Domando a raposa da minha cunhada 15
Com o Selo do Prazer e do Morbo…
Tudo se desencadeou de um jeito que nenhum dos três envolvidos acho que esperava, ou pelo menos eu não. Naquele dia eu tava um bagaço, não sabia o que pensar. Minha mulher e a irmã dela estavam me matando, ia dar um troço se continuasse assim. Mesmo custando, consegui pegar no sono e por isso, quando às 4 da manhã a Irma entrou feito uma louca, demorei pra entender o que ela tava dizendo. Chorando que nem uma desgraçada, me explicou que tinham acabado de ligar da clínica falando que a Natalia tinha dado entrada no Pronto-Socorro.
— Que?! O que aconteceu? — perguntei, sinceramente preocupado.
— Pelo visto, aquela idiota tentou se matar! — respondeu, me apressando.
Curiosamente, saber que era esse o motivo me acalmou, porque entendi que podia ser parte do plano dela. Mas mesmo assim, aquela mulher era doida varrida. Nem tinha abotoado a camisa direito e já tava saindo rumo ao hospital. No caminho, minha esposa não parou de se culpar pelo que aconteceu, dizendo que devia ter feito alguma coisa.
— E o que você podia fazer, amor? — falei, suando que nem um porco.
Como era um assunto espinhoso, fiquei calado enquanto ela chorava, ouvindo a dor que tava consumindo ela. Felizmente, assim que chegamos, nos disseram que ela tava fora de perigo e que, se quiséssemos, podíamos visitar. Achando que minha mulher precisava do meu apoio, acompanhei ela até o quarto onde a irmã tava, mas na hora que eu ia entrar, a Irma pediu pra ficar sozinha. Quando insisti, ela confessou chorando:
— Lembra que eu te falei que a Natalia se apaixonou por um homem casado?
— Lembro. — respondi.
— Esse homem casado é você! — Fazendo cara de surpreso, respondi que não tinha nada a ver com o capricho da irmã dela.
— Aquela mulher é maluca! — exclamei. — Isso deve ser piada, amor. Se ela me odeia, você sabe que nunca nos demos bem.
— Eu sei, eu sei, mas ela… Se esforçou por anos pra negar os sentimentos dela… Eu sei que não é culpa sua.
— Concordou comigo, completamente destruída, e depois me pediu pra ficar sozinha com ela.
— Como quiser. — Falei, sem graça.
Como vocês podem imaginar, não entrei. Sentei numa cadeira pra esperar e comecei a analisar o que tinha acontecido. Embora eu soubesse o quanto minha cunhada era teimosa e bruta, nunca imaginei que a loucura dela chegasse a esse ponto, muito menos que ela colocasse a própria saúde em risco pra manipular a irmã. Me senti um merda por fazer parte disso tudo. Depois de uma hora, Irma saiu pra me ver com os olhos inchados de tanto chorar e, me abraçando, disse que a Natalia tava melhor, mas ainda queria ficar com ela.
— Fica tranquila, te espero. — Falei, aliviado. Minha mulher sorriu ao me ouvir e, insistindo, pediu pra eu ir pra casa:
— É tarde e você tem que trabalhar. Depois te ligo no escritório.
Confesso que não fui embora satisfeito, porque não tinha dúvida de que o que as duas mulheres conversassem no hospital ia definir meu futuro. Só sabia que precisava das duas, mas se me obrigassem a escolher, sem dúvida nenhuma, eu escolheria a Irma.
Com o coração na mão, esperei a ligação da minha mulher. Sem saber o que elas tinham decidido, quando vi no meu celular que Irma tava me ligando, atendi apavorado.
— Emmanuel, acabaram de dar alta pra Natalia. — Ela me informou primeiro e, com a voz trêmula, perguntou depois: — Você se importa se ela ficar em casa enquanto se recupera?
— Haaa… se você achar melhor, eu não sei… faz o que achar certo.
Segurando a alegria. Quando desliguei, entendi que, embora não pudesse comemorar, os planos da Natalia tavam se cumprindo direitinho. O dia inteiro fiquei de mau humor, pulando com qualquer coisinha. Por isso, com os nervos à flor da pele, quando saí do escritório e antes de ir pra casa, decidi que não podia chegar naquele estado. Prevendo problemas, parei numa floricultura pra comprar umas flores e acalmar minha mulher. Curiosamente… Quando cheguei em casa e entreguei as flores pra ela, ela não aceitou, dizendo:
—A doente é a Natalia, dá pra ela. —Vendo minha hesitação, ela pediu: —Faz isso por mim, Siiiiim!
Meio sem graça por dar um buquê pra minha cunhada na frente da irmã dela, minha mulher, bati na porta do quarto de hóspedes. Lá de dentro, a Natalia, com a voz cansada, pediu pra eu entrar. E juro que quando vi ela com aquelas olheiras pretas marcando os olhos, me doeu saber que ela tinha passado por aquele sofrimento só porque queria ficar comigo. Comovido, cheguei perto da cama dela, acariciei a cabeça dela e perguntei como ela tava.
—Bem. —respondeu com um sorriso falso, mas quando viu que eu tinha trazido um buquê, o rosto dela se iluminou e, chorando, me agradeceu.
