Senti uma corrente de ar morna bem no meu rabo, isso me fez acordar. Quando abri os olhos, percebi que tinha dormido no sofá do Erick, de bruços e com a bunda de fora. Tava tão contente, me sentia satisfeito. Senti aquela brisa de novo nas minhas nádegas. Quando virei, vi que era o Erick aproximando o rosto da minha bunda.
Eu – Tá gostando?
Erick – Na real, parece muito tasty, é uma bunda bem apetitosa. Não vejo diferença da de uma garota.
Eu – Valeu, já vai ter tempo de provar ela, hehe.
Erick – E por que não agora?
Eu – Desculpa, mas já é um pouco tarde. Quero tomar um banho e além disso tô com o cu arrombado. Ontem foi minha primeira vez e, embora tenha sido foda e eu realmente queira, preciso ir pra não incomodar meus velhos.
Erick – Tá bom, slut, mas da próxima vez vou ser o primeiro a provar seu cu.
Eu – Mmmm, a gente conversa sobre isso depois.
Gustavo – Bom dia, promíscuo. Quer tomar um banho?
Eu – Sim, por favor. Já é tarde e acho que não vou conseguir correr depois que aquele pedaço de cock me atravessou, hehe.
Gustavo – Beleza, então passa você primeiro.
Depois de tomar um banho, meio rápido, fui direto pra casa. Na real, embora ainda sentisse um buraco no meu cu, o desconforto não era tanto. Cheguei em casa e comecei minhas atividades e tarefas, comi um pouco e finalmente pude tomar um banho longo. Não conseguia parar de pensar no quanto tinha curtido com aqueles dois e fiquei refletindo sobre como tinha sido excitante usar roupinha de garota. Não conseguia tirar isso da cabeça. Acabei dormindo com isso na mente.
No dia seguinte, acordei e percebi que minha cueca estava cheia de porra. Tinha tido um sonho dos mais gostosos, um sonho que vou contar depois, hehe. Também acordei com a ideia de que precisava conseguir umas roupas, mas não sabia onde. E na real, não tinha muito dinheiro pra comprar nada, além de sentir muita vergonha de comprar roupa assim. Tava nesses pensamentos quando a campainha tocou. Ouvi minha mãe abrir a porta e cumprimentar alguém. Alguém bem efusiva, era minha tia, irmã da minha mãe, e um primo ficaram conversando por um bom tempo enquanto eu jogava videogame e batia papo com meu primo.
Eu - hehe, tô te detonando, qual foi? Já não tá mais jogando?
Diego - não é isso, é que comprei um console novo e tô vidrado nesses jogos.
Eu - daora, eu não consegui juntar grana pra comprar ainda.
Diego - e se você passar a noite lá em casa? A gente joga um pouco.
Eu - não sei se minha mãe deixa, é que anteontem eu saí com uns amigos e fiquei na casa deles, acho que ela não vai querer me dar permissão de novo.
Diego - bom, ainda é cedo, a gente vai e volta à tarde, até porque elas devem ficar horas conversando.
Eu - mãe, posso ir com o Diego na casa dele? Volto daqui a pouco.
Laura - na verdade, a gente ia almoçar na casa da sua tia.
Eu - show, então bora.
A tarde toda a gente passou jogando, só parando pra comer. Já tava quase na hora de ir embora.
Eu - já vamos nessa, bora fazer a última partida, valeu?
Diego - sim, eu também vou sair, vou buscar a Diana.
Eu - sua irmã? Nem percebi que ela não tava, como ela passa o tempo no quarto dela.
Diego - sim, mas ela saiu com uns amigos e eu tenho que ir buscar ela, que saco.
Eu - hehe, você queria aprender a dirigir, não?
Laura - bora, Lalo.
Eu - beleza, então... Outro dia eu fico e a gente passa a noite toda, valeu? Deixa eu ir no banheiro e já vou.
Diego - sim, Lalo, quem sabe na outra semana. E meu pai tá tomando banho, usa o do quarto da Diana. Te vejo lá embaixo, vou pegar o carro e dar uma carona pra vocês.
Eu - ok.
