Ao sair por uma das portas laterais da universidade, notei como os seguranças devoravam a Mili com os olhos. Lancei um olhar agressivo para o primeiro que peguei saboreando as curvas que eu tinha desfrutado, o cara baixou o olhar e fingiu que não era com ele.
Sua reação me fez entender que não poderíamos ir para minha casa de transporte público. Seríamos o centro das atenções de todos os olhos masculinos e a inveja dos femininos. Entramos em um táxi, em silêncio. Mal me sentei e recebi uma mensagem da Viviana: "Não fique acordado até muito tarde. Te amo".
Puta merda, mesmo eu tendo estragado os planos dela para esta noite, longe de ficar brava, ela se preocupa comigo... que fofa... pensei.
Te apresento a Viviana, estuda comigo... ouvi minha prima dizer, quase um ano atrás.
Era uma garota de pele clara, olhos cor de caramelo, lábios carnudos e rosados, cabelo castanho. Das curvas dela não podia dizer muito, ela se vestia de forma bem conservadora. Só o jeito que a blusa dela marcava me deu uma ideia da forma e tamanho dos seios: médios. Devem ser bonitos, como ela, pensei.
Tudo bem?... disse e dei um beijo na bochecha dela, ela corou, isso me arrancou um sorriso.
Dançamos algumas vezes, ela era tímida mas foi se soltando. No final da noite me vi conversando com ela no sofá enquanto os outros dançavam. Acompanhei ela até em casa mesmo ela pedindo para não fazer isso, o pai dela era um ogro. Depois pedi o número dela para minha prima, ela me alertou:
Viviana é uma garota muito fofa, muito tranquila... não é para curtir...
Ei... por que você me diz isso?... protestei.
Porque eu te conheço, você é um galinha louca... mas bem, talvez faça bem você sair com uma garota como a Viviana, talvez seja hora de você ter um relacionamento sério, priminho...
Com a permissão da minha prima, e uma ameaça, liguei para a Viviana. Saímos algumas vezes. No final, a química que havia entre nós acabou se manifestando em um beijo. Um pequeno escorregão foi o pretexto para isso.
Uma noite, depois de assistir um... filme, caminávamos por um parque, perto da margem do rio. Ao descer da calçada, por causa da água de uma chuva recente, ela tropeçou, eu me virei para segurá-la, senão ela ia cair de cara.
Demorou alguns segundos para ela recuperar o equilíbrio. No final ela ficou em pé na calçada com seus 1,60m e eu na rua com meus 1,80m, digamos que nessa posição estávamos no mesmo nível. Abraçados, rindo do que aconteceu, ela tinha um sorriso esplêndido de menina, depois o riso se desfez, nos encaramos fixamente, eu me inclinei para ela, em seus olhos brilhantes não encontrei negação.
Meus lábios passearam pelos dela durante segundos, minutos, ela me abraçava com força, sentia sua respiração ofegante, era um beijo terno, apaixonado… poderíamos ficar horas assim, agarrados um ao outro… mas… um carro passou perto de nós e nos respingou água. Rimos novamente, ajudei-a a descer da calçada, desta vez estávamos de mãos dadas, sem dizer nada éramos namorados, sabíamos.
Nossa… então… é assim que um beijo se sente… ela disse suspirando.
Não me diga que você nunca beijou ninguém?… perguntei incrédulo.
Pois não… respondeu envergonhada.
Então temos que resolver isso… eu disse puxando-a para um banco.
Entre risos ela me seguiu. Ficamos um bom tempo entre beijos e carícias, desta vez sim notei sua inexperiência, coisa que não me importou e que com os minutos foi ficando menos evidente. Ela aprendia rápido.
À medida que íamos saindo nossos beijos eram mais contínuos, prolongados, mais apaixonados, ela se afastava de mim às vezes…
Não consigo respirar… ela me dizia, porém segundos depois ela procurava meus lábios novamente.
Levávamos pouco mais de um mês juntos. Sabia que ela era inexperiente, por essa razão não tinha insinuado nada até então. Mas estava ficando evidente que devíamos avançar. Expliquei para ela.
Sei, mas você tem que ter paciência comigo… faz só um mês que sei o que é um beijo… ela se desculpou timidamente.
E você faz muito bem… eu disse roubando um beijo.
Além disso me dá um pouco de medo… o ato em si… ir a um daqueles lugares, que vergonha… ela me dizia. Não se preocupe… eu disse abraçando-a, e acrescentei: Vou esperar até que você se sinta pronta… E como vou saber se estou pronta ou não?… perguntou inocente. Você vai saber, confie em mim… eu disse, fazendo alarde da minha experiência. E se você tiver que esperar um ano?… ela disse olhando para mim. Um ano?… também não exagere… eu disse sorrindo. Você não esperaria por mim… então você só quer isso… você é igual aos outros… ela disse um pouco decepcionada, se afastando de mim. Ei, espera. Se eu só quisesse prazer, iria a qualquer balada e com certeza encontraria minas dispostas a se satisfazer e me satisfazer. Com você eu me divirto, passo bem. Sério? Sim, vou esperar o tempo que for necessário, vai valer a pena… eu disse. Ela me beijou apaixonadamente, pela primeira vez senti sua língua sem inibições e nossa, ela sabia usar bem. Não só aprendia rápido, mas também parecia ter iniciativa. Eu sabia que o prazo de um ano era bem irreal, talvez uma ideia romântica, eu me encarregaria de apressar as coisas. Em um ano minha próstata ia explodir. Existem diferentes formas de fazer uma mulher inexperiente ficar com você. A que geralmente se ouve é o chantagem emocional. É que você não me ama? Diz o suposto macho pedindo uma prova de amor, o que pra mim é uma maneira medíocre de conseguir os favores de uma dama. Embora haja outras que são piores: forçando-as à força ou dando algum sonífero nas bebidas. Isso já é uma aberração. Eu me inclino mais pela paciente provocação até chegar à excitação. No final é como dizem: O homem propõe e a mulher dispõe. E assim foi, durante os próximos encontros era evidente que nossos beijos eram mais quentes, os filmes quase não assistíamos. A paixão que ela colocava em cada beijo me esquentava o sangue. Nos parques, quando ela se deitava de costas para mim, eu a abraçava pela cintura, aos poucos fui pegando jeito de tocar sua pele nua... no começo senti um pouco de excitação no leve tremor que percorreu seu corpo, ela se virou e me deu um beijo. Depois ficou um pouco desconfortável e eu comecei a acariciar sua cintura, antes que ela protestasse eu disse:
Gosto de acariciar sua cintura, sua pele é tão macia...
Depois disso ela se acalmou um pouco e me deixou tocá-la. O contato das minhas mãos com sua pele amplificava suas emoções, seus beijos.
Uma vez conquistada a cintura, já que ela gostava e até me pedia para colocar minhas mãos ali, minhas mãos foram subindo, acariciando seu abdômen. Ela não opunha resistência... o próximo passo lógico era chegar aos seus seios...
Durante um filme romântico, no qual não havia muitos espectadores, entre beijos quentes e agitados minhas mãos foram subindo por sua cintura, seu abdômen. Quando a senti excitada, num movimento rápido minhas mãos passaram por baixo do sutiã e apertaram seus seios médios... sua pele lisa, ela se surpreendeu, sua primeira reação foi pegar minhas mãos, tentar afastá-las...
