Apesar dos meus melhores esforços, a história é longa, então não vou tomar muito tempo de vocês com introduções. Assim como tudo que compartilhei, é um relato de uma experiência real. Não contei isso pra absolutamente ninguém. Espero que curtam.
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Minha melhor amiga mora no exterior há alguns anos. No verão passado ela casou, e eu viajei pra estar lá e acompanhar ela num momento tão lindo da vida dela. Foi um casamento simples, íntimo e muito especial. De manhã, o civil; depois, almoçamos com a família do noivo; sesta, e à noite saímos pra farra. Minha amiga e o marido novo adoram uma bagunça, então a sesta foi essencial porque à noite a gente ia pegar pesado.
Depois de descansados, tomados banho e bem arrumados, o casal recém-casado e um grupinho dos amigos mais próximos se encontraram no ponto de encontro. O lugar era um barzinho com um clima muito bom e um DJ que soube tocar na prévia como um campeão. Passada a meia-noite, fomos pra uma festona na balada onde eles se conheceram, que tinha outro DJ muito bom que eu nunca tinha ouvido.
Era verdade: a música estava incrível, amei o lugar, tinha a quantidade certa de gente, e a gente estava se divertindo pra caralho. Temperamos a noite com uns "bagulhos" e estávamos todos numa brisa muito gostosa. Já bem tarde, os recém-casados se despediram e foram pro hotel. Dos que ficaram, três foram pra um after, outra foi pra casa, e eu decidi ficar mais uns vinte minutos. Embora só tivesse tomado meia dose, ainda tava com vontade de dançar.
Quando voltei pra dentro, já tinha menos gente. Arrumei um cantinho confortável na pista, fechei os olhos e me entreguei pra curtir a música no meu próprio ritmo. Quando abri os olhos de novo, vi que tinha muito menos mulher e senti como a energia do lugar tinha mudado. Notei olhares, distâncias que diminuíam, uns roçares e, acima de tudo, o tesão que eu tava. Sentir Todo aquele calor ao meu redor me deixou a mil, mas cortaram a música, acenderam todas as luzes sem aviso e todo mundo pra fora.
Tava quase amanhecendo, pedi um carro pra voltar pro apê onde tava ficando, mas o vento da janela não conseguiu acalmar minha tesão. Queria mais daquela energia que senti na balada, aquela vontade. No fundo, queria me entregar. Sabia disso.
Quinze minutos depois já tava no apê trocando ideia com dois ou três caras num app que tinha acabado de baixar. Escolhi um, me certifiquei do que precisava, contei minha pouca experiência, o que queria, e ele disse que chegava em 20 minutos. Muito tarado, nervoso e com o tesão a mil, decidi tomar a outra metade pra matar a espera.
Pouco tempo depois ele me avisa pelo zap que já tá perto e eu desço pra abrir. Vejo ele chegar e é exatamente como nas fotos, másculo, meio definido e com cara de bonzinho. A gente se cumprimenta e no elevador conto que tô de passagem pela cidade e que vim do casamento da minha amiga. Entramos no apê, conversamos de pé por uns minutos até que ele dá um passo na minha direção, segura meu rosto e me beija de boca aberta. Eu fiquei parado, meio me deixando fazer, enquanto respondia os beijos respirando cada vez mais forte. Ele me pega pela cintura e me aperta contra ele com firmeza, esfregando nossos volumes.
Ele me oferece popper. Nunca tinha experimentado, mas sabia como funcionava e, sinceramente, já tinha soltado as amarras, então aceitei. Minutos depois, a gente tá se pegando de novo, mas dessa vez com um dedo dele dentro da minha buceta. A tesão, a situação e o coquetel que eu tinha tomado me deixaram a mil, então decidi largar qualquer medo e me entregar de vez pra curtir a parada.
Sem parar de beijar, abri a calça dele, meti a mão e tirei a pica dura. Era grande, quente e levemente curvada pra cima. Bati uma punheta nele um pouco, depois me ajoelhei e enfiei ela toda na boca. Chupei ele gostoso. como se minha vida dependesse disso.
Fomos pro quarto e ele manda eu tirar a roupa. Tiro tudo e fico parado enquanto ele me apalpa inteiro. Ele manda eu deitar na cama. Pergunto "como?" e ele diz de barriga pra cima. Faço o que ele pede e segundos depois tô deitado na cama, de pernas abertas, vendo ele se despir.