Não me perguntem por quê, mas eu soube que o sentimento dela era genuíno e quase caí de joelhos pra confessar que também amava ela. Por sorte, minha esposa pediu pra eu deixar ela descansar, então me despedi e fui pra sala tomar uma bebida. Tava servindo um uísque quando vi a Irma entrar com uma cara preocupada, se jogar no sofá e pedir pra eu sentar do lado dela.
—Valeu por ser tão carinhoso com ela. —disse me abraçando e encostando a cabeça no meu peito, depois soltou: —A Naty precisa da gente! —Era assim que ela chamava a irmã com carinho.
—Bom, a gente se dava mal mesmo, mas isso é coisa mais séria.
—Eu sei, eu sei. —disse baixinho.
Sem querer me adiantar, fiquei calado enquanto minha esposa desabava chorando. A luta que tava rolando na cabeça dela a deixava arrasada, e como eu sabia da minha culpa no sofrimento dela, consolei ela por um bom tempo, em silêncio. Não sei se serviu de catarse pra ela, mas quando ela levantou do sofá, me pareceu ver no rosto dela uma determinação que não tava ali antes. Foi aí que, olhando pro relógio, ela me pediu pra pôr a mesa enquanto ela esquentava o jantar, e depois disso vi ela sumir em direção à cozinha. Sem saber o que esperar nem Como a gente ia lidar com a irmã dela, a mulher que tinha confessado que tava apaixonada por mim, passando esses dias com a gente, tratei de arrumar os pratos e talheres na toalha enquanto minha mente tava a mil. Como não sabia se a Natalia ia jantar com a gente, coloquei um lugar pra ela. Depois de alguns minutos, a Irma voltou e, vendo que tinha três lugares na mesa, falou:
— Valeu por lembrar da minha irmã, mas já levei o jantar pra ela. — e aí a gente sentou pra comer.
Confesso que foi um jantar estranho. Nenhum dos dois quis puxar o assunto, mas mesmo conversando sobre coisas bestas, a gente sabia que era de propósito e tava ligado que a Natalia tava na cabeça dos dois. Como toda noite, depois de terminar, a gente recolheu os pratos e colocou na lava-louças, mas quando eu já tava indo pra sala ver TV, a Irma me puxou de lado e, colada em mim, sussurrou:
— Preciso te fazer o love!
Não soube o que dizer, tinha que fazer e falar alguma coisa naquela hora, mas o que eu podia fazer? Me pegou de surpresa, aceitei a sugestão e beijei ela. Os lábios dela pareciam ainda mais doces naquela noite e, carregando ela nos braços, fui com ela até nossa cama. Botão por botão, fui desabotoando o vestido dela e descobrindo a pele. A Irma não segurou um gemido quando sentiu eu tirar o último.
— A gente precisa conversar. — Ela falou, mas fechei a boca dela com um beijo e abracei ela.
Minha mulher, sentindo minha mão percorrer a bunda dela, se jogou em cima de mim que nem uma loba, arrancando minha camisa. Mesmo conhecendo o temperamento fogoso dela, me surpreendeu a urgência. Não fiz questão de me fazer de rogado e, deitando ela no colchão, me abaixei pra provar o gosto da buceta dela.
— Haaaaaa… haaaaaaa… — Minha língua percorreu todas as dobras dela antes de chegar no clitóris. A lentidão com que eu ia chegando perto e me afastando do alvo fez com que, quando me apossei do botãozinho duro dela, a xota já tivesse toda molhada. — Haaaaaaaaa, ha, ha, ha, ha, ha, haaaa. hussssffff, ho, ho, ho, ho, ho, ho, Mmmmnnnnn, Mmmmnnn, Mmnmnnn, Mmmmnnnnn, Mmmmnnnnn… Ahhhh ohhh que gostoso, Siiiiii, eu adoroooo. -Sabia que ela gostava de sexo, mas nunca imaginei que ela ficasse louca e pedisse assim.
--Me fode! Me fode! Me fode! Me fode! Haaaaaaaaaaaaa Siii! Me faz tua! haaaaaaaa…
Totalmente excitado, enfiei dois dedos dentro da buceta dela, enquanto continuava torturando a boceta dela com minha boca. Aí minha mulher abriu as pernas, me dando caminho livre pra fazer o que quisesse com ela. Vendo que ela tava gostando, não hesitei em enfiar um terceiro. A reação dela foi imediata, gemendo de prazer e gritando como possessa, me pediu enquanto gozava que eu a tomasse.
--Haaa, haaa, hussssf haaaaaaa… Haaa, haaa, haaaa Mmmmnnn… haaaaaaaa… ohhhhhhhhh uhmm Ahhhhh haaaa, haaaaa, haaaaa Mmmnnn… haaaaaaaaaaaaa… haaa, haaaa Mmmmnnn… haaaaaaaa… ohhhhhhhhh uhmmmm ahhhhhhhhhhhhh Haaa, haaaa, Mmmmnnnnn para agora haaaaaay… Mmmmnn, ho, ho, ho, haaa Mmm haaaaaaay… mais! Me dá mais! Haaa Siii! Haa Siiii! Me dá mais! haaaaaaaaaaaaaay…
Meu pau totalmente duro pedia ação e enquanto minha mulher recuperava o fôlego, fiquei percorrendo o corpo dela com minhas mãos. Irma super excitada não parava de gemer e ofegar toda vez que minhas pontas dos dedos chegavam perto ou acariciavam um dos pontos sensíveis dela, e ela tinha vários. Se a safadeza dela já tinha me surpreendido pra caralho, quando passei distraidamente meus dedos perto da entrada traseira dela, fiquei alucinado. Suspirando e com a voz entrecortada pela luxúria que dominava ela, sussurrou.