Não, não está bem... ela me dizia entre gemidos, sem parar de me beijar.
Só deixa eu te acariciar... Você não gosta?... eu dizia.
Sim... mas... ela não continuou com os protestos, só me deixou agir.
A doçura que ela colocou em seus outros beijos me fez entender que minhas carícias estavam surtindo efeito. Suas mãos pararam de rejeitar as minhas.
Por qual avenida?.. perguntou o taxista.
Continue por esta mesma, é mais rápido... eu disse sem muito interesse.
Mili continuava pensativa olhando pela janela, só virou ao notar que o taxista ajustava o espelho retrovisor, talvez para focar no decote de sua blusa. Embora a primeira coisa que ele focou foi meu olhar sério e direto... acho que ele entendeu a mensagem. Salvando a situação, ele ajustou o espelho para o lado correto, melhor dizendo, voltou para a posição original, a artimanha não deu certo.
Mili pegou minha mão, renasceu seu medo de andar de táxi. Queria fazer nosso motorista entender que ela não estava sozinha. Sorri levemente, ela também, depois pegou no cabelo e continuou procurando nas janelas uma resposta para nossa situação.
O que fizemos não me pareceu certo… protestou Viviana, depois de caminhar em silêncio por mais de 15 minutos.
Sua expressão e seu silêncio já me tinham dado a entender desde que saímos do cinema. Remorso, culpa, vergonha… tudo junto.
Tá bom, se te incomoda não volto a fazer… eu disse.
Depois de uns minutos tensos no nosso banco do parque, ela finalmente aceitou me dar mais respostas que as monossílabas com que me tratou como castigo. Depois começaram de novo os beijos, as carícias… a reconciliação.
Amparado pela escuridão do nosso local, a pouca gente que passava, minhas mãos quebraram a promessa feita minutos antes.
Não por favor… não posso… ela me dizia num lamento lastimoso mas excitado.
Tudo bem… não se preocupa… eu disse, entendendo que ia demorar mais do que o previsto superar essa etapa.
Mas não demorou tanto, depois de uns minutos, presa da excitação, ela mesma guiou minhas mãos ao seu abdômen. A bom entendedor meia palavra, o trecho restante eu salvei, e não houve protestos… só os de um vigia que de longe apontou uma lanterna pra gente.
Droga… eu disse e saímos correndo.
Não vamos poder voltar a esse parque… ela me disse entre risadas maliciosas.
Depois virou costume no cinema minhas mãos passearem por todo o seu peito, puxando seus mamilos, que até então eu não tinha visto, só sentido. Situação que mudei, abrindo sua blusa…
O que você tá fazendo?… vão me ver… ela protestava.
Está escuro e tem pouca gente… eu me justificava.
Seus protestos terminaram quando minhas mãos acariciaram seus seios brancos, seus mamilos rosados… não aguentei me joguei sobre eles e os devorei…
Uhmmmmmm… escapou-se um gemido sonoro que felizmente não se ouviu por causa do barulho do filme de ação que estávamos vendo.
Suas mãos tentaram segurar meu corpo, mas terminaram acariciando meus cabelos enquanto meus lábios e minhas mãos acariciavam seus seios.
Na próxima vez, depois de uns beijos gostosos, ela mesma desabotoou a blusa, me convidando para chupar seus deliciosos peitos.
Nesse ponto era óbvio que a gente tinha que ir além, ela já não fazia objeção às minhas manobras, pelo contrário, me convidava a fazê-las com uma luxúria incipiente que eu mesmo tinha provocado.
Como minhas mãos tinham subido do seu abdômen até o peito, agora era a hora de descer até a sua virilha e explorar aquele lugar proibido.
Usei a mesma estratégia, só que dessa vez enfrentei mais resistência, fui rejeitado mais de uma vez… talvez por minha própria ansiedade, sabendo que estava tão perto de tê-la. Só quando ela ficou super excitada é que parou de resistir, ficou até surpresa, gostosamente surpresa com meus dedos… que como imaginei terminaram molhados… minhas carícias nos seios dela tinham provocado tanta lubrificação.
Enquanto minha mão explorava aquela intimidade proibida, ela, presa pelo nervosismo dessa nova sensação, não parava de me dar beijos, de abafar gemidos entre sua língua e a minha. Seu corpo inexperiente se contorcia por causa da cócegas que meus dedos provocavam.
Pra ser sincero, foram meus dedos que primeiro se atreveram a entrar naquele buraco virgem, claro que não até romper seu selo virginal, mas sim até fazê-la entender a função de um ato sexual. Depois de alguns segundos, ela estremeceu nos meus braços, suas mãos apertaram com força minha roupa, e com a mão livre tentei abafar o som alto do gemido de satisfação que ela soltou.
Ahhhh… uhmmmm… ecoou entre meus dedos.
Depois, sua respiração ofegante afastou minha mão e sua língua me devolveu em uns beijos luxuriosos todo o prazer que eu tinha dado. Sim, meus dedos fizeram ela conhecer o que era um orgasmo, ela curtiu e suas taras sobre como era ruim ter relações sexuais foram caindo. Ela começou a duvidar.
Na próxima vez, enquanto ela se contorcia de prazer na sua poltrona de cinema, notou o volume duro na minha virilha. Talvez eu já tivesse sentido antes, quando estávamos sentados, ela se encostava nas minhas costas e eu puxava sua cintura contra a minha. Só que dessa vez ela se atreveu a procurar dentro da minha calça… se eu podia procurar dentro da calça dela, por que ela não podia na minha?… certamente queria me proporcionar com a mão o mesmo prazer que eu estava dando a ela.
Sua mão inexperiente e trêmula foi acariciando meu pau duro… meu gozo estava prestes a jorrar só de senti-la, sabendo o que para uma garota como ela significava dar esse passo…
Meu dedo entrava e saía de sua buceta num percurso curto, para não romper seu hímen. Viviana deduziu que o mesmo movimento meu pau faria dentro dela e tentou imitar o que sua boceta apertada faria com meu pau: fechou os dedos em volta do meu pau e começou a subir e descer, imitando a mesma frequência com que meus dedos entravam e saíam de sua boceta… ela estava me masturbando… embora ela ainda não soubesse, acho que também não sabia que eu estava a masturbando, nunca me perguntou, só deixou que eu fizesse.
Viviana primeiro sucumbiu a um orgasmo, mas ao me notar só um pouco agitada, quis retribuir o prazer que eu lhe dei. Novamente pegou meu pau entre seus dedos e continuou sua tarefa interrompida. Pode parecer piada, mas não demorei muito para jorrar nela… suas carícias foram extremamente eficazes…
Nossa… O que foi isso?… exclamou surpresa.
Um pouco envergonhado, tive que explicar que, assim como ela ficava encharcada por causa da excitação, essa era a forma como os homens aliviavam a nossa. Deixei meu lenço para que ela limpasse os restos de sêmen nas mãos e nos braços, até o pouco na bochecha. Depois ela foi ao banheiro terminar de se limpar e me trouxe um pouco de papel.