Ele deita em cima de mim e a gente volta a transar igual louco, enquanto ele esfrega o pau entre minhas pernas. A gente se beija com muita vontade, se abraçando forte. Pouco depois ele se levanta, coloca uma camisinha e levanta minhas pernas. Sinto a ponta do pau dele procurando meu cu e começando a fazer pressão. Não sei se foram as drogas ou o quê, mas ele entrou tudo de uma vez. Uma única estocada suave e já "tava lá dentro". Não doeu nada e na hora eu já tava curtindo pra caralho.
Comecei a gemer igual um doido conforme ele aumentava o ritmo e a força das estocadas. Ele me comeu um tempão de barriga pra cima, depois me virou de bruços e mais tarde de barriga pra cima de novo. Às vezes metia rápido e forte, às vezes lento, fundo e com muita chamego. Eu tava em outra galáxia.
Não sei quanto tempo a gente ficou, mas foi um bom tempo. Sinto ele sair e vejo que ele deita de barriga pra cima na cama, com o pau apontando pro teto, e manda eu chupar ele. Tiro a camisinha e me jogo naquele pau sem pensar duas vezes. Chupei, chupei e continuei chupando. Prestando atenção no que ele gostava e curtindo cada centímetro de pau que deslizava pra dentro e pra fora da minha boca.
Quando não aguentei mais de vontade, sentei em cima dele, apoiei uma mão no peito dele e com a outra esfreguei o pau dele no meu cu. Depois de brincar um pouco, ele colocou outra camisinha e aí sim, eu "sentei" em cima dele. Na quinta cavalgada já tava quicando sem controle, sentindo ele muuuuito lá dentro. Doía um pouco, mas eu não conseguia parar. Ficamos assim mais um tempo, não sei quanto realmente, e depois ele me colocou de quatro. Meteu tudo de uma vez e começou a meter mais forte. O cara era uma máquina, não parava e eu tinha fôlego pra caramba. Ele falava um monte de putaria enquanto me comia cada vez mais forte. A gente continuou por um bom tempo assim, sentindo as bolas dele contra as minhas e com meu pau batendo na minha barriga no ritmo das estocadas. Depois de um tempo, nenhum dos dois tava perto de gozar e eu comecei a sentir uma dorzinha, então demos uma pausa.
Devemos ter ficado meia hora ou mais dentro do chuveiro. Muito amasso, dedos e eu não conseguia parar de chupar ele. Enfim, fizemos tudo que dava pra fazer naquele espaço apertado. Saímos, nos secamos e voltamos pra cama. Batemos um papo deitados e logo ele já tava me comendo de conchinha. Depois me vira de bruços e deita em cima de mim. Me comeu um bom tempo assim, chegando bem fundo. Depois papai e mamãe, perna pra um lado, perna pro outro e voltamos de quatro. Ele bombou meu cu que nem um animal e depois de uns minutos falou que ia gozar. Me perguntou onde eu queria, eu disse e umas dez estocadas depois ele tirou, tirou a camisinha e encheu minhas costas/rabeta de porra. Senti ela por todo lado, quente, grossa. Molhou o magrelo todo e eu amei.
Voltamos pro chuveiro. Amassamos um pouco até eu terminar apoiado na parede com uma mão, com a outra me masturbando enquanto ele abria minha rabeta e enfiava os dedos como se fosse um martelo pneumático. Minhas pernas quase dobraram e eu caí no chão quando gozei do jeito que gozei. Não sei quantos jorros foram, mas não paravam de sair. Fiquei tremendo por um bom tempo enquanto a gente continuava se beijando.
Saímos do chuveiro, conversamos mais um pouco, ele se vestiu e foi embora. Pelo horário, devemos ter ficado umas duas horas e meia no total. Foi incrível. Não poderia ter pedido uma primeira vez melhor. Adorei.
Totalmente exausto, me joguei na cama. Deitei de bruços, lembrando de tudo que tinha acabado de acontecer e, sem perceber, fui abrindo as pernas. Tava super cansado, mas uma parte de mim ainda tava acordada. Tirei uma foto dele...
Eventualmente, acabei dormindo.
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Vi o cara de novo, mas isso vai fazer parte de outra história. Por enquanto, só me resta agradecer vocês por terem tirado um tempo pra ler essa história até o fim e pela vibe de sempre.