--Sei que nunca deixei, mas hoje à noite quero ser toda sua. -e sem conseguir me olhar nos olhos, me pediu pra comer o cu dela como um louco, sempre fui carinhoso com ela nesse sentido, uns dias atrás eu tinha comido o cu dela bem forte, mas foi só impulso e pensei que depois disso ela não ia falar comigo, mas agora ela tava pedindo. Um pouco assustado com a responsabilidade, mas empolgado por finalmente foder o cu dela, Eu beijei ela:
— Prometo que vou fazer devagar… não igual da outra vez.
— Nãooo… relaxa, faz logo, só faz. — Ela me disse.
Sabendo que eu tinha que ir com calma, entendi que se precisasse usar a noite inteira pra isso, eu usaria. Por isso levantei e fui no banheiro pegar um pote de creme. Quando voltei, vi ela de quatro, decidida mas apavorada. Ela já tinha me dado a bunda antes, mas eu sempre acabava machucando ela, então decidi não pedir até que, bem, até a Natalia entrar na minha vida. Por isso, abracei ela por trás, acariciei os peitos dela pra acalmar. A reação dela foi se encostar em mim, de um jeito que meu pau encostou na bundinha dela.
— Calma, amor. Deita de barriga pra baixo. — Pedi, percebendo a pressa dela.
Obediente, ela se deitou de costas pra mim. E montando em cima dela, com uma perna de cada lado, comecei a massagear. Foi aí que eu realmente percebi o quanto ela tava pegando fogo. Pelos gemidos dela, parecia que minhas mãos queimavam ela.
— Haaaaaa, haaaai, ai, ai, ai, ai, ai, ha, ha, ha, haaaaa, haaaaaaaaaa, ai, ai, ai, ai, ha, ha, ha, Haaaaaaaai…
Tudo nela era desejo. O suor escorrendo pelas costas dela não era nada comparado com o mel escorrendo da buceta dela. Totalmente molhada, ela pediu:
— Mete logo, papai, fode meu cu gostoso! — Quando minhas mãos separaram as duas bandas dela.
Quando fiz isso, não consegui deixar de admirar. Totalmente fechadinho e de um rosa virgem, mesmo já tendo comido antes, ainda continuava bem apertado. Foi uma tentação irresistível, e me aproximando dele, comecei a percorrer as ruguinhas com a língua.
— Por favor. — Ela disse, se segurando nas grades da cama.
O pedido dela me excitou, e perdendo o controle, forcei a entrada com minha língua. Incapaz de aguentar o tesão, ela baixou a mão e começou a se masturbar. A entrega total dela me permitiu pegar um pouco de creme nos dedos e sentir a disposição dela, passando ao redor.
— Haaa… haaa… haaaaaaa… Ela gemia ao contato dos meus dedos.
Não encontrei resistência às minhas carícias, pelo contrário, a própria Irma, afastando as nádegas, facilitou meu avanço. Cuidadosamente, lambuzei todo o esfíncter dela antes de introduzir um primeiro dedo lá dentro. Ela ofegou ao sentir como eu forçava os músculos, mas não reclamou, o que me deu espaço para ir movendo o dedo, tentando relaxá-los. Aos poucos, a pressão foi cedendo e a excitação dela aumentando, até que, gritando, me pediu para penetrá-la.
— Me fode, me fode logo! Mete ele em mim!
— Preciso ter cuidado.
— Não quero te machucar como das outras vezes. — falei, sabendo que se eu fizesse o que ela pedia, ia rasgá-la.
Sem dizer o que ia fazer, introduzi um segundo dedo, enquanto, com a mão livre, acariciava a buceta dela. A reação da minha mulher a essa investida não demorou: levantando a bunda, gemeu desesperada.
— Mnnnnnnnn, ha, ha, ha, ha, ha, ha, ha, me fode logo! Mete ele em mim! ha, ha, ha, ha, ha, Mmmmnnnnn, ha, ha, ha, Mmnnnnn, ha, ha, ha, ha, ha, ha, Mmnnnn…
Mantendo-me firme, fiz ouvidos moucos aos pedidos dela e continuei enfiando e tirando meus dedos do cu dela.
— Ahhhh, ohhh…. Uffff, — Me toma, me toma toda! Mmnnnnn, ha, ha, ha, ha, sou, sou, sou toda sua! Haaaa, ha, ha, ha, Mmnnnnn…
Tanta excitação teve suas consequências e, se contorcendo nos lençóis, ela gozou — não 1, nem 2, nem 3, mas 5, 5 jatos de buceta saíram disparados junto com os gritos dela.