Quando saí do banheiro, todo mundo já tava lá embaixo me esperando. Eu tava no quarto da minha prima e não conseguia pensar em outra coisa senão nas roupas dela. Então, rapidinho, abri algumas gavetas e logo achei as calcinhas dela. Sem pensar muito, peguei duas, guardei no bolso e desci rápido. Tava muito vermelho e acelerado.
Laura - tudo bem? Você tá muito vermelho.
Eu - sim, tudo bem, é que desci correndo.
Chegamos em casa já era tarde e fui direto pro meu quarto. Fechei bem a porta, me despi completamente e só vesti uma das calcinhas que tinha pegado. tomadas, eram pretas, meio justas, mas ficavam bem em mim. comecei a me masturbar, me sentia excitado, mas não era o suficiente. comecei a acariciar meu cu com o dedinho, depois enfiei, entrava bem fácil, mas não era o suficiente, tava faltando alguma coisa, mas não tinha nada. continuei me masturbando até gozar e acabei dormindo. amanheceu e já era um pouco tarde, era segunda-feira, então sempre custava a levantar. me levantei e, como sempre, não tinha ninguém, então tomei café da manhã e depois fui me arrumar. quando comecei a me vestir, não resisti e coloquei as outras calcinhas da minha prima. vesti meu uniforme e saí pra escola. a sensação de estar usando uma calcinha de menina me dava tanto tesão e ao mesmo tempo eu tava nervoso de alguém perceber. sentia cada olhar como se eles soubessem. tava com uma ereção que não conseguia controlar, então passei minha mochila pra frente e continuei andando. uma rua antes de chegar na escola, encontrei o Erick. Erick- oi, Lola. Eu- oi, Erick... É... Você podia não me chamar assim na frente dos outros? Erick- claro que sim, Lola, não se preocupa, mas agora a gente tá sozinho, sua putinha. me dando um tapa na bunda depois de falar isso. Eu- valeu. Erick- o que foi? você tá muito nervoso e por que tá com a mochila na frente? Eu- é que não consigo evitar. tirei minha mochila e mostrei minha ereção pra ele. Erick- o que foi, por que você tá com tesão? foi por causa do meu tapa? Eu- hmm não, bom, até que gostei. Erick- é mesmo? e se eu pegar na sua bunda também? você gosta disso? ele tinha colocado a mão dentro da minha calça e eu só ficava olhando pra ver se ninguém tava perto. Erick- mas que putinha você é, tá usando umas calcinhas. Eu- siiiim. falei enquanto ficava super vermelho. Erick- você tem que me mostrar. Eu- aqui? mas vão nos ver? Erick- vem por aqui, tem uns depósitos, ninguém passa por aqui a essa hora. eu tava super nervoso, mas também muito excitado. mesmo assim, desabotoei a calça e abaixei, deixando ele ver minha calcinha. ele me virou e me apoiou contra a parede. Erick- quero ver bem essa sua bunda envolvida nunsas calcinhas lindas. A vadia se agachou e colou minha bunda na cara dela. Eu não sabia o que fazer, mas amei quando ela deu um beijo em cada nádega e depois enfiou a cara no meu cu. Senti o nariz dela roçando meu ânus, era uma delícia saber que podiam nos ver e que ela tinha gostado de saber que eu tava de calcinha. Ela se levantou e colou o corpo no meu, e eu senti a piroca grossa dela roçando minha bunda. Erick: "Quero te comer, Lola, e arrebentar esse seu cu." Eu: "Sim, eu também quero." Me ajoelhei, puxei a piroca dela e comecei a chupar. Enchi de saliva, queria lubrificar bem porque sabia que aquela vara grossa não ia entrar fácil. Continuei mamando o pau dela quando ouvimos uma porta de um dos depósitos. Levantamos e nos vestimos o mais rápido que pudemos, e saímos correndo antes que alguém nos visse. Só escutamos um velho gritando alguma coisa, mas não deu pra entender o que era. Chegamos na escola correndo, quase ficamos de fora. Fomos direto pra aula... ...continua. Começamos outra nova série de contos. Espero que gostem e, como sempre, aguardo seus comentários e pontos, além de sugestões. Se tiver alguma cena que vocês gostariam que eu ilustrasse, deixem nos comentários. Tchau.