Espero que tenham curtido.
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Minha melhor amiga mora no exterior há alguns anos. No verão passado ela casou, e eu viajei pra estar lá e acompanhar ela num momento tão lindo da vida dela. Foi um casamento simples, íntimo e muito especial. De manhã, o civil; depois, almoçamos com a família do noivo; sesta, e à noite saímos pra farra. Minha amiga e o marido novo adoram uma bagunça, então a sesta foi essencial porque à noite a gente ia pegar pesado.
Depois de descansados, tomados banho e bem arrumados, o casal recém-casado e um grupinho dos amigos mais próximos se encontraram no ponto de encontro. O lugar era um barzinho com um clima muito bom e um DJ que soube tocar na prévia como um campeão. Passada a meia-noite, fomos pra uma festona na balada onde eles se conheceram, que tinha outro DJ muito bom que eu nunca tinha ouvido.
Era verdade: a música estava incrível, amei o lugar, tinha a quantidade certa de gente, e a gente estava se divertindo pra caralho. Temperamos a noite com uns "bagulhos" e estávamos todos numa brisa muito gostosa. Já bem tarde, os recém-casados se despediram e foram pro hotel. Dos que ficaram, três foram pra um after, outra foi pra casa, e eu decidi ficar mais uns vinte minutos. Embora só tivesse tomado meia dose, ainda tava com vontade de dançar.
Quando voltei pra dentro, já tinha menos gente. Arrumei um cantinho confortável na pista, fechei os olhos e me entreguei pra curtir a música no meu próprio ritmo. Quando abri os olhos de novo, vi que tinha muito menos mulher e senti como a energia do lugar tinha mudado. Notei olhares, distâncias que diminuíam, uns roçares e, acima de tudo, o tesão que eu tava. Sentir Todo aquele calor ao meu redor me deixou a mil, mas cortaram a música, acenderam todas as luzes sem aviso e todo mundo pra fora.
Tava quase amanhecendo, pedi um carro pra voltar pro apê onde tava ficando, mas o vento da janela não conseguiu acalmar minha tesão. Queria mais daquela energia que senti na balada, aquela vontade. No fundo, queria me entregar. Sabia disso.
Quinze minutos depois já tava no apê trocando ideia com dois ou três caras num app que tinha acabado de baixar. Escolhi um, me certifiquei do que precisava, contei minha pouca experiência, o que queria, e ele disse que chegava em 20 minutos. Muito tarado, nervoso e com o tesão a mil, decidi tomar a outra metade pra matar a espera.
Pouco tempo depois ele me avisa pelo zap que já tá perto e eu desço pra abrir. Vejo ele chegar e é exatamente como nas fotos, másculo, meio definido e com cara de bonzinho. A gente se cumprimenta e no elevador conto que tô de passagem pela cidade e que vim do casamento da minha amiga. Entramos no apê, conversamos de pé por uns minutos até que ele dá um passo na minha direção, segura meu rosto e me beija de boca aberta. Eu fiquei parado, meio me deixando fazer, enquanto respondia os beijos respirando cada vez mais forte. Ele me pega pela cintura e me aperta contra ele com firmeza, esfregando nossos volumes.
Ele me oferece popper. Nunca tinha experimentado, mas sabia como funcionava e, sinceramente, já tinha soltado as amarras, então aceitei. Minutos depois, a gente tá se pegando de novo, mas dessa vez com um dedo dele dentro da minha buceta. A tesão, a situação e o coquetel que eu tinha tomado me deixaram a mil, então decidi largar qualquer medo e me entregar de vez pra curtir a parada.
Sem parar de beijar, abri a calça dele, meti a mão e tirei a pica dura. Era grande, quente e levemente curvada pra cima. Bati uma punheta nele um pouco, depois me ajoelhei e enfiei ela toda na boca. Chupei ele gostoso. como se minha vida dependesse disso.
Fomos pro quarto e ele manda eu tirar a roupa. Tiro tudo e fico parado enquanto ele me apalpa inteiro. Ele manda eu deitar na cama. Pergunto "como?" e ele diz de barriga pra cima. Faço o que ele pede e segundos depois tô deitado na cama, de pernas abertas, vendo ele se despir.