— Haaaaaaaaaaaa, haaaaaaaaaaaaa, haaaaaaaaaaaaaai, haaaaaaaaaaa, haaaaaaaaaaaaaai…
Foi nesse momento que aproveitei para colocá-la de quatro e, com delicadeza, brincar com meu pau sem meter ele lá dentro. Foi alucinante observar como o corpo dela reagia às minhas carícias. Completamente no cio, Irma mexia os quadris buscando que eu a penetrasse, mas, em vez disso, só conseguiu se esquentar ainda mais — isso me lembrou a Natalia na praia de nudismo. Com pena dela, exigi que parasse de se mexer e, colocando meu pau no esfíncter dela, introduzi ele. lentamente a cabeça. Minha esposa mordeu os lábios tentando não gritar, mas foi em vão, a dor era tão insuportável que ela gritou.
—Haaaaaaaaaaaaaaaaaaai. —Ela tinha a bunda bem apertada, me pedindo uma pausa. —Para, para, para por favor haaaaaaai…
Esperei ela relaxar. Aos poucos, a dor foi sumindo conforme ela se acostumava a me ter dentro dela. Quando achei que estava pronta, comecei a me mover devagar. As reclamações dela desapareceram quando, dando um tapa, mandei ela se masturbar.
—Siiiim, siiiim, siiiim, papai. —Ela disse me obedecendo. —Mmnmnnn, ha, ha, ha, ha, ha, ha, ha, ha, Haaaaaaaaaai... —Essa doce violência excitou ela e, meio sem fôlego, ela me implorou pra continuar. —Mmm Continuaaaaa Mmmmnn…. ha, ha, ha, ha, ha, Continuaaaaa Haaaaaaaaaai… ha, ha, ha, ha, ha, ha, ha, ha, que gostoso haaaaaaaaaa, Continuaaaaa ha, ha, ha, ha, ha, ahhhhhhhhh Continuaaaaa Ahhhhhh Continuaaaaa ahhhhhhhhh…
Achando que ela tava falando do sexo anal, acelerei as penetrações e então ela, gritando, esclareceu que queria mais tapas.
—Haaaaaaaaai… Me dá mais palmada, bate mais forte na minha bunda!
Isso foi o estopim da loucura, marcando o ritmo com meus golpes na bunda dela, a gente foi alcançando uma velocidade brutal enquanto ela não parava de gritar de tesão.
—Haaaaaa, ha, ha, ha, ha, ha, Haaaaaaaaaaaaaaaaaa, ho, ho, ho, ho, ho, ho, Mmmmnnnnn, Mmmmnnn, Mmnmnnn, Mmmmnnnnn, Mmmmnnnnn… Ahhhh ohhh que gostoso, Siiiiim, eu gostoooo, Continuaaaaa, que delíciaaaaa, haaaaa eu adoro papai haaaaaaa… Eu adoro! Por, por, por favor não para! ha, ha, ha, ha, ha, ha, ha, ha, ha, ha, ha, ha, ha, ha, ha, ha, ha, ha, ha, haaaaaaai...
A ferocidade dos nossos atos não teve comparação com os efeitos do orgasmo dela, porque caindo de bruços no colchão, Irma começou a tremer ao sentir que minha extensão se cravava dentro dela enquanto ela se derramava num clímax bestial. Foi alucinante ouvir a paixão dela e sentir como ela gozava debaixo das minhas pernas, coincidindo com minha própria culminação. Meu corpo dominado pela luxúria, me eletrizei ao perceber que minha mulher estava curtindo o sexo anal e, sem conseguir segurar mais minha explosão, me joguei na cama, enquanto ela desabava ao meu lado. Exaustos pelo esforço, ficamos abraçados enquanto nos recuperávamos.
— Você deve estar se perguntando por que pedi pra você fazer isso. — Ela disse, sorrindo.
— A verdade é que sim. — Respondi. Lembro que quando éramos namorados e eu pedia, você dizia que não, até que cedeu, e eu fiz, mas você não gostou. Depois, de vez em quando a gente fazia, mas ainda assim não te agradava. Você tem o cu bem apertado, mas hoje foi tudo diferente. Com um gesto doce, ela confessou.
— Queria experimentar antes de te pedir uma coisa. — Depois do que rolou entre esses lençóis, eu soube que não poderia recusar, e mesmo assim perguntei o que ela queria. — Sei que, mesmo que você não goste dela, quero que seja carinhoso com minha irmã. Ela é uma mulher gostosa e não deve ser difícil pra você.
— Não entendi. — Falei. Mas no fundo, entendia. Percebendo suas intenções, fiquei calado. Irma interpretou meu silêncio errado e, chorando, me implorou.
— A Natalia precisa da gente. Se você me ama… Deixa eu te dividir com ela!
— O quê?! — Exclamei. — Como assim?
Sem me dar tempo nem de aceitar ou recusar realizar seus desejos, ela chamou a irmã. A irmã devia estar esperando atrás da porta, porque entrou no nosso quarto na hora e ficou de pé na frente da cama, esperando. Ela estava linda, só isso que eu podia dizer… Irma me olhou apavorada, temendo minha reação. Cedi, chamei minha cunhada dando um tapinha no outro lado do colchão, e então minha mulher soltou um grito de alegria, me beijou e disse:
— Valeu, meu amor… Entre nós duas, vamos te fazer muito feliz! — No meu ouvido, ouvi minha cunhada sussurrar:
— Viu como foi fácil convencê-lo?