Me limpei como pude, mas minha calça tinha sequelas notórias. Tive que tirar a camisa de dentro da calça para cobrir aquela mancha.
Ao sairmos novamente, o silêncio, um rosto preocupado. Mais uma vez as culpas se abateram sobre ela.
Isso não pode continuar assim… ela me disse.
Entendo sua Preocupação, mas… respondi me desculpando.
Não, você não entende… ela disse, cortante, irritada.
Então me explique pra eu entender… pedi.
O rosto dela mudou, acho que ela mesma não sabia como me explicar. Estava confusa, quase à beira das lágrimas. Me senti mal, pensei que tinha apressado demais as coisas… finalmente…
Não sei se o que você me faz sentir é certo ou errado…
Pensei que ela ia terminar comigo, não a culparia se fizesse isso… Viviana respirou fundo e quase chorando me disse:
Só sei que eu quero…
Sim?… perguntei temendo o pior.
Quero que você me faça o amor… disse finalmente, e uma lágrima escorreu pela sua bochecha.
A abracei, entendi que não era fácil pra ela chegar naquele ponto, admitir daquela forma. Teve que superar todos os medos que os pais tinham plantado nela desde pequena, seus próprios medos. Aquela noite já era muito tarde pra tentar algo, só a acompanhei até em casa…
Da próxima vez que sairmos, não me diga nada… só me leva… ela me disse e me deu um beijo terno.
Tá bem…
No caminho pra casa, comecei a planejar o próximo encontro. Levaria ela pra um hotel, um bonito, discreto e afastado. Reservaria o quarto, levaria algumas coisas… é, ela vai gostar, pensei.
Depois me lembrei dela, com aquela aceitação submissa de que isso era a única coisa que faltava na nossa relação. Tínhamos passado por todas as etapas, o próximo passo lógico era aquele, mas será que era certo? Comecei a duvidar das minhas intenções.
Será que eu gostava dela? Ou era só o tesão nesse joguinho de gato e rato que finalmente eu tinha ganhado. Não é sobre ganhar ou perder, é sobre uma garota, uma garota boa. Uma coisa é brincar com uma mulher experiente, outra é com ela, posso machucá-la… pensei.
Nunca tinha ficado mais de 2 ou 3 meses com uma garota, talvez por isso minha prima me chamava de "viciado em rola". Mas com a Viviana já fazia quase 5 meses, e sem transar, só saíamos e nos divertíamos. Com ela eu não me entediava, não precisava Fingir, era eu. Não, isso é diferente, está indo pelo caminho certo, sinto que gosto dela, talvez a ame, disse a mim mesmo. Assim acalmei minha consciência.
No próximo encontro, deixei tudo pronto no hotel e fui buscá-la. Ela estava nervosa, sabia a que íamos. Tentei distraí-la conversando, mas não consegui muito. Entramos o mais discretamente possível no hotel e subimos para o quarto.
Longe de notar as comodidades do lugar, ou o arranjo com pétalas de rosas e essas coisas que preparei, Viviana foi direto para a cama. Puxa, vai querer sair dessa rápido, pensei.
Deitei-me ao lado dela e ela rapidamente pegou o controle remoto e ligou a TV. Apesar do seu ímpeto inicial, agora ela estava evitando a situação. Entendi seu nervosismo, então não a apressei, deixei que se acostumasse com o lugar.
Depois de alguns minutos já estávamos conversando normalmente, ríamos, depois começamos a nos beijar, tentei desabotoar sua blusa… mas…
Não sei, é um pouco estranho… me desculpe… ela disse, se justificando.
Levantei-me, apaguei as luzes, a tela de 33 polegadas seria nosso pequeno cinema e o encosto da cama nossos assentos, isso seria menos estranho…
E assim?… perguntei.
Muito melhor… respondeu sorrindo mais relaxada.
Ela notou minha intenção e lembrou do que fazíamos no cinema. Não deve ser tão ruim fazer aqui, deve ter pensado. Só faltava o filme, mudei de canal e encontrei um romântico que já estava terminando…
Deixa aí… ela disse, sua voz soava calma, até risonha.
Ela até me chamou para o seu lado, apoiou a cabeça no meu peito. Na cena final, onde os protagonistas finalmente se beijam, ela tentou imitar aquela ação e buscou meus lábios.
Os beijos ternos foram esquentando, se tornando luxuriosos. Minhas mãos desabotoaram sua blusa e não houve objeções. Logo ela se livrou completamente da blusa e do sutiã, era a primeira vez que via seu torso completamente nu. Não pude me deter muito na contemplação, ainda faltava a outra metade coberta.
Enquanto eu... Eu me dedicava a acariciar e beijar seus seios, enquanto ia tirando minha camisa. Minha tarefa me distraía dos carinhos que fazia nela, então ela me ajudou a desabotochar.
Sem a camisa, meus dedos foram direto para dentro da calça dela. Como imaginei, sua buceta estava molhada. Viviana se contorceu ao sentir meus dedos entrando por seus lábios vaginais. Quase por instinto, ela procurou meu pau na minha calça, pegou meu pênis com mais firmeza entre os dedos e começou a me masturbar.
Não queria que esse encontro terminasse como no cinema, ou seja, numa masturbação mútua. Então, percebendo que ela estava super excitada, procedi a baixar sua calça. Em seu olhar havia angústia, ansiedade.
Na altura dos joelhos, a calça dela emperrou. Viviana se encarregou de se livrar do resto, agiu sem pensar, pelo tesão e pela excitação crescendo em suas partes ainda virgens. Aproveitei para tirar minha calça.
Novamente minhas mãos buscaram, por baixo da calcinha que ela ainda usava, sua boceta. Não queria que sua excitação diminuísse, que ela se deixasse levar por sentimentos de culpa. Viviana imitou minha ação e buscou no meu boxer meu pau. Sua mão conseguiu libertá-lo de sua prisão.
Finalmente ela pôde vê-lo, se surpreendeu. Uma coisa era senti-lo, outra bem diferente era apreciá-lo. Não acreditou nos próprios olhos e sua mão percorreu meu pênis de cima a baixo, para se certificar de que aquilo tudo era meu.
"Mas isso aí... é um osso?" — exclamou ingenuamente.
"Não, meu amor, isso é seu..." — eu disse, beijando-a com um sorriso.
"Danny, sério... Você acha que isso entra em mim?" — disse preocupada.
"Você vai ver que sim..." — respondi sorrindo.
Continuei beijando-a, depois seus seios, meus dedos novamente provocando sua boceta. Queria que ela esquecesse das dimensões do meu pau. Estava conseguindo, Viviana gemeu e começou a me masturbar. É a hora, pensei.
Peguei sua calcinha pelos dois lados e comecei a deslizá-la entre suas pernas. À medida que descobria seu púbis e o tecido roçava suas coxas, seu corpo se arrepiou. Em ato. Reflexo, sua mão buscou cobrir aquele belo triângulo que seus pelos formavam. Sua mão parou em seu abdômen. Era tarde, eu já a tinha visto.
Através da iluminação morna da TV e da luz que entrava pela janela, pude apreciá-la. Era a primeira vez que um homem a via assim, era linda, suas formas harmoniosas, suas curvas graciosas, sua pele lisa e branca. Sempre enfiada em jeans, nunca pude perceber que tinha pernas bem torneadas.