Ele deita em cima de mim e a gente volta a transar igual louco, enquanto ele esfrega o pau entre minhas pernas. A gente se beija com muita vontade, se abraçando forte. Pouco depois ele se levanta, coloca uma camisinha e levanta minhas pernas. Sinto a ponta do pau dele procurando meu cu e começando a fazer pressão. Não sei se foram as drogas ou o quê, mas ele entrou tudo de uma vez. Uma única estocada suave e já "tava lá dentro". Não doeu nada e na hora eu já tava curtindo pra caralho.
Comecei a gemer igual um doido conforme ele aumentava o ritmo e a força das estocadas. Ele me comeu um tempão de barriga pra cima, depois me virou de bruços e mais tarde de barriga pra cima de novo. Às vezes metia rápido e forte, às vezes lento, fundo e com muita chamego. Eu tava em outra galáxia.
Não sei quanto tempo a gente ficou, mas foi um bom tempo. Sinto ele sair e vejo que ele deita de barriga pra cima na cama, com o pau apontando pro teto, e manda eu chupar ele. Tiro a camisinha e me jogo naquele pau sem pensar duas vezes. Chupei, chupei e continuei chupando. Prestando atenção no que ele gostava e curtindo cada centímetro de pau que deslizava pra dentro e pra fora da minha boca.
Quando não aguentei mais de vontade, sentei em cima dele, apoiei uma mão no peito dele e com a outra esfreguei o pau dele no meu cu. Depois de brincar um pouco, ele colocou outra camisinha e aí sim, eu "sentei" em cima dele. Na quinta cavalgada já tava quicando sem controle, sentindo ele muuuuito lá dentro. Doía um pouco, mas eu não conseguia parar. Ficamos assim mais um tempo, não sei quanto realmente, e depois ele me colocou de quatro. Meteu tudo de uma vez e começou a meter mais forte. O cara era uma máquina, não parava e eu tinha fôlego pra caramba. Ele falava um monte de putaria enquanto me comia cada vez mais forte. A gente continuou por um bom tempo assim, sentindo as bolas dele contra as minhas e com meu pau batendo na minha barriga no ritmo das estocadas. Depois de um tempo, nenhum dos dois tava perto de gozar e eu comecei a sentir uma dorzinha, então demos uma pausa.
Devemos ter ficado meia hora ou mais dentro do chuveiro. Muito amasso, dedos e eu não conseguia parar de chupar ele. Enfim, fizemos tudo que dava pra fazer naquele espaço apertado. Saímos, nos secamos e voltamos pra cama. Batemos um papo deitados e logo ele já tava me comendo de conchinha. Depois me vira de bruços e deita em cima de mim. Me comeu um bom tempo assim, chegando bem fundo. Depois papai e mamãe, perna pra um lado, perna pro outro e voltamos de quatro. Ele bombou meu cu que nem um animal e depois de uns minutos falou que ia gozar. Me perguntou onde eu queria, eu disse e umas dez estocadas depois ele tirou, tirou a camisinha e encheu minhas costas/rabeta de porra. Senti ela por todo lado, quente, grossa. Molhou o magrelo todo e eu amei.
Voltamos pro chuveiro. Amassamos um pouco até eu terminar apoiado na parede com uma mão, com a outra me masturbando enquanto ele abria minha rabeta e enfiava os dedos como se fosse um martelo pneumático. Minhas pernas quase dobraram e eu caí no chão quando gozei do jeito que gozei. Não sei quantos jorros foram, mas não paravam de sair. Fiquei tremendo por um bom tempo enquanto a gente continuava se beijando.
Saímos do chuveiro, conversamos mais um pouco, ele se vestiu e foi embora. Pelo horário, devemos ter ficado umas duas horas e meia no total. Foi incrível. Não poderia ter pedido uma primeira vez melhor. Adorei.
Totalmente exausto, me joguei na cama. Deitei de bruços, lembrando de tudo que tinha acabado de acontecer e, sem perceber, fui abrindo as pernas. Tava super cansado, mas uma parte de mim ainda tava acordada. Tirei uma foto dele...
Eventualmente, acabei dormindo.
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Vi o cara de novo, mas isso vai fazer parte de outra história. Por enquanto, só me resta agradecer vocês por terem tirado um tempo pra ler essa história até o fim e pela vibe de sempre.
Espero que tenham curtido.
4 comentários - Depois do casório