Continua…
Com o Selo do Prazer e do Morbo…
Tudo se desencadeou de um jeito que nenhum dos três envolvidos acho que esperava, ou pelo menos eu não. Naquele dia eu tava um bagaço, não sabia o que pensar. Minha mulher e a irmã dela estavam me matando, ia dar um troço se continuasse assim. Mesmo custando, consegui pegar no sono e por isso, quando às 4 da manhã a Irma entrou feito uma louca, demorei pra entender o que ela tava dizendo. Chorando que nem uma desgraçada, me explicou que tinham acabado de ligar da clínica falando que a Natalia tinha dado entrada no Pronto-Socorro.
— Que?! O que aconteceu? — perguntei, sinceramente preocupado.
— Pelo visto, aquela idiota tentou se matar! — respondeu, me apressando.
Curiosamente, saber que era esse o motivo me acalmou, porque entendi que podia ser parte do plano dela. Mas mesmo assim, aquela mulher era doida varrida. Nem tinha abotoado a camisa direito e já tava saindo rumo ao hospital. No caminho, minha esposa não parou de se culpar pelo que aconteceu, dizendo que devia ter feito alguma coisa.
— E o que você podia fazer, amor? — falei, suando que nem um porco.
Como era um assunto espinhoso, fiquei calado enquanto ela chorava, ouvindo a dor que tava consumindo ela. Felizmente, assim que chegamos, nos disseram que ela tava fora de perigo e que, se quiséssemos, podíamos visitar. Achando que minha mulher precisava do meu apoio, acompanhei ela até o quarto onde a irmã tava, mas na hora que eu ia entrar, a Irma pediu pra ficar sozinha. Quando insisti, ela confessou chorando:
— Lembra que eu te falei que a Natalia se apaixonou por um homem casado?
— Lembro. — respondi.
— Esse homem casado é você! — Fazendo cara de surpreso, respondi que não tinha nada a ver com o capricho da irmã dela.
— Aquela mulher é maluca! — exclamei. — Isso deve ser piada, amor. Se ela me odeia, você sabe que nunca nos demos bem.
— Eu sei, eu sei, mas ela… Se esforçou por anos pra negar os sentimentos dela… Eu sei que não é culpa sua.
— Concordou comigo, completamente destruída, e depois me pediu pra ficar sozinha com ela.
— Como quiser. — Falei, sem graça.
Como vocês podem imaginar, não entrei. Sentei numa cadeira pra esperar e comecei a analisar o que tinha acontecido. Embora eu soubesse o quanto minha cunhada era teimosa e bruta, nunca imaginei que a loucura dela chegasse a esse ponto, muito menos que ela colocasse a própria saúde em risco pra manipular a irmã. Me senti um merda por fazer parte disso tudo. Depois de uma hora, Irma saiu pra me ver com os olhos inchados de tanto chorar e, me abraçando, disse que a Natalia tava melhor, mas ainda queria ficar com ela.
— Fica tranquila, te espero. — Falei, aliviado. Minha mulher sorriu ao me ouvir e, insistindo, pediu pra eu ir pra casa:
— É tarde e você tem que trabalhar. Depois te ligo no escritório.
Confesso que não fui embora satisfeito, porque não tinha dúvida de que o que as duas mulheres conversassem no hospital ia definir meu futuro. Só sabia que precisava das duas, mas se me obrigassem a escolher, sem dúvida nenhuma, eu escolheria a Irma.
Com o coração na mão, esperei a ligação da minha mulher. Sem saber o que elas tinham decidido, quando vi no meu celular que Irma tava me ligando, atendi apavorado.
— Emmanuel, acabaram de dar alta pra Natalia. — Ela me informou primeiro e, com a voz trêmula, perguntou depois: — Você se importa se ela ficar em casa enquanto se recupera?
— Haaa… se você achar melhor, eu não sei… faz o que achar certo.
Segurando a alegria. Quando desliguei, entendi que, embora não pudesse comemorar, os planos da Natalia tavam se cumprindo direitinho. O dia inteiro fiquei de mau humor, pulando com qualquer coisinha. Por isso, com os nervos à flor da pele, quando saí do escritório e antes de ir pra casa, decidi que não podia chegar naquele estado. Prevendo problemas, parei numa floricultura pra comprar umas flores e acalmar minha mulher. Curiosamente… Quando cheguei em casa e entreguei as flores pra ela, ela não aceitou, dizendo:
—A doente é a Natalia, dá pra ela. —Vendo minha hesitação, ela pediu: —Faz isso por mim, Siiiiim!
Meio sem graça por dar um buquê pra minha cunhada na frente da irmã dela, minha mulher, bati na porta do quarto de hóspedes. Lá de dentro, a Natalia, com a voz cansada, pediu pra eu entrar. E juro que quando vi ela com aquelas olheiras pretas marcando os olhos, me doeu saber que ela tinha passado por aquele sofrimento só porque queria ficar comigo. Comovido, cheguei perto da cama dela, acariciei a cabeça dela e perguntei como ela tava.
—Bem. —respondeu com um sorriso falso, mas quando viu que eu tinha trazido um buquê, o rosto dela se iluminou e, chorando, me agradeceu.
