nossos lábios se encontraram.

Assim terminou nosso encontro.

Nos dias seguintes, ninguém conseguiu tirar da gente nossa bobeira. Expressão de felicidade. Mas já tinham se passado quase seis meses depois daquilo. Nesse tempo, posso dizer que fui feliz...

No entanto, tudo isso estava indo pro saco por causa da minha infidelidade… mas era quase impossível não sucumbir diante das curvas monumentais da Mili… tentei me desculpar.

Não devia ter me matriculado naquele maldito curso… pelo menos não nesse ciclo… comecei a me recriminar.

Danny… já chegamos… a Mili me avisou.

O quê?... Ah… sim, vamos descer… respondi, atordoado.

A Mili foi andando em direção à minha casa vazia enquanto eu pagava o taxista.

— Ei, irmão, como você faz pra ter uma mulher dessas? — o taxista me perguntou com um sorriso safado.

— Sei lá, pergunta pro namorado dela — respondi.

— Kkkk… que foda… você é um filho da pu… kkkk — ele disse e foi embora rindo.

Peguei minha chave e caminhei até a Mili, que esperava na porta…

— O que aquele idiota te disse? — ela perguntou, por causa do taxista e da risada alta dele.

— Esquece, não importa — falei.

O que realmente importava era o que fosse rolar dentro da minha casa…

Continua…

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