Eu – Tá gostando?
Erick – Na real, parece muito tasty, é uma bunda bem apetitosa. Não vejo diferença da de uma garota.
Eu – Valeu, já vai ter tempo de provar ela, hehe.
Erick – E por que não agora?
Eu – Desculpa, mas já é um pouco tarde. Quero tomar um banho e além disso tô com o cu arrombado. Ontem foi minha primeira vez e, embora tenha sido foda e eu realmente queira, preciso ir pra não incomodar meus velhos.
Erick – Tá bom, slut, mas da próxima vez vou ser o primeiro a provar seu cu.
Eu – Mmmm, a gente conversa sobre isso depois.
Gustavo – Bom dia, promíscuo. Quer tomar um banho?
Eu – Sim, por favor. Já é tarde e acho que não vou conseguir correr depois que aquele pedaço de cock me atravessou, hehe.
Gustavo – Beleza, então passa você primeiro.
Depois de tomar um banho, meio rápido, fui direto pra casa. Na real, embora ainda sentisse um buraco no meu cu, o desconforto não era tanto. Cheguei em casa e comecei minhas atividades e tarefas, comi um pouco e finalmente pude tomar um banho longo. Não conseguia parar de pensar no quanto tinha curtido com aqueles dois e fiquei refletindo sobre como tinha sido excitante usar roupinha de garota. Não conseguia tirar isso da cabeça. Acabei dormindo com isso na mente.
No dia seguinte, acordei e percebi que minha cueca estava cheia de porra. Tinha tido um sonho dos mais gostosos, um sonho que vou contar depois, hehe. Também acordei com a ideia de que precisava conseguir umas roupas, mas não sabia onde. E na real, não tinha muito dinheiro pra comprar nada, além de sentir muita vergonha de comprar roupa assim. Tava nesses pensamentos quando a campainha tocou. Ouvi minha mãe abrir a porta e cumprimentar alguém. Alguém bem efusiva, era minha tia, irmã da minha mãe, e um primo ficaram conversando por um bom tempo enquanto eu jogava videogame e batia papo com meu primo.
Eu - hehe, tô te detonando, qual foi? Já não tá mais jogando?
Diego - não é isso, é que comprei um console novo e tô vidrado nesses jogos.
Eu - daora, eu não consegui juntar grana pra comprar ainda.
Diego - e se você passar a noite lá em casa? A gente joga um pouco.
Eu - não sei se minha mãe deixa, é que anteontem eu saí com uns amigos e fiquei na casa deles, acho que ela não vai querer me dar permissão de novo.
Diego - bom, ainda é cedo, a gente vai e volta à tarde, até porque elas devem ficar horas conversando.
Eu - mãe, posso ir com o Diego na casa dele? Volto daqui a pouco.
Laura - na verdade, a gente ia almoçar na casa da sua tia.
Eu - show, então bora.
A tarde toda a gente passou jogando, só parando pra comer. Já tava quase na hora de ir embora.
Eu - já vamos nessa, bora fazer a última partida, valeu?
Diego - sim, eu também vou sair, vou buscar a Diana.
Eu - sua irmã? Nem percebi que ela não tava, como ela passa o tempo no quarto dela.
Diego - sim, mas ela saiu com uns amigos e eu tenho que ir buscar ela, que saco.
Eu - hehe, você queria aprender a dirigir, não?
Laura - bora, Lalo.
Eu - beleza, então... Outro dia eu fico e a gente passa a noite toda, valeu? Deixa eu ir no banheiro e já vou.
Diego - sim, Lalo, quem sabe na outra semana. E meu pai tá tomando banho, usa o do quarto da Diana. Te vejo lá embaixo, vou pegar o carro e dar uma carona pra vocês.
Eu - ok.