Não me perguntem por quê, mas eu soube que o sentimento dela era genuíno e quase caí de joelhos pra confessar que também amava ela. Por sorte, minha esposa pediu pra eu deixar ela descansar, então me despedi e fui pra sala tomar uma bebida. Tava servindo um uísque quando vi a Irma entrar com uma cara preocupada, se jogar no sofá e pedir pra eu sentar do lado dela.
—Valeu por ser tão carinhoso com ela. —disse me abraçando e encostando a cabeça no meu peito, depois soltou: —A Naty precisa da gente! —Era assim que ela chamava a irmã com carinho.
—Bom, a gente se dava mal mesmo, mas isso é coisa mais séria.
—Eu sei, eu sei. —disse baixinho.
Sem querer me adiantar, fiquei calado enquanto minha esposa desabava chorando. A luta que tava rolando na cabeça dela a deixava arrasada, e como eu sabia da minha culpa no sofrimento dela, consolei ela por um bom tempo, em silêncio. Não sei se serviu de catarse pra ela, mas quando ela levantou do sofá, me pareceu ver no rosto dela uma determinação que não tava ali antes. Foi aí que, olhando pro relógio, ela me pediu pra pôr a mesa enquanto ela esquentava o jantar, e depois disso vi ela sumir em direção à cozinha. Sem saber o que esperar nem Como a gente ia lidar com a irmã dela, a mulher que tinha confessado que tava apaixonada por mim, passando esses dias com a gente, tratei de arrumar os pratos e talheres na toalha enquanto minha mente tava a mil. Como não sabia se a Natalia ia jantar com a gente, coloquei um lugar pra ela. Depois de alguns minutos, a Irma voltou e, vendo que tinha três lugares na mesa, falou:
— Valeu por lembrar da minha irmã, mas já levei o jantar pra ela. — e aí a gente sentou pra comer.
Confesso que foi um jantar estranho. Nenhum dos dois quis puxar o assunto, mas mesmo conversando sobre coisas bestas, a gente sabia que era de propósito e tava ligado que a Natalia tava na cabeça dos dois. Como toda noite, depois de terminar, a gente recolheu os pratos e colocou na lava-louças, mas quando eu já tava indo pra sala ver TV, a Irma me puxou de lado e, colada em mim, sussurrou:
— Preciso te fazer o love!
Não soube o que dizer, tinha que fazer e falar alguma coisa naquela hora, mas o que eu podia fazer? Me pegou de surpresa, aceitei a sugestão e beijei ela. Os lábios dela pareciam ainda mais doces naquela noite e, carregando ela nos braços, fui com ela até nossa cama. Botão por botão, fui desabotoando o vestido dela e descobrindo a pele. A Irma não segurou um gemido quando sentiu eu tirar o último.
— A gente precisa conversar. — Ela falou, mas fechei a boca dela com um beijo e abracei ela.
Minha mulher, sentindo minha mão percorrer a bunda dela, se jogou em cima de mim que nem uma loba, arrancando minha camisa. Mesmo conhecendo o temperamento fogoso dela, me surpreendeu a urgência. Não fiz questão de me fazer de rogado e, deitando ela no colchão, me abaixei pra provar o gosto da buceta dela.
— Haaaaaa… haaaaaaa… — Minha língua percorreu todas as dobras dela antes de chegar no clitóris. A lentidão com que eu ia chegando perto e me afastando do alvo fez com que, quando me apossei do botãozinho duro dela, a xota já tivesse toda molhada. — Haaaaaaaaa, ha, ha, ha, ha, ha, haaaa. hussssffff, ho, ho, ho, ho, ho, ho, Mmmmnnnnn, Mmmmnnn, Mmnmnnn, Mmmmnnnnn, Mmmmnnnnn… Ahhhh ohhh que gostoso, Siiiiii, eu adoroooo. -Sabia que ela gostava de sexo, mas nunca imaginei que ela ficasse louca e pedisse assim.
--Me fode! Me fode! Me fode! Me fode! Haaaaaaaaaaaaa Siii! Me faz tua! haaaaaaaa…
Totalmente excitado, enfiei dois dedos dentro da buceta dela, enquanto continuava torturando a boceta dela com minha boca. Aí minha mulher abriu as pernas, me dando caminho livre pra fazer o que quisesse com ela. Vendo que ela tava gostando, não hesitei em enfiar um terceiro. A reação dela foi imediata, gemendo de prazer e gritando como possessa, me pediu enquanto gozava que eu a tomasse.
--Haaa, haaa, hussssf haaaaaaa… Haaa, haaa, haaaa Mmmmnnn… haaaaaaaa… ohhhhhhhhh uhmm Ahhhhh haaaa, haaaaa, haaaaa Mmmnnn… haaaaaaaaaaaaa… haaa, haaaa Mmmmnnn… haaaaaaaa… ohhhhhhhhh uhmmmm ahhhhhhhhhhhhh Haaa, haaaa, Mmmmnnnnn para agora haaaaaay… Mmmmnn, ho, ho, ho, haaa Mmm haaaaaaay… mais! Me dá mais! Haaa Siii! Haa Siiii! Me dá mais! haaaaaaaaaaaaaay…
Meu pau totalmente duro pedia ação e enquanto minha mulher recuperava o fôlego, fiquei percorrendo o corpo dela com minhas mãos. Irma super excitada não parava de gemer e ofegar toda vez que minhas pontas dos dedos chegavam perto ou acariciavam um dos pontos sensíveis dela, e ela tinha vários. Se a safadeza dela já tinha me surpreendido pra caralho, quando passei distraidamente meus dedos perto da entrada traseira dela, fiquei alucinado. Suspirando e com a voz entrecortada pela luxúria que dominava ela, sussurrou.