Que linda você é!... exclamei, agradavelmente surpreso, até apaixonado, diria. Talvez ela fosse um prêmio grande demais para mim.
Ela sorriu com aquele elogio sincero, notou na minha voz e talvez na forma como a olhava, que eu não mentia. O brilho em seu rosto, o fulgor em seus belos olhos me fez entender que ela estava pronta.
Ela se levantou um pouco, seus lábios tocaram os meus, com a mão em meu pescoço me puxou para si. Sem parar de beijá-la, me livrei como pude da cueca, Viviana instintivamente abriu as pernas para me permitir me posicionar entre elas. Já estava sobre seu corpo, acariciando seus cabelos, talvez esperando um gesto de aprovação que me permitisse iniciar aquele ritual que a transformaria em mulher.
Te amo... ela me disse com voz apaixonada.
Uma enorme alegria me invadiu, nenhuma mulher me tinha dito isso de uma forma tão segura, apaixonada, sincera.
Eu também te amo... respondi e naquele momento era verdade.
Foi o gesto de aprovação que eu esperava. Posicionei meu pau entre seus lábios vaginais úmidos, isso causou um pequeno tremor em seu ser. Fui empurrando meu pênis e sentindo como seu buraco virgem se alargava à minha passagem. Ela, com uma careta de surpresa, aceitava essa incursão.
Seus braços se enrolaram em meu torso, talvez para acompanhar o ritmo da entrada ou para segurá-lo na hora certa. Tinha terminado o curto percurso até seu hímen e Viviana o tinha suportado.
Com um pequeno esforço e empurrão consegui romper seu selo virginal, estava feito. Viviana sentiu e, mordendo os lábios, calou um gemido de dor. Eu ia deixar continuar. Fui afundando minha rola musculosa naquela intimidade estreita e morna dela.
Ahhh… ohhh… ouvi ela suspirar queixosamente enquanto seus dedos apertavam meus braços.
Já, já quase… falei, observando seu rosto ardente.
Um sorriso forçado no meio da sua dor doce me fez saber que ela entendia e aprovava.
Quando minha rola chegou ao fim do percurso, pude sentir o corpo dela relaxar.
Ahhh… Uhmmm…… ela gemeu, soou como liberação, depois da dor inicial havia um pouco de satisfação nessa etapa final.
Senti as paredes dela se dilatarem para me dar espaço, tudo parecia se encaixar bem. As mãos dela foram parando de pressionar meus bíceps. A expressão de angústia, de dor foi diminuindo. Suas bochechas ardentes, seus lábios carnudos estavam vermelhos, úmidos, o brilho nos olhos era um convite.
Beijei-a, num beijo terno agradeci por me permitir fazer parte dessa experiência, ser o primeiro a desfrutar dela, do corpo dela, da entrega dela.
As mãos da Viviana saíram dos meus braços, passearam pelas minhas costas até meu pescoço, meu cabelo. Os beijos ternos deram lugar aos mais apaixonados, a língua dela e os gemidos que os acompanhavam me deram a entender que eu devia prosseguir.
Lentamente, fui tirando e inserindo minha rola novamente na buceta inexperiente dela. Em cada beijo, ela abafava um queixume, um gemido. Sentia os peitos dela se encherem de ar e tocarem meu tórax por causa da agitação dela.
Parei de beijá-la para permitir que ela respirasse melhor e para apreciar como o corpo dela reagia a essa nova experiência.
Uhmmm… foi o primeiro suspiro morno, mistura de gemido e queixume que ouvi dela ao me afastar dos lábios dela.
Observei-a: Seu rosto bonito mergulhado numa mistura de emoções, o vai e vem pausado dos seios dela. Tentei imitar esse vaivém harmonioso, imprimindo o mesmo ritmo às minhas penetrações.
Ayyy… oummm….
No rosto dela, um recado ingênuo pelo meu ato. Mas os queixumes iniciais dela iam se transformando em doces gemidos, suspiros de prazer que ela agradecia de vez em quando com beijos profundos. Eu via seu corpo estremecer com meu vigor, segundos, minutos, não saberia dizer, só sei que aproveitei, não era só sexo… estávamos fazendo amor…
Ahhh… ela exclamou quando seu ser não pôde aguentar mais essa mistura de emoções, sentimentos.
Essa energia se irradiou por todo seu corpo, fazendo com que ela se contraísse, que suas mãos, seus dedos apertassem minhas costas. Segundos depois derramei meus líquidos em sua até pouco tempo virgem cavidade. Um tremorzinho percorreu seu corpo novamente.
Em seus olhos, satisfação, talvez um pouco de incredulidade pelo que aconteceu e pela forma como ela tinha aproveitado.
Uhmmm… ela suspirou suavemente, saboreando o último resquício de orgasmo em seu corpo.
Beijei-a apaixonadamente. Ela me devolvia carinhosamente meus beijos, sentia sua respiração ainda ofegante. Afastei-me e sorri ternamente. Ela já não era uma menina, talvez ainda na alma, mas seu corpo tinha experimentado a maturidade.
Depois de alguns minutos nos observando, sorrindo, nos beijando, quis me afastar… devíamos nos limpar, estava ficando tarde, ela me reteve ao seu lado.
Não, não me deixe… ela suplicou.
Boba, se o que mais quero é estar ao seu lado… eu disse.
Depois de um tempo ela permitiu que eu desenfundasse meu membro flácido, deitei-me ao lado. Ela me seguiu, apoiou a cabeça em meu peito. Uma lágrima escorreu por sua bochecha até meu tórax.
Ei, o que foi?… eu disse, descobrindo seu rosto.
Nada será como antes… ela disse preocupada.
Eu entendia que ela já não era uma menina, talvez temesse que aos meus olhos ela mudasse, que se perdesse o que era bom em nosso relacionamento, que eu só a visse como um objeto para satisfazer minhas necessidades sexuais.
Não… tudo será melhor… eu disse.
A nuvem escura que tinha se fechado sobre seus olhos se dissipou. Ela me presenteou com um lindo sorriso, novamente nossos lábios se encontraram.
Assim terminou nosso encontro.
Nos dias seguintes, ninguém conseguiu apagar nossa boba expressão de felicidade. Mas já haviam se passado quase seis meses desde então. Nesse período, posso dizer que fui feliz...
No entanto, tudo isso estava indo pro ralo por causa da minha infidelidade... mas era quase impossível não sucumbir diante das curvas monumentais da Mili... tentei arranjar desculpas.
Não devia ter me matriculado naquele maldito curso... pelo menos não nesse semestre... comecei a me culpar.
Danny... chegamos... a Mili me avisou.
O quê?... Ah... sim, vamos descer... respondi, atordoado.
Mili seguiu em direção à minha casa vazia enquanto eu pagava o taxista.
Ei, mano, como você consegue uma mulher dessas?... o taxista me perguntou com um sorriso de malícia.
Não sei, pergunta pro namorado dela... respondi.
Hahaha... que boa... você é um otári... hahaha... ele disse e foi embora rindo.
Peguei minha chave e caminhei até a Mili, que esperava na porta...
O que aquele idiota te disse?... ela perguntou, pelo taxista e sua risada estridente.