Quando saí do banheiro, todo mundo já tava lá embaixo me esperando. Eu tava no quarto da minha prima e não conseguia pensar em outra coisa senão nas roupas dela. Então, rapidinho, abri algumas gavetas e logo achei as calcinhas dela. Sem pensar muito, peguei duas, guardei no bolso e desci rápido. Tava muito vermelho e acelerado.
Laura - tudo bem? Você tá muito vermelho.
Eu - sim, tudo bem, é que desci correndo.
Chegamos em casa já era tarde e fui direto pro meu quarto. Fechei bem a porta, me despi completamente e só vesti uma das calcinhas que tinha pegado. tomadas, eram pretas, meio justas, mas ficavam bem em mim. comecei a me masturbar, me sentia excitado, mas não era o suficiente. comecei a acariciar meu cu com o dedinho, depois enfiei, entrava bem fácil, mas não era o suficiente, tava faltando alguma coisa, mas não tinha nada. continuei me masturbando até gozar e acabei dormindo. amanheceu e já era um pouco tarde, era segunda-feira, então sempre custava a levantar. me levantei e, como sempre, não tinha ninguém, então tomei café da manhã e depois fui me arrumar. quando comecei a me vestir, não resisti e coloquei as outras calcinhas da minha prima. vesti meu uniforme e saí pra escola. a sensação de estar usando uma calcinha de menina me dava tanto tesão e ao mesmo tempo eu tava nervoso de alguém perceber. sentia cada olhar como se eles soubessem. tava com uma ereção que não conseguia controlar, então passei minha mochila pra frente e continuei andando. uma rua antes de chegar na escola, encontrei o Erick. Erick- oi, Lola. Eu- oi, Erick... É... Você podia não me chamar assim na frente dos outros? Erick- claro que sim, Lola, não se preocupa, mas agora a gente tá sozinho, sua putinha. me dando um tapa na bunda depois de falar isso. Eu- valeu. Erick- o que foi? você tá muito nervoso e por que tá com a mochila na frente? Eu- é que não consigo evitar. tirei minha mochila e mostrei minha ereção pra ele. Erick- o que foi, por que você tá com tesão? foi por causa do meu tapa? Eu- hmm não, bom, até que gostei. Erick- é mesmo? e se eu pegar na sua bunda também? você gosta disso? ele tinha colocado a mão dentro da minha calça e eu só ficava olhando pra ver se ninguém tava perto. Erick- mas que putinha você é, tá usando umas calcinhas. Eu- siiiim. falei enquanto ficava super vermelho. Erick- você tem que me mostrar. Eu- aqui? mas vão nos ver? Erick- vem por aqui, tem uns depósitos, ninguém passa por aqui a essa hora. eu tava super nervoso, mas também muito excitado. mesmo assim, desabotoei a calça e abaixei, deixando ele ver minha calcinha. ele me virou e me apoiou contra a parede. Erick- quero ver bem essa sua bunda envolvida nunsas calcinhas lindas. A vadia se agachou e colou minha bunda na cara dela. Eu não sabia o que fazer, mas amei quando ela deu um beijo em cada nádega e depois enfiou a cara no meu cu. Senti o nariz dela roçando meu ânus, era uma delícia saber que podiam nos ver e que ela tinha gostado de saber que eu tava de calcinha. Ela se levantou e colou o corpo no meu, e eu senti a piroca grossa dela roçando minha bunda. Erick: "Quero te comer, Lola, e arrebentar esse seu cu." Eu: "Sim, eu também quero." Me ajoelhei, puxei a piroca dela e comecei a chupar. Enchi de saliva, queria lubrificar bem porque sabia que aquela vara grossa não ia entrar fácil. Continuei mamando o pau dela quando ouvimos uma porta de um dos depósitos. Levantamos e nos vestimos o mais rápido que pudemos, e saímos correndo antes que alguém nos visse. Só escutamos um velho gritando alguma coisa, mas não deu pra entender o que era. Chegamos na escola correndo, quase ficamos de fora. Fomos direto pra aula... ...continua. Começamos outra nova série de contos. Espero que gostem e, como sempre, aguardo seus comentários e pontos, além de sugestões. Se tiver alguma cena que vocês gostariam que eu ilustrasse, deixem nos comentários. Tchau.
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