--Sei que nunca deixei, mas hoje à noite quero ser toda sua. -e sem conseguir me olhar nos olhos, me pediu pra comer o cu dela como um louco, sempre fui carinhoso com ela nesse sentido, uns dias atrás eu tinha comido o cu dela bem forte, mas foi só impulso e pensei que depois disso ela não ia falar comigo, mas agora ela tava pedindo. Um pouco assustado com a responsabilidade, mas empolgado por finalmente foder o cu dela, Eu beijei ela:
— Prometo que vou fazer devagar… não igual da outra vez.
— Nãooo… relaxa, faz logo, só faz. — Ela me disse.
Sabendo que eu tinha que ir com calma, entendi que se precisasse usar a noite inteira pra isso, eu usaria. Por isso levantei e fui no banheiro pegar um pote de creme. Quando voltei, vi ela de quatro, decidida mas apavorada. Ela já tinha me dado a bunda antes, mas eu sempre acabava machucando ela, então decidi não pedir até que, bem, até a Natalia entrar na minha vida. Por isso, abracei ela por trás, acariciei os peitos dela pra acalmar. A reação dela foi se encostar em mim, de um jeito que meu pau encostou na bundinha dela.
— Calma, amor. Deita de barriga pra baixo. — Pedi, percebendo a pressa dela.
Obediente, ela se deitou de costas pra mim. E montando em cima dela, com uma perna de cada lado, comecei a massagear. Foi aí que eu realmente percebi o quanto ela tava pegando fogo. Pelos gemidos dela, parecia que minhas mãos queimavam ela.
— Haaaaaa, haaaai, ai, ai, ai, ai, ai, ha, ha, ha, haaaaa, haaaaaaaaaa, ai, ai, ai, ai, ha, ha, ha, Haaaaaaaai…
Tudo nela era desejo. O suor escorrendo pelas costas dela não era nada comparado com o mel escorrendo da buceta dela. Totalmente molhada, ela pediu:
— Mete logo, papai, fode meu cu gostoso! — Quando minhas mãos separaram as duas bandas dela.
Quando fiz isso, não consegui deixar de admirar. Totalmente fechadinho e de um rosa virgem, mesmo já tendo comido antes, ainda continuava bem apertado. Foi uma tentação irresistível, e me aproximando dele, comecei a percorrer as ruguinhas com a língua.
— Por favor. — Ela disse, se segurando nas grades da cama.
O pedido dela me excitou, e perdendo o controle, forcei a entrada com minha língua. Incapaz de aguentar o tesão, ela baixou a mão e começou a se masturbar. A entrega total dela me permitiu pegar um pouco de creme nos dedos e sentir a disposição dela, passando ao redor.
— Haaa… haaa… haaaaaaa… Ela gemia ao contato dos meus dedos.
Não encontrei resistência às minhas carícias, pelo contrário, a própria Irma, afastando as nádegas, facilitou meu avanço. Cuidadosamente, lambuzei todo o esfíncter dela antes de introduzir um primeiro dedo lá dentro. Ela ofegou ao sentir como eu forçava os músculos, mas não reclamou, o que me deu espaço para ir movendo o dedo, tentando relaxá-los. Aos poucos, a pressão foi cedendo e a excitação dela aumentando, até que, gritando, me pediu para penetrá-la.
— Me fode, me fode logo! Mete ele em mim!
— Preciso ter cuidado.
— Não quero te machucar como das outras vezes. — falei, sabendo que se eu fizesse o que ela pedia, ia rasgá-la.
Sem dizer o que ia fazer, introduzi um segundo dedo, enquanto, com a mão livre, acariciava a buceta dela. A reação da minha mulher a essa investida não demorou: levantando a bunda, gemeu desesperada.
— Mnnnnnnnn, ha, ha, ha, ha, ha, ha, ha, me fode logo! Mete ele em mim! ha, ha, ha, ha, ha, Mmmmnnnnn, ha, ha, ha, Mmnnnnn, ha, ha, ha, ha, ha, ha, Mmnnnn…
Mantendo-me firme, fiz ouvidos moucos aos pedidos dela e continuei enfiando e tirando meus dedos do cu dela.
— Ahhhh, ohhh…. Uffff, — Me toma, me toma toda! Mmnnnnn, ha, ha, ha, ha, sou, sou, sou toda sua! Haaaa, ha, ha, ha, Mmnnnnn…
Tanta excitação teve suas consequências e, se contorcendo nos lençóis, ela gozou — não 1, nem 2, nem 3, mas 5, 5 jatos de buceta saíram disparados junto com os gritos dela.