Esquece, não importa... falei pra ela.
O que realmente importava era o que ia acontecer dentro da minha casa...
Continua...
Sua reação me fez entender que não poderíamos ir para minha casa de transporte público. Seríamos o centro das atenções de todos os olhos masculinos e a inveja dos femininos. Entramos em um táxi, em silêncio. Mal me sentei e recebi uma mensagem da Viviana: "Não fique acordado até muito tarde. Te amo".
Puta merda, mesmo eu tendo estragado os planos dela para esta noite, longe de ficar brava, ela se preocupa comigo... que fofa... pensei.
Te apresento a Viviana, estuda comigo... ouvi minha prima dizer, quase um ano atrás.
Era uma garota de pele clara, olhos cor de caramelo, lábios carnudos e rosados, cabelo castanho. Das curvas dela não podia dizer muito, ela se vestia de forma bem conservadora. Só o jeito que a blusa dela marcava me deu uma ideia da forma e tamanho dos seios: médios. Devem ser bonitos, como ela, pensei.
Tudo bem?... disse e dei um beijo na bochecha dela, ela corou, isso me arrancou um sorriso.
Dançamos algumas vezes, ela era tímida mas foi se soltando. No final da noite me vi conversando com ela no sofá enquanto os outros dançavam. Acompanhei ela até em casa mesmo ela pedindo para não fazer isso, o pai dela era um ogro. Depois pedi o número dela para minha prima, ela me alertou:
Viviana é uma garota muito fofa, muito tranquila... não é para curtir...
Ei... por que você me diz isso?... protestei.
Porque eu te conheço, você é um galinha louca... mas bem, talvez faça bem você sair com uma garota como a Viviana, talvez seja hora de você ter um relacionamento sério, priminho...
Com a permissão da minha prima, e uma ameaça, liguei para a Viviana. Saímos algumas vezes. No final, a química que havia entre nós acabou se manifestando em um beijo. Um pequeno escorregão foi o pretexto para isso.
Uma noite, depois de assistir um... filme, caminávamos por um parque, perto da margem do rio. Ao descer da calçada, por causa da água de uma chuva recente, ela tropeçou, eu me virei para segurá-la, senão ela ia cair de cara.
Demorou alguns segundos para ela recuperar o equilíbrio. No final ela ficou em pé na calçada com seus 1,60m e eu na rua com meus 1,80m, digamos que nessa posição estávamos no mesmo nível. Abraçados, rindo do que aconteceu, ela tinha um sorriso esplêndido de menina, depois o riso se desfez, nos encaramos fixamente, eu me inclinei para ela, em seus olhos brilhantes não encontrei negação.
Meus lábios passearam pelos dela durante segundos, minutos, ela me abraçava com força, sentia sua respiração ofegante, era um beijo terno, apaixonado… poderíamos ficar horas assim, agarrados um ao outro… mas… um carro passou perto de nós e nos respingou água. Rimos novamente, ajudei-a a descer da calçada, desta vez estávamos de mãos dadas, sem dizer nada éramos namorados, sabíamos.
Nossa… então… é assim que um beijo se sente… ela disse suspirando.
Não me diga que você nunca beijou ninguém?… perguntei incrédulo.
Pois não… respondeu envergonhada.
Então temos que resolver isso… eu disse puxando-a para um banco.
Entre risos ela me seguiu. Ficamos um bom tempo entre beijos e carícias, desta vez sim notei sua inexperiência, coisa que não me importou e que com os minutos foi ficando menos evidente. Ela aprendia rápido.
À medida que íamos saindo nossos beijos eram mais contínuos, prolongados, mais apaixonados, ela se afastava de mim às vezes…
Não consigo respirar… ela me dizia, porém segundos depois ela procurava meus lábios novamente.
Levávamos pouco mais de um mês juntos. Sabia que ela era inexperiente, por essa razão não tinha insinuado nada até então. Mas estava ficando evidente que devíamos avançar. Expliquei para ela.
Sei, mas você tem que ter paciência comigo… faz só um mês que sei o que é um beijo… ela se desculpou timidamente.
E você faz muito bem… eu disse roubando um beijo.
Além disso me dá um pouco de medo… o ato em si… ir a um daqueles lugares, que vergonha… ela me dizia. Não se preocupe… eu disse abraçando-a, e acrescentei: Vou esperar até que você se sinta pronta… E como vou saber se estou pronta ou não?… perguntou inocente. Você vai saber, confie em mim… eu disse, fazendo alarde da minha experiência. E se você tiver que esperar um ano?… ela disse olhando para mim. Um ano?… também não exagere… eu disse sorrindo. Você não esperaria por mim… então você só quer isso… você é igual aos outros… ela disse um pouco decepcionada, se afastando de mim. Ei, espera. Se eu só quisesse prazer, iria a qualquer balada e com certeza encontraria minas dispostas a se satisfazer e me satisfazer. Com você eu me divirto, passo bem. Sério? Sim, vou esperar o tempo que for necessário, vai valer a pena… eu disse. Ela me beijou apaixonadamente, pela primeira vez senti sua língua sem inibições e nossa, ela sabia usar bem. Não só aprendia rápido, mas também parecia ter iniciativa. Eu sabia que o prazo de um ano era bem irreal, talvez uma ideia romântica, eu me encarregaria de apressar as coisas. Em um ano minha próstata ia explodir. Existem diferentes formas de fazer uma mulher inexperiente ficar com você. A que geralmente se ouve é o chantagem emocional. É que você não me ama? Diz o suposto macho pedindo uma prova de amor, o que pra mim é uma maneira medíocre de conseguir os favores de uma dama. Embora haja outras que são piores: forçando-as à força ou dando algum sonífero nas bebidas. Isso já é uma aberração. Eu me inclino mais pela paciente provocação até chegar à excitação. No final é como dizem: O homem propõe e a mulher dispõe. E assim foi, durante os próximos encontros era evidente que nossos beijos eram mais quentes, os filmes quase não assistíamos. A paixão que ela colocava em cada beijo me esquentava o sangue. Nos parques, quando ela se deitava de costas para mim, eu a abraçava pela cintura, aos poucos fui pegando jeito de tocar sua pele nua... no começo senti um pouco de excitação no leve tremor que percorreu seu corpo, ela se virou e me deu um beijo. Depois ficou um pouco desconfortável e eu comecei a acariciar sua cintura, antes que ela protestasse eu disse:
Gosto de acariciar sua cintura, sua pele é tão macia...
Depois disso ela se acalmou um pouco e me deixou tocá-la. O contato das minhas mãos com sua pele amplificava suas emoções, seus beijos.
Uma vez conquistada a cintura, já que ela gostava e até me pedia para colocar minhas mãos ali, minhas mãos foram subindo, acariciando seu abdômen. Ela não opunha resistência... o próximo passo lógico era chegar aos seus seios...
Durante um filme romântico, no qual não havia muitos espectadores, entre beijos quentes e agitados minhas mãos foram subindo por sua cintura, seu abdômen. Quando a senti excitada, num movimento rápido minhas mãos passaram por baixo do sutiã e apertaram seus seios médios... sua pele lisa, ela se surpreendeu, sua primeira reação foi pegar minhas mãos, tentar afastá-las...