— Haaaaaaaaaaaa, haaaaaaaaaaaaa, haaaaaaaaaaaaaai, haaaaaaaaaaa, haaaaaaaaaaaaaai…
Foi nesse momento que aproveitei para colocá-la de quatro e, com delicadeza, brincar com meu pau sem meter ele lá dentro. Foi alucinante observar como o corpo dela reagia às minhas carícias. Completamente no cio, Irma mexia os quadris buscando que eu a penetrasse, mas, em vez disso, só conseguiu se esquentar ainda mais — isso me lembrou a Natalia na praia de nudismo. Com pena dela, exigi que parasse de se mexer e, colocando meu pau no esfíncter dela, introduzi ele. lentamente a cabeça. Minha esposa mordeu os lábios tentando não gritar, mas foi em vão, a dor era tão insuportável que ela gritou.
—Haaaaaaaaaaaaaaaaaaai. —Ela tinha a bunda bem apertada, me pedindo uma pausa. —Para, para, para por favor haaaaaaai…
Esperei ela relaxar. Aos poucos, a dor foi sumindo conforme ela se acostumava a me ter dentro dela. Quando achei que estava pronta, comecei a me mover devagar. As reclamações dela desapareceram quando, dando um tapa, mandei ela se masturbar.
—Siiiim, siiiim, siiiim, papai. —Ela disse me obedecendo. —Mmnmnnn, ha, ha, ha, ha, ha, ha, ha, ha, Haaaaaaaaaai... —Essa doce violência excitou ela e, meio sem fôlego, ela me implorou pra continuar. —Mmm Continuaaaaa Mmmmnn…. ha, ha, ha, ha, ha, Continuaaaaa Haaaaaaaaaai… ha, ha, ha, ha, ha, ha, ha, ha, que gostoso haaaaaaaaaa, Continuaaaaa ha, ha, ha, ha, ha, ahhhhhhhhh Continuaaaaa Ahhhhhh Continuaaaaa ahhhhhhhhh…
Achando que ela tava falando do sexo anal, acelerei as penetrações e então ela, gritando, esclareceu que queria mais tapas.
—Haaaaaaaaai… Me dá mais palmada, bate mais forte na minha bunda!
Isso foi o estopim da loucura, marcando o ritmo com meus golpes na bunda dela, a gente foi alcançando uma velocidade brutal enquanto ela não parava de gritar de tesão.
—Haaaaaa, ha, ha, ha, ha, ha, Haaaaaaaaaaaaaaaaaa, ho, ho, ho, ho, ho, ho, Mmmmnnnnn, Mmmmnnn, Mmnmnnn, Mmmmnnnnn, Mmmmnnnnn… Ahhhh ohhh que gostoso, Siiiiim, eu gostoooo, Continuaaaaa, que delíciaaaaa, haaaaa eu adoro papai haaaaaaa… Eu adoro! Por, por, por favor não para! ha, ha, ha, ha, ha, ha, ha, ha, ha, ha, ha, ha, ha, ha, ha, ha, ha, ha, ha, haaaaaaai...
A ferocidade dos nossos atos não teve comparação com os efeitos do orgasmo dela, porque caindo de bruços no colchão, Irma começou a tremer ao sentir que minha extensão se cravava dentro dela enquanto ela se derramava num clímax bestial. Foi alucinante ouvir a paixão dela e sentir como ela gozava debaixo das minhas pernas, coincidindo com minha própria culminação. Meu corpo dominado pela luxúria, me eletrizei ao perceber que minha mulher estava curtindo o sexo anal e, sem conseguir segurar mais minha explosão, me joguei na cama, enquanto ela desabava ao meu lado. Exaustos pelo esforço, ficamos abraçados enquanto nos recuperávamos.
— Você deve estar se perguntando por que pedi pra você fazer isso. — Ela disse, sorrindo.
— A verdade é que sim. — Respondi. Lembro que quando éramos namorados e eu pedia, você dizia que não, até que cedeu, e eu fiz, mas você não gostou. Depois, de vez em quando a gente fazia, mas ainda assim não te agradava. Você tem o cu bem apertado, mas hoje foi tudo diferente. Com um gesto doce, ela confessou.
— Queria experimentar antes de te pedir uma coisa. — Depois do que rolou entre esses lençóis, eu soube que não poderia recusar, e mesmo assim perguntei o que ela queria. — Sei que, mesmo que você não goste dela, quero que seja carinhoso com minha irmã. Ela é uma mulher gostosa e não deve ser difícil pra você.
— Não entendi. — Falei. Mas no fundo, entendia. Percebendo suas intenções, fiquei calado. Irma interpretou meu silêncio errado e, chorando, me implorou.
— A Natalia precisa da gente. Se você me ama… Deixa eu te dividir com ela!
— O quê?! — Exclamei. — Como assim?
Sem me dar tempo nem de aceitar ou recusar realizar seus desejos, ela chamou a irmã. A irmã devia estar esperando atrás da porta, porque entrou no nosso quarto na hora e ficou de pé na frente da cama, esperando. Ela estava linda, só isso que eu podia dizer… Irma me olhou apavorada, temendo minha reação. Cedi, chamei minha cunhada dando um tapinha no outro lado do colchão, e então minha mulher soltou um grito de alegria, me beijou e disse:
— Valeu, meu amor… Entre nós duas, vamos te fazer muito feliz! — No meu ouvido, ouvi minha cunhada sussurrar:
— Viu como foi fácil convencê-lo?
Continua…
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