Não, não está bem... ela me dizia entre gemidos, sem parar de me beijar.
Só deixa eu te acariciar... Você não gosta?... eu dizia.
Sim... mas... ela não continuou com os protestos, só me deixou agir.
A doçura que ela colocou em seus outros beijos me fez entender que minhas carícias estavam surtindo efeito. Suas mãos pararam de rejeitar as minhas.
Por qual avenida?.. perguntou o taxista.
Continue por esta mesma, é mais rápido... eu disse sem muito interesse.
Mili continuava pensativa olhando pela janela, só virou ao notar que o taxista ajustava o espelho retrovisor, talvez para focar no decote de sua blusa. Embora a primeira coisa que ele focou foi meu olhar sério e direto... acho que ele entendeu a mensagem. Salvando a situação, ele ajustou o espelho para o lado correto, melhor dizendo, voltou para a posição original, a artimanha não deu certo.
Mili pegou minha mão, renasceu seu medo de andar de táxi. Queria fazer nosso motorista entender que ela não estava sozinha. Sorri levemente, ela também, depois pegou no cabelo e continuou procurando nas janelas uma resposta para nossa situação.
O que fizemos não me pareceu certo… protestou Viviana, depois de caminhar em silêncio por mais de 15 minutos.
Sua expressão e seu silêncio já me tinham dado a entender desde que saímos do cinema. Remorso, culpa, vergonha… tudo junto.
Tá bom, se te incomoda não volto a fazer… eu disse.
Depois de uns minutos tensos no nosso banco do parque, ela finalmente aceitou me dar mais respostas que as monossílabas com que me tratou como castigo. Depois começaram de novo os beijos, as carícias… a reconciliação.
Amparado pela escuridão do nosso local, a pouca gente que passava, minhas mãos quebraram a promessa feita minutos antes.
Não por favor… não posso… ela me dizia num lamento lastimoso mas excitado.
Tudo bem… não se preocupa… eu disse, entendendo que ia demorar mais do que o previsto superar essa etapa.
Mas não demorou tanto, depois de uns minutos, presa da excitação, ela mesma guiou minhas mãos ao seu abdômen. A bom entendedor meia palavra, o trecho restante eu salvei, e não houve protestos… só os de um vigia que de longe apontou uma lanterna pra gente.
Droga… eu disse e saímos correndo.
Não vamos poder voltar a esse parque… ela me disse entre risadas maliciosas.
Depois virou costume no cinema minhas mãos passearem por todo o seu peito, puxando seus mamilos, que até então eu não tinha visto, só sentido. Situação que mudei, abrindo sua blusa…
O que você tá fazendo?… vão me ver… ela protestava.
Está escuro e tem pouca gente… eu me justificava.
Seus protestos terminaram quando minhas mãos acariciaram seus seios brancos, seus mamilos rosados… não aguentei me joguei sobre eles e os devorei…
Uhmmmmmm… escapou-se um gemido sonoro que felizmente não se ouviu por causa do barulho do filme de ação que estávamos vendo.
Suas mãos tentaram segurar meu corpo, mas terminaram acariciando meus cabelos enquanto meus lábios e minhas mãos acariciavam seus seios.
Na próxima vez, depois de uns beijos gostosos, ela mesma desabotoou a blusa, me convidando para chupar seus deliciosos peitos.
Nesse ponto era óbvio que a gente tinha que ir além, ela já não fazia objeção às minhas manobras, pelo contrário, me convidava a fazê-las com uma luxúria incipiente que eu mesmo tinha provocado.
Como minhas mãos tinham subido do seu abdômen até o peito, agora era a hora de descer até a sua virilha e explorar aquele lugar proibido.
Usei a mesma estratégia, só que dessa vez enfrentei mais resistência, fui rejeitado mais de uma vez… talvez por minha própria ansiedade, sabendo que estava tão perto de tê-la. Só quando ela ficou super excitada é que parou de resistir, ficou até surpresa, gostosamente surpresa com meus dedos… que como imaginei terminaram molhados… minhas carícias nos seios dela tinham provocado tanta lubrificação.
Enquanto minha mão explorava aquela intimidade proibida, ela, presa pelo nervosismo dessa nova sensação, não parava de me dar beijos, de abafar gemidos entre sua língua e a minha. Seu corpo inexperiente se contorcia por causa da cócegas que meus dedos provocavam.
Pra ser sincero, foram meus dedos que primeiro se atreveram a entrar naquele buraco virgem, claro que não até romper seu selo virginal, mas sim até fazê-la entender a função de um ato sexual. Depois de alguns segundos, ela estremeceu nos meus braços, suas mãos apertaram com força minha roupa, e com a mão livre tentei abafar o som alto do gemido de satisfação que ela soltou.
Ahhhh… uhmmmm… ecoou entre meus dedos.
Depois, sua respiração ofegante afastou minha mão e sua língua me devolveu em uns beijos luxuriosos todo o prazer que eu tinha dado. Sim, meus dedos fizeram ela conhecer o que era um orgasmo, ela curtiu e suas taras sobre como era ruim ter relações sexuais foram caindo. Ela começou a duvidar.
Na próxima vez, enquanto ela se contorcia de prazer na sua poltrona de cinema, notou o volume duro na minha virilha. Talvez eu já tivesse sentido antes, quando estávamos sentados, ela se encostava nas minhas costas e eu puxava sua cintura contra a minha. Só que dessa vez ela se atreveu a procurar dentro da minha calça… se eu podia procurar dentro da calça dela, por que ela não podia na minha?… certamente queria me proporcionar com a mão o mesmo prazer que eu estava dando a ela.
Sua mão inexperiente e trêmula foi acariciando meu pau duro… meu gozo estava prestes a jorrar só de senti-la, sabendo o que para uma garota como ela significava dar esse passo…
Meu dedo entrava e saía de sua buceta num percurso curto, para não romper seu hímen. Viviana deduziu que o mesmo movimento meu pau faria dentro dela e tentou imitar o que sua boceta apertada faria com meu pau: fechou os dedos em volta do meu pau e começou a subir e descer, imitando a mesma frequência com que meus dedos entravam e saíam de sua boceta… ela estava me masturbando… embora ela ainda não soubesse, acho que também não sabia que eu estava a masturbando, nunca me perguntou, só deixou que eu fizesse.
Viviana primeiro sucumbiu a um orgasmo, mas ao me notar só um pouco agitada, quis retribuir o prazer que eu lhe dei. Novamente pegou meu pau entre seus dedos e continuou sua tarefa interrompida. Pode parecer piada, mas não demorei muito para jorrar nela… suas carícias foram extremamente eficazes…
Nossa… O que foi isso?… exclamou surpresa.
Um pouco envergonhado, tive que explicar que, assim como ela ficava encharcada por causa da excitação, essa era a forma como os homens aliviavam a nossa. Deixei meu lenço para que ela limpasse os restos de sêmen nas mãos e nos braços, até o pouco na bochecha. Depois ela foi ao banheiro terminar de se limpar e me trouxe um pouco de papel.
Me limpei como pude, mas minha calça tinha sequelas notórias. Tive que tirar a camisa de dentro da calça para cobrir aquela mancha.
Ao sairmos novamente, o silêncio, um rosto preocupado. Mais uma vez as culpas se abateram sobre ela.
Isso não pode continuar assim… ela me disse.
Entendo sua Preocupação, mas… respondi me desculpando.
Não, você não entende… ela disse, cortante, irritada.
Então me explique pra eu entender… pedi.
O rosto dela mudou, acho que ela mesma não sabia como me explicar. Estava confusa, quase à beira das lágrimas. Me senti mal, pensei que tinha apressado demais as coisas… finalmente…
Não sei se o que você me faz sentir é certo ou errado…
Pensei que ela ia terminar comigo, não a culparia se fizesse isso… Viviana respirou fundo e quase chorando me disse:
Só sei que eu quero…
Sim?… perguntei temendo o pior.
Quero que você me faça o amor… disse finalmente, e uma lágrima escorreu pela sua bochecha.
A abracei, entendi que não era fácil pra ela chegar naquele ponto, admitir daquela forma. Teve que superar todos os medos que os pais tinham plantado nela desde pequena, seus próprios medos. Aquela noite já era muito tarde pra tentar algo, só a acompanhei até em casa…
Da próxima vez que sairmos, não me diga nada… só me leva… ela me disse e me deu um beijo terno.
Tá bem…
No caminho pra casa, comecei a planejar o próximo encontro. Levaria ela pra um hotel, um bonito, discreto e afastado. Reservaria o quarto, levaria algumas coisas… é, ela vai gostar, pensei.
Depois me lembrei dela, com aquela aceitação submissa de que isso era a única coisa que faltava na nossa relação. Tínhamos passado por todas as etapas, o próximo passo lógico era aquele, mas será que era certo? Comecei a duvidar das minhas intenções.
Será que eu gostava dela? Ou era só o tesão nesse joguinho de gato e rato que finalmente eu tinha ganhado. Não é sobre ganhar ou perder, é sobre uma garota, uma garota boa. Uma coisa é brincar com uma mulher experiente, outra é com ela, posso machucá-la… pensei.
Nunca tinha ficado mais de 2 ou 3 meses com uma garota, talvez por isso minha prima me chamava de "viciado em rola". Mas com a Viviana já fazia quase 5 meses, e sem transar, só saíamos e nos divertíamos. Com ela eu não me entediava, não precisava Fingir, era eu. Não, isso é diferente, está indo pelo caminho certo, sinto que gosto dela, talvez a ame, disse a mim mesmo. Assim acalmei minha consciência.
No próximo encontro, deixei tudo pronto no hotel e fui buscá-la. Ela estava nervosa, sabia a que íamos. Tentei distraí-la conversando, mas não consegui muito. Entramos o mais discretamente possível no hotel e subimos para o quarto.
Longe de notar as comodidades do lugar, ou o arranjo com pétalas de rosas e essas coisas que preparei, Viviana foi direto para a cama. Puxa, vai querer sair dessa rápido, pensei.
Deitei-me ao lado dela e ela rapidamente pegou o controle remoto e ligou a TV. Apesar do seu ímpeto inicial, agora ela estava evitando a situação. Entendi seu nervosismo, então não a apressei, deixei que se acostumasse com o lugar.
Depois de alguns minutos já estávamos conversando normalmente, ríamos, depois começamos a nos beijar, tentei desabotoar sua blusa… mas…
Não sei, é um pouco estranho… me desculpe… ela disse, se justificando.
Levantei-me, apaguei as luzes, a tela de 33 polegadas seria nosso pequeno cinema e o encosto da cama nossos assentos, isso seria menos estranho…
E assim?… perguntei.
Muito melhor… respondeu sorrindo mais relaxada.
Ela notou minha intenção e lembrou do que fazíamos no cinema. Não deve ser tão ruim fazer aqui, deve ter pensado. Só faltava o filme, mudei de canal e encontrei um romântico que já estava terminando…
Deixa aí… ela disse, sua voz soava calma, até risonha.
Ela até me chamou para o seu lado, apoiou a cabeça no meu peito. Na cena final, onde os protagonistas finalmente se beijam, ela tentou imitar aquela ação e buscou meus lábios.
Os beijos ternos foram esquentando, se tornando luxuriosos. Minhas mãos desabotoaram sua blusa e não houve objeções. Logo ela se livrou completamente da blusa e do sutiã, era a primeira vez que via seu torso completamente nu. Não pude me deter muito na contemplação, ainda faltava a outra metade coberta.
Enquanto eu... Eu me dedicava a acariciar e beijar seus seios, enquanto ia tirando minha camisa. Minha tarefa me distraía dos carinhos que fazia nela, então ela me ajudou a desabotochar.
Sem a camisa, meus dedos foram direto para dentro da calça dela. Como imaginei, sua buceta estava molhada. Viviana se contorceu ao sentir meus dedos entrando por seus lábios vaginais. Quase por instinto, ela procurou meu pau na minha calça, pegou meu pênis com mais firmeza entre os dedos e começou a me masturbar.
Não queria que esse encontro terminasse como no cinema, ou seja, numa masturbação mútua. Então, percebendo que ela estava super excitada, procedi a baixar sua calça. Em seu olhar havia angústia, ansiedade.
Na altura dos joelhos, a calça dela emperrou. Viviana se encarregou de se livrar do resto, agiu sem pensar, pelo tesão e pela excitação crescendo em suas partes ainda virgens. Aproveitei para tirar minha calça.
Novamente minhas mãos buscaram, por baixo da calcinha que ela ainda usava, sua boceta. Não queria que sua excitação diminuísse, que ela se deixasse levar por sentimentos de culpa. Viviana imitou minha ação e buscou no meu boxer meu pau. Sua mão conseguiu libertá-lo de sua prisão.
Finalmente ela pôde vê-lo, se surpreendeu. Uma coisa era senti-lo, outra bem diferente era apreciá-lo. Não acreditou nos próprios olhos e sua mão percorreu meu pênis de cima a baixo, para se certificar de que aquilo tudo era meu.
"Mas isso aí... é um osso?" — exclamou ingenuamente.
"Não, meu amor, isso é seu..." — eu disse, beijando-a com um sorriso.
"Danny, sério... Você acha que isso entra em mim?" — disse preocupada.
"Você vai ver que sim..." — respondi sorrindo.
Continuei beijando-a, depois seus seios, meus dedos novamente provocando sua boceta. Queria que ela esquecesse das dimensões do meu pau. Estava conseguindo, Viviana gemeu e começou a me masturbar. É a hora, pensei.
Peguei sua calcinha pelos dois lados e comecei a deslizá-la entre suas pernas. À medida que descobria seu púbis e o tecido roçava suas coxas, seu corpo se arrepiou. Em ato. Reflexo, sua mão buscou cobrir aquele belo triângulo que seus pelos formavam. Sua mão parou em seu abdômen. Era tarde, eu já a tinha visto.
Através da iluminação morna da TV e da luz que entrava pela janela, pude apreciá-la. Era a primeira vez que um homem a via assim, era linda, suas formas harmoniosas, suas curvas graciosas, sua pele lisa e branca. Sempre enfiada em jeans, nunca pude perceber que tinha pernas bem torneadas.
Que linda você é!... exclamei, agradavelmente surpreso, até apaixonado, diria. Talvez ela fosse um prêmio grande demais para mim.
Ela sorriu com aquele elogio sincero, notou na minha voz e talvez na forma como a olhava, que eu não mentia. O brilho em seu rosto, o fulgor em seus belos olhos me fez entender que ela estava pronta.
Ela se levantou um pouco, seus lábios tocaram os meus, com a mão em meu pescoço me puxou para si. Sem parar de beijá-la, me livrei como pude da cueca, Viviana instintivamente abriu as pernas para me permitir me posicionar entre elas. Já estava sobre seu corpo, acariciando seus cabelos, talvez esperando um gesto de aprovação que me permitisse iniciar aquele ritual que a transformaria em mulher.
Te amo... ela me disse com voz apaixonada.
Uma enorme alegria me invadiu, nenhuma mulher me tinha dito isso de uma forma tão segura, apaixonada, sincera.
Eu também te amo... respondi e naquele momento era verdade.
Foi o gesto de aprovação que eu esperava. Posicionei meu pau entre seus lábios vaginais úmidos, isso causou um pequeno tremor em seu ser. Fui empurrando meu pênis e sentindo como seu buraco virgem se alargava à minha passagem. Ela, com uma careta de surpresa, aceitava essa incursão.
Seus braços se enrolaram em meu torso, talvez para acompanhar o ritmo da entrada ou para segurá-lo na hora certa. Tinha terminado o curto percurso até seu hímen e Viviana o tinha suportado.
Com um pequeno esforço e empurrão consegui romper seu selo virginal, estava feito. Viviana sentiu e, mordendo os lábios, calou um gemido de dor. Eu ia deixar continuar. Fui afundando minha rola musculosa naquela intimidade estreita e morna dela.
Ahhh… ohhh… ouvi ela suspirar queixosamente enquanto seus dedos apertavam meus braços.
Já, já quase… falei, observando seu rosto ardente.
Um sorriso forçado no meio da sua dor doce me fez saber que ela entendia e aprovava.
Quando minha rola chegou ao fim do percurso, pude sentir o corpo dela relaxar.
Ahhh… Uhmmm…… ela gemeu, soou como liberação, depois da dor inicial havia um pouco de satisfação nessa etapa final.
Senti as paredes dela se dilatarem para me dar espaço, tudo parecia se encaixar bem. As mãos dela foram parando de pressionar meus bíceps. A expressão de angústia, de dor foi diminuindo. Suas bochechas ardentes, seus lábios carnudos estavam vermelhos, úmidos, o brilho nos olhos era um convite.
Beijei-a, num beijo terno agradeci por me permitir fazer parte dessa experiência, ser o primeiro a desfrutar dela, do corpo dela, da entrega dela.
As mãos da Viviana saíram dos meus braços, passearam pelas minhas costas até meu pescoço, meu cabelo. Os beijos ternos deram lugar aos mais apaixonados, a língua dela e os gemidos que os acompanhavam me deram a entender que eu devia prosseguir.
Lentamente, fui tirando e inserindo minha rola novamente na buceta inexperiente dela. Em cada beijo, ela abafava um queixume, um gemido. Sentia os peitos dela se encherem de ar e tocarem meu tórax por causa da agitação dela.
Parei de beijá-la para permitir que ela respirasse melhor e para apreciar como o corpo dela reagia a essa nova experiência.
Uhmmm… foi o primeiro suspiro morno, mistura de gemido e queixume que ouvi dela ao me afastar dos lábios dela.
Observei-a: Seu rosto bonito mergulhado numa mistura de emoções, o vai e vem pausado dos seios dela. Tentei imitar esse vaivém harmonioso, imprimindo o mesmo ritmo às minhas penetrações.
Ayyy… oummm….
No rosto dela, um recado ingênuo pelo meu ato. Mas os queixumes iniciais dela iam se transformando em doces gemidos, suspiros de prazer que ela agradecia de vez em quando com beijos profundos. Eu via seu corpo estremecer com meu vigor, segundos, minutos, não saberia dizer, só sei que aproveitei, não era só sexo… estávamos fazendo amor…
Ahhh… ela exclamou quando seu ser não pôde aguentar mais essa mistura de emoções, sentimentos.
Essa energia se irradiou por todo seu corpo, fazendo com que ela se contraísse, que suas mãos, seus dedos apertassem minhas costas. Segundos depois derramei meus líquidos em sua até pouco tempo virgem cavidade. Um tremorzinho percorreu seu corpo novamente.
Em seus olhos, satisfação, talvez um pouco de incredulidade pelo que aconteceu e pela forma como ela tinha aproveitado.
Uhmmm… ela suspirou suavemente, saboreando o último resquício de orgasmo em seu corpo.
Beijei-a apaixonadamente. Ela me devolvia carinhosamente meus beijos, sentia sua respiração ainda ofegante. Afastei-me e sorri ternamente. Ela já não era uma menina, talvez ainda na alma, mas seu corpo tinha experimentado a maturidade.
Depois de alguns minutos nos observando, sorrindo, nos beijando, quis me afastar… devíamos nos limpar, estava ficando tarde, ela me reteve ao seu lado.
Não, não me deixe… ela suplicou.
Boba, se o que mais quero é estar ao seu lado… eu disse.
Depois de um tempo ela permitiu que eu desenfundasse meu membro flácido, deitei-me ao lado. Ela me seguiu, apoiou a cabeça em meu peito. Uma lágrima escorreu por sua bochecha até meu tórax.
Ei, o que foi?… eu disse, descobrindo seu rosto.
Nada será como antes… ela disse preocupada.
Eu entendia que ela já não era uma menina, talvez temesse que aos meus olhos ela mudasse, que se perdesse o que era bom em nosso relacionamento, que eu só a visse como um objeto para satisfazer minhas necessidades sexuais.
Não… tudo será melhor… eu disse.
A nuvem escura que tinha se fechado sobre seus olhos se dissipou. Ela me presenteou com um lindo sorriso, novamente nossos lábios se encontraram.
Assim terminou nosso encontro.
Nos dias seguintes, ninguém conseguiu apagar nossa boba expressão de felicidade. Mas já haviam se passado quase seis meses desde então. Nesse período, posso dizer que fui feliz...
No entanto, tudo isso estava indo pro ralo por causa da minha infidelidade... mas era quase impossível não sucumbir diante das curvas monumentais da Mili... tentei arranjar desculpas.
Não devia ter me matriculado naquele maldito curso... pelo menos não nesse semestre... comecei a me culpar.
Danny... chegamos... a Mili me avisou.
O quê?... Ah... sim, vamos descer... respondi, atordoado.
Mili seguiu em direção à minha casa vazia enquanto eu pagava o taxista.
Ei, mano, como você consegue uma mulher dessas?... o taxista me perguntou com um sorriso de malícia.
Não sei, pergunta pro namorado dela... respondi.
Hahaha... que boa... você é um otári... hahaha... ele disse e foi embora rindo.
Peguei minha chave e caminhei até a Mili, que esperava na porta...
O que aquele idiota te disse?... ela perguntou, pelo taxista e sua risada estridente.
Esquece, não importa... falei pra ela.
O que realmente importava era o que ia acontecer dentro da minha casa...
Continua...
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